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Tendo sido um dos grandes centros da economia mundial no século XVII, os Países Baixos têm sido bastante prósperos desde então, ainda que a posição tenha sido perdida para a Inglaterra no curso do século XVIII. Atualmente, companhias neerlandesas se tornaram grandes multinacionais, como a petrolífera Royal Dutch Shell, que tem como co-proprietário o Reino Unido, o banco ABN AMRO, a empresa de eletrônica de consumo Philips, a cervejaria Heineken, a empresa anglo-neerlandesa de bens de consumo Unilever e a empresa aérea KLM. A economia dos Países Baixos é aberta, o governo tem vindo a reduzir o papel que nela desempenha desde os anos 80. A actividade industrial desenvolve-se predominantemente no processamento alimentar, nas indústrias químicas, no refinamento de petróleo e em maquinaria eléctrica. Um sector agrícola altamente mecanizado emprega apenas cerca de 4% da mão-de-obra mas gera grandes excedentes para a indústria alimentar e para a exportação. O país situa-se na terceira posição mundial no valor das exportações agrícolas, atrás dos Estados Unidos da América e da França. Os Países Baixos foram bem sucedidos em resolver os problemas das finanças públicas e da estagnação do crescimento do emprego muito antes dos seus parceiros europeus. Como membro fundador do Euro, os Países Baixos substituíram a sua anterior moeda, o florim, a 1 de Janeiro de 1999, em simultâneo com os outros fundadores da moeda europeia, com as atuais moedas e notas de euro a entrar em circulação a 1 de Janeiro de 2002. O país é o décimo no ranking de competitividade do Fórum Econômico Mundial.


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