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Bélgica Desporto

A Bélgica, vencedora na Grécia por 2-1, é a primeira seleção europeia a conseguir o apuramento para o Mundial de futebol de 2018, num dia em que a França foi humilhada, ao empatar em casa com o Luxemburgo.
feeds.jn.pt | 03-09-2017
A anfitriã Holanda venceu, nesta segunda-feira, a Bélgica por 2-1, na terceira e última jornada do Grupo A, e apurou-se para os quartos de final do Europeu de futebol feminino. A Dinamarca superou a Noruega (1-0).
feeds.jn.pt | 24-07-2017

O Brasil ultrapassou a Argentina e assumiu a liderança do ranking da Fifa, divulgado nesta quinta-feira. Após vitórias sobre Uruguai e Paraguai nas eliminatórias no fim de março, a seleção chegou a 1.661 pontos, superando os 1.603 dos rivais sul-americanos. A Alemanha ocupa a terceira posição.

A seleção brasileira não ocupava o topo do ranking desde maio de 2010. A eliminação na Copa do Mundo naquele ano, na África do Sul, deu início a uma queda que chegou a levar o Brasil para a 22ª posição em junho de 2013.

A lista divulgada pela Fifa nesta quinta mostra um momento de força do futebol sul-americano. Dos cinco primeiros postos, quatro são ocupados por seleções da Conmebol. Além de Brasil e Argentina, o Chile aparece em quarto e a Colômbia em quinto.

Confira os 10 primeiros do ranking da Fifa:

1 - Brasil (1.661 pontos)

2 - Argentina (1.606)

3 - Alemanha (1.464)

4 - Chile (1.403)

5 - Colômbia (1.348)

6 - França (1.294)

7 - Bélgica (1.281)

8 - Portugal (1.259)

9 - Suíça (1.212)

10 - Espanha (1.204

oglobo.globo.com | 06-04-2017

A concorrência será pesada mas não terá Neymar, campeão olímpico no Rio-2016 no encalço. O camisa 10 da seleção brasileira de futebol, destaque na sua modalidade, ficou fora da lista dos melhores atletas do ano do Prêmio Brasil Olímpico 2016, do Comitê Olímpico do Brasil, que será realizado hoje, às 20 horas, na Cidades das Artes, no Rio. Entre os homens, Isaquias Queiroz, que ganhou duas medalhas de prata e um bronze na canoagem olímpica, Serginho, líbero bicampeão olímpico, e Thiago Braz, ouro no salto com vara nos Jogos do Rio, são os concorrentes. Entre as mulheres, a briga será entre Martine Grael e Kahena Kunze, dupla medalhista de ouro na vela, Poliana Okimoto, bronze na maratona aquática, e Rafaela Silva, ouro no judô.

Isaquias pode ser bicampeão consecutivo já que na última edição foi o escolhido ao lado de Ana Marcela Cunha. Martine e Kahena, vencedoras em 2014, e Poliana, que ganhou em 2013, também podem acumular dois troféus. Se isso acontecer, ou a maratonista ou a dupla entrará na lista das maiores vencedoras que hoje conta com Maurren Maggi (1999 e 2008), Daniele Hipólito (2001 e 2002), Daiane dos Santos (2003 e 2004) e Fabiana Murer (2010 e 2011). César Cielo, com três prêmios (2008, 2009 e 2011), é o maior campeão entre os homens mas não deve comparecer à festa após fiasco em 2016.

Todos os concorrentes ao prêmio máximo da noite, que só será anunciado ao final da cerimônia, também ganharam como destaques em suas categorias. A festa entregará 47 troféus para cada um dos vencedores por modalidade, incluindo desportos do gelo e na neve. Assim, Martine Grael, novamente escolhida a melhor da vela, superou o pai, Torben Grael, por três prêmios a dois. Na história da cerimônia, 825 atletas foram agraciados por modalidades (446 homens e 379 mulheres).

A escolha dos melhores atletas em cada modalidade, assim como os dois atletas que receberão o Troféu Melhor Atleta do Ano, foi realizada por um júri formado por jornalistas, dirigentes, ex-atletas e personalidades do esporte.

PÓDIO

O evento fará ainda homenagem especial às atletas do revezamento 4 x 100m, Lucimar de Moura, Rosemar Coelho, Thaíssa Presti e Rosângela Santos, que por determinação do Comitê Olímpico Internacional ficaram com a medalha de bronze de Pequim-2008. A Rússia, ouro na ocasião, foi desclassificada por causa do doping de Chermoshanskaya – a Bélgica foi promovida ao primeiro lugar, a Nigéria, ao segundo, e o Brasil, que tinha terminado em quarto, chega ao pódio para o bronze.

Assim, as brasileiras terão uma cerimônia de pódio e receberão as medalhas de bronze. As atletas, que estarão com vestidos longos por causa da festa, usarão agasalho completo e tênis para subir ao pódio e caracterizar o time brasileiro.

Também hoje será conhecido o Atleta da Torcida, cuja votação é feita pelo público, na internet. Além de Isaquias, Martine e Kahena, Poliana, Rafaela, Serginho e Thiago Braz, concorrem: Alison e Bruno Schmidt (vôlei de praia), Arthur Nory e Diego Hypólito (ambos ginástica artística) e Robson Conceição (boxe).

oglobo.globo.com | 29-03-2017

A cena é sonhada por todos os atletas do planeta: subir no pódio olímpico e ser ovacionado por milhares de pessoas. De preferência num estádio de sonhos, como o Ninho de Pássaro, palco do atletismo em Pequim-2008. Maurren Maggi, ouro no salto em distância, teve essa honra e diz que é incomparável, “por ser muito grandiosa”. E o pós-pódio? As melhores fotografias da vida: dias sem dormir de tanta alegria e adrenalina, a chegada ao Brasil com festa e o reencontro com a filha.

Lucimar de Moura, Rosemar Coelho Neto, Thaíssa Presti e Rosângela Santos perderam tudo isso. O revezamento 4 x 100m do Brasil conquistou o bronze na mesma competição, mas só descobriu oito anos depois. Elas receberão as medalhas bem longe da China, dia 29, no Prêmio Brasil Olímpico, no Rio.

— É uma pena que elas não possam sentir o mesmo. Ao menos, a justiça foi feita, elas terão a medalha olímpica. Isso já vale muito — consola Maurren.

A premiação foi determinada pelo Comitê Olímpico Internacional após punição ao time russo, que havia conquistado o ouro, já que Yulia Chermoshanskaya testou positivo para duas substâncias anabolizantes. Com a desclassificação da Rússia, a Bélgica foi promovida a campeã, a Nigéria, à prata, e o Brasil, que tinha terminado em quarto, ao bronze. O anúncio aconteceu em agosto.

TRÊS APOSENTADAS

Oito anos após Pequim, três das atletas estão aposentadas e moram em cidades do interior. Duas são mães. A única velocista em atividade não chegou às finais dos 100m no Rio-2016 e faz vaquinha na internet para pagar os treinos nos Estados Unidos.

Thaíssa, de 31 anos, competiu até o fim de 2016. Hoje, mora em Vinhedo (SP) com o marido João Ricardo, administrador. Tem dois cachorros e uma horta. Formada em Educação Física, tem dúvidas em relação ao futuro profissional. Está desempregada.

— Eu me sinto feliz e frustrada. A medalha é bem-vinda, mesmo faltando um pedaço — afirma, referindo-se ao que perdeu fora das pistas se ostentasse o título de medalhista olímpica nos anos que passou. — Não me aposentei com segurança financeira. Perdi oportunidade de ganhar patrocínios e prêmios. Com a medalha lá atrás, teria sido melhor nesse aspecto. Mas não alimento a frustração. A medalha está coroando a minha carreira. Sei que vou me emocionar quando recebê-la.

Thaíssa, filha do ex-jogador de futebol Zé Sérgio, contou que as meninas se falam com frequência pelo WhatsApp. Criaram um grupo para trocar informações desde que surgiu a possibilidade do bronze. Hoje discutem que modelito usarão para caracterizar um time, em meio a uma festa de gala.

— Há dois anos comecei a ficar atenta ao tema. Não sei dizer o porquê. Mas tinha esperança — comenta Thaíssa.

Lucimar, de 42 anos, é mãe de Ana Júlia, 6. Aposentada desde 2013, questiona-se: “Se tivesse ganho a medalha em 2008, teria engravidado em 2009?”

— Talvez tivesse adiado o projeto. Mas não me arrependo. Amo ser mãe, amo Ana Júlia.

À época, Lucimar estava casada há 17 anos com Leônidas, atleta do salto com vara. Segundo ela, o marido não teve oportunidade de crescer na carreira. A prova era desconhecida, e o apoio, escasso. Ele largou o esporte aos 20 anos. Após Pequim, sem medalha, e o quinto lugar (200m) no Mundial de Berlim, em 2009, Ana Júlia foi encomendada.

— Nem pensava nisso. Ele que me apertou — lembra Lucimar. — Ana Júlia nasceu em 2010 e eu voltei às pistas. Era uma tristeza. A cabeça ia, e as pernas, não. Com o surgimento de Ana Cláudia Lemos e o auge de Rosângela, chegava em último.

Lucimar mora em Ipatinga (MG) e dedica-se à maternidade. Sua casa fica no mesmo terreno da do sogro, enquanto não levanta outra em seu lote. Após a confirmação do bronze, ganhou proposta para treinar novos atletas na Associação Esportiva e Recreativa Usipa.

O marido, de 40 anos, é motorista de carreta. Mesmo com a vida mais pacata, Lucimar voltou a sofrer de ansiedade, como na época de atleta. Mas agora tem pressão alta. Por isso voltou a treinar, à noite.

— Não acreditei que o jogo ia virar para a gente. Porque essas coisas só acontecem com gente lá de fora, né? — diz Lucimar. — Perdi a volta olímpica, a imagem do pódio. Esse prazer não volta. Mas quero ter a medalha num quadro e comemorar com churrasco.

Assim como Lucimar, Rosemar, de 40 anos, disputou Atenas-2004 — as únicas que foram a duas edições dos Jogos. Em 2008, conta, estava no auge:

— Os russos, possivelmente, são vítimas (o escândalo de doping foi orquestrado pelo estado). Sabiam que se dopavam, mas podem ter sofrido pressão. Mesmo assim, trapacearam e roubaram nosso momento, o melhor da minha carreira.

PROCESSO E VAQUINHA

Rosemar revela que as brasileiras pensam em acionar na Justiça o comitê russo por causa das perdas financeiras.

— Não dá para mensurar o que perdemos. Dá um vazio. O processo deve demorar e será uma herança para os filhos — garante a mãe de Valentina, de 1 ano e 10 meses. — Se começaram a me chamar agora para palestras, imagina antes.

Casada com Diego, único neto do bicampeão olímpico do salto triplo Adhemar Ferreira da Silva, ela e a sogra desenvolvem um projeto de atletismo, com foco na transformação social, em Miracatu (SP).

— Estava meio perdida, e minha sogra me chamou para trabalhar no Instituto Salto para a Vida. Acredito na justiça e fico arrepiada só de falar sobre o assunto. Posso ajudar na captação de projetos — declara Rosemar, formada em Educação Física, mas que está sem trabalho fixo.

Rosângela, de 26 anos, é a única que ainda leva a vida nas pistas. Após o Rio-2016, trocou de técnico e de cidade: mora em Houston e é orientada por Eric Francis.

— Pensei em encerrar a carreira porque tenho planos pessoais, mas surgiu essa oportunidade e vou tentar mais um ano. Quero chegar à final do Mundial, em agosto — revela ela, nos EUA desde 2014.

Quando perguntada sobre o que teria mudado na sua vida com o pódio em 2008, é direta:

— Só tenho certeza de que não estaria na situação atual, pedindo ajuda financeira para treinar. Minha preparação para o Rio e meus resultados poderiam ter sido diferentes. Mas bola para a frente. Não sei dizer o que sinto e não dá para voltar no tempo.

Rosângela, que tem um patrocínio e defende o Clube Pinheiros, iniciou um crowdfunding no site “Kickante” para arrecadar R$ 60 mil. Até sexta-feira à noite, não tinha passado de 1% do objetivo (R$ 260).

oglobo.globo.com | 12-03-2017
O Atlético tem um novo camisa 10: o meia Felipe Gedoz. Com 23 anos, esta será a primeira vez que o jogador atuará profissionalmente no Brasil, antes jogou apenas em categorias de base, atuou pelo Defensor Sporting, do Uruguai, e estava no Brugge, clube da Bélgica. Apresentado à imprensa na tarde de segunda-feira (16), o meia afirmou que a camisa 10, apesar de ser um número tradicional no país, não faz de um jogador o craque do time. Ele, porém, disse saber de seu potencial e suas responsabilidades no Furacão.

"Não me sinto com a responsabilidade para mim, mas sei do meu potencial, sei do que posso render para o clube na competição. Sobre a camisa 10, todo mundo fala que o 10 é o ponto forte do time, mas eu não vejo este negócio de número fazer um jogador ou transformar o jogador em um talento. O número na camiseta, no meu ponto de ver, não me dá essa responsabilidade. Mas eu sei das minhas qualidades e, por isso, escolhi a camisa 10", disse.

Apesar da numeração ser típica dos jogadores que atuam mais centralizados, o meia declarou preferir jogar mais aberto pelo lado esquerdo. "Tive uma conversa com o Paulo [Autuori] e ele me perguntou onde me sentia mais confortável para jogar. Eu me sinto bem pelo lado esquerdo do campo, aproveitando o bom chute e a velocidade", explicou.

Natural de Muçum, Gedoz chega ao Furacão com experiência em duas Libertadores, de 2012 e 2014 - quando foi vice-artilheiro, com quatro gols. "Em 2012, não cheguei a jogar muito, mas a de 2014 eu tive a felicidade de mostrar meu futebol. Infelizmente, não foi no Brasil, né? Foi no Uruguai, mas tive jogos contra o Cruzeiro. Acho que por isso que muita gente me reconhece hoje no Brasil, pelo fato de ter feito os três gols contra o Cruzeiro", relembrou.
www.furacao.com | 17-01-2017
O meia-atacante Felipe Gedoz, de 23 anos, foi apresentado oficialmente como reforço do Atlético para a temporada 2017. É o terceiro jogador anunciado pelo clube, depois de Grafite e Jonathan.

Gedoz é gaúcho, mas nunca atuou profissionalmente no Brasil. Depois de passar pelas categorias de base do Juventude, ele destacou-se com a camisa do Defensor, do Uruguai, clube pelo qual foi semifinalista e vice-artilheiro da Libertadores da América. Graças a isso, transferiu-se para o Brugge, da Bélgica.

Agora, chega ao Atlético com moral e responsabilidade. Ele será uma das principais apostas do Furacão para uma boa campanha na Libertadores, com o respaldo de sua passagem anterior pelo Defensor.

Além disso, Gedoz é o jogador mais caro já contratado por Mario Celso Petraglia. O clube investiu 1,4 milhão de euros para trazê-lo em definitivo. Ele assinará um contrato de três anos.

O atacante pareceu não se intimidar com a responsabilidade. Em sua primeira entrevista, ao canal oficial do Atlético, cravou: "Podem apostar em mim que darei muita alegria a esse torcedor que merece". Gedoz escolheu a camisa 10, em mais uma demonstração de confiança em seu futebol.
www.furacao.com | 30-12-2016

A Federação Internacional de História e Estatísticas do Futebol (IFFHS) divulgou nesta terça-feira o ranking dos melhores técnicos do mundo em 2016. Na categoria seleções, Tite aparece na lista como o oitavo melhor da temporada. O português Fernando Santos lidera o ranking.

A segunda posição é ocupada por Lars Lagerbeck, que comandou a surpreendente campanha da Islândia na Eurocopa.

Na categoria clubes, Diego Simeone, do Atlético de Madrid, é o primeiro, seguido por Zidane, do Real Madrid. Nenhum brasileiro aparece entre os dez primeiros.

Tite assumiu a seleção brasileira no dia 20 de junho. Sua estreia foi em 1º de setembro, em Quito, contra o Equador, com vitória de 3 a 0. Ele comandou o Brasil sem seis jogos, todos pelas eliminatórias, com seis vitórias.

OS 10 MELHORES TÉCNICOS DE SELEÇÕES DO MUNDO:

1 - Fernando Santos (Portugal) 199 pontos
2 - Lars Lagerbeck (Islândia) 71
3 - Joachim Low (Alemanha) 62
4 - Chris Coleman (País de Gales) 61
5 - Didier Deshamps (França) 52
6 - Antonio Conte (Itália) 17
7 - Ante Cacic (Croácia) 8
8 - Marc Wilmots (Bélgica) 3
8 - Tite (Brasil) 3
10- Bernd Storck (Hungria) 1
10- Ange Postecoglu (Austrália) 1
10- Adam Nawalka (Polônia) 1

OS 10 MELHORES TÉCNICOS DE CLUBES DO MUNDO:

1 - Diego Simeone (Atlético de Madri) 113 pontos
2 - Zinedine Zidane (Real Madrid) 107
3 - Claudio Ranieri (Leicester) 86
4 - Pep Guardiola (Bayern de Munique/Manchester City) 62
5 - Unai Emery (Sevilla/PSG) 38
6 - Luis Enrique (Barcelona) 24
7 - Jurgen Klopp (Liverpool) 16
8 - Mauricio Pochettino (Tottenham) 15
9 - Massimiliano Allegri (Juventus) 6
10 - Pitso Mosimane (Mamelodi Sundowns) 5

oglobo.globo.com | 27-12-2016
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