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RIO - Uma eliminação honrosa, uma classificação dramática. Depois de ser goleado na Itália por 4 a 0, o Arsenal já era considerado carta fora do baralho na Liga dos Campeões da Europa. Mas o time inglês vendeu caro a vaga nas quartas de final da competição. Com gols de Koscielny, Rosicky e Van Persie, os Gunners abriram 3 a 0 no primeiro tempo, fazendo a torcida acreditar numa virada histórica. A equipe italiana, porém, voltou melhor do intervalo, não sofreu o quarto gol, que levaria a decisão para os pênaltis, e comemorou não só por ter avançado à próxima fase mas principalmente por ter evitado um vexame colossal. Aos sete minutos de jogo, Koscielny fez 1 a 0 para o Arsenal. Quando Rosicky, aproveitando rebatida errada de Thiago Silva, marcou o segundo, aos 25, os torcedores começaram se empolgar. Antes do intervalo, Van Persie fez o terceiro, de pênalti, deixando o Emirates Stadium eufórico. Na etapa final, no entanto, o Arsenal não conseguiu manter o ritmo, e na verdade esteve mais ameaçada de sofrer um gol do que próxima de fazer o quarto - os ingleses só tiveram uma chance real, bem defendida por Abbiati. Já o Milan perdeu seguidas oportunidades, algumas diante do goleiro Wojciech Szczesny, mas no fim os erros não custaram tão caro. Na outra partida desta terça-feira, o Benfica tinha uma missão bem menos difícil, e não decepcionou sua torcida. Derrotado pelo Zenit por 3 a 2 no jogo de ida, na Rússia, o time português venceu por 2 a 0 no Estádio da Luz e se classificou. Maxi Pereira abriu o placar no fim do primeiro tempo, resultado que já garantia a vaga. Nos acréscimos da etapa final, Nélson Oliveira marcou o segundo. Outras duas vagas serão decididas nesta quarta-feira. No Nou Camp, o Barcelona recebe o Bayer Leverkusen com boa vantagem, por ter vencido na Alemanha por 3 a 1 - pode até perder por 1 a 0. Surpresa das oitavas de final, o Apoel, do Chipre, joga em casa contra o Lyon tentando ir ainda mais longe na competição. Para isso, terá de, no mínimo, devolver o 1 a 0 sofrido na França, ou ganhar por dois gols de diferença.
oglobo.globo.com | 06-03-2012
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Os Estados Unidos desejam manter relações sólidas com o Egito, disse a porta-voz do Departamento de Estado neste sábado, depois de várias semanas de tensões entre Washington e Cairo por perseguições judiciais contra membros de ONGs, entre eles americanos. Embora o caso dos trabalhadores de ONGs que ainda enfrentam processos judiciais no Egito "seja um assunto de séria e contínua preocupação (...) também é importante ressaltar que os Estados Unidos seguem comprometidos com uma relação bilateral forte com o Egito", expressou a porta-voz Victoria Nuland. Os Estados Unidos cederam na quinta-feira um avião para facilitar a saída de 17 funcionários de ONGs estrangeiras que estavam proibidos de abandonar o Egito para enfrentar um processo judicial por suposta atividade ilegal. Os funcionários estrangeiros de ONGs de defesa da sociedade civil, entre eles nove americanos, abandonaram o aeroporto do Cairo a bordo de um avião particular proveniente do Chipre, segundo fontes aeroportuárias egípcias. Um total de 43 membros de ONGs egípcias e estrangeiras, entre eles 19 americanos, além de alemães, noruegueses, sérvios e jordanianos, entre outros, eram acusados de ter recebido financiamento estrangeiro ilegal e realizado ingerência em assuntos políticos do país, segundo uma fonte judicial egípcia. Da AFP Paris .. Leia Mais... Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias Copyright © 2012, Pernambuco.com - Grupo Associados, Recife-PE, Brasil
www.pernambuco.com | 03-03-2012
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A Comissão Europeia prevê que pelo menos nove países do bloco europeu devem cair em recessão neste ano, ante dois no ano passado, conforme projeções divulgadas nesta quinta-feira pelo organismo, que é o braço executivo da UE.
As estimativas para 2011 apontam que dos países entre a economia dos 27 que compõem a União Europeia viram suas economias contraírem nesse período: Grécia (6,8%) e Portugal (1,5%).
Para este ano, as projeções são ainda piores. O organismo calcula uma queda de 0,3% para o PIB (Produto Interno Bruto) somado dos 17 países que usam o euro, e uma estagnação para os 27 do bloco europeu, dos quais nove devem afundar em uma recessão: Bélgica, Grécia, Espanha, Itália, Chipre, Holanda, Portugal, Eslovênia e Hungria.
Leia mais (23/02/2012 - 09h11)
redir.folha.com.br | 23-02-2012
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O Barcelona e o Lyon levaram a melhor nos seus confrontos das oitavas de final da Liga dos Campeões ao derrotar na ida, respectivamente, o Bayer Leverkusen e o Apoel de Nicósia. Atual campeão da competição, o time catalão já está praticamente classificado para as quartas, já que conseguiu a façanha de derrotar o Bayer na Alemanha por 3 a 1, sendo que os gols fora de casa contam como primeiro critério de desempate. Assim, o Barça pode até perder por 2 a 0 na partida de volta, no dia 7 de março no Nou Camp. Os comandados do técnico Josep Guardiola reagiram com autoridade após o tropeço do último sábado, quando perderam por 3 a 2 na casa do Osasuna, deixando o Real Madrid abrir dez pontos de vantagem na liderança do Campeonato Espanhol. Diante dos 30.000 torcedores que lotaram a Bay Arena de Leverkusen os catalães mostraram que a defesa do título da Liga dos Campeões passou a ser a prioridade número um da temporada. No seu estilo caraterístico, o Barça monopolizou a posse de bola, mas teve que esperar até o fim do primeiro tempo para balançar as redes do goleiro alemão Bernd Leno. Aos 41, o chileno abriu o placar após receber um grande lançamento do craque argentino Lionel Messi. O Bayer reagiu logo aos 7 do segundo tempo, quando o lateral Kadlec deixou tudo igual ao desviar para o gol de Valdés um ótimo cruzamento do croata Corluka. Os torcedores do time de Leverkusen mal tiveram tempo de comemorar o gol do empate, já que Sanchez anotou o segundo dele na noite três minutos depois, fazendo 2 a 1 para o Barcelona. Messi selou o resultado aos 43, após uma linda tabela com o lateral brasileiro Daniel Alves. "Foi importante vencer esta partida porque desde que ′Pep` (Guardiola) assumiu o Barça, nunca tínhamos ganho na ida das oitavas. Sabíamos que seria complicado contra os alemães. É sempre agradável fazer um gol, mas o mais importante é o resultado da equipe", comentou o argentino.
O goleiro cipriota Chiodis sai do seu gol na frente do francês Lacazette © AFP Philippe Merle Já o Lyon confirmou o favoritismo diante do modesto Apoel, que surpreendeu a todos ao se classificar em primeiro da sua chave na fase de grupos, eliminando times de tradição como o Porto, campeão da Liga Europa na temporada passada. No seu estádio de Gerland, os franceses dominaram toda a partida e podem lamentar a falta de pontaria dos seus atacantes. Apesar de ter tido 64% de posse de bola e de ter finalizado 18 vezes para a meta de Chiodis (contra apenas um chute a gol dos cipriotas), o Olympique Lyonnais viajará para Chipre para o jogo de volta com apenas um gol de vantagem. "Poderíamos ter anotado mais um gol mas não estou decepcionado porque os jogadores fizeram o máximo diante de um adversário que já causou muitos problemas a outras equipes", comentou o técnico do Lyon Remi Garde. O jogo começou com seis brasileiros entre os titulares, três em cada equipe. No Lyon, Cris, Ederson e Michel Bastos. No Apoel, Kaká (zagueiro `xará` do meia do Real Madrid), William Boaventura e Aílton, sendo que o meia Manduca entrou em campo no segundo tempo. O zagueiro veterano Cris se destacou ao iniciar a jogada do gol da vitória dos franceses, marcado pelo jovem atacante francês Alexandre Lacazette, de 20 anos, aos 13 do segundo tempo. Nesta quarta-feira, o Milan recebe o Arsenal para o choque mais aguardado destas oitavas de final e o Benfica enfrenta o Zenit São Petersburgo no frio da Rússia. .. Leia Mais... Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias Copyright © 2012, Pernambuco.com - Grupo Associados, Recife-PE, Brasil
www.pernambuco.com | 15-02-2012
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O Barcelona e o Lyon levaram a melhor nos seus confrontos das oitavas de final da Liga dos Campeões ao derrotar na ida, respectivamente, o Bayer Leverkusen e o Apoel de Nicósia. Atual campeão da competição, o time catalão já está praticamente classificado para as quartas, já que conseguiu a façanha de derrotar o Bayer na Alemanha por 3 a 1, sendo que os gols fora de casa contam como primeiro critério de desempate. Assim, o Barça pode até perder por 2 a 0 na partida de volta, no dia 7 de março no Nou Camp. Os comandados do técnico Josep Guardiola reagiram com autoridade após o tropeço do último sábado, quando perderam por 3 a 2 na casa do Osasuna, deixando o Real Madrid abrir dez pontos de vantagem na liderança do Campeonato Espanhol. Diante dos 30.000 torcedores que lotaram a Bay Arena de Leverkusen os catalães mostraram que a defesa do título da Liga dos Campeões passou a ser a prioridade número um da temporada. No seu estilo caraterístico, o Barça monopolizou a posse de bola, mas teve que esperar até o fim do primeiro tempo para balançar as redes do goleiro alemão Bernd Leno. Aos 41, o chileno abriu o placar após receber um grande lançamento do craque argentino Lionel Messi. O Bayer reagiu logo aos 7 do segundo tempo, quando o lateral Kadlec deixou tudo igual ao desviar para o gol de Valdés um ótimo cruzamento do croata Corluka. Os torcedores do time de Leverkusen mal tiveram tempo de comemorar o gol do empate, já que Sanchez anotou o segundo dele na noite três minutos depois, fazendo 2 a 1 para o Barcelona. Messi selou o resultado aos 43, após uma linda tabela com o lateral brasileiro Daniel Alves. "Foi importante vencer esta partida porque desde que ′Pep` (Guardiola) assumiu o Barça, nunca tínhamos ganho na ida das oitavas. Sabíamos que seria complicado contra os alemães. É sempre agradável fazer um gol, mas o mais importante é o resultado da equipe", comentou o argentino.
O goleiro cipriota Chiodis sai do seu gol na frente do francês Lacazette © AFP Philippe Merle Já o Lyon confirmou o favoritismo diante do modesto Apoel, que surpreendeu a todos ao se classificar em primeiro da sua chave na fase de grupos, eliminando times de tradição como o Porto, campeão da Liga Europa na temporada passada. No seu estádio de Gerland, os franceses dominaram toda a partida e podem lamentar a falta de pontaria dos seus atacantes. Apesar de ter tido 64% de posse de bola e de ter finalizado 18 vezes para a meta de Chiodis (contra apenas um chute a gol dos cipriotas), o Olympique Lyonnais viajará para Chipre para o jogo de volta com apenas um gol de vantagem. "Poderíamos ter anotado mais um gol mas não estou decepcionado porque os jogadores fizeram o máximo diante de um adversário que já causou muitos problemas a outras equipes", comentou o técnico do Lyon Remi Garde. O jogo começou com seis brasileiros entre os titulares, três em cada equipe. No Lyon, Cris, Ederson e Michel Bastos. No Apoel, Kaká (zagueiro `xará` do meia do Real Madrid), William Boaventura e Aílton, sendo que o meia Manduca entrou em campo no segundo tempo. O zagueiro veterano Cris se destacou ao iniciar a jogada do gol da vitória dos franceses, marcado pelo jovem atacante francês Alexandre Lacazette, de 20 anos, aos 13 do segundo tempo. Nesta quarta-feira, o Milan recebe o Arsenal para o choque mais aguardado destas oitavas de final e o Benfica enfrenta o Zenit São Petersburgo no frio da Rússia. .. Leia Mais... Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias Copyright © 2012, Pernambuco.com - Diários Associados, Recife-PE, Brasil
www.diariodepernambuco.com.br | 15-02-2012
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LYON - O Lyon fez o dever de casa nesta terça-feira para espantar a zebra cipriota. Jogando em casa, o time francês venceu o surpreendente APOEL por 1 a 0, na partida de ida das oitavas de final da Copa dos Campeões. O jogo de volta acontece no dia 7 de março, em Nicósia, capital do Chipre. Campeão
www.estadao.com.br | 14-02-2012
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Ta Nea, Financial Times Deutschland, Pravda, De Standaard, Jornal de Notícias, Politis (Today's front pages)
www.presseurop.eu | 09-02-2012
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Dezenas de milhares de russos estão a transformar Chipre na sua casa fora de casa. Uma tendência que levanta questões quanto às relações diplomáticas e financeiras entre Nicósia e Moscovo. (Article)
www.presseurop.eu | 02-02-2012
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feedproxy.google.com | 02-02-2012
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feedproxy.google.com | 01-02-2012
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A agência de classificação de risco Fitch rebaixou ontem as notas de crédito soberano de Itália, Espanha, Eslovênia, Bélgica e Chipre, indicando que há uma chance em duas de mais cortes do rating nos próximos dois anos. Em comunicado, a Fitch informou que esses países estão vulneráveis no curto
www.estadao.com.br | 28-01-2012
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A agência de classificação de risco Fitch reduziu nesta sexta-feira a nota da dívida soberana de cinco países da Zona Euro, entre eles Itália e Espanha. .. Leia Mais... Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias Copyright © 2012, Pernambuco.com - Grupo Associados, Recife-PE, Brasil
www.pernambuco.com | 27-01-2012
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www.rtp.pt | 27-01-2012
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A agência de classificação de risco Fitch reduziu, nesta sexta-feira (27), as notas de crédito de cinco países europeus. Tiveram seus ratings rebaixados os papeis da Espanha, Itália, Bélgica, Chipre e Eslovênia.
Nenhum dos países rebaixados tinha nota "AAA", a mais elevada do raking da agência. A nota da Bélgica foi reduzida de "AA+" para "AA"; Chipre, de "BBB" para "BBB-"; Itália, de "A+" para "A-"; Eslovênia, de "AA-" para "A"; e Espanha, de "AA-" para "A". A Fitch tam
www.folhadaregiao.com.br | 27-01-2012
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VARSÓVIA, Polônia - A União Europeia assinou nesta quinta-feira o acordo antipirataria Acta (sigla em inglês para Acordo Comercial Antipirataria). O texto foi assinado em Tóquio por 22 estados-membros da UE. A assinatura do Acta deve ser ratificada pelo Parlamento Europeu em junho. Entre os países signatários estão França, Polônia, Itália, Espanha, Portugal, Grécia, Finlândia, Romênia, Irlanda e Grécia. Holanda, Chipre, Eslováquia, Estônia e Alemanha não assinaram o acordo, mas se comprometeram a fazê-lo no futuro, segundo informou o Partido Verde do Parlamento Europeu. Houve protestos contra o Acta no continente, sobretudo na Polônia, onde sites do governo foram derrubados pelo grupo hacker Anonymous e milhares de manifestantes protestaram diante do edifício da União Europeia em Varsóvia. Logo após a assinatura, os manifestantes se reuniram nas cidades polonesas de Poznan e Lublin para para protestar. Parlamentares do movimento de esquerda Palikot foram trabalhar vestindo máscaras para sinalizar insatisfação, enquanto o maior partido de oposição do país - o Lei e Justiça, de direita - pediu a realização de um referendo sobre o assunto. O Acta é um acordo comercial global que visa a harmonizar padrões internacionais para a proteção dos direitos de propriedade intelectual dos produtores de música, filmes, remédios, artigos de moda e uma gama de outros produtos alvos de pirataria, sobretudo on-line. Os que se opõem ao texto temem que o acordo abra brecha para que autoridades bloqueiem o conteúdo e o acesso à internet. O trecho mais criticado do acordo é o que permite aos países restringir o acesso do internauta à rede caso ele reincida na prática da pirataria após duas notificações das autoridades, que passam a poder solicitar aos provedores de internet os dados pessoais dos clientes. O Acta tem aspectos semelhantes aos dos controversos projetos de lei americanos Sopa (sigla de Stop Online Piracy Act) e Pipa (Protect Intellectual Property Act), que foram engavetados na semana passada depois do protesto que tirou do ar ou escureceu a cor de fundo de milhares de sites da internet, entre eles Wikipédia e Google. Uma estrela do rock polonês, Zbigniew Holdys, saiu em apoio ao Acta, acusando os ativistas internet, que criticam o acordo, de lucrar com a pirataria on-line. Os estados signatários não são obrigados a cumprir os artigos do acordo. Segundo o “El Pais”, quando veio a público as negociações sigilosas sobre o Acta, as autoridades europeias tentaram abafar o escândalo garantindo que, na União Europeia, qualquer punição contra pirataria se daria por vias judiciais. As negociações sobre o Acta se iniciaram em 2007, sob sigilo e críticas. Os primeiros a assinarem do acordo foram Estados Unidos, Japão e Suíça. Mais tarde, Austrália, Canadá, Coreia do Sul, Emirados Árabes Unidos, Jordânia, Marrocos, México, Nova Zelândia e Cingapura também fizeram parte do grupo. Nenhum país da América do Sul assinou o Acta até o momento.
oglobo.globo.com | 26-01-2012
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Os dirigentes greco cipriota e turco cipriota retomaram, nesta segunda feira, nos Estados Unidos, um diálogo sob os auspícios do secretário geral da ONU, Ban Ki moon, a fim de avançar na reunificação da ilha de Chipre, dividida desde 1974. A quinta rodada de conversações intercipriotas, iniciadas em 2008 entre Demetris Christofias, presidente da República do Chipre, e Dervis Eroglu, dirigente da República Turca do Chipre do Norte (RTCN), durará dois dias e será celebrada em Greentree, Long ...
noticias.terra.com.br | 23-01-2012
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Com 55,1% de forasteiros, a Liga portuguesa de futebol é a segunda da Europa com maior percentagem de jogadores estrangeiros, ficando apenas atrás do campeonato do Chipre (70,3), onde joga a maior falange de portugueses.
rss.feedsportal.com | 23-01-2012
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MADRI - A agência de classificação de risco Fitch anunciou nesta quinta-feira que espera que a revisão dos ratings de seis países da zona do euro resulte no rebaixamento de notas em até dois níveis. Em uma conferência realizada em Madri, o diretor sênior da Fitch, Edward Parker, disse que as soluções apresentadas até o momento para resolver a crise econômica que atinge a União Europeia (UE) não se “adequaram à crise” e que o bloco continuará a enfrentar dificuldades em 2012 por causa da queda do crescimento. A Fitch colocou as notas da Bélgica, Espanha, Eslovênia, Itália, Irlanda e Chipre em revisão negativa no final de 2011. Sobre a nota da dívida soberana espanhola, Parker afirmou que a revisão levará em consideração os recentes esforços do governo para cortar os custos e implementar reformas. No entanto, o economista ressaltou que "há problemas contínuos com as finanças públicas e com os ativos bancários”. Segundo ele, o mercado de trabalho no país está “disfuncional”. Itália é o principal alvo O diretor sênior para Negócios e Relação Administrativa da Fitch, Alessandro Settepani, antecipou na quarta-feira que a nota da dívida soberana da Itália pode ser rebaixada em dois níveis. Segundo ele, o comitê irá avaliar os níveis de refinanciamento e as medidas para o crescimento econômico, mas que há uma forte possibilidade da Itália perder o rating A+.
oglobo.globo.com | 19-01-2012
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O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, disse neste sábado, durante um encontro em Beirute com o ministro das Relações Exteriores turco, Ahmet Davutoglu, que a crise na Síria está ganhando "um contorno perigoso", informou o porta-voz do dirigente da ONU.
Ban e Davutoglu, presentes na capital libanesa para participar de uma conferência da ONU sobre a democracia nos países árabes, conversaram à noite e "discutiram assuntos regionais, em particular a situação na Síria, assim como a do Irã e do Chipre", informou o porta-voz da ONU, Martin Nesirky, em um comunicado.
"O secretário geral afirmou que o contorno perigoso que a crise na Síria está ganhando é um motivo de grande preocupação", acrescentou o porta-voz.
Leia mais (14/01/2012 - 20h59)
redir.folha.com.br | 14-01-2012
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Um navio russo com "carga suspeita" chegou ao porto sírio de Tartus "entre os dias 11 e 12 de janeiro", revelou neste sábado à AFP o especialista marítimo Mikhail Voitenko, em referência a uma suposta venda de armas ao regime em Damasco. "O navio ′Chariot` atracou em Tartus em 11 ou 12 de janeiro", declarou Voitenko, baseado em dados do Sistema Automático de Identificação (AIS). Segundo a imprensa russa, o navio estaria carregado com até 60 toneladas de armas e equipamentos militares enviados pela agência pública russa de exportação de armamentos Rosoboronexport. Os Estados Unidos comunicaram na sexta-feira sua preocupação a Moscou sobre a suposta venda de armas ao regime sírio. "No que diz respeito ao navio, manifestamos nossas preocupações à Russia e ao Chipre, onde o navio atracou pela última vez", disse a porta-voz do departamento de Estado Victoria Nuland. O regime sírio promove uma violenta repressão contra a oposição ao presidente Bashar al Assad, que desde março passado já deixou mais de 5 mil mortos. Da AFP Paris .. Leia Mais... Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias Copyright © 2012, Pernambuco.com - Grupo Associados, Recife-PE, Brasil
www.pernambuco.com | 14-01-2012
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A Eurozona, que esperava recuperar certa tranquilidade neste início de ano, voltou a afundar na crise depois do rebaixamento em série pela agência Standard & Poor′s das notas de mais da metade de seus membros, entre eles a França, que perdeu seu triplo A e se distanciou da Alemanha. A esta nova turbulência, soma-se o impasse das negociações sobre o pagamento parcial da dívida da Grécia pelos bancos, processo vital para que o país não entre em falência.
Após o êxito das primeiras emissões da dívida da Itália e da Espanha, sinal de um possível fim do risco de alastramento da crise, a Standard and Poor`s (S&P) cumpriu na sexta-feira à noite suas ameaças.
A agência de notação financeira, que previa rebaixar a nota de 16 dos 17 países da União Monetária, rebaixou nove.
O maior golpe foi contra a França, segunda maior economia europeia, que perdeu seu triplo A, a maior pontuação possível, e desceu um escalão junto com a Áustria, para AA .
Restam apenas quatro países com triplo A na Eurozona, o que lhes permite emitir dívida com um menor custo.
Os países alvos dos mercados têm sido duramente atingidos: Itália e Espanha perderam dois escalões, como Portugal e Chipre, cujas dívidas foram rebaixadas pela S&P para o grau de investimento "especulativo". As notas de Malta, Eslováquia e Eslovênia, também perderam uma gradação.
A S&P ainda ameaça uma maior degradação até o final de 2013 para todos os países da Eurozona, com exceção da Alemanha e da Eslováquia.
A chefe do governo alemão, Angela Merkel, disse neste sábado que a decisão da S&P confirma que "falta percorrer um longo caminho para restaurar a confiança dos investidores", apesar de tentar relativizar a decisão da S&P.
"No entanto, também está claro que nos comprometemos de forma determinada com este caminho de moeda estável, finanças sólidas e crescimento duradouro", afirmou em seu discurso no congresso de seu partido, o conservador CDU.
Merkel também insistiu na adoção rápida do pacto fiscal para recuperar a confiança dos investidores na Zona Euro.
Os líderes e as instituições europeias são os principais alvos da agência, que criticou o fracasso das soluções que surgiram a partir das várias reuniões de cúpula decisivas. "Em um momento em que todos os governos e todas as instituições europeias estão mobilizados (para reforçar o controle das finanças públicas e da governança da União Monetária), estou surpreso com o momento escolhido pela Standard and Poor`s e por sua avaliação que não leva em conta a evolução atual", declarou neste sábado o comissário europeu dos Serviços Financeiros, Michel Barnier.
Bruxelas caracterizou esta decisão como "inconsistente".
"A eficiência, estabilidade e previsibilidade da política e das instituições políticas europeias não são tão sólidas como deveriam", advertiu a agência de classificação, lamentando que a reforma "repousa sobre um único pilar, o da austeridade fiscal".
A S&P também ataca os "recursos insuficientes e pouco flexíveis" do Fundo de Ajuda da Eurozona (FEEF). Berlim se recusa a fortalecer o fundo para evitar a propagação da crise da dívida.
A agência critica a França por seu "nível relativamente elevado da dívida pública" e a "rigidez do mercado de trabalho".
A menos de 100 dias da eleição presidencial francesa, esta decisão cai em um momento ruim para o presidente Nicolas Sarkozy, que tinha anunciado que a conservação do triplo A era sua prioridade.
O primeiro-ministro francês François Fillon reconheceu neste sábado que, embora esperada, esta decisão veio "na hora errada", embora "seja apenas uma advertência que não deve ser dramatizada, mas também não pode ser subestimada".
A degradação da nota francesa ameaça ter repercussões graves para Eurozona. O FEEF também pode perder seu triplo A, que é garantido em conjunto por Paris e Berlim.
O presidente do governo espanhol, Mariano Rajoy, por sua vez, defendeu sua política antidéficit e pediu reformas em todos os países da União Europeia.
"O governo que eu presido sabe perfeitamente o que é preciso fazer para melhorar a reputação da Espanha, para crescer e criar empregos, e vai fazer isso", declarou durante uma reunião de sua formação, o Partido Popular.
Mariano Rajoy disse que defenderá essa política de austeridade na cúpula europeia informal de 30 de janeiro.
"Eu vou fazer uma aposta clara, firme e firme e contundente no euro. Vou dizer que não podemos gastar o que não temos, que é preciso controlar o déficit (...) Vou dizer que todos os países da União Europeia têm que fazer reformas econômicas e vou dizer que a União Europeia tem que resolver os problemas de financiamento", declarou.
A decisão da S&P abafou outra importante notícia vinda da Grécia, epicentro da crise da dívida desde 2010. Os bancos, que estão imersos em uma briga com os líderes europeus que querem o pagamento de metade da dívida grega nos seus balanços, suspenderam as negociações na sexta-feira.
A atitude sugere que eles poderão rever o compromisso assumido no dia 27 de outubro para reestruturar a dívida do país, condição necessária para evitar um default descontrolado. Um blefe ou uma ameaça real? As negociações serão retomadas na quarta-feira. Da AFP Paris
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www.pernambuco.com | 14-01-2012
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A agência de classificação de risco financeiro Standard and Poor′s reduziu nesta sexta-feira as notas das dívidas soberanas de nove países europeus, entre eles França, Itália, Espanha e Portugal, mas manteve o "rating" da Alemanha. Na maior parte dos casos, além da redução da nota, os países ficaram sob "perspectiva negativa", o que abre caminho para novas baixas. A principal exceção desta chamada "sexta-feira 13" foi a Alemanha, que teve sua nota da dívida soberana mantida em AAA, com perspectiva estável, segundo o site da S&P. Também escaparam do "corte" Holanda, Bélgica, Estônia, Finlândia, Irlanda e Luxemburgo. Após a "degola" desta sexta-feira, apenas Alemanha, Luxemburgo, Holanda e Finlândia mantêm a nota máxima AAA por parte da Standard and Poor`s. Segundo a agência de classificação de risco, o pacto fiscal que está sendo negociado para reforçar a disciplina fiscal na zona do euro "não representa um avanço significativo e de alcance suficiente para solucionar completamente os problemas financeiros da região". A França, que gozava de um rating de crédito superior, teve sua nota AAA reduzida para AA , comprometendo a credibilidade do país e intensificando as incertezas sobre a crise da dívida. O primeiro-ministro francês, François Fillon, estimou que "não é uma boa notícia, mas também não é uma catástrofe, já que não são as agências de classificação que ditam a política da França". A redução da nota da Itália foi mais severa, em dois níveis, de A para BBB , deixando o país no mesmo patamar da Irlanda. A S&P já havia reduzido a nota da Itália, de A para A, em setembro passado, diante da instabilidade do governo de Silvio Berlusconi e de sua resistência a aplicar medidas de austeridade. Em novembro, o governo de Berlusconi foi substituído por um executivo de tecnocratas dirigido pelo ex-comissário europeu Mario Monti, que logo adotou um duro plano de austeridade, o terceiro em poucos meses, visando equilibrar as contas públicas em 2013. Com um nível recorde de dívida (1,9 trilhão de euros ou 120% do PIB) e uma economia em recessão, a Itália deve enfrentar este ano o desafio de buscar 450 bilhões de euros nos mercados, pagando taxas superiores às habituais. Esta é a primeira vez que a dívida a longo prazo da Itália cai para a classificação B, o que deixa o país no mesmo nível de Colômbia, Cazaquistão, África do Sul e Tailândia. Portugal sofreu uma queda em dois degraus, de BBB- para BB, passando à categoria de investimentos especulativos, com perpectiva negativa, o que antecipa uma nova revisão a médio prazo. A nota da Espanha também caiu em dois níveis, de AA- a A, e segundo a S&P, há uma chance em três de uma nova redução em 2012 ou 2013, especialmente se o governo em Madri não conseguir reduzir o elevado nível de desemprego. A Standard and Poor`s reduziu ainda as notas de Áustria, Eslováquia, Eslovênia, Chipre e Malta. A nota da Áustria caiu de AAA para AA , com perspectiva negativa. O presidente do Eurogrupo, Jean-Claude Juncker, reagiu à decisão da S&P afirmando que fará "todo o possível" para conservar a nota máxima (AAA) do fundo de resgate europeu, principal instrumento para se enfrentar a crise da dívida. "Os países que dão garantia ao FEEF (Fundo Europeu de Estabilidade Financeira) estão determinados a fazer todo o possível para conservar o triplo A do Fundo", destacou Juncker. O comissário europeu de Assuntos Econômicos e Monetários, Olli Rehn, lamentou "a decisão inconsistente" da Standard & Poor`s, especialmente "no momento em que a zona do euro está tomando medidas decisivas para enfrentar a crise". Os países da União Europeia, exceto a Grã-Bretanha, acertaram um pacto em dezembro passado para reforçar a austeridade e a coordenação econômica na zona do euro, que prevê sanções quase automáticas para os Estados cujo déficit fiscal ultrapassar 3% do PIB. O pacto será debatido na Cúpula europeia do próximo dia 30 de janeiro, em Bruxelas, visando sua aplicação a partir de março. O ministério alemão da Economia garantiu que a zona do euro vai "sanear suas finanças públicas" e que a Alemanha está "determinada para contribuir com a superação da crise". "Com o andamento das decisões da Cúpula (da UE em dezembro) e com o acordo vinculante sobre regras fiscais concretas, vamos estabilizar as finanças dos membros da zona do euro de forma duradoura e recuperar a confiança dos mercados". O ministro alemão das Finanças, Wolfgang Schäuble, citou o caso específico da França, que segue no "bom caminho", apesar da decisão da S&P. "Juntos devemos cumprir as regras, manter a competitividade, o que vamos fazer unidos. Estamos no bom caminho", declarou Schäuble à imprensa em meio à "sexta-feira 13". O ministro destacou que apenas a Standard & Poor`s reduziu a nota da França, que segue com AAA na classificação das outras duas principais agências: Moody`s e Fitch.
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www.pernambuco.com | 14-01-2012
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Rauf Denktash, o líder dos turcos cipriotas cuja busca determinada por um Estado em separado dos gregos para seu povo levou à criação da República Turca do Norte do Chipre em 1983, morreu nesta sexta-feira aos 87 anos, informou o médico Charles Canver, que tratava as doenças cardíacas do político.
www.estadao.com.br | 14-01-2012
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NICÓSIA - O ex-líder turco-cipriota Rauf Denktash, um defensor feroz da independência turco-cipriota e figura-chave nos conflitos étnicos de décadas no Chipre, morreu nesta sexta-feira aos 88 anos, disseram médicos e familiares. Denktash, que teve sua saúde deteriorada na última década, foi internado em 8 de janeiro com desidatração, evoluindo rapidamente para falência múltipla de órgãos.
oglobo.globo.com | 14-01-2012
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Ex-líder turco-cipriota foi um defensor feroz da independência do Chipre. Internado com desidratação, ele sofreu falência múltipla de órgãos, aos 88.
g1.globo.com | 14-01-2012
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O ex líder turco cipriota Rauf Denktash, um defensor feroz da independência turco cipriota e figura chave nos conflitos étnicos de décadas no Chipre, morreu nesta sexta feira aos 88 anos, disseram médicos e familiares.
noticias.terra.com.br | 13-01-2012
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O político cipriota Rauf Denktash morreu nesta sexta-feira aos 88 anos, anunciou a sua família. Foi o primeiro presidente da República Turca do Norte de Chipre, reconhecida apenas pela Turquia, e manteve-se no cargo entre 1983 to 2005.
feedproxy.google.com | 13-01-2012
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Os Estados Unidos expressaram, nesta sexta feira, à Rússia e ao Chipre, sua preocupação com a "carga perigosa" transportada por um barco com destino à Síria, enquanto alguns analistas suspeitam que leve munições.
noticias.terra.com.br | 13-01-2012
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BEIRUTE e PARIS - O governo francês, organizações humanitárias e a oposição síria pediram uma investigação independente sobre o jornalista Gilles Jacquier, morto durante um ataque em Homs. Mais cedo, a Turquia acusou um navio russo de levar um carregamento de armas para Damasco, e um segundo observador da Liga Árabe teria ameaçado deixar a missão na Síria apenas um dia depois de um monitor argelino abandonar a comissão. Jacquier foi morto em um ataque ainda não esclarecido na cidade de Homs na quarta-feira. De acordo com testemunhas, um grupo de jornalistas foi atingido por diversas granadas, matando outras sete pessoas e ferindo mais 25. A oposição convocou protestos pela morte do cinegrafista nesta quinta-feira. - A morte do jornalista francês levanta um número de questões: quem fez o ataque? Qual era o propósito? Não sabemos as respostas. Então, é importante que seja iniciada uma investigação crível - disse Nadim Houry, da Human Rights Watch. O ministro de Relações Exteriores da França, Alain Juppé, já tinha acusado na quarta-feira o governo do presidente Bashar al-Assad pelo incidente: - Depende das autoridades sírias a segurança de jornalistas estrangeiros em seu território - disse ele. De acordo com o jornal inglês “Guardian”, o diretor editorial da France Televisions embarcará para a Síria nesta quinta-feira para trazer de volta o corpo do jornalista morto e os sobreviventes Christophe Kenck e a mulher do fotógrafo, que estão em estado de choque. O corpo de Jacquier está no Hospital Francês de Damasco. Ativistas sírios publicaram um vídeo reclamando de terem sido impedidos pela polícia de prestar uma homenagem ao jornalista na porta do Centro Cultural Sírio em Paris. - Hoje nós queríamos deixar uma foto dele (Jacquier) no Centro Cultural Sírio para representar o crime do regime de Bashar al-Assad e ficamos surpresos em ver antes da gente a polícia e uma presença significativa de segurança protegendo o local e impedindo que colocássemos essa foto em homenagem a Gilles Jacquier. Gostaríamos de expressar nossa surpresa com isso e gostaríamos de uma explicação do por quê fomos impedidos de prestar um simples tributo a esse jornalista, esse herói - diz um homem que aparece no vídeo. A Turquia afirmou que um navio russo, carregado de armas e munição, aportou na Síria nesta quinta-feira. O navio teria feito uma parada não programada no Chipre, violando o embargo europeu sobre carregamentos armamentistas para a Síria. As autoridades do Chipre disseram que liberaram a partida da embarcação após serem informadas de uma suposta mudança de destino para a Turquia. Ex-monitor diz que mais deixaram a missão da Liga Árabe O argelino Anwar Malek, observador que abandonou a missão da Liga Árabe na quarta-feira, afirmou, em entrevista por telefone à agência Reuters, que mais integrantes da missão já deixaram a Síria por acreditar que a delegação contribui para o aumento da violência no país. Teriam saído um egípcio, um especialista criminal do Marrocos e um integrante humanitário do Djibuti. A informação ainda não foi confirmada. De acordo com Malek, o único motivo que impede mais desistências é que muitos monitores obedecem a ordens de seus países, colocando-as como prioridade, à frente dos objetivos da equipe árabe. Ele afirmou que observadores sudaneses enviam relatórios para seu governo antes de mandá-los para o centro de operações da missão em Damasco e que os monitores iraquianos relutam a visitar redutos da oposição síria. Os Estados Unidos anunciaram nesta quinta-feira uma redução na equipe de sua embaixada na Síria por causa das condições de segurança no país. O Departamento de Estado ordenou que a saída de alguns funcionários seja feita o mais breve possível e lembrou que os americanos devem evitar viagens a Síria. Nesta quinta-feira, cerca de 150 expatriados sírios partiram em comboio da Turquia em direção a Síria, para levar mantimentos, remédios e roupas para a população do país, em uma campanha organizada via Facebook. A Turquia possui uma fronteira de 900 km com a Síria. Os organizadores do comboio ainda não sabem se conseguirão entrar na Síria para entregar a ajuda.
oglobo.globo.com | 12-01-2012
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feedproxy.google.com | 11-01-2012
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NICOSIA, Chipre, 8 Jan 2012 (AFP) Onze soldados morreram e 20 ficaram feridos na noite de sábado em confrontos com desertores em Basr al Harir, província de Deraa (sul da Síria), anunciou neste domingo o Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH).
noticias.terra.com.br | 08-01-2012
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Andy Murray vai ter que jogar contra a torcida no ATP 250 de Brisbane. Isso porque, nesta sexta feira, ele venceu Marcos Baghdatis, do Chipre, e se classificou para enfrentar o tenista local Bernard Tomic. A partida será uma das semifinais da competição. A outra será disputada entre Alexandr Dolgopolov e Gilles Simon.
esportes.terra.com.br | 06-01-2012
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O presidente do Chipre, Dimitris Christofias, se mostrou disposto a se reunir com o primeiro ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, para reduzir a tensão entre os dois países, agravada pela exploração de jazidas de gás nas águas da ilha.
noticias.terra.com.br | 04-01-2012
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RIO — O ano de 2011 termina como o período em que as bolsas europeias tiveram quedas abissais, de até 51,88% no índice Athex da Bolsa de Atenas, na Grécia, a mais prejudicada pela crise de dívida que arrastou o continente europeu. Nesta sexta-feira, último pregão do ano, o Athex chegou a subir 1,97%, aos 680 pontos. Entre os 91 principais índices de ações monitorados pela Bloomberg, a Bolsa da Grécia só teve desempenho pior do que a Bolsa de Valores de Chipre, cujo índice recuou 71,95% no ano considerando os preços das ações em moeda local (euro). Nos Estados Unidos, apenas a bolsa de Nasdaq, de ações de empresas do setor de tecnologia, fechou o ano com desempenho negativo. O Índice Nasdaq caiu 0,33% nesta sexta-feira, recuando perda de 1,80% no ano. O Dow Jones recuou 0,57%, mas teve alta de 5,53% no ano. Já o S&P 500 perdeu 0,43% no pregão desta sexta-feira, ficando estável no acumulado de 2011. A Bolsa de Portugal também afundou, apesar da leve alta de 0,61% nesta sexta-feira, aos 2.167 pontos. No ano, a queda do índice PSI foi de 27,60%. Na Espanha, o IBEX 35 fechou a sexta-feira com ganho de 0,92%, aos 8.566 pontos, mas acumulou no ano uma perda de 13,11%. Na Itália, o FTSE MIB avançou 1,22% no último pregão do ano, aos 15.089 pontos. Em 2011, retrocedeu 25,20%. No Reino Unido, o FTSE 100 subiu 0,10% nesta sexta-feira, mas perdeu 5,55% no ano. Na França, o CAC 40 ganhou 1,03% nesta sexta-feira, entretanto terminou o ano com queda de 16,95%. Na Alemanha, o índice DAX subiu 0,85% no dia. No ano, a queda chegou a 14,69%.
oglobo.globo.com | 30-12-2011
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São Paulo - No programa de hoje: Chipre lidera no Facebook, Planos para o Windows Phone vazam na Microsoft e Google+ ultrapassa os 62 milhões... ( Fabiano Candido, de INFO Online )
info.abril.com.br | 29-12-2011
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São Paulo - A república de Chipre, localizada no extremo sudeste da Ásia, ao lado da Grécia, é o país com maior... ( Vinicius Aguiari, de INFO Online )
info.abril.com.br | 28-12-2011
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feedproxy.google.com | 26-12-2011
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LONDRES — A agência de classificação de risco Moody's reduziu em dois níveis a nota da dívida da Bélgica, citando a frágil confiança na zona do euro que pode causar pressões de financiamento para países com dívida elevada. A agência reduziu a nota belga em moeda local e estrangeira de Aa1 para Aa3. O novo rating tem perspectiva negativa, o que significa que outro rebaixamento é possível nos próximos anos. Já a Fitch confirmou nesta sexta-feira a nota AAA da economia francesa, mas alertou que pode rebaixar outros seis países da zona do euro: Bélgica, Chipre, Eslovênia, Espanha, Irlanda e Itália. A Fitch explicou que a classificação de crédito da França é sustentada pela riqueza do país e a diversidade da economia e assinalou que o governo conservador do presidente Nicolas Sarkozy adotou diversas medidas para fortalecer suas finanças. Por outro lado, a agência disse que a dívida pública francesa pode atingir 92% do PIB em 2014. Como resultado, o viés do país foi revisado de “estável” para “negativo”, o que não implica a possibilidade de um rebaixamento. No mesmo comunicado, a Fitch alertou que pode rebaixar algumas outras economias de grande porte na zona do euro, notadamente Itália e Espanha. A agência afirma que, após a cúpula da União Europeia na semana passada, “concluiu que uma ampla solução para a crise na zona do euro está técnica e politicamente fora de alcance”. A Fitch pretende concluir até o fim de janeiro a revisão dos seis países da zona do euro ameaçados nesta sexta-feira, e estuda a possibilidade de rebaixá-los em um ou dois graus. Autoridades francesas e investidores temiam que a França pudesse ser rebaixada, o que teria graves repercussões sobre os esforços europeus para conter a crise da dívida. As classificações AAA da França e da Alemanha sustentam o risco do fundo de resgate da zona do euro. Três dos 17 países do bloco já receberam empréstimos – Grécia, Irlanda e Portugal. Os investidores temem que o custo de financiamento de Espanha e Itália suba tão rapidamente que ambas precisem também de ajuda financeira. Os dois países são considerados grandes demais para que possam ser resgatados pelo fundo europeu.
oglobo.globo.com | 16-12-2011
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AMSTERDÃ — A Europol anunciou nesta sexta-feira a prisão de 112 pessoas em 22 países após um ano de investigações sobre pornografia infantil. Ao divulgar o resultado da ação, chamada Operação Ícaro, o diretor da instituição, Rob Wainwright, alertou que a tecnologia está dificultando ainda mais o combate à disseminação de imagens de abusos sexuais de crianças. Segundo a Europol, que coordena as ações de inteligência e integração entre as polícias de países da União Europeia, a operação teve como alvo pessoas que compartilham “as formas mais extremas de material em vídeo”, incluindo imagens de bebês e crianças de até três anos sofrendo abuso sexual ou mesmo sendo violentadas. A investigação aponta 269 suspeitos, e mais prisões devem acontecer, uma vez que a operação revelou redes até então desconhecidas de pedófilos agindo em diferentes canais de bate-papo na Internet. O diretor da Europol classificou a ação como um sucesso, mas ressaltou, em um pronunciamento, que ela mostra “como a internet está ajudando os criminosos a desenvolver melhores técnicas para compartilhar imagens em escala global e para proteger suas identidades”. - Os problemas envolvidos estão se tornando cada vez mais difíceis para a polícia – disse Wainwright. Entre outros problemas, o simples volume de material encriptado é assustados, e muitas das informações obtidas na operação ainda estão sendo analisadas. Um único suspeito na Suíça tinha 120 terabytes (120 mil gigabytes) de dados – somando milhares de horas de vídeos em alta definição. A Operação Ícaro foi liderada pela polícia dinamarquesa, considerada mais experiente na análise das redes de compartilhamento usadas para a troca do material pornográfico. Somente na Dinamarca, 19 homens com idades dentre 24 e 55 anos foram indiciados. O chefe da polícia dinamarquesa, Jens Henrik Hoejbjerg, disse que 59 computadores e 2.430 aparelhos de armazenamento de dados foram apreendidos no país durante a operação. - É um volume imenso para nossos investigadores analisarem – disse Hoejbjerg. Os países envolvidos na investigação foram Áustria, Bélgica, Bulgária, Chipre, Croácia, Dinamarca, Eslováquia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Malta, Noruega, Polônia, República Tcheca, Suécia e Suíça. Segundo investigadores, um dos homens presos estava aliciando uma criança pela internet e foi detido quando tentava marcar um encontro. A polícia não divulgou em que país o pedófilo foi capturado. A Comissária de Assuntos Domésticos da União Europeia, Cecilia Malmstrom, disse que a operação mostrou a “importância da cooperação entre autoridades policias em nível europeu e global para rastrear atividades criminais que ignoram fronteiras”. Em março, a Europol, cuja sede fica em Haia, na Holanda, havia anunciado o desmantelamento de uma rede de pedofilia ainda maior, com 184 prisões e 670 suspeitos em 30 países.
oglobo.globo.com | 16-12-2011
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BRUXELAS - Quase um quarto dos 500 milhões de habitantes de países da União Europeia nunca acessaram a internet, e há uma divisão que vem se agravando entre o norte da Europa e as regiões mais pobres sul e leste, mostraram dados divulgados nesta quarta-feira. Mais da metade da população da Romênia e pouco menos da metade dos habitantes de Bulgária, Grécia, Chipre e Portugal não têm acesso à internet em casa, segundo dados da Eurostat, agência de estatísticas da UE. Vinte e quatro por cento das pessoas com idade entre 16 e 74 anos nos 27 países do bloco nunca acessaram a web. Além de evidenciarem disparidades geográficas em uma das regiões mais desenvolvidas do mundo, os números ressaltam a falta de oportunidades que as pessoas de comunidades mais pobres têm de tirar proveito de avanços tecnológicos como a internet, que forneceram bens de menor custo e serviços a milhões de pessoas. “Para muitas pessoas parece difícil viver hoje em dia sem internet", disse a Eurostat. "Porém, uma parcela da população da UE, que vem diminuindo mas não é negligenciável, nunca a acessou Embora o acesso à internet tenha crescido nos últimos cinco anos, as disparidades ainda são grandes: somente 45% da população está conectada na Bulgária contra 94% na Holanda. Outros países onde se encontram grandes taxas de acesso são Luxemburgo, Suécia e Dinamarca, todos com 90% ou mais da população conectada.
oglobo.globo.com | 14-12-2011
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ISTAMBUL - Enquanto a crise econômica se espalha pela União Europeia, uma assertiva Turquia lança um crescente olhar sobre o leste ao invés do oeste, e se pergunta: a Turquia deve rejeitar a Europa antes que a Europa rejeite a Turquia? Quando o primeiro-ministro Recep Tayyip Erdogan chegou ao poder em 2002, ele fez da entrada do país na União Europeia o seu grande objetivo político. Determinado a incluir a Turquia no Ocidente, o Partido da Justiça e Desenvolvimento, islamista moderado, ao qual Erdogan pertence, abordou temas espinhosos como a melhoria dos direitos de minorias e a flexibilização das restrições à liberdade de expressão - tudo para colocar o país mais perto dos vizinhos ocidentais. Mas a jogada turca foi recebida com ceticismo e até com o desprezo de alguns membros do bloco, até por conta da população quase inteiramente muçulmana do país. As negociações se arrastaram indefinidamente sem nunca mostrar um caminho claro para a adesão. Agora é a Turquia que se cansou da ideia, dizem analistas. Com a Europa balançada por uma crise de crédito espiral e o tumulto da Primavera Árabe criando oportunidades para a Turquia se tornar um novo poder regional, os turcos estão considerando um passo que seria impensável há poucos anos: deixar a UE para trás. - O primeiro-ministro Erdogan quis ser o primeiro líder islâmico conservador que iria trazer a Turquia para o Ocidente, mas depois de a Europa traí-lo, ele abandonou essas ambições - diz Erol Yarar, que tem acesso ao primeiro-ministro e é fundador de um grupo de negócios religiosos conservadores que abrange 20 mil empresas - Hoje, a União Europeia não tem absolutamente nenhuma influência sobre a Turquia e a maioria dos turcos estão se perguntando: ‘Por que nós deveríamos fazer parte dessa bagunça?’. A política externa da Turquia tem se tornado mais forte no Oriente Médio, o que ficou em evidência na semana passada, quando o país impôs sanções à Síria e se preparou para uma possível intervenção militar. A Turquia também se tornou uma poderosa voz de indignação regional sobre o tratamento israelense a palestinos, especialmente depois que, em consequência da violenta ação israelense contra a flotilha de ajuda humanitária que tentava chegar a Gaza, congelou as relações com o Estado judeu. Com Chipre no comando da UE, cenário piora Enquanto isso, autoridades turcas dizem que as relações com a UE chegaram a um nível de desesperança irreparável, que piorou com a projeção de que o Chipre assumirá a Presidência rotativa do bloco em 2012. A Turquia trava uma luta política com o Chipre desde 1974, quando invadiu a ilha para evitar uma união proposta com a Grécia e estabeleceu um governo rival na parte étnica turca de Chipre que só Ancara reconhece. De acordo com o jornal turco “Milliyet”, o presidente da Turquia, Abdullah Gul, classificou o Chipre como “um país pela metade” que iria levar a “uma união miserável”. Então, quando a França propôs na semana passada que a Turquia fosse convidada a participar de um encontro entre os ministros de Relações Exteriores da UE para discutir a situação da Síria, o Chipre vetou a ideia. Um século atrás, quando o Império Otomano estava decaindo, a Turquia ganhou o controverso apelido de “o homem doente da Europa”. Agora, muitos turcos tripudiam sobre a projeção de que a economia nacional deve crescer 7,5% neste ano enquanto a Europa está adoecida. - Aqueles que nos chamaram de “doentes” no passado agora estão “doentes”. Que Deus lhes permita se reconstruir - disse o ministro da Economia turco, Zafer Caglayan, recentemente. Com a Presidência da UE nas mãos do Chipre em 2012, as negociações vão efetivamente se congelar, ainda mais após a Turquia anunciar que vai boicotar a Presidência. Se as conversas estiverem na mesma situação em 2014, fontes do governo turco afirmam que o país pode abandonar a tentativa de adesão. A opinião pública da Turquia já mudou sua visão sobre a questão. De acordo com pesquisas, 73% dos turcos viam a entrada na UE como algo positivo em 2004, mas apenas 38% pensavam o mesmo em 2010. O ministro turco para assuntos da União Europeia, Egemen Bagis, disse que a Turquia continua comprometida com a entrada na UE. Com sua força de trabalho jovem e dinâmica, grande mercado doméstico e papel regional crescente, a Turquia seria, mais do que nunca, na visão de Bagis, um trunfo para uma oscilante UE. - Calma, Europa. A Turquia está chegando para o resgate - disse o ministro. Mas empresários do país, que têm apoiado firmemente a adesão, estão descobrindo o quão isso é difícil. Yarar, líder de um grupo de empresários e dono de uma empresa química e de uma alimentícia, observou que o comércio da Turquia tem se deslocado para o leste. Embora a Europa ainda tenha comprado 56% das exportações turcas em 2010, o percentual para o Oriente Médio ficou em 20%, enquanto era apenas 12,5% em 2004. - Vai levar dez anos, mas a Primavera Árabe vai tornar esses mercados ainda mais atrativos - prevê o empresário. Influência no mundo árabe pode atrair europeus A relação esfriada com a Turquia está custando a influência europeia no mundo árabe, onde a Turquia, um membro da Otan que faz fronteira com Irã, Iraque e Síria, está se tornando um importante interlocutor para o Ocidente. Pela primeira vez em décadas, analistas dizem que a Europa precisa mais da Turquia do que a Turquia precisa da Europa. Para os manifestantes nas ruas de Cairo, no Egito, ou Homs, na Síria, Erdogan, um muçulmano que governa um próspero país com 78 milhões de habitantes, é um símbolo da compatibilidade da democracia com o Islã, enquanto a hostilidade europeia a seus residentes muçulmanos mina a sua influência na região. Membros do alto escalão turco dizem que Recep Tayyip Erdogan se afastou da Europa e abraçou Washington - um desenvolvimento visto quando a Turquia anunciou sanções contra a Síria. Enquanto Erdogan coordenou o assunto de perto com Barack Obama, a Europa deu apenas suporte. O declínio da influência europeia também pode corroer a ambição turca de ser um modelo de democracia para o mundo árabe. Defensores dos direitos humanos dizem que, sem a perspectiva de adesão à União Europeia, a veia autoritária do governo turco está crescendo sem controle. Um relatório de novembro da Comissão Europeia aponta que 64 jornalistas foram presos na Turquia e um grupo de mídia de destaque que criticou o partido governante recebeu uma multa fiscal de US$ 2,5 bilhões Em Istambul, cidade cosmopolita, mesmo os ambiciosos e educados jovens estão fartos da União Europeia. Em um café do lado ocidental de Bósforo (estreito que corta a cidade e separa a Europa da Ásia), Tugce Erbad, uma estudante de finanças internacionais de 19 anos, diz que sua geração não está interessada em entrar em uma União Europeia que está afundando. Mesmo assim, acha que ela e seus amigos ainda são mais atraídos pela Europa do que pelo mundo árabe. - Eu prefiriria ir para Paris do que para Beirute - diz, antes de acrescentar rapidamente: - A Turquia não é leste ou oeste. Estamos nos movendo em nossa própria direção.
oglobo.globo.com | 06-12-2011
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A chanceler alemã Angela Merkel declarou nesta terça-feira em Berlim que seguirá aplicando as reformas importantes, ao relativizar as ameaças de rebaixamento da nota da Alemanha e de outros países da zona do euro formuladas pela agência Standard & Poor's.
O governo francês disse que vai levar a sério o alerta da agência de classificação de risco de que seu rating "AAA" pode ser cortado em dois degraus, mas afirmou não ver necessidade de mais cortes orçamentários ou esperar dificuldades para emitir dívida no próximo ano.
Ontem, a S&P colocou a nota de 15 dos 17 países da zona do euro em revisão para possível rebaixamento. Só não foi colocada em revisão a nota de Chipre, que já está em revisão para rebaixamento, e a da Grécia.
Leia mais (06/12/2011 - 08h39)
redir.folha.com.br | 06-12-2011
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A agência de classificação de risco Standard & Poor''s (S&P) divulgou num comunicado que colocou em revisão para potencial rebaixamento os ratings de 15 países da zona do euro e que manteve sob revisão negativa a nota do Chipre, afirmando que a tensão sistêmica no bloco monetário aumentaram nas
economia.estadao.com.br | 06-12-2011
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SÃO PAULO - A agência de classificação de risco Standard & Poor's (S&P) divulgou num comunicado que colocou em revisão para potencial rebaixamento os ratings de 15 países da zona do euro e que manteve sob revisão negativa a nota do Chipre, afirmando que as tensões sistêmicas no bloco monetário
economia.estadao.com.br | 05-12-2011
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A agência de notação acabou por não colocar em observação com implicação negativa apenas os seis membros da zona euro com rating triplo A. Colocou mais nove e manteve Chipre nessa situação
aeiou.expresso.pt | 05-12-2011
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O Apoel Nicósia fez história ao se tornar o primeiro time do Chipre a alcançar a classificação para a fase eliminatória da Liga dos Campeões depois do empate com o Zenit São Petersburgo por 0 a 0, pelo Grupo G, nesta quarta feira.
esportes.terra.com.br | 24-11-2011
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O Apoel Nicosia tornou-se o primeiro time do Chipre a se classificar para a fase eliminatória da Liga dos Campeões depois de empatar com o Zenit St Petersburg por 0 x 0, pelo Grupo G, nesta quarta-feira. A equipe campeã cipriota soma 9 pontos, um a mais que o Zenit. O Porto está em terceiro lugar
www.estadao.com.br | 24-11-2011
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O Apoel Nicosia tornou se o primeiro time do Chipre a se classificar para a fase eliminatória da Liga dos Campeões depois de empatar com o Zenit St Petersburg por 0 x 0, pelo Grupo G, nesta quarta feira.
esportes.terra.com.br | 23-11-2011
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Em setembro passado, Chipre anunciou o início das prospeções de gás no Mediterrâneo com a companhia norte-americana Noble Energy, na zona económica…
pt.euronews.net | 23-11-2011
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"Só falta um ponto". Presidente, treinador, jogadores e torcedores do surpreendente APOEL de Nicósia, time cipriota que lidera o grupo G da Liga dos Campeões, repetem esta frase sem parar e parecem não acreditar que estão tão próximos de se classificar paras as oitavas de final da maior competição de clubes da Europa.
esportes.terra.com.br | 22-11-2011
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