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Dinamarca

RIO - O Festival É Tudo Verdade anunciou, nesta segunda-feira, os filmes selecionados para sua competição internacional. Serão 12 longas e médias-metragens de países como China, Israel, EUA, Portugal e Coreia do Sul.Foram selecionados "China Peso-Pesado", de Yung Chang; "Cinco câmeras quebradas", de Emad Bornat e Guy Davidi; "1/2 revolução", de Omar Shargawi e Karin El Hakim; "Com amor, Carolyn", de Maria Ramstrom e Malin Korkeasalo; "O homem que ninguém conheceu", de Carl Colby; "Planeta caracol", de Seung-Jun Yi; "É na Terra não é na lua", de Gonçalo Tocha; "Tonia e seus filhos", de Marcel Lozinski; "O emprego", de Didier Cros; "Calafete, zoológicos humanos", de Hans Mulchi; "O beijo de Putin", de Lise Birk Pedersen; e "Barulho", de Dan Geva e Noit Geva.

Além desses, nove curtas-metragens internacionais serão exibidos no festival, também pela competição. O É Tudo Verdade será realizado entre os dias 22 de março e 1 de abril. Ainda haverá mostras itinerantes em Brasília (10 a 15 de abril) e pela primeira vez em Belo Horizonte (maio, datas a definir).

No Rio, o filme de abertura será "Jorge Mautner — O filho do Holocausto", de Pedro Bial e Heitor D’Alincourt; e em São Paulo, "Tropicália", de Marcelo Machado.

Veja lista completa e suas sinopses abaixo:

COMPETIÇÃO INTERNACIONAL DE LONGAS-METRAGENS

“China Peso-Pesado” (China Heavyweight) / China / Diretor: Yung Chang

Caçadores de talentos esportivos percorrem o interior da China à procura de jovens talentos para o boxe – banido em 1959 após a revolução chinesa. Mais de meio século depois, o esporte tornou-se um dos maiores sonhos de ascensão para muitos garotos.

“Cinco Câmeras Quebradas” (Les Cinq Cámeras Brisées) / França / Diretores: Emad Bornat e Guy Davidi

Em 2005, o governo de Israel construiu um muro em Bil’in, pequena cidade da Cisjordânia. O objetivo seria “proteger” a comunidade vizinha de Modi’in Illit, assentamento com capacidade para abrigar 150 mil judeus israelenses. Coincidindo com o nascimento de seu quarto filho, um dos moradores de Bil’in vê-se transformado em documentarista amador do conflito público e de sua vida privada.

“½ Revolução” (1/2 Revolution) / Dinamarca / Diretores: Omar Shargawi e Karin El Hakim

Um grupo de amigos testemunham os primeiros protestos na Praça Tahrir, no Cairo, para o afastamento do ditador Hosni Mubarak, há 30 anos no poder. Entre eles, os diretores deste filme, o egípcio Karim El Hakim e o dinamarquês de origem palestina Omar Shargawi.

“Com Amor, Carolyn” (Love Always, Carolyn) / Suécia / Diretores: Maria Ramstrom e Malin Korkeasalo

Mulher de Neal Cassady e amante de Jack Kerouac, Carolyn Cassady viveu a sua longa vida lidando com o dúbio legado da convivência íntima com dois dos maiores ícones da geração beat. Kerouac transformou-os em personagens de “On The Road”. Agora é a vez de Carolyn contar sua história.

“O Homem que Ninguém Conheceu” (The Man Nobody Knew) / Estados Unidos / Diretor: Carl Colby

Integrante da CIA por quase 30 anos, William Colby participou e comandou inúmeras operações clandestinas em diversos países do mundo. Quando o presidente Richard Nixon lhe ordenou que bloqueasse do conhecimento do Congresso os abusos do passado, o diligente Colby dessa vez recusou-se a obedecer.

“Planeta Caracol” (Planet of Snall) / Coreia do Sul / Diretor: Seung – Jun Yi

Desde a infância, quando perdeu a visão e a audição, Young-Chan tem vivido num mundo de escuridão, silêncio e solidão. Mas isso muda quando ele conhece Soon-Hoo, com quem se casa e passa a compartilhar uma simbiótica vida a dois.

“É na Terra Não é na Lua” (É na Terra Não é na Lua) / Portugal / Diretor: Gonçalo Tocha

Na Ilha do Corvo (parte do arquipélago dos Açores), vivem cerca de 440 pessoas, em casas abrigadas nas encostas vulcânicas. O cineasta Gonçalo Tocha instala-se nesta comunidade e percebe um micromundo fechado em si mesmo e autossuficiente.

“Tonia e Seus Filhos” (Tonia I Jey Dzieci) / Polônia / Diretor: Marcel Lozinski

Wroclaw, Polônia, 1949. Werka, 11 anos, e Marcel, 9 anos, são deixados em um orfanato. A mãe deles, Tonia, cumprirá pena numa prisão, acusada de colaboração com a espionagem norte-americana. Anos depois, os irmãos descobrem, através de cartas, relatórios e registros de confissões forçadas, detalhes desconhecidos de seus passados.

“O Emprego” (La Gueule de L’Emploi) / França / Diretor: Didier Cros

Dez pessoas de diferentes idades e experiências à procura de emprego participam de um processo seletivo, por dois dias. Serão postos à prova seu respeito próprio e sua resistência mental – mais ainda que suas habilidades.

“Calafete, Zoológicos Humanos” (Calafete, Zoológicos Humanos) / Chile / Diretor: Hans Mulchi

Várias fotos e documentos comprovam as viagens forçadas de indígenas, no século XIX, a diversos locais da Europa para serem exibidos nas chamadas “exposições etnográficas”. Eles eram capturados com a conivência das autoridades do Chile e de sociedades científicas europeias.

“O Beijo de Putin” (Putin’s Kiss) / Dinamarca / Diretor: Lise Birk Pedersen

Desde os 15 anos, Masha Drokova uniu-se às fileiras do Nashi, um movimento de apoio ao líder russo Vladimir Putin, capaz de mobilizar milhares de pessoas nas ruas e enfrentar seus opositores. Bonita, articulada e entusiasta, rapidamente Masha se torna uma protegida do Ministro da Juventude.

“Barulho” (Raash) / Israel / Diretores: Dan Geva e Noit Geva

Angustiados pela convicção de viver numa sociedade incrivelmente barulhenta, o premiado casal de diretores israelenses resolve investigá-la: instalam câmeras por sua casa para captar as fontes dessa formidável massa sonora que invade seu cotidiano. Estréia mundial.

COMPETIÇÃO INTERNACIONAL DE CURTAS-METRAGENS

“Tilman no Paraíso” (Tilman im Paradies) / Alemanha / Diretor: Julian Vogel

O faxineiro alemão Tilma Mai percorre o bairro da Luz Vermelha, a zona do meretrício em Amsterdã. Sua atitude, porém, diverge da maioria dos frequentadores. Ao invés de sexo, ele procura afeição, quem sabe até mesmo amor.

“Vovós” (Abuelas) / Inglaterra / Diretor: Afarin Eghbal

Partindo dos depoimentos de quatro integrantes das Avós da Praça de Maio, este documentário de animação reconstitui a história do movimento, que reúne familiares de mulheres grávidas desaparecidas durante a ditadura militar argentina (1976-1983).

“Encontro com Papai Kasper Cartola” (Modet Med Min Far Kasper Hojhat) / Dinamarca / Diretor: Lea Glob

Lea Glob tinha 2 anos quando seu pai desapareceu. Ela pouco sabia dele, além da descrição de um homem bonito, de barba avermelhada. Quando fica sabendo da sua morte, na prisão, ela resolve seguir as pistas para a construção de sua identidade.

“Osso Vento Fogo” (Bone Wind Fire) / Canadá / Diretor: Jill Sharpe

Utilizando trechos de cartas e dos diários de três das mais importantes artistas do século XX – a pintora mexicana Frida Kahlo, a pintora norte-americana Georgia O’Keeffe e a pintora e escritora canadense Emily Carr – reconstitui-se parte de seu processo criativo, evocando os bastidores de sua trajetória feminina intensa e original.

“Queremos Explodir o Vasa” (Vi Ville Spranga Vasa) / Suécia / Diretores: Simon Moser e Idji Maciel

Simon, um jornalista pobre e fracassado, encontra a grande missão de sua vida, ao descobrir um fundo de verdade em algo que sempre se acreditou não passar de um mito. Coube a ele reescrever a história de um dos maiores tesouros museológicos da Suécia.

“Pescaria com Vovó” (Fishing with the Popo) / China / Inglaterra / Diretor: Wing Yan Lilian Fu

Dois anos após a morte da avó, a diretora Wing Yan Lilian Fu mergulha no material que guarda sobre ela. Quanto mais conversa com o resto da família, mais se dá conta de que uma narrativa inteiramente calcada no realismo não abrangerá a grandeza de sua figura.

“3 Dias de Liberdade” (3 Dniwoinosci) / Polônia / Diretor: Lukasz Borowski

Depois de 15 anos na prisão, Piotr consegue seu primeiro indulto temporário: ele tem direito a três dias de liberdade. Fora das grades, o mundo mudou bem mais do que podia imaginar. Agora, Piotr tem que decidir como aproveitar esses dias - intensos e longamente aguardados.

“Descarrilamentos” (Deragliamenti) / Itália / Diretor: Chelsea McMullan

Federico Fellini imaginou a história “Il Viaggio di Giuseppe Mastorna detto Fernet” em 1965, quando escreveu a primeira versão do roteiro. Ao longo dos anos, voltou ao tema, que acabou servindo de base à graphic novel de Milo Manara, publicada em 1992.

“A Morte Está no Campo” (La Mort est dans le Champ) / Suiça / Diretor: Chappatte

Desde 2003 envolvido em projetos editoriais em países conflagrados, o quadrinista suíço-libanês Patrick Chappatte viajou ao sul do Líbano, em 2009. Lá, ele ainda pode sentir o conflito na vida dos libaneses, que convivem diariamente com o medo de bombas que não explodiram.

oglobo.globo.com | 06-03-2012
Os cariocas terão a oportunidade de conhecer o aclamado Quinteto Vento em Madeira, músicos de grande talento que sabem passear pela música brasileira com beleza e sabedoria. Reproduzo abaixo texto da Assessoria de imprensa do grupo para quem não conhece este belo trabalho.

"O paulista Quinteto Vento em Madeira quer uma música popular e erudita, improvisada e estruturada, camerística, mas com um pouco das ruas. Algo de aldeia e de global que ao mesmo tempo em que valoriza nossa tradição vinda do século passado, aponta para um futuro em que atenção, concentração e responsabilidades serão requeridas.

Os flautistas e compositores Léa Freire e Teco Cardoso têm uma parceria musical duradoura e produtiva, iniciada nos anos 70 no CLAM (escola de música do Zimbo Trio), que já rendeu vários frutos. Os mais importantes são o CD Quinteto, resultante da turnê do primeiro CD de Teco, Meu Brasil (1997); CD Cartas Brasileiras (2007) de Léa Freire, e o álbum Waterbikes (2008) gravado na Dinamarca com o pianista Thomas Clausen, com elogiosas críticas da imprensa. O álbum Cartas Brasileiras acabou tornando-se um panorama da música instrumental paulista contemporânea, envolvendo mais de sessenta músicos em diversas formações. Para abrir o CD, foi escolhida a composição Vento em Madeira, que nos leva a um verdadeiro passeio pelo Brasil. Ficou um desafio: como transpor as novas composições, arranjos e orquestrações para uma formação com menos músicos, mas com as mesmas características?

Nasce o Quinteto Vento em Madeira, formado pelo piano elegante de Tiago Costa , que contribui como compositor e arranjador; o contrabaixo preciso, fundamental e londrino de Fernando Demarco , que retorna ao Brasil após longa temporada morando na Europa; a bateria/percussão polirrítmica e criativa de Edu Ribeiro , que também contribui como autor. ‘Encontro de uma invisível e poderosa força como a do vento, atemporal, imaterial, com a sólida e enraizada estrutura da matéria/madeira que também o recicla e reoxigena, Yin/Yang, consonâncias e dissonâncias, vento e madeira'.
São as madeiras que se articulam ao vento das flautas e saxes de Léa e Teco, também compositores. O trabalho traz oito composições próprias, entre elas, Choro na Chuva, Mamulengo, Frango no Trevo, além do ‘clássico' Luz Negra, de Nelson Cavaquinho e Amâncio Cardoso, que tem participação especial de Mônica Salmaso. A cantora também está presente em Vento em Madeira, Viva Júlia e Mamulengo, além das inéditas Brincando com Theo (Lea Freire) e Temperança (Léa e Francesca Ancarola).
Vento em Madeira, por Teco Cardoso: ‘Um grupo é um casamento, forma-se ali uma família e esta não poderia ser mais harmônica. Bom humor e boa vontade, aliada a muita dedicação e admiração mútua. Aos poucos fomos sentindo que o grupo criava uma linguagem própria e que as composições iam amadurecendo. Algo entre o espontâneo e a liberdade da música popular improvisada e o acabamento e o rigor da música de câmara erudita, buscamos ir além, transcendendo limites, apaixonados pela música e seu aprendizado, com a vontade e a disposição de estudar e de melhorar sempre, mostrando um outro Brasil, mais complexo, mais elaborado e talvez até mais contemporâneo - uma opção que dá mais trabalho, mas também muito mais prazer'."

Studio RJ – R. Viera Souto, 110, Arpoador
tel. 21-2523 1204 - www.studiorj.org
06/03, terça-feira, às 21h30
Entrada: R$ 30 (meia-entrada, lista amiga ou para quem levar 1kg de alimento não perecível); R$ 60 (inteira).
www.samba-choro.com.br | 01-03-2012
Os líderes da União Europeia (UE) renovaram nesta quinta feira o mandato do presidente do Conselho Europeu, Herman van Rompuy, informou a Presidência rotativa do bloco, atualmente ocupada pela Dinamarca. Ex primeiro ministro belga, Van Rompuy também foi eleito presidente das cúpulas que reúnem os 17 países da zona do euro pelo menos duas vezes por ano.
noticias.terra.com.br | 01-03-2012
Um urso polar bebê vai aparecer ao vivo na internet duas horas por dia fazendo suas brincadeiras no Scandinavian Wildlife Park, na Dinamarca. Siku, cujo nome quer dizer "gelo marinho" em todas as línguas faladas pelos esquimós/inuítes, nasceu em novembro e teve de ser alimentado pelos funcionários do parque, depois que sua mãe, Ilka, não produziu leite para amamentá lo.
noticias.terra.com.br | 01-03-2012
Embaixador polar Um urso polar bebê vai aparecer ao vivo na internet duas horas por dia fazendo suas brincadeiras no Scandinavian Wildlife Park, na Dinamarca.
noticias.terra.com.br | 01-03-2012

 

Francês Florent Malouda (C) celebra gol da França contra a Alemanha no amistoso em Bremen
© AFP Patrik Stollarz

França e Holanda conseguiram grandes vitórias fora de casa nesta quarta-feira, em amistosos contra outros ′gigantes` do futebol europeu, Alemanha e Inglaterra, repectivamente.

 

O resultado mais surpreendente foi a vitória por 2 a 1 dos franceses sobre os alemães, em Bremen.

Já os holandeses superaram os ingleses por 3 a 2 em Wembley, em partida com final eletrizante.

Alemão Jerome Boateng salta sobre o francês Olivier Giroud durante amistoso em Bremen
© AFP Patrik Stollarz

A cem dias da Eurocopa, a França mostrou que já deixou para trás o trauma da campanha desastrosa da última Copa do Mundo, na África do Sul, ao surpreender a poderosa Alemanha, considerada uma das favoritas ao título europeu.

O atacante Olivier Giroud, artilheiro do Campeonato Francês com o líder Montpellier, abriu o placar aos 20 do primeiro tempo, e o meia Florent Malouda, do Chelsea, ampliou aos 26 da etapa final.

O brasileiro naturalizado alemão Cacau diminuiu nos acrécimos, mas os franceses conseguiram segurar o resultado, fechando uma das suas melhores atuações desde que o técnico Laurent Blanc assumiu a equipe.

Arjen Robben (C) abre o placar para a Holanda no amistoso contra a Inglaterra, em Wembley
© AFP Glyn Kirk

Em Wembley, o grande nome da partida foi o meia Arjen Robben, que deu a vitória aos holandeses nos acréscimos, após ter aberto o placar aos 12 do segundo tempo.

O atacante Jan-Klaas Huntelaar ampliou logo no minuto seguinte, os ingleses chegaram ao empate com gols de Gary Cahill e Ashley Young, aos 40 e 45, mas Robben foi o carrasco dos anfitriões dois minutos depois.

Esta partida marcou a estreia do técnico interino Stuart Pearce no comando da seleção inglesa, após Fabio Capello renunciar ao cargo para protestar contra a decisão de retirar a braçadeira de capitão do zagueiro John Terry, acusado de racismo.

Contra os holandeses, Pierce deu a braçadeira ao volante Scott Parker, do Tottenham. Apesar da boa reação da sua equipe, que conseguiu empatar após estar perdendo por 2 a 0, o resultado final não deve passar segurança à equipe, que parece andar sem rumo desde a saída de Capello.

Em outra partida amistosa disputada nesta quarta-feira, a Itália decepcionou ao perder por 1 a 0 diante dos Estados Unidos, com um gol marcado por Dempsey aos 10 do segundo tempo.

Ibrahimovic (C) comemora após marcar de pênalti para a Suécia em amistoso contra a Croácia
© AFP Hrvoje Polan

Já a Suécia consegui uma ótima vitória fora de casa, ao bater a Croácia por 3 a 1, em Zagreb.

O atacante Zlatan Ibrahimovic, estrela do Milan, abriu o placar de pênalti aos 13 minutos de jogo. A Croácia empatou com um gol contra de Olsson logo antes de intervalo, mas Larsson deu a vitória aos visitantes ao balançar as redes duas vezes no segundo tempo.

Em outro jogo envolvendo seleções classificadas para a Eurocopa, a Rússia derrotou a Dinamarca por 2 a 0, em Copenhague, com gols marcados por Shirokov e Arshavin.

Já a atual campeã mundial e europeia Espanha atropelou a Venezuela por 5 a 0, com três gols marcados pelo atacante Roberto Soldado, do Valencia.

Roberto Soldado, da Espanha, corre após marcar para a Espanha no amistoso contra a Venezuela
© AFP Pierre-Philippe Marcou

Os meias David Villa e David Silva também anotaram para a Rússia.

A seleção uruguaia, atual campeã da Copa América, empatou por 1 a 1 com a Romênia, no estádio nacional de Bucareste.

O artilheiro Edinso Cavani, do Napoli, abriu o placar para a `Celeste` com uma bomba de fora da área logo no segundo minuto do jogo, mas o atacante Bogodan Stancou deixou tudo igual de cabeça, aos 5 da etapa final.

Em Israel, a Ucrânia, que sediará a Eurocopa com a Polônia, derrotou a seleção local por 3 a 2 na cidade de Petah Tikva, próxima a Tel Aviv.

O volante Oleh Gusev abriu o placar para os ucranianos aos 17 minutos de jogo e o meia Yevhen Konoplyanka ampliou logo antes do intervalo. Tomer Hemed diminuiu para os israelenses aos 9, mas o atacante Andriy Yarmolenko fez 3 a 1 para os visitantes aos 15. Ben Sahar descontou dois minutos depois, mas a Ucrânia conseguiu segurar o resultado.

Em Varsóvia, Portugal e Polônia ficaram no 0 a 0 no amistoso que inaugurou "oficialmente" o estádio Nacional, uma das sedes da Eurocopa-2012, onde os poloneses disputarão o Grupo A, com Rússia, Grécia e República Tcheca.

Portugal estão no `grupo da morte`, com Alemanha, Portugal e Dinamarca.

 


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© AFP Patrik Stollarz

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O resultado mais surpreendente foi a vitória por 2 a 1 dos franceses sobre os alemães, em Bremen.

Já os holandeses superaram os ingleses por 3 a 2 em Wembley, em partida com final eletrizante.

Alemão Jerome Boateng salta sobre o francês Olivier Giroud durante amistoso em Bremen
© AFP Patrik Stollarz

A cem dias da Eurocopa, a França mostrou que já deixou para trás o trauma da campanha desastrosa da última Copa do Mundo, na África do Sul, ao surpreender a poderosa Alemanha, considerada uma das favoritas ao título europeu.

O atacante Olivier Giroud, artilheiro do Campeonato Francês com o líder Montpellier, abriu o placar aos 20 do primeiro tempo, e o meia Florent Malouda, do Chelsea, ampliou aos 26 da etapa final.

O brasileiro naturalizado alemão Cacau diminuiu nos acrécimos, mas os franceses conseguiram segurar o resultado, fechando uma das suas melhores atuações desde que o técnico Laurent Blanc assumiu a equipe.

Arjen Robben (C) abre o placar para a Holanda no amistoso contra a Inglaterra, em Wembley
© AFP Glyn Kirk

Em Wembley, o grande nome da partida foi o meia Arjen Robben, que deu a vitória aos holandeses nos acréscimos, após ter aberto o placar aos 12 do segundo tempo.

O atacante Jan-Klaas Huntelaar ampliou logo no minuto seguinte, os ingleses chegaram ao empate com gols de Gary Cahill e Ashley Young, aos 40 e 45, mas Robben foi o carrasco dos anfitriões dois minutos depois.

Esta partida marcou a estreia do técnico interino Stuart Pearce no comando da seleção inglesa, após Fabio Capello renunciar ao cargo para protestar contra a decisão de retirar a braçadeira de capitão do zagueiro John Terry, acusado de racismo.

Contra os holandeses, Pierce deu a braçadeira ao volante Scott Parker, do Tottenham. Apesar da boa reação da sua equipe, que conseguiu empatar após estar perdendo por 2 a 0, o resultado final não deve passar segurança à equipe, que parece andar sem rumo desde a saída de Capello.

Em outra partida amistosa disputada nesta quarta-feira, a Itália decepcionou ao perder por 1 a 0 diante dos Estados Unidos, com um gol marcado por Dempsey aos 10 do segundo tempo.

Ibrahimovic (C) comemora após marcar de pênalti para a Suécia em amistoso contra a Croácia
© AFP Hrvoje Polan

Já a Suécia consegui uma ótima vitória fora de casa, ao bater a Croácia por 3 a 1, em Zagreb.

O atacante Zlatan Ibrahimovic, estrela do Milan, abriu o placar de pênalti aos 13 minutos de jogo. A Croácia empatou com um gol contra de Olsson logo antes de intervalo, mas Larsson deu a vitória aos visitantes ao balançar as redes duas vezes no segundo tempo.

Em outro jogo envolvendo seleções classificadas para a Eurocopa, a Rússia derrotou a Dinamarca por 2 a 0, em Copenhague, com gols marcados por Shirokov e Arshavin.

Já a atual campeã mundial e europeia Espanha atropelou a Venezuela por 5 a 0, com três gols marcados pelo atacante Roberto Soldado, do Valencia.

Roberto Soldado, da Espanha, corre após marcar para a Espanha no amistoso contra a Venezuela
© AFP Pierre-Philippe Marcou

Os meias David Villa e David Silva também anotaram para a Rússia.

A seleção uruguaia, atual campeã da Copa América, empatou por 1 a 1 com a Romênia, no estádio nacional de Bucareste.

O artilheiro Edinso Cavani, do Napoli, abriu o placar para a `Celeste` com uma bomba de fora da área logo no segundo minuto do jogo, mas o atacante Bogodan Stancou deixou tudo igual de cabeça, aos 5 da etapa final.

Em Israel, a Ucrânia, que sediará a Eurocopa com a Polônia, derrotou a seleção local por 3 a 2 na cidade de Petah Tikva, próxima a Tel Aviv.

O volante Oleh Gusev abriu o placar para os ucranianos aos 17 minutos de jogo e o meia Yevhen Konoplyanka ampliou logo antes do intervalo. Tomer Hemed diminuiu para os israelenses aos 9, mas o atacante Andriy Yarmolenko fez 3 a 1 para os visitantes aos 15. Ben Sahar descontou dois minutos depois, mas a Ucrânia conseguiu segurar o resultado.

Em Varsóvia, Portugal e Polônia ficaram no 0 a 0 no amistoso que inaugurou "oficialmente" o estádio Nacional, uma das sedes da Eurocopa-2012, onde os poloneses disputarão o Grupo A, com Rússia, Grécia e República Tcheca.

Portugal estão no `grupo da morte`, com Alemanha, Portugal e Dinamarca.

 


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Fotógrafos universitários A Sony World Photography Awards divulgou nesta terça-feira os finalistas da edição 2012 do concurso que premia jovens fotógrafos. Na categoria Student Focus, universitários de 18 a 28 anos podiam se increver. Entre os dez selecionados, há jovens de países como Argentina,
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A companhia Vangalum Tum Tum, de Ângelo Brandini, volta a apresentar duas premiadas adaptações de Shakespeare. Como em todas as montagens do diretor, que também coordena o núcleo artístico do Doutores da Alegria, as peças são ancoradas na linguagem do palhaço. Abaixo, saiba mais sobre as produções, classificadas com quatro ("O Bobo do Rei") e três estrelas ("O Príncipe da Dinamarca"): Siga o Guia no Twitter
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redir.folha.com.br | 07-02-2012

 

O Festival de Cinema de Berlim, que começa na próxima quarta-feira, tenta dar ao público uma mostra da criatividade mundial em tempos de crise e até no mundo da sétima arte a China é destaque: o gigante asiático terá três filmes na mostra, apesar de duas delas fora de concurso.

A Berlinale começará com a exibição do francês "Les adieux a la Reine" ("Adeus à rainha"), de Benoit Jacquot, sobre os primeiros dias da revolução francesa a partir do ponto de vista de uma dama de companhia estrelando Diane Kruger.

O chinês Wang Quan′an, vencedor em 2007 do Urso de Ouro com "O casamento de Tuya", apresentará "Bai lu yuan" ("White Deer Plain), uma epopeia sobre várias gerações de camponeses antes do advento do comunismo.

O filme é inspirado em um best-seller de Chen Zhongshi, "um dos romances mais controversos da literatura chinesa moderna", como explicou o diretor da Berlinale, Dieter Kosslick.

Outros dois filmes chineses, "Flores da Guerra" ("The Flowers Of War", Jin ling Shi San Chai), de Zhang Yimou, com Christian Bale, e "Flying Swords Of Dragon Gate", de Hark Tsui, serão exibidos fora de competição.

Os veteranos irmãos italianos Paolo e Vittorio Taviani também estão na disputa do Urso de Ouro, com "César deve morrer", adaptação de "Julio César", de Shakespeare, interpretada pelo detentos do presídio de segurança máxima de Rebibbia.

O filipino Brillante Mendoza, premiado em Cannes-2009 pelo violento "Kinatai", leva a Berlim "Captive", com a atriz francesa Isabelle Huppert no papel de uma voluntária sequestrada pelo grupo islamita Abu Sayaf.

O ex-casal Angelina Joly e Billy Bob Thornton também marcará presença na Berlinale 2012.

A atriz apresentará fora de concurso seu primeiro filme como diretora ("In the Land of Blood and Honey"), enquanto seu ex-marido defenderá "Jayne Mansfield`s Car", no qual é diretor e ator, ao lado de Robert Duvall, John Hurt e Kevin Bacon.

O festival apresentará ainda fora de concurso o aguardado "Tão Forte e Tão Perto", do britânico Stephen Daldry, uma adaptação do best-seller de Jonathan Safar Foer, passado após os atentados de 11 de setembro de 2001, com Tom Hanks e Sandra Bullock.

O britânico Mike Leigh será o presidente do júri, que conta ainda com a atriz francesa Charlotte Gainsbourg e o diretor iraniano Asghar Farhadi, vencedor do Festival em 2011 com "A Separação".

A Berlinale também premiará a atriz americana Meryl Streep com um Urso de Ouro honorário pelo conjunto da obra.

De maneira paralela à mostra principal, Berlim exibirá filmes e organizará debates sobre a primavera árabe, o movimento dos "indignados" na Europa, a vida na Hungria e os perigos que ameaçam a democracia.

Um dos destaques dos debates será o ator espanhol, Javier Bardem, que apresentará o documentário "Filhos das Nuvens, a última colônia", dirigido por Alvaro Longoria.

O documentário relata o conflito no Saara ocidental e o envolvimento do ator, que examina o destino de um povo abandonado, explorando os destino de um povo abandonado, explorando os complexos caminhos da diplomacia internacional, segundo o festival.

A seguir, a lista completa, incluindo o título em inglês, diretor e países onde os filmes em competição:

"Barbara", Christian Petzold, Alemanha.

"Bel Ami", Declan Donnellan e Nick Ormerod, estrelando Robert Pattinson, Uma Thurman, Kristin Scott Thomas, e Christina Ricci. Grã-Bretanha (fora da competição)

"Caesar Must Die" (Cesare deve morire), Paolo e Vittorio Taviani. Itália.

"Captive", Brillante Mendoza e Isabelle Huppert, como protagonista. França/Filipinas/Alemanha/Grã-Bretanha.

"Childish Games" (Dictado), Antonio Chavarrias. Espanha.

"Coming Home" (A moi seule), Frederic Videau. França.

"Extremamente alto e incrivelmente perto" ("Extremely Loud and Incredibly Close"), Stephen Daldry e estrelando Tom Hanks e Sandra Bullock. Estados Unidos (fora da competição)

"Adeus à rainha" ("Farewell My Queen", Les adieux a la Reine), Benoit Jacquot, estrelando Diane Kruger, França/Espanha. (filme de abertura)

"Flores da Guerra" ("The Flowers Of War", Jin ling Shi San Chai), Zhang Yimou e estrelando Christian Bale, China. (fora da competição)

"Flying Swords Of Dragon Gate", Hark Tsui. Hong Kong/China (fora da competição).

"Home For The Weekend", Hans-Christian Schmid. Alemanha.

"Jayne Mansfield`s Car", Billy Bob Thornton e estrelando Thornton, Robert Duvall, John Hurt e Kevin Bacon. Rússia/Estados Unidos.

"Just The Wind" (Csak a szel), Bence Fliegauf. Hungria/Alemanha/França.

"Mercy" (Gnade), Matthias Glasner. Alemanha/Noruega.

"Meteora", Spiros Stathoulopoulos. Alemanha/Grécia.

"Postcards From The Zoo" (Kebun binatang), Edwin. Indonésia/Alemanha/Hong Kong/China.

"A Royal Affair" (En Kongelig Affaere), Nikolaj Arcel. Dinamarca/República Tcheca/Alemanha/Suécia.

"Shadow Dancer", James Marsh e estrelando Clive Owen. Grã-Bretanha/Irlanda. (fora da competição)

"Sister" (L`enfant d`en haut), Ursula Meier. Suíça/França.

"Tabu", Miguel Gomes. Portugal/Alemanha/Brasil/França.

"Tey" (Aujourd`hui), Alain Gomis. França/Senegal.

"War Witch" (Rebelle), Kim Nguyen. Canadá.

"White Deer Plain" (Bai lu yuan), Wang Quan`an. China.

Sessões especiais:

"À toda prova" ("Haywire"), Steven Soderbergh e estrelando Michael Fassbender, Ewan McGregor, e Antonio Banderas. Estados Unidos.

"Dama de Ferro" ("The Iron Lady"), Phyllida Lloyd e estrelando Meryl Streep, que receberá um prêmio Urso de Ouro por sua carreira. Grã-Bretanha.

Da AFP Paris


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www.pernambuco.com | 06-02-2012
Rosa Morena, filme de Carlos Oliveira, recebeu oito indicações para o prêmio Robert, o Oscar da Dinamarca. Uma coprodução Brasil-Dinamarca, o filme é o longa-metragem de estreia de Carlos Oliveira, brasileiro que desde 2000 vive em Copenhagen. Rosa Morena foi exibido em São Paulo na 34.ª Mostra

www.estadao.com.br | 05-02-2012

RIO - Eram 15h20m em Oslo, capital da Noruega, quando um carro-bomba explodiu em frente à sede do Ministério do Petróleo e da Energia, atingindo também o prédio que abrigava o gabinete do primeiro-ministro do país, Jens Stoltenberg. Uma hora e meia depois, na ilha de Utøya, um homem disfarçado de policial abria fogo contra 600 participantes de uma reunião da ala jovem do partido trabalhista norueguês: 68 deles foram sumariamente executados naquele dia 22 de julho de 2011.

Enquanto isso, na capital da Dinamarca, o diretor de teatro Christian Lollike assistia à TV em sua casa, até que a programação foi interrompida com imagens dos episódios ocorridos no país vizinho.

— No começo, todo mundo pensou que fosse um ataque dos radicais muçulmanos — recorda Lollike. — Foi um pouco depois que a gente soube que o atentado havia sido coordenado e consumado por um jovem norueguês.

Ele se refere a Anders Behring Breivik, um empresário agrícola de 32 anos que, logo após ser detido pela polícia, admitiria publicamente ter sido o único responsável pela tragédia.

— Fiquei absolutamente chocado. Essa é uma das maiores tragédias da História da Escandinávia e deixou uma cicatriz tão profunda que me levou a tentar entender o que aconteceu.

A mobilização gerou resultado. Em setembro, Lollike estreia, na sede da companhia dinamarquesa Café Teatret, o monólogo “Manifesto 2083”, baseado num documento redigido pelo autor dos crimes. Publicado na web uma hora e meia antes da primeira explosão e intitulado “2083 — A European declaration of independence”, o escrito revela em suas mais de 1.500 páginas todo o amálgama ideológico de extrema-direita — ultranacionalista, xenófobo, anti-islâmico e antimarxista — que serviu de base para que o terrorista levasse à frente os acontecimentos “atrozes, mas necessários” (nas palavras dele) que balizavam a sua “revolução conservadora”, como declarou à época. Se os mortos e os 96 feridos chocaram o mundo, a notícia da encenação também caiu como uma bomba, tanto na Dinamarca quanto na Noruega, onde parentes das vítimas e políticos têm atacado o projeto do diretor.

— Em vez de manter o silêncio e evitar o assunto, acredito que falar sobre o populismo de extrema-direita é a melhor solução — argumenta Lollike. — Os atentados foram obra de um homem só, mas todo o conjunto de ideias que embasa o ponto de vista por trás da tragédia não é nada único. Muitas pessoas compartilham do pensamento de Breivik.

Reconhecido como um dos mais importantes autores e diretores da Dinamarca, Lollike, de 36 anos, desenvolve um teatro de alta voltagem provocativa e também reflexiva. Vencedor, em 2009, do Prêmio Reumert, atribuído ao melhor dramaturgo dinamarquês, Lollike decidiu encenar o manifesto para tentar entender as motivações de Breivik.

— Por que ele fez isso? Como isso pôde acontecer? A única maneira de descobrir foi ler aquele manifesto.

Depois da leitura, o choque:

— Me assustou o quão “normal” ele parecia ser.

A junta médica que avaliou Breivik, no entanto, considerou o atirador insano. Lollike diz que lhe chamou a atenção a capacidade de estruturação de um raciocínio lógico na construção ideológica e política alinhavada por Breivik.

— Eu li todas aquelas páginas, e foi aí que decidi fazer uma performance investigativa sobre a mentalidade política desse homem.

Mais do que encontrar respostas, a montagem usa o manifesto para identificar as raízes do plano posto em prática pelo terrorista.

— Como e por que um norueguês aparentemente normal decide descartar valores democráticos, isolar-se e preparar uma matança como essa? Eu queria entender isso investigando a origem de seu pensamento, sua visão sobre a sociedade.

Abordando temas como terrorismo, violações e suicídio em suas peças anteriores, Lollike faz de seu teatro um campo de pesquisa sobre as condições que levam seres humanos a cometer atrocidades e, também, sobre comportamentos que investem contra a democracia.

— Minha pesquisa deriva de uma tentativa de entender as transformações sociais que abalam ou minam os valores democráticos e as liberdades individuais, ou seja, que ferem a liberdade de escolha, os direitos humanos e o papel da cidadania — explica Lollike. — Geralmente foco em dinâmicas sociais, assuntos psicológicos e políticos a partir de um ponto de vista contemporâneo. Então, o principal objetivo deste projeto é compartilhar descobertas e, assim, provocar o início de um debate valioso.

oglobo.globo.com | 04-02-2012

RIO — O técnico Mano Menezes vai usar todos os trunfos possíveis para tentar trazer de Londres o único título que falta ao futebol brasileiro. Nesta sexta-feira, durante o lançamento dos novos uniformes da seleção, que teve Neymar e Paulo Henrique Ganso como maiores atrações, o treinador confirmou que vai convocar para os Jogos Olímpicos os três jogadores com mais de 23 anos que são permitidos pelo regulamento.

— Se o regulamente permite, não há razão para não usá-los. Vamos priorizar os setores mais carentes e dar mais experiência com estes jogadores — explicou o treinador.

Mano não quis revelar em quais posições pretende utilizar os "veteranos", mas é quase um consenso na comissão técnica de que atualmente não há bons zagueiros com menos de 23 anos no futebol brasileiro. Assim, Thiago Silva, que disputou os Jogos de Pequim, em 2008, e David Luiz, ambos da seleção principal, surgem como dois dos mais cotados para ocuparem as três vagas disponíveis.

O treinador confirmou que os cinco amistosos agendados para o primeiro semestre — Bósnia Herzegovina (28/2), Dinamarca (26/5), Estados Unidos (31/5), México (3/6) e Argentina (9/6) — serão disputados pela seleção principal.

— Quem contratou os jogos exigiu a seleção principal. Mesmo assim, posso garantir que teremos um time forte em Londres. O tempo será suficiente — aposta Mano.

Amuletos na camisa

A confiança do treinador, que reunirá o grupo somente a 17 dias da estreia nos Jogos de Londres, se explica. Muitos dos jogadores que estão na equipe principal também fazem parte da seleção olímpica. É o caso de Neymar, Ganso, Lucas, Leandro Damião, Alexandre Pato e Danilo.

— Os dois grupos se misturam. Muitos do time olímpico estarão na Copa de 2014. Mas, além disso, vamos aproveitar o período sem data Fifa (28 de fevereiro a 26 de maio) para reunir por aqui mesmo os jogadores com idade olímpica que atuam nos clubes brasileiros. Já estamos elaborando um calendário para não prejudicar os times brasileiros — adiantou o técnico.

Como os Jogos Olímpicos não fazem parte do calendário oficial da Fifa, os clubes não são obrigados a ceder seus jogadores quando convocados. Apesar de os principais jogadores com idade olímpica ainda atuarem no Brasil, alguns já estão na Europa. Isso obrigará a CBF a negociar a liberação dos convocados. Tarefa que já se mostrou árdua em outros momentos, como nas vésperas dos Jogos de Pequim.

— Estamos usando nosso jogo de cintura, misturado com muita educação e sensibilidade. Estamos tentando mostrar aos clubes o quanto a medalha de ouro olímpica é importante para o futebol brasileiro. O ouro vai valorizar os jogadores — afirmou.

oglobo.globo.com | 04-02-2012

RIO - O torcedor brasileiro conheceu nesta sexta-feira a nova camisa da seleção. Os novos uniformes nas cores amarela e azul foram apresentados nesta manhã, no Jockey Clube Brasileiro, na Gávea. Os jogadores do Santos, Neymar e Ganso serviram de modelos para os uniformes. O atacante vestiu a camisa amarela, que tem como detalhe uma manga mais grossa na cor verde. Já o meia vestiu a camisa azul, com a manga amarela. Nas duas camisas, a manga tem a inscrição: “Nascido para jogar futebol”.

Os uniformes serão utilizados pela seleção brasileira nos Jogos Olímpicos de Londres deste ano. Mas a estreia da camisa será no amistoso do dia 28, contra a Bósnia Hezergovina, na Suíça.

Na apresentação, o técnico Mano Menezes confirmou que vai levar para os Jogos Olímpicos os três jogadores acima de 23 anos permitidos pelo regulamento. Ele revelou que a zaga é a sua maior preocupação. Portanto, o setor pode receber até mais de um atleta acima da idade olímpica.

Como a seleção brasileira não terá atividades entre o amistoso contra a Bósnia e o jogo contra a Dinamarca, no dia 26 de maio, Mano pretende aproveitar esse intervalo para preparar a seleção olímpica. O treinador usará os meses de março e abril, que não têm data Fifa, para reunir jogadores em idade olímpica que atuam no Brasil para treinamentos.

No mesmo evento, também foram apresentados os novos uniformes de Coritiba, Internacional, Santos, Bahia e Corinthians. Todos são da mesma fornecedora de material esportivo da seleção.

oglobo.globo.com | 03-02-2012

As horas de engarrafamento até a Cidade do Rock, onde aconteceu o Rock in Rio, ano passado, vão parecer uma volta pelo quarteirão depois que você ler esta reportagem. Tem uma galera que embarca em voos longos (com conexões demoradas), enfrenta fila de imigração, atravessa deserto, acampa debaixo de chuva.... Tudo para ver de perto suas bandas e artistas favoritos. São fãs de música que frequentam os maiores festivais do mundo, como o Coachella, na Califórnia; o Roskilde, na Dinamarca, ou o Glastonbury, na Inglaterra. Além de promover dezenas de shows sensacionais num único fim de semana, esses eventos proporcionam experiências inesquecíveis, reunindo várias formas de arte em um ambiente de confraternização. Os cenários também são incríveis. A maioria dos festivais acontece em lugares que, por si só, já renderiam ótimas viagens.

Um circuito americano de Disneylândias da música pop

Um evento do porte do Coachella Valley Music & Arts Festival, que acontece sempre em abril, na Califórnia, é como um parque de diversões da música pop. Num gramado do tamanho de um bairro, diversos palcos espalhados recebem alguns dos melhores shows do mundo. Pessoas usando roupas leves e coloridas estão por todos os lados, andando, assistindo a uma apresentação ou esparramadas sob alguma sombra. Durante três dias ou mais, ninguém quer saber de nada além de se divertir. É como estar numa outra dimensão.

Festivais anuais nesses moldes vêm se espalhando pelo mapa-múndi nos últimos anos. O Brasil, por exemplo, recebe grandes eventos, como o SWU, em São Paulo. Mas os maiores, mais organizados e com as melhores atrações no line up, estão nos Estados Unidos e na Europa. No país de Barack Obama, o calendário começa em março, quando rola o badalado South By Southwest, em Austin, no Texas, e continua com megafestivais como o Coachella, perto de Los Angeles, no deserto da Califórnia, e o tradicional Lollapalooza, em Chicago, em agosto.

— Não tem um festival no Brasil que reúna tantas bandas boas. E vale muito pela viagem também. Se você vai com amigos, a experiência toda fica mais legal — diz a estudante de Artes Plásticas Rafaela Rocha, que já esteve no Coachella e, ano passado, foi ao festival Big Chill, a poucas horas de Londres, na Inglaterra. — Tem gente que viaja para praticar esportes; outros, para fazer compras. No caso dos festivais, um grupo de amigos viaja junto para dividir experiências musicais.

Evento gigantesco que acontece todo ano na pequena cidade de Indio, o Coachella é o festival de maior repercussão nos EUA. Astros como Madonna, Paul McCartney, Prince, Gorillaz, Daft Punk e toneladas de bandas alternativas já se apresentaram no deserto. Momentos memoráveis, como o retorno do Rage Against the Machine após dez anos de hiato e o dueto da popstar Beyoncé com o rapper (e marido) Jay-Z aconteceram lá. Este ano, entre as principais atrações, estão a cultuada banda Radiohead, que não faz shows desde 2009, e um set com Dr. Dre e Snoop Dogg, ídolos do hip-hop.

Ao todo, serão mais de 130 shows, distribuídos entre cinco palcos, ao longo de dois fins de semana. Tendas de música eletrônica, instalações artísticas, estandes de games e até uma roda-gigante ajudam a criar o ambiente de descontração. O público (cerca de 80 mil por dia) usa pouca roupa, por causa do calor, e o pôr do sol púrpura do deserto dá ares místicos ao evento, cuja organização é muito profissional. As apresentações começam pontualmente e há várias praças de alimentação. O único problema é o acesso. De Los Angeles, são quase três horas de estrada.

Os ingressos para o Coachella este ano já se esgotaram. Portanto, quem se animou pode se organizar para 2013, e aí pensar em combinar o festival com algumas semanas viajando pela costa da Califórnia (que tal?). Ou escolher outro megafestival americano, como o South By Southwest e o Lollapalooza. Tem ainda o Bonnaroo, em Manchester, no estado do Tennessee, em junho, que se pode casar perfeitamente com uma viagem pelo do Sul dos EUA. O line up deste ano ainda não foi divulgado, mas em 2011, a programação incluiu Eminem, Arcade Fire, The Strokes, Mumford & Suns, Beirut e muito mais.

Nos quatro dias de evento, a população na pequena Manchester sobe de 10 mil para 100 mil pessoas. Considerado pela revista "Rolling Stone" o melhor festival de 2008, o Bonnaroo é conhecido pela militância ecológica. Numa das edições, os organizadores bolaram a seguinte promoção: quem enviasse uma carta para um deputado apoiando a causa ambiental poderia baixar gratuitamente 17 músicas de artistas que se apresentariam naquele ano. "O Bonnaroo revolucionou o festival de rock moderno", escreveu o jornal "The New York Times".

— A filosofia contagia o público, e ninguém joga lixo no chão. Também fiquei impressionado com o quanto as pessoas são apaixonadas por música — relata o publicitário Rafael Souza, que emendou o festival ano passado com uma viagem para Nashville, capital da música country, e a jazzística Nova Orleans. — Nem é tão perto, mas sempre quis dirigir pelo Sul dos EUA.

O cineasta Rodrigo van Der Put e o gerente de marketing Miguel Cariello, amigos de infância, também se jogaram na estrada depois do Lollapalooza de 2010. Eles dirigiram de Chicago até Miami, pegando um desvio para Nova Orleans. Na bagagem, carregaram a memória de shows antológicos de Lady Gaga, Green Day, Phoenix e muitos outros. Pela primeira vez, o Lollapalooza vai acontecer no Brasil, em abril deste ano. Mas, com 43 shows em dois dias, é uma versão muito menor do que a original.

Na cidade de Al Capone, o circo da música pop tem por volta de 130 atrações em três dias. São oito palcos diferentes, num parque arborizado às margens do Lago Michigan, no centro de Chicago. É um festival "fácil" em vários aspectos. Você não precisa pegar estrada nem acampar. Basta tomar um voo, hospedar-se numa das centenas de hotéis locais e usufruir da rede de transporte público. Fora que a metrópole em si, com ótimos restaurantes, museus, praças e casas de entretenimento merece, no mínimo, uma esticada de três dias.

— O festival foi muito bom. E tem muita coisa para fazer na cidade também. O lugar onde rola o evento fica perto da Millenium Park, por exemplo, onde tem aquela escultura famosa, "Cloud gate", do Anish Kapour. Isso sem falar dos museus e lojas. Tudo ali no centro de Chicago — descreve Van Der Put.

O South by Southwest, em Austin, também se vale da infraestrutura da metrópole para acolher os forasteiros. O formato do evento difere da maioria porque os shows ocorrem dentro de pubs, boates, parques e até igrejas espalhados pela capital do Texas. São mais de duas mil performances em cerca de 90 endereços. Às vezes, é preciso ficar ligado para garantir lugar num bar que vai abrigar determinado show. O REM, por exemplo, já tocou num pub para 800 pessoas. Foi um set inesquecível, para poucos. Além de um evento de música, o SXSW é também um ciclo de debates e um festival de cinema, cuja importância cresce ano após ano.

Cidade medieval, fazenda e capitais abrigam festivais europeus

O avô dos grandes festivais é o célebre Woodstock, que, mergulhado numa atmosfera de contracultura em 1969, reuniu artistas como The Who e Janis Joplin na cidade de White Lake, perto de Nova York, nos EUA. Mas, desde então, foi na Europa que a filosofia desse tipo de evento se propagou de maneira mais intensa. Enquanto os americanos Coachella e Lollapalooza ocorrem desde os anos 90, festivais como Glastonbury, na Inglaterra; Roskilde, na Dinamarca, e Rock Werchter, na Bélgica, acontecem desde os anos 70 no verão do Velho Mundo. Bandas antológicas como Rolling Stones, Nirvana e The Smiths pisaram nesses palcos.

A Inglaterra sozinha pode ser chamada de um "festival de festivais", por sediar mais de 400 eventos ao longo do ano, em lugares como Leeds, Reading e Isle of Wight. Numa fazenda a quatro horas de Londres, o Glastonbury é o mais famoso deles. Ano passado, quando U2, Beyoncé e Coldplay baixaram no evento, foram vendidos 130 mil ingressos. Mas o festival tem seus perrengues. O público pega pesado nas drogas, a chuva constante deixa o acampamento quase impraticável e há casos de violência registrados ao longo dos anos.

Quem quiser ir a um festival na terra da Rainha Elizabeth sem se enfiar numa selva pode procurar eventos um pouco menores, como o Isle of Wight, em junho, na pitoresca ilha de mesmo nome, ou o Big Chill, nos arredores do Castelo de Eastnor, na cidade histórica de Herefordshire. Excepcionalmente este ano, o Big Chill, que rolaria em agosto, foi cancelado por conta dos Jogos Olímpicos de Londres. Já o Isle of Wight, que abrigou uma performance mágica de Jimi Hendrix, em 1970, acontece com line up de gala: Bruce Sprigsteen & The E Street Band, Pearl Jam, Noel Gallagher’s High Flying Birds e várias outras atrações.

— Festivais são parte da cultura na Europa. É difícil conhecer alguém que nunca foi a um deles — explica o inglês David Peterson, que esteve nos eventos de Glastonbury, Reading e Roskilde. — O meu favorito é o Roskilde. O ambiente é amistoso e as dinamarquesas, receptivas.

O festival homônimo da capital medieval da Dinamarca começou envolto por um clima hippie. Hoje, abriga mais de 180 shows em cinco dias, para 80 mil pessoas. Este ano, estão confirmados Björk, Friendly Fires e Bon Iver, entre outros. Assim como no Glastonbury, quase todo o público do Roskilde fica acampado, e a abertura do camping é uma atração à parte. Milhares chegam horas antes e disputam os melhores lugares para as barracas. A corrida dos pelados também é engraçada. Homens e mulheres totalmente nus dão a volta no camping. Os primeiros colocados ganham ingressos para o ano seguinte.

— O único problema dos festivais da Europa é que chove muito — avisa o produtor cultural Pedro Seiler, que já foi ao Reading e ao Rock Werchter, além de várias vezes ao Coachella. — Nesses eventos, você vê seus artistas preferidos e fica por dentro do que de mais relevante está acontecendo no mundo. Tudo em condições agradáveis, com shows, som e luz perfeitos, sem filas etc.

O Rock Werchter vai de 28 de junho a 1 de julho, no vilarejo de Werchter. Num país com fama de muito pacato, o festival significa um fim de semana de exceção, com shows épicos e público de diferentes países próximos. O evento quase sempre acontece na mesma semana do Roskilde e, por isso, muitas bandas tocam em ambos os festivais no mesmo ano. Em 2012, Pearl Jam, Red Hot Chilli Peppers, Blink 182 e The Cure são algumas das principais atrações.

Quem ficou com saudade do Rock in Rio, e não quer esperar até a próxima edição, em 2013, pode correr para as versões do evento em Portugal e Espanha. Em Lisboa, o RIR promove shows de Metallica, Lenny Kravitz, Mastodon, Ivete Sangalo e outros. Já em Madri, vai ter Springsteen, Red Hot e muito mais.

oglobo.globo.com | 03-02-2012

Festivais realizados em lugares afastados dos grandes centros, como o americano Coachella e o dinamarquês Roskilde, oferecem áreas de acampamento organizadas, limpas e com boa infraestrutura de banheiros Nas metrópoles, eventos como Lollapalooza e South By Southwest contam com a rede local de hotéis para abrigar seus forasteiros. Tudo o que você precisa saber sobre cada festival está detalhado nos sites dos eventos.

South by Southwest: O festival acontece em Austin, capital do Texas. Este ano será de 9 a 18 de março. Ainda há ingressos disponíveis (os preços variam de US$ 595 a US$ 1.295), mas, a esta altura do campeonato, são poucas as opções de hospedagem. De qualquer maneira, quem quiser ir deve se inscrever no site sxsw.com. É nessa página que você vai se informar sobre as dezenas de hotéis conveniados. Muitos ficam perto dos locais do evento, mas há vans para quem se hospedar um pouco mais longe.

Coachella: O Coachella Valley Music & Arts Festival é realizado na cidade de Indio, no interior da Califórnia. Saindo de Los Angeles, o melhor é alugar carro ou pegar ônibus (procure pelas passagens no site Greyhound.com). São três horas de viagem. A maior parte do público fica no acampamento do festival (informe-se no site Coachella.com). Outros preferem hotéis ou casas para alugar em cidades como Palm Springs e Palm Desert, mas, nesse caso, o carro é obrigatório, porque esses locais ficam a 40 minutos do festival. Este ano, o evento será realizado de 13 a 15 de abril e de 20 a 22 de abril, mas os ingressos já acabaram. Programe-se para 2013!

Bonnaroo: O aeroporto de Nashville, capital do Tennessee, fica a 100km de Manchester, onde acontece o festival, de 7 a 10 de junho. Você pode fazer o trajeto numa van do evento ou pegar um ônibus da Greyhound (o terminal fica a dois quilômetros do Bonnaroo). O acampamento é a principal opção de hospedagem, mas há diversos hotéis nos arredores. Informe-se sobre tudo no site Bonnaroo.com. Os ingressos custam US$ 260 e valem para o acampamento também.

Lollapalooza: Instalado anualmente no Grant Park, às margens do Lago Michigan, no centro de Chicago, o Lollapalooza fica perto de centenas de hotéis e albergues. Mas é bom reservar com antecedência, porque as opções mais próximas acabam rapidamente. No site Lollapalooza.com, há uma lista de hotéis e albergues indicados pelo evento, que, em 2012, acontece de 3 a 5 de agosto. Os ingressos serão vendidos a partir de março. Os da última edição custavam de US$ 185 a US$ 215.

Glastonbury: O maior festival da Inglaterra vai dar uma pausa devido às Olimpíadas de Londres, mas você já pode se registrar para a edição de junho de 2013. O evento acontece numa fazenda em Pilton, a três horas de Londres. Pode-se chegar lá de ônibus, trem ou carro. Quase todo o público fica acampado ou em trailers. O site Glastonburyfestivals.co.uk tem outras informações.

Isle of Wight: Para chegar à maior ilha da Inglaterra, você precisa se dirigir, de trem ou ônibus, a um dos três pontos no Sul do país de onde saem ferryboats para Isle of Wight. São eles: Portsmouth Harbour, Southampton Central e Lymington Pier. Como o evento atrai muito público, é preciso comprar seu bilhete marítimo com bastante antecedência. O site do evento (Isleofwightfestival.com) lista as três operadoras que fazem o trajeto de cada ponto: Wightlink, Red Funnel e Hoovertravel. Entre as opções de hospedagem, estão a área de camping e os hotéis locais. Os ingressos custam 160 libras esterlinas (cerca de R$ 440) ou 190 libras (R$ 520), com acampamento incluído. Este ano, o Isle of Wight acontece de 22 a 24 de junho.

Rock Werchter: A 30km de Bruxelas, na Bélgica, a pequena Werchter recebe mais de 80 mil pessoas durante o festival (Rockwerchter.co.be/en). Para chegar, pode-se ir de ônibus ou trem para Lueven, de onde partem os ônibus especiais do evento. O camping é a principal forma de hospedagem, embora algumas pessoas prefiram alugar casas nos arredores. O ingresso para os quatro dias (28 de junho a 1 de julho) custa 195 (cerca R$ 450), incluindo passagem de ônibus de qualquer cidade belga até Lueven e o trajeto de Lueven até o Rock Werchter. A estadia no camping custa 18 (R$ 42).

Roskilde: A cidade medieval que dá nome a um dos maiores festivais da Europa fica a 35km de Copenhague (alguns aventureiros fazem o percurso de bicicleta). No aeroporto da capital da Dinamarca, você pode pegar um trem direto para Roskilde. No site do evento (Roskilde-festival.co.dk/uk) não há indicações de hotéis, já que quase todo mundo fica acampado. São 75 mil pessoas em barracas. Este ano, o festival acontece, oficialmente, de 5 a 8 de julho, mas algumas atividades começam dia 30 de junho. Os ingressos válidos para todos os dias custam 240 (em torno de R$ 550) e dão direito ao acampamento.

oglobo.globo.com | 03-02-2012
A Dinamarca sagrou-se neste domingo campeã europeia da andebol, ao derrotar na final a anfitriã Sérvia, por 19-21.
feedproxy.google.com | 29-01-2012
Todo verão, Volkmar e Vera Kruger passam três semanas de férias no sul da França ou em algum recanto fresco da Dinamarca. Nas outras três semanas de suas férias anuais, eles praticam jardinagem ou viajam algumas horas para torcer por seu time no maior estádio de futebol da Alemanha. O casal, já na

www.estadao.com.br | 29-01-2012
Um grupo de teatro da capital da Dinamarca, Copenhaga, vai encenar o texto escrito pelo autor do massacre de Oslo e de Utoya, a 22 julho de 2011.

rss.feedsportal.com | 27-01-2012
Será possível encenar o manifesto radical do assassino de Oslo e Utøya? O projeto de um teatro de Copenhaga suscitou acesos protestos na Noruega e na Dinamarca. No entanto, é essencial ouvir estas palavras para compreender melhor a época em que vivemos, defende-se o diretor, Christian Lollike. (Article)
www.presseurop.eu | 27-01-2012
A Dinamarca, que assumiu a presidência rotativa da União Europeia neste ano, afirmou nesta quinta-feira que Romênia e Bulgária devem ter a permissão para entrar na área de livre trânsito Schengen, apesar da preocupação de que a corrupção nos dois países implique riscos. "Não há obstáculos para

www.estadao.com.br | 27-01-2012

RIO - A CBF confirmou nesta quarta-feira um amistoso contra a Suécia, no dia 15 de agosto. O jogo marcará a despedida do estádio Rasunda, palco do primeiro título mundial da seleção brasileira, na Copa de 1958. Na final daquele Mundial, o Brasil derrotou a Suécia por 5 a 2, com dois gols de Vavá, dois de Pelé e um de Zagallo.

A partida contra a Suécia será o sexto amistoso da seleção em 2012. Já estão confirmados jogos contra a Bósnia, em 28 de fevereiro, a Dinamarca, em 26 de maio, os EUA, em 30 ou 31 de maio, o México, em 3 de junho, e a Argentina, no dia 9 de junho.

Com capacidade atual para 36 mil torcedores, o Rasunda será substituído por um estádio mais moderno.

oglobo.globo.com | 25-01-2012
A princesa Marie da Dinamarca deu à luz nesta terça feira a uma menina, o segundo filho de seu casamento com o príncipe Joaquim, filho mais novo da rainha Margarida.
noticias.terra.com.br | 24-01-2012
A princesa Marie da Dinamarca deu a luz nesta terça-feira a uma menina, o segundo filho de seu casamento com o príncipe Joaquim, filho mais novo da rainha Margarida. A menina nasceu às 5h27 no horário de Brasília, pesando 2,93 kg e medindo 49 centímetros. A bebê e a mãe passam bem, conforme informou a Casa Real dinamarquesa em um comunicado. Joaquim, 42, e Marie, 35, de origem francesa, se casaram em maio de 2008. Um ano depois, eles tiveram seu primeiro filho, o príncipe Henrik. Leia mais (24/01/2012 - 09h03)
redir.folha.com.br | 24-01-2012

RIO - O percurso de um pai atrás de seu filho o faz passar por encontros pouco usuais para sua vida urbana e controlada, em locais como uma favela na beira da estrada ou uma vila praiana isolada da cidade. São situações difíceis para ele, mas ainda assim mais simples do que aquelas que Luciano Moura, o diretor do drama “A cadeira do pai”, vai enfrentar a partir de hoje. O filme, o primeiro longa-metragem de Luciano, fará sua estreia mundial no prestigiado Festival de Sundance, evento que é considerado a porta de entrada para o mercado de cinema independente dos EUA e importante para a carreira internacional de qualquer produção. No festival, que começou ontem e segue até 29 de janeiro, Moura vai acompanhar nove exibições de “A cadeira do pai”, tem reuniões marcadas com distribuidores todos os dias e ainda precisa encarar a neve e as temperaturas negativas prometidas para Park City, uma cidade de Utah conhecida por suas estações de esqui. Mas nada que o calor do sentimento paterno proposto por seu filme não resolva.

“A cadeira do pai” é um tipo de road movie, cuja trama mostra a peregrinação do médico Theo Gadelha (interpretado por Wagner Moura) atrás das pistas deixadas por seu filho, o jovem Pedro (Brás Antunes, filho de Arnaldo Antunes), que fugiu de casa no dia de seu aniversário. As razões do sumiço do guri passam por uma crise familiar — que levou sua mãe, Branca (Mariana Lima), a pedir o divórcio de Theo — e ainda pela inabilidade do pai para compreender as mudanças na vida de um adolescente. Lima Duarte também integra o elenco, como o pai ausente de Theo que se comunica com Pedro enviando mensagens e presentes pelo correio.

Em Sundance, “A cadeira do pai” foi selecionado como o único representante brasileiro de todo o festival. Ele vai participar da mostra competitiva internacional de filmes de ficção, concorrendo com outros 13 longas-metragens de países como Austrália, França, Chile, Dinamarca, Espanha, Inglaterra e Japão.

— Foi muita correria. Mandamos logo o primeiro corte para Sundance, para dar tempo de tentar a seleção, e eles nos chamaram — conta Luciano. — Independentemente de ser premiado ou não, só estar na competição já mostra que o filme fala o mesmo idioma de outros cinemas do mundo. Além disso, o festival proporciona mais visibilidade. Há muitos bons filmes sendo feitos, o que faz com que a gente acabe não os vendo por falta de tempo ou porque eles saem rapidamente de cartaz. Estar em Sundance é um passo importante nessa luta para alcançar o público.

O roteiro de “A cadeira do pai” foi escrito em conjunto por Elena Soarez e pelo próprio Luciano, os dois casados e com dois filhos para os abastecer de ideias e sentimentos sobre como melhor conduzir a história. O filme procura compartilhar com o espectador justamente algumas sensações paternas, do desespero pelo sumiço de Pedro à percepção de como é difícil entrar no universo de um filho.

— Todo mundo é filho de alguém e muitos são pais. São relações que nos definem pelo resto da vida. Elas são muito frágeis, prazerosas e amorosas, mas também delicadas. O Theo tem um baita amor por aquele moleque, mas não encara bem isso — afirma Luciano. — Então, ele segue o percurso atrás do filho, num rito de passagem para o personagem, que teve um pai ausente e por isso sente dificuldades em agir como pai.

Fuga num cavalo preto

Essa caminhada de Theo em busca do filho assume, ainda, um tom de fábula. Pedro foge num cavalo preto, provocando uma certa estranheza por onde passa. Além disso, os encontros de Theo pelo caminho fazem com que ele amoleça, passando da figura autoritária e controladora do início para um sujeito mais doce, um tanto desconcertado por descobrir que o filho é mais capaz do que ele imaginava. Nisso, destaca-se muito o trabalho de interpretação de Wagner Moura.

— Teve uma cena, no meio da estrada, em que o Wagner chegou para mim e disse: “É agora, né?” E era. Era o momento em que começava a descoberta dele, quando o personagem iniciava sua mudança — diz Luciano.

Após Sundance, “A cadeira do pai” deve tentar outros festivais internacionais e alguns nacionais, até sua estreia, prevista para o meio do ano. Como teve apoio de Paulínia na produção, é provável que ele tenha sua primeira exibição brasileira no festival da cidade do interior de São Paulo, que será realizado em junho.

oglobo.globo.com | 20-01-2012

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood, que concede o Oscar, divulgou nesta quarta-feira uma pré-seleção de nove filmes em língua não inglesa que poderão disputar o prêmio de Melhor Filme Estrangeiro, excluindo da lista o brasileiro "Tropa de Elite 2", de José Padilha, estrelado por Wagner Moura.

Entre os pré-selecionados está a produção iraniana "A Separação", que ganhou no domingo o Globo de Ouro de melhor filme em língua estrangeira, desbancando, entre outros, o espanhol "A Pele que Habito", de Pedro Almodóvar, e "In The Land of Blood and Honey", estreia de Angelina Jolie como diretora, falado em bósnio e inglês.

"A Separação" conta a história de um casal que não consegue entrar em acordo sobre se deve viver no Irã e cuidar da família ou tentar melhores condições de vida para a filha no exterior.

O governo iraniano havia inicialmente rejeitado a produção do filme porque seu diretor, Asghar Farhadi, havia declarado apoio a colegas cineastas, acusados pelas autoridades do país de fazer propaganda contra o regime.

Mas depois de um pedido de desculpas de Farhadi, que permitiu a conclusão das filmagens, Teerã apoiou o filme à medida que foi ganhando prêmios em festivais internacionais.

Entre os indicados ao Oscar para filme de língua não inglesa também está o documentário do alemão Win Wenders, "Pina", um tributo à bailarina falecida Pina Bausch.

A lista, completada por produções de Bélgica, Canadá, Dinamarca, Israel, Marrocos, Polônia e Taiwan, será reduzida a cinco na próxima terça-feira, quando forem anunciados os indicados aos prêmios, entregues em fevereiro, em Los Angeles.

Um comitê da Academia assistiu a 63 filmes entre outubro e 13 de janeiro para se decidir sobre estes nove filmes. As indicações ao Oscar serão anunciadas na próxima terça-feira.

Os filmes pré-selecionados em língua não inglesa são:

- Bélgica: "Bullhead", de Michael R. Roskam

- Canadá: "Monsieur Lazhar", de Philippe Falardeau

- Dinamarca: "Super Clássico", de Ole Christian Madsen

- Alemanha: "Pina", de Wim Wenders

- Irã: "A Separação", de Asghar Farhadi

- Israel: "Footnote", de Joseph Cedar

- Marrocos: "Omar Killed Me", de Roschdy Zem

- Polônia: "In Darkness", de Agnieszka Holland

- Taiwan: "Warriors of the Rainbow: Seediq Bale", de Wei Te-sheng

Da AFP Paris


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www.pernambuco.com | 19-01-2012

RIO - “Tropa de elite 2” está fora da disputa pelo Oscar de melhor filme de língua estrangeira. A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood divulgou nesta quarta-feira a lista com os nove filmes pré-indicados às cinco vagas da disputa pela estatueta.

Os selecionados são:

Alemanha - "Pina", de Wim Wenders

Bélgica - "Bullhead", de Michael R. Roskam

Canadá - "Monsieur Lazhar", de Philippe Falardeau

Dinamarca - "Superclásico", de Ole Christian Madsen

Irã - "A separação", de Asghar Farhadi

Israel - "Footnote", de Joseph Cedar

Marrocos - "Omar Killed Me," Roschdy Zem

Polônia - "In darkness", de Agnieszka Holland

Taiwan - "Warriors of the Rainbow: Seediq Bale", de Wei Te-sheng

No dia 6 de fevereiro, serão divulgados os nomes dos cinco finalistas. O vencedor será conhecido na cerimônia do Oscar, que acontece dia 26 de fevereiro no Kodak Theater, em Los Angeles.

oglobo.globo.com | 18-01-2012

SÃO PAULO - Mesmo com a redução de 0,5 ponto percentual na taxa de juro Selic - de 11% para 10,5% ao ano - que serve de referência para o mercado, o Brasil continua sendo o país com uma das maiores taxas de juro do mundo. Seja no comércio, no cartão de crédito ou no cheque especial os números são estratosféricos, segundo levantamento feito pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças (Anefac). O consumidor que usa o rotativo do cartão de crédito durante um ano, por exemplo, paga mais de 230% de juro.

- A queda da Selic tem pouco impacto nas operações de crédito - diz Miguel Ribeiro de Oliveira, vice-presidente da Anefac.

O levantamento da Anefac mostra que os juros praticados pelo comércio são de 5,32% ao mês, o equivalente a a 86,26% ao ano. Quem compra uma geladeira de R$ 1.500,00 e financia em 12 meses, por exemplo, pagará juro de R$ 567,67. O preço final é de R$ 2.067,67.

No capítulo do cheque especial, o juro cobrado pelos bancos é ainda maior que o do comércio. Segundo a Anefac, a taxa ao mês fica em 8,32% e, ao ano, chega a 160,9%. Na prática, quem utiliza R$ 1.000,00 no cheque especial por apenas vinte dias paga juro de R$ 55,47, já considerando a baixa da Selic. Nos empréstimos pessoais, a taxa cobrada pelos bancos, segundo a Anefac, é de 4,17% ao mês e 63,27% ao ano. Se fizer um empréstimo de R$ 5 mil, por 12 meses, o cliente pagará R$ 6,4 mil ao final da dívida.

Mas é no cartão de crédito que a taxa de juro cobrada do consumidor dispara. O levantamento feito pela Anefac mostra que, em média, a taxa cobrada pelas operadoras é de 10,65% ao mês, o equivalente a 236,83% ao ano. Significa que se uma pessoa rolar uma dívida de R$ 3 mil no rotativo do cartão por 30 dias vai pagar juro de R$ 319,50.

Um levantamento feito pela Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste) mostrou que entre cinco países da América do Sul e o México, o Brasil tem a maior taxa de juro no cartão de crédito entre todos. Na Argentina, por exemplo, a taxa de juro do cartão de crédito é 50% ao ano.

- As condições econômicas dos países pesquisados, quando confrontadas com as do Brasil, mostram claramente que a taxa média dos juros praticados no Brasil realmente é exagerada; caso fosse a metade, ou seja, de 119% ao ano [equivalente a 6,75% ao mês] ainda seria maior que o dobro da segunda colocada - diz a Proteste.

Um ranking elaborado pela Corretora Cruzeiro do Sul mostra que, entre quarenta países pesquisados, o Brasil também é o primeiro colocado no ranking do juro básico, da economia, descontando a perspectiva de inflação futura para 12 meses. A corretora pesquisou o juro básico nesses 40 países e o Brasil tem taxa de 4,9% ao ano, já considerando a queda da Selic para 10,5% ao ano. Na segunda posição, segundo o ranking, vem a Hungria com taxa de real de juro de 2,8%, seguida da China que paga taxa de 2,4% ao ano.

- Mesmo com a elevação de algumas projeções de inflação, inclusive a do Brasil, o país continua ocupando em todos os cenários, o topo do ranking como o maior pagador de juros reais do mundo. Está acima inclusive acima da Venezuela, que tem a maior taxa de juro nominal do mundo, mas que com inflação alta tem juro real negativo de 8,3% ao ano - explica Jason Vieira, responsável pelo ranking.

Para que o Brasil deixasse o primeiro lugar do ranking seria necessário uma redução de 2,75 pontos percentuais na Selic. Neste caso, o Brasil pagaria um juro real de 2,8% ainda empatado com a Hungria, que também tem juro nesse patamar.

Veja o ranking elaborado pela Corretora Sul América, já levando em conta uma Selic de 10,5% ao ano:

País Taxa de juro real (em %)

Brasil 5,4

Hungria 2,8

China 2,4

Indonésia 2,1

Rússia 1,8

Colômbia 1,0

Austrália 0,7

Suíça 0,7

México 0,7

Japão 0,6

Chile 0,6

Filipinas 0,3

Israel 0,2

Taiwan -0,2

Malásia -0,2

Tailândia -0,3

Polônia -0,3

Argentina -0,5

Suécia -0,5

África do Sul -0,6

Coréia do Sul -0,9

Alemanha -1,1

Espanha -1,4

Holanda -1,4

Grécia -1,4

República Tcheca -1,4

França -1,5

Índia -1,7

Dinamarca -1,7

Canadá -1,8

Aústria -2,1

Itália -2,2

Bélgica -2,4

Portugal -2,5

EUA -3,0

Inglaterra -3,6

Turquia -4,3

Honk Kong -4,9

Cingapura -5,4

Venezuela -8,3

Fonte: Corretora Cruzeiro do Sul

oglobo.globo.com | 18-01-2012
Tropa de Elite 2 está fora do Oscar 2012. A Academia acabou de soltar a lista preliminar com nove filmes - dentre os 63 inscritos - que ainda permanecem no páreo. São eles: Bélgica, Bullhead, Michael R. Roskam Canadá, Monsieur Lazhar, Philippe Falardeau Dinamarca, Superclásico, Ole Christian Madsen Alemanha, Pina, Wim Wenders Irã, A Separação, Asghar Farhadi Israel, Footnote, Joseph Cedar Marrocos, Omar Killed Me, Roschdy Zem Polônia, In Darkness, Agnieszka Holland Taiwan, Warriors of the Rainbow: Seediq Bale, Wei Te-sheng Desses nove, ainda serão escolhidos cinco. O favorito é A Separação, drama que ganhou o Globo de Ouro no ...
omelete.uol.com.br | 18-01-2012
A União Europeia pode proibir a importação de petróleo iraniano a partir de 1o de julho, dando aos países membros quase seis meses para encerrar contratos existentes, segundo proposta da Dinamarca, que ocupa a presidência rotativa da UE, disseram diplomatadas europeus nesta terça-feira. Governos da

www.estadao.com.br | 17-01-2012
A União Europeia pode proibir a importação de petróleo iraniano a partir de 1o de julho, dando aos países membros quase seis meses para encerrar contratos existentes, segundo proposta da Dinamarca, que ocupa a presidência rotativa da UE, disseram diplomatadas europeus nesta terça feira.
noticias.terra.com.br | 17-01-2012
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www.presseurop.eu | 17-01-2012

Tomar antidepressivos no fim da gravidez dobra o risco de dar à luz bebês que sofrem de hipertensão pulmonar persistente, de acordo com um estudo realizado nos países do norte europeu e publicado nesta sexta-feira.

"Tomar antidepressivos do tipo ISRS (Inibidores Seletivos de Recaptação da Serotonina) após a 20ª semana de gestação está associada a um risco dobrado de hipertensão pulmonar persistente no recém-nascido", segundo as conclusões do estudo realizado pelo prestigiado Instituto Karolinska, em Estocolmo.

O número de recém-nascidos que sofrem desta doença é de 1,2 a cada mil, em média, acrescenta o instituto, salientando que a taxa de mortalidade em indivíduos nascidos com hipertensão pulmonar persistente é de 15%.

O estudo do Karolinska levou em conta 1,6 milhão de nascimentos entre 1996 e 2007 em cinco países do norte da Europa (Dinamarca, Finlândia, Islândia, Noruega e Suécia). É o primeiro estudo representativo desta magnitude, que complementa a pesquisa Chambers, publicada em 2006 no New England Journal of Medicine.

Segundo o estudo, 11 mil mulheres que tomaram antidepressivos no final da gravidez deram à luz 33 crianças com hipertensão pulmonar.

"Os médicos que tratam pacientes grávidas contra a depressão devem tentar considerar uma abordagem não medicamentosa", adverte a responsável pelo estudo, Helle Kieler, em um comunicado.

Os antidepressivos ISRS são amplamente utilizados no tratamento da depressão e incluem vários tipos de princípios ativos, incluindo a fluoxetina, vendido sob o nome de Prozac.

O estudo constatou que os riscos são os mesmos para todos os princípios ativos estudados, ou seja, a fluoxetina, citalopram, sertralina, paroxetina e escitalopram.

Da AFP Paris


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www.pernambuco.com | 13-01-2012
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www.presseurop.eu | 13-01-2012

LONDRES - Uma Escócia independente, o sonho de gerações de nacionalistas, seria um presente para uma economia relativamente rica, que tem seus alicerces no petróleo do Mar do Norte e no setor financeiro de Edimburgo. Mas criaria mais um pequeno Estado na beira de uma Europa vulnerável a impactos globais.

Os nacionalistas argumentam que a Escócia, um reino independente até 1707, será o próximo Estado europeu rico em energia, como a Noruega. Já os céticos veem um futuro candidato a socorro financeiro, como a Irlanda.

- A economia escocesa caminha razoavelmente bem - disse Brian Ashcroft, professor de Economia da Universidade de Strathclyde. - Está muito bem em comparação ao resto do Reino Unido e seria um Estado rico, mas a receita do petróleo é muito volátil.

A Escócia, que mantém um ordenamento jurídico próprio desde o estabelecimento da união, em 1707, tem um governo semiautônomo desde 1999, com poderes sobre saúde, educação e prisões, por exemplo.

Sob muitos aspectos, a Escócia já é um país - tem bandeira, seleções esportivas e feitos científicos e literários para apresentar. O governista Partido Nacional Escocês (SNP) argumenta que, embora pequeno, o território poderia prosperar mais por conta própria, pois ficaria com uma grande parte dos dividendos do petróleo extraído no Mar do Norte.

O SNP conquistou a maioria no Parlamento escocês em maio do ano passado e, desde então, promete realizar um referendo sobre a independência da Escócia na segunda metade de sua legislatura, ou seja, a partir de 2014.

A consulta popular está travada num impasse entre o premier britânico, David Cameron, que quer uma votação o mais em breve possível, e os independentistas, que pretendem esperar até 2014 para terem tempo de fazer campanha pelo "sim".

Para o Partido Nacional , Cameron, que é contra a separação, está tentando interferir num assunto que deveria ser tratado apenas pelos escoceses.

Quase 40% apoiam divisão

Uma pesquisa do instituto Ipsos Mori feita no mês passado mostrou que, entre os eleitores escoceses decididos a votarem num referendo, 38% são favoráveis à independência - três pontos a mais que em agosto. Cerca de 50% são contra, e um dos desafios é convencer esses eleitores de que a Escócia pode sobreviver sozinha.

Se a tendência mostrada pela pesquisa for revertida, a Escócia, uma nação de cerca de 5 milhões de habitantes, algo como em Noruega e Dinamarca, teria um divórcio difícil do longo parceiro.

Os independentistas querem 90% da receita derivada do petróleo do Mar do Norte, estimada em 13 bilhões de libras por ano, e só 8% da dívida britânica - em linha com a porcentagem da população.

Londres deve argumentar que o petróleo tem que ser dividido por todo o Reino Unido e talvez até pedir que uma eventual repartição seja feita de acordo com a população. Além disso, é possível que use na negociação o fato de ter colocado bilhões de libras em bancos escoceses durante a crise.

O europeísta SNP está determinado de que a Escócia deveria entrar automaticamente na União Europeia, mas analistas acreditam que um processo de aceitação deverá ser aplicado. Outra questão é a zona do euro, onde a entrada é condicionada a alguns comprometimentos por parte do país - mais um problema para uma independência que ainda parece longe de ser alcançada.

oglobo.globo.com | 13-01-2012

 A rainha Margreth II da Dinamarca (Margrethe Alexandrine Þórhildur Ingrid) celebra neste final de semana 40 anos de reinado, período em que se transformou de uma jovem tímida e fumante inveterada na soberana mais popular da Europa.

Os festejos vão de sexta-feira a domingo para recordar o 14 de janeiro de 1972, quando a princesa ainda de luto pelo pai tornou-se, aos 31 anos, a primeira mulher a subir ao trono da monarquia mais antiga da Europa.

Margreth, a mais velha das três filhas do rei Frederik IX da Dinamarca e da princesa Ingrid, da Suécia, casou-se com o francês Henri de Laborde de Montpezat, o príncipe consorte Henrik, tendo tido dois filhos, o príncipe herdeiro Frederik e o príncipe Joachim.

"Daisy", como é chamada na intimidade, ainda se mantém esbelta e dinâmica. Aos 71 anos veste-se com roupas de cores fortes e chapéus excêntricos.

É muito querida por seus súditos porque soube "modernizar uma monarquia envelhecida e adaptá-la à evolução da sociedade" sem sobressaltos, explica o professor da Universidade de Copenhague Lars Hovbakke Soerensen.

Quase oito em cada dez dinamarqueses são favoráveis à monarquia, segundo pesquisa publicada em dezembro, o que torna a Dinamarca o reinado "mais popular da Europa", segundo Soerensen.

Margreth é particularmente querida desde o começo dos anos 1980, quando assumiu a veia de artista polivalente.

Esta intelectual poliglota dedicou-se também à tradução, elaborando em 1981, com um pseudônimo e em colaboração com o marido, uma versão dinamarquesa da obra de Simone de Beauvoir "Todos os homens são mortais".

A rainha também criou o vestuário e o cenário de numerosos espetáculos e séries de televisão.

Mas ela se destaca, principalmente, no desenho e na pintura.

Margreth ilustrou numerosas obras literárias, como a reedição, em 2002, de "O Senhor dos Anéis", de J. R. R. Tolkien.

Suas pinturas quase abstratas estão expostas em museus e galerias importantes, tanto na Dinamarca como no exterior.

Em seu discurso de Ano Novo, de 1984, Margreth II pediu tolerância aos dinamarqueses e denunciou "observações estúpidas" e "frieza" em relação aos imigrantes.

"Posso pensar o que quiser, como todos. Mas não posso dizer tudo o que penso. Muitos deveriam fazer o mesmo de vez em quando", declarou numa entrevista, em 1988.

Embora Margreth II seja amada, a maioria dos dinamarqueses gostaria que abdicasse para deixar o trono a Frederik dentro de cinco ou dez anos, segundo pesquisa publicada no dia 2 de janeiro.

Da AFP Paris


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www.pernambuco.com | 12-01-2012
A rainha Margreth II da Dinamarca (Margrethe Alexandrine Pórhildur Ingrid) celebra neste final de semana 40 anos de reinado, período em que se transformou de uma jovem tímida e fumante inveterada na soberana mais popular da Europa.
noticias.terra.com.br | 12-01-2012

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