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VIENA - Vagar por terras de culturas milenares e mudar de idioma a cada nova fronteira sem destino certo nem compromissos de horário a não ser consigo mesmo. Apenas um guia na mão e uma fantasia na cabeça: viver uma experiência de viagem singular. Se ontem impressionou o castelo medieval eslavo que divide a margem do Danúbio com prédios comunistas, hoje você prefere relaxar em termas neobarrocas num vibrante centro urbano; amanhã talvez queira degustar um bom vinho húngaro sob a vigília atenta de minaretes turcos. E nada das manjadas excursões de ônibus, com dia e hora marcados para tudo, nem do estresse com a segurança de aeroportos ou com malas pesadas em plataformas de trem. Um jeito fácil de curtir essa aventura? Sair de carro pelo Leste da Europa. No aeroporto, dicas preciosas A reserva do carro pode ser feita no Brasil, com uma agência ou pela internet. Optei por um modelo compacto, um Golf, confortável para duas pessoas e até quatro malas. Embora as locadoras orientem os clientes a apresentar carteira de habilitação internacional, a carteira brasileira e o passaporte foram aceitos. Aliás, aeroporto é o lugar ideal para pegar o carro. Os funcionários geralmente estão treinados para dar informações úteis e essenciais aos clientes. Aluguei o carro no terminal de Viena da Avis, onde um simpático atendente polonês que falava espanhol, mostrando um mapa da região, me ensinou a operar o GPS, bússola mágica do nosso tempo, e explicou que cada país tem regras específicas na cobrança de pedágio. Ao cruzar a fronteira austro-húngara compra-se um selo de autorização para circular pelas estradas da Hungria — chamado vignette ou matrica ao custo de 12 euros por semana e quilometragem livre. No país não há barreiras de pedágio. Essa viagem foi feita em 14 diárias. A despesa total foi de 1 mil euros — cada diária custou cerca de 70 euros, incluindo-se aí aluguel e seguro, GPS, imposto, tanque de combustível cheio na devolução, além da taxa para deixar o carro em outro país, de preferência no aeroporto de onde seu próximo voo partirá. Ao retirar o carro, ainda no aeroporto de Viena, o funcionário explica os limites para a entrada do carro nos países da região: é vetada a circulação por África, Turquia, todas as ex-repúblicas soviéticas e algumas nações da União Europeia como Grécia, Romênia e Bulgária. Ao sair pelas estradas da Áustria — ou de outros países da Europa Ocidental — em direção ao Leste, quem aluga um carro tem acesso livre à Eslováquia, Eslovênia, República Tcheca, Croácia, Polônia e Hungria. Juntas, estas nações conformam um palco com mais de 600 mil quilômetros quadrados, o equivalente às áreas dos estados de Rio, São Paulo, Paraná e Santa Catarina somadas. Um caldeirão histórico onde ocorreram alguns dos principais confrontos dos últimos dois mil anos, passando pelas dominações romana, mongol, turca, austro-húngara, dentre tantas outras, até chegarmos à disputa ideológica que pautou a vida no século XX: comunismo versus capitalismo. Munido dessas informações, esboço a rota a ser percorrida: 14 dias, de Viena a Berlim, passando por Budapeste. Para se ter noção do trajeto, 250 quilômetros separam Viena de Budapeste, e outros 700, Budapeste de Berlim. Na altura de Viena, a A4 é a rodovia austríaca que dá acesso aos países da antiga Cortina de Ferro. Na primeira saída na estrada, as placas já anunciam duas cidades estrangeiras: Bratislava e Budapeste, capitais eslovaca e húngara, respectivamente. A sensação de liberdade ao cair na rodovia é uma recompensa e tanto para quem organiza viagens desse tipo: destinos interessantes e relativamente próximos, sinalização e asfalto impecáveis, comidinha honesta de beira de estrada. Aliás, mal começou a jornada, e bateu aquela fominha? Logo à frente tem um posto AutoGrill, franquia italiana de restaurantes, com vários caminhões estacionados. Diz a sabedoria popular das estradas que se um restaurante atrai caminhoneiros é porque a cozinha é boa. Ótima oportunidade para se despedir da terra de Mozart com um wiener schnitzel (escalope de vitela ou porco empanado à moda vienense) acompanhado de salada de batatas e limão siciliano. Curiosidade politicamente incorreta: tinha vinho italiano e variada seleção de cervejas à venda para todos. Mas nenhuma bebida alcoólica foi cogitada no meu cardápio. De volta ao carro, o GPS implora por um destino: escrevo Budapeste e o endereço do hotel reservado. Para espíritos mais aventureiros, que curtem desvendar caminhos com velhos mapas de papel, a falta de charme é compensado pela praticidade: o aparelho traça a rota em segundos, e tudo o que se tem a fazer é seguir os comandos de voz, disponíveis em vários idiomas, alguns modelos inclusive em português, com sotaque lusitano. Hungria: da capital ao lago festeiro Dirigir por uma metrópole como Budapeste exige bastante atenção num primeiro dia: além do fluxo de carros particulares e pedestres, há bondes, ônibus, ciclovias. Mas a sinalização clara permite ao motorista estrangeiro se habituar rapidamente às regras locais de trânsito. Ao longo da viagem, entrei e saí de cinco grandes centros — Viena, Budapeste, Bratislava, Praga e Berlim —, e em nenhum deles houve problemas para estacionar na zona central. Geralmente subterrâneos, os estacionamentos estão identificados pela letra "P", em azul e branco. Se for parar na rua, em áreas similares ao nosso Rio Rotativo, o equipamento eletrônico que emite o comprovante de pagamento geralmente traz explicações em inglês e alemão, além da língua local. Mas ninguém se daria ao trabalho e custo de alugar um carro só para aprender a estacionar em Budapeste ou Praga, certo? Então capriche na escolha — e mãos ao GPS! Há uma infinidade de opções de trajeto que podem ser feitos numa viagem como essas. Mas suponho que este sirva de inspiração a quem vá fazer seu próprio roteiro pelo Leste da Europa de carro. Na Hungria, fugi do agito de Budapeste em direção a Eger, nordeste do país, para uma visita de três dias. Em menos de duas horas, passei por bucólicos campos de milho, girassóis ainda floridos e o trigo dourado à espera da colheita — a viagem foi realizada no auge do verão (cabe dizer que o roteiro pode ser feito em qualquer época do ano, uma escolha que depende apenas da estação de sua preferência). A pequena cidade de 60 mil habitantes surpreende por seu rico patrimônio cultural e arquitetônico. Abriga, por exemplo, o Castelo de Eger, de estilo medieval quando os mongóis o destruíram no séc. XIII e de estilo gótico quando os otomanos foram expulsos em 1552; um minarete turco, considerado o local mais setentrional a integrar o império otomano; a Igreja Minorita em estilo barroco de meados do séc. XVIII ou ainda a basílica neoclássica dos anos 1830. Além dos marcos arquitetônicos, a lista de destaques tem outro requinte: trata-se da principal região vinícola do país, onde a denominação de origem "Sangue de Boi" (Bikavér) é motivo de orgulho nacional. Com razão: mesmo paladares mais exigentes, habituados à vinhos de qualidade degustarão esse tinto com grata surpresa. Oposto a Eger, 100 quilômetros a sudoeste de Budapeste, fica o Lago Balaton, o maior em volume de água doce na Europa Central. Ali você não encontrará a mesma diversidade histórico-cultural de Eger, mas dificilmente ficará indiferente ao clima festeiro que domina sua orla durante o verão. Muitos jovens da Europa central vão para a principal cidade-resort do entorno, Siófok, cuja cena musical é tão vibrante que, há alguns anos, vem sendo considerada a "Ibiza do Leste". Em três dias, caso você se canse do som dos DJs, há uma grande variedade de opções de veraneio no entorno do lago: passeios de barco, pescarias, praia. Ou simplesmente a contemplação de um pôr do sol cinematográfico. Depois de setembro, a calma volta ao lugar, e o clima fica perfeito para quem dispensa agitação. O caminho entre Visegrád e Esztergom é digno de um éden, com bosques verdejantes, hotéis rurais e a água cor de ardósia de um rio que tem fama de azul. A meia hora da capital húngara, suba o alto da colina onde estão as ruínas da cidadela de Visegrád, de fundação latina, e aprecie a espetacular vista sobre o Danúbio. Ou visite a célebre Basílica em Esztergom, cidade onde o imperador romano Marco Aurélio escreveu parte de suas reflexões filosóficas e que, entre os séculos X e XIII, foi morada da antiga realeza húngara. Há hotéis charmosos ao longo da margem direita, trilhas para quem gosta de se aventurar no mato, restaurantes escondidos em estradas vicinais, com especialidades locais de peixes, a preços mais razoáveis que os praticados no Brasil. Ou seja, mais três dias no mínimo. Se dali, você dirigir por mais uma hora, desta vez em direção ao oeste, verá propriedades rurais enfeitadas com o colorido de gerânios e begônias, antes de trocar de país mais uma vez. Tríplice fronteira com cenário de 007 A capital da Eslováquia, Bratislava, com pouco mais de 400 mil pessoas, é relativamente pequena, mas conta com uma herança cultural robusta. O ideal é deixar o carro num estacionamento e se perder a pé pelas labirínticas ruas do centro histórico. Agora, sim, dá para tomar uma cervejinha sem riscos. Do Castelo de Bratislava, construção mais marcante da cidade, avistam-se terras da Áustria e da Hungria, na tríplice fronteira dos mundos eslavo, germânico e húngaro. A paisagem urbana é marcada pelo contraste entre as épocas em que se ergueram os edifícios: de um lado, torres medievais e exemplares arquitetônicos do gótico e do barroco delimitam seus territórios na parte antiga da cidade; do outro, a influência da ideologia comunista em blocos de concreto, os quais dão contorno aos prédios da época socialista. É uma visão tão eclética que sobra até espaço para os arranha-céus contemporâneos. No dia seguinte, vale rodar mais dez quilômetros para conhecer o Castelo de Devín, na confluência dos rios Danúbio e Morava, cuja fundação remonta ao século IX. Enquanto os regimes do Leste estiveram de pé, toda a área era fortemente militarizada, pois se encontrava sobre a linha fronteiriça que dividia o continente. O colapso da Cortina de Ferro apagou essa presença. O conjunto está parcialmente em ruínas, mas um de seus palácios foi reconstruído e transformado em museu. Refazendo as contas, faltavam duas noites para entregar o carro em Berlim. No entanto, dirigir pelos 550 quilômetros que separam Bratislava da capital alemã num único dia é sacrificante. Por isso, além de Praga, escolhi um ponto equidistante entre elas: as termas de Karlovy Vary na República Tcheca. Em menos de meia hora cruzo o que resta de Eslováquia. Nos campos domina a paisagem a palha do trigo recém-colhido, entre terras escuras e férteis preparadas para a semeadura. Deu vontade de comer algo leve na estrada? Um mercadinho de frutas à vista! Dois quilos de ameixas por um euro, baratas e gostosas. Após cruzar a fronteira, tive a impressão de que as estradas tchecas são um pouquinho melhores para trafegar que as eslovacas — embora as condições das vias na Eslováquia sejam muito boas, pois não tive problemas durante todo o passeio. A diferença é sutil, mas se deixa notar na qualidade do asfalto, na quantidade de pistas duplicadas e na sinalização. Em Praga, uma única diária parecia pouco para o esplendor da capital tcheca. E é mesmo. Mas nosso objetivo era desbravar os interiores. Antes de voltar para a estrada, fiz um passeio matutino pelo belíssimo centro histórico da cidade, com trânsito fluido e bem sinalizado. A fama de Karlovy Vary procede: a cidade é literalmente um cenário de cinema (e locação para "007 – Cassino Royale"). Aclamada internacionalmente por suas águas terapêuticas, seus hotéis e seus spas suntuosos, sem falar no licor Becherovka e nos cristais da Boêmia de marca Moser, a cidade oferece muitas possibilidades para relaxar, degustar e comprar. Daria fácil para ficar outro dia, mas Berlim nos aguarda. Velocidade e cautela na autoestrada Nunca fui muito fanático por velocidade, mas certamente a Autobahn, autoestrada federal alemã onde não há pedágios ou limites de velocidade, desperta o fetiche. Toda a prudência é recomendada e, embora a qualidade da pista e da sinalização seja excepcional, velocidades acima de 130 quilômetros por hora são bem arriscadas. Mesmo nesse nível, contudo, não é difícil um carro impaciente colar atrás de você, enviando sinais com o farol para ganhar passagem. Foi num clima de passeio no autódromo que encarei logo de manhã a jornada ao ponto onde entregaria o carro, o aeroporto Tegel, em Berlim. O trajeto à capital germânica foi feito em pouco mais de uma hora, ou seja, cheguei antes do meio-dia, com folga de oito horas para embarcar no voo de volta. Achei um desperdício não dar um último passeio. Em dez minutos, dei cara com o Portão de Brandemburgo — mais uma vez, com a ajuda do GPS. Estacionei o carro ao lado do Memorial aos Judeus Assassinados na Europa e visitei o monumento que ainda não conhecia. Caminhar entre os blocos do monumento causa impacto: eles oscilam de altura conforme a posição, lembrando um cemitério de lápides sem nomes, o que imprime maior dramaticidade à homenagem aos que foram mortos durante o Holocausto. Após a participação especial no centro berlinense, era hora de voltar. O ideal é calcular três horas antes da partida do voo: uma para entregar tranquilamente o carro e outras duas horas para fazer o check-in na companhia aérea. SERVIÇO Hungria Budapeste: O hotel Marriott fica às margens do Danúbio, com estacionamento. Apaczai Csere Janos u. 4. Diárias a partir de 104,25 euros. marriott.com Eger: Kulacs Csarda Panzio (hotel rural), diárias a partir de 70 euros. 3.300 Eger, Szepasszony-volgy. kulacscsarda.hu Siófok: Na região do Lago Balaton, o Villa Ricardo tem diárias a partir de 80 euros. Batthyany u. 48/B., 8600 Siófok. riccardo.hu Esztergom: No caminho para Bratislava, o Hotel Bellevue fica às margens do Danúbio. Diárias a 121 euros. Búbánatvölgy Ortorony u 49. bellevuehotel.hu República Tcheca Praga: Grand Hotel Bohemiam Diárias a 284 euros. Králodvorská 4. grandhotelbohemia.cz Karlovy Vary: Royal Golf - Art Hotel, diárias a 155 euros. Cihelny 5. royalgolf.cz
oglobo.globo.com | 14-05-2012
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8h - Masters 1.000 de Madri
, tênis, Sportv 2
8h30 - Alemanha x Eslováquia
, Pré-Olímpico masculino de vôlei, ESPN
16h - Liverpool x Chelsea
, Campeonato Inglês, ESPN Brasil e ESPN HD
Leia mais (08/05/2012 - 06h30)
redir.folha.com.br | 08-05-2012
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CIDADE DO VATICANO - O papa Bento XVI definiu uma comissão de cardeais para investigar os intrigantes vazamentos de documentos para a imprensa, que levantam suspeitas de corrupção e má gestão no Vaticano. Os documentos incluem cartas privadas enviadas ao papa por um arcebispo que foi transferido para Washington após denúncias de nepotismo e compadrio. O religioso percebeu a formação de uma teia de corrupção e clientelismo, revelando documentos sobre os conflitos internos no Banco Vaticano. O Vaticano disse que a comissão seria composta por três cardeais aposentados: o espanhol Julian Herranz, Jozef Tomko, da Eslováquia, e Salvatore De Giorgi, da Itália. Em nota, a Igreja informou que iria "proceder a uma investigação oficial e lançar luz" sobre como os vazamentos aconteceram. O escândalo, conhecido como "Vatileaks", se refere ao vazamento de uma série de documentos para a imprensa italiana, em janeiro e fevereiro. Os vazamentos começaram em janeiro, quando uma investigação da televisão italiana revelou cartas particulares enviadoas ao secretário de Estado, cardeal Tarcisio Bertone, e ao Papa pelo arcebispo Carlo Maria Vigano, ex-vice-governador da Cidade do Vaticano e atual embaixador da Santa Sé em Washington. As cartas mostram que Vigano foi transferido depois de ter exposto o que chamou de uma teia de corrupção, nepotismo e clientelismo vinculado à entrega de contratos para as empresas italianas a preços inflacionados. Como vice-governador da Cidade do Vaticano entre 2009 e2011, Vigano foi o segundo funcionário mais importante no departamento responsável pela manutenção dos terrenos, edifícios, ruas, museus e outras infraestruturas da pequena cidade-estado.
oglobo.globo.com | 25-04-2012
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De acordo com dados do Eurostat, Portugal tinha a quarta mão-de-obra mais barata da Zona Euro em finais 2011, a 12 euros por hora, só à frente de Malta, Eslováquia e Estónia. No topo da tabela estão a Bélgica, Dinamarca e França, com quase 40 euros por hora.
www.rtp.pt | 24-04-2012
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Milhares de israelenses permaneceram em silêncio nesta quinta-feira e todo o tráfego rodoviário parou, enquanto sirenes soavam por dois minutos para lembrar os seis milhões de judeus que foram mortos durante o Holocausto nazista.
Da AFP Paris .. Leia Mais... Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias Copyright © 2012, Pernambuco.com - Grupo Associados, Recife-PE, Brasil
www.pernambuco.com | 20-04-2012
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A partir do 1º de maio, o número de trabalhadores oriundos de oito Estados-membros da UE (Estónia, Hungria, Letónia, Lituânia, Polónia, Eslováquia, Eslovénia e República […] (News in brief)
www.presseurop.eu | 19-04-2012
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Muito equilíbrio marcou os duelos desta quinta feira, no WTA de Barcelona. A eslovaca Dominika Cibulkova precisou conquistar uma virada para derrotar a tcheca Klara Zakopalova, com parciais de 5/7, 6/4 e 6/4. O jogo teve nada menos do que 36 oportunidades de break points, com 19 para a tenista da Eslováquia e outros 17 para Zakopalova. A número 17 da WTA conseguiu um quebra de serviço a mais do que a oponente tcheca e levou a melhor no confronto.
esportes.terra.com.br | 13-04-2012
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RIO - Alunos de escolas públicas brasileiras poderão concorrer a um intercâmbio gratuito. A AFS Intercultura Brasil, organização especializada em intercâmbio cultural, abriu inscrições para bolsas. Ao todo, dez estudantes serão contemplados e irão para países como Argentina, China, Colômbia, República Tcheca, Eslováquia, Costa Rica, Letônia, México, República Dominicana e Tailândia. O período de inscrições varia de acordo com a cidade. Para participar é preciso ser aluno do ensino médio, com idade entre 14 e 17 anos, com excelente desempenho acadêmico e renda familiar comprovada de até quatro salários mínimos (confira todas as regras aqui). A bolsa corresponde a um ano de letivo do ensino médio e os embarques acontecerão a partir do segundo semestre de 2012. Estão incluídos, suporte 24 horas, orientação, passagem, hospedagem, alimentação, seguro saúde, material escolar, matrícula e mensalidade. O superintendente da AFS Intercultura Brasil Adolpho Fernandes disse que o objetivo é oferecer uma experiência cultural única. - Nosso objetivo é proporcionar aos estudantes de pouco poder aquisitivo uma experiência cultural única em suas vidas. Eles vão aprender a ver o mundo sob ângulos diferentes e descobrir que o certo e o errado são relativos. Com esta vivência, estes alunos farão parte de um grupo de pessoas que, assim como o AFS, estão dispostas a construir um mundo melhor com paz e igualdade - afirma Adolpho.
oglobo.globo.com | 26-03-2012
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RIO - Sohaku Raimundo Cesar Bastos, apesar do primeiro nome, nasceu no Brasil. Ele é formado em medicina oriental. Ele é formado em contabilidade. Ele é professor de acupuntura. Ele é diretor da Associação Brasileira de Educação. Ele é ex-colunista do "Jornal dos Sports". Ele é monge budista. Ele é faixa preta em karatê. Ele é, sobretudo, cônsul-geral honorário do Sri Lanka no Rio de Janeiro. A história de como chegou ao posto diplomático beira o insólito. Remonta à adolescência, no Rio, período em que Bastos remediava as lesões, no karatê, à base de acupuntura. Interessou-se. Aos 23 anos, rumou ao Japão, para estudar sobre o assunto na Escola Imperial de Medicina Oriental. Fez formação, mestrado, morou num templo budista e, tempos depois, mudou-se para o Sri Lanka, onde se doutorou na área. Lá, caiu nas graças de um professor de acupuntura, Vimal de Alwes, conhecido por espetar agulhas medicinais na alta roda do poder cingalês. —- Ele gostou de mim porque eu era budista, como ele, e passou a me apresentar a alguns clientes. Tratei o irmão da presidenta, o ministro das Medicinas Na$, o das Relações Exteriores, o embaixador da Rússia — lembra. Assim o fez entre 1988 e 1994, tempo que permaneceu no Sri Lanka. Sete anos mais tarde, quando o governo cingalês precisou abrir um consulado no Brasil, surgiu a pergunta: a quem recorrer? Ao rapaz que deixava seminova as costas do ministro das Relações Exteriores. Bastos virou cônsul honorário. Um cônsul pode pertencer a dois grupos: de carreira ou honorário. Cônsul de carreira é aquele que cursou Diplomacia, viveu em vários países e galgou postos até chegar à insígnia consular, pela qual é remunerado. Nasceu no país que representa. Estados Unidos, França e Portugal têm cônsules de carreira no Rio. Forrest Gump da diplomacia, cônsul honorário é o homem certo no lugar certo na hora certa. Ele não viveu em vários países, não galgou postos e, muitas vezes, nem sequer esteve na nação que irá representar. O convite costuma surgir ao acaso. Daniel Sauer, dono da joalheria Amsterdam Sauer, tornou-se cônsul honorário da Tailândia depois que a princesa da nação asiática gastou rios de dinheiro em sua loja. O empresário Cesar Augusto Maia passou a $o Benin quando intermediou um acordo entre a seleção africana — que queria aprimorar o futebol — e a equipe do Botafogo. — Eles treinaram durante dois meses em General Severiano — lembra. A classe ficou conhecida de forma folclórica, no ano passado, quando um homem se passou por cônsul honorário do Congo para ajudar o traficante Nem, cercado pela polícia, a fugir da Rocinha. Acabou preso; o Congo não tem representação na cidade. De acordo com um levantamento de 2008 da Aconbras (Associação dos Cônsules no Brasil), há 20 consulados honorários no Rio. No exterior, de acordo com o Itamaraty, o Brasil tem 191 representantes do gênero. Um cônsul honorário no Brasil surge quando da seguinte situação: um governo estrangeiro tem interesse em ser representado por aqui, mas carece de verba para tanto (consulados de carreira demandam equipe, aluguel, regalias). A solução é nomear um residente local — geralmente com bom trânsito empresarial e político. O cargo é vitalício. Cônsul honorário não tem privilégio ou passaporte diplomático. Cônsul honorário não ganha honorários. Nascido na Hungria mas radicado no Brasil desde os 10 anos, o cônsul honorário da Hungria no Rio, Anton Hajdú, de 78 anos, resume: — Sou um voluntário que interessa aos dois países. Tenho pequenas despesas, mas estou de acordo com elas. O que fiz foi um sacrifício patriótico. E por que aceitar? — Porque é uma honraria. Você defende os interesses de um país nos campos intelectual, cultural e comercial — diz o jurista aposentado Delio Mattos, de 84 anos, cônsul honorário de Malta há mais de três décadas. Advogado na área cível, Mattos foi convidado ao cargo sem nunca antes ter estado em Malta, uma ilha no Mar Mediterrâneo habitada por 400 mil pessoas. O convite chegou por intermédio de um amigo, diplomata, que tinha ascendência maltesa. — Ele morou em Paris, onde acabou $o antigo primeiro-ministro de Malta, Dom Mintoff, que estava interessado em ter uma representação no Brasil — lembra. Por insistência do amigo — que, por ser diplomata, não poderia ocupar o cargo —, Mattos aceitou a honraria. Como todo cônsul honorário, precisou que o Itamaraty a aprovasse, após confirmação de que não exercia qualquer cargo público e não era fichado na polícia. Passou a visitar a ilha com certa frequência. Todas as viagens foram pagas do próprio bolso: — Levei um representante da Petrobras para tentar estabelecer uma parceria na exploração de petróleo. Tentei fazer de Malta um centro de distribuição do café brasileiro na Europa e, na última visita, $anos atrás, tentei estabelecer um voo direto da Air Malta para o Brasil. As investidas não renderam frutos. Ultimamente, Mattos está às voltas com o caso de uma mulher, maltesa, detida no presídio feminino Talavera Bruce, no Rio, por tráfico internacional de drogas. — Dou uma assistência pessoal, levo agasalho, cigarro. Estou para visitá-la — diz, de seu apartamento, em Copacabana, que faz as vezes de consulado. Como o princípio básico é o custo zero, as representações costumam ficar nas casas ou escritórios dos próprios cônsules. O consulado honorário da Guatemala, por exemplo, está instalado na sede da H.Stern, em Ipanema (a consulesa, Ruth Stern, é dona do império de jóias). O da Eslováquia fica no segundo piso de uma loja de perfumes no shopping Fashion Mall, em São Conrado. E — ironia do destino — o do Haiti é na sede do $Safra, no Centro. O cônsul, Carlos Alberto Vieira, é presidente do conselho do banco. O consulado chefiado por Marie Christine Hewet, de 55 anos, dista cinco metros de sua sala de jantar, num apartamento de frente para o mar, em Copacabana. Trata-se de um escritório normal, com fotos de família, que só destoa do clima caseiro por dois detalhes: a bandeira, na entrada, e o retrato, ao fundo, de Henri Albert Gabriel Félix Marie Guillaume, o grão-duque de Luxemburgo. Marie tornou-se consulesa honorária do país em 1998, quando seu pai, então ocupante do posto, adoeceu. — Ele era luxemburguense. Veio ao Brasil para trabalhar na Siderúrgica Belgo-Mineira e acabou virando cônsul honorário. Ficou por 14 anos no cargo. Eu estou há outros 14. É uma dinastia — brinca. Ela visita Luxemburgo uma vez ao ano, para rever a família. Tem na ponta da língua $ções sobre o diminuto país, que mede 60 quilômetros de Leste a Oeste (menos que duas vezes a distância entre o Leme e o Pontal): — Somos 500 mil habitantes, falamos três línguas, temos a maior renda per capita do mundo, de US$ 122 mil. No dia a dia, os 35 luxemburgueses radicados no Rio não costumam incomodar. O grosso do trabalho é ocupado por pedidos de cidadania europeia — feitos por brasileiros — que ela remete ao ministério da Justiça de Luxemburgo. No ano passado, foram cinco. Do outro lado da balança da desigualdade social, João Edvar Gomes dos Santos, de 58 anos, não precisa se preocupar com pedidos de cidadania. É pouco provável que brasileiros reivindiquem naturalidade $Togo, nação africana que, em 2011, ocupava a posição de número 172 na lista decrescente de renda per capita estimada pelo FMI. A lista tem 184 países. Dono de uma agência de turismo especializada em destinos africanos, Santos virou cônsul honorário em 1997, após levar um grupo de 40 empresários ao Togo: — Na viagem, encontramos o presidente Gnassingbé Eyadéma. Ele estava fechando a embaixada no Brasil e precisava de algum representante. O agente de turismo virou cônsul-geral honorário — cargo que o deixa responsável pelos assuntos togoleses não apenas no Rio, mas em todo o território nacional. Ganhou uma bandeira e um retrato do presidente, além do passaporte diplomático, que lhe dá imunidade quando está a serviço do governo do Togo (é um dos raros cônsules honorários a dispor de tal privilégio). Santos visita o país três vezes ao ano, para audiências com empresários, ministros e parlamentares. — Agora estamos vendendo algodão para o mercado brasileiro — diz. Se for de qualidade, o algodão do cônsul togolês pode até servir de base para as roupas desenhadas pelo da Estônia, Oskar Metsavaht. Fundador da grife Osklen, Metsavaht se viu alçado ao posto diplomático em 2008. O ministro estoniano das Relações Exteriores e 50 membros da comunidade compareceram à nomeação, na sede da Osklen, em São Cristóvão, onde foi instalado o consulado. — Tocaram uma gravação do hino da Estônia, hastearam a bandeira. O ministro disse alguma coisa em estoniano, que não entendi. Já eu falei em inglês, sobre os meus laços com o país — lembra Metsavaht, que é neto de estonianos. Ele acredita que o convite foi natural: — Gosto de macropolítica, tenho habilidade diplomática, possuo uma cultura geral satisfatória. Além disso, o que os ministérios das Relações Exteriores querem? O próprio responde: — Pessoas influentes. O cônsul honorário da Nicarágua, Washington Luiz Pinto Machado, de 60 anos, também atribui o convite diplomático à sua influência local: — Sou sócio da Machado Nunes Advogados Associados. Dizem por aí que sou o melhor advogado militar no Brasil — jacta-se, imodesto. Presidente do Sindicato dos Jornalistas Liberais do Rio de Janeiro — e membro da ala dos compositores da União da Ilha —, Machado se aproximou da Nicarágua em 1988, quando trabalhou na versão brasileira do jornal "Barricada". O periódico, editado pela Frente Sandinista de Libertação Nacional, era o porta-voz do partido socialista nicaraguense. — Trabalhei lá durante três anos, depois comecei a advogar para o governo da Nicarágua. Quando o Comandante Ortega chegou à presidência, em 2007, me nomeou cônsul honorário — conta, tomando café numa xícara com o escudo do Madureira. Ex-flamenguista, Machado mudou de time assim que Kléber Leite assumiu a presidência do rubro-negro, em 1995. — Não aguentei mais aquilo. Tentei ser São Cristóvão, mas o time não machucou meu coração. Aí optei pelo Madureira, e fui muito feliz na minha escolha — afirma. Quando está no Rio, assiste aos jogos do time no estádio ("Sou da Dragões"). Mas tem estado cada vez menos: — Vou à Nicarágua de 15 em 15 dias. Tenho seis empresas entrando em licitação por lá. O país é o Brasil dos anos 1960, tudo está começando a acontecer — diz, exultante. Seus investimentos no país são plurais: — Compro madeira e vendo para a Austrália. Compro carne e vendo para o Irã. Compro plástico e vendo para a China. Não tem conflito de interesse. Pelo contrário. Ajudo qualquer empresa brasileira que quer abrir um negócio na Nicarágua. Como o cônsul honorário muitas vezes representa um país com baixo quórum populacional no Brasil, a atribuição passa a ser, majoritariamente, comercial. Os do Paquistão, de Moçambique e do Benin são membros da Associação Comercial do Rio de Janeiro. Empresário especializado em comércio com a China, Marco Polo Moreira Leite, de 67 anos, virou cônsul honorário do Pa$ão por causa do período que passou no país, nos anos 1990, comprando bolas de futebol: — Viajei a serviço de uma cadeia de supermercados, que queria 1,5 milhão de bolas. O Paquistão é o maior produtor no mundo. Adidas, Penalty e Puma estão lá. Desde que virou cônsul, Moreira Leite intermediou negócios com o Brasil nas áreas médica e militar. Há alguns meses, recebeu o adido militar do Paquistão, interessado em comprar armas não-letais. Cesar Augusto Maia, de 44 anos, cônsul honorário do Benin, teve participação bastante efetiva: no ano passado, ajudou a Petrobras a comprar 50% do bloco de petróleo do país africano. — Também levamos empresas de ônibus para investir em transporte público $lá — aponta. Maia se dedica ao consulado, desde 2007 na Associação Comercial do Rio, durante dois dias na semana (o Benin possui um segundo consulado honorário, em Salvador): — Dou visto, reconheço casamento. Semana passada, recebi 20 estudantes que vieram fazer intercâmbio na UFRJ. Ele admite que o cargo, não remunerado, traz benefícios: — Me possibilita ter relações internacionais estreitas. Tenho amigos ministros em Benin, tenho acesso direto à presidência. Me sinto um beninense no Brasil. Sentado sob o retrato do presidente Thomas Yayi Boni, este empresário carioca, de pele clara, representante de um país em que, de acordo com o próprio governo, 100% da população é negra, se declara: — É o trabalho que mais me orgulha. Sou apenas um brasileiro em 200 milhões. Mas sou um dos dois cônsules honorários do Benin no país.
oglobo.globo.com | 25-03-2012
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Eis o homem que agitou a Eslováquia. Durante anos Thomas Nicholson, jornalista de investigação canadiano que vive naquele país do leste europeu, tentou publicar o […] (Blogue)
www.presseurop.eu | 15-03-2012
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Pela primeira vez desde 1989, a Eslováquia será governada por um único partido. Mas, na opinião do colunista do Pravda, o recém-chegado primeiro-ministro social-democrata, Robert Fico, deverá ter o bom senso de não seguir o exemplo do seu colega Viktor Orbán, na vizinha Hungria, defende um colunista do Pravda. (Article)
www.presseurop.eu | 13-03-2012
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O histórico castelo de Krasna Horka, na Eslováquia, foi incendiado acidentalmente por duas crianças. A construção, do século 14, foi consumida pelas chamas depois que os meninos, de 11 e 12 anos, tentaram acender cigarros escondidos dos pais e atearam fogo ao gramado, de acordo com a polícia. As
www.estadao.com.br | 13-03-2012
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www.rtp.pt | 12-03-2012
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Os resultados preliminares das eleições legislativas na Eslováquia dão a vitória à oposição social-democrata, quando estão contabilizados os votos de cerca de dois terços das assembleias de voto.
www.rtp.pt | 11-03-2012
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Os sociais-democratas do ex-primeiro-ministro da Eslováquia Robert Fico estão prestes a garantir uma vitória nas legislativas com maioria absoluta, quando estão contabilizados 94 por cento dos votos.
www.rtp.pt | 11-03-2012
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O opositor Partido Social Democrata (SMER) obteve nas eleições legislativas realizadas no sábado na Eslováquia 44,9% dos votos, com 97% da apuração concluída, o que dá à legenda de esquerda uma maioria absoluta no Conselho Nacional.
noticias.terra.com.br | 11-03-2012
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O partido de centro-esquerda da Eslováquia, o Smer, venceu as eleições parlamentares deste sábado, indica uma pesquisa de boca-de-urna. O partido baseou sua plataforma eleitoral no aumento dos impostos para as grandes empresas e pessoas que ganham salários mais altos. A boca-de-urna feita pela TV
www.estadao.com.br | 10-03-2012
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A oposição social democrata do ex primeiro ministro Robert Fico se impôs neste sábado nas eleições legislativas da Eslováquia com 39,6% dos votos, segundo uma pesquisa de boca de urna. O partido Smer SD obteria 75 cadeiras das 150 do Parlamento, a apenas uma da maioria absoluta, pelo que precisará dos aliados para governar. Desta maneira, impõe se ao SKDU DS do atual primeiro ministro Iveta Radicova, que só obteve 8,1% dos votos.
noticias.terra.com.br | 10-03-2012
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BRATISLAVA, Eslováquia, 10 Mar 2012 (AFP) A oposição social democrata do ex primeiro ministro Robert Fico se impôs neste sábado nas eleições legislativas da Eslováquia com 39,6% dos votos, segundo uma pesquisa de boca de urna.
noticias.terra.com.br | 10-03-2012
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As assembleias de voto abriram esta manhã na Eslováquia para as eleições legislativas, que a oposição social-democrata deverá vencer depois do escândalo de corrupção que afetou o governo de coligação de centro-direita.
www.rtp.pt | 10-03-2012
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As eleições gerais antecipadas deveriam debruçar-se sobre a Europa e a posição da Eslováquia dentro dela. Mas uma série de revelações sobre corrupção a alto nível político ameaça agora todo o sistema. (Article)
www.presseurop.eu | 09-03-2012
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A Eslováquia continua sem técnico depois do Viktoria Plzen recusar uma proposta da Federação Eslovaca de Futebol para liberar o treinador Pavel Vrba com a intenção de que ele assumisse a seleção nacional. O clube anunciou nesta segunda-feira ter rejeitado o pedido da entidade. Vrba tem contrato com
www.estadao.com.br | 05-03-2012
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Os tempos são difíceis para a propriedade intelectual tal como a conhecemos. Após anos de perseguição na Internet e nos tribunais entre os direitos dos autores serem remunerados pelas suas obras e os direitos dos cibernautas trocarem conteúdos, parece que chegámos finalmente a um ponto de viragem: após a suspensão das leis antipirataria SOPA e PIPA nos Estados Unidos, é a vez da Europa preparar o terreno.
A 16 de fevereiro, o Tribunal Europeu de Justiça (TEJ) proclamou que as redes sociais não podem ser obrigadas a instaurar um sistema de filtragem geral para impedir os utilizadores de descarregar conteúdos pirateados. O tribunal decidiu a favor da rede social belga Netlog no caso contra Sabam, uma sociedade belga que defende os interesses dos autores e compositores. Os juízes do Luxemburgo confirmaram esta decisão em novembro passado, quando estabeleceram que a obrigação de filtragem não podia ser imposta aos fornecedores de acesso à Internet. Nos dois casos, o TEJ considerou que a filtragem violava as regras europeias relativas à liberdade de empresa e de proteção dos dados pessoais.
Em finais de fevereiro, o Parlamento Europeu deverá iniciar uma análise do Acordo Comercial Anticontrafação (ACTA), assinado pela UE assim como por uma dezena de outros países em finais de janeiro, mas que deverá ser ratificado por 27 Estados-membros e pelos eurodeputados. Porém, este texto, assinado contra vontade por diversas delegações, é alvo de uma contestação inédita em vários países, devido aos receios relacionados com os novos poderes que concederiam aos governos em matéria de restrição de acesso à Internet, em nome da luta contra a pirataria. Há já várias semanas que se sucedem manifestações contra o ACTA na Europa, nomeadamente nos antigos países comunistas, onde os habitantes são particularmente sensíveis a todos os assuntos relacionados com as liberdades civis. No dia 11 de fevereiro, as ruas continuavam inundadas por milhares de manifestantes, desde Paris a Varsóvia e de Berlim a Sófia.
O seu apelo gerou frutos: a Alemanha, a Polónia, a República Checa, a Eslováquia, a Bulgária e a Roménia suspenderam a ratificação do ACTA. Quanto ao Parlamento Europeu, que aprovou uma resolução favorável ao acordo em 2010, parece agora inclinado para a sua rejeição. A Comissão, que apoia o ACTA, terá dificuldade em defender a noção de que o texto pretende proteger a propriedade intelectual das empresas europeias. Relativamente aos lóbis da indústria do entretenimento e da edição, que sentem o vento mudar, imploraram aos eurodeputados que aprovassem o acordo.
A noção de Internet como espaço de liberdade e troca define-se portanto como um direito inviolável na Europa. O que não significa que a questão da proteção dos direitos de autor – igualmente legítima – pode continuar eternamente indefinida a nível europeu, com os Estados a legislar à sua maneira.
Se os autores devem poder escolher livremente o tipo de licença concedido às suas obras, quer queiram privilegiar a difusão ou os seus potenciais rendimentos, os cibernautas devem poder aceder a todas a formas de pagamento adaptadas. Existem diversos sistemas, como uma licença global ou o pagamento por unidade para os descarregamentos.
Como Frédéric Filloux, proprietário do muito seguido Monday Note, realçou recentemente, as fórmulas que combinam um preço justo com uma facilidade de compra, uma vasta escolha e produtos atualizados são capazes de competir com a pirataria. O que não significa que esta última irá desaparecer, mais deixará, talvez, de ser vista como uma ameaça mortífera para a criatividade.
(Editorial)
www.presseurop.eu | 17-02-2012
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www.rtp.pt | 14-02-2012
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Itália, Portugal, Espanha, Eslováquia, Eslovênia e Malta caíram no ranking de classificação. Foi uma revisão geral.
g1.globo.com | 14-02-2012
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PARIS - A crise europeia bateu forte. E, desta vez, a sombra dos líderes europeus que caíram do poder no rastro da crise — José Luis Rodríguez Zapatero (Espanha), Gordon Brown (Reino Unido), Silvio Berlusconi (Itália), George Papandreou (Grécia), Brian Cowen (Irlanda), Iveta Radicova (Eslováquia)…. — paira sobre o Palácio do Eliseu. Nicolas Sarkozy, que vai enfrentar o teste das urnas nas eleições presidenciais de 22 de abril e 6 de maio (primeiro e segundo turno), está por um fio. Diante do mau presságio — com os socialistas em alta e todas as sondagens prevendo sua derrota — o presidente antecipará o anúncio de sua candidatura, devendo se lançar na campanha já no meio desta semana. E a direção que ele vai tomar é clara: guinada à direita, com defesa dos “valores” da França, segundo seus assessores. — Esta é uma eleição e um contexto político muito difíceis para Sarkozy, ele não é o único. A crise financeira já fez várias vítimas entre os dirigentes. Todos os governos que estão em situação difícil têm que tomar medidas impopulares. Neste contexto, ser reeleito é muito difícil — constata Bruno Caudrès, do Centro de Estudos da Vida Política Francesa (Cevipof). Alto escalão já espera transferência de poderNum momento particularmente crítico, com a França em declínio aos olhos dos investidores, e no meio de uma Europa em turbulência, o presidente é, cada vez mais, um homem impopular. E um homem sozinho. Blogs do país contam que alguns cargos do alto escalão do governo já se preparam discretamente para uma transferência de poder. E contam também que o presidente teria se emocionado ao assistir a “A Dama de Ferro”, o filme de uma das personagens mais impopulares da história da Europa, a ex-premier britânica Margaret Tchatcher, interpretada por Meryl Streep. Paris começa a tomar ares de final de reinado. E, como descreveu a revista “Le Nouvel Observateur”, é hora de confidências. Durante uma visita à Guiana, Sarkozy admitiu pela primeira vez que pode sair derrotado. — Eu mudaria de vida…Vocês não ouviriam mais falar de mim… Pela primeira vez na minha vida, eu me vejo confrontado com o fim de minha carreira — teria dito o presidente, diante de jornalistas. Em dezembro Sarkozy recebeu no Palácio do Eliseu a visita do ex-chanceler alemão Gerhard Schröder. O alemão fez as reformas impopulares que ajudaram a transformar a Alemanha na potência incontestável do continente. Mas Schröder caiu. Na conversa com o alemão, Sarkozy teria confidenciado, segundo o “Le Nouvel Observateur”: — No papel, eu perdi estas eleições, mas atravessamos uma crise excepcional. (O povo francês) pode ter o reflexo de ir na direção daquele que tranquiliza mais. Com Hollande (François Hollande, seu grade rival, do Partido Socialista), que nunca exerceu o poder, isso me dá uma pequena chance — disse. Não mais. Hollande disparou nas sondagens. Sarkozy, que sempre exibiu a confiança de um imbatível, mudou. O homem político que em 2007 venceu as eleições prometendo mudar a França — “trabalhar mais, para ganhar mais” foi o seu mote de campanha — promete lutar até o final. Recentemente, antes de admitir a perda do poder, ele ainda se mostrava confiante: — Vocês sabem, ainda temos cinco anos para passarmos juntos! — disse a jornalistas. Uma confiança agora abalada pelas sondagens. Se Sarkozy e Hollande disputassem o segundo turno das eleições, segundo mil franceses entrevistados pelo TNS-Sofres, o presidente perderia por 58% contra 42% dos votos. Bruno Caudrès, que em outubro afirmava que era cedo para descartar Sarkozy da vida política, agora diz que as chances de os socialistas voltarem à Presidência nunca foram tão grandes. E o contexto, diz ele, não poderia ser mais favorável: crise, sem que ninguém ache uma solução, uma extrema-esquerda fraca e um presidente-rival altamente impopular: — Esta é, das últimas eleições, aquela em que o candidato socialista tem mais chances. Caudrès não exclui ainda um cenário pior para o presidente: um Sarkozy derrotado já no primeiro turno por Marine Le Pen, a nova cara da extrema-direita. —— Não podemos hoje eliminar um confronto entre Hollande e Marine no segundo turno. Marine Le Pen ainda não conseguiu coletar as 500 mil assinaturas necessárias para se apresentar. Com a eleição indo na direção de uma polarização clássica na política francesa — direita contra esquerda ou vice-versa — Sarkozy já começa a dar o tom. Em entrevista que seria publicada ontem no jornal conservador “Le Figaro”, o presidente defende “valores”, ataca a imigração, e diz até ser contra casamento entre homossexuais. Sarkozy quer desviar a campanha do tema espinhoso da crise econômica. Deputados temem se associar à imagem de um perdedorDiante de um quadro sombrio, de 4,5 milhões de desempregados, ele vai bater na mesma tecla que marcou sua campanha em 2007: “trabalho, responsabilidade e autoridade”. E, no plano internacional, vai defender a convergência com a bem-sucedida Alemanha, mas sem ceder a soberania francesa dentro do bloco europeu. Num encontro com deputados da maioria do UMP em meados de janeiro, disse : — Vocês não se dão conta… Eu sou o único a ter resistido à crise. A crise varreu todos, Zapatero, Brown… Eu, eu ainda estou de pé, e tenho 25% nas sondagens. Mas Sarkozy, que está escrevendo um livro que ele mesmo descreveu como “super íntimo”, começa a parecer também um homem solitário dentro de seu próprio partido. Como pouco depois das eleições presidenciais de abril e maio acontecem as eleições legislativas na França, entre 10 e 17 de junho, os deputados estão com medo de se associar a um Sarkozy perdedor. — No interior do partido, há alguns que começam a ter medo de perder sua cadeira de deputado, e temem uma onda socialista nas eleições legislativas — explica Caudrès.
oglobo.globo.com | 11-02-2012
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Bratislava, Eslováquia
www.estadao.com.br | 10-02-2012
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A Comissão Europeia está a investigar o mercado de telecomunicações em Portugal, Espanha e Eslováquia, depois de ter punido recentemente uma empresa polaca por questões relacionadas com a banda larga.
www.rtp.pt | 10-02-2012
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Um frio glacial acompanhado de fortes nevascas e rajadas de vento persistia nesta quarta-feira na Europa, deixando mais de 480 mortos em apenas duas semanas, a maioria no leste do continente, causando perturbações na Itália e na região dos Bálcãs. O país mais afetado até o momento é a Ucrânia, onde mais de 136 pessoas morreram até terça-feira, sendo 112 mortes causadas diretamente pelo frio. O sul do país está praticamente paralisado devido às nevascas, que bloquearam estradas.
Na Polônia, o número de mortos por hipotermia já chega a 74, com mais cinco em apenas 24 horas, informou a polícia. E é preciso somar cerca de 50 pessoas mortas devido a aquecedores defeituosos, que provocaram asfixia por monóxido de carbono e vários incêndios. O frio já deixou 24 mortos na República Tcheca, 23 na Lituânia, 10 na Letônia, três na Eslováquia e um na Estônia. Já a Rússia contabiliza desde o início de 2012 pelo menos 110 mortes de adultos em decorrência do frio, sendo 46 no mês de fevereiro, informou nesta quarta-feira o Ministério russo da Saúde. "Até hoje, 110 adultos morreram" de frio desde 1º de janeiro, disse à AFP o porta-voz do ministério, Konstantin Prochine, acrescentando que eventuais vítimas de menos de 18 anos não estão incluídas no registro devido à total falta de estatísticas. A temperatura caiu para 24 graus centígrados abaixo de zero na madrugada desta quarta-feira em Moscou, e se aproximava dos 34 graus abaixo de zero na Iakútia, na Sibéria Oriental. Em toda a região de Krasnodar, às margens do Mar Negro, as escolas foram fechadas por causa do frio intenso. A Bulgária também sofre muito com as nevascas, que paralisaram todos os transportes no nordeste e no leste do país, enquanto no sul o trânsito continuava suspenso após as inundações de segunda-feira, que deixaram oito mortos. Em diversas localidades do país, a situação era caótica, com testemunhos de motoristas presos na neve sem combustível e de aldeias inteiras isoladas sem comida ou eletricidade. Postos na fronteira da Bulgária com a Turquia e a Romênia precisaram ser fechados, assim como os grandes portos búlgaros no mar Negro, em Varna e Burgas. As autoridades decidiram que as escolas permanecerão fechadas até nova ordem, diante da previsão de novas nevascas. Na parte mais ocidental, a Itália é o país mais afetado pelas nevascas, e desde 1º de fevereiro o número de mortos chega a 40. Em Veneza, uma estátua de 9 metros de altura do artista Guerrino Lovato, símbolo do célebre carnaval deste ano, foi derrubada por violentas rajadas de vento de até 80 km por hora. Já em Turim o gelo provocou o rompimento de tubulações, que inundaram quatro estações do metrô. A situação é muito difícil inclusive no sul do país, depois de a neve chegar a quase três metros de espessura na região de Basilicata. Toda a região italiana próxima ao mar Adriático sofrerá nevascas nos próximos dias. Em Sérvia, Croácia, Bósnia, Macedônia e Montenegro pelo menos 70 mil pessoas estão há dias isoladas em aldeias recônditas devido ao fechamento das estradas pelo excesso da neve. O fechamento do tráfego fluvial pelo rio Danúbio nesta quarta-feira, diante do congelamento de centenas de quilômetros, também provocou enormes transtornos na região. Na Bósnia, onde as temperaturas caíram a 20 graus centígrados abaixo de zero, mais de 15 mil pessoas na região de Mostar (no sul do país) estavam nesta quarta-feira sem energia elétrica.
Três pessoas morreram por hipotermia na Romênia nas últimas 24 horas, elevando a 41 o total desde 24 de janeiro. Todo o sul da Romênia se mantém em estado de alerta diante da previsão de novas nevascas. Enquanto isso, na Hungria o número de vítimas por hipotermia chegou a 16 com a morte de três pessoas na terça-feira, de acordo com os serviços de emergência. Nos outros países da região, nesta quarta-feira o cenário era parecido. Na Áustria, a morte de um aposentado de 70 anos elevou o saldo de vítimas fatais a cinco desde a chegada da onda de frio. O número de mortos na Alemanha permanece em quatro, mas as autoridades alertaram a população diante da previsão de novas tempestades de neve. O tráfego fluvial no rio Meno foi suspenso. As autoridades francesas informaram que o número de mortos chegou a cinco, com a morte de quatro pessoas por intoxicação por monóxido de carbono. Genebra, na Suíça, seguia tentando resolver o caos do tráfego provocado pela ruptura de um enorme cano de drenagem devido ao excesso de gelo. Da AFP Paris
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www.pernambuco.com | 09-02-2012
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Vários países da Europa estavam praticamente paralisados neste domingo por causa da onda de frio e das intensas nevascas que nos últimos dias provocaram a morte de quase 300 pessoas e deixaram povoados sepultados sob a neve. O registro de vítimas aumenta a cada dia e no domingo chegava a 297 mortos, em sua maioria no leste do continente europeu, principalmente na Ucrânia e na Polônia, os dois países mais afetados, que somam 184 vítimas. Na Ucrânia, as autoridades indicavam neste domingo 131 mortos e cerca de 2.000 pessoas hospitalizadas. Os postos temporários de socorro, com aquecimento e comida, já receberam mais de 75.000 pessoas nos últimos dias. Neste domingo, a temperatura era de cerca de 10 graus centígrados abaixo de zero em Kiev, depois de ter chegado a -30 durante a noite. Já na Polônia os termômetros registraram 22 graus abaixo de zero no sábado à noite no nordeste do país, onde o frio matou oito pessoas, elevando o total para 53. A maior parte das vítimas é de moradores de rua, muitos deles alcoólatras. A capital da Bósnia, Sarajevo, estava neste domingo praticamente paralisada, coberta por mais de um metro de neve. Somente as avenidas principais e algumas poucas ruas do centro estavam transitáveis. Os presidentes da Croácia e da Sérvia, respectivamente Ivo Josipovic e Boris Tadic, ficaram bloqueados momentaneamente em uma estação de esqui. O registro na manhã deste domingo na Sérvia era de nove mortos e um desaparecido. Na Romênia, seis novas mortes foram confirmadas neste domingo, elevando o total para 34 nos últimos dias. No restante da Europa, 15 mortes foram registradas na Lituânia, dez na Letônia, seis na República Tcheca, quatro na Áustria, duas na Croácia e na Grécia, e uma na Eslováquia, Montenegro e Macedônia. A situação era menos grave no oeste do continente. O frio intenso persistia na França neste domingo, enquanto que na Itália, a capital, Roma, estava coberta de neve. A noite de sábado foi a "mais fria deste inverno" na Alemanha, onde as ilhas turísticas de Juist e Wangerooge estavam completamente isoladas. O Reino Unido também foi afetado, com uma camada de neve de mais de 16 centímetros em Suffolk (leste) que obrigou várias pessoas a passar a noite no interior de seus automóveis, bloqueados pela nevasca. Da AFP Paris .. Leia Mais... Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias Copyright © 2012, Pernambuco.com - Grupo Associados, Recife-PE, Brasil
www.pernambuco.com | 05-02-2012
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Mais de 250 pessoas, muitas delas pobres e sem residência fixa, morreram na Europa em consequência da onda de frio que sacode há uma semana o Velho Continente, principalmente Polônia e Ucrânia, onde mais de 167 pessoa morreram neste sábado.
Na Ucrânia foram registradas 122 mortes e os postos de socorro, onde os mais desamparados podem se refugiar e receber comida quente, já alojaram 65.000 pessoas, 12.000 nas últimas 24 horas.
As temperaturas, que durante o dia caem para -21ºC e -30°C à noite, subiram neste sábado.
Na Polônia, onde os termômetros chegaram a -27° na noite de sexta-feira no nordeste, o frio causou a morte de outras oito pessoas, aumentando o total para 45. Em sua maior parte eram moradores de rua.
A Bósnia também estava paralisada sábado por causa da neve.
Na Romênia, foram registradas nos últimos dias 28 mortes e centenas de escolas permaneciam fechadas, segundo dados divulgados neste sábado.
Na Bulgária, o país mais pobre da União Europeia (UE), o frio matou 16 pessoas.
O balanço da onda de frio em outros países do Leste Europeu era, na sexta-feira, de 36 mortos: dez na Letônia, nove na Lituânia, sete na Sérvia, seis na República Tcheca, dois na Grécia, um na Eslováquia e um na Macedônia.
Na Rússia, onde as temperaturas se aproximavam em Moscou dos -25°C e quase -50°C em Yakutia (Sibéria oriental), pelo menos 64 pessoas morreram de frio em todo o país desde dia 1º de janeiro, segundo números fornecidos pelas autoridades na sexta-feira, que não deram informações sobre a onda de frio atual.
Contudo, as temperaturas glaciais não impediram que milhares de pessoas se manifestassem em Moscou, alguns a favor e outros contra o primeiro-ministro Vladimir Putin.
Na França, duas pessoas morreram de frio. As temperaturas caíram a -20° na cidade de Reims e Mulhouse (leste).
Em um momento em que as autoridades francesas encorajam a limitação do consumo de eletricidade, por causa da forte demanda provocada pelo uso da calefação, a gigante russa do gás Gazprom anunciou neste sábado que não poderá garantir os envios adicionais solicitados pela Europa Ocidental.
Na Itália, Roma continuava paralisada no sábado de manhã depois das nevascas que afetaram grande parte da península.
A Alemanha continua sofrendo com a onda de frio neste sábado, com temperaturas inferiores a -10 graus em todas as cidades do país e até -16° em Berlim.
Na Áustria, os termômetros marcavama -28° nas montanhas do centro e do Tirol (oeste), e um homem morreu de frio depois de um acidente de trânsito, elevando a quatro o número de mortos desde que a onda de frio começou.
Na Grã-Bretanha, a maior parte do país continuava em estado de alerta sábado, com quedas de neve previstas no centro e no leste da Inglaterra.
Na Espanha foram registradas temperaturas de -13°. .. Leia Mais... Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias Copyright © 2012, Pernambuco.com - Grupo Associados, Recife-PE, Brasil
www.pernambuco.com | 05-02-2012
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Nove crianças romenas foram levadas para uma creche depois que um bebê morreu numa casa sem calefação, juntando se a pelo menos 189 outras mortes no Leste Europeu por causa de uma frente fria vinda da Sibéria, que se intensificou nesta sexta feira e avançou mais a oeste. A temperatura despencou para 37°C no norte da Eslováquia, e equipes de resgate escavam a neve em estradas montanhosas para salvar passageiros que ficaram ilhados dentro de ônibus nos Bálcãs.
noticias.terra.com.br | 04-02-2012
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Nove crianças romenas foram levadas para uma creche depois que um bebê morreu numa casa sem calefação, juntando-se a pelo menos 189 outras mortes no Leste Europeu por causa de uma frente fria vinda da Sibéria, que se intensificou nesta sexta-feira e avançou mais a oeste.
A temperatura despencou para 37 graus negativos no norte da Eslováquia, e equipes de resgate escavam a neve em estradas montanhosas para salvar passageiros que ficaram ilhados dentro de ônibus nos Bálcãs.
Na Romênia, 80% do rio Danúbio congelou, impedindo a navegação rumo ao mar Negro, mas a maior preocupação é mesmo com as crianças do país, o segundo mais pobre da União Europeia.
Leia mais (03/02/2012 - 20h31)
redir.folha.com.br | 03-02-2012
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Desta vez não se tratava da última possibilidade de cimeira. Mas as consequências do Conselho Europeu realizado a 30 de janeiro iriam ser importantes. Os 25, visto que o Reino Unido e a República Checa se recusaram a participar, adotaram o pacto fiscal e orçamental que a Alemanha, juntamente com a França, queria impor.
A partir do momento em que doze Estados-membros ratificaram o documento que deveria ser assinado em março, os países que aceitaram o pacto perdem o direito de declarar um défice anual superior a 0,5% do PIB e incorrem em sanções automáticas caso o défice do país ultrapasse a barreira dos 3%. No fundo, a política económica da quase totalidade dos Estados europeus fica agora inscrita num quadro europeu rigoroso e imutável.
Sendo a consequência lógica do Tratado de Maastricht e da introdução da moeda única, é um passo que os dirigentes europeus de então não se atreveram a dar. Forçados pelas circunstâncias, os atuais líderes aproximaram-se mais do que nunca da Europa federal – onde abandonaram um pouco mais ainda a soberania dos seus países, segundo o ponto de vista que se tiver.
Irá reinar assim a disciplina merkeliana. Mas, no entanto, nem assim fica regulada a crise da zona euro. O risco de incumprimento da Grécia ainda não foi eliminado, uma vez que Atenas, os seus credores privados e a troika declinam responsabilidades, exigindo aos outros esforços suplementares.
A descoberta de um buraco suplementar de 15 milhões de euros nas finanças gregas não vai facilitar as conversações. Nem a proposta alemã – não oficializada – de nomear um comissário do Orçamento para que a Grécia fique sob tutela.
Para além disso, as agências de rating, lideradas pela Standard & Poor’s, talvez não tenham a amabilidade de esperar pela ratificação do pacto orçamental antes de agravarem novamente a nota de alguns países.
A verdade é que a maneira como este pacto foi adotado deixa um amargo de boca que anuncia dificuldades futuras. Ninguém devia regozijar-se com o facto de Londres e Praga terem preferido afastar-se, mesmo que a política interna tenha pesado bastante nas suas decisões.
Uma Europa sem britânicos fica mais fragilizada no mundo e a Europa central, agora mais do nunca, carece de uma ancoragem europeia estável: a Hungria ignora cada vez mais as regras comunitárias; a Eslováquia afunda-se num escândalo de corrupção de consequências imprevisíveis; a Roménia começa agora a revoltar-se contra a austeridade.
Na Irlanda, as disposições para que o pacto fosse redigido de maneira a evitar o referendo talvez tenham o efeito inverso e comprometam o plano de resgate de 2010. Na Grécia, finalmente, toda a gente, à exceção, aparentemente, de Angela Merkel e dos negociadores da troika, se dá conta de que, independentemente das insuficiências das autoridades, a população se encaminha perigosamente para o ponto de rutura.
No meio de tudo isto, a Alemanha continua a desenhar uma Europa à sua maneira, simultaneamente “libertada” da parceria com um Nicolas Sarkozy enfraquecido e reticente quando se trata de assumir responsabilidades que nunca procurou ter. As consequências não são apenas económicas, mas também culturais.
Os espíritos crispam-se cada vez mais, as línguas soltam-se cada vez mais e seria conveniente que a Europa remetesse os alemães para o seu passado nazi ou prussiano. Mais insidiosa que as dificuldades económicas e sociais, a emergência desta tendência, aliada à escalada dos nacionalismos, é igualmente inquietante. E, contra isto, nenhum pacto orçamental será eficaz.
(Editorial)
www.presseurop.eu | 03-02-2012
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O quadro "Maritime Nocturno", pintado por Adolf Hitler (1889-1945) aos 23 anos, foi vendido neste domingo (29) por 32 mil euros (cerca de US$ 42 mil) em um leilão na Eslováquia, anunciou a casa de leilões Darte.
O nome do comprador não foi revelado.
O preço inicial era de 10 mil euros. Seu valor havia sido estimado por um especialista em 25 mil euros, de acordo com a Darte.
Leia mais (29/01/2012 - 20h05)
redir.folha.com.br | 29-01-2012
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O quadro "Maritime Nocturno", pintado por Adolf Hitler (1889-1945) aos 23 anos, foi vendido neste domingo por 32 mil euros (42 mil dólares) em um leilão na Eslováquia, anunciou a casa de leilões Darte. .. Leia Mais... Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias Copyright © 2012, Pernambuco.com - Grupo Associados, Recife-PE, Brasil
www.pernambuco.com | 29-01-2012
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O quadro "Maritime Nocturno", pintado por Adolf Hitler (1889-1945) aos 23 anos, foi vendido neste domingo por 32 mil euros (42 mil dólares) em um leilão na Eslováquia, anunciou a casa de leilões Darte. .. Leia Mais... Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias Copyright © 2012, Pernambuco.com - Diários Associados, Recife-PE, Brasil
www.pernambuco.com | 29-01-2012
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VARSÓVIA, Polônia - A União Europeia assinou nesta quinta-feira o acordo antipirataria Acta (sigla em inglês para Acordo Comercial Antipirataria). O texto foi assinado em Tóquio por 22 estados-membros da UE. A assinatura do Acta deve ser ratificada pelo Parlamento Europeu em junho. Entre os países signatários estão França, Polônia, Itália, Espanha, Portugal, Grécia, Finlândia, Romênia, Irlanda e Grécia. Holanda, Chipre, Eslováquia, Estônia e Alemanha não assinaram o acordo, mas se comprometeram a fazê-lo no futuro, segundo informou o Partido Verde do Parlamento Europeu. Houve protestos contra o Acta no continente, sobretudo na Polônia, onde sites do governo foram derrubados pelo grupo hacker Anonymous e milhares de manifestantes protestaram diante do edifício da União Europeia em Varsóvia. Logo após a assinatura, os manifestantes se reuniram nas cidades polonesas de Poznan e Lublin para para protestar. Parlamentares do movimento de esquerda Palikot foram trabalhar vestindo máscaras para sinalizar insatisfação, enquanto o maior partido de oposição do país - o Lei e Justiça, de direita - pediu a realização de um referendo sobre o assunto. O Acta é um acordo comercial global que visa a harmonizar padrões internacionais para a proteção dos direitos de propriedade intelectual dos produtores de música, filmes, remédios, artigos de moda e uma gama de outros produtos alvos de pirataria, sobretudo on-line. Os que se opõem ao texto temem que o acordo abra brecha para que autoridades bloqueiem o conteúdo e o acesso à internet. O trecho mais criticado do acordo é o que permite aos países restringir o acesso do internauta à rede caso ele reincida na prática da pirataria após duas notificações das autoridades, que passam a poder solicitar aos provedores de internet os dados pessoais dos clientes. O Acta tem aspectos semelhantes aos dos controversos projetos de lei americanos Sopa (sigla de Stop Online Piracy Act) e Pipa (Protect Intellectual Property Act), que foram engavetados na semana passada depois do protesto que tirou do ar ou escureceu a cor de fundo de milhares de sites da internet, entre eles Wikipédia e Google. Uma estrela do rock polonês, Zbigniew Holdys, saiu em apoio ao Acta, acusando os ativistas internet, que criticam o acordo, de lucrar com a pirataria on-line. Os estados signatários não são obrigados a cumprir os artigos do acordo. Segundo o “El Pais”, quando veio a público as negociações sigilosas sobre o Acta, as autoridades europeias tentaram abafar o escândalo garantindo que, na União Europeia, qualquer punição contra pirataria se daria por vias judiciais. As negociações sobre o Acta se iniciaram em 2007, sob sigilo e críticas. Os primeiros a assinarem do acordo foram Estados Unidos, Japão e Suíça. Mais tarde, Austrália, Canadá, Coreia do Sul, Emirados Árabes Unidos, Jordânia, Marrocos, México, Nova Zelândia e Cingapura também fizeram parte do grupo. Nenhum país da América do Sul assinou o Acta até o momento.
oglobo.globo.com | 26-01-2012
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Um quadro do líder nazista Adolf Hitler (1889-1945), pintado em 1913, vai ser leiloado em Eslováquia, informou nesta quinta-feira o leiloeiro. .. Leia Mais... Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias Copyright © 2012, Pernambuco.com - Grupo Associados, Recife-PE, Brasil
www.pernambuco.com | 26-01-2012
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Uma equipe de hockey no gelo escapou por pouco de um incidente na pista onde treinava, na Eslováquia. O grupo, que incluía o ex-jogador da liga de hockey norte-americana Richard Zednik, estava treinando na cidade de Namestovo quando o teto do ginásio começou a rachar sob o peso da neve que caía do
www.estadao.com.br | 26-01-2012
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Equipe de hóquei no gelo escapou por pouco de incidente com o teto da pista onde treinava, na Eslováquia.
g1.globo.com | 26-01-2012
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Uma equipe de hóquei no gelo escapou por pouco de um incidente na pista onde treinava, na Eslováquia.
noticias.terra.com.br | 26-01-2012
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Equipe de hockey no gelo escapou por pouco de incidente com o teto da pista onde treinava, na Eslováquia.
www.bbc.co.uk | 26-01-2012
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O violista Lukas Kmit teve uma reação inesperada quando seu recital na Sinagoga Ortodoxa de Presov, na Eslováquia, foi interrompido por um celular tocando. Em vez de se irritar, ele fez uma pausa e começou a tocar a música do telefone. O bom humor do músico agradou à plateia. BBC Brasil - Todos os
www.estadao.com.br | 24-01-2012
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A agência Fitch pode rebaixar ou elevar o rating da Rússia. Os ministros das Relações Exteriores da Alemanha e Eslováquia pediram a criação de uma agência de classificação de risco independente e europeia.
g1.globo.com | 18-01-2012
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A Eurozona, que esperava recuperar certa tranquilidade neste início de ano, voltou a afundar na crise depois do rebaixamento em série pela agência Standard & Poor′s das notas de mais da metade de seus membros, entre eles a França, que perdeu seu triplo A e se distanciou da Alemanha. A esta nova turbulência, soma-se o impasse das negociações sobre o pagamento parcial da dívida da Grécia pelos bancos, processo vital para que o país não entre em falência.
Após o êxito das primeiras emissões da dívida da Itália e da Espanha, sinal de um possível fim do risco de alastramento da crise, a Standard and Poor`s (S&P) cumpriu na sexta-feira à noite suas ameaças.
A agência de notação financeira, que previa rebaixar a nota de 16 dos 17 países da União Monetária, rebaixou nove.
O maior golpe foi contra a França, segunda maior economia europeia, que perdeu seu triplo A, a maior pontuação possível, e desceu um escalão junto com a Áustria, para AA .
Restam apenas quatro países com triplo A na Eurozona, o que lhes permite emitir dívida com um menor custo.
Os países alvos dos mercados têm sido duramente atingidos: Itália e Espanha perderam dois escalões, como Portugal e Chipre, cujas dívidas foram rebaixadas pela S&P para o grau de investimento "especulativo". As notas de Malta, Eslováquia e Eslovênia, também perderam uma gradação.
A S&P ainda ameaça uma maior degradação até o final de 2013 para todos os países da Eurozona, com exceção da Alemanha e da Eslováquia.
A chefe do governo alemão, Angela Merkel, disse neste sábado que a decisão da S&P confirma que "falta percorrer um longo caminho para restaurar a confiança dos investidores", apesar de tentar relativizar a decisão da S&P.
"No entanto, também está claro que nos comprometemos de forma determinada com este caminho de moeda estável, finanças sólidas e crescimento duradouro", afirmou em seu discurso no congresso de seu partido, o conservador CDU.
Merkel também insistiu na adoção rápida do pacto fiscal para recuperar a confiança dos investidores na Zona Euro.
Os líderes e as instituições europeias são os principais alvos da agência, que criticou o fracasso das soluções que surgiram a partir das várias reuniões de cúpula decisivas. "Em um momento em que todos os governos e todas as instituições europeias estão mobilizados (para reforçar o controle das finanças públicas e da governança da União Monetária), estou surpreso com o momento escolhido pela Standard and Poor`s e por sua avaliação que não leva em conta a evolução atual", declarou neste sábado o comissário europeu dos Serviços Financeiros, Michel Barnier.
Bruxelas caracterizou esta decisão como "inconsistente".
"A eficiência, estabilidade e previsibilidade da política e das instituições políticas europeias não são tão sólidas como deveriam", advertiu a agência de classificação, lamentando que a reforma "repousa sobre um único pilar, o da austeridade fiscal".
A S&P também ataca os "recursos insuficientes e pouco flexíveis" do Fundo de Ajuda da Eurozona (FEEF). Berlim se recusa a fortalecer o fundo para evitar a propagação da crise da dívida.
A agência critica a França por seu "nível relativamente elevado da dívida pública" e a "rigidez do mercado de trabalho".
A menos de 100 dias da eleição presidencial francesa, esta decisão cai em um momento ruim para o presidente Nicolas Sarkozy, que tinha anunciado que a conservação do triplo A era sua prioridade.
O primeiro-ministro francês François Fillon reconheceu neste sábado que, embora esperada, esta decisão veio "na hora errada", embora "seja apenas uma advertência que não deve ser dramatizada, mas também não pode ser subestimada".
A degradação da nota francesa ameaça ter repercussões graves para Eurozona. O FEEF também pode perder seu triplo A, que é garantido em conjunto por Paris e Berlim.
O presidente do governo espanhol, Mariano Rajoy, por sua vez, defendeu sua política antidéficit e pediu reformas em todos os países da União Europeia.
"O governo que eu presido sabe perfeitamente o que é preciso fazer para melhorar a reputação da Espanha, para crescer e criar empregos, e vai fazer isso", declarou durante uma reunião de sua formação, o Partido Popular.
Mariano Rajoy disse que defenderá essa política de austeridade na cúpula europeia informal de 30 de janeiro.
"Eu vou fazer uma aposta clara, firme e firme e contundente no euro. Vou dizer que não podemos gastar o que não temos, que é preciso controlar o déficit (...) Vou dizer que todos os países da União Europeia têm que fazer reformas econômicas e vou dizer que a União Europeia tem que resolver os problemas de financiamento", declarou.
A decisão da S&P abafou outra importante notícia vinda da Grécia, epicentro da crise da dívida desde 2010. Os bancos, que estão imersos em uma briga com os líderes europeus que querem o pagamento de metade da dívida grega nos seus balanços, suspenderam as negociações na sexta-feira.
A atitude sugere que eles poderão rever o compromisso assumido no dia 27 de outubro para reestruturar a dívida do país, condição necessária para evitar um default descontrolado. Um blefe ou uma ameaça real? As negociações serão retomadas na quarta-feira. Da AFP Paris
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www.pernambuco.com | 14-01-2012
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A agência de classificação de risco financeiro Standard and Poor′s reduziu nesta sexta-feira as notas das dívidas soberanas de nove países europeus, entre eles França, Itália, Espanha e Portugal, mas manteve o "rating" da Alemanha. Na maior parte dos casos, além da redução da nota, os países ficaram sob "perspectiva negativa", o que abre caminho para novas baixas. A principal exceção desta chamada "sexta-feira 13" foi a Alemanha, que teve sua nota da dívida soberana mantida em AAA, com perspectiva estável, segundo o site da S&P. Também escaparam do "corte" Holanda, Bélgica, Estônia, Finlândia, Irlanda e Luxemburgo. Após a "degola" desta sexta-feira, apenas Alemanha, Luxemburgo, Holanda e Finlândia mantêm a nota máxima AAA por parte da Standard and Poor`s. Segundo a agência de classificação de risco, o pacto fiscal que está sendo negociado para reforçar a disciplina fiscal na zona do euro "não representa um avanço significativo e de alcance suficiente para solucionar completamente os problemas financeiros da região". A França, que gozava de um rating de crédito superior, teve sua nota AAA reduzida para AA , comprometendo a credibilidade do país e intensificando as incertezas sobre a crise da dívida. O primeiro-ministro francês, François Fillon, estimou que "não é uma boa notícia, mas também não é uma catástrofe, já que não são as agências de classificação que ditam a política da França". A redução da nota da Itália foi mais severa, em dois níveis, de A para BBB , deixando o país no mesmo patamar da Irlanda. A S&P já havia reduzido a nota da Itália, de A para A, em setembro passado, diante da instabilidade do governo de Silvio Berlusconi e de sua resistência a aplicar medidas de austeridade. Em novembro, o governo de Berlusconi foi substituído por um executivo de tecnocratas dirigido pelo ex-comissário europeu Mario Monti, que logo adotou um duro plano de austeridade, o terceiro em poucos meses, visando equilibrar as contas públicas em 2013. Com um nível recorde de dívida (1,9 trilhão de euros ou 120% do PIB) e uma economia em recessão, a Itália deve enfrentar este ano o desafio de buscar 450 bilhões de euros nos mercados, pagando taxas superiores às habituais. Esta é a primeira vez que a dívida a longo prazo da Itália cai para a classificação B, o que deixa o país no mesmo nível de Colômbia, Cazaquistão, África do Sul e Tailândia. Portugal sofreu uma queda em dois degraus, de BBB- para BB, passando à categoria de investimentos especulativos, com perpectiva negativa, o que antecipa uma nova revisão a médio prazo. A nota da Espanha também caiu em dois níveis, de AA- a A, e segundo a S&P, há uma chance em três de uma nova redução em 2012 ou 2013, especialmente se o governo em Madri não conseguir reduzir o elevado nível de desemprego. A Standard and Poor`s reduziu ainda as notas de Áustria, Eslováquia, Eslovênia, Chipre e Malta. A nota da Áustria caiu de AAA para AA , com perspectiva negativa. O presidente do Eurogrupo, Jean-Claude Juncker, reagiu à decisão da S&P afirmando que fará "todo o possível" para conservar a nota máxima (AAA) do fundo de resgate europeu, principal instrumento para se enfrentar a crise da dívida. "Os países que dão garantia ao FEEF (Fundo Europeu de Estabilidade Financeira) estão determinados a fazer todo o possível para conservar o triplo A do Fundo", destacou Juncker. O comissário europeu de Assuntos Econômicos e Monetários, Olli Rehn, lamentou "a decisão inconsistente" da Standard & Poor`s, especialmente "no momento em que a zona do euro está tomando medidas decisivas para enfrentar a crise". Os países da União Europeia, exceto a Grã-Bretanha, acertaram um pacto em dezembro passado para reforçar a austeridade e a coordenação econômica na zona do euro, que prevê sanções quase automáticas para os Estados cujo déficit fiscal ultrapassar 3% do PIB. O pacto será debatido na Cúpula europeia do próximo dia 30 de janeiro, em Bruxelas, visando sua aplicação a partir de março. O ministério alemão da Economia garantiu que a zona do euro vai "sanear suas finanças públicas" e que a Alemanha está "determinada para contribuir com a superação da crise". "Com o andamento das decisões da Cúpula (da UE em dezembro) e com o acordo vinculante sobre regras fiscais concretas, vamos estabilizar as finanças dos membros da zona do euro de forma duradoura e recuperar a confiança dos mercados". O ministro alemão das Finanças, Wolfgang Schäuble, citou o caso específico da França, que segue no "bom caminho", apesar da decisão da S&P. "Juntos devemos cumprir as regras, manter a competitividade, o que vamos fazer unidos. Estamos no bom caminho", declarou Schäuble à imprensa em meio à "sexta-feira 13". O ministro destacou que apenas a Standard & Poor`s reduziu a nota da França, que segue com AAA na classificação das outras duas principais agências: Moody`s e Fitch.
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www.pernambuco.com | 14-01-2012
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A Europa precisa estudar todas as saídas possíveis para salvar o euro, entre elas permitir que os países deixem de usar a moeda, afirmou o ministro de Finanças da Eslováquia, Ivan Miklos. "Seria ideal salvar o euro mantendo a composição atual do bloco monetário sem custos adicionais para resgatar a
economia.estadao.com.br | 12-01-2012
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feedproxy.google.com | 05-01-2012
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Veado conseguiu escapar do ataque da ave de rapina. Imagem foi feita pelo fotógrafo Milan Krasula na Eslováquia.
g1.globo.com | 27-12-2011
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