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A Eslovénia deverá vetar a proposta de novas sanções contra a Bielorrússia, na reunião de hoje dos ministros dos Negócios Estrangeiros da UE, noticia o […] (News in brief)
www.presseurop.eu | 27-02-2012
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A Comissão Europeia prevê que pelo menos nove países do bloco europeu devem cair em recessão neste ano, ante dois no ano passado, conforme projeções divulgadas nesta quinta-feira pelo organismo, que é o braço executivo da UE.
As estimativas para 2011 apontam que dos países entre a economia dos 27 que compõem a União Europeia viram suas economias contraírem nesse período: Grécia (6,8%) e Portugal (1,5%).
Para este ano, as projeções são ainda piores. O organismo calcula uma queda de 0,3% para o PIB (Produto Interno Bruto) somado dos 17 países que usam o euro, e uma estagnação para os 27 do bloco europeu, dos quais nove devem afundar em uma recessão: Bélgica, Grécia, Espanha, Itália, Chipre, Holanda, Portugal, Eslovênia e Hungria.
Leia mais (23/02/2012 - 09h11)
redir.folha.com.br | 23-02-2012
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O 62º Festival de Berlim chegou ao fim neste sábado (19). Parada, uma co produção com Macedônia, Eslovênia e Croácia, dirigida por Srdjan Dragojevic, ganhou o prêmio do público de Melhor Filme da mostra Panorama 2012. As informações são da Ansa.
cinema.terra.com.br | 20-02-2012
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O 62º Festival de Berlim chegou ao fim neste sábado (19). Parada, uma co produção com Macedônia, Eslovênia e Croácia, dirigida por Srdjan Dragojevic, ganhou o prêmio do público de Melhor Filme da mostra Panorama 2012. As informações são da Ansa.
cinema.terra.com.br | 18-02-2012
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Itália, Portugal, Espanha, Eslováquia, Eslovênia e Malta caíram no ranking de classificação. Foi uma revisão geral.
g1.globo.com | 14-02-2012
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feedproxy.google.com | 03-02-2012
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A agência de classificação de risco Fitch rebaixou ontem as notas de crédito soberano de Itália, Espanha, Eslovênia, Bélgica e Chipre, indicando que há uma chance em duas de mais cortes do rating nos próximos dois anos. Em comunicado, a Fitch informou que esses países estão vulneráveis no curto
www.estadao.com.br | 28-01-2012
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A agência de classificação de risco Fitch reduziu nesta sexta-feira a nota da dívida soberana de cinco países da Zona Euro, entre eles Itália e Espanha. .. Leia Mais... Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias Copyright © 2012, Pernambuco.com - Grupo Associados, Recife-PE, Brasil
www.pernambuco.com | 27-01-2012
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www.rtp.pt | 27-01-2012
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A agência de classificação de risco Fitch reduziu, nesta sexta-feira (27), as notas de crédito de cinco países europeus. Tiveram seus ratings rebaixados os papeis da Espanha, Itália, Bélgica, Chipre e Eslovênia.
Nenhum dos países rebaixados tinha nota "AAA", a mais elevada do raking da agência. A nota da Bélgica foi reduzida de "AA+" para "AA"; Chipre, de "BBB" para "BBB-"; Itália, de "A+" para "A-"; Eslovênia, de "AA-" para "A"; e Espanha, de "AA-" para "A". A Fitch tam
www.folhadaregiao.com.br | 27-01-2012
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O "sim" venceu com 66% dos votos o referendo deste domingo sobre a adesão da Croácia à União Europeia (UE), segundo resultados oficiais, após a apuração de 99% dos votos. A consulta foi marcada pela participação reduzida.
Independentemente do resultado do referendo, o tratado de adesão firmado em dezembro pela Croácia precisa ser ratificado pelos 27 Estados-membros da UE para que seja formalizada a entrada do país no bloco europeu em 1º de julho de 2013.
Após o ingresso da Eslovênia, em 2004, a Croácia será a segunda das seis antigas repúblicas iugoslavas a aderir à UE. Antes da votação, políticos croatas, pró-europeus, insistiam em que a integração à União Europeia seria a decisão mais importante para o país desde a sua independência, conquistada após uma guerra travada entre 1991 e 1995 contra forças rebeldes sérvias, que causou 20.000 mortes.
Leia mais (22/01/2012 - 21h02)
redir.folha.com.br | 23-01-2012
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ZAGREB - A Croácia votou neste domingo a favor da entrada na União Europeia em 2013, descartando preocupações sobre os problemas econômicos no bloco, de acordo com resultados oficiais preliminares de um referendo. Com 38% dos votos apurados, 67% disse “Sim” para se tornar o 28º membro do bloco, informou a comissão eleitoral estatal, mais de duas décadas depois de o país deixar o regime socialista da Iugoslávia. - Este é um grande dia para a Croácia e 2013 será um ponto de virada em nossa história. Estou ansioso para ver toda a Europa se tornar minha casa - disse o presidente Ivo Josipovic depois de votar. A União Europeia aceitou a Croácia como integrante a partir do dia 1º de julho de 2013, depois de completar sete anos de duras negociações em junho do ano passado. O país será o segundo membro da república iugoslava a ingressar no bloco, seguindo os passos da Eslovênia em 2004. Opositores disseram que este é o momento errado porque a União Europeia não é mais o que foi um dia, dada a crise da dívida que ameaça a moeda única. Houve ainda quem reclamasse de não saber o que se tornar um membro da UE significará para o país de 4,3 milhões de habitantes. A Croácia se separou da Iugoslávia após uma guerra que durou de 1991 a 1995, e perdeu a expansão do bloco para o leste em 2004 e 2007. O país experimentou um forte crescimento na última década, em função de empréstimos estrangeiros e do setor de turismo focado na sua costa adriática, mas sua economia tem sido duramente atingida pela atual crise global. Analistas e oficiais do governo dizem que uma rejeição no referendo deste domingo levaria para baixo a classificação de crédito do país, detendo investidores e amortecendo qualquer perspectiva de uma rápida recuperação econômica.
oglobo.globo.com | 22-01-2012
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MADRI - A agência de classificação de risco Fitch anunciou nesta quinta-feira que espera que a revisão dos ratings de seis países da zona do euro resulte no rebaixamento de notas em até dois níveis. Em uma conferência realizada em Madri, o diretor sênior da Fitch, Edward Parker, disse que as soluções apresentadas até o momento para resolver a crise econômica que atinge a União Europeia (UE) não se “adequaram à crise” e que o bloco continuará a enfrentar dificuldades em 2012 por causa da queda do crescimento. A Fitch colocou as notas da Bélgica, Espanha, Eslovênia, Itália, Irlanda e Chipre em revisão negativa no final de 2011. Sobre a nota da dívida soberana espanhola, Parker afirmou que a revisão levará em consideração os recentes esforços do governo para cortar os custos e implementar reformas. No entanto, o economista ressaltou que "há problemas contínuos com as finanças públicas e com os ativos bancários”. Segundo ele, o mercado de trabalho no país está “disfuncional”. Itália é o principal alvo O diretor sênior para Negócios e Relação Administrativa da Fitch, Alessandro Settepani, antecipou na quarta-feira que a nota da dívida soberana da Itália pode ser rebaixada em dois níveis. Segundo ele, o comitê irá avaliar os níveis de refinanciamento e as medidas para o crescimento econômico, mas que há uma forte possibilidade da Itália perder o rating A+.
oglobo.globo.com | 19-01-2012
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A Eurozona, que esperava recuperar certa tranquilidade neste início de ano, voltou a afundar na crise depois do rebaixamento em série pela agência Standard & Poor′s das notas de mais da metade de seus membros, entre eles a França, que perdeu seu triplo A e se distanciou da Alemanha. A esta nova turbulência, soma-se o impasse das negociações sobre o pagamento parcial da dívida da Grécia pelos bancos, processo vital para que o país não entre em falência.
Após o êxito das primeiras emissões da dívida da Itália e da Espanha, sinal de um possível fim do risco de alastramento da crise, a Standard and Poor`s (S&P) cumpriu na sexta-feira à noite suas ameaças.
A agência de notação financeira, que previa rebaixar a nota de 16 dos 17 países da União Monetária, rebaixou nove.
O maior golpe foi contra a França, segunda maior economia europeia, que perdeu seu triplo A, a maior pontuação possível, e desceu um escalão junto com a Áustria, para AA .
Restam apenas quatro países com triplo A na Eurozona, o que lhes permite emitir dívida com um menor custo.
Os países alvos dos mercados têm sido duramente atingidos: Itália e Espanha perderam dois escalões, como Portugal e Chipre, cujas dívidas foram rebaixadas pela S&P para o grau de investimento "especulativo". As notas de Malta, Eslováquia e Eslovênia, também perderam uma gradação.
A S&P ainda ameaça uma maior degradação até o final de 2013 para todos os países da Eurozona, com exceção da Alemanha e da Eslováquia.
A chefe do governo alemão, Angela Merkel, disse neste sábado que a decisão da S&P confirma que "falta percorrer um longo caminho para restaurar a confiança dos investidores", apesar de tentar relativizar a decisão da S&P.
"No entanto, também está claro que nos comprometemos de forma determinada com este caminho de moeda estável, finanças sólidas e crescimento duradouro", afirmou em seu discurso no congresso de seu partido, o conservador CDU.
Merkel também insistiu na adoção rápida do pacto fiscal para recuperar a confiança dos investidores na Zona Euro.
Os líderes e as instituições europeias são os principais alvos da agência, que criticou o fracasso das soluções que surgiram a partir das várias reuniões de cúpula decisivas. "Em um momento em que todos os governos e todas as instituições europeias estão mobilizados (para reforçar o controle das finanças públicas e da governança da União Monetária), estou surpreso com o momento escolhido pela Standard and Poor`s e por sua avaliação que não leva em conta a evolução atual", declarou neste sábado o comissário europeu dos Serviços Financeiros, Michel Barnier.
Bruxelas caracterizou esta decisão como "inconsistente".
"A eficiência, estabilidade e previsibilidade da política e das instituições políticas europeias não são tão sólidas como deveriam", advertiu a agência de classificação, lamentando que a reforma "repousa sobre um único pilar, o da austeridade fiscal".
A S&P também ataca os "recursos insuficientes e pouco flexíveis" do Fundo de Ajuda da Eurozona (FEEF). Berlim se recusa a fortalecer o fundo para evitar a propagação da crise da dívida.
A agência critica a França por seu "nível relativamente elevado da dívida pública" e a "rigidez do mercado de trabalho".
A menos de 100 dias da eleição presidencial francesa, esta decisão cai em um momento ruim para o presidente Nicolas Sarkozy, que tinha anunciado que a conservação do triplo A era sua prioridade.
O primeiro-ministro francês François Fillon reconheceu neste sábado que, embora esperada, esta decisão veio "na hora errada", embora "seja apenas uma advertência que não deve ser dramatizada, mas também não pode ser subestimada".
A degradação da nota francesa ameaça ter repercussões graves para Eurozona. O FEEF também pode perder seu triplo A, que é garantido em conjunto por Paris e Berlim.
O presidente do governo espanhol, Mariano Rajoy, por sua vez, defendeu sua política antidéficit e pediu reformas em todos os países da União Europeia.
"O governo que eu presido sabe perfeitamente o que é preciso fazer para melhorar a reputação da Espanha, para crescer e criar empregos, e vai fazer isso", declarou durante uma reunião de sua formação, o Partido Popular.
Mariano Rajoy disse que defenderá essa política de austeridade na cúpula europeia informal de 30 de janeiro.
"Eu vou fazer uma aposta clara, firme e firme e contundente no euro. Vou dizer que não podemos gastar o que não temos, que é preciso controlar o déficit (...) Vou dizer que todos os países da União Europeia têm que fazer reformas econômicas e vou dizer que a União Europeia tem que resolver os problemas de financiamento", declarou.
A decisão da S&P abafou outra importante notícia vinda da Grécia, epicentro da crise da dívida desde 2010. Os bancos, que estão imersos em uma briga com os líderes europeus que querem o pagamento de metade da dívida grega nos seus balanços, suspenderam as negociações na sexta-feira.
A atitude sugere que eles poderão rever o compromisso assumido no dia 27 de outubro para reestruturar a dívida do país, condição necessária para evitar um default descontrolado. Um blefe ou uma ameaça real? As negociações serão retomadas na quarta-feira. Da AFP Paris
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www.pernambuco.com | 14-01-2012
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A agência de classificação de risco financeiro Standard and Poor′s reduziu nesta sexta-feira as notas das dívidas soberanas de nove países europeus, entre eles França, Itália, Espanha e Portugal, mas manteve o "rating" da Alemanha. Na maior parte dos casos, além da redução da nota, os países ficaram sob "perspectiva negativa", o que abre caminho para novas baixas. A principal exceção desta chamada "sexta-feira 13" foi a Alemanha, que teve sua nota da dívida soberana mantida em AAA, com perspectiva estável, segundo o site da S&P. Também escaparam do "corte" Holanda, Bélgica, Estônia, Finlândia, Irlanda e Luxemburgo. Após a "degola" desta sexta-feira, apenas Alemanha, Luxemburgo, Holanda e Finlândia mantêm a nota máxima AAA por parte da Standard and Poor`s. Segundo a agência de classificação de risco, o pacto fiscal que está sendo negociado para reforçar a disciplina fiscal na zona do euro "não representa um avanço significativo e de alcance suficiente para solucionar completamente os problemas financeiros da região". A França, que gozava de um rating de crédito superior, teve sua nota AAA reduzida para AA , comprometendo a credibilidade do país e intensificando as incertezas sobre a crise da dívida. O primeiro-ministro francês, François Fillon, estimou que "não é uma boa notícia, mas também não é uma catástrofe, já que não são as agências de classificação que ditam a política da França". A redução da nota da Itália foi mais severa, em dois níveis, de A para BBB , deixando o país no mesmo patamar da Irlanda. A S&P já havia reduzido a nota da Itália, de A para A, em setembro passado, diante da instabilidade do governo de Silvio Berlusconi e de sua resistência a aplicar medidas de austeridade. Em novembro, o governo de Berlusconi foi substituído por um executivo de tecnocratas dirigido pelo ex-comissário europeu Mario Monti, que logo adotou um duro plano de austeridade, o terceiro em poucos meses, visando equilibrar as contas públicas em 2013. Com um nível recorde de dívida (1,9 trilhão de euros ou 120% do PIB) e uma economia em recessão, a Itália deve enfrentar este ano o desafio de buscar 450 bilhões de euros nos mercados, pagando taxas superiores às habituais. Esta é a primeira vez que a dívida a longo prazo da Itália cai para a classificação B, o que deixa o país no mesmo nível de Colômbia, Cazaquistão, África do Sul e Tailândia. Portugal sofreu uma queda em dois degraus, de BBB- para BB, passando à categoria de investimentos especulativos, com perpectiva negativa, o que antecipa uma nova revisão a médio prazo. A nota da Espanha também caiu em dois níveis, de AA- a A, e segundo a S&P, há uma chance em três de uma nova redução em 2012 ou 2013, especialmente se o governo em Madri não conseguir reduzir o elevado nível de desemprego. A Standard and Poor`s reduziu ainda as notas de Áustria, Eslováquia, Eslovênia, Chipre e Malta. A nota da Áustria caiu de AAA para AA , com perspectiva negativa. O presidente do Eurogrupo, Jean-Claude Juncker, reagiu à decisão da S&P afirmando que fará "todo o possível" para conservar a nota máxima (AAA) do fundo de resgate europeu, principal instrumento para se enfrentar a crise da dívida. "Os países que dão garantia ao FEEF (Fundo Europeu de Estabilidade Financeira) estão determinados a fazer todo o possível para conservar o triplo A do Fundo", destacou Juncker. O comissário europeu de Assuntos Econômicos e Monetários, Olli Rehn, lamentou "a decisão inconsistente" da Standard & Poor`s, especialmente "no momento em que a zona do euro está tomando medidas decisivas para enfrentar a crise". Os países da União Europeia, exceto a Grã-Bretanha, acertaram um pacto em dezembro passado para reforçar a austeridade e a coordenação econômica na zona do euro, que prevê sanções quase automáticas para os Estados cujo déficit fiscal ultrapassar 3% do PIB. O pacto será debatido na Cúpula europeia do próximo dia 30 de janeiro, em Bruxelas, visando sua aplicação a partir de março. O ministério alemão da Economia garantiu que a zona do euro vai "sanear suas finanças públicas" e que a Alemanha está "determinada para contribuir com a superação da crise". "Com o andamento das decisões da Cúpula (da UE em dezembro) e com o acordo vinculante sobre regras fiscais concretas, vamos estabilizar as finanças dos membros da zona do euro de forma duradoura e recuperar a confiança dos mercados". O ministro alemão das Finanças, Wolfgang Schäuble, citou o caso específico da França, que segue no "bom caminho", apesar da decisão da S&P. "Juntos devemos cumprir as regras, manter a competitividade, o que vamos fazer unidos. Estamos no bom caminho", declarou Schäuble à imprensa em meio à "sexta-feira 13". O ministro destacou que apenas a Standard & Poor`s reduziu a nota da França, que segue com AAA na classificação das outras duas principais agências: Moody`s e Fitch.
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www.pernambuco.com | 14-01-2012
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A capital europeia da cultura gémea de Guimarães, Maribor, a segunda maior cidade da Eslovénia, arranca hoje com uma programação que irá incluir, ao longo do ano, alguns projetos comuns com a cidade portuguesa.
www.rtp.pt | 13-01-2012
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Os ministros das Relações Exteriores da Eslovênia e da Croácia se reunirão em 10 de janeiro em Bruxelas para finalizar a criação de um tribunal de arbitragem para resolver uma longa questão sobre a disputa de fronteiras, disseram funcionários dos governos dos dois países balcânicos nesta
www.estadao.com.br | 04-01-2012
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A agência de notação financeira Moody`s baixou hoje em um nível, para A1, o "rating" da dívida a longo prazo da Eslovénia, adiantando que permanece o risco de baixar ainda mais.
www.rtp.pt | 23-12-2011
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LONDRES — A agência de classificação de risco Moody's reduziu em dois níveis a nota da dívida da Bélgica, citando a frágil confiança na zona do euro que pode causar pressões de financiamento para países com dívida elevada. A agência reduziu a nota belga em moeda local e estrangeira de Aa1 para Aa3. O novo rating tem perspectiva negativa, o que significa que outro rebaixamento é possível nos próximos anos. Já a Fitch confirmou nesta sexta-feira a nota AAA da economia francesa, mas alertou que pode rebaixar outros seis países da zona do euro: Bélgica, Chipre, Eslovênia, Espanha, Irlanda e Itália. A Fitch explicou que a classificação de crédito da França é sustentada pela riqueza do país e a diversidade da economia e assinalou que o governo conservador do presidente Nicolas Sarkozy adotou diversas medidas para fortalecer suas finanças. Por outro lado, a agência disse que a dívida pública francesa pode atingir 92% do PIB em 2014. Como resultado, o viés do país foi revisado de “estável” para “negativo”, o que não implica a possibilidade de um rebaixamento. No mesmo comunicado, a Fitch alertou que pode rebaixar algumas outras economias de grande porte na zona do euro, notadamente Itália e Espanha. A agência afirma que, após a cúpula da União Europeia na semana passada, “concluiu que uma ampla solução para a crise na zona do euro está técnica e politicamente fora de alcance”. A Fitch pretende concluir até o fim de janeiro a revisão dos seis países da zona do euro ameaçados nesta sexta-feira, e estuda a possibilidade de rebaixá-los em um ou dois graus. Autoridades francesas e investidores temiam que a França pudesse ser rebaixada, o que teria graves repercussões sobre os esforços europeus para conter a crise da dívida. As classificações AAA da França e da Alemanha sustentam o risco do fundo de resgate da zona do euro. Três dos 17 países do bloco já receberam empréstimos – Grécia, Irlanda e Portugal. Os investidores temem que o custo de financiamento de Espanha e Itália suba tão rapidamente que ambas precisem também de ajuda financeira. Os dois países são considerados grandes demais para que possam ser resgatados pelo fundo europeu.
oglobo.globo.com | 16-12-2011
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RIO - O Barcelona vai tendo uma estreia tranquila no Mundial de Clubes da Fifa. O time domina amplamente o jogo contra o Al-Sadd do Qatar e tem como grande destaque o brasileiro Adriano. O lateral-direito fez os dois gols do time catalão na vitória parcial de 2 a 0 sobre o time do Qatar. O primeiro saiu aos 24 minutos após uma lambança do goleiro Mohamed e do lateral Belhadj. Pedro recebeu na esquerda e cruzou na pequena área, os dois jogadores não tiraram a bola e Adriano chegou de surpresa para completar para o gol. O segundo saiu aos 43. Adriano recebeu na entrada da área e tocou no canto direito de Mohamed. Usando o seu jogo característico de toque de bola e marcação na saída de bola do time adversário, o time catalão faz quase um treino de ataque contra defesa no estádio Internacional de Yokohama, no Japão. O Al-Sadd mal conseguiu sair do meio-campo na primeira etapa. Seu único chute a gol saiu apenas aos 44 minutos, quando Ibrahim fez uma boa jogada e chutou para fora. O Barça entrou em campo com um time misto. Dos titulares que participaram da vitória sobre o Real Madrid no sábado, estão no banco Daniel Alves, Piqué, Xavi, Fàbregas, Busquets e Alexis Sanchez. Messi está jogando, assim como Iniesta e os brasileiros Thiago Alcântara e Adriano. Com 35 minutos, David Villa foi lançado na área e acabou sentindo uma lesão muscular. Ele foi levado direto para o vestiário. Alexis Sanchez entrou no seu lugar. Caso confirme a passagem para a final do Mundial, o time catalão enfrentará no domingo o Santos, que venceu nesta quarta-feira o Kashiwa Reysol por 3 a 1 e já está na decisão. O Barcelona chega ao Mundial para tentar o seu segundo título. Campeão há dois anos, quando derrotou o Estudiantes de la Plata, o time catalão já teve que enfrentar duas equipes brasileiras em finais e não se deu bem. Em 1992, foi derrotado pelo São Paulo e em 2006 pelo Internacional. Barcelona x Al-Sadd Local: Estádio Internacional de Yokohama, no Japão Árbitro: Joel Aguilar (Eslovênia) Gol: Adriano aos 24 minutos do primeiro tempo para o Barcelona Barcelona: Victor Valdés, Adriano, Mascherano, Puyol e Abidal; Keita, Thiago Alcântara e Iniesta; David Villa (Alexis Sanchez), Pedro e Messi. Técnico: Pep Guardiola. Al-Sadd: Mohamed, Belhadj, Lee, Wesam e Kasola; Niang, Keita, Ibrahim e Khalfan; Talal e Koni. Técnico: Jorge Fossati.
oglobo.globo.com | 15-12-2011
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Um estudo da Federação das Indústria do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) apontou que o preço do gás natural no Brasil para o setor industrial é maior que em diversos países, muitos deles competidores internacionais diretos. A tarifa do gás no Brasil (US$ 16,84 por milhão de BTU — medida internacional para gás) é 25% mais cara que na China (US$ 13,52), 222% a mais que a Índia (US$ 13,52), 231% a mais que nos EUA (US$ 5,09) e 464% a mais que na Rússia (US$ 2,99). A Firjan aponta que o gás chega a representar 50% dos custos de alguns setores, como indústrias que produzem vidros. Esse problema fica ainda maior com outros fatores macroeconômicos, como o real valorizado, altos juros e falta de infraestrutura. — O alto preço do gás no Brasil é perda de competitividade na veia — afirma o gerente de Competitividade Industrial e Investimentos da Firjan e responsável pelo estudo, Cristiano Prado. O estudo fez a comparação do preço do gás do Brasil com outros 22 países, e o custo para a indústria só é menor do que em Hungria, Eslovênia, Eslováquia, Alemanha, República Tcheca e Estônia. O estudo aponta ainda uma grande diferença do gás entre quinze estados brasileiros: a tarifa no Ceará (US$ 19,97 MMBTU) é 30,8% maior que a registrada no Mato Grosso do Sul (US$ 15,27). A tarifa no Rio, de US$ 17,98 MMBTU, é a sétima maior do país, maior que a dos demais estados do Sudeste. Assim, uma pequena padaria brasileira, por exemplo, gasta R$ 2,5 mil por mês com gás, enquanto na França gastaria o equivalente a R$ 1,4 mil. Uma empresa de biscoitos, com 60 funcionários, gasta cerca de R$ 68 mil por mês com gás no Brasil, R$ 25 mil a mais que pagaria se o empreendimento fosse na China, aponta o levantamento.
Peso dos impostos representam 22% da tarifa Além do alto custo de produção do gás natural brasileiro, maior que o de outros países, outros itens contribuem para o preço elevado. Na verdade, segundo o estudo, o custo da commodity — o gás em si — equivale a 43,3% do total da tarifa. Impostos significam 22,1% da tarifa, seguido da margem de distribuição (18,8%) e da parcela referente ao transporte (15,8%). — Nesta conta vemos alguns problemas, pois a tributação efetiva no Brasil é de 28,4%, a maior na lista de países, muito acima dos 6% cobrados no México ou dos 5% de Canadá e China. E, além disso, no custo de transporte ocorre uma espécie de subsídio cruzado, onde consumidores de estados mais próximos dos centro produtores pagam uma taxa que gera recursos para a expansão da malha a outras localidades — diz Prado. O estudo conclui com dez pontos que resolveriam essa questão, como a elaboração de uma política nacional de gás e maior poder regulatório à Agência Nacional de Petróleo (ANP). — Precisamos tirar a Lei do Gás, aprovada há dois anos, do papel — diz Prado.
oglobo.globo.com | 13-12-2011
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RIO - Uma das paisagens mais belas e famosas do mundo está em mutação. Os Alpes franceses perdem a neve que um dia se pensou eterna em ritmo mais acelerado do que o calculado por cientistas. Enquanto um acordo global para combater as mudanças climáticas agonizava em Durban, África do Sul, ontem, geofísicos franceses apresentavam o mais detalhado quadro da doença dos Alpes em São Francisco, EUA, durante a reunião da União Americana de Geofísica (AGU, na sigla em inglês), o maior encontro de ciências da terra do mundo. As geleiras dos Alpes franceses perderam um quarto de sua área nos últimos 40 anos. Não se trata de mudanças que podem, ou não, acontecer. Já é fato concreto e bem visível. O grupo de Marie Gardent, da Universidade da Savóia, na França, estava triste quando apresentou seu trabalho. Sua terra natal perde a sua marca registrada, os picos nevados que todos os anos atraem multidões de turistas, esquiadores e alpinistas e movimentam a economia de muitas cidades. No fim dos anos 60 e no início dos 70, as geleiras e campos de gelo que cobriam as encostas do Mont Blanc (a montanha mais elevada da Europa Ocidental, com 4.850 metros) e montes vizinhos se espalhavam por uma área de 375 quilômetros quadrados. No fim dos anos 2000, essa área havia caído para 275 km2. Gardent e seus colegas analisaram dados de 600 geleiras. Além do Mont Blanc, foram estudaram os maciços de Ecrins, Vanoise, Ubaye, Belledonne e Grand Rousse Arves. Os pesquisadores combinaram uma série de tecnologias para medir a retração do gelo. Usaram mapas antigos, imagens de satélites e fotos aéreas. Calibraram manualmente os dados das fotos com medições em campo. - Fomos às geleiras e comparamos os dados de satélite com os coletados no local. Com isso conseguimos evitar dados dúbios sobre a cobertura de gelo observada por satélites - explicou Gardent. Os Alpes da França não perdem suas geleiras sozinhos. O mesmo fenômeno de retração está em curso em Suíça, Áustria, Eslovênia, Alemanha e Itália. O trabalho de Gardent é acompanhado de outros para continuar a monitorar a situação das geleiras. A redução das geleiras pode ter dramáticas consequências econômicas. O gelo das montanhas alimenta muitos rios franceses. Dependem das geleiras dos Alpes, rios como o Rhone. A água de degelo é essencial para a agricultura e a geração de energia hidroelétrica. Num primeiro momento, quando começa a retração, há até mais água. Com os anos, porém, a água se torna cada vez mais escassa, pois há menos gelo para derreter. A famosa vinicultura francesa pode ser seriamente afetada. Outra indústria importante que sofre com a perda do gelo é o turismo. Nos últimos anos, várias estações de esqui tiveram seu funcionamento prejudicado e um estudo de seguradoras mostrou que algumas estão condenadas a fechar nos próximos anos. O gelo é um dos grandes agentes do clima e a perda das geleiras tem impacto no clima local. A retração, porém, ocorre de forma desigual. As maiores perdas foram registradas no Maciço de Belledonne, onde as geleiras praticamente desapareceram. Outra área muito afetada é a do Maciço de Ecrins, onde a retração foi três vezes maior do que a observada no Maciço do Mont Blanc. - Os Alpes do Sul sofrem bem mais do que os do Norte, como o Mont Blanc. Atribuímos isso ao fato de serem mais baixos. O clima também é distinto. Neva mais no Norte e também há mais nuvens por lá - explicou Gardent.
oglobo.globo.com | 07-12-2011
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A esquerda chegou ao poder na Croácia, e, contra todas as previsões, o manteve na Eslovênia, integrante da zona do euro, após as eleições legislativas realizadas neste domingo nos dois países da antiga Iugoslávia comunista, que se tornaram independentes em 1991.
noticias.terra.com.br | 05-12-2011
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Na Croácia, Zoran Milanovic ganhou com folga as eleições.
Na Eslovênia, prefeito Zoran Jankovic surpreendeu ao vencer.
g1.globo.com | 05-12-2011
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A Eslovénia decide hoje quem vai liderar o parlamento em eleições legislativas antecipadas, que deverão ditar o regresso da direita ao poder com o objetivo de impor medidas de austeridade.
www.rtp.pt | 04-12-2011
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As primeiras sondagens à boca das urnas para as legislativas de hoje na Eslovénia apontavam para uma surpreendente vitória da lista de esquerda "Eslovénia Positiva", do presidente da câmara de Ljublijana, Zoran Jankovic, com 29 por cento dos votos.
www.rtp.pt | 04-12-2011
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Resultados preliminares e parciais mostram que o partido de centro-esquerda Eslovênia Positiva lidera a contagem de votos nas eleições parlamentares deste domingo. A Comissão Eleitoral disse que o partido do prefeito da capital, Liubliana, Zoran Jankovic, está com 29,4% dos votos, na frente dos
www.estadao.com.br | 04-12-2011
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O partido de Zoran Jankovic, o popular presidente de centro-esquerda da câmara de Ljubljana, liderava as eleições legislativas da Eslovénia, de acordo com os primeiros resultados divulgados pela televisão estatal.
rss.feedsportal.com | 04-12-2011
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Os primeiros resultados oficiais das eleições na Eslovênia, que foram realizadas neste domingo, indicam uma surpreendente vitória eleitoral da lista esquerdista Eslovênia Positiva (LZJ PS), do prefeito de Liubliana, Zoran Jankovic, que já alcançou 29,37% dos votos.
noticias.terra.com.br | 04-12-2011
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Os colégios eleitorais abriram neste domingo na Eslovênia, onde cerca de 1,6 milhão de cidadãos com direito a voto elegerão um novo parlamento depois que o atual governo de centro esquerda foi derrubado pelo descontentamento político e social causado pela crise econômica.
noticias.terra.com.br | 04-12-2011
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A coligação conservadora de centro-direita é favorita à vitória nas eleições legislativas de domingo, na Eslovénia. As últimas sondagens indicam…
pt.euronews.net | 02-12-2011
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O Barcelona, do brasileiro Marcelinho Huertas, continua irresistível na Euroliga de Basquete. O time catalão bateu, nesta quinta feira, o Olimpija Ljubljana, da Eslovênia, por 72 a 46 (40 a 26 no primeiro tempo), e manteve a invencibilidade no torneio europeu. São agora seis vitórias e a liderança isolada do Grupo D.
esportes.terra.com.br | 25-11-2011
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A equipa nacional perdeu com a Eslovénia, por 2-3, no torneio de pré-qualificação olímpica a decorrer na Croácia, mas este resultado chega para seguir para as meias-finais do grupo.
feedproxy.google.com | 23-11-2011
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O grupo Casuarina comemora 10 anos de carreira e mostra o disco "Trilhos/Terra Firme" sábado, 26, no Circo Voador. Lançado pelo selo Superlativa/Warner Music, é o quarto disco da carreira do conjunto carioca. O nome duplo traduz "o momento do grupo que trilhou o caminho dos palcos do mundo e se firmou, na terra natal, como um dos mais requisitados conjuntos de samba do país"
".
O Casuarina é formado por Daniel Montes (violão de 7 cordas), Gabriel Azevedo (pandeiro e voz), João Cavalcanti (tantan e voz), João Fernando (bandolim e vocais) e Rafael Freire (cavaquinho e vocais). Mais sobre o cd abaixo: "O repertório divide-se conceitualmente em dois títulos e ganha sentido na contradição. Como diz o texto do encarte, "nada é mais real do que a dúvida". Na indecisão entre "Trilhos" e "Terra Firme" para dar nome ao CD, o grupo "decide não decidir", e transforma o álbum num "retrato do espaço que há entre o conforto e o desconhecido". Assim, caberá a cada ouvinte elencar suas faixas no título que escolher. No show de lançamento, o grupo mostra o repertório do novo trabalho, ora numa atmosfera de gafieira com "Dissimulata", de João Cavalcanti; ora de uma roda de samba, com "Samba de Helena", de Gabriel Azevedo, ou "Pequenino", Daniel Montes, Gabriel Azevedo e Sergio Fonseca. A contemplativa "Murmúrio", de João Fernando e Delcio Carvalho, e a nordestino-caribenha "Fulô de Caju", de João Cavalcanti e Alfredo Del Penho, estão garantidas. Também estão presentes no show sucessos de discos anteriores, como "É Isso Aí" de Sidney Miller, "Disritmia" de Martinho da Vila "Certidão" de João Fernando e João Cavalcanti, "O Dia Se Zangou" de Mauro Diniz e Ratinho, "Vaso Ruim" de Gabriel Azevedo e Diego Zangado e "Minha Filosofia" de Aluísio Machado. O Casuarina, grupo de samba que projetou-se da Lapa carioca para o Brasil e para o mundo, completa dez anos de estrada em 2011 e traz na bagagem três álbuns - Casuarina (2005) e "Certidão" (2007), ambos pela Biscoito Fino, e "MTV apresenta: Casuarina" (2009), pela Sony Music, lançado também na França. A banda já fez cinco turnês internacionais, que passaram por países como Angola, Bélgica, Eslovênia, Espanha, França, Holanda, Inglaterra, Israel e Suécia; e recebeu premiações como o Prêmio da Música Brasileira (Melhor Grupo de Samba de 2010), o Rival (Melhor Grupo de 2006), além de duas outras indicações ao PMB (então Prêmio Tim) e ao VMB 2009" . (release) Serviço: Casuarina Data: 26 de novembro de 2011 Local: Circo Voador (Rua dos Arcos, S/N Lapa/ RJ 2533-0354) Abertura dos portões: 22h Horário do show: meia-noite Ingressos antecipados: R$ 25,00 (meia-entrada para estudantes, menores de 21 anos e idosos) / R$ 40,00 (cliente TIM e Clube do Assinante O Globo) R$ 50,00 Ingressos no dia: R$ 30,00 (meia-entrada para estudantes, menores de 21 anos e idosos) / R$ 48,00 (cliente TIM e Clube do Assinante O Globo) R$ 60,00 Capacidade: 2.000 pessoas Classificação: 18 anos (de 12 a 17 somente acompanhado dos pais) Bilheterias: terça à quinta: das 12h às 19h; sexta: das 12h às 24h (exceto feriados) e sábado: 1h antes do evento. Web: www.ingresso.com
www.samba-choro.com.br | 22-11-2011
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Caroline Wozniacki, a atual líder do ranking mundial de tênis, participou nesta segunda feira de uma partida exibição na cidade de Bratislava, na Eslovênia. A dinamarquesa jogou ao lado do francês Henri Leconte, já aposentado do circuito, e enfrentou a anfitriã Dominika Cibulkova e o irreverente Mansour Bahrami, famoso por protagonizar jogadas de efeito.
esportes.terra.com.br | 21-11-2011
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feedproxy.google.com | 02-11-2011
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O grupo de samba Casuarina, que se projetou da Lapa carioca e está completando dez anos de estrada em 2011, lança o novo CD "Trilhos/Terra Firme" nesse final de semana na cidade mineira de Juiz de Fora.
Com três álbuns na bagagem "Casuarina" (2005), "Certidão" (2007), e "MTV apresenta: Casuarina" (2009) - a banda já fez cinco turnês internacionais, que passaram por países como Angola, Bélgica, Eslovênia, Espanha, França, Holanda, Inglaterra, Israel e Suécia; e recebeu premiações como o Prêmio da Música Brasileira (Melhor Grupo de Samba de 2010), o Rival (Melhor Grupo de 2006), além de duas outras indicações ao PMB (então Prêmio Tim) e ao VMB 2009. No show de lançamento do CD "Trilhos/Terra Firme", o grupo mostra o repertório do novo trabalho, ora numa atmosfera de gafieira com "Dissimulata", de João Cavalcanti; ora de uma roda de samba, com "Samba de Helena", de Gabriel Azevedo, ou "Pequenino", Daniel Montes, Gabriel Azevedo e Sergio Fonseca. A contemplativa "Murmúrio", de João Fernando e Delcio Carvalho, e a nordestino-caribenha "Fulô de Caju", de João Cavalcanti e Alfredo Del Penho, estão garantidas. Também estão presentes no show sucessos de discos anteriores, como "É Isso Aí" de Sidney Miller, "Disritmia" de Martinho da Vila "Certidão" de João Fernando e João Cavalcanti, "O Dia Se Zangou" de Mauro Diniz e Ratinho, "Vaso Ruim" de Gabriel Azevedo e Diego Zangado e "Minha Filosofia" de Aluísio Machado. O grupo é formado por: Daniel Montes - violão de 7 cordas Gabriel Azevedo - pandeiro e voz João Cavalcanti - tantan e voz João Fernando - bandolim e vocais Rafael Freire - cavaquinho e vocais Local: Cultural Bar Endereço: Av. Deusdedith Salgado, 3955 Teixeiras Juiz de Fora Data: sábado, 05 de novembro Abertura da Casa: 23h Show de abertura: Dudu e Bole Bole na Gafieira Show principal: 01h30min Casuarina (lançamento do CD Trilhos/ Terra Firme) Show de encerramento: Dudu e Bole Bole na Gafieira Informações: (32) 3231-3388 | 3214-1289 | 3217-3642
www.samba-choro.com.br | 02-11-2011
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O Barcelona, do brasileiro Marcelinho Huertas, derrotou, nesta quinta feira, o Asseco Prokom, da Polônia, por 88 a 61 (47 a 36 no primeiro tempo) e seguiu sem perder na Euroliga. Na estreia, os catalães haviam batido o Unión Olimpija, da Eslovênia, por 86 a 44.
esportes.terra.com.br | 27-10-2011
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Eslovênia se retirou da disputa após 16 tentativas de votação.
Brasil vai ser substituído pela Guatemala em 1º de janeiro de 2012.
g1.globo.com | 25-10-2011
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O Azerbaijão assegurou nesta segunda-feira um assento no Conselho de Segurança da ONU em 2012-2013 após a Eslovênia se retirar da disputa depois de 16 rodadas de votações inconclusivas. A vitória do Azerbaijão foi confirmada quando o país recebeu 155 votos na Assembleia Geral da ONU, de 193 nações,
www.estadao.com.br | 25-10-2011
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O Azerbaijão foi eleito nesta segunda feira, pela primeira vez em sua história, para ocupar a vaga rotativa que faltava ser definida no Conselho de Segurança da ONU, após 16 rodadas de votação e a desistência de seu rival, Eslovênia, que retirou a candidatura para não prolongar mais a incerteza. "A Eslovênia não faz campanha contra nenhum Estado. Dada a situação, retiramos nossa candidatura e agradecemos aos países pelo apoio", disse o ministro das Relações Exteriores esloveno, Samuel Zbogar, ...
noticias.terra.com.br | 25-10-2011
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NAÇÕES UNIDAS (Reuters) - O Azerbaijão assegurou nesta segunda-feira um assento no Conselho de Segurança da ONU em 2012-2013 após a Eslovênia se retirar da disputa depois de 16 rodadas de votações inconclusivas ... Assine O GLOBO e receba todo o conteúdo do jornal na sua casa
oglobo.globo.com | 25-10-2011
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O quinto lugar rotativo aberto no Conselho de Segurança, disputado entre Eslovénia e Azerbaijão, ficou por atribuir ao fim de nove horas de votação na Assembleia Geral.
tv1.rtp.pt | 22-10-2011
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O Maribor ganhou nove das 20 edições do campeonato da Eslovénia, mas é o Sporting de Braga que entra com o estatuto de favorito para o jogo de hoje (18h, SP-TV). Defrontar o campeão esloveno tem sido a melhor oportunidade para os restantes clubes do Grupo H da Liga Europa somarem pontos, e é precisamente disso que a equipa de Leonardo Jardim precisa, depois de ter tropeçado na jornada anterior, na qual foi derrotada em casa pelo líder Club Brugge.
feedproxy.google.com | 20-10-2011
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feedproxy.google.com | 15-10-2011
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Já desclassificada, a Eslovênia só cumpria tabela na última rodada das Eliminatórias da Eurocopa, nesta terça. Mesmo assim, jogou com vontade e estragou a festa da Sérvia. Jogando em Maribor, os eslovenos venceram os sérvios por 1 a 0 e deram a vaga na repescagem de presente para a Estônia, que
www.estadao.com.br | 11-10-2011
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A Sérvia entrou em campo nesta terça feira precisando de uma vitória fora de casa contra a já eliminada Eslovênia para garantir uma vaga na repescagem da Eurocopa. Porém, a equipe foi surpreendida pela seleção local e acabou sendo derrotada por 1 a 0, com gol de Vrsic.
esportes.terra.com.br | 11-10-2011
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feedproxy.google.com | 07-10-2011
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Pelo Grupo C das Eliminatórias da Eurocopa, a Sérvia arrancou empate com a Itália em casa e caiu para o terceiro posto da chave. No outro confronto, a Irlanda do Norte também perdeu por 2 a 1 com a Estônia, que ficou na vice liderança. Entretanto, não joga na última rodada, e os sérvios ficam na dependência de uma vitória sobre a Eslovênia para irem à repescagem.
esportes.terra.com.br | 07-10-2011
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LIUBLIANA - O governo de esquerda da Eslovênia foi derrubado após falham em receber um voto de confiança no Parlamento nesta terça-feira, 20. O fato indica uma constante entre os países pequenos da zona do euro, que ficam mais instáveis politicamente e se tornam mais um fator que complica a crise
www.estadao.com.br | 20-09-2011
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