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LONDRES - As operadoras britânicas de serviços de Internet BT e TalkTalk perderam uma apelação jurídica sobre pirataria online nesta terça-feira, o que significa que elas terão de identificar e alertar seus clientes que estão sob suspeita de terem baixado ilegalmente filmes ou música. A decisão do Tribunal de Apelações do Reino Unido significa que operadoras de serviços de internet (ISPs) terão de enviar cartas de aviso a clientes que estúdios cinematográficos ou selos fonográficos suspeitam que tenham acessado ilegalmente materiais protegidos por direitos autorais. Se as cartas não se mostrarem bem-sucedidas após um ano de operações no novo esquema, novas legislações poderão ser introduzidas para punir infratores reincidentes, reduzindo a velocidade de suas conexões à Internet ou mesmo cortando seu acesso. Em anos recentes, países incluindo a França e a Nova Zelândia adotaram a chamada "política de três infrações" em que infratores reincidentes podem ser desconectadas após receberem três avisos. Mas a maré pode estar revertendo enquanto a pressão de Hollywood por maiores penalidades por pirataria de direitos autorais sofre um contra-ataque. Empresas de mídia dizem que a pirataria custa a elas bilhões de dólares em perdas de receita todo ano. Em janeiro, um imenso protesto online por consumidores, ativistas e empresas da Internet incluindo a Wikipedia - que efetivou um blecaute de 24 horas - interrompeu a aprovação de legislação antipirataria nos EUA.
oglobo.globo.com | 07-03-2012
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O fotógrafo britânico Paul Conroy, retirado nesta semana da Síria, afirmou que a cidade de Homs, submetida à violência da repressão do Exército sírio, vinha sendo palco não de "uma guerra", mas de "um massacre cego", numa entrevista divulgada nesta sexta feira pela rede Sky News. "É um massacre de homens, mulheres, crianças", declarou Paul Conroy ao canal de televisão britânico, a partir de seu leito no hospital do Reino Unido, onde está recebendo tratamento.
noticias.terra.com.br | 02-03-2012
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No último domingo (26), Michel Teló se apresentou em Londres, no Reino Unido, para mais de 2 mil pessoas, informou o jornal Folha de S.Paulo. No repertório, cantou If I Catch You, versão em inglês para o hit Ai Se Eu Te Pego e até Someone Like You, da britânica Adele. A turnê segue para Espanha, Luxemburgo, Suíça, Holanda e Itália.
musica.terra.com.br | 28-02-2012
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Bild, Gazeta Wyborcza, Jornal de Notícias, Pravda, The Daily Telegraph, El País (Today's front pages)
www.presseurop.eu | 27-02-2012
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Sinalização fica perto de estação rodoviária em Leeds. Imagem curiosa foi divulgada pelo jornal inglês 'Daily Telegraph'.
g1.globo.com | 24-02-2012
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O Ministério das Relações Exteriores do Reino Unido convocou nesta quarta feira para consultas o embaixador da Síria em Londres, Sami Khiyami, após a morte da jornalista Marie Colvin, correspondente do jornal britânico The Sunday Times, em um bombardeio na cidade síria de Homs. A decisão do governo britânico segue outra similar do Ministério das Relações Exteriores da França, que previamente também convocou a representante diplomática síria em Paris pela morte do fotógrafo francês Rémi Ochlik, ...
noticias.terra.com.br | 22-02-2012
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A expectativa era grande quando Rupert Murdoch chegou à redacção do The Sun
, o tablóide que é o porta-estandarte do seu império no Reino Unido, mas onde ferve uma rebelião desde que se soube que a empresa entregou à polícia informações que levaram à detenção de dez jornalistas. Ao final do dia, a revolta parecia contida: o magnata não só deu o seu “apoio incondicional” ao jornal como readmitiu os redactores suspensos e anunciou para “muito em breve” uma nova edição de domingo.
feedproxy.google.com | 17-02-2012
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PARIS - A crise europeia bateu forte. E, desta vez, a sombra dos líderes europeus que caíram do poder no rastro da crise — José Luis Rodríguez Zapatero (Espanha), Gordon Brown (Reino Unido), Silvio Berlusconi (Itália), George Papandreou (Grécia), Brian Cowen (Irlanda), Iveta Radicova (Eslováquia)…. — paira sobre o Palácio do Eliseu. Nicolas Sarkozy, que vai enfrentar o teste das urnas nas eleições presidenciais de 22 de abril e 6 de maio (primeiro e segundo turno), está por um fio. Diante do mau presságio — com os socialistas em alta e todas as sondagens prevendo sua derrota — o presidente antecipará o anúncio de sua candidatura, devendo se lançar na campanha já no meio desta semana. E a direção que ele vai tomar é clara: guinada à direita, com defesa dos “valores” da França, segundo seus assessores. — Esta é uma eleição e um contexto político muito difíceis para Sarkozy, ele não é o único. A crise financeira já fez várias vítimas entre os dirigentes. Todos os governos que estão em situação difícil têm que tomar medidas impopulares. Neste contexto, ser reeleito é muito difícil — constata Bruno Caudrès, do Centro de Estudos da Vida Política Francesa (Cevipof). Alto escalão já espera transferência de poderNum momento particularmente crítico, com a França em declínio aos olhos dos investidores, e no meio de uma Europa em turbulência, o presidente é, cada vez mais, um homem impopular. E um homem sozinho. Blogs do país contam que alguns cargos do alto escalão do governo já se preparam discretamente para uma transferência de poder. E contam também que o presidente teria se emocionado ao assistir a “A Dama de Ferro”, o filme de uma das personagens mais impopulares da história da Europa, a ex-premier britânica Margaret Tchatcher, interpretada por Meryl Streep. Paris começa a tomar ares de final de reinado. E, como descreveu a revista “Le Nouvel Observateur”, é hora de confidências. Durante uma visita à Guiana, Sarkozy admitiu pela primeira vez que pode sair derrotado. — Eu mudaria de vida…Vocês não ouviriam mais falar de mim… Pela primeira vez na minha vida, eu me vejo confrontado com o fim de minha carreira — teria dito o presidente, diante de jornalistas. Em dezembro Sarkozy recebeu no Palácio do Eliseu a visita do ex-chanceler alemão Gerhard Schröder. O alemão fez as reformas impopulares que ajudaram a transformar a Alemanha na potência incontestável do continente. Mas Schröder caiu. Na conversa com o alemão, Sarkozy teria confidenciado, segundo o “Le Nouvel Observateur”: — No papel, eu perdi estas eleições, mas atravessamos uma crise excepcional. (O povo francês) pode ter o reflexo de ir na direção daquele que tranquiliza mais. Com Hollande (François Hollande, seu grade rival, do Partido Socialista), que nunca exerceu o poder, isso me dá uma pequena chance — disse. Não mais. Hollande disparou nas sondagens. Sarkozy, que sempre exibiu a confiança de um imbatível, mudou. O homem político que em 2007 venceu as eleições prometendo mudar a França — “trabalhar mais, para ganhar mais” foi o seu mote de campanha — promete lutar até o final. Recentemente, antes de admitir a perda do poder, ele ainda se mostrava confiante: — Vocês sabem, ainda temos cinco anos para passarmos juntos! — disse a jornalistas. Uma confiança agora abalada pelas sondagens. Se Sarkozy e Hollande disputassem o segundo turno das eleições, segundo mil franceses entrevistados pelo TNS-Sofres, o presidente perderia por 58% contra 42% dos votos. Bruno Caudrès, que em outubro afirmava que era cedo para descartar Sarkozy da vida política, agora diz que as chances de os socialistas voltarem à Presidência nunca foram tão grandes. E o contexto, diz ele, não poderia ser mais favorável: crise, sem que ninguém ache uma solução, uma extrema-esquerda fraca e um presidente-rival altamente impopular: — Esta é, das últimas eleições, aquela em que o candidato socialista tem mais chances. Caudrès não exclui ainda um cenário pior para o presidente: um Sarkozy derrotado já no primeiro turno por Marine Le Pen, a nova cara da extrema-direita. —— Não podemos hoje eliminar um confronto entre Hollande e Marine no segundo turno. Marine Le Pen ainda não conseguiu coletar as 500 mil assinaturas necessárias para se apresentar. Com a eleição indo na direção de uma polarização clássica na política francesa — direita contra esquerda ou vice-versa — Sarkozy já começa a dar o tom. Em entrevista que seria publicada ontem no jornal conservador “Le Figaro”, o presidente defende “valores”, ataca a imigração, e diz até ser contra casamento entre homossexuais. Sarkozy quer desviar a campanha do tema espinhoso da crise econômica. Deputados temem se associar à imagem de um perdedorDiante de um quadro sombrio, de 4,5 milhões de desempregados, ele vai bater na mesma tecla que marcou sua campanha em 2007: “trabalho, responsabilidade e autoridade”. E, no plano internacional, vai defender a convergência com a bem-sucedida Alemanha, mas sem ceder a soberania francesa dentro do bloco europeu. Num encontro com deputados da maioria do UMP em meados de janeiro, disse : — Vocês não se dão conta… Eu sou o único a ter resistido à crise. A crise varreu todos, Zapatero, Brown… Eu, eu ainda estou de pé, e tenho 25% nas sondagens. Mas Sarkozy, que está escrevendo um livro que ele mesmo descreveu como “super íntimo”, começa a parecer também um homem solitário dentro de seu próprio partido. Como pouco depois das eleições presidenciais de abril e maio acontecem as eleições legislativas na França, entre 10 e 17 de junho, os deputados estão com medo de se associar a um Sarkozy perdedor. — No interior do partido, há alguns que começam a ter medo de perder sua cadeira de deputado, e temem uma onda socialista nas eleições legislativas — explica Caudrès.
oglobo.globo.com | 11-02-2012
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BUENOS AIRES — O chanceler argentino, Hector Timerman, entregou nesta sexta-feira ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, uma denúncia contra a militarização britânica que o país alega estar acontecendo nas Ilhas Malvinas (Falklands, para o ingleses). Timerman deixou Buenos Aires para ir pessoalmente a Nova York apresentar a queixa argentina. O secretário-geral disse estar disposto a intervir na disputa contanto que as duas partes envolvidas desejem sua participação. Ban pediu que a Argentina e o Reino Unido evitem a escalada da disputa pelo arquipélago e manifestou preocupação pelo “crescente e forte intercâmbio” de acusações entre os dois países sobre o assunto. Ele pediu para que as diferenças sejam resolvidas de maneira pacífica, através do diálogo. Uma cópia da carta será entregue também ao presidente do Conselho de Segurança, o embaixador do Togo, Kodjo Menan. O documento versa sobre “a violação do Reino Unido sobre 40 resoluções da ONU que convocam ao diálogo” entre os dois países, informou Timerman. Ele vai se encontrar também com os representantes da Colômbia e da Guatemala, países que possuem representação no Conselho de Segurança. O conselho é o único organismo da ONU com capacidade resolutiva sobre agressões entre países. Mas, enquanto o Reino Unido detém o poder de veto, a Argentina não tem sequer um embaixador na ONU no momento — Jorge Argüello, que ocupava o posto, assumiu a embaixada em Washington e ainda não foi substituído. Timerman se reúne ainda com o presidente da Assembleia-Geral da ONU, Nassir Abdulaziz al-Nasser e com o presidente do Comitê de Descolonização, o embaixador de Cuba Pedro Nuñez Mosquera. Essas reuniões serão um prelúdio da apresentação formal no Comitê de Descolonização, prevista para 14 de junho. Nessa ocasião, acredita-se que Cristina Kirchner irá representar a Argentina com membros da bancada governista e da oposição. Após o anúncio argentino sobre a denúncia contra a militarização das Ilhas Malvinas, o Reino Unido afirmou que continua com sua “postura defensiva” e que só negociará a soberania do território se os seus três mil habitantes assim o quiserem. José Miguel Insulza apoia demanda de Cristina O secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), José Miguel Insulza, respaldou a postura e a estratégia de Cristina Kirchner sobre a questão da disputa das Ilhas Malvinas. “(Cristina Kirchner) recorreu ao único instrumento válido para quem acredita na paz e na democracia: o diálogo pacífico; e, nessa perspectiva, ela conta com o respaldo de toda nossa região”, afirmou Insulza, em comunicado divulgado pela organização. “Ninguém deve esperar de sua nação uma resposta que esteja fora da política e da diplomacia.” A Assembleia Geral da OEA divulgou um outro comunicado, reiterando a vigência da resolução adotada em consenso por Argentina e Reino Unido em 1988. O acordo fala do compromisso de encontrar uma solução pacífica para conflitos de soberania. Presidente argentina fala em ‘armamento nuclear’ britânico Na noite de quinta-feira, a Cristina Kirchner voltou a condenar a militarização do Atlântico Sul e acrescentou que o país vai denunciar o Reino Unido também por introdução de “armamento nuclear na região” das Ilhas Malvinas (Falklands para os britânicos). Durante uma cerimônia na Casa Rosada para anunciar obras de seu governo, Cristina destacou a viagem do chanceler Héctor Timerman à Nova York para apresentar o caso ao Conselho de Segurança da ONU. — Nosso chanceler parte para Nova York para fazer a apresentação (da denúncia) às Nações Unidas. Precisamente, da militarização e do que é a introdução também de armamento nuclear nessa zona — afirmou a presidente durante o evento. O governo deu duas versões sobre as palavras usadas pela governante. No site da Casa Rosada, foi escrito “material nuclear”, mas a assessoria presidencial usou a frase textual de Cristina, “armamento nuclear”. Até então, o governo argentino não tinha feito referências a “armamento nuclear” em suas denúncias contra o Reino Unido. A citação de Cristina poderia estar relacionada com a possível chegada às Malvinas de um submarino nuclear HMS Tireless ou um HMS Turbulent, de acordo com uma reportagem do jornal “Daily Mail”. Como esses rumores não foram negados pelo governo britânico, o ministro da Defesa da Argentina, Arturo Puricelli, qualificou a atitude dos europeus (que até agora só divulgaram o envio de um moderno destróier à região) como uma “ostentação desnecessária de poder de fogo”.
oglobo.globo.com | 10-02-2012
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BUENOS AIRES — O jornal semanal “Penguin News”, das Ilhas Malvinas (Falklands, para os britânicos), aumentou a revolta dos argentinos nesta quarta-feira, após publicar uma foto da presidente argentina, Cristina Kirchner, cujo nome de arquivo era bitch (em português, uma ofensa semelhante a “vaca”). A foto ilustrava uma reportagem sobre o anúncio do dia anterior de que Cristina irá à ONU denunciar a militarização do arquipélago. A foto causou alvoroço nos argentinos, que inundaram as redes sociais com críticas, reclamações e ataques ao jornal de língua inglesa e ao Reino Unido. Rapidamente, a foto foi trocada e agora os arquivos com a imagem de Cristina estão nomeados como “Kirchner”. O site, porém, não exibe nenhuma nota de esclarecimento ou pedido de desculpas sobre o caso. Mas um printscreen corre a internet e é divulgado pelos argentinos. Em seu perfil no Twitter, Lisa Watson, editora do semanário, disse a um internauta que ela trocou o arquivo pessoalmente. A uma outra pessoa que lhe avisava do ocorrido, ela respondeu: “Obrigada por me avisar. :-) Não era minha intenção causar raiva — mas a equipe do PN tem um senso de humor malicioso.” O episódio acontece em um momento de crescente tensão entre o Reino Unido e a Argentina, que três décadas atrás foram à guerra pela soberania do território. Após a chegada do príncipe William para um treinamento militar de seis semanas como piloto da Força Aérea Real nas ilhas e o anúncio do envio de um moderno navio de guerra britânico para o Atlântico Sul, Cristina Kirchner afirmou que vai levar o caso ao comitê de descolonização das Nações Unidas. A proximidade do aniversário de 30 anos de guerra pelo arquipélago, em abril, também reacende a disputa.
oglobo.globo.com | 09-02-2012
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A mulher do presidente da Síria, Asma al-Assad, que nasceu no Reino Unido, pronunciou-se a favor do marido pela primeira vez desde o início da revolta contra o regime sírio há 11 meses, em declarações ao jornal inglês "The Times".
www.rtp.pt | 07-02-2012
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LONDRES — Durante seus 60 anos de reinado, Elizabeth II percorreu o mundo e encontrou diversas personalidades, sempre sob os olhos da mídia. Descubra agora algumas curiosidades sobre os bastidores da rainha britânica.
Veja também — Em uma visita oficial ao Brasil em 1968, a rainha ganhou dois bichos-preguiça. Os presentes teriam sido levados para zoológicos, enquanto um cavalo dado pela rainha Beatrix da Holanda foi para o estábulo real do Palácio de Buckingham — A rainha custa 36,2 milhões de libras por ano aos cofres públicos, incluindo 359 mil libras pagas diretamente pelo governo ao príncipe Philip — Desde 1952 a rainha aprovou mais de 3.500 leis do Parlamento — Toda manhã, sua mesa de café da manhã é preenchida com cereais e mingau de aveia em potes de plástico, iogurte e dois tipos de geleia (light e escura) — Um soldado da infantaria que derramou whisky na água de seus cães da raça Corgi por brincadeira teve seu salário reduzido e foi rebaixado — Quando cruzou um Corgi com um Dachshund para criar o Dorgi, a rainha, talvez inconscientemente, começou com a moda de criar novas raças caninas — A rainha é patrono de mais de 600 organizações e instituições de caridade — Ela é a primeira monarca a ver três filhos se divorciando — A monarquia britânica é a mais cara da Europa, apesar da Holanda não estar muito atrás. A família real da Espanha conta com uma relativa escassa pensão de sete milhões de libras por ano — A rainha tem uma riqueza avaliada em cerca de 300 milhões de libra, o que a torna a 257ª pessoa mais rica do Reino Unido — Todos os 5.300 casais de cisne-branco do Reino Unido pertencem oficialmente à rainha — A expressão “Peixes reais” engloba todos os esturjões, baleias, marsuínos e golfinhos que estão nas águas que circundam o Reino Unido. Assim como os cisnes, eles também pertencem oficialmente à rainha — A rainha enviou seu primeiro e-mail em 1976, de uma base do Exército — O vídeo mais assistido no seu canal do YouTube é um clipe do príncipe William e sua esposa Kate Middleton deixando o Palácio de Buckingham em um Aston Martin — Durante uma foto oficial ao fim do encontro G20, em 2009, a monarca ficou irritada com o então premier italiano Silvio Berlusconi gritando “Sr. Obama!” ao presidente americano. Ela perguntou: “O que é isso? Por que ele tem que gritar?” — A rainha foi educada por sua governanta Marion Crawford, a quem deu o apelido de “Crawfie”. — Os serviços da senhora Crawford não foram suficientes para que ele trabalhasse para sempre com a realeza. Em 1950, ela publicou um livro chamado “As pequenas princesas”, com detalhes do tempo que passou com Elizabeth e Margaret. A nobreza não gostou da obra — Existiram seis arcebispos de Canterbury durante seu reinado (Geoffrey Fisher, Michael Ramsey, Donald Coggan, Robert Runcie, George Carey e Rowan Williams). Também houve seis papas (Pio XII, João XXIII, Paulo VI, João Paulo I, João Paulo II e Bento XVI) — Se o motorista real tirar uma folga, a rainha é capaz de dirigir ela mesma, já que aprendeu a dirigir em 1945. — O Trem Real vem com chefs, almofadas e uma viagem sem chacoalhos durante o banho matinal da rainha às 7h30 — De acordo com o ex-jogador do Arsenal Cesc Fabregas, a rainha torce pelo time. O primeiro jogo de futebol a que ela assistiu foi a final do campeonato inglês de 1953 — O talento vocal da rainha ainda não foi testado, mas a gravação de um concerto em homenagem a seu Jubileu de Ouro chamado “Festa no Palácio” vendeu 100 mil cópias em uma semana, fazendo de Elizabeth II a primeira integrante da família real a receber um disco de ouro — De acordo com Margaret Rhodes, prima da rainha, a monarca bebe gim e Dubonnet antes do almoço, com um pedaço de limão e muito gelo. No almoço, ela toma vinho, e no jantar, um dry Martini e uma taça de champanhe. — A rainha Elizabeth II é a 40ª monarca desde que William, o conquistador obteve a coroa da Inglaterra — A rainha, chefe oficial da Igreja da Inglaterra, entrou em uma mesquita pela primeira vez em julho de 2002, em Scunthorpe, Lincolnshire — Ela nasceu em 21 de abril de 1926, mas seu aniversário é oficialmente celebrado em junho — Elizabeth II respondeu a cerca de 3,5 milhões de correspondências e mais de 175 mil telegramas — Ela posou para 129 retratos durante seu reinado, pintados em vários estilos — O primeiro retrato foi pintado em 1933, quando ela tinha sete anos, e o mais recente é o de Rolf Harris, feito em 2005 — Desde 1952, a rainha conferiu mais de 404.500 prêmios e honras — A rainha e duque de Edinburgo já enviaram aproximadamente 45 mil cartões de Natal — A rainha se tornou a primeira monarca a abrir as portas do Palácio de Buckingham ao público em 1993. Ela precisava de dinheiro para reformar o Castelo de Windsor após um incêndio — A rainha já viu 12 diferentes primeiros-ministros durante seu reinado - de Winston Churchill até o atual David Cameron — A rainha e o duque estão casados há 64 anos — As visitas oficiais variam da Ilha do Coco, com uma população de 596 pessoas, até a China, que tem 1,34 bilhão de habitantes
oglobo.globo.com | 06-02-2012
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LONDRES — Durante seus 60 anos de reinado, Elizabeth II percorreu o mundo e encontrou diversas personalidades, sempre sob os olhos da mídia. Descubra agora algumas curiosidades sobre os bastidores da rainha britânica. Veja também
— Em uma visita oficial ao Brasil em 1968, a rainha ganhou dois bichos-preguiça. Os presentes teriam sido levados para zoológicos, enquanto um cavalo dado pela rainha Beatrix da Holanda foi para o estábulo real do Palácio de Buckingham — A rainha custa US$ 57 milhões por ano aos cofres públicos, incluindo 359 mil libras pagas diretamente pelo governo ao príncipe Philip — Desde 1952 a rainha aprovou mais de 3.500 leis do Parlamento — Toda manhã, sua mesa de café da manhã é preenchida com cereais e mingau de aveia em potes de plástico, iogurte e dois tipos de geleia (light e escura) — Um soldado da infantaria que derramou whisky na água de seus cães da raça Corgi por brincadeira teve seu salário reduzido e foi rebaixado — Quando cruzou um Corgi com um Dachshund para criar o Dorgi, a rainha, talvez inconscientemente, iniciou a moda de criar novas raças caninas — A rainha é patrona de mais de 600 organizações e instituições de caridade — Ela é a primeira monarca a ver três filhos se divorciando — A monarquia britânica é a mais cara da Europa, apesar de a Holanda não estar muito atrás. A família real da Espanha conta com uma relativa escassa pensão de US$ 11 milhões por ano — A rainha tem uma riqueza avaliada em US$ 473 milhões, o que a torna a 257ª pessoa mais rica do Reino Unido — Todos os 5.300 casais de cisnes brancos do Reino Unido pertencem oficialmente à rainha — A expressão “peixes reais” engloba todos os esturjões, baleias, marsuínos e golfinhos que estão nas águas que circundam o Reino Unido. Assim como os cisnes, eles também pertencem oficialmente à rainha — A rainha enviou seu primeiro e-mail em 1976, de uma base do Exército — O vídeo mais assistido no seu canal do YouTube é um clipe do príncipe William e sua esposa Kate Middleton deixando o Palácio de Buckingham em um Aston Martin — Durante uma foto oficial ao fim do encontro G20, em 2009, a monarca ficou irritada com o então premier italiano Silvio Berlusconi gritando “Sr. Obama!” ao presidente americano. Ela perguntou: “O que é isso? Por que ele tem que gritar?” — A rainha foi educada por sua governanta Marion Crawford, a quem deu o apelido de “Crawfie” — Os serviços da senhora Crawford não foram suficientes para que ela trabalhasse para sempre com a realeza. Em 1950, ela publicou um livro chamado “As pequenas princesas”, com detalhes do tempo que passou com Elizabeth e Margaret. A nobreza não gostou da obra — Houve seis arcebispos de Canterbury durante seu reinado (Geoffrey Fisher, Michael Ramsey, Donald Coggan, Robert Runcie, George Carey e Rowan Williams). Também houve seis papas (Pio XII, João XXIII, Paulo VI, João Paulo I, João Paulo II e Bento XVI) — Se o motorista real tirar uma folga, a rainha é capaz de dirigir ela mesma, já que aprendeu em 1945 — O Trem Real vem com chefs, almofadas e uma viagem sem chacoalhos durante o banho matinal da rainha às 7h30m — De acordo com o ex-jogador do Arsenal Cesc Fabregas, a rainha torce pelo time. O primeiro jogo de futebol ao qual ela assistiu foi à final do campeonato inglês de 1953 — O talento vocal da rainha ainda não foi testado, mas a gravação de um concerto em homenagem a seu Jubileu de Ouro chamado “Festa no Palácio” vendeu 100 mil cópias em uma semana, fazendo de Elizabeth II a primeira integrante da família real a receber um disco de ouro — De acordo com Margaret Rhodes, prima da rainha, a monarca bebe gim e Dubonnet antes do almoço, com um pedaço de limão e muito gelo. No almoço, ela toma vinho, e no jantar, um dry Martini e uma taça de champanhe — A rainha Elizabeth II é a 40ª monarca desde que William, o conquistador obteve a coroa da Inglaterra — A rainha, chefe oficial da Igreja da Inglaterra, entrou em uma mesquita pela primeira vez em julho de 2002, em Scunthorpe, Lincolnshire — Ela nasceu em 21 de abril de 1926, mas seu aniversário é oficialmente celebrado em junho — Elizabeth II respondeu a cerca de 3,5 milhões de correspondências e mais de 175 mil telegramas — Ela posou para 129 retratos durante seu reinado, pintados em vários estilos — O primeiro retrato foi pintado em 1933, quando ela tinha sete anos, e o mais recente é o de Rolf Harris, feito em 2005 — Desde 1952, a rainha conferiu mais de 404.500 prêmios e honras — A rainha se tornou a primeira monarca a abrir as portas do Palácio de Buckingham ao público em 1993. Ela precisava de dinheiro para reformar o Castelo de Windsor após um incêndio — A rainha já viu 12 diferentes primeiros-ministros durante seu reinado — de Winston Churchill até o atual David Cameron — A rainha e o duque estão casados há 64 anos — As visitas oficiais variam da Ilha do Coco, com uma população de 596 pessoas, até a China, que tem 1,34 bilhão de habitantes
oglobo.globo.com | 06-02-2012
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O Reino Unido celebra nesta terça-feira o bicentenário do nascimento de Charles Dickens, um dos grandes clássicos aclamados da literatura universal, que teve seus romances adaptados profusamente para o cinema e o teatro. Estão programados vários eventos para marcar o aniversário, entre eles uma festa popular na cidade litorânea de Portsmouth (sul da Inglaterra) onde nasceu, no dia 7 de fevereiro de 1812. O príncipe Charles, herdeiro da Coroa britânica, e o conhecido ator Ralph Fiennes vão participar de uma cerimônia no túmulo de Dickens, na abadia londrina de Westminster. Os livros de Charles Dickens gozam ainda hoje de grande popularidade e a última de uma longa lista de adaptações, Great Expectations (Grandes Esperanças), protagonizada por Fiennes e Helena Bonham Carter, deve estrear ainda este ano no cinema. Claire Tomalin, uma das biógrafas do escritor, acha que na atualidade ninguém pode ser comparado a Dickens. "Possuía uma energia extraordinária, sendo um trabalhador incansável. Seus três primeiros romances - Os Cadernos Póstumos do Clube Pickwick, Oliver Twist e Nicholas Nickleby- foram publicadas inicialmente como folhetos que saíam uma vez por mês", explicou Claire Tomalin. Os romances de Dickens foram influenciados por suas primeiras experiências, desde a infância feliz no sudeste da Inglaterra, antes da prisão de seu pai, por não pagamento de dívidas, até a pobreza posterior. Aos 12 anos, foi obrigado a trabalhar numa fábrica, onde passava o dia colando etiquetas nos potes de graxa, o que inspirou outro de seus mais famosos livros, "David Copperfield", publicado em 1850. Mais tarde, apesar de ter ido à escola de forma intermitente, Dickens foi contratado como mensageiro, num escritório de advogados. Tinha 15 anos. "O mais extraordinária sobre sua vida é que nove anos depois tornou-se famoso como o autor de Os Cadernos Póstumos do Clube Pickwick", disse Tomalin. "Conseguiu fazê-lo aprendendo taquigrafia, relatando sessões judiciais ou parlamentares e escrevendo para um jornal", disse. "Era um escritor genial. Depois de Shakespeare, foi o melhor inventor de personagens", acrescentou. Dickens tinha também uma vida menos pública na qual ajudou a financiar uma casa para ajudar as "mulheres perdidas", oferecendo às prostitutas a possibilidade de começar uma nova vida. Esta vocação vitoriana ocupou muitos anos de sua vida, mas ainda encontrou tempo para ter 10 filhos e manter uma prodigiosa produção de livros e artigos, sem esquecer as inúmeras conferências que presidia. Ao contrário de muitos grandes escritores e artistas, Dickens foi uma estrela em sua época e, segundo a biógrafa, dava aos leitores exatamente o que queriam. "Mostrava que as pessoas comuns eram tão interessantes quanto as ricas, famosas e fabulosas", explicou. "E conseguiu. Era muito divertido, fazia as pessoas rirem", concluiu. "Conseguia, também, fazer com que chorassem, lendo seus escritos emocionantes". Da AFP PAris .. Leia Mais... Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias Copyright © 2012, Pernambuco.com - Diários Associados, Recife-PE, Brasil
www.pernambuco.com | 06-02-2012
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O Reino Unido celebra nesta terça-feira o bicentenário do nascimento de Charles Dickens, um dos grandes clássicos aclamados da literatura universal, que teve seus romances adaptados profusamente para o cinema e o teatro. Estão programados vários eventos para marcar o aniversário, entre eles uma festa popular na cidade litorânea de Portsmouth (sul da Inglaterra) onde nasceu, no dia 7 de fevereiro de 1812. O príncipe Charles, herdeiro da Coroa britânica, e o conhecido ator Ralph Fiennes vão participar de uma cerimônia no túmulo de Dickens, na abadia londrina de Westminster. Os livros de Charles Dickens gozam ainda hoje de grande popularidade e a última de uma longa lista de adaptações, Great Expectations (Grandes Esperanças), protagonizada por Fiennes e Helena Bonham Carter, deve estrear ainda este ano no cinema. Claire Tomalin, uma das biógrafas do escritor, acha que na atualidade ninguém pode ser comparado a Dickens. "Possuía uma energia extraordinária, sendo um trabalhador incansável. Seus três primeiros romances - Os Cadernos Póstumos do Clube Pickwick, Oliver Twist e Nicholas Nickleby- foram publicadas inicialmente como folhetos que saíam uma vez por mês", explicou Claire Tomalin. Os romances de Dickens foram influenciados por suas primeiras experiências, desde a infância feliz no sudeste da Inglaterra, antes da prisão de seu pai, por não pagamento de dívidas, até a pobreza posterior. Aos 12 anos, foi obrigado a trabalhar numa fábrica, onde passava o dia colando etiquetas nos potes de graxa, o que inspirou outro de seus mais famosos livros, "David Copperfield", publicado em 1850. Mais tarde, apesar de ter ido à escola de forma intermitente, Dickens foi contratado como mensageiro, num escritório de advogados. Tinha 15 anos. "O mais extraordinária sobre sua vida é que nove anos depois tornou-se famoso como o autor de Os Cadernos Póstumos do Clube Pickwick", disse Tomalin. "Conseguiu fazê-lo aprendendo taquigrafia, relatando sessões judiciais ou parlamentares e escrevendo para um jornal", disse. "Era um escritor genial. Depois de Shakespeare, foi o melhor inventor de personagens", acrescentou. Dickens tinha também uma vida menos pública na qual ajudou a financiar uma casa para ajudar as "mulheres perdidas", oferecendo às prostitutas a possibilidade de começar uma nova vida. Esta vocação vitoriana ocupou muitos anos de sua vida, mas ainda encontrou tempo para ter 10 filhos e manter uma prodigiosa produção de livros e artigos, sem esquecer as inúmeras conferências que presidia. Ao contrário de muitos grandes escritores e artistas, Dickens foi uma estrela em sua época e, segundo a biógrafa, dava aos leitores exatamente o que queriam. "Mostrava que as pessoas comuns eram tão interessantes quanto as ricas, famosas e fabulosas", explicou. "E conseguiu. Era muito divertido, fazia as pessoas rirem", concluiu. "Conseguia, também, fazer com que chorassem, lendo seus escritos emocionantes". Da AFP PAris .. Leia Mais... Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias Copyright © 2012, Pernambuco.com - Grupo Associados, Recife-PE, Brasil
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RIO - Surdo às reclamações argentinas, o Reino Unido divulgou no sábado as primeiras imagens do príncipe William, segundo na linha de sucessão ao trono, durante seu treinamento como piloto da Força Aérea Real nas ilhas Malvinas, arquipélago britânico no Atlântico Sul reivindicado por Buenos Aires. Uma foto mostra o príncipe na cabine do helicóptero no qual fará voos de reconhecimento e de resgate. Em outra, William aparece examinando mapas. O príncipe passará seis semanas numa base militar britânica nas ilhas, no que o Reino Unido definiu como treinamento de rotina, mas a Argentina viu como provocação às vésperas do aniversário da guerra de 1982 entre os dois países pela soberania das Malvinas — ou Falklands, para os britânicos. O governo Cristina Kirchner acusou Londres de “colonialismo do século XVII” e de querer desviar o foco de problemas internos com a vinda de William e o envio de um moderno navio de guerra para exercícios. Embora tenha minimizado a polêmica em público, o governo britânico enviou nos últimos dias uma carta ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, em que se posiciona de maneira dura sobre o tema, excluindo a possibilidade de abrir o diálogo com a Argentina pela soberania das ilhas. “Não pode haver e não haverá nenhuma negociação sobre a soberania das Ilhas Falkland até o dia em que os próprios habitantes assim o desejem. O Reino Unido e a Argentina não podem negociar o direito de autodeterminação das Falklands”, diz um trecho da carta, tornada pública pelo jornal britânico “The Independent”. O texto diz que a soberania britânica sobre as Malvinas remete a 1765, e que o arquipélago nunca pertenceu à província argentina da Terra do Fogo, como alega Buenos Aires. A primeira tentativa argentina de se apossar da ilha, repelida em 1833, teria acontecido meio século antes de a Terra do Fogo integrar o país. “Em 1833, as fronteiras territoriais da Argentina não incluíam a metade meridional de sua forma atual. Esses fatos mostram que a reivindicação da Argentina sobre as ilhas — baseada no princípio da quebra da integridade de seu território — não tem nenhum fundamento”, conclui a carta.
oglobo.globo.com | 05-02-2012
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O número de mortos causados pelos disparos de morteiro no bairro de Al-Khalidiya, em Homs, no centro da Síria, subiu para 105, e há várias centenas de feridos, afirmou na noite desta sexta-feira para sábado o opositor Observatório Sírio de Direitos Humanso (OSDH, com sede no Reino Unido).
Anteriormente, o OSDH tinha apontado 47 mortos.
"É um verdadeiro massacre", disse o diretor da OSDH, Rami Abderrahman, que pediu "a intervenção imediata" da Liga Árabe.
Além disso, sempre segundo o OSDH, dois civis morreram na noite de sexta-feira em Rastan, na periferia de Damasco, e oito desertores morreram em diversos pontos da Síria.
As imagens dos canais de televisão árabes Al-Arabiya e Al-Jazira mostravam dezenas de corpos.
Nesta sexta-feira, milhares de sírios protestaram em todo o país, particularmente em Damasco, lembrando o 30º aniversário do massacre de Hama (centro), onde forças do regime de Bashar al Assad dispararam para dispersar manifestantes. .. Leia Mais... Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias Copyright © 2012, Pernambuco.com - Grupo Associados, Recife-PE, Brasil
www.pernambuco.com | 04-02-2012
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TEERÃ — O aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã, disse nesta sexta-feira que o país pode fazer retaliações às sanções internacionais a seu petróleo e à qualquer ameaça de ataque a seu território. Ele fez tais declarações durante um discurso pelo aniversário da Revolução Islâmica de 1979. É a primeira vez que o país responde diretamente, em tom ameaçador, às sanções ocidentais que aumentaram nas últimas semanas. - Ameaçar o Irã e atacar o Irã será prejudicial à América (Estados Unidos)... Sanções não terão nenhum impacto em nossa determinação em continuar nosso caminho nuclear... Em resposta a ameaças de embargo ao petróleo e guerra, nós temos nossas próprias ameças para impor no momento certo. Eu não tenho medo de dizer que nós vamos apoiar e ajudar qualquer nação ou grupo que queira confrontar e lutar contra o regime sionista - disse em um pronunciamento televisionado, fazendo referência a Israel. O líder afirmou que seu país já prestou assistência ao grupo libanês Hezbollah e ao palestino Hamas em suas lutas contra Israel e que vai fazer o mesmo com outros que tenham o país como alvo. Ele ainda chamou Israel de “câncer” que “será extirpado”. Khamenei também afirmou que qualquer ataque militar americano contra seu país será revidado e que as sanções só vão aumentar a resistência do Irã. - Os americanos dizem que todas as opções estão na mesa, até a opção de uma ação militar... Qualquer ataque militar é dez vezes mais doloroso para os Estados Unidos. Tais ameaças mostram que eles não têm um discurso suficiente contra a lógica e o discurso do Irã. Tais ameaças mostram que os Estados Unidos não têm outro caminho a não ser usar a força e derramar sangue para atingir seus objetivos, o que prejudica ainda mais os governantes da América e sua credibilidade nacional e internacional. Para o aiatolá, o motivo das sanções é punir “a República Islâmica por causa do Islã”. - Essas sanções vão nos beneficiar. Vão nos tornar mais autossuficientes... Nós não teríamos progresso militar se sanções não fossem impostas no setor militar iraniano... - alertou em tom provocativo. - As sanções são benéficas também porque nos deixam mais determinados para não mudar nosso curso nuclear... O Irã não vai mudar seu curso nuclear por causa de sanções. EUA e Reino Unido temem que Israel ataque Irã A mídia americana noticiou que o secretário de Defesa dos Estados Unidos, Leon Panetta, teme a possibilidade crescente de Israel atacar o Irã a partir de abril para impedir o avanço da fabricação de uma bomba nuclear. Na quinta-feira, o colunista David Ignatius, do “Washington Post”, revelou que Panetta está preocupado sobre uma cada vez maior probabilidade de Israel lançar ataques nos próximos meses. A CNN confirmou a informação, citando um integrante do alto escalão do governo Obama, que pediu anonimato. “Panetta acredita que existe uma crescente probabilidade de Israel atacar o Irã em abril, maio ou junho - antes do Irã entrar no que israelenses descreveram como uma “zona de imunidade” para iniciar a construção de uma bomba nuclear. Muito em breve, temem os israelenses, os iranianos terão armazenado urânio enriquecido suficiente em instalações subterrâneas para fabricar uma arma - e apenas os Estados Unidos podem impedi-los militarmente”, escreveu Ignatius. Tanto o Leon Panetta quanto o Pentágono se recusaram a comentar as informações. Na quinta-feira, o vice primeiro-ministro britânico, Nick Clegg, também afirmou a “House Magazine” estar preocupado sobre “certos” países (em referência a Israel) conduzirem a questão iraniana com suas próprias mãos, mas se recusou a responder se o Reino Unido pode participar de um confronto militar com o país. Ministro da Defesa de Israel diz que poderá ser necessário agir Israel, que acredita-se ter o único arsenal militar do Oriente Médio, vê o projeto de enriquecimento de urânio do Irã como uma grande ameaça. O Ministro da Defesa de Israel Ehud Barak afirmou que “se as sanções não atingirem o objetivo esperado de parar o programa nuclear militar (iraniano), será necessário considerar agir”. - Hoje, ao contrário de antes, existe um entendimento global de que o Irã deve ser impedido de se tornar (uma potência) nuclear e nenhuma opção deve ser tirada da mesa... Hoje, ao contrário de antes, existe um entendimento global de que no caso das sanções não atingirem o resultado pretendido de parar o programa nuclear militar, será necessário considerar ações. O vice-premier Moshe Yaalon declarou que as instalações nucleares do Irã são vulneráveis a ataque, contradizendo o que especialistas estrangeiros e autoridades de defesa israelenses afirmam, já que o programa é feito em construções subterrâneas. O chefe da Inteligência Militar de Israel, o major-general Aviv Kochavi, estimou na quinta-feira que o Irã pode fabricar quatro bombas atômicas com o urânio já estocado. Ele também acredita que o país pode levar apenas um ano para concluir uma bomba. - O Irã acumulou mais de quatro toneladas de urânio enriquecido a 3,5% e quase 100 kg enriquecidos a 20%. Essa quantidade de material já é suficiente para quatro bombas atômicas. O “Washington Post” afirmou que o adiamento de um exercício militar conjunto entre americanos e israelenses pode ter assinalado a perspectiva de um ataque israelense para breve. O “People’s Daily”, jornal do Partido Comunista chinês, reforçou nesta sexta-feira que Pequim se opõe as sanções contra o Irã, alertando que a tensão sobre seu programa nuclear afeta o mercado de energia e pode atrapalhar a recuperação da economia global.
oglobo.globo.com | 03-02-2012
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Diplomatas britânicos acreditam que a Argentina está tentando organizar um bloqueio econômico às ilhas Malvinas e impedir o trajeto do único voo comercial entre o arquipélago e o continente americano, atualmente feito pela companhia aérea chilena LAN, informa nesta quarta feira o jornal The Guardian. Em seu site, o periódico britânico indica que o temor é que se cancele o voo semanal da companhia chilena entre a cidade de Punta Arenas (Chile) com Port Stanley (Malvinas) por pressões do governo ...
noticias.terra.com.br | 02-02-2012
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Il Sole-24 Ore, Jornal de Notícias, Hospodářské noviny, Die Presse, El País, The Times (Today's front pages)
www.presseurop.eu | 01-02-2012
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Médicos britânicos conseguiram salvar um bebê que nasceu sem sangue na cidade de Maidstone, no Reino Unido. Oliver Morgan permaneceu por 25 minutos sem os batimentos cardíacos, mas sobreviveu após uma transfusão de sangue diretamente no cordão umbilical. A mãe do bebê, que hoje está com 1 ano e 3 meses, resolveu contar a história do filho depois de "passado o trauma". As informações são do jornal The Sun.
noticias.terra.com.br | 27-01-2012
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Embora qualifiquem de « atentado á liberdade de expressão » a revogação da licença de um canal de televisão por ter abertamente apelado e participado á organização de um golpe de Estado, os países europeus, no entanto, não hesitam em bloquear, por razões falaciosas, canais via satélite que criticam a sua política. Lembramo-nos da decisão em 2004 do Conselho de Estado francês de ter interdito o canal do Hezbollah, Al Manar, por perturbar a ordem pública, ou mais recentemente da interdição pela União europeia (...)
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02. Notícias em resumo
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Irão
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Reino Unido
,
Comunicação
www.voltairenet.org | 27-01-2012
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LONDRES – Um dos mais tradicionais símbolos da capital do Reino Unido ameaça pender. Assim como a Torre de Pisa, na Itália, a torre do relógio Big Ben está se inclinando, para a inquietude dos londrinos. Medidas recentes, divulgadas pelo jornal “El País”, afirmam que a inclinação já chega a 0,26 graus, o que significa que a ponta da torre já se moveu 43,5 centímetros a noroeste. A inclinação é mais do que uma preocupação estética, pois no complexo de edifícios do relógio, o chamado Palácio de Westminister, estão as duas câmaras do Parlamento britânico. Já foi criada uma comissão especial para tratar do assunto, mas especialistas alertam que os exames podem se estender por até 20 anos para que se chegue à razão arquitetônica que está entortando a torre. Autoridades reforçaram que a situação está sob controle, mas um perito já chegou a recomendar que a sede política se mude para que uma reforma de um bilhão de libras seja feita. Houve rumores de foi levantada uma proposta de venda do edifício para promotores imobiliários chineses ou russos por 500 milhões de libras, mas nenhuma decisão foi divulgada oficialmente. A torre do relógio tem 96 metros de altura, pesa 13 toneladas e foi inaugurada em 1859. De acordo uma investigação publicada por peritos em 2010, por ano, a construção inclina cerca de 0,9 milímetros. O que para os especialistas é tranquilizador, já que, segundo eles, demoraria cerca 4 mil anos para a que o relógio corresse o risco de cair.
oglobo.globo.com | 25-01-2012
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PARIS - Anne Sinclair, mulher de Dominique Strauss-Kahn, ex-chefe do FMI cujas pretensões políticas foram abaladas por um escândalo de estupro, é a diretora editorial da versão francesa do site Huffington Post, lançada nesta segunda-feira. Anne, que já foi âncora de TV na França, tenta retomar a carreira jornalística de sucesso e reerguer sua imagem após o caso envolvendo o marido. Ela, herdeira de uma fortuna do mercada de artes com posições políticas de esquerda, estava há mais de uma década longe da profissão. O Le Huffington Post é a versão francesa do portal americano que mescla jornalismo, blogs, opinião e agregação de notícias de outros portais criado por Arianna Huffington. Na entrevista de lançamento do site, Anne, de 63 anos, respondeu poucas perguntas sobre o modelo de negócios do site e muitas sobre como a página cobriria os desdobramentos do caso Strauss-Kahn. - Eu não acho que essa será a principal notícia de 2012, mas, se fosse, seria tratada de acordo. Não há conflito de interesses - disse Anne, radiante sob os flashs dos fotógrafos. Em 14 de maio do ano passado, Dominique Strauss-Kahn foi detido em Nova York acusado de tentar estuprar uma camareira de um hotel de luxo em um caso que ganhou repercussão global. Apesar das denúncias e do linchamento moral sofrido pelo marido, Anne permaneceu leal a ele - que, até o incidente, era um dos favoritos à presidência da França nas próximas eleições. As acusações acabaram sendo retiradas em meio a dúvidas sobre a credibilidade da acusadora. Mas o nome de Strauss-Kahn continua aparecendo na mídia por causa de uma investigação sobre redes de prostituição no norte da França. Hoje, sua reputação está em frangalhos, ainda que não seja ilegal, na França, contratar os serviços de prostitutas. Mídia francesa critica escolha de Anne Casada com Strauss-Kahn desde 1991, Anne é, por sua vez, muitíssimo popular na França. Em dezembro, ela foi eleita a vencedora da pesquisa “Mulher do Ano”, realizada no país pela tradicional revista feminina "Terrafemina". Com 25% dos votos, ela ficou à frente de Christine Lagarde, atual diretora gerente do FMI, que teve 24% dos votos, e da primeira-dama Carla Bruni, que obteve apenas 16% dos votos. - Vocês não vão deixar de perceber que, hoje, meu marido não tem cargo público. Eu não misturo vida privada com a esfera pública - afirmou a jornalista. Enquanto Arianna Huffington elogiou o talento e a garra de Anne, alguns jornalistas franceses criticaram a nomeação de Anne para a direção do portal. “Todo mundo está rindo na França. Ela representa a voz da velha mídia dos anos 80 e 90. Será que os franceses vão comprar o produto vendido por Anne Sinclair? Eu acho que não”, escreveu Daniel Schneidermann, crítico de mídia do jornal francês “Libération”, que também possui um site que concorre com o Le Huffington Post. Além dos Estados Unidos e, agora, das França, a marca de Arianna Huffington está presente no Reino Unido e no Canadá. Na entrevista dessa segunda, ela disse que planeja lançar versões este ano em países como Itália, Espanha e Grécia. Arianna havia dito no ano passado que o Brasil também está nas pretensões imediatas do seu portal. O “Le Monde” é sócio do novo site, com 34% das ações. O grupo Les Nouvelles Éditions tem 15% de participação. A AOL, que controla o Huffington Post, tem 51%.
oglobo.globo.com | 23-01-2012
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LONDRES - O Reino Unido decidiu reforçar a presença militar nas Malvinas, diante do aumento das tensões com a Argentina, que reivindica a soberania do arquipélago, e da proximidade da viagem do príncipe William, que participará durante seis semanas, entre fevereiro e março, de exercícios militares nas ilhas. Segundo o jornal "The Times”, William, piloto de busca e resgate, pediu pessoalmente para ir às Malvinas (Falkland, para os britânicos). A viagem, tida como uma provocação pela Argentina, será semanas antes de se completarem, em 2 de abril, os 30 anos do início da guerra no arquipélago. As Malvinas, diz o jornal, estão atualmente protegidas por quatro aviões, uma fragata e poderão ser reforçadas com aparatos atualmente na ilha Asuncion - também no Atlântico - ou, eventualmente, com um submarino nuclear. O ministro das Relações Exteriores argentino, Héctor Timerman, deixou claro que seu país não vai responder nenhuma movimentação de tom militarista por parte dos britânicos. - A única via que o Reino Unido tem para sair desse imbróglio é a negociação direta com a Argentina - disse Timerman. Até sexta-feira, Timerman estava em um giro pela América Central em busca de apoio à causa argentina. Na Nicarágua, chegou a chamar o Reino Unido de "um governo colonialista que representa a decadência imperial". Na maioria dos países visitados, o ministro conseguiu o apoio que buscava, que se somou ao obtido no fim de 2011 por parte de países sul-americanos. Os vizinhos Brasil, Argentina e Chile se recusaram a receber navios com bandeira das Malvinas, uma decisão que irritou o governo David Cameron. Cameron elevou a tensão na quarta-feira passada, quando, no Parlamento, acusou a Argentina de praticar "mais do que colonialismo" por se negar a aceitar a decisão dos habitantes das Malvinas (cerca de 3.100) de pertencer ao Reino Unido. E a polêmica cresceu com as duras críticas feitas por Amado Boudou, o vice que está temporariamente na Presidência argentina enquanto Cristina Kirchner se recupera de uma operação. Boudou disse que Cameron usou a palavra colonialismo "sem vergonha", pois a dominação britânica "causou muita dor para América Latina, África e Ásia". Dick Sawle, legislador no arquipélago, reclamou na quinta-feira da insistência dos argentinos e pediu a eles que "deixem os malvinenses em paz". - A Argentina tem que respeitar o desejo dos ilhéus, e nós queremos ficar sob soberania britânica. O ponto fundamental de tudo isso é a autodeterminação, algo estabelecido claramente nas Nações Unidas - disse Sawle.
oglobo.globo.com | 21-01-2012
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O primeiro ministro do Reino Unido, David Cameron, aprovou um plano de contingência para ampliar a presença militar nas ilhas Malvinas por causa do aumento da tensão entre o Reino Unido e a Argentina pela soberania das ilhas, informou nesta quinta feira o jornal britânico The Times.
noticias.terra.com.br | 19-01-2012
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PARIS - Mostrando otimismo, o diretor-executivo do BNP Paribas, Jean-Laurent Bonnafé, acredita que a França pode recuperar a nota "AAA" em cinco anos, se mantiver um crescimento anual de 2%. Mas ele ressaltou que esse não deve ser um objetivo em si. Em entrevista publicada pelo "Journal du Dimanche", Bonnafé disse que o rebaixamento mostra que nada está garantido — a França era "AAA" desde 1975. "Não é um drama nacional", afirmou. Para o executivo do BNP Paribas, o rebaixamento ressalta a distância entre as economias francesa e alemã. Ele disse que é preciso estimular o crescimento e reduzir os gastos públicos. Sobre o papel das agências, que vem sendo questionado desde o início da crise financeira global, Bonnafé disse que elas "têm o papel que lhes damos". Mas admitiu que avaliar Estados é mais díficil que empresas, já que envolve questões de governança. "Quando os Estados Unidos foram rebaixados em agosto, foi sobretudo por um problema de governança". ‘Um triplo zero para as agências’, diz candidato O rebaixamento de vários países europeus por uma agência americana mexeu com os brios nacionalistas do continente. Jean-Luc Mélechon, candidato à Presidência da Frente de Esquerda, reuniu ontem cerca de 300 manifestantes em frente aos escritórios da S&P em Paris. Foi o terceiro protesto. — Um triplo zero para a Moody’s e para a Standard & Poor’s — bradou Mélenchon. Em visita a Atenas, o ministro de Finanças alemão, Guido Westerwelle, afirmou ontem que chegou o momento de a Europa criar agências de classificação independentes. E até o Reino Unido, que não foi alvo de revisão pela S&P, manifestou-se sobre o rebaixamento. O ministro das Relações Exteriores, William Hague, disse ontem que a decisão da S&P mostra que a Europa precisa acelerar seus esforços em prol do crescimento econômico. — Isso é sério. Mostra que a zona do euro não superou seus problemas. Queremos que o bloco fique estável, mas isso significa que em toda a Europa, incluindo o Reino Unido, precisamos redobrar nossos esforços para obter crescimento — disse Hague ao canal Sky News. O chanceler disse ainda que o governo britânico já traçou planos de contingência para diversos cenários na zona do euro. Mas não confirmou notícias de que haveria um plano para ajudar cidadãos britânicos morando na zona do euro no caso de um colapso da moeda única. Já o diretor-executivo do banco americano JPMorgan, Jamie Dimon, disse ao jornal alemão "Die Welt" que a Europa é hoje a maior ameaça à economia global.
oglobo.globo.com | 16-01-2012
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A Europa vai concordar com as sanções que proíbem a compra de petróleo do Irã até o final do mês, afirmou hoje o secretário das Relações Exteriores do Reino Unido, William Hague, de acordo com o jornal London''s Telegraph. Autoridades da União Europeia haviam dito anteriormente que o bloco já
www.estadao.com.br | 15-01-2012
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Um suposto chefe da organização terrorista Al Qaeda foi banido de viajar para o Reino Unido, informou nesta quinta feira o jornal inglês The Sun. Sami Mohamed Ali al Fadli, 20 anos, não poderá mais ingressar em solo britânico, após serviços de inteligência terem identificado o homem como uma ameaça aos Jogos Olímpicos de Londres. A ordem foi emitida por Theresa May, secretária do Estado para assuntos internos.
esportes.terra.com.br | 12-01-2012
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LONDRES - O Reino Unido deve dizer ao premier russo e candidato à eleição presidencial, Vladimir Putin, que ele não é bem-vindo nas Olimpíadas de Londres, em julho próximo, a não ser que a Rússia faça esforços para conter violações de direitos humanos no país, informou o jornal "The Guardian". A medida deve piorar ainda mais a já conturbada relação diplomática entre Londres e Moscou. O ex-ministro europeu e integrante do Partido dos Trabalhadores Denis MacShane deve fazer um apelo aos parlamentares para que o governo deixe claro que Putin não é bem-vindo. Dezenas de chefes de Estado são esperados na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos, marcada para o próximo dia 27 de julho. A rainha vai presidir o evento que contará com a participação das delegações de todos os países participantes, incluindo a Rússia. A vitória de Putin nas eleições presidenciais russas, em março próximo, é dada como certa apesar dos últimos protestos e do descontentamento com seu partido, o Rússia Unida. Se o resultado for confirmado, Putin será empossado presidente em maio deste ano. As Olimpíadas tem um significado especial para Rússia. O país vai sediar os próximos jogos de inverno em 2012. Além disso, Moscou será a sede de outro importante evento esportivo, a Copa de 2018.
oglobo.globo.com | 11-01-2012
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O primeiro ministro do Reino Unido, David Cameron, terá de prestar esclarecimentos na investigação sobre a ética jornalística para explicar sua relação com o magnata da imprensa Rupert Murdoch, informa nesta terça feira o jornal The Times.
noticias.terra.com.br | 10-01-2012
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O gabinete do primeiro-ministro britânico garante, em declarações hoje publicadas pelo jornal Times, que David Cameron irá participar no inquérito ao caso das escutas telefónicas ilegais no Reino Unido se for chamado.
www.rtp.pt | 10-01-2012
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RIO - A gente já estaria falando dela há mais de seis meses, não fosse um grave acidente. Naquela época, a britânica Ren Harvieu estava em vias de estourar, carregada por sua voz curiosamente melancólica para uma garota de 21 anos. O primeiro CD estava pronto, a cantora havia sido convidada para gravar com o rapper Nas e estava escalada para o megafestival Glastonbury, na Inglaterra. Mas sofreu uma queda num parque em Londres e quase ficou paraplégica. Foram meses de recuperação até a moça voltar à posição anterior e, de novo, ficar pronta para conquistar o mundo. “Eu achava que ia morrer no hospital. Não podia acreditar na dor que sentia. Pensei que no mínimo passaria a vida numa cadeira de rodas” disse Ren em entrevista recente ao diário britânico “Guardian”, que a comparou a Amy Winehouse e Duffy. “Fico lisonjeada, mas não penso nisso. Quero me concentrar nas minhas coisas”.
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Na real, essa inglesinha, que, finalmente, lançará seu álbum neste ano, remete mais a divas dos anos 60 como Joni Mitchell ou Joan Baez. Foi a melancolia cheia de soul do seu repertório que levou a rede BBC a incluir Ren na seleção “Som de 2012”, junto com promessas como Azealia Banks e Skrillex. Foi essa mistura que fez a revista “Mojo” chamá-la de "cantora abençoada com uma voz enfumaçada que lembra Peggy Lee e Dusty Springfield". Mas, talvez, os elogios mais caros para a artista sejam os do “Manchester Evening News”, jornal da cidade onde ela nasceu. Ren é de Salford, distrito da metrópole Manchester, berço de Oasis e New Order. “Na minha infância, Salford era pobre e chata. Se você tinha 18 anos, podia encher a cara num pub. Mas eu era nova, então ouvia música e via filmes para fugir do tédio”, conta a moça, cuja mãe ouvia The Smiths nas alturas e tinha vários desenhos animados antigos de Walt Disney guardados num baú. “Adorava ver esses desenhos e ouvir os personagens cantando clássicos americanos.” Num concurso de calouros na escola, Ren atacou de “A woman’s worth”, da popstar Alicia Keys, mas só conseguiu bocejos da plateia. Nos ensaios de um musical, ela ouviu de um professor que não tinha jeito para a coisa e que ficaria dançando no fundo do palco. A guinada em sua vida, porém, aconteceu depois de Ren gravar uma música no estúdio do amigo de um amigo e divulgá-la no MySpace. Deu certo. Um empresário de Liverpool tropeçou na gravação e deixou uma mensagem para a cantora. Ren gravou seu álbum aos 19 anos. Sua primeira música, a soturna “Through the night”, é o cartão de visitas, composta quando ela tinha 17. Outras faixas, como "Forever in blue" e sua versão de “Crying”, de Roy Orbinson, com dose extra de melancolia, também formaram fileiras de fãs. Aos 20 anos, a artista sentia o frio na barriga de quem embarcava num sonho. Ela acertou a gravação com Nas, filmou seu primeiro clipe e fez uma turnê pelo Reino Unido com a banda Glas Vegas. Só um imprevisto tiraria Ren dos trilhos. Foi numa madrugada de junho de 2011 que começou o drama. A história nunca foi bem contada, mas ela e os amigos estavam se divertindo numa área arborizada de Londres. Ren nem estava bêbada (ela jura), mas sofreu uma queda terrível, caiu de costas e teve duas vértebras quebradas. No hospital, ouviu um médico dizer que suas pernas poderiam nunca mais se mexer. Foi uma surpresa para todos quando, dois meses depois, ainda internada, ela simulava pedaladas deitada na cama do quarto. Hoje de volta aos palcos, Ren acabou de fazer uma miniturnê com James Morrison na Inglaterra, e virou barbada nas listas de apostas para 2012. Há quem diga que ela tem lugar guardado no mainstream. Por enquanto, contudo, já basta o fato de a cantora poder andar de novo.
oglobo.globo.com | 09-01-2012
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PARIS e ROMA - A Alemanha e a França estão prontas para propor novas medidas para reativar o crescimento econômico e reduzir o desemprego entre os jovens, inclusive uma ação para aumentar a mobilidade de trabalho nas fronteiras, para complementar a disciplina orçamentária e para reduzir a dívida na zona do euro. A iniciativa estará na agenda da chanceler alemã, Angela Merkel, e do presidente francês, Nicolas Sarkozy, que se reúnem hoje em Berlim. — É preciso dar a nossos povos e ao mercado a mensagem de que a política europeia para a crise não é apenas reduzir o déficit, mas também promover o crescimento e criar empregos — disse ao jornal britânico "Financial Times" uma fonte alemã. Com o desemprego crescendo na França — em contraste com a Alemanha — e com a estagnação econômica, crescimento e geração de emprego se tornaram prioridades de Sarkozy, que em maio enfrenta as urnas. Já Merkel, que, segundo o "FT", sempre se concentrou em tentar resolver a crise, parece estar convencida de que é preciso agir mais em prol do crescimento. A Alemanha, porém, insiste que a resposta não está em pacotes de estímulo, que gerariam mais dívidas ao setor público, mas em reformas estruturais e numa revisão dos gastos governamentais. Merkel e Sarkozy devem assinar uma série de propostas conjuntas, que depois serão submetidas aos outros 15 países da zona do euro. Não deve haver, porém, um anúncio formal dessa iniciativa hoje, segundo o "FT". Uma das propostas é facilitar a mobilidade de trabalhadores de um país para outro, voltada principalmente para a população mais nova. A Espanha, por exemplo, tem uma taxa de cerca 40% de desemprego entre os jovens. Já a taxa alemã está em queda e há falta de trabalhadores altamente qualificados. Reino Unido pode dar mais dinheiro ao FMI Os líderes de Alemanha e França, diz o "FT", também devem defender uma disciplina orçamentária mais rígida na zona do euro. Eles também devem discutir como acelerar a aplicação do Mecanismo de Estabilidade Europeia, o fundo permanente de resgate de 500 bilhões que substituirá o temporário Fundo Financeiro de Estabilidade Europeia, de 440 bilhões. Já o Reino Unido, segundo o "FT", pode aumentar sua contribuição ao Fundo Monetário Internacional (FMI), caso países como Brasil e Japão decidam fazê-lo. Por isso, o premier David Cameron já estaria buscando o apoio de 30 parlamentares de seu partido para elevar o montante de 10 bilhões de libras ( 12,15 bilhões) que o país já se comprometeu a dar ao Fundo. A zona do euro pressiona o Reino Unido a elevar para 30 bilhões sua parcela de contribuição ao FMI. A zona do euro já se comprometeu a dar 150 bilhões ao órgão, para elevar seus recursos de resgate. A medida, se confirmada, será elogiada por Alemanha e França. A Itália planeja liberalizar gradualmente setores que vão de energia a serviços profissionais como estratégia para reanimar a economia, disse ontem o ministro da Indústria, às vésperas de reuniões com parceiros europeus para discutir formas de sair da crise da dívida. Já o governo belga anunciou que cortará em mais de 1 bilhão o orçamento previsto para este ano, respondendo a exigências da Comissão Europeia.
oglobo.globo.com | 09-01-2012
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www.rtp.pt | 08-01-2012
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Catherine, que comemora nesta segunda-feira seu aniversário de 30 anos, fez uma entrada curiosamente coreografada na família real, discreta, mas sem tropeços, e sempre ao lado de William, o segundo na linha de sucessão à Coroa britânica, com quem se casou no dia 29 de abril. Para comemorar a data, seu cunhado Harry e sua irmã Pippa preparam uma festa memorável, segundo os tablóides locais. "Seja qual for o programa previsto, será sóbrio e privado", respondeu a assessoria dos príncipes. Da jovem de classe média convertida em duquesa de Cambridge, se conhece sobretudo o radiante sorriso que apresenta em cada uma de suas aparições públicas e sua elegância simples que a converteu em ícone da moda. Oito meses depois de seu casamento de conto de fadas com o príncipe William diante de 2 bilhões de espectadores, cada um de seus modelos é amplamente comentado e impulsiona as vendas das marcas escolhidas pela mulher mais fotografada do Reino Unido. A imprensa local analisa constantemente seu corpo magro em busca de algum quilo comprometedor, mas Catherine, chamada por muitos apenas por Kate, ainda não parece estar grávida, e a pressão certamente aumentará se a espera se prolongar por muito tempo. "Exilada" desde seu casamento na ilha de Anglesey, em Gales, onde William trabalha como piloto de busca e resgate do Exército, Catherine não aparece muito. "Caminha na ponta dos pés em direção ao seu destino", disse recentemente a BBC. Desde abril, não fez mais do que umas 15 saídas oficiais em seu país. Todas sem tropeços. Mas é pouco, se comparado com as atividades da família real. Se não é muito vista, é ouvida ainda menos. Catherine não faz discursos públicos. O que não a impede de ser imensamente popular entre seus compatriotas, seduzidos por esta mulher que fala com as pessoas que se reúnem para vê-la. Quando, neste ano, assistiu pela primeira vez com a família real à missa de Natal, foi indiscutivelmente a estrela com o príncipe William. Nesta semana, a duquesa iniciou uma nova etapa ao se tornar a madrinha de várias associações beneficentes, como manda a tradição na família, além de voluntária dos escoteiros. Mas, por enquanto, se envolveu em apenas quatro organizações - contra 600 da rainha Elizabeth II -, que promovem causas sem controvérsias, como a proteção das crianças ou a arte. Segue assim, prudentemente, o caminho aberto por Diana, a mãe de William, que se tornou uma figura emblemática da ação humanitária antes de sua morte em um acidente de carro, há quase 15 anos. Kate "ganha uma imagem pública, que precisa - muito - diante do sentimento crescente nestes últimos meses de que, por trás de sua figura esbelta e do sorriso branco da nova componente da família real, se esconde uma personalidade um pouco insossa", afirmou o jornal The Independent, de tendência republicana. Apesar de algumas críticas isoladas, Catherine está protegida dos ataques da imprensa, prudentes depois do que ocorreu com Diana. Mas a duquesa "precisará mudar de velocidade", explicou à AFP Robert Jobson, especialista da família real e autor do livro "William e Kate: uma história de amor". "É importante para Kate ser ela mesma. Não pode ser apenas uma princesa perfeita, produto de uma equipe de comunicação. Tem que assumir riscos, tem que mostrar sua verdadeira personalidade. Até agora não teve realmente a oportunidade de fazer isso", disse. Esta primeira ocasião para brilhar sozinha pode surgir em breve, já que Catherine precisará passar seis semanas separada de seu marido enquanto ele realiza uma missão nas ilhas Malvinas em fevereiro/março. Da AFP Paris .. Leia Mais... Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias Copyright © 2012, Pernambuco.com - Diários Associados, Recife-PE, Brasil
www.pernambuco.com | 08-01-2012
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Catherine, que comemora nesta segunda-feira seu aniversário de 30 anos, fez uma entrada curiosamente coreografada na família real, discreta, mas sem tropeços, e sempre ao lado de William, o segundo na linha de sucessão à Coroa britânica, com quem se casou no dia 29 de abril. Para comemorar a data, seu cunhado Harry e sua irmã Pippa preparam uma festa memorável, segundo os tablóides locais. "Seja qual for o programa previsto, será sóbrio e privado", respondeu a assessoria dos príncipes. Da jovem de classe média convertida em duquesa de Cambridge, se conhece sobretudo o radiante sorriso que apresenta em cada uma de suas aparições públicas e sua elegância simples que a converteu em ícone da moda. Oito meses depois de seu casamento de conto de fadas com o príncipe William diante de 2 bilhões de espectadores, cada um de seus modelos é amplamente comentado e impulsiona as vendas das marcas escolhidas pela mulher mais fotografada do Reino Unido. A imprensa local analisa constantemente seu corpo magro em busca de algum quilo comprometedor, mas Catherine, chamada por muitos apenas por Kate, ainda não parece estar grávida, e a pressão certamente aumentará se a espera se prolongar por muito tempo. "Exilada" desde seu casamento na ilha de Anglesey, em Gales, onde William trabalha como piloto de busca e resgate do Exército, Catherine não aparece muito. "Caminha na ponta dos pés em direção ao seu destino", disse recentemente a BBC. Desde abril, não fez mais do que umas 15 saídas oficiais em seu país. Todas sem tropeços. Mas é pouco, se comparado com as atividades da família real. Se não é muito vista, é ouvida ainda menos. Catherine não faz discursos públicos. O que não a impede de ser imensamente popular entre seus compatriotas, seduzidos por esta mulher que fala com as pessoas que se reúnem para vê-la. Quando, neste ano, assistiu pela primeira vez com a família real à missa de Natal, foi indiscutivelmente a estrela com o príncipe William. Nesta semana, a duquesa iniciou uma nova etapa ao se tornar a madrinha de várias associações beneficentes, como manda a tradição na família, além de voluntária dos escoteiros. Mas, por enquanto, se envolveu em apenas quatro organizações - contra 600 da rainha Elizabeth II -, que promovem causas sem controvérsias, como a proteção das crianças ou a arte. Segue assim, prudentemente, o caminho aberto por Diana, a mãe de William, que se tornou uma figura emblemática da ação humanitária antes de sua morte em um acidente de carro, há quase 15 anos. Kate "ganha uma imagem pública, que precisa - muito - diante do sentimento crescente nestes últimos meses de que, por trás de sua figura esbelta e do sorriso branco da nova componente da família real, se esconde uma personalidade um pouco insossa", afirmou o jornal The Independent, de tendência republicana. Apesar de algumas críticas isoladas, Catherine está protegida dos ataques da imprensa, prudentes depois do que ocorreu com Diana. Mas a duquesa "precisará mudar de velocidade", explicou à AFP Robert Jobson, especialista da família real e autor do livro "William e Kate: uma história de amor". "É importante para Kate ser ela mesma. Não pode ser apenas uma princesa perfeita, produto de uma equipe de comunicação. Tem que assumir riscos, tem que mostrar sua verdadeira personalidade. Até agora não teve realmente a oportunidade de fazer isso", disse. Esta primeira ocasião para brilhar sozinha pode surgir em breve, já que Catherine precisará passar seis semanas separada de seu marido enquanto ele realiza uma missão nas ilhas Malvinas em fevereiro/março. Da AFP Paris .. Leia Mais... Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias Copyright © 2012, Pernambuco.com - Grupo Associados, Recife-PE, Brasil
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Catherine, que comemora nesta segunda-feira seu aniversário de 30 anos, fez uma entrada curiosamente coreografada na família real, discreta, mas sem tropeços, e sempre ao lado de William, o segundo na linha de sucessão à Coroa britânica, com quem se casou no dia 29 de abril. Para comemorar a data, seu cunhado Harry e sua irmã Pippa preparam uma festa memorável, segundo os tablóides locais. "Seja qual for o programa previsto, será sóbrio e privado", respondeu a assessoria dos príncipes. Da jovem de classe média convertida em duquesa de Cambridge, se conhece sobretudo o radiante sorriso que apresenta em cada uma de suas aparições públicas e sua elegância simples que a converteu em ícone da moda. Oito meses depois de seu casamento de conto de fadas com o príncipe William diante de 2 bilhões de espectadores, cada um de seus modelos é amplamente comentado e impulsiona as vendas das marcas escolhidas pela mulher mais fotografada do Reino Unido. A imprensa local analisa constantemente seu corpo magro em busca de algum quilo comprometedor, mas Catherine, chamada por muitos apenas por Kate, ainda não parece estar grávida, e a pressão certamente aumentará se a espera se prolongar por muito tempo. "Exilada" desde seu casamento na ilha de Anglesey, em Gales, onde William trabalha como piloto de busca e resgate do Exército, Catherine não aparece muito. "Caminha na ponta dos pés em direção ao seu destino", disse recentemente a BBC. Desde abril, não fez mais do que umas 15 saídas oficiais em seu país. Todas sem tropeços. Mas é pouco, se comparado com as atividades da família real. Se não é muito vista, é ouvida ainda menos. Catherine não faz discursos públicos. O que não a impede de ser imensamente popular entre seus compatriotas, seduzidos por esta mulher que fala com as pessoas que se reúnem para vê-la. Quando, neste ano, assistiu pela primeira vez com a família real à missa de Natal, foi indiscutivelmente a estrela com o príncipe William. Nesta semana, a duquesa iniciou uma nova etapa ao se tornar a madrinha de várias associações beneficentes, como manda a tradição na família, além de voluntária dos escoteiros. Mas, por enquanto, se envolveu em apenas quatro organizações - contra 600 da rainha Elizabeth II -, que promovem causas sem controvérsias, como a proteção das crianças ou a arte. Segue assim, prudentemente, o caminho aberto por Diana, a mãe de William, que se tornou uma figura emblemática da ação humanitária antes de sua morte em um acidente de carro, há quase 15 anos. Kate "ganha uma imagem pública, que precisa - muito - diante do sentimento crescente nestes últimos meses de que, por trás de sua figura esbelta e do sorriso branco da nova componente da família real, se esconde uma personalidade um pouco insossa", afirmou o jornal The Independent, de tendência republicana. Apesar de algumas críticas isoladas, Catherine está protegida dos ataques da imprensa, prudentes depois do que ocorreu com Diana. Mas a duquesa "precisará mudar de velocidade", explicou à AFP Robert Jobson, especialista da família real e autor do livro "William e Kate: uma história de amor". "É importante para Kate ser ela mesma. Não pode ser apenas uma princesa perfeita, produto de uma equipe de comunicação. Tem que assumir riscos, tem que mostrar sua verdadeira personalidade. Até agora não teve realmente a oportunidade de fazer isso", disse. Esta primeira ocasião para brilhar sozinha pode surgir em breve, já que Catherine precisará passar seis semanas separada de seu marido enquanto ele realiza uma missão nas ilhas Malvinas em fevereiro/março. Da AFP Paris .. Leia Mais... Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias Copyright © 2012, Pernambuco.com - Diários Associados, Recife-PE, Brasil
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Catherine, que comemora nesta segunda-feira seu aniversário de 30 anos, fez uma entrada curiosamente coreografada na família real, discreta, mas sem tropeços, e sempre ao lado de William, o segundo na linha de sucessão à Coroa britânica, com quem se casou no dia 29 de abril. Para comemorar a data, seu cunhado Harry e sua irmã Pippa preparam uma festa memorável, segundo os tablóides locais. "Seja qual for o programa previsto, será sóbrio e privado", respondeu a assessoria dos príncipes. Da jovem de classe média convertida em duquesa de Cambridge, se conhece sobretudo o radiante sorriso que apresenta em cada uma de suas aparições públicas e sua elegância simples que a converteu em ícone da moda. Oito meses depois de seu casamento de conto de fadas com o príncipe William diante de 2 bilhões de espectadores, cada um de seus modelos é amplamente comentado e impulsiona as vendas das marcas escolhidas pela mulher mais fotografada do Reino Unido. A imprensa local analisa constantemente seu corpo magro em busca de algum quilo comprometedor, mas Catherine, chamada por muitos apenas por Kate, ainda não parece estar grávida, e a pressão certamente aumentará se a espera se prolongar por muito tempo. "Exilada" desde seu casamento na ilha de Anglesey, em Gales, onde William trabalha como piloto de busca e resgate do Exército, Catherine não aparece muito. "Caminha na ponta dos pés em direção ao seu destino", disse recentemente a BBC. Desde abril, não fez mais do que umas 15 saídas oficiais em seu país. Todas sem tropeços. Mas é pouco, se comparado com as atividades da família real. Se não é muito vista, é ouvida ainda menos. Catherine não faz discursos públicos. O que não a impede de ser imensamente popular entre seus compatriotas, seduzidos por esta mulher que fala com as pessoas que se reúnem para vê-la. Quando, neste ano, assistiu pela primeira vez com a família real à missa de Natal, foi indiscutivelmente a estrela com o príncipe William. Nesta semana, a duquesa iniciou uma nova etapa ao se tornar a madrinha de várias associações beneficentes, como manda a tradição na família, além de voluntária dos escoteiros. Mas, por enquanto, se envolveu em apenas quatro organizações - contra 600 da rainha Elizabeth II -, que promovem causas sem controvérsias, como a proteção das crianças ou a arte. Segue assim, prudentemente, o caminho aberto por Diana, a mãe de William, que se tornou uma figura emblemática da ação humanitária antes de sua morte em um acidente de carro, há quase 15 anos. Kate "ganha uma imagem pública, que precisa - muito - diante do sentimento crescente nestes últimos meses de que, por trás de sua figura esbelta e do sorriso branco da nova componente da família real, se esconde uma personalidade um pouco insossa", afirmou o jornal The Independent, de tendência republicana. Apesar de algumas críticas isoladas, Catherine está protegida dos ataques da imprensa, prudentes depois do que ocorreu com Diana. Mas a duquesa "precisará mudar de velocidade", explicou à AFP Robert Jobson, especialista da família real e autor do livro "William e Kate: uma história de amor". "É importante para Kate ser ela mesma. Não pode ser apenas uma princesa perfeita, produto de uma equipe de comunicação. Tem que assumir riscos, tem que mostrar sua verdadeira personalidade. Até agora não teve realmente a oportunidade de fazer isso", disse. Esta primeira ocasião para brilhar sozinha pode surgir em breve, já que Catherine precisará passar seis semanas separada de seu marido enquanto ele realiza uma missão nas ilhas Malvinas em fevereiro/março. Da AFP Paris .. Leia Mais... Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias Copyright © 2012, Pernambuco.com - Grupo Associados, Recife-PE, Brasil
www.pernambuco.com | 08-01-2012
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Expulsos da Bolívia pelo governo de Evo Morales, os serviços de inteligência da Grã-Bretanha e dos EUA passaram a depender das operações e da influência do Brasil no país vizinho para combater o tráfico de drogas, um problema cada vez mais crítico na região. Documentos obtidos pelo jornal O Estado
www.estadao.com.br | 08-01-2012
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LONDRES - Apenas um nome faz com que a oferta de um preço mínimo de US$ 4.900 por uma cabine num cruzeiro marítimo, cujo auge é vislumbrar a imensidão do Atlântico Norte, não soe estapafúrdia — mesmo diante da presença de mimos como um baile de máscaras a bordo. Ou que curiosos com a conta bancária mais do que no azul desembolsem cerca de US$ 60 mil por um passeio de minissubmarino para ver destroços do século XX. Mas a embarcação em questão é o Titanic, e 2012 marca os cem anos do mais célebre naufrágio dos tempos modernos. E também o mais explorado. Os eventos de 15 de abril de 1912 já foram relatados numa série de meios, incluindo um filme que arrecadou mais de US$ 1,8 bilhão ao redor do mundo e durante 12 anos foi o mais rentável da História. No entanto, o filão está sendo reaberto por ocasião do centenário da tragédia em que 1.517 pessoas perderam a vida, tanto por força das temperaturas glaciais da água ou da negligência — havia, por exemplo, coletes e botes salva-vidas de menos para os passageiros. Um calendário de eventos especiais está sendo preparado no Reino Unido, berço e ponto de partida do navio tido como inafundável, mas que acabou popularizando icebergs décadas antes das preocupações com o aquecimento global. Nem mesmo o fato de que 2012 será também marcado pelas Olimpíadas de Londres e pela celebração dos 60 anos de reinado de Elizabeth II inibiu ideias de homenagens. Elas vão além de iniciativas mais grandiosas, como o Cruzeiro Memorial, que recriará a rota parcialmente cumprida pelo Titanic, entre Southampton, no Sul da Inglaterra, e Nova York — e que já está lotado, com passageiros de 28 nacionalidades, segundo a agência de turismo organizadora da empreitada. Há ainda outras alternativas, como passeios marítimos em um navio saindo de Nova York, e até mesmo uma opção mais em conta entre Southampton e Belfast, na Irlanda do Norte, onde ficava localizado o estaleiro em que o navio foi construído. A cidade, por sinal, ganhou um novo centro temático inspirado pelo Titanic. Ao custo de US$ 150 milhões, a construção será concluída em março e se tornará a mais cara atração turística da História do país. Na TV, telespectadores britânicos e de todo o mundo poderão ver uma minissérie inédita sobre o navio, que promete se concentrar nas vidas da tripulação. Dez cidades britânicas farão parte ainda da turnê de "Titanic, o Musical". Do outro lado do Atlântico, "Titanic", o filme com que o diretor e produtor James Cameron saiu da cerimônia do Oscar de 1998 carregando 11 estatuetas e viu sua conta bancária inchar, ganhará uma versão em 3-D, com estreia marcada para 6 de abril. Também nos EUA, ainda que dependendo do desfecho de uma disputa judicial, o maior leilão de todos os tempos de relíquias do navio (mais de 5 mil, incluindo um pedaço do leme) será realizado em Nova York, com a expectativa de arrecadação de US$ 187 milhões. Porém, cifras vultosas e programação de eventos extensiva também têm dado margem para críticas de que o interesse, sobretudo o comercial, desrespeita a memória das vítimas. Parentes de passageiros queixam-se do que consideram algo próximo de uma violação de túmulos, nem sempre em caráter simbólico. Numa recente entrevista ao jornal "Sunday Times", Richard Littlejohn, cujo avô trabalhava no Titanic e conduziu um dos bote salva-vidas, contou ter se deparado com sinais de operações ilegais de coleta de objetos do navio quando participou de uma expedição submarina rumo aos destroços. — Vi uma rede bem moderna, deixada para trás por algum caçador de tesouros não autorizado. É um negócio turvo — reclamou Littlejohn. No entanto, organizadores das celebrações negam estar faltando ao respeito com a memória dos mortos: — O Cruzeiro Memorial tem parentes das vítimas entre os passageiros. E a programação conta com uma missa em homenagem aos mortos, em que coroas de flores serão atiradas na água nas coordenadas do naufrágio. É uma maneira apropriada de homenagear as vítimas — diz Miles Morgan, organizador do passeio. No entanto, o cruzeiro inclui uma noite em que os passageiros participarão de um baile de época, com trajes da Era Eduardiana, período do reinado de Eduardo VII na Inglaterra, logo antes da tragédia.
oglobo.globo.com | 07-01-2012
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RIO - A Jamaica lembra em agosto de 2012 o cinquentenário de sua independência do Reino Unido, e a primeira-ministra Portia Simpson Miller, empossada há apenas dois dias, quer comemorar de forma controversa: tirando a rainha Elizabeth II do posto de chefe de Estado da ilha caribenha. - Eu amo a rainha, é uma linda senhora, mas acho que já é tempo - disse a primeira-ministra a 10 mil convidados na casa do governador-geral Patrick Allen, que representa Elizabeth II na Jamaica. A iniciativa reflete um movimento republicano entre os países caribenhos da Commonwealth - Guiana e Trinidad e Tobago também optaram por ‘destronar’ a rainha -, mas conta com pouco apoio na Jamaica. Os jamaicanos admitem que a rainha não é uma questão que chega a lhes tirar o sono e muitos sequer sabem que ela é de fato a chefe de Estado do país. Porém, a ideia de tirá-la do poder é apoiada por apenas 35%, segundo uma pesquisa feita em 2011 pelo jornal "Jamaica Gleaner", o principal da ilha. Curiosamente, uma pesquisa de agosto passado do mesmo "Jamaica Gleaner" mostrou que, para 60% dos jamaicanos, o país estaria melhor se ainda fosse uma colônia britânica. Dos entrevistados, apenas 17% disseram que estariam pior sob domínio do Reino Unido. Por trás da inicativa da premier, aparentemente simbólica, está uma questão mais complicada. A Jamaica tem um dos índices de assassinato mais altos do mundo, e as tentativas de implementar a pena de morte esbarram com frequência num comitê baseado em Londres que atua como a máxima corte do país. Simpson Miller quer, mais do que remover a rainha, retirar da Constituição essa peculiaridade judicial. Na eleição de dezembro, o partido de Simpson Miller ganhou dois terços das cadeiras no Parlamento. Isso garante à premier apoio suficiente para levar adiante reformas constitucionais, mas ela depois terá que submetê-las a referendo popular. Após saber da intenção da premier sobre a rainha, o Palácio de Buckingham disse que a questão concerne apenas ao povo e ao governo jamaicanos e preferiu não se posicionar. É esperada para 2012 uma visita à Jamaica do príncipe Harry, neto da rainha. Portia Simpson Miller não é a primeira chefe de governo jamaicana a tentar tornar o país uma república. Seu antecessor, Orette Bruce Golding, e PJ Patterson, premier no início dos anos 1990, já haviam tornado público a ideia, mas não chegaram a tomar medidas concretas para colocá-la em prática.
oglobo.globo.com | 07-01-2012
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Os problemas com as próteses PIP afetam pelo menos 300 mil mulheres em todo o mundo, estimam as autoridades que cuidam das investigações sobre o material adulterado. No Brasil, cerca de 25 mil implantes foram vendidos — a maioria nas regiões Sul e Sudeste. Na França, esse número é calculado em 30 mil e, no Reino Unido, 40 mil. Mais de 20 países teriam recebido silicone PIP, entre eles Bolívia, Argentina, Colômbia e Venezuela. Na última quinta-feira, o jornal "Le Parisien" publicou reportagem afirmando que a PIP também produzia, sem consentimento do regulador, implantes para glúteo, tórax e testículos. Mas brasileiros que fazem o preenchimento de bumbum — de 2009 para 2010, houve um aumento de 17% na realização deste procedimento — não precisam se preocupar, de acordo com Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O órgão informou que apenas próteses mamárias PIP tinham autorização para serem vendidas no país. Para se realizar qualquer tipo de plástica, deve-se ter orientação médica. No caso do glúteo, os especialistas analisam a necessidade de cada um, mas recomendam, em média, entre 200 ml e 300 ml. Junto com o profissional, o paciente deve escolher marca com selo de aprovação da Anvisa e com reconhecimento no mercado. — Após a cirurgia, fique atento a algum tipo de deformidade, alteração de forma ou assimetrias. Se o implante se romper, pensa-se na troca por outro. Se houver mudança de posição da prótese, há possibilidade de uma nova operação para recolocá-la no lugar certo — explica a médica Natale Gontijo, do Instituto Ivo Pitanguy. Deve-se ainda evitar tomar injeções no local. A prótese é colocada dentro do músculo glúteo maior, ficando protegida e longe de nervos importantes. Ela é projetada para receber pressão quando o paciente se senta, se deita ou corre. No período de recuperação, deve-se ficar 30 dias sem fazer atividade física vigorosa e tomar cuidado ao se sentar, reforça a especialista. As recomendações para quem fez um implante de mama e quer ter a máxima segurança possível são muito parecidas. Apesar da fraude da PIP, a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) diz que as marcas disponíveis no mercado passam por análises rigorosas e são confiáveis. As mulheres devem ficar atentas a alterações de formato, contratura capsular (rigidez), nódulos, vermelhidão e dor. Se notar alguma dessas manifestações, procure seu cirurgião. E, para quem já fez implante, como saber se a prótese é da marca francesa PIP? — Toda paciente recebe um cartão após a cirurgia com informações sobre sua prótese. Se jogou fora, o prontuário médico tem este dado — diz o diretor-adjunto da agência, Luiz Roberto Klassmann.
oglobo.globo.com | 07-01-2012
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LONDRES - Os 30 anos chegam até para quem leva vida de princesa. Kate Middleton, a esposa do príncipe William, fará aniversário na próxima segunda-feira, dia 9. Apesar do porta-voz do Palácio de St. James afirmar que “o que quer que tenha sido planejado será discreto e particular”, muitos jornais e revistas revelam que uma grande festa, organizada pelos irmãos do casal, Pipa Middleton e príncipe Harry, acontecerá neste fim de semana. O tema seria os anos 80 e até um karaokê faria parte das atrações. A lista de convidados incluiria o casal David e Victoria Beckham, que esteve no casamento real, em 29 de abril. De acordo com rumores, a ex-Spice Girl estaria preparando uma coleção de sua grife inspirada em Kate e faria uma grande surpresa para seu aniversário. Kate deve passar a próxima segunda-feira com a família e amigos próximos. De acordo com o jornal inglês “Daily Mail”, William está escalado para trabalhar na próxima semana na base da Força Aérea Real de Anglesey. A expectativa sobre a possibilidade do príncipe passar o primeiro aniversário de Kate após o casamento longe dela aumenta o burburinho. Nesta semana, a duquesa de Cambridge anunciou apoio a quatro organizações do Reino Unido e se tornou voluntária dos escoteiros. Ela vai participar regularmente de atividades com integrantes do escotismo do norte de Wales, mas também pode ajudar outros grupos ocasionalmente.
oglobo.globo.com | 06-01-2012
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RIO - O Brasil não importava próteses de silicone para glúteo, peito e testículos fabricados pela Poly Implant Prothèse (PIP). É o que informa a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Reportagem publicada pelo jornal francês “Le Parisien” nesta quinta-feira revelou que a empresa também produziu estes tipos de implantes, apesar de não contar com aprovação da Agência Francesa de Segurança Sanitária dos Produtos de Saúde (AFSAPS) para estes produtos. Antigos funcionários da empresa disseram ao jornal, sob condição de anonimato, que a companhia desenvolveu, junto à sua produção de próteses mamárias, uma outra linha de materiais para implantes. Um dessas testemunhas, afirmou que “três pessoas foram formadas especialmente para trabalhar numa máquina que fabricava testículo de silicone”. Outro funcionário, que se dedicava ao controle de qualidade, acrescentou que a fábrica tinha “uma máquina de injeção muito rápida. Foi comprada para a empresa se posicionar em novos mercados. Foi usada nos últimos anos da companhia e a maior parte da produção era destinada à exportação”. A AFSAPS garantiu que a companhia não havia declarado que produzia qualquer produto além dos implantes mamários e que não é capaz de supervisionar tudo o que é fabricado no país. O silicone para glúteo era direcionado especialmente para o mercado da América do Sul, segundo o ex-funcionário, que acrescentou que o material era o mesmo das próteses mamárias que estão sendo investigadas. Veja também
A Anvisa se reuniu por audioconferência com representantes da agência francesa nesta quinta-feira, quando recebeu a confirmação de que havia cinco tipos diferentes de óleo na composição do material. As próteses eram preenchidas com silicone diferente do destinado a material de saúde. As autoridades de saúde no país mantém a decisão de oferecer cirurgias de retirada das próteses às mulheres que as utilizam, pois o vazamento do silicone adulterado pode provocar irritabilidade. Na França, há 20 mulheres com câncer de mama que também têm implantes com PIP. A agência francesa, entretanto, não atribui às próteses PIP a incidência de câncer entre as usuárias e descartou a possibilidade de toxicidade do material. Não existe consenso entre os organismos de saúde europeus sobre as providências a serem tomadas. Autoridades do Reino Unido, por exemplo, não aconselharam a retirada do silicone. Na França, os documentos referentes ao processo relacionado às próteses mamárias PIP correm em segredo de justiça. Ainda no Brasil, a Anvisa realizará testes laboratoriais no material importado. As análises serão feitas por laboratórios federais e privados. O órgão diz ter recebido 12 notificações sobre os implantes da PIP. Aqui, a recomendação é de que as pacientes procurem seus médicos para verificar se está tudo bem com seus implantes. A taxa de ruptura do silicone da PIP se mostrou 1% superior à média do mercado. A maioria das clientes da EMI, importadora das próteses no Brasil, estão nas regiões Sul e Sudeste. Foram importadas cerca de 35 mil unidades de silicone PIP, das quais 25 mil foram vendidas. Serão queimadas as 10.097 unidades que estão em estoque desde que a Anvisa proibiu venda, importação e distribuição dos implantes, em maio de 2010, data em que a fábrica foi fechada na França devido ao início do escândalo. No próximo dia 11, haverá uma reunião na Anvisa, em Brasília, com representantes das sociedades brasileiras de Mastologia e de Cirurgia Plástica para discussão dos problemas ocorridos com a prótese mamária PIP e conhecer procedimentos já adotados pelos médicos. Esta reunião possivelmente terá como resultado a criação de um protocolo de procedimentos para estes casos. Na última quarta-feira, a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) disse, por meio de nota oficial, que não há necessidade de pânico entre as clientes da marca PIP. A SBCP defende que as próteses PIP só apresentam riscos de reação inflamatória se estiverem rompidas, situação que pode ser diagnosticada por meio de exames e resolvida por cirurgia.Os médicos afirmam ainda que não existe qualquer comprovação de que haja relação entre os casos de câncer e os implantes mamários. Mesmo assim, ainda serão feitos novas análises laboratoriais sobre o material usado nas próteses da fábrica francesa. Em comunicado divulgado pelo seu advogado, o fundador da empresa francesa fabricante de implantes mamários PIP, Jean-Claude Mas, de 72 anos, disse que não vai falar publicamente sobre o caso. Só vai fazer declarações em juízo, se necessário e se for convocado. No texto, ele diz que estão sendo divulgadas muitas mentiras sobre o assunto. Dependendo das investigações, ele poderá ser denunciado por "falsificação agravada" e "lesão corporal e homicídio culposos.
oglobo.globo.com | 05-01-2012
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RIO — O Brasil segue entre os países que recebem recursos de ajuda para o desenvolvimento do Reino Unido, embora tenha ultrapassado os britânicos na posição de sexta maior economia do mundo na semana passada. Segundo reportagem do tabloide “Daily Mail”, citando o site do Departamento para o Desenvolvimento Internacional do Reino Unido (DFID), projetos envolvendo o repasse de 13,6 milhões de libras para o Brasil seguem operacionais. No texto, o jornal critica o uso de dinheiro dos contribuintes britânicos para ajudar o Brasil. “Que loucura! O Reino Unido AINDA está dando ajuda ao Brasil — ainda que ele seja mais rico do que nós somos”, diz, em tradução livre, o título da reportagem publicada no site do tabloide em 29 de dezembro. Na semana passada, estudo do Centro de Pesquisa para Economia e Negócios (CEBR, na sigla em inglês) mostrou que, segundo as projeções para o PIB (produto interno bruto, soma de produtos e serviços produzidos em um país) de 2011, o Brasil, com US$ 2,51 trilhões, é a sexta maior economia do mundo, ultrapassando o Reino Unido, na sétima posição. Em primeiro lugar, seguem os EUA, seguidos de China, Japão, Alemanha e França. É a primeira vez que os britânicos ficam atrás de um país sul-americano nesse tipo de ranking. A ajuda a países pobres ou em desenvolvimento na política externa britânica tem sido alvo de críticas da oposição ao governo britânico. Segundo o “Daily Mail”, o governo do premier David Cameron quer aumentar o total de ajuda externa a países pobres, hoje de 9 bilhões de libras. Em resposta à reportagem do jornal britânico, o DFID informou que os projetos relacionados ao Brasil são antigos e datam dos anos 1990, tendo sido listados como “operacionais” no site da instituição por erros do sistema. Ainda assim, o órgão admitiu que o Brasil recebe atualmente 730 mil libras num programa para “desenvolver uma agenda conjunta e promover objetivos de redução da pobreza global” com grandes países emergentes. O tabloide critica também o repasse de recursos para outros países “ricos e de rápido crescimento”, como Índia e China — segunda maior economia do mundo e que, segundo o “Daily Mail”, só foi retirada da lista de países ajudados neste ano. Em março, o governo britânico suspendeu ajuda a 16 países. Além da China, foram excluídos Rússia, Vietnã, Sérvia e Iraque. O Brasil não foi mencionado, ressalta o “Daily Mail”. PIB per capta britânico é o triplo do brasileiro Embora o Brasil tenha ultrapassado o Reino Unido na lista dos países mais ricos do mundo, isso não significa que os brasileiros estão de fato vivendo melhor. No Brasil, o PIB per capita deverá ficar em US$ 12.916 para 2011, menos de um terço dos US$ 39.604 dos britânicos. Num cenário otimista — crescimento populacional de 1% e de 6,5% da economia ao ano —, o Brasil só atingiria o patamar do PIB per capita do Reino Unido em 2028, segundo simulação feita pela agência brasileira Austin Rating. Com a mesma taxa de expansão populacional, mas com a economia crescendo a 5% ao ano, o PIB per capita brasileiro alcançaria o atual britânico só em 2032.
oglobo.globo.com | 03-01-2012
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RIO – O espadachim responsável pelas performances do vilão Darth Vader nas lutas da trilogia original de “Star Wars” - que incluem o épico confronto com Obi Wan Kenobi - morreu neste domingo aos 89 anos. Segundo informações do jornal britânico “Daily Mail”, Bob Anderson era atleta olímpico de esgrima e trabalhou em outras séries famosas como “O Senhor dos anéis”, “Piratas do Caribe”, “A lenda de Zorro” e no filme “Moscou contra 007”, da série do personagem James Bond. O trabalho de Anderson era desconhecido, até que Mark Hamil, ator que interpretou Luke Skywalker na série original de “Star Wars”, deu uma entrevista em 1983 e elogiou o trabalho do atleta. “Bob Anderson foi o homem que criou a performance de Darth Vader. Isso era mantido em segredo, mas eu finalmente disse a George (George Lucas, diretor da série) que isso não é justo. Anderson trabalhou duro e ele merece algum reconhecimento. É ridículo preservar um mito que foi criado somente por um homem”, disse Hamil, em entrevista na época. O falecimento foi confirmado pela Academia de Britânica de Esgrima nesta segunda-feira. A causa da morte não foi divulgada. Como esgrimista, Anderson representou o Reino Unido nos Jogos Olímpicos de 1952 e participou das Copas do Mundo de 1950 e 1953 na categoria sabre.
oglobo.globo.com | 02-01-2012
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LONDRES - O magnata da mídia Rupert Murdoch começou o ano estreando em um novo campo das comunicações: o Twitter. Daisy Dunlop, porta-voz do grupo News International, confirmou que Murdoch - que se recupera do maior escândalo da sua carreira - criou mesmo um perfil na rede (@rupertmurdoch). A conta foi aberta no Ano Novo, mas muitos duvidavam da sua autenticidade, porque Murdoch, aos 80 anos, vem tentando se manter longe dos holofotes desde que seu império de mídia começou a ser investigado por causa de violações de privacidade no Reino Unido. Seu jornal “News of the World” precisou ser fechado em julho diante da reação do público e das autoridades à revelação de que pessoas a serviço do jornal haviam invadido a caixa postal de uma adolescente desaparecida. A invasão atrapalhou a investigação pois levou a polícia a achar que jovem estava viva, quando ela já havia sido assassinada. "Minhas resoluções (de Ano Novo) são tentar manter a humildade e, sempre, a curiosidade. E a dieta, é claro!", tweetou Murdoch. Em apenas dois dias, Murdoch conseguiu 56 mil seguidores. Sua mulher Wendi Deng - que ficou conhecida como “a tigresa de Murdoch” ao defendê-lo do ataque de um manifestante no tribunal - também começou a twittar, com o perfil @wendi_deng. Em alguns dos seus tweets, Murdoch pareceu entediado com o feriadão. Ele também reclamou do excesso de gente na ilha de Saint Bart, um refúgio exclusivo do Caribe, onde passava o Ano Novo. "De volta ao trabalho amanhã. Chega de ficar parado!", disse em outra mensagem. Ele também elogiou Michael Bloomberg, prefeito de Nova York, e Rick Santorum, candidato à Presidência dos EUA pelo Partido Republicano. O magnata se mostrou, ainda, otimista com a economia global: "Feliz 2012. Que seja melhor do que todos os especialistas preveem. Tem que ser! Tudo precisa mudar para que sejam criados empregos para todos, especialmente para os jovens."
oglobo.globo.com | 02-01-2012
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TEERÃ - A União Europeia está aberta a negociações com o Irã, contanto que não haja precondições da parte de Teerã, disse um porta-voz de política externa da UE neste sábado. Mais cedo, a agência iraniana Mehr citou um oficial do país afirmando que o negociador do programa nuclear, Saeed Jalili, vai escrever para a autoridade europeia expressando o interesse de Teerã em iniciar novas conversas com as nações ocidentais. O porta-voz de política externa da UE, Michael Mann, disse por email à Reuters que Catherine Ashton escreveu para Jalili em outubro e ainda não recebeu resposta. As conversas entre o Irã e os cinco países do Conselho de Segurança da ONU; EUA, Rússia, China, Reino Unido e França, mais a Alemanha; se paralisaram em janeiro. O país asiático tem ignorado as exigências do Conselho de Segurança de parar o program nuclear. Irã adia testes com mísseis de longo alcance Um comandante da marinha iraniana, Mahmoud Mousavi, desmentiu relatos de que a república islâmica tenha testado mísseis de longo-alcance durante exercícios militares neste sábado, afirmando que os mísseis serão lançados nos próximos dias. A Press TV, uma agência de notícias semi-oficial, e a estatal IRNA haviam relatado mais cedo que o Irã tinha testado os mísseis. "Todos os tipos de terra-mar, mar-mar e terra-ar, assim como mísseis lançados por soldados serão testados nos próximos dias", disse Mousavi à Press TV. O exercício naval de 10 dias, que começou no sábado passado, coincide com o crescimento das tensões do Irã com os países ocidentais por conta de seu programa nuclear. A União Europeia considera um banimento às importações de óleo do Irã, seguindo o exemplo dos EUA. Segundo a mídia iraniana, estes exercícios são diferentes porque incluem uma área mais “vasta de ação, mais táticas e equipamentos”. As manobras — que segundo as autoridades vão do leste do Estreito de Ormuz, no Golfo Pérsico, até o Golfo de Aden — contam com minas e aviões não-tripulados. Teerã afirma que os exercícios são uma demonstração que o país está disposto a contra-atacar qualquer agressão de inimigos como os EUA e Israel. As duas nações não excluem a possibilidade de uma ação militar se a diplomacia não resolver a disputa nuclear com o Irã. Washington e seus aliados acusam o Irã de tentar construir bombas atômicas sob a fachada de um programa civil de enriquecimento de urânio. Teerã nega as acusações e ameaça bloquear uma passagem marítima estratégica para petroleiros se o Ocidente impuser sanções às suas exportações de petróleo. O Estreito de Ormuz é rota de 40% dos carregamentos de petróleo do mundo. Ele fica nas águas territoriais do Irã e de Omã, mas pela lei internacional é considerado aberto para navegação e fechá-lo seria visto como um ato de guerra. A 5ª Esquadra dos EUA afirma que não permitira qualquer interrupção no tráfego da mais importante rota de petróleo do mundo, que conecta os maiores produtores do Oriente Médio, entre eles a Arábia Saudita, com o Golfo de Omã e o Mar da Arábia. Em seu ponto mais estreito, ele tem apenas 34 km de largura. Analistas consideram que o fechamento do Estreito prejudicaria a economia iraniana, dependendente do petróleo, especialmente com a Arábia Saudita comprometida a compensar qualquer queda de exportação para a Europa. Rússia e China, maiores aliados do Irã e que vem protegendo o país contra sanções mais duras da ONU, também não têm interesse em ver o tráfego de petróleo no golfo prejudicado.
oglobo.globo.com | 31-12-2011
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BRASÍLIA - A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou nesta quinta-feira que vai cancelar o registro das próteses mamárias PIP (Poly Implants Protheses), produzidas por uma empresas francesa de mesmo nome, e recolher as que ainda estão sob a guarda do importador brasileiro. A agência diz que baseou sua decisão nos resultados de testes divulgados pela autoridade sanitária da França, indicando que foi utilizado um tipo de silicone diferente do autorizado para a fabricação de próteses. Embora tenham sido registrados na França casos de câncer em mulheres com implantes mamários fabricados pela PIP, testes laboratoriais descartaram risco de toxidade e câncer. Mas a ruptura pode causar contratura, assimetria de mama e dor no seio. A empresa foi acusada de usar em seus modelos silicone de grau industrial, normalmente encontrado em computadores e utensílios de cozinha. Na última terça-feira, o advogado da companhia e de seu fundador, Jean-Claude Mas, admitiu que foi usado silicone sem aprovação na fabricação das próteses, e contou ainda que material aprovado era usado em versões mais caras do produto. Ninguém foi responsabilizado neste caso, mas um tribunal de Marselha deve anunciar acusações de fraude no ano que vem, afirmaram fontes judiciais à agência Reuters. IMPORTAÇÃO: Brasil também recebeu próteses de silicone sob suspeita na França Segundo a Anvisa, as próteses já estavam suspensas no Brasil desde abril de 2010. A agência informou também que o país importou 34.631 unidades, das quais 24.534 foram comercializadas. O restante será recolhido. A Anvisa voltou a orientar as mulheres que colocaram a prótese para procurar o médico e fazer uma avaliação e acompanhamento do caso. Na última semana, a agência divulgou normas orientando médicos, pacientes e profissionais de saúde sobre as próteses PIP. Além da recomendação de as mulheres procurarem seus médicos, os cirurgiões deveriam contactar pacientes que tenham feito este implante, de acordo com o informe. A Anvisa pede ainda que serviços e profissionais de saúde notifiquem todos os problemas, bem como as cirurgias para a retirada do PIP, comercializado no Brasil sob o nome de Implante Mamário Preenchido de Gel de Alta Coesividade. Na França, o governo recomendou que as mulheres que receberam a prótese a removam, “como uma medida preventiva, mas não de caráter urgente”. Também nesta semana, a imprensa internacional divulgou que o FDA, agência que regula alimentos e medicamentos nos Estados Unidos, fez uma inspeção em uma das fábricas da PIP na França no ano 2000 e enviou a seu fundador uma carta de alerta sobre implantes “adulterados” e irregularidades na produção de um outra linha da empresa.No Reino Unido, cerca de 250 britânicas que fizeram o implante de silicone PIP vão à Justiça processar as clínicas onde fizeram as cirurgias. O grupo quer o direito de retirar as próteses gratuitamente. Estima-se que em todo o país entre 40 mil e 50 mil mulheres tenham próteses deste tipo. Mas o governo britânico apenas recomendou que as pacientes procurem seus médicos para um check-up, por considerar que não há indícios que sustentem a necessidade de se retirar os implantes. Na Espanha, o jornal “El Pais” cita o caso de o cirurgião Jaume Serra que começou a operar mulheres que receberam o silicone PIP, após se dar conta dos riscos que elas corriam. Algumas, inclusive, já convivam com os danos, como rupturas e inflamações. Eles lhes cobra os custos da cirurgia, e o valor simbólico de um euro pela mão de obra. Quando precisa se deslocar para operá-las, as pacientes também cobrem estes custos. O especialista trava uma luta particular contra essas próteses há quase dois anos, quando se deu conta que o material vendido pela PIP se rompia com mais facilidade que outros. Na última quarta-feira, o governo venezuelano anunciou que pagaria cirurgias a remoção dos implantes mamários PIP a mulheres que temiam que eles se rompessem. Os custos cobertos seriam o de remoção, mas o de substituição por outra prótese, informou a ministra da Saúde Eugenia Sader. Ela informou ainda que muitos implantes deste tipo foram importados para o país sem a devida autorização.
oglobo.globo.com | 30-12-2011
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