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As declarações de Xuxa no programa Fantástico, da TV Globo, no domingo (21), já está causando repercussão. A apresentadora, que admitiu ter sido vítima de pedófilos na adolescência, foi convidada pelo senador Magno Malta para falar na instalação da subcomissão de abusos contra crianças, da Comissão de Direitos Humanos.
diversao.terra.com.br | 21-05-2012
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Apresentadora revelou ter sofrido abusos sexuais até os 13 anos.
Magno Malta, que presidiu CPI da Pedofilia, diz que fala foi 'corajosa'.
g1.globo.com | 21-05-2012
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Há muitas centenas de milhares de anos, as ilhas mediterrânicas tinham uma fauna digna de fábulas. Pequenos veados, hipopótamos e elefantes pastavam em ilhas como a Sicília, Malta ou Chipre. Por algum motivo, os seus antepassados conseguiram lá chegar e, ao longo de gerações, foram diminuindo de tamanho, adequando-se às proporções insulares. Agora um estudo revela que em Creta viveu o mamute mais pequeno de sempre.
feedproxy.google.com | 09-05-2012
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Neste sábado (12) o Casarão Ameno Resedá recebe o Sexteto Akesan e o cantor, compositor e violonista Alfredo Del Penho. O show tem direção musical de Kiko Horta. A casa é linda, a programação musical está excelente e os drinques e petiscos, ótimos!
Abaixo, mais um pouquinho sobre os artistas. "Alfredo Del Penho, cantor, instrumentista, ator, pesquisador e compositor. Alfredo teve seu primeiro contato com o choro em 1998, desde então começou a freqüentar as tocatas e serestas de Niterói, onde residia. Dentre diversos trabalhos gravou a música "O que será de mim" para a trilha da novela Insensato Coração da TV Globo, da qual participou ao lado de Pedro Paulo Malta interpretando a música também em cena e participa como ator e arranjador vocal no musical É Com Esse Que Eu Vou de Rosa Maria Araújo e Sérgio Cabral dirigido por Cláudio Botelho e Charles Möeller. O Sexteto Akesan é formado por grandes nomes da cena instrumental - Ivan Machado (baixo), Gabriel Improta (guitarra), André Siqueira (percussão), Cris Cotrim (cavaquinho), Rodrigo Scofield (bateria) e por Kiko Horta (acordeom). Com formação de pianista, o carioca Kiko Horta começou a estudar acordeom em 1996 e, hoje, produz uma linguagem que é uma mistura de tudo, inserindo o acordeom em diversos formatos, como os sambas de Martinho da Vila, as marchinhas do Cordão do Boitatá, o choro do Pé de Moleque, etc". (release) Serviço: Capacidade de público: 250 lugares Classificação etária: 16 anos Endereço: Rua Bento Lisboa, 4 Catete Telefones: (21) 2556-2427 Dia e hora do show: 05 de maio, sábado, às 22h30 Abertura do Casarão: 21h Ingresso: setor A (mesa/lugar) - R$ 45,00 (meia ou 1 kg de alimento não perecível ou cadastro no site)// setor B (pista) - R$ 35,00 (meia ou 1 kg de alimento não perecível ou cadastro no site) Cartões de crédito: Diners, Mastercard e Visa Cartões de débito: todos Estacionamento? Sim Venda de Ingresso - Ingresso.com. Bilheteria (térreo) - de quinta a terça, das 14h às 22h
www.samba-choro.com.br | 08-05-2012
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To Ethnos, Le Figaro, Corriere della Sera, El Mundo, Rzeczpospolita, The Times of Malta (Today's front pages)
www.presseurop.eu | 08-05-2012
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Neste sábado (5) o Casarão Ameno Resedá
recebe o Sexteto Akesan e o cantor, compositor e violonista Alfredo Del Penho. O show tem direção musical de Kiko Horta. A casa é linda, a programação musical está excelente e os drinques e petiscos, ótimos!
Abaixo, mais um pouquinho sobre os artistas. "Alfredo Del Penho, cantor, instrumentista, ator, pesquisador e compositor. Alfredo teve seu primeiro contato com o choro em 1998, desde então começou a freqüentar as tocatas e serestas de Niterói, onde residia. Dentre diversos trabalhos gravou a música "O que será de mim" para a trilha da novela Insensato Coração da TV Globo, da qual participou ao lado de Pedro Paulo Malta interpretando a música também em cena e participa como ator e arranjador vocal no musical É Com Esse Que Eu Vou de Rosa Maria Araújo e Sérgio Cabral dirigido por Cláudio Botelho e Charles Möeller. O Sexteto Akesan é formado por grandes nomes da cena instrumental - Ivan Machado (baixo), Gabriel Improta (guitarra), André Siqueira (percussão), Cris Cotrim (cavaquinho), Rodrigo Scofield (bateria) e por Kiko Horta (acordeom). Com formação de pianista, o carioca Kiko Horta começou a estudar acordeom em 1996 e, hoje, produz uma linguagem que é uma mistura de tudo, inserindo o acordeom em diversos formatos, como os sambas de Martinho da Vila, as marchinhas do Cordão do Boitatá, o choro do Pé de Moleque, etc" . Serviço: Capacidade de público: 250 lugares Classificação etária: 16 anos Endereço: Rua Bento Lisboa, 4 Catete Telefones: (21) 2556-2427 Dia e hora do show: 05 de maio, sábado, às 22h30 Abertura do Casarão: 21h Ingresso: setor A (mesa/lugar) - R$ 45,00 (meia ou 1 kg de alimento não perecível ou cadastro no site)// setor B (pista) - R$ 35,00 (meia ou 1 kg de alimento não perecível ou cadastro no site) Cartões de crédito: Diners, Mastercard e Visa Cartões de débito: todos Estacionamento? Sim Venda de Ingresso por site aqui . Bilheteria (térreo) - de quinta a terça, das 14h às 22h
www.samba-choro.com.br | 05-05-2012
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Veja também RIO - Depois de acompanhar a história de Sinhôzinho Malta (Lima Duarte) e Viúva Porcina (Regina Porcina) em Asa Branca, é hora de fazer uma viagem até o reino de Avilan. A partir do dia 6, à 0h15m, entra no ar no Viva, “Que rei sou eu”,substituta de “Roque Santeiro”.Embora as duas tramas sejam diferentes, a novela de Cassiano Gabus Mendes segue a linha da antecessora, com críticas ácidas — e também bem-humoradas — à política do país. Na época, 1989, os brasileiros se preparavam para a primeira eleição direta para a Presidência. No texto, há referências ao Plano Cruzado, reforma monetária de 1986, e ao Congresso Nacional. — Meu pai já tinha essa ideia há muito tempo, mas ela demorou a ser aprovada. A novela possui uma ironia política que a deixa atualíssima. É histórica e inovadora — elogia Tato Gabus Mendes, filho do autor e intérprete do mendigo Pichot, alçado ao trono de Avilan na história. Com direção-geral de Jorge Fernando, o folhetim é passado em 1876, faz alusão à Revolução Francesa e tem início com a morte do rei Petrus II (Gianfrancesco Guarnieri), que se vai sem deixar herdeiros legítimos, somente Jean Pierre (Edson Celulari), um filho bastardo. Sem alternativas, a rainha Valentine (Tereza Rachel) é convencida a entregar o trono a Pichot. A estratégia é, na verdade, uma armação de Ravengar (Antônio Abujamra), o bruxo do condado, que tem em Fanny (Vera Holtz) uma fiel escudeira. Revoltado com a situação, Jean Pierre, um jovem íntegro e corajoso, começa a liderar um grupo de revolucionários para derrubar os vilões. Já a meiga princesa Juliette (Cláudia Abreu) se apaixona por Pichot, ao mesmo tempo que fica cada vez mais inconformada com as artimanhas dos monarcas em busca do poder. Jean Pierre se divide entre a revolucionária Aline (Giulia Gam) e a nobre Suzanne (Natália do Vale).
oglobo.globo.com | 29-04-2012
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De acordo com dados do Eurostat, Portugal tinha a quarta mão-de-obra mais barata da Zona Euro em finais 2011, a 12 euros por hora, só à frente de Malta, Eslováquia e Estónia. No topo da tabela estão a Bélgica, Dinamarca e França, com quase 40 euros por hora.
www.rtp.pt | 24-04-2012
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O senador Magno Malta (PR-ES) reafirmou em Plenário que está fora da base do governo.. Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias Copyright © 2012, Pernambuco.com - Grupo Associados, Recife-PE, Brasil
www.pernambuco.com | 18-04-2012
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BRASÍLIA - Depois muita discussão e em clima de atrito entre senadores governistas, a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE) aprovou a proposta de unificar em 4% a alíquota do ICMS em operações interestaduais envolvendo produtos importados. A proposta foi aprovada por 20 votos a favor e apenas seis contra. O texto foi apresentado pelo líder do governo no Senado e relator na CAE, senador Eduardo Braga (PMDB-AM). Além de fixar os 4%, o senador determina que a alíquota deve ser aplicada aos produtos importados. Mas o governo teve muita dificuldade e precisou contar com os votos do PMDB para garantir a votação nesta sessão. Por apenas um voto, o governo conseguiu manter a votação.O clima de confusão gerou atrito até entre senadores do PT: José Pimentel queria a votação e Lindbergh Faria defendia o adiamento. Mas prevaleceu a vontade do governo, com apoio do PMDB.
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A regra se aplicada mesmo àqueles importados que, chegando ao país, passem por algum processo de transformação, beneficiamento, ou montagem e que resultem em mercadoria com conteúdo de importação superior a 40%. Além disso, a importação de gás natural ficará de fora das novas regras. Hoje, o ICMS nestas operações com importados varia entre 12% e 7%, dependendo da região do Estado. Os governadores promovem a chamada guerra fiscal ou guerra dos portos ao reduzir os impostos para os importados. A chamada Resolução 72, que prevê o fim da guerra fiscal. A aprovação é o primeiro passo dentro do Senado para a aprovação do chamado minipacote tributário. Apesar da presença do governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, e do governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo, os senadores aprovaram a proposta por votos a favor e contra. Apesar da aprovação, senadores e governadores querem continuar negociando até a votação final em Plenário, para ajudar os estados prejudicados, que perderão receitas. Agora, o governo quer votar a proposta em Plenário o mais rápido possível, talvez amanhã. Essa orientação foi dada pela ministra Ideli Salvatti, em encontro realizado antes da votação. O governo usou o poder de maioria e garantiu a vitória. Os empresários têm resistências ao texto final, mas o consideram melhor do que não haver novas regras, que entrarão em vigor em Janeiro de 2013. Os estados são contra a resolução 72, porque ela acaba com a chamada guerra fiscal ou guerra dos portos praticadas pelos estados, que reduzem os impostos cobrados dos importados que chegam ao país. - O governo federal está insensível. Pedimos que o Senado não derrote três entes da Federação. Estamos encurralados e pedimos um prazo de transição - disse o governador Casagrande, em debate na CAE. Autor da proposta original, o senador Romero Jucá (PMDB-RR) disse que é importante votar a proposta para ajudar a indústria. Como relator, o líder Eduardo Braga lembrou que a nova regra só entrará em vigor em Janeiro de 2013 e que, até lá, os estados poderão discutir compensação. E Entre os discursos mais exaltados contra a proposta foram do senador Magno Malta, que falou diversas vezes e chamou o ministro da Fazenda, Guido Mantega, de "arrogante". A própria presidente Dilma Rousseff orientou a Fazenda a adotar a aplicação imediata da regra, sem transição de quatro a oito anos, pedida pelos governadores. Ex-presidente da CNI, o senador Armando Monteiro (PTB-PE) disse que a medida era necessária. - Há anos de espera uma macro reforma e precisamos deste passo - disse Monteiro. Os estados ainda tentarão negociar um pacote de compensações com a Fazenda, como antecipação de royalties e investimentos em infraestrutura. - A transição é legítima e necessária. Há uma lição de Tancredo Neves, de que preferia um bom acordo a derrotar o adversário, que a presidente aplica às avessas: o governo apresenta um prazer quase mórbido de derrotar, agora, aliados e parcela dos estados brasileiros - disse o senador Aécio Neves (PSDB-MG).
oglobo.globo.com | 17-04-2012
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MADRI - Em 34 anos de democracia, os governos espanhóis, fossem socialistas ou conservadores, ignoraram a necessidade de uma lei de acesso à informação. O resultado disso é que a Espanha foi parar no fim da fila em matéria de transparência: é o único país europeu com mais de 1 milhão de habitantes sem uma lei que proteja os cidadãos e o próprio Estado da opacidade — Chipre, Luxemburgo e Malta também não têm. Depois de amanhã, porém, o governo espanhol apresentará em Brasília, no congresso do Open Government Partnership, o texto do anteprojeto da Lei de Transparência e Bom Governo que, embora seja considerado como um passo positivo, está sendo duramente criticado por organismos internacionais dedicados ao assunto. O Brasil foi o 90 país a adotar uma lei de transparência, e, se a Espanha conseguir aprovar a sua, será o 91. A Espanha, como o Brasil, não terá um órgão independente que controle a aplicação da lei, que será fiscalizada pelo Ministério da Fazenda. Este é um dos maiores motivos de preocupação de organismos como Transparência Internacional, Access Info Europe e a Organização para a Segurança e Cooperação na Europa. O Brasil, no entanto, ressaltam os especialistas, já tornava públicas, antes da lei, de maneira pró-ativa, muitas informações, atitude que a Espanha não pode se orgulhar de ter. — Sem o controle de um organismo independente, esta lei pode não sair do papel. Na Espanha, já há uma série de leis que obrigam a publicação de certas informações sobre contratos públicos e licitações, por exemplo, mas mesmo assim elas não costumam ser divulgadas e, quando são, carecem de detalhamento — explica a advogada Victoria Anderica, coordenadora da Coalizão Pró-Acesso. Raras estatísticas sobre casos de corrupção de políticosA falta de transparência é uma das principais causas de corrupção, da qual a Espanha não está isenta. Como no chamado caso Gürtel, uma rede de corrupção vinculada a dirigentes do conservador Partido Popular (PP), atualmente à frente do governo espanhol e de 13 das 17 comunidades autônomas do país. O esquema, que teria sido montado para enriquecer ilicitamente altos dirigentes do PP através de concessões de contratos públicos, só teve, por enquanto, um condenado. E não por formar parte da teia de corrupção. O juiz Baltasar Garzón, que vinha investigando o caso desde 2009, foi julgado por ter autorizado a gravação de conversas na prisão entre os supostos corruptos e seus advogados. Foi sentenciado com a perda do direito de exercer a magistratura. A sentença causou indignação internacional, suscitando debates sobre a independência da Justiça espanhola. Os comportamentos corruptos, no entanto, afetam todas as siglas. Em 2009, o então promotor-geral do Estado revelou, no Congresso, que na Justiça espanhola estavam tramitando 730 processos para investigar, por corrupção, políticos que ocupavam cargos públicos. Duzentos deles eram do PP, mas 264 diziam respeito ao Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE). Também estavam envolvidos em negócios escusos políticos da Esquerda Unida, terceira força política nacional, e de outros partidos regionais. Foi a primeira e, até hoje, única vez que uma estatística como esta foi difundida. Suspeitas de enriquecimento ilícito também estão sendo investigadas em um escandaloso caso de corrupção envolvendo um membro da família real espanhola. O marido da infanta Cristina, Iñaki Urdangarín, foi indiciado em um processo cujas investigações apontam para quatro delitos: falsificação de documentos, prevaricação, fraude à administração pública e desvio de verba. O epicentro da trama é o Instituto Nóos de Estudos Estratégicos de Patrocínio e Mecenato, dirigido por Urdangarín de 2004 a 2006. Embora seja uma entidade sem fins lucrativos, o instituto recebeu 5,3 milhões de dois governos regionais, dos quais mais de 3 milhões foram depositados nas contas de empresas de Urdangarín. Mas mesmo chegando num momento em que o genro do rei Juan Carlos está no olho do furacão, o anteprojeto da lei de acesso isenta a Casa Real, assim como o Poder Judiciário, da obrigatoriedade de transparência. — Pode ser que, em momentos de crise como a que estamos passando, alguém queira saber quanto a princesa Letizia gasta em roupa ou tratamentos de beleza, porque há famílias de cinco pessoas que vivem com 20 mil ou menos por ano. Esta informação, no entanto, o cidadão não pode sequer solicitar — explica Victoria Anderica. Pelo anteprojeto de lei, os cidadãos terão acesso restrito a dados que possam prejudicar os interesses econômicos e comerciais; a política econômica e monetária; o segredo requerido em processos de tomada de decisões; a proteção do meio ambiente; as funções administrativas de inspeção e controle, entre outras especificações. — É uma lei de baixíssima qualidade. Não queremos esta lei e não seria bom que fosse aprovada, porque é, simplesmente, uma fachada. Os padrões internacionais deixam claro que o conceito de informação abrange toda a informação em mãos do poder público, tendo o Estado o direito de negar seu acesso caso seja prejudicial à segurança. Na Espanha, no entanto, o anteprojeto já estipula muitos tipos de informações que os cidadãos não podem sequer solicitar — critica Helen Darbishire, diretora-executiva da Access Info Europe. ONG vê uma ‘cultura de ignorar os cidadãos’Para piorar a situação, o anteprojeto estabelece o direito ao silêncio administrativo, ou seja, simplesmente não responder à solicitação. Esta já é a realidade na Espanha, segundo estudo da Access Info Europe que apontou que o Estado só respondeu 20% das 113 perguntas feitas pela ONG em 2010. — No México, por exemplo, há a figura do silêncio positivo, ou seja, se os governos não respondem, o cidadão deve entender que a resposta deveria ser dada e pode cobrá-la. Nossa reivindicação é que a Espanha adote o silêncio positivo para tentar mudar a cultura espanhola de ignorar os cidadãos. Não é uma cultura aceitável num país democrático — critica Helen Darbishire. Também não é nada animador o prazo estipulado para uma possível, mas nem sempre provável, resposta: um mês ampliável a dois. Além do mais, o solicitante deverá explicar o motivo do pedido de informação. Esse motivo será levado em consideração para decidir se o pedido será aceito ou não. O rascunho da lei, teoricamente, ainda passará por mudanças para incluir algumas sugestões dos cidadãos feitas através da internet durante um breve prazo de 15 dias, antes de iniciar um longo trâmite legislativo. — Uma lei de acesso à informação vai muito além do combate à corrupção. Muda a relação e o equilíbrio de poder entre os cidadãos e a classe política. Com o passar do tempo, a sociedade fica mais poderosa. Ter acesso à informação é imprescindível para formar opinião e intervir no debate público. Isso é fundamental para a qualidade da democracia — opina Helen Darbishire.
oglobo.globo.com | 14-04-2012
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Thais Fersoza, Rick Tavares, Simone Parlatore e outros famosos estiveram neste sábado (7) no restaurante Espetto Carioca para comemorar o aniversário de 18 anos do ator Pedro Malta.
diversao.terra.com.br | 08-04-2012
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RIO - Ao fazer um aparte ao pronunciamento do senador Margno Malta (PR-ES), no plenário do Senado, em defesa do pastor evangélico Silas Malafaia, o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) se tornou alvo de uma nota de desagravo do setorial LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros) do PT. Na última terça-feira, ao comentar o discurso do senador do PR, que criticava ação do Ministério Público Federal em São Paulo, o petista resolveu defender Malafaia no plenário do Senado e comentou o discurso do senador Magno Malta (PR-ES) com críticas em relação ao Ministério Público Federal em São Paulo, que acatou representação da ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais) contra o pastor. A ação pede retratação devido a um discurso considerado homofóbico feito por Malafaia no programa “Vitória em Cristo” exibido em julho de 2011 na TV Bandeirantes. Em seu aparte, Lindbergh afirma que sempre se posicionou contra qualquer discriminação e lembra que quando prefeito de Nova Iguaçu, não foram poucas as vezes que soube de casos de homossexuais que foram agredidos apenas por serem homossexuais. O petista diz também que o Senado deve caminhar num grande movimento contra a intolerância e para que se chegue a uma legislação que unifique o país. Lindbergh ressalta a intolerância sofrida pelos evangélicos e diz que a posição do MP é equivocada em relação à polêmica fala do pastor, que disse que “a igreja católica deveria entrar de pau em cima desses caras”, referindo-se à passeata do Orgulho Gay e ao que ele considera desrespeito com os símbolos católicos. Um dos trechos da nota (que não conta com o aval do diretório nacional do PT), enviada pelo setorial LGBT do partido, ressalta que a fala de Lindbergh “se torna ainda mais grave por ignorar e desconsiderar o cerne do debate sobre o PLC 122, que é a interdição dos discursos que incitam a violência utilizando-se do pretexto da liberdade religiosa. Esperamos, sinceramente, que o senador Lindbergh Farias não tenha resolvido se perfilar com o segundo grupo de políticos fluminenses, os inimigos dos direitos humanos e da cidadania LGBT. Não há cálculo político ou eleitoral que justifique essa ruptura com os princípios do PT e com a própria trajetória do senador.” - Com este aparte, é como se o Lindbergh estivesse rasgando toda a sua trajetória de esquerda, de defesa da juventude, da população negra, dos pobres, das minorias em geral - diz o coordenador nacional da setorial LGBT do Partido dos Trabalhadores, Julian Rodrigues. - O pastor Silas Malafaia é o inimigo número 1 da comunidade GLBT. Em seu programa semanal na TV Bandeirantes ele se notabiliza por seus ataques aos homossexuais e por sua intolerância. O senador Magno Malta fez um discurso atacando os gays, copiado dos consevadores norte-americanos - continua Julian. Procurado pela reportagem do GLOBO, o senador Lindbergh Farias reafirmou seu posicionamento favorável à causa dos homossexuais, mas ressaltou que não se pode defender intolerância com mais intolerância: - Acho que estão passando do ponto. É preciso ter muito equilíbrio para se tratar desse assunto, que é um debate muito sério. Não pode ser tratado como uma guerra e é preciso que cheguemso a um acordo até que se tenha uma legislação para esse tema. O senador disse que seu aparte não pode ser interpretado como uma aproximação com um “grupo de políticos fluminenses, inimigos dos direitos humanos e da cidadania LGBT”, como diz a nota da setorial LGBT do PT. - O Senado precisa, isso sim, adotar uma postura de equilíbrio no debate entre liberdade de expressãoe liberdade religiosa - diz o senador, que fez questão de ressaltar a importância da comunidade evangélica: - Eles têm um papel muito importante na vida social das comunidades e é inaceitável, por exemplo, que parte da classe média considere todo evangélico um ser atrasado, retrógrado. A verdade é que sou contra a discriminação. Seja contra evangélicos seja contra os gays.
oglobo.globo.com | 06-04-2012
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El Periódico de Catalunya, SME, Die Presse, Handelsblatt, Evenimentul Zilei, The Times of Malta (Today's front pages)
www.presseurop.eu | 05-04-2012
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O senador Magno Malta alertou, nesta terça-feira (3), para a possibilidade de criação de “um império homossexual no Brasil”.. Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias Copyright © 2012, Pernambuco.com - Grupo Associados, Recife-PE, Brasil
www.pernambuco.com | 04-04-2012
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As críticas do deputado José Mentor (PT SP) ao MMA (artes marciais mistas, em inglês) e o projeto de lei que pretende proibir a transmissão dos eventos ligados ao esporte pela televisão seguem causando polêmica. Nesta quarta feira, durante pesagem para o Jungle Fight, o senador Magno Malta (PR ES) se mostrou contra a proposta, dizendo, por exemplo, que mesmo com mortes como as de Aytron Senna na TV, Mentor nunca quis proibir a Fórmula 1 na televisão.
esportes.terra.com.br | 31-03-2012
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ROMA - Laura Boldrini é porta-voz do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados. No relatório do Conselho da Europa, a ONU é considerada corresponsável pela morte dos 63 migrantes. Laura, que há 20 anos trabalha em agências das Nações Unidas, acha que os culpados são outros. O GLOBO: Quem são os culpados pelo massacre? LAURA BOLDRINI: Para começar, as autoridades líbias, que não respeitaram o compromisso de socorrer os náufragos em suas águas territoriais. E também os centros que coordenam o socorro no mar na Itália e em Malta, que não lançaram uma operação de socorro; a Otan, que tinha navios nas redondezas e não fez nada; Itália e Espanha, que tinham navios sob o comando da Otan; e por fim dois barcos de pesca, que viram o barco dos migrantes e não socorreram ninguém. O GLOBO:A ONU tem a consciência limpa? BOLDRINI: A ONU não tinha condições de fazer nada. A obrigação de salvar náufragos tem que ser respeitada por todos, para que o Mar Mediterrâneo não se transforme numa "terra de ninguém" governada pela impunidade. A antiga tradição de socorro no mar fica comprometida se os países perdem tempo para discutir questões de competência. O GLOBO: Acha que uma tragédia dessas pode acontecer de novo? BOLDRINI: É incrível e inaceitável que em 2011 mais de 1.500 pessoas fugindo do conflito líbio tenham perdido a vida na tentativa de chegar à Europa atravessando o Mediterrâneo, um dos mares mais patrulhados do mundo. É preciso adotar novos sistemas de busca e de socorro. Nos primeiros três meses de 2012, 64 pessoas morreram no mar. A minha esperança é que tenham sido as últimas.
oglobo.globo.com | 30-03-2012
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"Lago Eu Sou - Um Homem do Século XXI" é o nome da mega exposição sobre Mario Lago realizada pelo Arquivo Histórico Nacional. Inaugurada para o público em 27 de março, ela fica em cartaz até 25 de maio e faz parte das comemorações em homenagem aos 100 anos de nascimento desse grande carioca. O curador é o produtor Mario Lago Filho, o Mariozinho Lago.
O saudoso compositor, ator, militante da esquerda e radialista será lembrado em fotos, versos, cartazes, cenas de novelas, peças teatrais, manuscritos, capas de livros e discos, troféus. "A sala principal foi concebida como se o próprio artista estivesse recebendo o público em sua casa" , explica Mariana Marinho, a coordenadora-geral da exposição. Quem assina a coordenação de pesquisa é o cantor Pedro Paulo Malta, a direção de arte é de Beto Herriote a produção, de Adriana Schneider. "Lago Eu Sou" conta com o patrocínio da Prefeitura e do Governo do Estado do Rio de Janeiro. Eis algumas frases do mestre que são exibidas na mostra: "Eu era para me chamar Mario de Pádua Jovita Correia do Lago, mas nasci com mais de meio metro e menos de três quilos. Na hora do registro, meu pai pensou: é muito nome pra esse langanho levar pro resto da vida. Está arriscado a nem vingar... Bota só Mario Lago. E olhe lá!" "Quem quiser cante a sua Lapa Que eu, cá, vou chorar a minha Lapa, cachaça zurrapa Muy decadente rainha." "Eu era Partido, não era do Partido. Nunca assinei ficha de filiação. Sou marxista comunista autônomo." Serviço: De 27 de março de 2012 a 25 de maio de 2012, segunda a sexta, das 10h às 18h Local: Arquivo Histórico Nacional Praça da República, 173 Rio de Janeiro, RJ - 20211-350 Tel: 55 21 2179-1228 | 2179-1273 Ficha técnica: Curadoria: Mario Lago Filho Coordenação Geral: Mariana Marinho Produção: Adriana Schneider Direção de Arte: Beto Herriot Coordenação de Pesquisa: Pedro Paulo Malta Patrocínio: Prefeitura do Rio de Janeiro, Governo do Estado do Rio de Janeiro Realização: L. O. S. Moraes Produções Artísticas Produção: Dona Rosa Filmes
www.samba-choro.com.br | 28-03-2012
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RIO - Um dos principais eventos relativos ao centenário de Mário Lago — completado em novembro passado e cujas comemorações se estenderão até o fim deste ano — é a exposição que será inaugurada nesta segunda-feira, a partir das 18h, para convidados, no Arquivo Nacional, passando amanhã a receber o público."Lago eu sou — Mário Lago, um homem do século XX" traça um panorama sobre a vida do ator, escritor e compositor a partir de fotos, documentos, áudios e vídeos. O acervo de Lago está sob responsabilidade do Arquivo Nacional. — Usar o acervo todo seria impossível, ficaria uma exposição monumental. Foi priorizado, até por decisão da família, aquilo que traduzisse o homem que Lago foi, mais do que a relevância histórica de partes do material — conta Mariana Marinho, coordenadora geral da exposição, cuja curadoria é de Mário Lago Filho, que está à frente das homenagens ao pai. O primeiro setor apresenta imagens mais íntimas de Lago, em família, entre amigos. Nos textos selecionados, ele fala de si mesmo. — É como se ele estivesse recebendo o público em sua própria casa — diz Mariana. No fundo desse espaço, mostra-se a faceta boêmia do artista, com referências a lugares como o Café Nice e o restaurante La Fiorentina. Ouvem-se na sala alguns de seus muitos sucessos musicais: "Ai, que saudades da Amélia", "Nada além", "Aurora" etc. No subsolo, o público poderá ver, de um lado, uma linha do tempo com acontecimentos do país durante a vida de Lago (morto em 2002) e, de outro, fatos de sua biografia relacionados à História brasileira. Militante socialista, ele foi preso por duas ditaduras (a do Estado Novo e a do regime militar). Seu longo prontuário, iniciado em 1932, estará nas paredes da sala, que remete a uma prisão, de acordo com a direção de arte de Beto Herriote. — As pessoas poderão ouvir a marchinha que ele compôs em 1964 para seus companheiros de cela — diz Mariana, que contou com o cantor Pedro Paulo Malta na coordenação de pesquisa. Em fones, numa outra sala, haverá, para serem ouvidos, trechos de programas da Rádio Nacional de que Lago participou, como a novela "Presídio de mulheres", escrita entre 1951 e 1955 por ele — que foi demitido da emissora em 1964, com o golpe militar. Na parte dedicada à TV, serão exibidos trechos de telenovelas e minisséries em que ele atuou na Rede Globo, como "Dancing days", "O tempo e o vento" e "Hilda Furacão". Cartazes dos filmes de sua carreira também estarão expostos.
oglobo.globo.com | 26-03-2012
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RIO - Sohaku Raimundo Cesar Bastos, apesar do primeiro nome, nasceu no Brasil. Ele é formado em medicina oriental. Ele é formado em contabilidade. Ele é professor de acupuntura. Ele é diretor da Associação Brasileira de Educação. Ele é ex-colunista do "Jornal dos Sports". Ele é monge budista. Ele é faixa preta em karatê. Ele é, sobretudo, cônsul-geral honorário do Sri Lanka no Rio de Janeiro. A história de como chegou ao posto diplomático beira o insólito. Remonta à adolescência, no Rio, período em que Bastos remediava as lesões, no karatê, à base de acupuntura. Interessou-se. Aos 23 anos, rumou ao Japão, para estudar sobre o assunto na Escola Imperial de Medicina Oriental. Fez formação, mestrado, morou num templo budista e, tempos depois, mudou-se para o Sri Lanka, onde se doutorou na área. Lá, caiu nas graças de um professor de acupuntura, Vimal de Alwes, conhecido por espetar agulhas medicinais na alta roda do poder cingalês. —- Ele gostou de mim porque eu era budista, como ele, e passou a me apresentar a alguns clientes. Tratei o irmão da presidenta, o ministro das Medicinas Na$, o das Relações Exteriores, o embaixador da Rússia — lembra. Assim o fez entre 1988 e 1994, tempo que permaneceu no Sri Lanka. Sete anos mais tarde, quando o governo cingalês precisou abrir um consulado no Brasil, surgiu a pergunta: a quem recorrer? Ao rapaz que deixava seminova as costas do ministro das Relações Exteriores. Bastos virou cônsul honorário. Um cônsul pode pertencer a dois grupos: de carreira ou honorário. Cônsul de carreira é aquele que cursou Diplomacia, viveu em vários países e galgou postos até chegar à insígnia consular, pela qual é remunerado. Nasceu no país que representa. Estados Unidos, França e Portugal têm cônsules de carreira no Rio. Forrest Gump da diplomacia, cônsul honorário é o homem certo no lugar certo na hora certa. Ele não viveu em vários países, não galgou postos e, muitas vezes, nem sequer esteve na nação que irá representar. O convite costuma surgir ao acaso. Daniel Sauer, dono da joalheria Amsterdam Sauer, tornou-se cônsul honorário da Tailândia depois que a princesa da nação asiática gastou rios de dinheiro em sua loja. O empresário Cesar Augusto Maia passou a $o Benin quando intermediou um acordo entre a seleção africana — que queria aprimorar o futebol — e a equipe do Botafogo. — Eles treinaram durante dois meses em General Severiano — lembra. A classe ficou conhecida de forma folclórica, no ano passado, quando um homem se passou por cônsul honorário do Congo para ajudar o traficante Nem, cercado pela polícia, a fugir da Rocinha. Acabou preso; o Congo não tem representação na cidade. De acordo com um levantamento de 2008 da Aconbras (Associação dos Cônsules no Brasil), há 20 consulados honorários no Rio. No exterior, de acordo com o Itamaraty, o Brasil tem 191 representantes do gênero. Um cônsul honorário no Brasil surge quando da seguinte situação: um governo estrangeiro tem interesse em ser representado por aqui, mas carece de verba para tanto (consulados de carreira demandam equipe, aluguel, regalias). A solução é nomear um residente local — geralmente com bom trânsito empresarial e político. O cargo é vitalício. Cônsul honorário não tem privilégio ou passaporte diplomático. Cônsul honorário não ganha honorários. Nascido na Hungria mas radicado no Brasil desde os 10 anos, o cônsul honorário da Hungria no Rio, Anton Hajdú, de 78 anos, resume: — Sou um voluntário que interessa aos dois países. Tenho pequenas despesas, mas estou de acordo com elas. O que fiz foi um sacrifício patriótico. E por que aceitar? — Porque é uma honraria. Você defende os interesses de um país nos campos intelectual, cultural e comercial — diz o jurista aposentado Delio Mattos, de 84 anos, cônsul honorário de Malta há mais de três décadas. Advogado na área cível, Mattos foi convidado ao cargo sem nunca antes ter estado em Malta, uma ilha no Mar Mediterrâneo habitada por 400 mil pessoas. O convite chegou por intermédio de um amigo, diplomata, que tinha ascendência maltesa. — Ele morou em Paris, onde acabou $o antigo primeiro-ministro de Malta, Dom Mintoff, que estava interessado em ter uma representação no Brasil — lembra. Por insistência do amigo — que, por ser diplomata, não poderia ocupar o cargo —, Mattos aceitou a honraria. Como todo cônsul honorário, precisou que o Itamaraty a aprovasse, após confirmação de que não exercia qualquer cargo público e não era fichado na polícia. Passou a visitar a ilha com certa frequência. Todas as viagens foram pagas do próprio bolso: — Levei um representante da Petrobras para tentar estabelecer uma parceria na exploração de petróleo. Tentei fazer de Malta um centro de distribuição do café brasileiro na Europa e, na última visita, $anos atrás, tentei estabelecer um voo direto da Air Malta para o Brasil. As investidas não renderam frutos. Ultimamente, Mattos está às voltas com o caso de uma mulher, maltesa, detida no presídio feminino Talavera Bruce, no Rio, por tráfico internacional de drogas. — Dou uma assistência pessoal, levo agasalho, cigarro. Estou para visitá-la — diz, de seu apartamento, em Copacabana, que faz as vezes de consulado. Como o princípio básico é o custo zero, as representações costumam ficar nas casas ou escritórios dos próprios cônsules. O consulado honorário da Guatemala, por exemplo, está instalado na sede da H.Stern, em Ipanema (a consulesa, Ruth Stern, é dona do império de jóias). O da Eslováquia fica no segundo piso de uma loja de perfumes no shopping Fashion Mall, em São Conrado. E — ironia do destino — o do Haiti é na sede do $Safra, no Centro. O cônsul, Carlos Alberto Vieira, é presidente do conselho do banco. O consulado chefiado por Marie Christine Hewet, de 55 anos, dista cinco metros de sua sala de jantar, num apartamento de frente para o mar, em Copacabana. Trata-se de um escritório normal, com fotos de família, que só destoa do clima caseiro por dois detalhes: a bandeira, na entrada, e o retrato, ao fundo, de Henri Albert Gabriel Félix Marie Guillaume, o grão-duque de Luxemburgo. Marie tornou-se consulesa honorária do país em 1998, quando seu pai, então ocupante do posto, adoeceu. — Ele era luxemburguense. Veio ao Brasil para trabalhar na Siderúrgica Belgo-Mineira e acabou virando cônsul honorário. Ficou por 14 anos no cargo. Eu estou há outros 14. É uma dinastia — brinca. Ela visita Luxemburgo uma vez ao ano, para rever a família. Tem na ponta da língua $ções sobre o diminuto país, que mede 60 quilômetros de Leste a Oeste (menos que duas vezes a distância entre o Leme e o Pontal): — Somos 500 mil habitantes, falamos três línguas, temos a maior renda per capita do mundo, de US$ 122 mil. No dia a dia, os 35 luxemburgueses radicados no Rio não costumam incomodar. O grosso do trabalho é ocupado por pedidos de cidadania europeia — feitos por brasileiros — que ela remete ao ministério da Justiça de Luxemburgo. No ano passado, foram cinco. Do outro lado da balança da desigualdade social, João Edvar Gomes dos Santos, de 58 anos, não precisa se preocupar com pedidos de cidadania. É pouco provável que brasileiros reivindiquem naturalidade $Togo, nação africana que, em 2011, ocupava a posição de número 172 na lista decrescente de renda per capita estimada pelo FMI. A lista tem 184 países. Dono de uma agência de turismo especializada em destinos africanos, Santos virou cônsul honorário em 1997, após levar um grupo de 40 empresários ao Togo: — Na viagem, encontramos o presidente Gnassingbé Eyadéma. Ele estava fechando a embaixada no Brasil e precisava de algum representante. O agente de turismo virou cônsul-geral honorário — cargo que o deixa responsável pelos assuntos togoleses não apenas no Rio, mas em todo o território nacional. Ganhou uma bandeira e um retrato do presidente, além do passaporte diplomático, que lhe dá imunidade quando está a serviço do governo do Togo (é um dos raros cônsules honorários a dispor de tal privilégio). Santos visita o país três vezes ao ano, para audiências com empresários, ministros e parlamentares. — Agora estamos vendendo algodão para o mercado brasileiro — diz. Se for de qualidade, o algodão do cônsul togolês pode até servir de base para as roupas desenhadas pelo da Estônia, Oskar Metsavaht. Fundador da grife Osklen, Metsavaht se viu alçado ao posto diplomático em 2008. O ministro estoniano das Relações Exteriores e 50 membros da comunidade compareceram à nomeação, na sede da Osklen, em São Cristóvão, onde foi instalado o consulado. — Tocaram uma gravação do hino da Estônia, hastearam a bandeira. O ministro disse alguma coisa em estoniano, que não entendi. Já eu falei em inglês, sobre os meus laços com o país — lembra Metsavaht, que é neto de estonianos. Ele acredita que o convite foi natural: — Gosto de macropolítica, tenho habilidade diplomática, possuo uma cultura geral satisfatória. Além disso, o que os ministérios das Relações Exteriores querem? O próprio responde: — Pessoas influentes. O cônsul honorário da Nicarágua, Washington Luiz Pinto Machado, de 60 anos, também atribui o convite diplomático à sua influência local: — Sou sócio da Machado Nunes Advogados Associados. Dizem por aí que sou o melhor advogado militar no Brasil — jacta-se, imodesto. Presidente do Sindicato dos Jornalistas Liberais do Rio de Janeiro — e membro da ala dos compositores da União da Ilha —, Machado se aproximou da Nicarágua em 1988, quando trabalhou na versão brasileira do jornal "Barricada". O periódico, editado pela Frente Sandinista de Libertação Nacional, era o porta-voz do partido socialista nicaraguense. — Trabalhei lá durante três anos, depois comecei a advogar para o governo da Nicarágua. Quando o Comandante Ortega chegou à presidência, em 2007, me nomeou cônsul honorário — conta, tomando café numa xícara com o escudo do Madureira. Ex-flamenguista, Machado mudou de time assim que Kléber Leite assumiu a presidência do rubro-negro, em 1995. — Não aguentei mais aquilo. Tentei ser São Cristóvão, mas o time não machucou meu coração. Aí optei pelo Madureira, e fui muito feliz na minha escolha — afirma. Quando está no Rio, assiste aos jogos do time no estádio ("Sou da Dragões"). Mas tem estado cada vez menos: — Vou à Nicarágua de 15 em 15 dias. Tenho seis empresas entrando em licitação por lá. O país é o Brasil dos anos 1960, tudo está começando a acontecer — diz, exultante. Seus investimentos no país são plurais: — Compro madeira e vendo para a Austrália. Compro carne e vendo para o Irã. Compro plástico e vendo para a China. Não tem conflito de interesse. Pelo contrário. Ajudo qualquer empresa brasileira que quer abrir um negócio na Nicarágua. Como o cônsul honorário muitas vezes representa um país com baixo quórum populacional no Brasil, a atribuição passa a ser, majoritariamente, comercial. Os do Paquistão, de Moçambique e do Benin são membros da Associação Comercial do Rio de Janeiro. Empresário especializado em comércio com a China, Marco Polo Moreira Leite, de 67 anos, virou cônsul honorário do Pa$ão por causa do período que passou no país, nos anos 1990, comprando bolas de futebol: — Viajei a serviço de uma cadeia de supermercados, que queria 1,5 milhão de bolas. O Paquistão é o maior produtor no mundo. Adidas, Penalty e Puma estão lá. Desde que virou cônsul, Moreira Leite intermediou negócios com o Brasil nas áreas médica e militar. Há alguns meses, recebeu o adido militar do Paquistão, interessado em comprar armas não-letais. Cesar Augusto Maia, de 44 anos, cônsul honorário do Benin, teve participação bastante efetiva: no ano passado, ajudou a Petrobras a comprar 50% do bloco de petróleo do país africano. — Também levamos empresas de ônibus para investir em transporte público $lá — aponta. Maia se dedica ao consulado, desde 2007 na Associação Comercial do Rio, durante dois dias na semana (o Benin possui um segundo consulado honorário, em Salvador): — Dou visto, reconheço casamento. Semana passada, recebi 20 estudantes que vieram fazer intercâmbio na UFRJ. Ele admite que o cargo, não remunerado, traz benefícios: — Me possibilita ter relações internacionais estreitas. Tenho amigos ministros em Benin, tenho acesso direto à presidência. Me sinto um beninense no Brasil. Sentado sob o retrato do presidente Thomas Yayi Boni, este empresário carioca, de pele clara, representante de um país em que, de acordo com o próprio governo, 100% da população é negra, se declara: — É o trabalho que mais me orgulha. Sou apenas um brasileiro em 200 milhões. Mas sou um dos dois cônsules honorários do Benin no país.
oglobo.globo.com | 25-03-2012
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As vítimas de padres pedófilos no México esperam a visita do Papa ao país para pedir que seja feita justiça, em particular em relação ao fundador da congregação dos Legionários de Cristo, já falecido e acusado de abusos. Há tempos, o Papa Bento XVI vem se encontrando inúmeras vezes com vítimas, principalmente durante as visitas ao exterior, mas nada está previsto, por enquanto, na viagem que fará ao México (de 23 a 26 de março) e a Cuba (até o dia 28).
Para enfrentar os escândalos, Bento XVI decidiu, em maio de 2010, retomar o controle da congregação dos Legionários de Cristo, presente em 22 países.
A igreja deve entregar todos esses agressores à justiça civil", disse à AFP Joaquin Aguilar, porta-voz de um grupo que representa 129 pessoas que solicitaram, sem sucesso, uma audiência com Bento XVI durante a visita.
"Sua visita me faz mergulhar numa tristeza infinita", afirmou à AFP Saul Barrales, que durante a adolescência foi testemunha impotente dos abusos cometidos por Marcial Maciel.
Maciel foi obrigado a abandonar todas suas funções religiosas em 2006, tendo falecido nos Estados Unidos em janeiro de 2008, aos 87 anos, em meio a acusações de ter tido uma filha nascida de uma relação que manteve oculta e de abuso de oito ex-seminaristas.
As queixas contra ele se multiplicaram de 1981 a 2005, quando Joseph Ratzinger respondia pela Congregação para a Doutrina da Fé.
As primeiras denúncias foram feitas ao Vaticano em 1998, mas foi só em 2004 que as autoridades católicas lançaram o processo que levou Maciel a renunciar "a todo o ministério público religioso" e a "viver uma vida retirada na prece e na penitência".
Vários especialistas confirmam que Joseph Ratzinger sabia de todas as denúncias antes de 2004, mas desmentem qualquer intenção de "dar cobertura" aos atos do ex-padre mexicano.
Segundo o especialista do Vaticano Bernard Lecompte, foram religiosos ligados a João Paulo II, como o cardeal Angelo Sodano, secretário de Estado, ou Stanislaw Dziwisz, seu secretário pessoal, que se recusaram "obstinamente a acreditar, a princípio, nas acusações" contra Maciel.
Joseph Ratzinger chegou até a nomear, em 2002, o padre maltês Charles Sciluna para presidir uma comissão de investigação, apesar das opiniões contrárias de sacerdotes mexicanos, lembra Lecompte.
Maciel fundou a Legionários de Cristo, em 1941, no México.
Hoje, a ordem é formada por 800 padres, 2.500 seminaristas, 70.000 religiosos leigos e administra 12 universidades.
Num dos encontros com as vítimas, em sua visita em 2010 a Malta, o Papa Bento XVI disse que compartilhou do seu sofrimento e prometeu publicamente lidar com as alegações. Na época, durante a audiência pública semanal na Praça de São Pedro, em Roma, Bento XVI falou do encontro.
"Quis ouvir algumas pessoas vítimas de abusos por parte de expoentes do clero. Compartilhei com elas o sofrimento e, com comoção, rezei com elas, assegurando a ação da Igreja", disse.
Alegações de abusos sexuais cometidos por sacerdotes começaram a surgir em 2002 nos Estados Unidos, mas desde então têm sido registradas em vários outros países.
A hierarquia do Vaticano está sendo acusada de não ter denunciado os padres que cometeram abusos às autoridades civis e de tê-los acobertado, apenas mudando os clérigos para outras dioceses.
Em 2010, a Santa Sé anunciou a demissão do monsenhor John C. Favalora, arcebispo de Miami, cuja diocese teve 45 religiosos acusados de terem cometido abusos sexuais em 2002.
Na época, o bispo foi criticado por ter acobertado alguns sacerdotes.
Da AFP Paris .. Leia Mais... Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias Copyright © 2012, Pernambuco.com - Grupo Associados, Recife-PE, Brasil
www.pernambuco.com | 23-03-2012
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Em uma fala que classificou como "emocional", o senador capixaba Magno Malta (PR) criticou a intenção do governo federal de aprovar logo o projeto de Resolução 72/2010, que uniformiza as alíquotas de ICMS interestadual para importados. Malta disse que, se não fosse a objeção de parlamentares de
www.estadao.com.br | 20-03-2012
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Em pronunciamento no Plenário nesta quinta-feira (8), o senador Magno Malta (PR-ES) voltou a manifestar preocupação com o caso do pastor Yousef Nadarkhani, cuja condenação à morte por forca pelo Irã, por conta de sua conversão ao cristianismo, tem sido divulgada por grupos de defesa de direitos humanos e liberdade religiosa em todo o mundo.. Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias Copyright © 2012, Pernambuco.com - Grupo Associados, Recife-PE, Brasil
www.pernambuco.com | 09-03-2012
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www.rtp.pt | 08-03-2012
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O senador Magno Malta (PR-ES) informou, nesta terça-feira (6), ter conversado com o embaixador do Irã no Brasil, Mohamad Ali Ghahezadeh, segundo o qual Yousef Nadarkhani, que teria renegado a fé muçulmana e se convertido ao cristianismo, tornando-se pastor, não foi condenado à morte por enforcamento.. Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias Copyright © 2012, Pernambuco.com - Grupo Associados, Recife-PE, Brasil
www.pernambuco.com | 07-03-2012
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O senador Magno Malta (PR-ES) comunicou ao Plenário, nesta terça-feira (28), que apresentará requerimento à Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) convidando o embaixador do Irã no Brasil a falar no Senado sobre a situação do pastor iraniano condenado a forca pelo governo do presidente Mahmoud Ahmadinejad.. Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias Copyright © 2012, Pernambuco.com - Grupo Associados, Recife-PE, Brasil
www.pernambuco.com | 29-02-2012
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Para o senador Magno Malta (à direita, na foto), há coisas bem mais violentas que o MMA passando na televisão – Renato Paolielo Para o senador Magno Malta (PR-ES), praticante de lutas e patrocinador entusiasta de lutadores de MMA, “algo estranho” está por trás das intenções de José Mentor. “Algo bom não é”, disse Magno [...]
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correiodobrasil.com.br | 26-02-2012
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Leitores queridos, a programação de shows gratuitos nos Arcos da Lapa em 2012 está maravilhosa. A abertura se dará com o desfile do bloco do Carioca da Gema; depois vêm os shows no palco. Grave:
18 de fevereiro - sábado Abertura da série de shows com o desfile do bloco Carioca da Gema, às 16 horas, comandado por Paulão Sete Cordas e com os puxadores Teresa Cristina, Moyseis Marques, Ana Costa, Luiza Dionizio e Fabiana Cozza. Este ano tem homenagem a Mario Lago. Depois, 21h30, shows de Casuarina e Elisa Addor. 19 de fevereiro - domingo 18h Pedro Miranda 19h30 Orquestra Republicana convida Moacyr Luz 21h30 Bangalafumenga 20 de fevereiro segunda-feira 18h grupo Tempero Carioca, que conta com o compositor e partideiro Marquinhos China, parceiro de Arlindo Cruz, Sombrinha e Zeca Pagodinho. 19h30 bloco Rio Maracatu 21h30 Cordão do Boitatá convida Nelson Sargento e Luiza Dionizio 21 de fevereiro - terça-feira 18h Nina Wirtti e Regional Nacional 19h30 Rancho Flor do Sereno - sob a batuta do maestro Pedro Aragão, costuma ter em sua formação gente como Jayme Vignoli, Oscar Bolão, Rui Alvim, Marcelo Bernardes, Paulo Aragão, Nailson Simões, Bia Paes Leme, Alfredo Del-Penho, Mariana Bernardes, Pedro Paulo Malta, Ana Paes e Pedro Paes, entre outros. 21h30 Bloco do Sargento Pimenta - Beatles em diversos rimos: "Sgt. Pepper's" em ritmo de maracatu, "Hard Day's Night" e "Ticket to ride" com suingue de funk, "All My Loving" em ritmo de marchinha, o samba-enredo de "I Wanna Hold Your Hand"... Local: Praça Cardeal Câmara, Arcos da Lapa Evento gratuito Classificação: livre
www.samba-choro.com.br | 16-02-2012
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El País, Politiken, La Stampa, Le Figaro, The Malta Independent, The Independent (Today's front pages)
www.presseurop.eu | 16-02-2012
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Itália, Portugal, Espanha, Eslováquia, Eslovênia e Malta caíram no ranking de classificação. Foi uma revisão geral.
g1.globo.com | 14-02-2012
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O vereador Maré Malta (PSD) usou de seu discurso na tarde desta segunda-feira, 13, para repercutir a questão da segurança pública e cobrar a execução das leis que já foram criadas pelo legislativo municipal.. Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias Copyright © 2012, Pernambuco.com - Grupo Associados, Recife-PE, Brasil
www.pernambuco.com | 14-02-2012
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Várias pessoas me perguntaram que os bailes à fantasia do Trapiche Gamboa (dias 16 e 21/02) terão venda antecipada. Não, gente, será como nos outros anos: pagamento na hora da saída, junto com o consumo. Lembro a todos que vale a pena chegar cedo, pois a casa fica cheia mesmo. Ah, e capriche na fantasia, lembram que tem concurso?:)
No palco, também fantasiados, os músicos do espetáculo Sassaricando: Pedro Paulo Malta, Alfredo Del Penho, Luís Filipe de Lima, Oscar Bolão, Dirceu Leite e Beto Cazes tocando marchinha, samba-enredo... Até lá! Serviço Trapiche Gamboa - Rua Sacadura Cabral, 155, Gamboa, às 22h30. Tel.: 2516-0868. R$ 40.
www.samba-choro.com.br | 13-02-2012
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BRASÍLIA - Lamentando que o presidente da Câmara Marco Maia (PT-RS) tenha suspendido a sessão em que seria votado a criação do do fundo de previdência dos servidores públicos, quando o Governo tinha pelo menos 300 votos para aprovar, o líder do governo Cândido Vaccarezza (PT-SP) disse nesta sexta-feira que agora só existem duas datas possíveis para novas tentativas dentro do prazo limite de fevereiro: dia 14 ( próxima terça-feira) ou dia 28, depois do feriado do Carnaval.
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- Nós gostaríamos de ter votado o Funpresp porque contávamos com uma maioria confortável e tínhamos condições de votar com ou sem obstrução. Mas o Marco Maia encerrou a sessão numa posição unilateral e não tivemos condições de votar. Ele explicou que não queria iniciar a sessão legislativa com um confronto, sem um acordo - disse Vaccarezza. O líder do governo disse que vai procurar os demais líderes para tentar construir um acordo de procedimentos, mas alertou que o conflito e o confronto vão continuar, porque a Oposição não vai mudar sua posição em relação a criação do Fundo. - O confronto só foi adiado. Vamos buscar um acordo de procedimentos, mas nosso prazo limite para votar o Funpresp na Câmara é fevereiro e só temos mais duas datas possíveis - disse Vaccarezza. Ele não soube dizer o motivo da irritação de Marco Maia ao encerrar a sessão e depois criticar a desorganização da base no plenário. Também disse desconhecer que o presidente da Câmara tenha agido em represália por ter perdido a indicação de um apadrinhado para cargos de segundo escalão no Banco do Brasil. Entendi que tinha assuntos extra plenário. Não tenho conhecimento de cargos. Tenho conhecimento de que ele não queria confrontos logo no inicio dos trabalhos. Foi o que ele alegou - Vaccarezza. Líder diz que é uma 'injustiça' o ataque a ministros O líder também considerou "uma injustiça" os pesados ataques de parlamentares evangélicos aos ministros Gilberto Carvalho (secretaria Geral da Presidência) e Eleonora Menicucci (Secretaria de Direitos da Mulher). O senador Magno Malta (PR-ES) chegou a chamar Carvalho de ministro meia boca e cara de pau. Já Menicucci é chamada pelos evangélicos de "abortista". - Acho uma injustiça o que disseram do Gilberto Carvalho. Não cabe manifestações contra uma ministra que nem começou a trabalhar - disse Vaccarezza. Sobre ameaças de retirar apoio dos evangélicos a candidatura de Fernando Haddad , em São Paulo, feita por Magno Malta, Vaccarezza disse que uma coisa não tem nada a ver com a outra. - Seria um duplo erro. Primeiro porque dão de barato que o Haddad já está eleito, e não está. Segundo porque isso seria disputa política.
oglobo.globo.com | 10-02-2012
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BRASÍLIA - Irritado com a declaração do secretário-geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho,no Forum Social de Porto Alegre contra os evangélicos, o líder do PR no Senado, Magno Malta (ES), reagiu da tribuna chamando o ministro de "safado", "mentiroso" e "camaleão". Pregador
www.estadao.com.br | 09-02-2012
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RIO — A Copa Libertadores começa para o Fluminense na próxima terça-feira. No Grupo 4, um adversário aparentemente fácil poderia passar despercebido, não fosse a realidade peculiar que o cerca. Se existe um time de futebol na Venezuela que é íntimo do governo comandado com mão de ferro por Hugo Chávez, este é o Zamora, que irá atravessar o caminho do Fluminense pela primeira vez no dia 14 de março. Sediado em Barinas, estado onde nasceu Chávez e que tem o poder, há décadas, entregue à família do presidente, o clube é, atualmente, presidido por Adelis Chávez, irmão de Hugo. Tradicionalmente um time de porte pequeno ou, no máximo, médio num país que não venera o futebol, o Zamora tem razões para afirmar que tanta afinidade com o poder nunca lhe foi garantia de excelência. Mas, coincidência ou não, foi após a chegada de Adelis à presidência que o Zamora conquistou o direito de estrear na Libertadores. E a quantidade de estatais que estampam a marca no uniforme do clube são a definição mais visível do que significa ser, na Venezuela, um clube alinhado com o poder. Patrocínios estatais O clube fica em Barinas, capital do estado do mesmo nome, a 30 km de Sabaneta, onde nasceu Hugo Chávez. Ainda na infância, ele morou na cidade. Mais do que reduto político do Chavismo, Barinas tem o poder entregue à família. Por dez anos, entre 1998 e 2008, Hugo de los Reyes Chávez, pai do presidente venezuelano, governou o estado. Foi sucedido por Adán Chávez, outro irmão do presidente da república. Os dirigentes do clube garantem que o futebol não se beneficia da proximidade com o poder. Mas Barinas colheu frutos. O estádio da cidade, chamado La Carolina, que tinha capacidade para 11 mil pessoas apenas, passou a 30 mil em 2007, com um investimento de US$ 60 milhões. A razão? Receber um só jogo da Copa América de 2007, sediada na Venezuela. O Zamora, rival do Fluminense, vive realidade quase inacreditável. Presidido pelo irmão do presidente, tem em seu uniforme patrocinadores estatais: a petrolífera PDVSA, a companhia aérea estatal Conviasa, o Banco do Tesouro e o Banco do Povo Soberano, além da companhia de bebidas Malta, único apoiador privado. E, mesmo assim, no ano passado devia salários aos jogadores. Adelis assumiu o clube em 2009. Era caixa em um banco antes da chegada de Hugo Chávez ao poder. Hoje, é presidente do Banco Sofitasa, que tem capital misto entre estatal e privado. É acusado de corrupção e desvio de verbas públicas, inclusive na reforma do estádio onde o Fluminense vai jogar. Sob seu comando, o clube manteve nas primeiras temporadas o desempenho mediano que o caracterizava. Aos poucos, ganhou o direito de jogar duas vezes a Copa Sul-Americana. No segundo semestre de 2010, foi penúltimo colocado no Apertura da Venezuela. Estava em crise e, mesmo assim, foi campeão do Clausura, no primeiro semestre do ano passado, ganhando o direito de estrear na Libertadores. — Não é justo dizer que o clube se beneficia. Pelo contrário. Sempre lutamos com dificuldades. E os patrocínios são compreensíveis. A PDVSA tem atuação em nosso estado. O governo do presidente do país apoia o esporte. O Táchira também tem patrocínio estatal — diz Akram Almatni, gerente geral do Zamora, que se derrete ao falar de Adelis Chávez. — É impressionante como é humilde. É um presidente participativo. Ele se passa como uma pessoa comum, é muito simples. Cerca de 25 mil no estádio É verdade que outros clubes venezuelanos têm patrocínio estatal. Quase todos em estados governados pela situação. Que o diga o Union Maracaibo, por alguns anos o principal representante do futebol venezuelano na Libertadores, ao lado do Caracas. Em novembro de 2008, Giancarlo di Martino, então prefeito da cidade e aliado de Hugo Chávez, perdeu as eleições para governar o estado de Zulia, onde fica Maracaibo. Venceu Pablo Pérez, opositor do regime. Coincidência ou não, sem patrocinadores, o Maracaibo passou a experimentar uma asfixia financeira. Em 2009, caiu para a Segunda Divisão. Hoje, o futebol profissional está desativado. Segundo Akram, é normal que Hugo Chávez tenha "uma simpatia natural pelo Zamora". — É o clube do local onde nasceu. O presidente sempre foi esportista. Não sabemos se estará no estádio nos jogos da Libertadores, acho possível que sim — afirmou. Controvérsias à parte, o Zamora se prepara para o momento mais importante de sua história. Fundado em 2 de fevereiro de 1977, combina a certeza de suas limitações técnicas com a expectativa por receber clubes como o Fluminense e o Boca Juniors. O elenco que disputará a Libertado$custa US$ 1,5 milhão por ano. É quase o mesmo que recebem, num mês, os três principais jogadores do Fluminense: Fred, Thiago Neves e Deco. O orçamento anual do tricolor representa quase 50 vezes o valor gasto pelo Zamora. — Receberemos o Fluminense e o Boca aqui com 25 mil pessoas nos apoiando. Estamos em uma cidade que gosta de futebol. Claro que será difícil, somos uma equipe debutante, jovem. A aspiração é um bom resultado, se passarmos de fase já seria histórico — diz Akram. — O Fluminense tem Thiago Neves, Fred, jogadores de seleção. Chegará aqui tendo jogado mais partidas do que o Boca, com mais ritmo. Será muito difícil.
oglobo.globo.com | 04-02-2012
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A Agenda avisa com antecedência para você não perder - o Baile do Trapiche Gamboa
é bom demais! As duas edições acontecerão nos dias 16 e 21 de fevereiro de 2012
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A música fica por conta de músicos integrantes do espetáculo "Sassaricando": Pedro Paulo Malta, Alfredo Del Penho, Luis Filipe de Lima, Oscar Bolão, Dirceu Leite e Beto Cazes. No repertório, marchinha e sambas-enredos, com confete e serpentina. Como nas outras edições, haverá concurso de fantasias e entrega de troféus para o primeiro e segundo lugares. Ah, no dia 21/02 a música vai até o sol raiar. Serviço Trapiche Gamboa - Rua Sacadura Cabral, 155, Gamboa 22h30 Tel.: 2516-0868 R$ 40
www.samba-choro.com.br | 25-01-2012
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RIO - Após assistir à onda de imigração de haitianos, o Brasil pode se tornar o principal destino de migrações relacionadas a problemas ambientais na América do Sul. As mudanças climáticas, a ciência dá como certo, vão agravar as catástrofes naturais. Secas ficarão mais severas, chuvas, mais fortes e a água, escassa. Nestas circunstâncias, algumas regiões do continente devem sofrer. E, sem ter como permanecer em seus países, alertam especialistas, haverá um afluxo de pessoas buscando refúgio em outras nações. Elas chegarão em situação extremamente vulnerável, muitas vezes sem condições de arcar com despesas básicas, como alimentação e moradia. Na hora de escolher um novo lugar para recomeçar a vida, o Brasil é visto como o melhor destino. A enorme fronteira é uma barreira fácil de ser transpassada. O país não atravessa crise econômica e, além da capacidade de absorver a mão de obra, não impõe restrições severas aos estrangeiros, mesmo que ilegais. A política brasileira de imigração é branda, sobretudo quando comparada com a de outras nações, como os Estados Unidos e os países da Europa. Entre os países que mais deverão sofrer com as mudanças climáticas na América do Sul, destaque para o Peru. O aquecimento global começa a reduzir as geleiras dos Andes peruanos e isto deverá comprometer o abastecimento de água de vilarejos e cidades, de acordo com o coordenador dos cursos de pós-graduação de gestão ambiental da Escola Politécnica da UFRJ, Haroldo Mattos de Lemos. — Já não há mais tanto gelo dos Andes para derreter, algumas vilas andinas do Peru enfrentam dificuldades de obter água. Se o problema continuar neste ritmo, as pessoas vão ter que se mudar. Este será um dos primeiros problemas ambientais a provocar migrações em larga escala — diz Mattos de Lemos . — Chuvas mais intensas, secas prolongadas, tornados, furacões vão ficar mais frequentes num futuro próximo. Quando isto acontecer, teremos problemas sérios. Especialistas também citam a Colômbia, a Bolívia, o Equador e a Guiana, além do Peru e do Haiti, como exemplos de países cujos problemas ambientais agravarão movimentos migratórios. Nem altitude protege mais o gelo dos Andes Uma das mais majestosas geleiras andinas terá este ano seu fluxo de água de degelo reduzido em 30%. Essa é a previsão de cientistas para a espetacular Cordilheira Branca, no Peru, cujos cumes de numerosas montanhas facilmente ultrapassam os 5 mil metros de altura. Mas nem a grande altitude é capaz de frear o ritmo do aquecimento da temperatura, que faz nevar menos e aumenta o degelo. Segundo uma pesquisa liderada por Michel Baraer, da Universidade McGill, do Canadá — que contou com a participação de especialistas americanos e peruanos e foi publicada há duas semanas na revista “Journal of Glaciology” —, as geleiras que alimentam o Rio Santa, por exemplo, já são pequenas demais para manter o fluxo hídrico. — As regiões da América Latina que têm uso intensivo de água de geleiras estão entre as mais vulneráveis. — diz Baraer. — Mesmo que as emissões de gases-estufa parem no mundo inteiro, muitas geleiras continuariam retraídas por um tempo. As geleiras da Patagônia, na Argentina e em parte do Chile, derretem mais rapidamente do que as de qualquer outra parte do planeta, de acordo com dados do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma). Na Bolívia e no Equador a retração do gelo do cume dos Andes acelerou nos últimos 20 anos. O climatologista José Marengo, do CPTEC/Inpe, ressalta que é difícil estimar com precisão quando os eventos climáticos provocarão migrações em larga escala. Mas considera o derretimento de gelo nos Andes como um caso crítico. — Os estudos indicam o aumento da temperatura média na região andina. Isso reduz as geleiras. Num primeiro momento, aumenta o degelo e há mais água. Mas depois passa a haver menos gelo e, consequentemente, menos água. Algumas estimativas indicam que em 2025 faltará gelo em várias partes dos Andes. E em certas regiões dos Andes tropicais o gelo desaparecerá totalmente — afirma Marengo. — Sem água, habitantes das áreas montanhosas deverão migrar. A água do degelo sazonal é importante não só para o consumo e as hidroelétricas. Ela também ameaça a biodiversidade de alimentos. No Peru, por exemplo, há centenas de variedades nativas de batatas, todas vulneráveis. — Parte dos Andes pode virar deserto sem as geleiras — diz Mattos de Lemos. O Brasil não está livre dos problemas ambientais que causarão migrações. As secas já castigaram extensas áreas do Rio Grande do Sul. A Amazônia também pode sofrer com a instabilidade do regime de chuvas. A falta de chuvas agravará as condições de vida na Região Nordeste, preveem estudos. — A Amazônia deverá ter menos chuvas. Tivemos duas secas recentemente como sinais das mudanças climáticas. A floresta se tornaria um cerrado — analisa Lemos. — No Sul, há um pequeno deserto se formando na região de Alegrete. Especialista em migração agravada por questões climáticas, Fernando Malta ressalta que a movimentação de pessoas já acontece. Ele cita casos em Brasil, Peru e Venezuela, em locais em que populações ribeirinhas são obrigadas a se deslocar para fugir de secas ou inundações. — Há poucos dados científicos sobre migrações — reclama Malta. Além de enfrentar as catástrofes naturais, que forçaram o abandono do local de origem, e de não encontrar apoio dos governos de seus países, os migrantes ambientais acabam caindo em um vazio jurídico internacional. Os tratados assinados para proteger refugiados prevê apenas cinco causas de perseguição, seja ela política, cultural ou religiosa, entre outras. Porém, não estão listadas as razões climáticas. Autora do livro "Para entender o direito internacional dos refugiado: análise crítica do conceito refugiado ambiental" (Del Rey, 2009), a professora Luciana Diniz, do Centro Universitário UNA e da Fumec, de Belo Horizonte, defende a criação de um protocolo que trate do tema. — É preciso criar a obrigação de proteger as pessoas que se deslocam por causa de problemas ambientais. O problema seria como definir estes desastres: o refúgio terá que ser dado somente quando o local de origem for completamente devastado? — questiona Luciana. Receber um grande contingente de imigrantes pode ser um problema para o país que abriga estas pessoas. Há competição pelos postos de trabalho e custos sociais. Ao limitar o número de vistos concedidos aos haitianos, o Brasil divide especialistas. — Para cada migrante legal, haverá outros mil ilegais — critica Malta. — Temos que agir com mais rigor nas fronteiras. Professor titular de Relações Internacionais da UNB, Eduardo Viola diz que o Brasil tende a ser receptor de refugiados da África e Américas do Sul e Central: — O Brasil é um país de renda média e menos hostil para imigrantes do que as nações europeias. Onda a renda é maior, o controle também é mais rigoroso. Já o climatologista Carlos Nobre, à frente da Secretaria de Políticas e Programas de Pesquisa Desenvolvimento do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação, defende uma postura mais humanitária. — O Brasil pode ser um país diferente. Temos que rediscutir o conceito de fronteira, sobretudo quando ela vira um muro, uma barreira, como nos Estados Unidos ou em Israel. Não é possível imaginar o desenvolvimento humano com muros concretos ou virtuais — comenta Nobre. — As trajetórias sustentáveis têm que levar em consideração o movimento migratório, sem que ele seja uma ameaça global à qualidade de vida, mas sendo entendido de uma maneira mais ampla. O pesquisador acredita que a Rio+20 será palco da criação de um novo modelo de desenvolvimento, que seja socialmente justo, e no qual as fronteiras não serão intransponíveis. Mais do que enfrentar o problema das migrações motivadas por problemas ambientais, Nobre espera que a conferência da ONU no Rio de Janeiro seja um instrumento para garantir os direitos humanos.
oglobo.globo.com | 24-01-2012
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A Compesa realiza, até amanhã (22), conserto de tubulação da rua Sebastião Malta Arcoverde, no bairro do Parnamirim.. Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias Copyright © 2012, Pernambuco.com - Grupo Associados, Recife-PE, Brasil
www.pernambuco.com | 21-01-2012
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Caroline Borges
diversao.terra.com.br | 19-01-2012
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MACEIÓ - Os cinco acusados de envolvimento nas mortes da deputada Ceci Cunha, do marido e mais dois parentes dela foram considerados culpados nesta terça-feira pelos crimes. A decisão foi do júri popular formado para analisar o caso. O ex-deputado Talvane Albuquerque foi condenado como mandante do assassinato. Os outros quatro - José Alexandre dos Santos, Mendonça Medeiros da Silva, Jadielson da Silva e Alécio Vasco - foram considerados autores materiais. Após três dias de julgamento e seis horas de discussão entre os jurados, Talvane Albuquerque foi condenado a 103 anos e 4 meses de prisão por homicídio qualificado, sem possibilidade de defesa das vítimas. De acordo com o Ministério Público, o crime teve motivação política, pois Talvane Albuquerque queria ocupar o posto na Câmara dos Deputados para retardar o julgamento de outros processos a que respondia na Justiça. Ele foi condenado a pagar R$ 100 mil de indenização aos filhos de Ceci. Os assessores de Talvane também foram condenados à prisão pelo crime. Jadielson Barbosa da Silva (105 anos), Alécio César Alves (87 anos e 3 meses), Mendonça Medeiros (75 anos e 7 meses) e José Alexandre dos Santos (105 anos) praticaram o ato por motivo torpe, homicídio qualificado, sem chance de defesa das vítimas. Os réus ainda podem recorrer da sentença no Tribunal Regional Federal da 5ª Região. O caso foi a julgamento 13 anos depois de os crimes terem sido cometidos. A deputada foi assassinada em dezembro de 1998 pouco após ser diplomada no cargo. Ela visitava a irmã, Claudinete dos Santos Maranhão, que havia acabado de ganhar um bebê. Os três assessores de Talvane invadiram a varanda onde todos conversavam e dispararam dezenas de tiros. Além de Ceci, foram mortos seu marido, Juvenal Cunha; o cunhado, Iran Carlos Maranhão; e a mãe do cunhado, Ítala Maranhão. Apenas a irmã da política e o bebê escaparam com vida. O julgamento Na terça-feira, foram ouvidos Alécio, Jadielson e Talvane. Todos negaram participação no crime. Na quarta-feira, o último dia do julgamento, houve alegações finais da acusação e da defesa. Essa etapa durou dez horas – foram três horas de exposição para cada lado, com mais duas de réplica e tréplica. A acusação usou gráficos de rastreamento telefônico dos acusados por meio de torres de celular. Eles revelaram a movimentação da deputada e dos supostos assassinos, conforme acusação do Ministério Público (MP) antes e no dia do crime, incluindo a rota de fuga. Também lembrou a ligação gravada entre Talvane e o pistoleiro Maurício Guedes, conhecido como Chapéu de Couro, para tratar da morte do deputado Augusto Farias, que, segundo o MP, acabou sendo substituído por Ceci Cunha na mira do assassino. A defesa dos réus levantou dúvidas sobre o conteúdo do depoimento da irmã de Ceci, Claudinete Maranhão, única sobrevivente da chacina, ao lado do filho dela que na época era um bebê. Os advogados argumentaram que ela deve ter se confundindo ao reconhecer Jadielson como um dos autores dos disparos. Também disseram que as testemunhas estavam sugestionadas a culpar Talvane desde o início. A defesa de Talvane e assessores também acusou o ex-governador de Alagoas Manoel Gomes de Barros, o Mano, de ter interesse na morte da deputada. Ele teria contratado os policiais Robson Rui, Sinvaldo, Fininho e Valter Dias para executar o crime. Todos estão mortos. A defesa usou o argumento de que Ceci teria recebido R$ 2 milhões por um acordo para ser vice de Mano e ficou com o dinheiro. Ela teria descumprido o acordo, lançou-se a deputada federal e ganhou a votação. - Este juri tem provas para acabar com a impunidade neste crime - disse o procurador da República, Rodrigo Tenório. Além de defender a tese que "Talvane mandou matar Ceci Cunha", Rodrigo Tenório procurou mostrar que o assassinato foi em ato de covardia porque Ceci levou o tiro pelas costas. Já o advogado de defesa no caso, Welton Roberto, citou como testemunhas os policiais mortos por pistolagem. Falou sobre testemunho de Wolkmar dos Santos - morto a tiros em 2005, na cidade de Marechal Deodoro, a 20 quilômetros de Maceió. Ele afirmava o ex-governador Manoel Gomes de Barros era o principal interessado na morte de Ceci Cunha. - O Talvane é um louco, um psicopata - disse o ex-governador Mano. A defesa disse ainda que os réus foram torturados para supostamente incriminar Talvane e eles mesmos no crime. As torturas teriam acontecido em Maceió - pela Polícia Civil - no Maranhão e na cidade de Marabá, no Pará. - Essa é a defesa da gritaria, da fumaça, temos laudos que atestam que não houve tortura. Onde estão as marcas? - perguntou o representante do Ministério Público Federal. - Esse processo tem muitas provas, interceptações telefônicas, documentos - afirmou o procurador da República, Gino Sérvio Malta Lôbo. O julgamento lotou o auditório da Justiça Federal. Do lado de fora, foram montados telões para a falta de espaço no plenário. Talvane contratou advogados da cidade de Ribeirão Preto e um escritório de advocacia em Maceió.
oglobo.globo.com | 19-01-2012
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RIO - Fundição Progresso lança hoje, com um baile marcado para as 20h na Parada da Lapa, o CD com as dez finalistas de seu 7º Concurso Nacional de Marchinhas Carnavalescas, cuja vencedora será conhecida em 5 de fevereiro, no "Fantástico". A persistência na restauração de uma tradição tem dado resultados consistentes, na avaliação de quem acompanha a disputa ou participa dela desde 2005. — Já é possível identificar um time de compositores se especializando nesse gênero, com um trabalho que se destaca em meio a concorrentes sazonais. Eles passam o ano inteiro elaborando marchinhas e inscrevem as três melhores — aponta Edu Krieger, vencedor em 2009 e 2011, jurado em 2012. — Só faltam os grandes intérpretes incluírem essas músicas em seus repertórios, para elas saíram da esfera exclusiva do festival. Veja também — Além de já estar fixado no calendário dos compositores, o concurso atrai uma produção que está longe de ser só carioca — diz Pedro Paulo Malta, um dos cantores da Banda Fundição, que acompanha os participantes, e que neste ano está entre os intérpretes de "Temporal de cachaça", de Leandro Almeida, mineiro de Paraisópolis radicado na Flórida. Duas músicas vieram de Recife: "Papagaio no arame", de Fábio Ferreira Simões, e "Virgem com leão", de Roberto Cláudio da Cruz. As outras sete foram geradas no estado do Rio, entre elas "Estresse mata", de Eduardo Dussek, um entusiasta do gênero. Com temas que passeiam com humor por Olimpíadas, envelhecimento, bebida e diversidade sexual, as outras são "Anjo G" (Eugênio Dale/Suely Mesquita), "É tudo verdade" (Daniel Pereira/Jorgito Sápia), "Jardim encantando" (Gilberto de Xangô), "Marcha dos 4" (Sérgio Fonseca/Ernesto Pires), "Marcha olímpica (Nuno Neto/Janjão/Gallotti/Pedro Holanda)" e "Tudo dói" (Darcy Maravilha/Sérgio Foleado). O CD tem as dez músicas, cada uma preparada por um arranjador diferente, e duas faixas a mais ("Eu vou mandar a fazer" e "Eu sou durão"/"Aurora"), do homenageado do ano, Mário Lago, cujo centenário se completou em novembro e foi um dos craques do gênero. — As marchinhas têm rítmica definida, parecem iguais se olhadas superficialmente, mas têm variedade melódica e harmonias sofisticadas — diz Marcelo Bernardes, que rege a Banda Fundição.
oglobo.globo.com | 18-01-2012
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O Concurso Nacional de Marchinhas da Fundição fará seu baile esta quarta, dia 18. Moyseis Marques, Chamon e Nina Wirtti interpretarão canções do homenageado do ano, Mário Lago - além dos finalistas do Concurso, claro. O show acontece na Parada da Lapa e o cd "As melhores marchinhas do carnaval 2012" pode ser comprado na página do Concurso
. Gente fantasiada paga meia :)
As músicas finalistas serão executadas pela Banda Fundição e interpretadas por seus próprios autores ou cantores convidados. Elas foram escolhidas pelo júri composto por Edu Krieger (compositor, cantor e bicampeão do Concurso de Marchinhas), Pedro Aragão (professor, pesquisador de música e maestro do Rancho Flor do Sereno), Rachel Valença (historiadora, pesquisadora de carnaval e vice-presidente do Museu da Imagem e do Som), Thiago Cesário Alvim (empresário, folião e fundador do bloco Carioca da Gema) e pelo cantor, compositor e apresentador de TV Zéu Britto. A Banda Fundição, comandada pelo maestro Marcelo Bernardes, é formada por Alfredo Del Penho, Clarice Magalhães, Lali Maia, Mariana Bernardes, Matias Correa e Pedro Paulo Malta, no coro e Altair Martins (trompete), Jefferson Victorio (trompete), Fernando Jovem (trombone), Joana Queiroz (sax tenor), Domingos Teixeira (violão), Rodrigo Villa (contra-baixo), Cassius Theperson (bateria), Ignez Perdigão (cavaquinho) e Thiago da Serrinha (surdo). Os finalistas : Anjo G (Eugênio Dale e Suely Mesquita) Niterói/RJ É tudo verdade (Daniel Pereira e Jorgito Sápia) Niterói/RJ Estresse mata (Eduardo Dussek) Rio de Janeiro/RJ Jardim encantando (Gilberto de Xangô) Rio de Janeiro/RJ Marcha dos 4 (Sérgio Fonseca e Ernesto Pires) Rio de Janeiro/RJ Marcha olímpica (Nuno Neto, Janjão, Gallotti e Pedro Holanda) Rio de Janeiro/RJ Papagaio no arame (Fábio Ferreira Simões) Recife/PE Temporal de cachaça (Leandro Almeida) Paraisópolis/MG Tudo dói (Darcy Maravilha e Sérgio Foleado) Rio de Janeiro/RJ Virgem com leão (Roberto Cláudio da Cruz) Recife/PE Serviço: Baile de lançamento do disco "As melhores marchinhas do carnaval 2012" com Banda Fundição, finalistas, Moyseis Marques, Nina Wirtti e Chamon Dia: 18 de janeiro, quarta-feira, as 20h Local: Parada da Lapa - Rua dos Arcos, s/n, Lapa Ingresso: R$ 20,00 (meia-entrada para pessoas fantasiadas) Classificação: livre Informações (21) 2220 5070 www.concursodemarchinhas.com.br Capacidade da casa: 1.000 pessoas
www.samba-choro.com.br | 16-01-2012
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A Eurozona, que esperava recuperar certa tranquilidade neste início de ano, voltou a afundar na crise depois do rebaixamento em série pela agência Standard & Poor′s das notas de mais da metade de seus membros, entre eles a França, que perdeu seu triplo A e se distanciou da Alemanha. A esta nova turbulência, soma-se o impasse das negociações sobre o pagamento parcial da dívida da Grécia pelos bancos, processo vital para que o país não entre em falência.
Após o êxito das primeiras emissões da dívida da Itália e da Espanha, sinal de um possível fim do risco de alastramento da crise, a Standard and Poor`s (S&P) cumpriu na sexta-feira à noite suas ameaças.
A agência de notação financeira, que previa rebaixar a nota de 16 dos 17 países da União Monetária, rebaixou nove.
O maior golpe foi contra a França, segunda maior economia europeia, que perdeu seu triplo A, a maior pontuação possível, e desceu um escalão junto com a Áustria, para AA .
Restam apenas quatro países com triplo A na Eurozona, o que lhes permite emitir dívida com um menor custo.
Os países alvos dos mercados têm sido duramente atingidos: Itália e Espanha perderam dois escalões, como Portugal e Chipre, cujas dívidas foram rebaixadas pela S&P para o grau de investimento "especulativo". As notas de Malta, Eslováquia e Eslovênia, também perderam uma gradação.
A S&P ainda ameaça uma maior degradação até o final de 2013 para todos os países da Eurozona, com exceção da Alemanha e da Eslováquia.
A chefe do governo alemão, Angela Merkel, disse neste sábado que a decisão da S&P confirma que "falta percorrer um longo caminho para restaurar a confiança dos investidores", apesar de tentar relativizar a decisão da S&P.
"No entanto, também está claro que nos comprometemos de forma determinada com este caminho de moeda estável, finanças sólidas e crescimento duradouro", afirmou em seu discurso no congresso de seu partido, o conservador CDU.
Merkel também insistiu na adoção rápida do pacto fiscal para recuperar a confiança dos investidores na Zona Euro.
Os líderes e as instituições europeias são os principais alvos da agência, que criticou o fracasso das soluções que surgiram a partir das várias reuniões de cúpula decisivas. "Em um momento em que todos os governos e todas as instituições europeias estão mobilizados (para reforçar o controle das finanças públicas e da governança da União Monetária), estou surpreso com o momento escolhido pela Standard and Poor`s e por sua avaliação que não leva em conta a evolução atual", declarou neste sábado o comissário europeu dos Serviços Financeiros, Michel Barnier.
Bruxelas caracterizou esta decisão como "inconsistente".
"A eficiência, estabilidade e previsibilidade da política e das instituições políticas europeias não são tão sólidas como deveriam", advertiu a agência de classificação, lamentando que a reforma "repousa sobre um único pilar, o da austeridade fiscal".
A S&P também ataca os "recursos insuficientes e pouco flexíveis" do Fundo de Ajuda da Eurozona (FEEF). Berlim se recusa a fortalecer o fundo para evitar a propagação da crise da dívida.
A agência critica a França por seu "nível relativamente elevado da dívida pública" e a "rigidez do mercado de trabalho".
A menos de 100 dias da eleição presidencial francesa, esta decisão cai em um momento ruim para o presidente Nicolas Sarkozy, que tinha anunciado que a conservação do triplo A era sua prioridade.
O primeiro-ministro francês François Fillon reconheceu neste sábado que, embora esperada, esta decisão veio "na hora errada", embora "seja apenas uma advertência que não deve ser dramatizada, mas também não pode ser subestimada".
A degradação da nota francesa ameaça ter repercussões graves para Eurozona. O FEEF também pode perder seu triplo A, que é garantido em conjunto por Paris e Berlim.
O presidente do governo espanhol, Mariano Rajoy, por sua vez, defendeu sua política antidéficit e pediu reformas em todos os países da União Europeia.
"O governo que eu presido sabe perfeitamente o que é preciso fazer para melhorar a reputação da Espanha, para crescer e criar empregos, e vai fazer isso", declarou durante uma reunião de sua formação, o Partido Popular.
Mariano Rajoy disse que defenderá essa política de austeridade na cúpula europeia informal de 30 de janeiro.
"Eu vou fazer uma aposta clara, firme e firme e contundente no euro. Vou dizer que não podemos gastar o que não temos, que é preciso controlar o déficit (...) Vou dizer que todos os países da União Europeia têm que fazer reformas econômicas e vou dizer que a União Europeia tem que resolver os problemas de financiamento", declarou.
A decisão da S&P abafou outra importante notícia vinda da Grécia, epicentro da crise da dívida desde 2010. Os bancos, que estão imersos em uma briga com os líderes europeus que querem o pagamento de metade da dívida grega nos seus balanços, suspenderam as negociações na sexta-feira.
A atitude sugere que eles poderão rever o compromisso assumido no dia 27 de outubro para reestruturar a dívida do país, condição necessária para evitar um default descontrolado. Um blefe ou uma ameaça real? As negociações serão retomadas na quarta-feira. Da AFP Paris
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www.pernambuco.com | 14-01-2012
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A agência de classificação de risco financeiro Standard and Poor′s reduziu nesta sexta-feira as notas das dívidas soberanas de nove países europeus, entre eles França, Itália, Espanha e Portugal, mas manteve o "rating" da Alemanha. Na maior parte dos casos, além da redução da nota, os países ficaram sob "perspectiva negativa", o que abre caminho para novas baixas. A principal exceção desta chamada "sexta-feira 13" foi a Alemanha, que teve sua nota da dívida soberana mantida em AAA, com perspectiva estável, segundo o site da S&P. Também escaparam do "corte" Holanda, Bélgica, Estônia, Finlândia, Irlanda e Luxemburgo. Após a "degola" desta sexta-feira, apenas Alemanha, Luxemburgo, Holanda e Finlândia mantêm a nota máxima AAA por parte da Standard and Poor`s. Segundo a agência de classificação de risco, o pacto fiscal que está sendo negociado para reforçar a disciplina fiscal na zona do euro "não representa um avanço significativo e de alcance suficiente para solucionar completamente os problemas financeiros da região". A França, que gozava de um rating de crédito superior, teve sua nota AAA reduzida para AA , comprometendo a credibilidade do país e intensificando as incertezas sobre a crise da dívida. O primeiro-ministro francês, François Fillon, estimou que "não é uma boa notícia, mas também não é uma catástrofe, já que não são as agências de classificação que ditam a política da França". A redução da nota da Itália foi mais severa, em dois níveis, de A para BBB , deixando o país no mesmo patamar da Irlanda. A S&P já havia reduzido a nota da Itália, de A para A, em setembro passado, diante da instabilidade do governo de Silvio Berlusconi e de sua resistência a aplicar medidas de austeridade. Em novembro, o governo de Berlusconi foi substituído por um executivo de tecnocratas dirigido pelo ex-comissário europeu Mario Monti, que logo adotou um duro plano de austeridade, o terceiro em poucos meses, visando equilibrar as contas públicas em 2013. Com um nível recorde de dívida (1,9 trilhão de euros ou 120% do PIB) e uma economia em recessão, a Itália deve enfrentar este ano o desafio de buscar 450 bilhões de euros nos mercados, pagando taxas superiores às habituais. Esta é a primeira vez que a dívida a longo prazo da Itália cai para a classificação B, o que deixa o país no mesmo nível de Colômbia, Cazaquistão, África do Sul e Tailândia. Portugal sofreu uma queda em dois degraus, de BBB- para BB, passando à categoria de investimentos especulativos, com perpectiva negativa, o que antecipa uma nova revisão a médio prazo. A nota da Espanha também caiu em dois níveis, de AA- a A, e segundo a S&P, há uma chance em três de uma nova redução em 2012 ou 2013, especialmente se o governo em Madri não conseguir reduzir o elevado nível de desemprego. A Standard and Poor`s reduziu ainda as notas de Áustria, Eslováquia, Eslovênia, Chipre e Malta. A nota da Áustria caiu de AAA para AA , com perspectiva negativa. O presidente do Eurogrupo, Jean-Claude Juncker, reagiu à decisão da S&P afirmando que fará "todo o possível" para conservar a nota máxima (AAA) do fundo de resgate europeu, principal instrumento para se enfrentar a crise da dívida. "Os países que dão garantia ao FEEF (Fundo Europeu de Estabilidade Financeira) estão determinados a fazer todo o possível para conservar o triplo A do Fundo", destacou Juncker. O comissário europeu de Assuntos Econômicos e Monetários, Olli Rehn, lamentou "a decisão inconsistente" da Standard & Poor`s, especialmente "no momento em que a zona do euro está tomando medidas decisivas para enfrentar a crise". Os países da União Europeia, exceto a Grã-Bretanha, acertaram um pacto em dezembro passado para reforçar a austeridade e a coordenação econômica na zona do euro, que prevê sanções quase automáticas para os Estados cujo déficit fiscal ultrapassar 3% do PIB. O pacto será debatido na Cúpula europeia do próximo dia 30 de janeiro, em Bruxelas, visando sua aplicação a partir de março. O ministério alemão da Economia garantiu que a zona do euro vai "sanear suas finanças públicas" e que a Alemanha está "determinada para contribuir com a superação da crise". "Com o andamento das decisões da Cúpula (da UE em dezembro) e com o acordo vinculante sobre regras fiscais concretas, vamos estabilizar as finanças dos membros da zona do euro de forma duradoura e recuperar a confiança dos mercados". O ministro alemão das Finanças, Wolfgang Schäuble, citou o caso específico da França, que segue no "bom caminho", apesar da decisão da S&P. "Juntos devemos cumprir as regras, manter a competitividade, o que vamos fazer unidos. Estamos no bom caminho", declarou Schäuble à imprensa em meio à "sexta-feira 13". O ministro destacou que apenas a Standard & Poor`s reduziu a nota da França, que segue com AAA na classificação das outras duas principais agências: Moody`s e Fitch.
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www.pernambuco.com | 14-01-2012
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Uma equipe de exploradores conseguiu localizar o submarino britânico Olympus, afundado em 1942. A embarcação está no leito oceânico perto de Malta.
www.estadao.com.br | 13-01-2012
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Para prevenir enchentes, a Fundação Rio-Águas e a subprefeitura da Barra e de Jacarepaguá iniciaram, há duas semanas, um serviço de desobstrução do Rio Anil, em Jacarepaguá. Além da dragagem, os rios São Francisco e Papagaio, que desaguam no Anil, estão sendo canalizados. O trabalho, que está sendo realizada com uma escavadeira hidráulica, começou no trecho próximo à Praça Soldado Mario Kosel Filho, em frente às avenidas Otávio Malta e Canal do Anil. A obra servirá de complementação ao Programa de Recuperação Ambiental da Bacia de Jacarepaguá. — O trabalho de limpeza faz parte de um programa maior de prevenção a alagamentos e também para diminuir a quantidade de mosquitos. Além do Rio Anil, na área da subprefeitura da Barra e de Jacarepaguá está sendo feita a limpeza do Rio Guerenguê, no Riocentro, e do Canal das Tachas e Lagoinha, no Recreio, para retirada de gigogas. Sem falar na obra maior que é a macrodrenagem da Bacia de Jacarepaguá. Uma obra que custa R$ 340 milhões e que faz parte do Caderno de Encargos para as Olimpíadas de 2016 — explica o subprefeito Tiago Mohamed. Além de prevenir enchentes, a macrodrenagem da Bacia de Jacarepaguá reduzirá a poluição nas lagoas de Jacarepaguá, em torno das quais estão sendo instalados equipamentos para as competições, como o Parque Olímpico, a Vila Olímpica e o Parque dos Atletas. Serão beneficiadas diretamente as áreas do Tanque, da Praça Seca, do Pechincha e da Taquara e cerca de 350 mil moradores.
oglobo.globo.com | 12-01-2012
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Está a tornar-se um hábito. Um ano depois de ter provocado protestos contra uma lei que acentuava o controlo do poder sobre os órgãos de comunicação social, o Governo húngaro de Viktor Orbán suscita nova controvérsia na Europa. Em causa, está a entrada em vigor da nova Constituição do país, que aparece no momento em que o executivo está a modificar os estatutos do Banco Central e a reformar o método eleitoral, e em que é retirada a frequência de emissão a uma rádio da oposição.
Como há um ano, enquanto cada vez mais vozes reivindicam sanções contra as tendências autoritárias de Viktor Orbán, os dirigentes europeus abstêm-se de assumir uma posição, a Comissão está a “estudar” a situação e apenas alguns eurodeputados exigem que a União europeia reaja.
Para tanto, deveremos punir a Hungria como o fizemos em relação à Áustria em 2000, quando a extrema-direita de Jörg Haider foi para o Governo?
Naquela época, os catorze parceiros de Viena cortaram todos os contactos bilaterais e deixaram de apoiar os candidatos austríacos a cargos nas organizações internacionais. Mas estas medidas foram aplicadas ao longo de nove meses sem que o chanceler Wolfgang Schüssel tivesse cedido às pressões. E a extrema-direita austríaca permaneceu no Governo até 2007.
A Hungria coloca um problema bicudo. Em muitos aspetos, o regime que está a ser implantado – este é o nome que deve dar-se ao conjunto de medidas destinadas a favorecer o poder do Fidesz, o partido de Orbán – fere os valores fundamentais do projeto europeu. O enfraquecimento organizado de todos os contrapoderes, a proximidade com o Jobbik, um partido de extrema-direita que dispõe de uma milícia própria, ou a exacerbação do nacionalismo junto das minorias magiares nos outros países da UE, são razões suficientes para chamar Budapeste à ordem.
Por outro lado, convém não confundir o respeito pelos princípios e o conformismo com consenso. Muitos elementos do programa de Viktor Orbán podem ser contestados, condenados ou combatidos, mas fazem parte da lista das posições políticas que encontramos em todos os países europeus. O desejo de conservar o controlo político sobre a política monetária, por exemplo, não é privilégio do Fidesz, e o papel do Banco Central está no centro das discussões sobre a crise da zona euro. A referência a Deus na Constituição, a rejeição do casamento entre homossexuais ou a hipótese de restrição do direito ao aborto são posições conservadoras, mas encontramos a primeira na Grécia, a segunda na França (por exemplo) e a terceira na Irlanda, em Malta ou na Polónia.
Se a Europa quer manter a Hungria de Orbán dentro dos limites da democracia europeia, não deverá enganar-se no objetivo nem no método, sob pena de se ver envolvida em dois processos perigosos. O primeiro seria castigar Budapeste com grandes discursos e, em seguida, ter que fazer marcha atrás, como aconteceu no caso da Áustria, ou ser obrigada a enveredar por um processo de exclusão incerto. O segundo seria a instauração de um sistema de dois pesos e duas medidas ao castigar a Hungria por posições políticas do seu Governo, quando outros Estados mereceriam igualmente uma repreensão. Apesar de completamente reacionária, a Polónia dos irmãos Kaczyński nunca foi ostracizada pela UE.
O facto de a Hungria ser uma ilha linguística e cultural no meio da Europa reforça a perigosa dialética entre a sua tendência para se considerar uma fortaleza sitiada e a incompreensão dos seus vizinhos, que não dispõem de todas as premissas dos seus debates internos. Mais uma razão para que a Europa seja vigilante, segura nos seus princípios, mas clara e pertinente na sua ação.
(Editorial)
www.presseurop.eu | 06-01-2012
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SANTIAGO - Na noite de 25 de dezembro de 1991, das torres do Kremlin, a bandeira da União Soviética foi definitivamente arriada. Em seu lugar, foi içado o atual pavilhão tricolor russo. O grande império comunista do século XX havia desaparecido. E, com ele, mais de 40 anos de Guerra Fria. Quatro meses antes, um fracassado golpe de Estado contra o presidente Mikhail Gorbachev — tramado pela ala mais dura do Partido Comunista soviético — tentava deter o processo de abertura e modernização baseado nos conceitos da Glasnost (transparência) e Perestroika (restruturação). Mas, longe de frear as mudanças, a conspiração terminou derrubando a URSS. Vinte anos depois, o homem que liderou as reformas que acabaram com o confronto bipolar entre Washington e Mocou fala sobre essa época, e analisa o panorama mundial. EL MERCURIO - Em sua opinião, o que marcou o fim da Guerra Fria? MIKHAIL GORBACHEV - Como não é possível especificar seu início, é difícil dar uma data exata para seu fim. Porém, é certo que a Perestroika, na União Soviética, criou as condições para que a Guerra Fria chegasse ao fim. Agora, como é preciso um símbolo para o término da Guerra Fria, nada melhor do que a queda do Muro de Berlim, em novembro de 1989. Não foram muitos acontecimentos que permanecem na memória coletiva como um ponto de inflexão que dividiu dos períodos distintos. Mas o verdadeiro fato que pôs fim à Guerra Fria foi a Cúpula de Malta, bem depois da queda do Muro, na qual os líderes das superpotências (Bush pai e o próprio Gorbachev) desmantelaram os últimos obstáculos no caminho de um mundo pós-Guerra Fria. Qual foi o papel dos presidentes americanos, como Ronald Reagan e George H. Bush? GORBACHEV - Creio que o mundo teve sorte de contar com estadistas responsáveis no poder em diferentes países durante este período. Sem sua contribuição direta aos esforços multilaterais, não teríamos êxito em pôr fim à Guerra Fria. Os governantes americanos contribuíram enormemente neste processo. Uma vez perguntei a George Schultz, então secretário de Estado dos EUA, se a mudança de relação entre EUA e URSS seria possível sem Ronald Reagan. George afirmou que duvidava. Estou de acordo com ele. Este ano também marca as comemorações dos dez anos do atentado terrorista de 11 de setembro. Em sua opinião, o radicalismo islâmico continua sendo uma ameaça global? GORBACHEV - Acredito que o verdadeiro desafio não é o islamismo radical, mas o radicalismo em geral, em todas as suas formas. As mudanças são muito rápidas e falta tempo para as pessoas se adaptarem. Isto causa frustração, que promove o surgimento de soluções fáceis, alimentando o radicalismo. Além disso, está havendo uma grande distância entre o mundo dos ricos e dos pobres, dos educados de iletrados, desenvolvidos em desenvolvimento. Se não enfrentarmos as desigualdades entre estes setores, deixaremos um terreno fértil para o crescimento do terrorismo, fanatismo e crime. Para lutar contra isto, devemos lembrar de três desafios fundamentais que enfrentamos no mundo globalizado hoje. Quais são estes desafios? GORBACHEV - Em primeiro lugar, devemos manter a paz mundial e neutralizar os conflitos locais. Segundo, temos que usar nossos recursos para combater a pobreza e, assim, pôr fim a um mundo onde as crianças, em vez de estudar, devem ganhar a vida mediante trabalho duro. Por último, temos que deter a degradação ambiental que está destruindo nossos bosques, contaminando os oceanos e colocando em perigo a saúde de milhões de pessoas. Como o senhor acredita que o mundo deveria enfrentar estes desafios? GORBACHEV - Temos que assegurar a paz a qualquer preço. E isto é possível diante da promoção da equidade e da aplicação dos direitos humanos básicos, incluindo o direito à água, à saúde e à educação. Temos que passar do atual sistema econômico para um novo que seja mais amplo, baseado na solidariedade e capaz de lidar com os problemas sistêmicos que enfrentamos hoje. As armas nucleares ainda são uma ameaça global? GORBACHEV - Temos que desmilitarizar o mundo e pôr fim à nossa dependência da tecnologia nuclear, tanto no setor energético como no militar. Minha posição é firme: armas nucleares devem ser proibidas. Qualquer intenção de recorrer a seu uso vai levar a uma guerra com consequências desastrosas para o mundo. Gostaria de citar as palavras do presidente John F. Kennedy, em 1963, falando sobre a segurança no mundo: "Haverá paz para todos, ou não haverá paz em absoluto." Eu estou completamente de acordo com ele, mas lamento que isto siga como um desafio no século XXI. Então, eu diria hoje que há um futuro para todos, ou não haverá um futuro em absoluto. Muitos acreditam que a China se converterá em uma nova superpotência, superando os EUA. O que o senhor pensa disto? GORBACHEV - No mundo globalizado, e meu juízo, a classificação de superpotência deveria pertencer aos países capazes de entregar as melhores respostas aos desafios globais que enfrentamos. E, ainda que num sentido tradicional a China já seja uma superpotência, acredito que deveremos trabalhar juntos para criar um novo sistema global baseado na responsabilidade e na solidariedade. Aqueles que entenderem estas novas tendências mais rapidamente se converterão em verdadeiras superpotências no futuro. A nova agenda de Mikhail Gorbachev Em 1993, Mikhail Gorbachev fundou a Cruz Verde Internacional (GCI, na sigla em inglês), uma organização que se articulou a partir do trabalho iniciado na Conferência da Terra do Rio de Janeiro (1992), e através da qual o ex-mandatário lidera uma cruzada contra a indústria petrolífera e canaliza seu interesse e preocupação pelo meio ambiente e pelos setores da população mundial mais desprotegida. Sua missão combina o trabalho no âmbito da segurança, que inclui o tema nuclear, o combate à pobreza e a proteção da biosfera como uma forma de garantir um futuro seguro e sustentável. Atualmente, há organizações nacionais da Cruz Verde em 30 países, entre eles Argentina, Brasil e Espanha. Por que é tão difícil introduzir energias alternativas? GORBACHEV - O mundo é dependente de petróleo e, como qualquer dependência, é muito difícil de se curar. O petróleo tem sido motor do atual sistema econômico, impulsionado pelo consumo. E é aqui onde se encontra a raiz do problema. É por isso que temos um predomínio de grupos de pressão relacionados com o petróleo na política energética, além de altos subsídios para a indústria de combustíveis fósseis. Este tem sido, e continua sendo, um grande impedimento para o desenvolvimento e implementação da energia verde. Neste contexto, o derretimento do Ártico gera grande interesse na eventual exploração dos recursos energéticos sob o solo marinho. GORBACHEV - Devido ao aquecimento global e posterior derretimento das camadas de gelo, estamos a ponte de ver o mar Ártico livre de gelo nos próximos anos em um ritmo muito mais rápido do que fora previsto pelo Painel Intergovernamental sobre as Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês). Cientistas americanos recentemente diagnosticaram que todo o gelo do Ártico poderia desaparecer em 2015, cerca de 15 anos antes das próprias previsões do IPCC. A cada ano se perde mais de um milhão de quilômetros quadrados de gelo durante o verão. Por isso, em lugar de investir em combustíveis fósseis, deveríamos desenvolver os modelos renováveis e alternativos de produção de energia. Os mais prejudicados serão os países com amplas zonas costeiras... GORBACHEV - O atual aumento do nível do mar se deve a dois fatores principais: o incremento da temperatura do oceano e o derretimento do gelo em terra firme. Sem uma estratégia eficaz para prevenir o aquecimento global, não teremos qualquer possibilidade de resolver este problema. Temos que investir e desenvolver estratégias de adaptação para enfrentar este aumento do nível do mar, que já está ocorrendo em todo mundo. Muitos pequenos estados insulares correm o risco de perder seu território frente ao avanço das águas. E, por isso, estão começando a buscar proteção em um novo lugar. A comunidade internacional já deve se preparar para enfrentar o desafio dos refugiados ambientais. *O El Mercurio integra o Grupo de Diários América, do qual O GLOBO também faz parte.
oglobo.globo.com | 29-12-2011
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RIO - Depois de se destacar em "Ó paí, ó", Érico Brás diverte o público com o atrapalhado Jurandir, de "Tapas & beijos", cujo primeiro ano chega ao fim nesta terça-feira. O seriado escrito por Cláudio Paiva, recomenda o ator baiano, é o melhor programa da TV para ver acompanhado. Para ele, que é viciado em notícias, outra atração imperdível é o "Espelho", apresentado pelo amigo Lázaro Ramos, no Canal Brasil. Mas se o assunto for música, Érico elege "Sangue B", programa do rapper Emicida, na MTV, dedicado ao som black. O GLOBO: A que você mais gosta de assistir na TV: esporte, notícias ou entretenimento? ÉRICO BRÁS: Notícias. Para me manter informado sobre o que acontece no mundo. Qual programa você não perde por nada? ÉRICO: "Espelho", no Canal Brasil, com Lázaro Ramos. Falta na programação: ÉRICO: Atrações educativas, já que as crianças estão assistindo cada vez mais à TV. Desenho animado preferido: ÉRICO: "A caverna do dragão". De qual personagem de seriado você gosta, além do Jurandir? ÉRICO: Gosto do Pedro (Selton Mello) em "A mulher invisível". Que série não deveria ter sido encerrada? ÉRICO: "Ó paí, ó". Personagem de humor: ÉRICO: Mussum (Carlos Bernardes Gomes). Melhor canal para quem é viciado em esporte? ÉRICO: SporTV. Programa musical: ÉRICO: "Sangue B" com Emicida, na MTV. Que novela veria de novo? ÉRICO: "Que rei sou eu?" foi marcante. Vi "Cordel encantado" e me lembrei muito dessa novela. Por quem gostaria de ser entrevistado na TV? ÉRICO: Marília Gabriela. Que papel de novela adoraria ter feito? ÉRICO: Sinhozinho Malta (de "Roque Santeiro"). Com quem você ficaria feliz em contracenar? ÉRICO: São tantos! Seu tivesse que escolher um homem e uma mulher, diria Milton Gonçalves e Fernanda Montenegro. O que o faz mudar de canal? ÉRICO: Besteiras sem nexo. Para ver acompanhado? ÉRICO: "Tapas & beijos". O que faz no intervalo? ÉRICO: Vou à geladeira.
oglobo.globo.com | 17-12-2011
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AMSTERDÃ — A Europol anunciou nesta sexta-feira a prisão de 112 pessoas em 22 países após um ano de investigações sobre pornografia infantil. Ao divulgar o resultado da ação, chamada Operação Ícaro, o diretor da instituição, Rob Wainwright, alertou que a tecnologia está dificultando ainda mais o combate à disseminação de imagens de abusos sexuais de crianças. Segundo a Europol, que coordena as ações de inteligência e integração entre as polícias de países da União Europeia, a operação teve como alvo pessoas que compartilham “as formas mais extremas de material em vídeo”, incluindo imagens de bebês e crianças de até três anos sofrendo abuso sexual ou mesmo sendo violentadas. A investigação aponta 269 suspeitos, e mais prisões devem acontecer, uma vez que a operação revelou redes até então desconhecidas de pedófilos agindo em diferentes canais de bate-papo na Internet. O diretor da Europol classificou a ação como um sucesso, mas ressaltou, em um pronunciamento, que ela mostra “como a internet está ajudando os criminosos a desenvolver melhores técnicas para compartilhar imagens em escala global e para proteger suas identidades”. - Os problemas envolvidos estão se tornando cada vez mais difíceis para a polícia – disse Wainwright. Entre outros problemas, o simples volume de material encriptado é assustados, e muitas das informações obtidas na operação ainda estão sendo analisadas. Um único suspeito na Suíça tinha 120 terabytes (120 mil gigabytes) de dados – somando milhares de horas de vídeos em alta definição. A Operação Ícaro foi liderada pela polícia dinamarquesa, considerada mais experiente na análise das redes de compartilhamento usadas para a troca do material pornográfico. Somente na Dinamarca, 19 homens com idades dentre 24 e 55 anos foram indiciados. O chefe da polícia dinamarquesa, Jens Henrik Hoejbjerg, disse que 59 computadores e 2.430 aparelhos de armazenamento de dados foram apreendidos no país durante a operação. - É um volume imenso para nossos investigadores analisarem – disse Hoejbjerg. Os países envolvidos na investigação foram Áustria, Bélgica, Bulgária, Chipre, Croácia, Dinamarca, Eslováquia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Malta, Noruega, Polônia, República Tcheca, Suécia e Suíça. Segundo investigadores, um dos homens presos estava aliciando uma criança pela internet e foi detido quando tentava marcar um encontro. A polícia não divulgou em que país o pedófilo foi capturado. A Comissária de Assuntos Domésticos da União Europeia, Cecilia Malmstrom, disse que a operação mostrou a “importância da cooperação entre autoridades policias em nível europeu e global para rastrear atividades criminais que ignoram fronteiras”. Em março, a Europol, cuja sede fica em Haia, na Holanda, havia anunciado o desmantelamento de uma rede de pedofilia ainda maior, com 184 prisões e 670 suspeitos em 30 países.
oglobo.globo.com | 16-12-2011
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