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KIEV — A presidente da Lituânia, Dalia Grybauskaite, é a primeira líder estrangeira a visitar a ex-premier da Ucrânia Yulia Tymoshenko, que foi transferida da prisão para um hospital em Kharkiv. O encontro ocorreu nesta sexta-feira. Dalia teme uma crise entre a Ucrânia e os demais Estados do continente, que ameaçaram boicotar a cúpula regional de países da Europa Central e do Leste da Europa, que aconteceria nesta sexta-feira. O evento foi, então, cancelado pelo atual presidente ucraniano, Viktor Yanukovich. Na quinta-feira, a chanceler federal da Alemanha, Angela Merkel, comparou o regime político da Ucrânia ao da Bielorrússia, considerada a "última ditadura da Europa", país que é governado pelo mesmo presidente, Alexander Lukashenko, desde 1994. — A confiança da Europa na Ucrânia está diminuindo. As possibilidades para corrigir esta situação complicada existem, mas cabe ao povo ucraniano decidir se deve usar essas possibilidades ou não, se deve escolher o caminho para a aproximação com a Europa ou o caminho do isolamento — declarou Dalia Grybauskaite ao jornal lituano “15 min”. A ex-premier da Ucrânia foi presa em outubro do ano passado e está cumprindo uma pena de sete anos. Ela foi condenada num julgamento polêmico por corrupção e abuso de poder, por ter supostamente se beneficiado com negócios públicos fechados com a Rússia em 2009, quando ainda era primeira-ministra. Yulia diz ser vítima de uma conspiração armada por Yanukovich, que teria inventado o crime para impedi-la de concorrer às eleições parlamentares deste ano. Para os Estados Unidos e a União Europeia, o julgamento de Yulia Tymoshenko foi manipulado de acordo com motivações políticas. Na quarta-feira, 9 de maio, a ex-premier, de 51 anos, encerrou uma greve de fome, iniciada em 20 de abril, após denunciar maus-tratos que estaria sofrendo na prisão. O advogado de Yulia chegou a divulgar fotos de hematomas que teriam sido provocados por guardas ucranianos. Na terça-feira, a filha da ex-premier, Yevgenia, contou que a mãe tinha concordado em terminar a greve porque as autoridades permitiram a supervisão de um médico alemão em um hospital local. Yulia Tymoshenko sente dores nas costas e está com uma hérnia de disco, e temia ser tratada por médicos do país. — A perspectiva europeia da Ucrânia dependerá de fatores tais como garantir a Yulia Tymoshenko o direito a tratamento médico adequado, o respeito aos direitos humanos e a implementação de reformas internas — afirmou a presidente da Lituânia, segundo o jornal “15 min”. Viktor Yanukovich tem enfrentado críticas crescentes pela recusa em autorizar a ex-premier a deixar o país para buscar tratamento no exterior.
oglobo.globo.com | 12-05-2012
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A presidente da Lituânia, Dalia Grybauskaite, visitou nesta sexta feira a líder opositora ucraniana Yulia Tymoshenko, mantida presa no hospital onde é tratada de uma hérnia, e depois advertiu sobre o isolamento internacional da Ucrânia. "Ela se encontra em bom estado se levarmos em conta que está saindo de uma greve de fome de 22 dias", afirmou Grybauskaite, primeira dirigente europeia a visitar a ex primeira ministra ucraniana.
noticias.terra.com.br | 11-05-2012
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A presidente da Lituânia, Dália Grybauskaite, tornou-se nesta sexta-feira a primeira líder estrangeira a visitar a ex-primeira-ministra da Ucrânia, Yu
www.estadao.com.br | 11-05-2012
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Devemos boicotar os jogos do Euro 2012 de Futebol que se realizará na Ucrânia (que organiza a competição em conjunto com a Polónia) enquanto o regime de Kiev mantiver presa a opositora Iulia Timochenko? Uma dezena de dirigentes europeus, entre os quais o Presidente alemão Joachim Gauck e o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, já decidiram não ir à Ucrânia.
Sem se pronunciarem sobre a culpabilidade da antiga musa da Revolução Laranja de 2004, condenada em outubro a sete anos de prisão por abuso de poder, os partidários do boicote querem, deste modo, protestar contra os maus tratos a que terá sido submetida na prisão e contra a repressão de que a oposição é alvo naquele país.
O caso de Iulia Timochenko é emblemático do regime autoritário de Viktor Ianukovich e da degradação das relações com a UE: desde que foi eleito, em 2010, o líder do Partido das Regiões tem reforçado constantemente a influência dos seus fiéis – os russófilos do Leste do país – sobre o Estado e travado a oposição. E tem tido um comportamento contraditório com os seus dois inevitáveis vizinhos, a Rússia e a União.
A Rússia, de quem culturalmente está mais próximo, quer manter a Ucrânia na sua esfera de influência e criar uma espécie de Bielorrússia do Sul, à sua maneira. Com a União Europeia, há um acordo de associação à espera de ser assinado e um outro, de união aduaneira – uma espécie de “adesão light” à UE – a caminho. Também neste caso se trata de reaproximar a Ucrânia do seu ambiente histórico e cultural – o Ocidente da Ucrânia fez parte (com a Polónia, a Lituânia e a Bielorrússia atuais) da República das Duas Nações nos séculos XVI a XVIII – em virtude da atração que o “soft power” da União deve exercer sobre quem lhe é próximo.
Os opositores do boicote temem que tal atitude empurre Kiev para os braços de Moscovo. A tentação existe, mas é contrária aos interesses económicos da Ucrânia e minaria uma independência orgulhosamente conquistada. Mas a maior parte dos ucranianos querem o seu futuro, mais cedo ou mais tarde, dentro da UE, e a União não lhes pode trair as expectativas.
É por isso que um boicote feito por políticos – e não pelas equipas – é oportuno. Será ainda mais eficaz se for associado a medidas de pressão económica (aplicação de leis antibranqueamento aos capitais ucranianos depositados na UE) e aduaneira (recusa de vistos aos dirigentes do regime responsáveis pelos abusos, vistos mais fáceis para os estudantes, os investigadores, os empresários e os turistas), bem como um esforço de pedagogia para explicar as razões aos ucranianos. Enfim, na altura das eleições legislativas de outubro próximo, a UE e a OSCE deverão inundar o país com observadores para garantirem que o ato eleitoral seja o mais possível irrepreensível. (Editorial)
www.presseurop.eu | 11-05-2012
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RIO - As chaves ainda não estão completamente definidas, mas o torcedor brasileiro já conheceu alguns dos primeiros adversários das seleções masculina e feminina de basquete nos Jogos Olímpicos de Londres após o sorteio realizado na segunda-feira passada, no Rio de Janeiro. As duas equipes fugiram dos Estados Unidos na primeira fase, mas isso não significa que terão vida fácil no torneio. Para o ex-jogador Oscar, a chave masculina é teoricamente fácil, mas será importante o Brasil terminar entre os três primeiros para fugir do confronto contra os americanos na fase final. Já Hortência acredita que as adversárias da equipe feminina serão fortes, mas só com o início da preparação o técnico Luiz Claudio Tarallo terá noção das dificuldades que o time enfrentará na capital inglesa. O Brasil voltará a disputar uma Olimpíada com o time masculino depois de 16 anos. Na primeira fase, o time de Ruben Magnano enfrentará Espanha, Austrália, China, Grã-Bretanha e o terceiro colocado do Pré-olímpico mundial. Já a equipe feminina terá pela frente Austrália, Grã-Bretanha, Rússia e mais o 3º e o 5º colocados no Pré-olímpico mundial. O pré-olímpico masculino acontecerá em julho, na Venezuela, e reunirá 12 seleções: Rússia, Macedônia, Lituânia, Grécia, República Dominicana, Venezuela, Porto Rico, Nova Zelândia, Angola, Nigéria, Coreia do Sul e Jordânia. O feminino também reunirá 12 seleções, mas acontece em junho, na Tuquia. Vão disputar: Turquia, Japão, Porto Rico, República Tcheca, Nova Zelândia, Argentina, Croácia, Coreia do Sul, Moçambique, França, Mali e Canadá. - Na teoria é um grupo fácil e o Brasil tem condições de passar, mas precisa jogar - disse Oscar, que disputou cinco Olimpíadas. - A Austrália é sempre difícil, a Espanha é muito difícil. A Espanha virá forte com dois pivôs excepcionais. Eles jogam um basquete diferente, bonito. Sem contar o outro time que vai se classificar (pelo Pré-olímpico), mas é preciso acabar entre os três primeiros para não cruzar com os Estados Unidos. Para Hortência, é difícil prever as chances brasileiras na chave feminina. Só quando as equipes começarem a se preparar para os Jogos e disputarem amistosos ela acredita que o Brasil terá noção de suas possibilidades de classificação e medalha. Mas a ex-jogadora medalhista de prata em Atlanta-1996 acredita que, em tese, as equipes que o time feminino enfrentará serão fortes. - É difícil falar agora. Não sabemos como está a preparação específica (de cada seleção). Só quando começarmos a jogar um contra o outro. Tem Austrália, Rússia, Reino Unido. A outra chave tem os Estados Unidos... - analisou a diretora de basquete feminino da Confederação Brasileira de Basquete (CBB). Na preparação para Londres, a equipe feminina fará amistosos com adversários ou potenciais rivais na fase de mata-mata olímpica como Austrália, Estados Unidos e China. As australianas terão um desfalque importante. Penny Taylor sofreu uma lesão no tornozelo e não poderá defender a equipe em Londres. Já a Rússia ficará sem a pivô Maria Stepanova, que sofreu uma contusão no ligamento cruzado do joelho. No torneio masculino, Espanha e Estados Unidos também perderam jogadores importantes. Os espanhóis não terão o armador Ricky Rúbio, jovem talento do Minnesota Timberwolves, que sofreu uma lesão no ligamento do joelho esquerdo e também podem ficar sem Rudy Fernandez. O jogador do Denver Nuggets está com uma lesão nas costas. Já os Estados Unidos perderam três jogadores: o armador Derrick Rose (lesão no joelho esquerdo), do Chicago Bulls, o pivô Dwight Howard (lesão nas costas), do Orlando Magic, e o armador Chauncey Billups (contusão no tendão de Aquiles), do Los Angeles Clippers. Polêmica na convocação O Brasil ainda não foi atingido pela bruxa que está tirando jogadores de basquete das Olimpíadas, apesar da lesão na mão esquerda sofrida pelo pivô Tiago Splitter no primeiro jogo do San Antonio Spurs nos playoffs. O time, aliás, poderá ficar mais forte se Magnano resolver levar para os Jogos Olímpicos Nenê, Leandrinho e Anderson Varejão, que não disputaram o Pré-Olímpico da Argentina, e o armador americano Larry Taylor, de Bauru, que acaba de se naturalizar. Oscar é contra a convocação dos quatro jogadores, mas reconhece que o time ficará mais forte com eles. Com chance até de o Brasil conquistar uma medalha. - Se o time for completo o Brasil ficaria melhor. Mas eu não levaria. Não levaria o Nenê e o Leandrinho por questões morais, pois a competição mais importante do basquete é o Pré-Olímpico. Me dói o coração pelos meninos que estavam lá colocando a cara a tapa para classificar o Brasil. Mas com eles o time fica melhor. Sobre Taylor, Ocar diz que o Brasil tem armadores do mesmo nível do americano: - Se fosse um americano que é realmente um fenômeno tudo bem, mas ele está na média dos outros jogadores. Você vai tirar um bom jogador brasileiro do mesmo nível.
oglobo.globo.com | 05-05-2012
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RIO - As seleções de basquete masculina e feminina do Brasil conheceram nesta segunda-feira, em sorteio realizado na sede do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), na Barra da Tijuca, os seus adversários no torneio olímpico de Londres. Tanto a equipe feminina quanto a masculina fugiram do grupo dos Estados Unidos na primeira fase e vão enfrentar o time da casa. O time feminino de Luiz Claudio Tarallo ficará no grupo B com Austrália, Grã-Bretanha, Rússia e mais o 3º e o 5º colocados do pré-olímpico mundial. O grupo A será formado por Estados Unidos, China, Angola, e mais o 1º, o 2º e o 4º colocados do pré-olímpico. - Difícil? Não tem nada fácil para conquistar medalha olímpica - escreveu a ex-jogadora Magic Paula em sua conta no Twitter. Já o time masculino de Ruben Magnano também ficará no grupo B, mas com Espanha, uma das favoritas à medalha de ouro, Austrália, China, Grã-Bretanha e o terceiro colocado do pré-olímpico mundial. O grupo A será formado por Estados Unidos, França, Argentina, Tunísia e o 1º e o 2º colocados do pré-olímpico. O pré-olímpico mundial masculino acontecerá em julho, na Venezuela, e reunirão 12 seleções: Rússia, Macedônia, Lituânia, Grécia, República Dominicana, Venezuela, Porto Rico, Nova Zelândia, Angola, Nigéria, Coreia do Sul e Jordânia. O pré-olímpico feminino também reunirá 12 seleções, mas acontece em junho, na Tuquia. Vão disputar: Turquia, Japão, Porto Rico, República Tcheca, Nova Zelândia, Argentina, Croácia, Coreia do Sul, Moçambique, França, Mali e Canadá. O posicionamento das seleções nos grupos não será de forma automática a partir da classificação no Pré-Olímpico. Após a definição dos classificados, haverá um sorteio para definir em que grupos elas ficarão nos Jogos Olímpicos. A estreia do Brasil nas Olimpíadas será com o time masculino, no dia 29 de julho, contra a Austrália. O regulamento da competição prevê que os quatro primeiros de cada chave se classificam. A partir daí, o primeiro de um grupo joga contra o quarto do outro grupo e o segundo contra o terceiro. Como a tendência é que os americanos liderem as suas chaves, o Brasil tem que se classificar no seu grupo entre os três melhores para evitar o confronto contra a seleção nas quartas de final.
oglobo.globo.com | 30-04-2012
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www.rtp.pt | 26-04-2012
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A partir do 1º de maio, o número de trabalhadores oriundos de oito Estados-membros da UE (Estónia, Hungria, Letónia, Lituânia, Polónia, Eslováquia, Eslovénia e República […] (News in brief)
www.presseurop.eu | 19-04-2012
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MADRI — A correlação de forças entre as potências mundiais está mudando a uma velocidade vertiginosa. Durante séculos, a maior prosperidade econômica e o desenvolvimento tecnológico se traduziram em uma superioridade militar da Europa em relação à Ásia. Essa época evaporou sob o sol do poderoso crescimento asiático. A esperada ultrapassagem já não é um ponto indefinido no futuro e, sim, já pertence ao passado: em 2011, pela primeira vez na história moderna, o gasto militar asiático superou o europeu.
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É o que se depreende dos dados publicados nesta terça-feira pelo Instituto Internacional de Pesquisas sobre a Paz, de Estocolmo. A vantagem, por enquanto, é mínima. Em 2011, os investimentos militares dos países asiáticos (sem incluir a Rússia e o Oriente Médio) somou US$ 336 bilhões (R$ 626 bilhões). A Europa (de Portugal a Lituânia e da Islândia à Turquia) investiu US$ 326 bilhões (R$ 607 bilhões). Mas, há uma década, os europeus aplicavam 50% a mais que os asiáticos. O dado, naturalmente, é resultado sobretudo da impressionante ascensão da China e dos cortes europeus na Defesa impulsionados pela crise econômica. A leitura geopolítica dos números demanda, é claro, de inúmeras matizações. Enquanto a Europa é um bloco bastante homogêneo e com certo grau de convergência de interesses, a Ásia é um continente enorme, muito heterogêneo, com potências rivais, fricções regionais e alianças variadas. O gasto militar aí é fragmentado e o atraso tecnológico e organizativo, em geral, é acentuado em relação às forças armadas ocidentais. Os dados, porém, são significativos do caminho pelo qual o mundo segue. É não por acaso que um documento do Departamento de Defesa dos Estados Unidos publicado em janeiro consagrou uma reorientação dos esforços militares e diplomáticos do país em direção ao sudeste asiático. EUA ainda lideram Apesar de 2011 ter abrigado a primeira redução desde 1998, a supremacia americana é tal que seu investimento militar segue sendo superior aos de Ásia e Europa somados: US$ 771 bilhões (R$ 1,4 trilhão) ante US$ 662 bilhões (R$ 1,2 trilhão). Essas cifras representam, grosso modo, a metade do PIB espanhol e um quarto do brasileiro. A China, segundo as estimativas, aplicou US$ 143 bilhões (R$ 227 bilihões) — 170% a mais do que há uma década; a Rússia, detentora do terceiro maior orçamento militar do mundo, US$ 71 bilhões (R$ 132 bilhões). A redução feita pelos Estados Unidos (-1,2%) se deve a dois fatores: previsões mais ajustadas para reduzir o déficit federal; e a retirada das tropas do Iraque. Ainda assim, o orçamento militar representa 4,7% do PIB. Na Europa, a maioria dos governos decidiram por grandes cortes nas verbas de defesa, menos sensíveis socialmente do que as de outros tipos. No acumulado desde 2008, Espanha Itália e Grécia cortaram respectivamente 18%, 16% e 26%; Reino Unido, França e Alemanha — as três principais potências — também fizeram reduções, embora mais tímidas. Em 2011, a diminuição global no continente foi de 1,9%. As políticas já postas em marcha vão fazer com que a tendência se acentue nos próximos anos, apesar da insatisfação expressada pelos aliados dos Estados Unidos e pelos altos representantes da Otan. A perda de musculatura militar tem obviamente um preço na arena internacional; mas, em meio a uma duríssima crise, o dos recortes sociais é ainda maior. Surpreendentemente, a América Latina também aplicou menos que em 2010 em termos reais, apesar do seu bom crescimento econômico. Tal se deve a uma contração de 8% dos investimentos do Brasil — principal potência militar da região — e às grandes dificuldades econômicas da Venezuela, que reduziu seu orçamento militar em 7%. A Rússia prosseguiu sua sustentada trajetória de aumento de investimentos no setor, com uma elevação de 9% em relação a 2010, para US$ 72 bilhões (R$ 134 bilhões). No total, a causa dos freios na Europa, nos Estados Unidos e na América Latina, o orçamento militar mundial cresceu em 2011 só 0,3%, fechando em US$ 1,738 trilhão (R$ 3,24 trilhões), o que equivale aproximadamente ao PIB da Índia.
oglobo.globo.com | 18-04-2012
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RIO —A terceira geração do tablet iPad, da Apple, será lançada em mais 21 países até o fim do mês, e o Brasil não é um deles. A companhia anunciou nesta segunda-feira que o aparelho chegará no dia 20 à Coreia do Sul e a outros 11 países com economia e mercado consumidor bem menores que os brasileiros (Brunei, Chipre, Croácia, El Salvador, Guatemala, Malásia, Panamá, República Dominicana, St. Maarten, Uruguai e Venezuela). No dia 27, o tablet será lançado em África do Sul, Colômbia, Estônia, Índia, Israel, Letônia, Lituânia, Montenegro e Tailândia. Embora a Apple não tenha anunciado a data de lançamento para o Brasil, o aparelho tem desde sexta-feira passada autorização para ser vendido no país, quando a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) homologou o novo iPad. A terceira geração do iPad foi lançada em 16 de março em 12 países.
oglobo.globo.com | 16-04-2012
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O volante Paulinho não conteve as lágrimas em entrevista à TV Gazeta neste domingo. O jogador, que passou por Juventus, Vilnius (Lituânia), Lodz (Polônia), Pão de Açúcar e Bragantino antes de ganhar destaque com a camisa do Corinthians, emocionou se bastante quando reviu a premiação no último Troféu Mesa Redonda.
esportes.terra.com.br | 16-04-2012
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O volante Paulinho não conteve as lágrimas em entrevista à TV Gazeta neste domingo. O jogador, que passou por Juventus, Vilnius (Lituânia), Lodz (Polônia), Pão de Açúcar e Bragantino antes de ganhar destaque com a camisa do Corinthians, emocionou se bastante quando reviu a premiação no último Troféu Mesa Redonda.
esportes.terra.com.br | 16-04-2012
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RIO - Bem fez o Brasil que assegurou, na Argentina, no caso do masculino, e na Colômbia, no feminino, as vagas nos torneios olímpicos de basquete de Londres-2012. Graças a isso, não vai necessitar disputar os Pré-Olímpicos Mundiais da modalidade, em junho e julho, este último a poucas semanas das Olimpíadas, que irão de 27 de julho a 12 de agosto. Esta será a primeira vez, desde Atlanta-1996, que o basquete do Brasil levará as duas seleções ao torneio olímpico, já que o masculino vinha estando ausente desde então. Entre os homens, além do Brasil, vice-campeão no Pré-Olímpico das Américas, estão assegurados Argentina (campeã das Américas), EUA (campeão mundial), Grã-Bretanha (sede), França, Espanha, Austrália, China e Tunísia, restando três vagas em disputa no Pré-Olímpico Mundial da Turquia, que será jogado de 2 a 8 de julho, em Caracas, Venezuela. Nesta repescagem, vão estar Grécia, Jordânia e Porto Rico (Grupo A); Lituânia, Nigéria, e Venezuela (Grupo B); República Dominicana, Coreia do Sul e Rússia (Grupo C); e Angola, Macedônia e Nova Zelândia (Grupo D). Os dois finalistas e o terceiro colocado da competição irão a Londres. Grécia, Porto Rico, Lituânia, Rússia e República Dominicana são, teoricamente, os favoritos. Venezuela: sonho olímpico Não se pode, porém, desprezar os donos da casa, já que os venezuelanos não disputam o torneio olímpico de basquete desde 1992, em Barcelona. Esta é sua grande chance de retornar ao cenário olímpico. No Pré-Olímpico Mundial de 2008, disputado em Atenas, na Grécia, classificaram-se para os Jogos de Pequim as seleções da Croácia, da Alemanha e da Grécia. O Brasil chegou a disputar a competição, mas amargou a eliminação. No feminino, além do Brasil, campeão do Pré-Olímpico das Américas, já se garantiram nos Jogos Olímpicos EUA (campeão mundial), Grã-Bretanha (sede), Austrália, Rússia, China e Angola. Em Ancara, na Turquia, de 25 de junho a 1º de julho, estarão em disputa cinco lugares para Londres. Na luta estarão Japão, Porto Rico,e Turquia (Grupo A); Argentina, República Tcheca e Nova Zelândia (Grupo B); Croácia, Coreia do Sul e Moçambique (Grupo C); Canadá, França e Mali (Grupo D). As equipes de Porto Rico e Moçambique entraram nos lugares das seleções de Cuba e Senegal, que desistiram do torneio. Os dois primeiros em cada chave irão às quartas de final. Os quatro semifinalistas e o vencedor do jogo decisivo da quinta vaga estarão em Londres. Na competição em Ancara, a seleção turca, dona da casa, é uma das favoritas. até porque foi a vice-campeã europeia, em 2011 (a Rússia foi campeã). No feminino, a Turquia foi sede do Europeu de 2005 e será a sede do Mundial de 2014. Porto Rico, República Tcheca, Nova Zelândia, Croácia, Canadá e França também deverão estar na disputa pelos cinco lugares nas Olimpíadas. No Pré-Olímpico Feminino de 2008, em Madri, avançaram para os Jogos de Pequim Brasil, Bielorrússia, República Tcheca, Letônia, e Espanha. Super 4 em Foz do Iguaçu Com o Brasil já classificado, a CBB está traçando os planos para os meses que faltam até Londres-2012. No caso do masculino, a seleção será convocada a 17 de maio, com treinamentos em São Paulo, no complexo do Audax/Pão de Açúcar, a partir de 10 de junho. A seleção disputará um quadrangular na Argentina, nos dias 5 e 6 de julho. contra a Argentina e duas outras seleções, antes de jogar o Super 4, em Foz do Iguaçu, a 10 e 11 do mesmo mês, novamente contra os argentinos e mais duas seleções. No dia 16 de julho, vai enfrentar os EUA em amistoso na capital Washington, e em 21 e 22 desse mês, um triangular com as equipes nacionais de França e Austrália. A programação da seleção brasileira feminina para Londres ainda está sendo elaborada pela CBB.
oglobo.globo.com | 15-04-2012
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Beleza, porte e elegância: esses são alguns requisitos indispensáveis para um concurso diferente realizado anualmente em Vilnius, na Lituânia.
noticias.terra.com.br | 07-04-2012
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Abu Dhabi (Wam) – O diretor de Assuntos Europeus da chancelaria dos Emirados Árabes Unidos, xeque Abdalá Mohammad Al Hamed, concedeu audiência ao embaixador não-residente da Lituânia, Dainius Junevicius. Durante o encontro, ambos analisaram o atual estágio das relações bilaterais e discutiram alternativas para fortalecer a mútua cooperação. (Envolverde)
envolverde.com.br | 04-04-2012
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A cidade de São Carlos, interior de São Paulo, foi escolhida na manhã deste sábado para ser a sede do Campeonato Mundial de Balonismo que será disputado em 2014. O País, com tradição de mais de 30 anos no esporte, chegou à final da escolha contra a Lituânia, representada pela cidade de Birstonas, mas levou vantagem ao vencer por 22 votos a 15.
esportes.terra.com.br | 24-03-2012
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Cerca de mil nacionalistas marcharam pela capital da Lituânia para celebrar o Dia da Independência do país, observados de perto pelas tropas de choque. A manifestação em Vilnius têm sido criticada por grupos judaicos, que dizem que a marcha é planejada por organizações com "registros de flagrantes
www.estadao.com.br | 11-03-2012
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Em partida realizada nesta quinta feira, o líder FC Barcelona derrotou o Zalgiris Kaunas, da Lituânia, por 67 a 58. Com o resultado obtido na Zalgirio Arena, na cidade de Kaunas, o time catalão chegou à sua quarta vitória na fase "top 16" da Euroliga e garantiu a classificação para as quartas de final.
esportes.terra.com.br | 10-02-2012
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Um frio glacial acompanhado de fortes nevascas e rajadas de vento persistia nesta quarta-feira na Europa, deixando mais de 480 mortos em apenas duas semanas, a maioria no leste do continente, causando perturbações na Itália e na região dos Bálcãs. O país mais afetado até o momento é a Ucrânia, onde mais de 136 pessoas morreram até terça-feira, sendo 112 mortes causadas diretamente pelo frio. O sul do país está praticamente paralisado devido às nevascas, que bloquearam estradas.
Na Polônia, o número de mortos por hipotermia já chega a 74, com mais cinco em apenas 24 horas, informou a polícia. E é preciso somar cerca de 50 pessoas mortas devido a aquecedores defeituosos, que provocaram asfixia por monóxido de carbono e vários incêndios. O frio já deixou 24 mortos na República Tcheca, 23 na Lituânia, 10 na Letônia, três na Eslováquia e um na Estônia. Já a Rússia contabiliza desde o início de 2012 pelo menos 110 mortes de adultos em decorrência do frio, sendo 46 no mês de fevereiro, informou nesta quarta-feira o Ministério russo da Saúde. "Até hoje, 110 adultos morreram" de frio desde 1º de janeiro, disse à AFP o porta-voz do ministério, Konstantin Prochine, acrescentando que eventuais vítimas de menos de 18 anos não estão incluídas no registro devido à total falta de estatísticas. A temperatura caiu para 24 graus centígrados abaixo de zero na madrugada desta quarta-feira em Moscou, e se aproximava dos 34 graus abaixo de zero na Iakútia, na Sibéria Oriental. Em toda a região de Krasnodar, às margens do Mar Negro, as escolas foram fechadas por causa do frio intenso. A Bulgária também sofre muito com as nevascas, que paralisaram todos os transportes no nordeste e no leste do país, enquanto no sul o trânsito continuava suspenso após as inundações de segunda-feira, que deixaram oito mortos. Em diversas localidades do país, a situação era caótica, com testemunhos de motoristas presos na neve sem combustível e de aldeias inteiras isoladas sem comida ou eletricidade. Postos na fronteira da Bulgária com a Turquia e a Romênia precisaram ser fechados, assim como os grandes portos búlgaros no mar Negro, em Varna e Burgas. As autoridades decidiram que as escolas permanecerão fechadas até nova ordem, diante da previsão de novas nevascas. Na parte mais ocidental, a Itália é o país mais afetado pelas nevascas, e desde 1º de fevereiro o número de mortos chega a 40. Em Veneza, uma estátua de 9 metros de altura do artista Guerrino Lovato, símbolo do célebre carnaval deste ano, foi derrubada por violentas rajadas de vento de até 80 km por hora. Já em Turim o gelo provocou o rompimento de tubulações, que inundaram quatro estações do metrô. A situação é muito difícil inclusive no sul do país, depois de a neve chegar a quase três metros de espessura na região de Basilicata. Toda a região italiana próxima ao mar Adriático sofrerá nevascas nos próximos dias. Em Sérvia, Croácia, Bósnia, Macedônia e Montenegro pelo menos 70 mil pessoas estão há dias isoladas em aldeias recônditas devido ao fechamento das estradas pelo excesso da neve. O fechamento do tráfego fluvial pelo rio Danúbio nesta quarta-feira, diante do congelamento de centenas de quilômetros, também provocou enormes transtornos na região. Na Bósnia, onde as temperaturas caíram a 20 graus centígrados abaixo de zero, mais de 15 mil pessoas na região de Mostar (no sul do país) estavam nesta quarta-feira sem energia elétrica.
Três pessoas morreram por hipotermia na Romênia nas últimas 24 horas, elevando a 41 o total desde 24 de janeiro. Todo o sul da Romênia se mantém em estado de alerta diante da previsão de novas nevascas. Enquanto isso, na Hungria o número de vítimas por hipotermia chegou a 16 com a morte de três pessoas na terça-feira, de acordo com os serviços de emergência. Nos outros países da região, nesta quarta-feira o cenário era parecido. Na Áustria, a morte de um aposentado de 70 anos elevou o saldo de vítimas fatais a cinco desde a chegada da onda de frio. O número de mortos na Alemanha permanece em quatro, mas as autoridades alertaram a população diante da previsão de novas tempestades de neve. O tráfego fluvial no rio Meno foi suspenso. As autoridades francesas informaram que o número de mortos chegou a cinco, com a morte de quatro pessoas por intoxicação por monóxido de carbono. Genebra, na Suíça, seguia tentando resolver o caos do tráfego provocado pela ruptura de um enorme cano de drenagem devido ao excesso de gelo. Da AFP Paris
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www.pernambuco.com | 09-02-2012
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Vários países da Europa estavam praticamente paralisados neste domingo por causa da onda de frio e das intensas nevascas que nos últimos dias provocaram a morte de quase 300 pessoas e deixaram povoados sepultados sob a neve. O registro de vítimas aumenta a cada dia e no domingo chegava a 297 mortos, em sua maioria no leste do continente europeu, principalmente na Ucrânia e na Polônia, os dois países mais afetados, que somam 184 vítimas. Na Ucrânia, as autoridades indicavam neste domingo 131 mortos e cerca de 2.000 pessoas hospitalizadas. Os postos temporários de socorro, com aquecimento e comida, já receberam mais de 75.000 pessoas nos últimos dias. Neste domingo, a temperatura era de cerca de 10 graus centígrados abaixo de zero em Kiev, depois de ter chegado a -30 durante a noite. Já na Polônia os termômetros registraram 22 graus abaixo de zero no sábado à noite no nordeste do país, onde o frio matou oito pessoas, elevando o total para 53. A maior parte das vítimas é de moradores de rua, muitos deles alcoólatras. A capital da Bósnia, Sarajevo, estava neste domingo praticamente paralisada, coberta por mais de um metro de neve. Somente as avenidas principais e algumas poucas ruas do centro estavam transitáveis. Os presidentes da Croácia e da Sérvia, respectivamente Ivo Josipovic e Boris Tadic, ficaram bloqueados momentaneamente em uma estação de esqui. O registro na manhã deste domingo na Sérvia era de nove mortos e um desaparecido. Na Romênia, seis novas mortes foram confirmadas neste domingo, elevando o total para 34 nos últimos dias. No restante da Europa, 15 mortes foram registradas na Lituânia, dez na Letônia, seis na República Tcheca, quatro na Áustria, duas na Croácia e na Grécia, e uma na Eslováquia, Montenegro e Macedônia. A situação era menos grave no oeste do continente. O frio intenso persistia na França neste domingo, enquanto que na Itália, a capital, Roma, estava coberta de neve. A noite de sábado foi a "mais fria deste inverno" na Alemanha, onde as ilhas turísticas de Juist e Wangerooge estavam completamente isoladas. O Reino Unido também foi afetado, com uma camada de neve de mais de 16 centímetros em Suffolk (leste) que obrigou várias pessoas a passar a noite no interior de seus automóveis, bloqueados pela nevasca. Da AFP Paris .. Leia Mais... Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias Copyright © 2012, Pernambuco.com - Grupo Associados, Recife-PE, Brasil
www.pernambuco.com | 05-02-2012
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Mais de 250 pessoas, muitas delas pobres e sem residência fixa, morreram na Europa em consequência da onda de frio que sacode há uma semana o Velho Continente, principalmente Polônia e Ucrânia, onde mais de 167 pessoa morreram neste sábado.
Na Ucrânia foram registradas 122 mortes e os postos de socorro, onde os mais desamparados podem se refugiar e receber comida quente, já alojaram 65.000 pessoas, 12.000 nas últimas 24 horas.
As temperaturas, que durante o dia caem para -21ºC e -30°C à noite, subiram neste sábado.
Na Polônia, onde os termômetros chegaram a -27° na noite de sexta-feira no nordeste, o frio causou a morte de outras oito pessoas, aumentando o total para 45. Em sua maior parte eram moradores de rua.
A Bósnia também estava paralisada sábado por causa da neve.
Na Romênia, foram registradas nos últimos dias 28 mortes e centenas de escolas permaneciam fechadas, segundo dados divulgados neste sábado.
Na Bulgária, o país mais pobre da União Europeia (UE), o frio matou 16 pessoas.
O balanço da onda de frio em outros países do Leste Europeu era, na sexta-feira, de 36 mortos: dez na Letônia, nove na Lituânia, sete na Sérvia, seis na República Tcheca, dois na Grécia, um na Eslováquia e um na Macedônia.
Na Rússia, onde as temperaturas se aproximavam em Moscou dos -25°C e quase -50°C em Yakutia (Sibéria oriental), pelo menos 64 pessoas morreram de frio em todo o país desde dia 1º de janeiro, segundo números fornecidos pelas autoridades na sexta-feira, que não deram informações sobre a onda de frio atual.
Contudo, as temperaturas glaciais não impediram que milhares de pessoas se manifestassem em Moscou, alguns a favor e outros contra o primeiro-ministro Vladimir Putin.
Na França, duas pessoas morreram de frio. As temperaturas caíram a -20° na cidade de Reims e Mulhouse (leste).
Em um momento em que as autoridades francesas encorajam a limitação do consumo de eletricidade, por causa da forte demanda provocada pelo uso da calefação, a gigante russa do gás Gazprom anunciou neste sábado que não poderá garantir os envios adicionais solicitados pela Europa Ocidental.
Na Itália, Roma continuava paralisada no sábado de manhã depois das nevascas que afetaram grande parte da península.
A Alemanha continua sofrendo com a onda de frio neste sábado, com temperaturas inferiores a -10 graus em todas as cidades do país e até -16° em Berlim.
Na Áustria, os termômetros marcavama -28° nas montanhas do centro e do Tirol (oeste), e um homem morreu de frio depois de um acidente de trânsito, elevando a quatro o número de mortos desde que a onda de frio começou.
Na Grã-Bretanha, a maior parte do país continuava em estado de alerta sábado, com quedas de neve previstas no centro e no leste da Inglaterra.
Na Espanha foram registradas temperaturas de -13°. .. Leia Mais... Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias Copyright © 2012, Pernambuco.com - Grupo Associados, Recife-PE, Brasil
www.pernambuco.com | 05-02-2012
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LONDRES e KIEV - Subiu nesta sexta-feira para ao menos 220 o número de mortos pela onda de frio glacial que há uma semana atinge a Europa, sobretudo Romênia, Polônia e Ucrânia, onde estão mais da metade das vítimas. As baixas temperaturas, que em alguns pontos da Rússia chegaram a 50 graus negativos, devem continuar durante o fim de semana. Só na Ucrânia, onde a temperatura chegou a -30°C, foram 101 vítimas. Delas, 64 foram achadas nas ruas, 26 dentro de suas casas e 11 morreram enquanto recebiam tratamento no pior inverno do país dos últimos seis anos. Na Espanha, autoridades advertem para o que pode ser a pior onda de frio das últimas décadas. Veja também Ao divulgar o número, o Ministério de Situações de Emergência ucraniano acrescentou que mais de 1.200 pessoas foram hospitalizadas devido à hipotermia. Autoridades fecharam escolas e universidades e abriram cerca de 3 mil abrigos em todo o território. Hospitais estão sendo orientados a não liberar pacientes sem-teto para que não morram de frio. Na Romênia, onde o frio já fez 22 vítimas, um bebê de 4 meses morreu de hipotermia dentro de casa. Autoridades recolheram outras nove crianças que estavam subnutridas e alertaram que mais de 1.500 correm risco. — Nós estamos fazendo o máximo para nos preparar contra o frio e, se a vida de crianças corre risco, vamos tomar as medidas necessárias — disse o porta-voz do governo romeno, Tiberiu Bantas. A rara nevasca em Roma mudou a paisagem de cartões-postais como a Praça de São Pedro e a Fontana de Trevi, que teve suas águas congeladas, e provocou o fechamento do Coliseu e do Foro Romano. A medida é tomada por precaução sempre que neva na cidade. Esta é a tempestade de neve mais intensa que atinge a capital italiana desde a década de 1980. A Santa Sé adiou o encontro “Jovens pela paz” agendado para sábado entre o Papa Bento XVI e cerca de 7 mil jovens. O cenário branco chamou a atenção até do Pontífice, que apareceu na janela para olhar a neve. Na Espanha, as autoridades alertaram prefeituras para se prepararem para “a pior onda de frio dos últimos 20 ou 30 anos” e oferecer todos os recursos aos sem-teto. As previsões da meteorologia dizem que o frio e a neve podem poderiam diminuir no domingo. O prefeito Gianni Alemanno suspendeu as aulas para não atrapalhar os alunos que não conseguem chegar à escola. O Ministério do Interior recomendou precaução nas estradas e pediu aos italianos que evitem andar de carro. A Polônia registrou 29 mortos na onda de frio, que chegou a -30°C. A maioria dos mortos também é de pessoas que viviam nas ruas. O governo divulgou um apelo para a população informe imediatamente às autoridades se virem pessoas vagando perdidas ou consumindo álcool. Na Sérvia, cerca de 11 mil moradores de 6.500 mil casas de vilarejos estão presos em suas comunidades devido ao frio. Cinco pessoas morreram. Helicópteros estão sendo usados para o resgate, assim como na Bósnia, onde uma religiosa cristã, que vivia sozinha, foi retirada de um monastério. Outros países também registraram vítimas, como Lituânia, Hungria, República Tcheca e Macedônia.
oglobo.globo.com | 03-02-2012
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Em casa, o Barcelona Regal venceu nesta quinta feira o Zalgiris Kaunas, da Lituânia, pelo placar de 94 a 80. O time catalão chegou à terceira vitória na fase Top 16 da Euroliga e continua a liderar o Grupo H, com 100% de aproveitamento. Já o time lituano é o lanterna, com três derrotas em três partidas.
esportes.terra.com.br | 03-02-2012
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A onda de frio que atinge a Europa Central há uma semana deixou mais quarenta mortos, principalmente em Ucrânia, Polônia e Romênia, com o registro total superando 120 vítimas de temperaturas que beiram menos 30 graus. Segundo os serviços meteorológicos, este período de frio intenso deve se prolongar pelo menos até o final da semana. A companhia de gás austríaca OMV alertou para as possíveis consequências desta onda de frio no fornecimento de gás russo, ressaltando ter "registrado uma redução de 30% no fornecimento" em sua plataforma de distribuição de Baumgarten, por onde passa cerca de um terço das exportações de gás russo para a Europa Ocidental. Os estoques estão elevados graças a um início de inverno particularmente brando. Vinte pessoas morreram de frio na Ucrânia nas últimas 24 horas, elevando para 63 o número de vítimas das temperaturas glaciais em uma semana, segundo as autoridades. Cerca de dois terços das pessoas mortas foram descobertas nas ruas. Como em todos os países afetados, as vítimas são, em sua maioria, moradores de rua ou pessoas alcoolizadas. No momento em que as temperaturas caíram para -25, ou até -30°C em boa parte do país, cerca de 1.150 pessoas estão sendo tratadas com problemas com hipotermia, sendo que mais de 900 foram hospitalizadas. No mesmo período, cerca de 41.300 pessoas foram aos mais de 2.100 postos de emergência instalados em todo o país, onde podiam se aquecer e receber um prato de comida. Mais de 14.000 escolas (de um total de 20.000) foram fechadas, colocando cerca de 2,8 milhões de estudantes em férias forçadas. O frio fez mais nove vítimas na vizinha Polônia, onde as temperaturas caíram para -32 graus no sudeste. No total, desde o início da onda de frio, na sexta-feira, 29 pessoas morreram de hipotermia, segundo a polícia. Vários moradores de rua se reuniram em torno de uma central urbana de aquecimento na zona industrial de Zeran, subúrbio leste de Varsóvia. "Aqui, estamos bem aquecidos, podemos até ficar com camisas de mangas curtas", explica Stanislaw. "Na rádio, eles disseram que a temperatura caiu para -30 graus esta noite, mas estamos bem aqui, não estamos com medo de nada", disse ele, agachado em seu abrigo improvisado em uma estação subterrânea de aquecimento. "Não quero ir para um abrigo. A verdade é que bebo e é lá em cima é proibido". A Romênia, onde o frio chegou a menos 31 no norte, registrou novas oito mortes, elevando para 22 o número de vítimas fatais em uma semana, segundo o Ministério da Saúde. Em algumas localidades, as escolas fecharam e parte das estradas está interditada por causa das camadas de gelo. Na Sérvia, que registrou até menos 36 graus, o frio deixou seis mortos desde o final de semana passado e 11.500 pessoas ficaram bloqueadas em seus povoados, principalmente no oeste e no sudoeste, em decorrência das nevascas. Cerca de 70 pessoas tiveram que ser retiradas de helicóptero e em Belgrado os moradores de rua que não conseguiram encontrar lugar no único abrigo da capital (140 camas), se refugiaram em bondes. Um homem foi encontrado morto em Praga. Em Klapeida, no oeste da Lituânia, uma pessoa morreu, elevando o registro de mortes para nove no país. Na Áustria, as autoridades indicaram mais duas vítimas, entre elas um motorista de 72 anos, que morreu de frio em seu carro após derrapar e sair da estrada, elevando o total de mortes para três. Os países da Europa ocidental, também afetados por temperaturas baixas, não registraram vítimas, mas indicaram complicações no sistema de transportes, a exemplo do centro da Itália, onde dois trens, transportando 200 e 80 passageiros, ficaram parados nas vias durante parte da noite. Na França, as autoridades pediram aos moradores de várias regiões que reduzissem ao máximo o seu consumo de energia elétrica. Da AFP Paris .. Leia Mais... Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias Copyright © 2012, Pernambuco.com - Grupo Associados, Recife-PE, Brasil
www.pernambuco.com | 02-02-2012
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Os países bálticos Letônia, Lituânia e Estônia sofrem uma das piores ondas de frio polar das últimas décadas, com temperaturas que em algumas cidades dessa região do nordeste europeu se aproximam dos 30 graus negativos.
noticias.terra.com.br | 01-02-2012
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Uma onda de frio, que atingiu o leste europeu nos últimos dias, provocou a morte de 22 pessoas, informaram as autoridades destes países, onde as baixas temperaturas devem continuar nos próximos dias. .. Leia Mais... Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias Copyright © 2012, Pernambuco.com - Grupo Associados, Recife-PE, Brasil
www.pernambuco.com | 30-01-2012
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A selecção portuguesa venceu nesta quinta-feira a Lituânia por 3-0, no primeiro encontro do Grupo 4 de apuramento para o Mundial 2012 de futsal, que está a decorrer em Coimbra.
feedproxy.google.com | 15-12-2011
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feedproxy.google.com | 15-12-2011
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Os habitantes de Kalininegrado, o território russo entalado entre a Polónia e a Lituânia, poderão brevemente viajar para Gdańsk e outras cidades do lado da fronteira polaca […] (News in brief)
www.presseurop.eu | 14-12-2011
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A União Europeia, um projeto geopolítico iniciado no pós-guerra, tem muitas datas relevantes na sua história. Ontem, incluiu entre elas 9 de dezembro de 2011, ao conseguir, depois de longa noite e madrugada de negociações, a adesão quase absoluta dos 27 membros do bloco ao Pacto de Estabilidade e Crescimento. O acordo, em torno de uma espécie de Lei de Responsabilidade Fiscal, com fixação de limites para dívida e déficit públicos, com a previsão de punições para os relapsos, é indiscutível vitória de Angela Merkel e Nicholas Sarkozy, nesta ordem. A chanceler alemã resistiu até o fim, e, em algum momento, contra o próprio Sarkozy, a propostas de ajuda aos países problemáticos — além da Grécia, Espanha, França, Portugal e Irlanda —, sem maiores exigências de contrapartida de controle fiscal. Manteve-se firme, Sarkozy aderiu — até porque a França passou a ser vista como candidata também à insolvência — e a dupla de líderes da zona do euro, Alemanha e França, conseguiram a adesão quase unânime ao pacto — importante para sinalizar ao mercado a intenção firme de uma ação coordenada e constante no continente para equilibrar as contas públicas. É o primeiro passo para que a zona do euro venha a ser, do ponto de vista fiscal, algo semelhante a um país. Falta muito, mas é o início. David Cameron, o “eurocético” primeiro-ministro inglês, única voz discordante, foi o grande derrotado. Ele não aceita a possibilidade de haver regulações no sistema financeiro dentro do pacto. Um dos centros financeiros mundiais, o país teme decisões no setor. Mas, assim, a Inglaterra se isolou na comunidade. Do ponto de vista prático, não afeta o pacto, porque o país não faz parte do euro, mantém a própria moeda, a libra. Mas é negativo do ponto de vista político haver uma dissidência do tamanho da Inglaterra. Surge o risco de “duas Europas”. Houve acordo entre os 17 membros da zona do euro. Dos nove membros da UE restantes, Hungria, República Tcheca e Suécia aderiram no final do encontro, enquanto Dinamarca, Letônia, Polônia, Lituânia, Romênia e Bulgária primeiro consultarão os respectivos parlamentos. O Pacto é a transformação dos parâmetros do Tratado de Maastrich, de 20 anos atrás, em metas compulsórias. Assim, o déficit público máximo de 3% do PIB e o limite de 60% do PIB para a dívida pública terão de ser perseguidos para valer, sob pena de penalidades, suspensas apenas em votação com quórum qualificado dos estados-membros. Há, ainda, à frente um longo trabalho de detalhamento de como o pacto funcionará na vida real. Enquanto isso, existem ameaçadores problemas do cotidiano. O acordo lança bases para o médio e longo prazos, com inegáveis reflexos no curto. Embora os mercados tenham dado demonstrações de algum otimismo, existem problemas de solvência urgentes a serem administrados, mesmo que o BC europeu haja reduzido os juros básicos para 1%. Como se fosse para alertar a reunião de cúpula de Bruxelas, ontem mesmo a agência de risco Moody’s rebaixou a avaliação dos maiores bancos franceses (Société Generale, BNP Pariba e o Crédit Agricole). No encontro, anunciou-se a confirmação em dez dias de mais 200 bilhões de euros para aumentar o calibre da ajuda do FMI. Mas ainda existem incertezas na administração do dia a dia. A UE, no entanto, começou a criar condições para, enfim, poder dar certo como um bloco de moeda única.
oglobo.globo.com | 10-12-2011
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Nesta sexta-feira, 26 dos 27 países da União Europeia, a exceção é o Reino Unido, concordaram em analisar um novo acordo para o bloco que tem como principal objetivo deter a crise que se alastra pela região. O presidente da França, Nicolas Sarkosy, acredita que o novo tratado estará pronto em março. O debate, portanto, está só começando. Veja abaixo alguns dos principais pontos em discussão pelas nações que compõem o bloco. Como será feito o novo tratado * Será acertado entre os governos, fora do arcabouço judicial e institucional da União Europeia (UE) * Farão parte os 17 países da zona do euro e mais outros nove, ainda dependentes de aprovação parlamentar. São estes: Bulgária, Dinamarca, Hungria, Letônia, Lituânia, Polônia, República Tcheca, Romênia e Suécia. O Reino Unido fica de fora Regras fiscais * Os orçamentos dos governos terão de ser equilibrados ou superavitários. O chamado déficit estrutural (cálculo que exclui variações cíclicas do PIB) não poderá ultrapassar 0,5% do PIB nominal no ano * Essa regra terá de ser incluída na Constituição, ou equivalente, dos Estados membros e terá de prever um mecanismo de correção automática para o caso de qualquer desvio *Haverá punições automáticas se um Estado registrar déficit orçamentário superior ao teto de 3% do PIB, exceto se a maioria dos demais membros se manifestar contra Mecanismos de estabilização * A alavancagem do poder de fogo do Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (Feef), de € 440 bilhões, será acelerada * A implementação do Mecanismo Europeu de Estabilidade, de € 500 bilhões, será antecipada em um ano, para julho de 2012. A exigência de que os credores privados participem de futuros resgates será retirada do mecanismo. Seu valor será reavaliado em março * Os membros da zona do euro e outros Estados da UE vão conceder € 200 bilhões ao FMI FONTES: UE, "Financial Times" e Reuters
oglobo.globo.com | 10-12-2011
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Um militar russo disse nesta quarta-feira que a Rússia se prepara para enviar e instalar seus mísseis terra-ar S-400 na cidade de Kaliningrado, no Mar Báltico, entre a Polônia e a Lituânia. Kaliningrado é o ponto mais ocidental do território russo. O alcance do míssil S-400 fica entre 120 e 400
www.estadao.com.br | 07-12-2011
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A crise da zona euro sobrepõe-se à atualidade nos outros países. Mas a 4 de dezembro realiza-se um escrutínio simbólico, as eleições legislativas na Rússia. O resultado não deixa quaisquer dúvidas: apesar dos vários sinais de descontentamento entre a população, é provável que o partido Rússia Unida, no poder, continue a dominar a Duma, mesmo que à custa de algumas pressões sobre os eleitores.
Esta eleição marca igualmente o início de uma nova fase do poder de Vladimir Putin. Depois de vários anos de relativa incerteza, sem se saber qual dos dois, se o reputado modernizador, Dmitri Medvedev, ou o imperial Putin, ficaria à frente dos destinos da Rússia, o ex-presidente, hoje primeiro-ministro, voltará a ser, muito provavelmente, presidente em março do próximo ano. E isto terá, evidentemente, consequências para a UE.
Ao fundar São Petersburgo, mais ocidental que o Moscovo dos czares, Pedro, O Grande, queria que a Rússia se ancorasse na Europa. Três séculos mais tarde, Putin, um são petersburguense, parece ter optado pelo sentido inverso.
O projeto de União Euro-asiática, que apresentou a 4 de outubro, aos olhos de muitos, surge como um desejo de recriar uma espécie de URSS, 20 anos após a sua queda, um facto que ele próprio considerou um dia como sendo “a maior catástrofe geopolítica do século XX”. Trata-se, com efeito, de alargar a união aduaneira entre a Rússia, a Bielorrússia e o Cazaquistão a outras antigas repúblicas soviéticas, como é o caso do Tajiquistão, ou do Quirguistão, ou da Ucrânia, caso esta optasse por Moscovo e não pela UE.
Mas esta União Euro-asiática excede a simples nostalgia. Marca a vontade de Putin de afirmar a Rússia como potência continental, a meio caminho entre uma Europa que deixou de considerar parceira à altura, e a Ásia, que lhe oferece boas perspetivas em relação a gás e petróleo e a partir da qual poderá avançar para uma diplomacia mundial alternativa.
Segundo o Kremlin, a China, o Irão, a Índia e o Afeganistão afiguram-se mais interessantes do que os 27, há muito divididos, sem saber que atitude devem tomar em relação à Rússia, e atualmente enfraquecidos pela crise.
Mas a Rússia não pode desguarnecer completamente o seu flanco ocidental. Está cada vez mais presente na Ucrânia – um país que a Europa talvez não consiga trazer para a sua esfera de influência.
Mantém a Bielorrússia sob uma vigilância económica que permite a sobrevivência do regime ditatorial de Alexandre Lukachenko – um fracasso para os valores europeus. E prepara-se para instalar mísseis balísticos em Kaliningrado, o território encravado entre a Polónia e a Lituânia. Em suma, ao virar-se para a Ásia, a Rússia passa a ser um problema para a Europa.
Mas nada garante que assim venha a ser. Os europeus não podem continuar eternamente a tratar os russos como se fossem uns vizinhos de quem é preciso desconfiar. Vladimir Putin, que tem ar de quem sabe o que quer, vai ficar no poder, de certeza, durante muito tempo.
A União Europeia terá de ser capaz de tirar proveito desta vantagem da longa duração para saber o que quer realmente. Tem de definir uma política firme, mas aberta, em relação a Moscovo. Sob pena de ser ainda mais marginalizada.
PS: Os leitores francófonos que queiram saber mais sobre a Rússia podem ler a última edição de Courrier international com o título “Back in the USSR”, ou a série “Russie, un autoportrait”.
(Editorial)
www.presseurop.eu | 02-12-2011
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A Rússia avisou nesta quarta-feira ao Ocidente de que poderá posicionar mísseis nas fronteiras da União Europeia para contra-atacar as instalações de defesa que os Estados Unidos planejam instalar na Europa Oriental. O presidente Dmitri Medvedev declarou que a Rússia está preparada para posicionar mísseis Iskander - que, segundo as autoridades, têm um alcance de 500 quilômetros - no encrave de Caliningrado, que faz fronteira com os membros da União Europeia, Polônia e Lituânia. Usando uma retórica reminiscente da Guerra Fria, ele disse que os sistemas de armas também devem ser colocados no sul, próximo à Geórgia, inimiga russa, e à Turquia, membro da Otan, e usados para eliminar o sistema de defesa antimísseis. Romênia e Polônia concordaram em receber parte de um escudo antimísseis renovado dos Estados Unidos, que Washington disse visar somente a estados perigosos como Irã, mas Moscou acredita que seu arsenal também seja um alvo. A Turquia, membro da Otan, decidiu colocar um radar de alerta antecipado na base militar próxima a Malatya, no sul, como parte de um sistema de defesa antimísseis. Se o Ocidente continuar com seus planos, a Federação Russa irá posicionar, no oeste e no sul do país, sistemas modernos de armas que poderiam ser usados para destruir o componente europeu da defesa antimísseis americana. "Uma das medidas pode ser o posicionamento de sistema de mísseis Iskander em Caliningrado", disse Medvedev em um discurso televisionado. O secretário-geral da Otan, Anders Fogh Rasmussen, qualificou de "muito decepcionante", a ameaça de Medvedev. "A sugestão de que o deslocamento de mísseis a regiões próximas às da Aliança seria uma resposta apropriada ao sistema da Otan é muito decepcionante", afirmou Rasmussen em um comunicado no qual reafirmou que o dispositivo da Aliança Atlântica não está destinado a ter como alvo a Rússia. "Tal deslocamento seria retornar a uma época passada e não seria coerente com as relações estratégicas que a Otan e a Rússia decidiram instaurar e com o espírito de diálogo, inclusive no tema dos mísseis, que realizam atualmente", acrescentou. Medvedev ordenou o Ministro de Defesa da Rússia a colocar imediatamente sistemas de radares em Caliningrado, que alertam sobre a aproximação de ataques de mísseis em um estado de prontidão de combate. Ele disse que mísseis balísticos da Rússia poderiam superar os sistemas de defesa antimísseis, bem como "novas ogivas altamente efetivas". A disputa sobre a defesa antimísseis tem sido um obstáculo contínuo para um recomeço nas relações entre a Rússia e os Estados Unidos e, para Medvedev, isso poderá ter um impacto na cooperação pelo desarmamento com seu ex-inimigo da Guerra Fria. "Se a situação não se desenvolver bem, então a Rússia se reserva o direito de suspender outras medidas de desarmamento e os controles de armas correspondentes", declarou, falando diante de uma bandeira russa em sua residência. Ele também disse que o problema pode levar a Rússia a deixar o Tratado de Redução Estratégica de Armas (Start) para reduções de armas nucleares com os Estados Unidos, que Medvedev assinou com o presidente Barack Obama em abril de 2010. "Pode haver uma base para a saída do Start. Isso é permitido pelo próprio sentido de tratado", acrescentou Medvedev. Os comentários linha-dura de Medvedev foram feitos depois de ele ter se encontrado com Obama e conversado, nos bastidores, durante um encontro no Havaí, no começo deste mês. Eles também coincidem com a corrida das eleições legislativas dia 4 de dezembro, em que Medvedev está liderando a lista do partido Rússia Unida, no poder, em meio a um aparente crescimento do sentimento nacionalista no país. Os avisos vieram justamente quando o primeiro-ministro Vladimir Putin, que, segundo analistas, vem seguindo linha mais dura na política externa e militar que Medvedev, se prepara para voltar à presidência nas eleições de 2012. Medvedev recebeu o poder do seu mentor Putin, então presidente, em 2008 e junto com Obama agiu para fortalecer as relações Estados Unidos-Rússia, que haviam esfriado consideravelmente durante as presidências de Putin e George W. Bush. A agência de notícias Interfax disse que o alcance de mísseis Iskander é de 280 quilômetros, enquanto autoridades russas disseram, no passado, que eles podem atingir alvos à distância de 500 quilômetros. Caliningrado é parte da antiga região da Prússia Oriental que foi anexada pela União Soviética no fim da Segunda Guerra Mundial e um dos principais territórios estratégicos de Moscou. .. Leia Mais... Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias Copyright © 2011, Pernambuco.com - Grupo Associados, Recife-PE, Brasil
www.pernambuco.com | 24-11-2011
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Forças de segurança sírias mataram pelo menos 36 civis nesta sexta-feira, um dos dias mais violentos em semanas, no qual a oposição convocou uma manifestação em favor de uma zona de exclusão aérea para acabar com a sangrenta repressão. A maior parte das vítimas morreu nas regiões de Homs e Hama, os dois maiores centros de contestação, segundo militantes. "Doze civis foram mortos em vários bairros de Hama, outros 20 na cidade de Homs e um em Qusseir", anunciou o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH). Além disso, dois civis foram mortos e 10 outros ficaram feridos em Tsil, na província de Deraa. Um adolescente de 15 anos morreu na província de Idleb (noroeste). "Mais de 100 pessoas ficaram feridas nesta sexta-feira. Outras 500 foram presas por todo o país", afirmou à AFP o líder da OSDH, Rami Abdel Rahmane Desde o dia 15 de março, a repressão matou mais de 3.000, de acordo com a ONU. Toda sexta-feira, desde o início da contestação contra o regime do presidente Bashar al-Assad, muitas manifestações são organizadas nas saídas das mesquitas, após a oração da tarde. Só no bairro de Deir Balaa, em Homs, aproximadamente 20.000 manifestantes se reuniram exigindo a queda do regime. Os militantes pró-democracia convocaram através do Facebook manifestações a favor de uma "zona de exclusão aérea, com o objetivo de permitir que as ′Forças Armadas livres da Síria` atuem com mais liberdade". "As Forças Armadas livres da Síria" é uma força de oposição armada, que foi anunciada em julho pelo coronel Riad al-Asaad, desertor que se refugiou na Turquia. Os combates entre soldados do exército oficial e desertores se multiplicaram nas últimas semanas. O OSDH informou que as Forças Armadas e de segurança realizaram perseguições em Kafruma, na província de Idleb, e prenderam 13 pessoas, entre elas uma mulher e seu filho de 12 anos. Na mesma região, o "funeral de um soldado desertor se transformou em uma enorme manifestação em Maaret al-Nomaane", segundo a mesma fonte. O embaixador da França na ONU, Gérard Araud, declarou ontem que os 15 países membros do Conselho de Segurança devem se reunir mais uma vez para decidir novas ações contra a Síria.
Bashar al-Assad © AFP/SANA/Arquivo - No início de outubro, os vetos da China e da Rússia impediram a aprovação de uma resolução que ameaçava Damasco. Contudo, na quinta-feira, o emissário especial chinês para o Oriente Médio, Wu Sike, exigiu "o fim de todos os atos de violência e derramamento de sangue e a realização de reformas por meio do diálogo e vias pacíficas". A Lituânia anunciou nesta sexta-feira que interditou o sobrevôo de seu território por aviões sírios, temendo o transporte de material militar. A Espanha convocou o embaixador da Síria para denunciar a perseguição e a intimidação dos opositores sírios que vivem no país e que se dizem vítimas de ações da embaixada. .. Leia Mais... Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias Copyright © 2011, Pernambuco.com - Grupo Associados, Recife-PE, Brasil
www.pernambuco.com | 29-10-2011
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A Espanha recebeu a Escócia em Alicante e venceu por 3 a 1, com dois gols de David Silva, do Manchester City e um do barcelonista David Villa. O gol dos escoceses foi marcado por Goodwillie. O resultado, que manteve a equipe com 100% de aproveitamento dos pontos em oito jogos, beneficiou a República Checa, que venceu a Lituânia e pegou a vaga na repescagem da Eurocopa do país.
esportes.terra.com.br | 11-10-2011
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Uma empresa está a disponibilizar um sistema em que, para os espetadores verem cinema, têm que pedalar numa bicicleta, para manter o projetor a funcionar. O sistema já foi utilizado em Inglaterra e na Lituânia.
tvnet.sapo.pt | 11-10-2011
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Sátira do Nobel premia estudos bizarros de cientistas. Prefeito da Lituânia que esmagou carros levou prêmio da Paz.
g1.globo.com | 30-09-2011
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O ex jogador de basquete Arvydas Sabonis, de 46 anos, se recupera bem, em um hospital de Kaunas, na Lituânia, após o infarto sofrido nesta terça feira. O ex pivô de Zalgiris, Real Madrid e Portland Trail Blazers sentiu se indisposto enquanto jogava basquete com amigos.
esportes.terra.com.br | 28-09-2011
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RIO - O ex-jogador de basquete Arvydas Sabonis, de 46 anos, foi internado nesta terça-feira em um hospital de Kaunas, na Lituânia, após sofrer um infarto ... Assine O GLOBO e receba todo o conteúdo do jornal na sua casa
oglobo.globo.com | 27-09-2011
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O ex jogador de basquete Arvydas Sabonis, 46 anos, foi internado nesta terça feira em um hospital de Kaunas, na Lituânia, após sofrer um infarto, informou a rede de televisão TV3.
esportes.terra.com.br | 27-09-2011
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A Espanha confirmou este domingo o favoritismo e revalidou o título de campeã europeia de basquetebol, ao vencer na final a França por 98-85, em Kaunas, na Lituânia.
feedproxy.google.com | 18-09-2011
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feedproxy.google.com | 18-09-2011
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A Espanha não decepcionou neste domingo e confirmou o título do Pré Olímpico Europeu de basquete. Contra a França, a seleção campeã mundial de 2006 conseguiu a vitória por 98 a 85 no torneio realizado na Lituânia e assegurou o título, em uma partida marcada pelo duelo entre os armadores Juan Carlos Navarro e Tony Parker.
esportes.terra.com.br | 18-09-2011
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A Espanha não decepcionou neste domingo e confirmou o título do Pré Olímpico Europeu de basquete. Contra a França, a seleção campeã mundial de 2006 conseguiu a vitória por 98 a 85 no torneio realizado na Lituânia e assegurou o título, em uma partida marcada pelo duelo entre os armadores Juan Carlos Navarro e Tony Parker.
esportes.terra.com.br | 18-09-2011
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RIO - Em partida equilibrada, a Rússia derrotou a Macedônia por 72 a 68, neste domingo, ficando com a medalha de bronze no Pré-Olímpico Europeu de Basquete, disputado na Lituânia ... Assine O GLOBO e receba todo o conteúdo do jornal na sua casa
oglobo.globo.com | 18-09-2011
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Em partida equilibrada, a Rússia derrotou a Macedônia por 72 a 68, neste domingo, ficando com a medalha de bronze no Pré Olímpico Europeu de Basquete, disputado na Lituânia. As duas seleções, derrotadas na semifinal por França e Espanha, respectivamente, garantiram vaga na edição mundial do Pré Olímpico, em 2012, que será realizado em Londres.
esportes.terra.com.br | 18-09-2011
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A anfitriã Lituânia bateu neste sábado a seleção da Grécia, pela disputa do quinto lugar no Pré olímpico Europeu de Basquete. O placar de 73 a 69 na Kauno Arena, no entanto, só serviu para dar ânimo aos donos da casa que, assim como os gregos, terão que disputar o Pré olímpico Mundial para buscar uma vaga nos Jogos de Londres, no ano que vem.
esportes.terra.com.br | 17-09-2011
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A França bateu a Rússia, por 79-71, nas meias-finais do Europeu de Basquetebol da Lituânia, marcando encontro para a final de domingo com a campeã em título, Espanha, que bateu a Macedónia (92-80).
feedproxy.google.com | 17-09-2011
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Um americano negro, de 1,78 m de altura, se tornou herói nacional na Macedônia.
Ele atende pelo nome de Bo McCalebb, 26, e hoje joga uma inesperada semifinal do Eurobasket, o campeonato europeu, contra a Espanha, na cidade lituana de Kaunas.
Georgi Licovski/Efe
Bo McCalebb vibra em vitória contra a Lituânia
Leia mais (16/09/2011 - 06h00)
redir.folha.com.br | 16-09-2011
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