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Países Baixos

Atletas dos Países Baixos dominam a patinagem de velocidade nos Jogos Olímpicos de Inverno, como têm vindo a fazer desde há décadas. A novidade é que o domínio vai em crescendo. Mas há explicações, que vêm desde a saída do berço
www.maisfutebol.iol.pt | 14-02-2014

BRASÍLIA - A polêmica sentença que absolveu um homem que tentou entrar em presídio com maconha foi suspensa pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT). Os juízes da Terceira Turma Criminal julgaram nesta quinta-feira recurso do Ministério Público e o réu foi condenado. O caso entrou na pauta de julgamento um dia após a divulgação da decisão, o que não estava previsto. A que foi suspensa, do juiz substituto Frederico Ernesto Cardoso Maciel, afirmava ser “incoerente” que o álcool e o tabaco sejam permitidos e vendidos, ao passo que a maconha, que ele considera ser um entorpecente recreativo, seja proibida. O juiz titular da vara que proferiu o despacho já havia criticado a decisão.

Na Terceira Turma, o desembargador que relatou o pedido do Ministério Público pela reforma da sentença, Humberto Ulhôa, decidiu pela suspensão da absolvição, o que foi seguido por unanimidade pelo colegiado. De acordo com a turma, a conduta do réu configura tráfico de droga. Ele foi condenado a 2 anos e 11 meses de detenção, em regime semi-aberto, e 291 dias multa, sendo cada dia 1/30 do salário mínimo. A pena restritiva de liberdade não poderá ser convertida em restritiva de direito.

O juiz Frederico Maciel, em outubro do ano passado, absolveu e determinou a soltura de Marcos Vinicius Pereira Borges, denunciado pelo Ministério Publico do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), preso em flagrante em maio do ano passado, ao tentar entrar em presídio do Complexo Penitenciário da Papuda com 46 gramas de maconha, dentro de seu estômago. Após receberem denúncia, agentes do presídio questionaram o réu se ele estava portando a maconha, e ele provocou vômito e as expeliu, conforme relata a decisão. Ele pretendia levar a maconha a um amigo preso.

Na decisão, Maciel defendeu a descriminalização da maconha:

“Soa incoerente o fato de outras substâncias entorpecentes, como o álcool e o tabaco, serem não só permitidas e vendidas, gerando milhões de lucro para os empresários dos ramos, mas consumidas e adoradas pela população, o que demonstra também que a proibição de outras substâncias entorpecentes recreativas, como o THC, são fruto de uma cultura atrasada e de política equivocada e violam o princípio da igualdade, restringindo o direito de uma grande parte da população de utilizar outras substâncias”, afirmou o juiz, em decisão de outubro, que foi publicada na terça-feira ao ser colocada para apreciação dos juízes de segunda instância.

Maciel ainda destacou que a opinião pública vê a “falência” da política repressiva do tráfico e a “total discrepância” na proibição de substâncias entorpecentes reconhecida como recreativas e de baixo poder nocivo. Ele cita, dessa forma, que a portaria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que coloca o THC entre substâncias sujeitas a controle especial é “ilegal”.

“Portanto, no meu entender, a portaria 344/98, ao restringir a proibição do THC não só é ilegal, por carecer de motivação expressa, como também é inconstitucional, por violar o princípio da igualdade, da liberdade e da dignidade humana”, decidiu Maciel, que diz que a portaria não justifica a inclusão dessa substância na lista.

Para embasar sua decisão, Frederico Maciel afirmou ainda que o componente principal da maconha, o THC, “é reconhecido por vários outros países como substância entorpecente de caráter recreativo e medicinal, diante de seu baixo poder nocivo e viciante e ainda de seu poder medicinal”. Apontou ainda que o THC tem uso como parte da cultura, e está sendo liberada a venda controlada em vários locais, como nos estados americanos da Califórnia, Washington e Colorado, além de já ser permitido o uso nos Países Baixos, Uruguai e Espanha.

O desembargador que relatou o caso na Terceira Turma argumentou, para condenar o réu, que a Anvisa não precisa justificar ao incluir substâncias na lista, pois elas são feitas após análises e estudos.

oglobo.globo.com | 30-01-2014
Um casal holandês encontrou pouco antes do Natal, em um dique de Zelândia, ao sudoeste dos Países Baixos, uma mensagem em uma garrafa que tinha sido escrita há 23... - por Agência EFE
info.abril.com.br | 03-01-2014

MSDRI - “Ele podia ter ganhado a vida com o futebol”. Dessa forma, Thomas Hengen, último treinador de Burak Karan, na Alemanha, expressava, em novembro passado, ao jornal “Bild”, seu desconcerto ao saber da morte, em 11 de outubro, aos 26 anos, de um dos melhores jogadores que já passaram por seu campo. O jovem alemão de origem turca morreu em Azaz, no norte da Síria, cujo regime foi combater.

Da Alemanha à Bélgica, passando pelo Reino Unido, a Europa está salpicada de famílias que não recebem notícias de parentes que foram para a Síria. São geralmente muçulmanos, mas há também de outras religiões, como Jolanda de Neijs, uma mulher de Arnhem (dos Países Baixos) que, no mês passado, apareceu chorando na televisão porque seu filho, de 18 anos, havia sido recrutado por uma rede jihadista.

- Ele ficou muito abalado pelas imagens de crianças vítimas do gás sarin - afirmou a mãe, diante das câmeras, descrevendo o estado de espírito do filho. - Ele estava irritado porque ninguém parecia disposto a ir socorrê-los.

Por compaixão, por convicção religiosa ou porque estão em busca de ideais, entre 1,5 mil e 2 mil europeus embarcaram nos últimos meses para a Síria, unindo-se aos rebeldes, segundo informaram na semana passada os ministros francês, Manuel Valls, e belga, Joelle Milquet, em coletiva de imprensa. Nos últimos seis meses o fluxo triplicou (em 2012 eram cerca de 600). Segundo VAlls, 80% já eram muçulmanos e os demais se converteram recentemente.

A maioria desses jovens não se incorporou ao moderado Exército Sírio Livre (ESL), mas sim à Frente al-Nusra, o braço sírio da al-Qaeda, ou ao Estado Islâmico de Síria e do Levante, o braço iraquiano da al-Qaeda que cruzou há alguns meses a fronteira para operar no país vizinho. Dos 42 jovens que saíram da Espanha rumo à Síria desde o final do ano passado, pelo menos 17 partiram com a intenção de se unirem a grupos radicais, segundo um estudo que acaba de ser apresentado pelos pesquisadores Fernando Reinares e Carola Garcia-Calvo, do Instituto Real Elcano.

Os jihadistas que moravam na Europa representam cerca de 18% dos combatentes estrangeiros na Síria, segundo o Centro Internacional de Estudo da Radicalização (ICSR, segundo suas iniciais em inglês), de Londres. Seriam muitos mais se a Turquia não houvesse expulsado, ao longo deste ano, aproximadamente 1,1 mil europeus que estavam a caminho da Síria, segundo o jornal turco “Haberturk”.

O centro de estudos londrino calcula que até 11 mil combatentes estrangeiros lutaram na Síria desde 2011. Entre eles, árabes da Líbia e da Tunísia são os mais numerosos. Dentre os europeus, há muitos britânicos, franceses, alemães, belgas, holandeses. Em relação à população de seus países, bósnios e dinamarqueses são os mais numerosos. O regime de Bashar al-Assad recebeu, por sua vez, o apoio da milícia xiita libanesa Hezbollah, de voluntários iraquianos e de instrutores militares iranianos, num número total estimado em algo entre 5 mil e 15 mil.

O desembarque dos jihadistas e as generosas contribuições financeiras de magnatas árabes do Golfo alteraram a relação de forças sobre o terreno. Os moderados do ESL já não são a milícia predominante. O pesquisador australiano David Kilcullen afirmou, no início do mês, num colóquio organizado pela Fundação Jamestown, que, na Síria, haveria, agora 45 mil jihadistas - o dobro dos combatentes que os talibãs conseguiram reunir no Afeganistão.

“Quando cheguei (à Síria, em março de 2012) vi que muitos fumavam. Outros tantos faziam a barba em vez de deixá-la crescer. Ouviam música. Me perguntei onde havia desembarcado”. A perplexidade foi confessada por Omar al-Shishani, chefe militar do ramo iraquiano da al-Qaeda que opera na Síria, em entrevista à revista eletrônica “Sana al-Sham”. Nas zonas que estão agora sob o seu controle, ele impõe a sharia (a lei islâmica).

A oposição síria passa por graves dificuldades, segundo o ministro de Relações Exteriores da França, Laurent Fabius. Os problemas se agravaram depois que EUA e Reino Unido decidiram, em 11 de dezembro último, suspender a ajuda não letal (coletes a prova de balas, material de visão noturna, casacos, entre outros itens) que enviavam ao ESL. Os apetrechos eram armazenados em um armazém, no norte da Síria, do qual se apoderaram os jihadistas em um dos numerosos enfrentamentos já registrados entre moderados e radicais.

Aos olhos dos ocidentais, a nova correlação de forças preocupa por vários motivos. Em primeiro lugar, parte da Síria está sendo convertida em um grande abrigo da al-Qaeda e grupos afins, como ocorreu no Afeganistão. Jihadistas de Síria e Magreb parecem ter firmado acordos secretos de colaboração, segundo revelou o jornal alemão “Welt am Sonntag”.

Mas o que mais inquieta o Velho Continente são os europeus que saiam da Síria com vida, más intenções e uma sólida experiência bélica.

- Nosso temor é que, à medida que o tempo passa, nossos cidadãos sejam ainda mais perigosos do que são hoje em dia - afirmou o ministro Valls.

A ministra de Relações Exteriores da Itália, Emma Bonino, acredita que o processo já está em marcha. Como informou em novembro último, “suspeitamos da presença de elementos jihadistas e de membros da al-Qaeda entre os migrantes”.

- Os serviços de segurança europeus fazem bem em estar preparados, mas é possível que seus prognósticos não se cumpram - afirmou um especialista que já assessorou vários governos europeus no Afeganistão. - Depois do Iraque também se anunciou um regresso de jihadistas desejosos de ajustar contas em seus países de origem, mas nada disso aconteceu.

oglobo.globo.com | 24-12-2013

ST. THOMAS - St. Thomas é parte das chamadas Ilhas Virgens Americanas (USVIs, na sigla em inglês). Apesar de pequena, é mais sofisticada e gay friendly que outras ilhas caribenhas, e oferece passeios de barco, snorkeling, mergulhos e um renomado campo de golfe, além de compras, muitas compras.

Para se locomover de um canto a outro, os táxis coletivos em jardineiras coloridas fazem bem o serviço. Emerald, Sapphire, Cowpet Bay e Frenchman’s Bay são praias bastante procuradas tanto por quem se hospeda na ilha quanto por cruzeiristas que aportam ali constantemente (o gigante Oasis of the Seas é um dos navios que faz escala na ilha durante o ano todo), assim como os passeios em barco para nadar com golfinhos na vizinha Tortola (na Ilhas Virgens Britânicas).

Bolongo Bay é famosa pelos esportes aquáticos, Brewer’s Bay é queridinha das famílias, Hull Bay é a preferida dos surfistas e Coki Beach, de areia branca e água cristalina e boa oferta de snorkel e mergulho, está na moda. Mas é Magens Bay a praia mais famosa, classificada pela “National Geographic“ como uma das mais bonitas do mundo: faixa de areia clara de uma milha (também chamada ali de Golden Mile), águas tranquilas e, segundo muitos, com calha em formato de coração.

St. Thomas tem noite animada. O centro de Charlotte Amalie, a capital, tem ruas estreitas tomadas por casas coloniais de portas espessas e pesadas, de madeira maciça, que intercalam joalherias e lojas de suvenires. A cozinha caribenha, com muito feijão, carnes (geralmente em estilo jerked, apimentadas, como na Jamaica) e outros pratos comuns a outras ilhas, como o fungi (um bolinho de farinha de milho) e o callaloo, cozido com legumes, verduras e carnes secas, estão presentes.

Dentre as atrações turísticas, destacam-se o teleférico Skyride para ver Charlote Amalie e o porto do alto de mais de 200m; o Forte Christian, construído em 1680, e o lar do pintor impressionista Camille Pissarro na infância. A Government House, sede do governo desde a segunda metade do século XIX, também está aberta à visitação nos dois primeiros andares.

Ali não há uma zona hoteleira por excelência. Os hotéis e resorts estão espalhados por diferentes áreas da ilha, inclusive em Charlotte Amalie, perto do aeroporto.

Já Bahamas, apesar de ter sido colonizada pelos britânicos, e manter o trânsito na mão inglesa, é para quem curte versões mais hollywoodianas do Caribe, ou para os que amam lugares como Vegas, Dubai ou Cancún. O centrinho de Nassau, apesar do colorido casario colonial, não é dos mais sedutores — valem a visita básica e gratuita da destilaria de rum John Watling’s, a ida ao pequeno museu The Pirates of Nassau e o passeio pelo acanhado mercado de suvenires. A rua principal, Bay Street, é tomada por joalherias, lojas de suvenires e unidades autoproclamadas de duty free de bebidas alcoólicas.

Há ampla oferta de restaurantes tex mex para os muitos americanos que lotam a ilha o ano todo. Mas há também fartura de frutos do mar em pratos geralmente bem apimentados — destaque para o saboroso conch (pronuncia-se konk) um molusco grande de casca dura e carne suave.

Democrática, Bahamas tem hotéis três estrelas dividindo espaço com grandes resorts, como o Atlantis, e recebe desde famílias com crianças a grupos de amigos em despedidas de solteiro. Os americanos mais frequentes das ilhas em escapadas de fins de semana garantem que o melhor das Bahamas está muito longe de Nassau, nas ilhotas menores e mais afastadas, acessíveis em passeios em lancha: as mais cotadas são Bimini, a mais próxima de Miami, e Eleuthera — neste último caso, mais especificamente sua praia de areias rosadas Pink Beach, onde fica o resort Pink Sands.

St. Thomas

Como chegar. É possível ir a St. Thomas em um dos muitos navios de cruzeiros que aportam em suas águas ao longo do ano ou em voos diários via EUA, partindo de mais de dez cidades diferentes. Lanchas rápidas saem de muitas de suas praias para outras ilhas virgens americanas (como St. John) ou para as Ilhas Virgens Britânicas.

Praia e varanda. Os hotéis mais procurados possuem praias privativas, como o luxuoso Ritz Carlton St. Thomas, que conta com quatro restaurantes de alta gastronomia, premiado spa e cujos quartos têm varanda. Diárias desde US$ 389.

A mais famosa. A praia Magens Bay é considerada uma das mais belas pela revista “National Geographic”.

Bahamas

Como chegar. O arquipélago é o principal destino dos cruzeiros caribenhos que partem de Miami/Fort Lauderdale e tem nesses passageiros seu principal público o ano inteiro (o porto acomoda até sete navios ao mesmo tempo). O aeroporto internacional Lynden Pindling (LPIA) recebe diariamente voos regulares dos EUA, além de eventuais fretamentos.

Imponente. O Atlantis, de fachada nababesca (há outro Atlantis nos Emirados Árabes), virou o ícone mais famoso do arquipélago e é ali que a grande maioria dos passageiros de cruzeiros passa o dia, entre nado com golfinhos, passeios pela praia e restaurantes de bufê tex mex. Diárias a US$ 169.

Piratas e rum. A visita à destilaria de rum John Watling’s e a ida ao pequeno museu The Pirates of Nassau se destacam.

Ilhas de resorts. Tempero mexicano e peixinhos coloridos

A maior ilha habitada do México fica a menos de 20 quilômetros da costa da Península de Yucatán, na Riviera Maya. Cozumel conta histórias desde os tempos de Hernán Cortés e dos piratas que se escondiam nos seus arredores no século XVII, até o pesquisador Jacques Cousteau colocá-la no mapa dos turistas na década de 1960.

Tradicionalmente ranqueada como um dos cinco melhores lugares do mundo para mergulhar, tem a seu redor a segunda maior barreira de corais do mundo e cada mergulho é certeza de ver uma variedade impressionante de barracudas, tartarugas, cavalos-marinhos, tubarões-lixa, garoupas e arraias, além de uma infinidade de peixinhos.

O ponto de mergulho mais famoso é o recife Palancar, que pode ter visibilidade de até 70 metros de profundidade em boas condições. Santa Rosa e Cedral também disputam a preferência dos mergulhadores, mas a grande variedade de pontos de imersão em toda a ilha evita congestionamentos debaixo d’água. As praias mais desertas ficam na porção leste da ilha e garantem boa visibilidade até para o snorkel.

Leia também: A muy buena onda da Riviera Nayarit, no litoral Pacífico do México

Os turistas em Cozumel — muitos americanos — se dividem basicamente em dois tipos: os amantes do mergulho e os cruzeiristas que passam ali o ano todo. Casais em escapadas românticas são figurinha fácil nos hotéis mais luxuosos. Os resorts se espalham pela ilha, mas a maioria se concentra em cinco zonas: norte e sul (principalmente), mas também Midtown, Downtown e Corpus Christi (área famosa de compras).

Além do ócio nas praias e de mergulho e snorkeling, são atividades na ilha passeios por trilhas agradáveis pela região mais montanhosa e passeios mais culturais, como os que levam às ruínas maias de San Gervasio.

Na gastronomia, o destaque é a cozinha mexicana, especialmente a da península de Yucatán, como cochinita pibil (porquinho assado por horas, cuja carne derrete na boca) e queso relleno (queijo gouda recheado com porco picante). San Miguel de Cozumel, a única cidade da ilha, tem boas opções gastronômicas, de compras, e vida noturna. Zona livre de taxas, converte-se num imenso duty free — as lojas ficam próxima do terminal de cruzeiros e da Plaza Principal.

Já Aruba, parte do chamado grupo ABC (Aruba, Bonaire e Curaçao), está livre da temporada de furacões e promete dias de sol quase o ano todo. Foi a primeira ilha do Caribe a receber brasileiros em número expressivo desde os anos 1980 e não nos exige visto. Muitos dizem que a ilha poderia ser mais um estado dos EUA. O dólar é amplamente aceito — nos caixas eletrônicos pode-se sacar em moeda americana. O slogan “One happy island” se espalha por hotéis, restaurantes e lembrancinhas. A avenida beira-mar exibe um “I love Aruba” em letras garrafais. Hoje, tem mesmo sabor mais americanizado que holandês (a língua oficial).

A maior zona hoteleira concentra-se em Palm Beach, que tem também vida noturna; vários resorts estão instalados na vizinha Eagle Beach. Famosa ainda pelos muitos festivais de música eletrônica, é a ilha caribenha mais frequentada por jovens com menos de 25 anos. Mas recebe também casais e famílias com crianças o ano todo. A capital, Oranjestad, ainda exibe casinhas coloniais multicoloridas no centro.

No dia a dia, a gastronomia mistura sabores caribenhos aos da cozinha europeia. Nos hotéis, a comida é bem americanizada — mas há fartura de frutos do mar. Os pratos mais tradicionais são pastechi (pastelzinho frito com massa de torta recheado de queijo ou carne), stoba (cozindo de vegetais) e panqueca salgada, pan bati.

Palm Beach, Eagle Beach, Machebo Beach, Rodger Beach, Arashi e Baby Beach estão entre as praias mais procuradas, além de Palm Beach, sempre cheia. Arashi é boa para snorkeling.

Mergulhos para exploração de relíquias de naufrágios (como o Antilla), passeios em barcos para piscinas naturais, cavernas com inscrições pictográficas, ruínas de minas de ouro, cassino e compras de marcas também integram o cardápio de Aruba.

Cozumel

Como chegar. É possível chegar pousando no aeroporto internacional de Cozumel, mas a maioria dos turistas vai de ferries e lanchas que atravessam durante todo o dia as águas entre Playa del Carmen e o píer de Cozumel — os ferries rápidos levam pouco mais de 30 minutos para fazer a travessia.

De cara para os recifes. Bem em frente ao parque natural dos recifes de Cozumel, o Intercontinental Presidente Cozumel (diárias a US$ 242) é um dos maiores resorts da ilha e muito procurado por brasileiros.

Vida marinha. Palancar é o ponto mais famoso de mergulho, com 70 metros de profundidade de visibilidade.

Aruba

Como chegar. Localizada praticamente na costa venezuelana, chega-se a Aruba em voo da Avianca (conexão em Bogotá), da Copa (Via Panamá) e da Gol (via Guarulhos e Caracas).

Flamingos e lancha. É na capital, Oranjestad, que fica o hotel Renaissance Aruba (desde US$ 168), que construiu uma ilha artificial com direito a areias muito brancas, mar transparente e até flamingos em frente à propriedade. Um dos hotéis mais cotados da ilha hoje, tem lanchas que pegam os hóspedes dentro do lobby diariamente para levá-los à ilhota dia e noite.

Praia clássica. A praia de Palm Beach tem a areia branquinha e o mar turquesa que todos procuram.

Praia com sotaque holandês

Bem menos americanizada que a vizinha Aruba (a maioria dos turistas é europeia), Curaçao é a maior ilha do arquipélago das chamadas Antilhas Holandesas — e provavelmente a mais interessante. Uma ilha comprida, árida e plana que é parte dos Países Baixos hoje mas autônoma na administração, com holandês como língua oficial e inglês, francês e até espanhol — sofreu dominação espanhola antes da holandesa — amplamente difundidos. Mas é o ritmado papiamento (a mistura crioula de português, espanhol, francês, inglês e holandês) a língua mais falada em toda a ilha.

Na capital, Willemstad, dividida entre Punda, o centro do colorido casario, o mercado e a zona comercial, e Otrabanda, a face mais moderna, é onde vive a maioria dos residentes da ilha.

Com menos resorts que a vizinha Aruba, Curaçao tem padrão de hospedagem mais europeu — a maioria na região da Baía de Piscadeira. A gastronomia baseia-se em frutos do mar, arroz e tutu de feijão — adocicado, com canela e açúcar mascavo. A mescla gastronômica é crioula/caribenha/europeia. Vai da erwten soep, sopa de ervilhas com carnes, ao bami, noodles com carnes e legumes.

O Museu Tula e a Kas di Pal’i Maishi, que reproduz uma casa de ex-escravos, contam a história das colonizações. Chamam a atenção na geografia plana, Boka Tabla, falésia onde as ondas arrebentam com violência criando sulcos e cavernas, e o Mt. Christoffel, a maior elevação da ilha, que chega quase a 380 metros.

Curaçao tem algumas das praias mais bonitas do Caribe. Pequenas, são perfeitas para quem quer sossego e banhos de mar inesquecíveis. Com jeito ainda meio “selvagem” (não há hotéis ou outras construções na orla nem grande exploração de barracas no local), têm o mar turquesa tão característico do Caribe e água cristalina.

Como chegar. Chegar a Curaçao é possível via Estados Unidos, mas a melhor opção para brasileiros é com a Copa, via Cidade do Panamá (menos de 1h30m de voo da capital panamenha).

Clube de praia. O Marriott Curaçao (diárias a R$ 296) e o luxuoso resort Baoase (diárias US$ 375) são belas opções de hospedagem. O colorido Renaissance Curacao Resort&Casino (diárias a US$ 145) conta com praia e beach club privativos, construídos artificialmente sobre a margem rochosa da ilha, perto do píer de passageiros.

Aquário. Na praia de Port Marie, a uns 40 minutos do Centro, dá para nadar entre peixinhos sem nem se afastar muito da faixa de areia. Não perca também Boka Tabla, a falésia sobre as ondas.

oglobo.globo.com | 27-11-2013
O embaixador de Portugal nos Países Baixos e representante nacional junto da Organização para a Proibição das Armas Químicas (OPCW), José de Bouza Serrano, considerou hoje "um grande incentivo" a atribuição do Nobel da Paz 2013 à organização.
www.rtp.pt | 11-10-2013

A Apple anunciou nesta quarta-feira a lista de mais 52 países que vão receber o iPhone 5S e o iPhone 5C até o dia 1º de novembro. O Brasil ficou de fora. A Colômbia é o único país da América do Sul que aparece na listagem. A expectativa é de que os novos aparelhos da Apple desembarquem oficialmente em terras brasileiras em dezembro.

O lançamento nos 52 países será feito em duas etapas. No dia 25 de outubro os aparelhos serão lançados nas Antilhas Francesas, Áustria, Bélgica, Bulgária, Coreia do Sul, Croácia, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, Grécia, Hungria, Irlanda, Itália, Letônia, Liechtenstein, Lituânia, Luxemburgo, Macao, Malta, Nova Zelândia, Noruega, Países Baixos, Polônia, Portugal, República Tcheca, Reunião, Romênia, Rússia, Suécia, Suíça, Taiwan e Tailândia.

Em 1º de novembro será a vez de Albânia, Arábia Saudita, Armênia, Bahrein, Colômbia, El Salvador, Emirados Árabes, Guam, Guatemala, Índia, Macedônia, Malásia, México, Moldova, Montenegro e Turquia.

Anatel homologa iPhone 5S e 5C

Os dois novos iPhones já têm autorização para serem vendidos no Brasil. Na sexta-feira a Agência Nacional das Telecomunicações (Anatel) liberou a homologação dos smartphones. .

Os modelos liberados para venda são o A1457, dos cinco possíveis do iPhone 5S, e o A1507, de cinco possibilidades do iPhone 5C. Como os aparelhos são capazes de sintonizar a frequência de 2,5Ghz (Gigahertz), ambos são compatíveis com o 4G brasileiro.

oglobo.globo.com | 09-10-2013

ESTOCOLMO - O prêmio Nobel de Física de 2013, anunciado na manhã desta terça-feira na Suécia, foi concedido ao belga François Englert e ao britânico Peter Higgs, um dos físicos mais conhecidos do mundo. Em trabalhos independentes, eles propuseram em 1964 a teoria que explica como as partículas adquirem massa, num processo que pode ser explicado por uma partícula: o chamado bóson de Higgs.

Em julho do ano passado, a existência do bóson foi confirmada pelos cientistas dos dois principais experimentos do Grande Colisor de Hádrons (LHC), o maior acelerador de partículas do mundo. O bóson de Higgs era a única das 32 partículas fundamentais do Universo (prótons, nêutrons e elétrons, entre outras) previstas pelo Modelo Padrão da Física, formulado em 1964, que ainda não tinha sido detectada. Por ser a “peça que faltava” nesta teoria e por dotar de massa outras partículas, o bóson ganhou o apelido de “partícula de Deus”.

De acordo com os membros do comitê do Nobel, o prêmio foi concedido “para a descoberta de um mecanismo teórico que contribui para a nossa compreensão da origem da massa de partículas subatômicas, e que, recentemente, foi confirmada através da descoberta da partícula fundamental”. O premiação é de oito milhões de coroas suecas (R$ 2,7 milhões).

Em entrevista por telefone transmitida pelos organizadores do prêmio, Englert disse que não sabia o que iria fazer com o dinheiro (que será dividido com Higgs), e que “não era desagradável” receber o Nobel de Física de 2013:

- Ainda há questões muito importantes que precisam ser respondidas na física de partículas - disse Englert. - Estou muito feliz.

Já Peter Higgs não havia sido localizado pelos organizadores do Nobel. Em nota, ele agradeceu: “espero que este reconhecimento da ciência fundamental ajude a aumentar a consciência sobre a importância da pesquisa imaginativa".

A cerimônia começou com um atraso de cerca de uma hora, o que não é comum.

François Englert nasceu em 1932 em Etterbeek, na Bélgica. Ele é professor emérito da Universidade Livre de Bruxelas e o primeiro belga a ganhar o Nobel de Física. Ele atuou em conjunto com o colega Robert Brout, já falecido. Já Peter Higgs é de Newcastle, nascido em 1929. Ele é professor emérito da Universidade de Edimburgo, na Escócia.

No ano passado, o Nobel de Física foi concedido ao francês Serge Haroche e ao americano David Wineland. Em 2011, os vencedores foram Saul Perlmutter e Adam Riess (Estados Unidos) e Brian Schmidt (Austrália/Estados Unidos). Andre Geim (Países-Baixos), Konstantin Novoselov (Rússia/Grã-Bretanha) ganharam a premiação em 2010.

oglobo.globo.com | 08-10-2013

BRASÍLIA – Uma chamada de celular no Brasil tem a tarifa mais cara do mundo em termos absolutos, segundo o estudo "Medindo a Sociedade da Informação" divulgado nesta segunda-feira segundo estudo divulgado nesta segunda-feira pela União Internacional de Telecomunicações (UIT) e divulgado em parceria com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A pesquisa realizada em 157 países mostra que o brasileiro, na média, paga por um minuto no celular em uma ligação para a mesma operadora US$ 0,71. Entre operadoras diferentes, o custo chega a US$ 0,74, segundo a pesquisa da UIT. A análise foi feita com base na taxa média praticada na cidade de São Paulo.

No outro extremo, aparece Hong Kong, onde o minuto da chamada sai por US$ 0,01, ou seja, 70 vezes menos que no Brasil. E na China, o usuário não paga mais de US$ 0,04 pelo mesmo minuto. Se for incluindo também tarifas de telefonia fixa e internet, a situação não melhora muito. O Brasil aparece na 93ª posição do ranking - atrás de países como Índia, Colômbia e Peru.

As três primeiras posições no ranking de menores custos dos serviços estão ocupadas por Macau (China), Catar e Hong Kong (China), onde os usuários gastam, 0,2%, 0,4% e 0,4% de suas rendas com a cesta de serviços de telefonia fixa, móvel e banda larga. No Brasil, 4% da renda do cidadão é consumida pela cesta de serviços estipulada pela UIT.

A consultoria Teleco, ligada à SindiTelebrasil, que representa as empresas do setor no país, criticou o levantamento. A entidade afirma que a metodologia usada pela UIT considera planos de telefonia que não existem no Brasil, o que prejudica a comparação de preços. “Se fosse considerado o valor de US$ 0,74 para o preço do minuto da telefonia celular, como apontado pela UIT, a conta média do brasileiro seria de R$ 214,89, o que em hipótese alguma reflete a realidade praticada no Brasil”, afirmou a Teleco.

A entidade afirma que o preço médio do minuto no Brasil é de R$ 0,15, com impostos (US$ 0,068), e a conta média mensal do brasileiro com celular é de R$ 19, considerando uma média de 132 minutos de ligações.

Situação melhor na banda larga

O Brasil só melhora no ranking de preços da banda larga fixa. O país ficou com a 55ª posição no ranking de menores preços. Segundo a UIT, o gasto do brasileiro com serviços de internet banda larga é, em média, 2% da renda mensal bruta. O preço médio da internet banda larga no país é de US$ 17,80. O preço do serviço no Brasil é mais caro que no Uruguai e na Venezuela, que ocupam a 37ª e a 39ª colocação no ranking dos mais baratos, respectivamente.

País fica na 62ª posição em ranking

O Brasil está na 62ª posição no ranking de desenvolvimento das tecnologias de telecomunicações, na lista de 157 países. A nota do Brasil pela medição feita em 2012, que avalia o acesso à internet, telefonia celular e fixa, é 5,00, acima dos 4,59 no levantamento anterior, em 2011.

De acordo com o relatório, no Brasil a penetração da banda larga móvel aumentou de 22% em 2011 para 37% ao final de 2012, com 88% da população com cobertura pela tecnologia 3G.

A proporção de domicílios com computador no Brasil, de acordo com a pesquisa, subiu de 45% para 50% no final de 2012. “A proporção de domicílios com acesso à internet mostrou um crescimento ainda mais significativo, subindo de 38% em 2011 para 45% em 2012. Um dos motivos que explica tal crescimento é o Plano Nacional de Banda Larga, que prevê diversas medidas para levar o acesso à internet em banda larga para mais de 40 milhões de domicílios até 2014”, apontou o estudo.

O ranking dos países mais conectados do mundo é liderado pela Coreia do Sul, com um índice de 8,57. Em seguida, vêm Suécia, Islândia, Dinamarca, Finlândia, Noruega e Países Baixos. Os cinco países que mais subiram no ranking entre 2011 e 2012 foram Emirados Árabes Unidos, Líbano, Barbados, Seychelles e Bielorrússia.

oglobo.globo.com | 07-10-2013

LONDRES - Dos casamentos arranjados às formas mais sutis de persuasão, é comum que os pais influenciem a escolha dos parceiros dos filhos. Um novo estudo da Universidade de Bristol, no Reino Unido, encontrou uma explicação evolutiva para esse controle: publicado na edição desta quarta-feira da revista “Evolution & Human Behavior”, o estudo mostra que o conflito sobre a escolha do parceiro pode estar enraizada em um conflito evolutivo maior, sobre recursos.

O pesquisador Tim Fawcett, da Escola de Ciências Biológicas da Universidade de Bristol trabalhou junto com cientistas da Universidade de Groningen, nos Países Baixos, para investigar como como as preferências de pais e filhos pelo companheiro coevoluem. Eles descobriram que os pais tendem a dar mais recursos aos filhos cujos parceiros oferecem menos apoio, e que isso leva a um conflito sobre a escolha do companheiro.

A equipe construiu um modelo de computador para simular a evolução do comportamento dos pais quando a filha está à procura de um parceiro. O modelo mostra que, normalmente, os pais preferem um genro mais carinhoso e que dê muito apoio financeiro à filha — estilo que em geral não seria escolhido por ela.

— O conflito sobre recursos é central para entender por que pais e filhas discordam sobre a escolha dos parceiros — diz Fawcett.

O modelo prevê que quando os pais distribuem recursos de forma igualitária entre seus filhos, as preferências sobre os parceiros coincidem. Mas quando os pais contribuem com mais do que os parceiros, o conflito aparece.

Fawcett explica que os pais se relacionam por igual com todos os seus filhos, enquanto que cada criança se valoriza mais do que seus irmãos — de modo que cada criança quer ter mais do que sua parte justa dos recursos dos pais. Isto significa que as crianças estão dispostas a se contentar com um companheiro menos carinhoso do que seus pais gostariam.

Se esta nova teoria estiver correta, lança luz sobre um aspecto intrigante do comportamento humano e pode ajudar a explicar os padrões de variação entre as culturas. Em trabalhos futuros, os cientistas planejam investigar preferências para diferentes aspectos da qualidade.

— Pesquisas mostram que as crianças tendem a dar mais importância à beleza física, olfato e senso de humor, enquanto os pais se preocupam mais com a classe social e o histórico familiar— diz Piet van den Berg, autor do estudo. — Ainda não entendemos a razão para esta diferença, mas provavelmente tem algo a ver com a nossa história evolutiva.

oglobo.globo.com | 19-09-2013

BRASÍLIA — O embaixador aposentado Gilberto Vergne Saboia, pai do diplomata Eduardo Saboia, se diz aflito, mas orgulhoso, de ver o filho no olho do furacão depois de protagonizar a operação de resgate do senador boliviano Roger Pinto, confinado na embaixada do Brasil em La Paz há 15 meses. Com uma longa carreira nos mais prestigiados cargos da diplomacia, inclusive como membro da Comissão de Direito Internacional da ONU, Gilberto Saboia defende como legitima e legal a ação do filho.

Ao comentar as declarações iradas de Dilma, Gilberto Saboia diz que entende a reação da presidente, mas pede que ela aja de forma “desapaixonada” e entenda os limites entre a ética e a hierarquia. Ele está se deslocando do Rio, onde mora, para Brasília, onde está Eduardo Saboia, para dar apoio e ajudar na defesa legal do processo administrativo aberto pelo Itamaraty para investigar a operação que deixou Dilma e o presidente da Bolívia, Evo Morales, indignados.

— Colocar meu filho como bode expiatório seria lamentável! Entendo que a presidente está aborrecida, mas peço que faça uma análise desapaixonada de toda essa questão. Que entenda que nada do que foi feito, foi ou será dito, tem como alvo seu governo. Eu e meu filho somos altamente disciplinados. Mas respeitar os limites entre a ética e a hierarquia é uma coisa fundamental — declarou o embaixador aposentado na tarde desta terça-feira ao GLOBO.

Sobre suspeitas de que o governo boliviano tenha tentado montar uma “armadilha” para prender Roger Molina pela condenação a um ano de prisão por corrupção — julgamento aconteceu depois do asilo — o embaixador Gilberto Saboia disse que havia uma certa estranheza com declarações de autoridades dizendo que o senador de oposição poderia sair dirigindo ou sair às ruas. Outra hora diziam que o Brasil sabia o que tinha que fazer.

— Em países onde a verdade e a mentira são ditas dentro de um espaço nebuloso, isso parecia estranho. Davam a entender que ele podia escapar. Mas isso parecia uma armadilha para que escapasse e fosse preso imediatamente — observou Gilberto Saboia.

Diante dessa situação nebulosa, que não se resolvia nunca, Eduardo Saboia teria , então, resolvido tomar a atitude extrema de trazer o senador boliviano para o Brasil.

— Meu filho agiu por razões genuinamente humanitárias, em defesa de princípios superiores a meras considerações burocráticas, depois de uma longa história de tentativas de solução que se mostraram ineficazes — contou o embaixador Gilberto Saboia.

Ele disse que, através da procrastinação de uma solução, as autoridades bolivianas acabaram transformando a generosidade do asilo brasileiro em prisão domiciliar do desafeto de Evo Morales.

— Uma autoridade boliviana das grandes chegou a dizer que o senador podia apodrecer na cadeia. E o asilo na embaixada se transformou numa prisão, gerando uma situação de enorme desgaste físico para ele e todos que com ele conviviam — disse Gilberto Saboia.

Saboia pai foi embaixador pelo Brasil em Haia, Países Baixos e na ONU, onde também foi representante permanente para a Proibição das Armas Químicas. Como o filho, tem atuação marcada pela defesa dos direitos humanos. Seu extenso currículo inclui ainda a presidência do Comitê de Redação da Conferência Mundial para os Direitos Humanos, em Viena; a chefia da delegação brasileira na Conferência para o Estabelecimento do Tribunal Penal Internacional, em Roma, foi secretário de Estado para os Direitos Humanos entre 2000 e 2001 e subsecretário-geral de Assuntos Políticos do Itamaraty entre 2002 e 2003.

Sobre o processo que o filho Eduardo Saboia vai enfrentar, além das implicações políticas e da ira da presidente, Gilberto Saboia pede “cuidado” ao Itamaraty. Lembra que o diplomata processado tem 23 anos de bons serviços prestados, foi o primeiro colocado na turma de ingresso e o segundo na de saída, passou por vários postos, inclusive assessor do ex-chanceler Celso Amorim.

— Estou ao lado do meu filho. Nem ele nem eu queremos sair atacando. Temos carinho pelo Itamaraty e o Brasil democrático é uma conquista. Não temos essa visão incendiária e catastrofista. Meu filho vai se defender e eu vou defendê-lo também. O Itamaraty precisa tomar cuidado, em consonância com a longa tradição de respeito e defesa de seus funcionários — encerrou Gilberto Saboia.

oglobo.globo.com | 27-08-2013
Um método desenvolvido no Centro de Excelência para Tecnologia Sustentável e Água, em Wetsus, nos Países Baixos, reaproveita o dióxido de carbono (CO2) produzido em termelétricas e outras chaminés ao redor do planeta para produzir energia. A técnica foi divulgada em um artigo, veiculado na publicação especializada Environmental Science & Technology Letters. A tecnologia desenvolvida [...]
envolverde.com.br | 26-07-2013

AMSTERDÃ - Dias chuvosos costumam ser chamados pelos turistas de “dias de museu”, o que se faz supor que em Amsterdã, onde os generosos índices pluviométricos garantem o pão com queijo gouda de cada dia dos vendedores de guarda-chuvas, todo dia é dia de museu. A máxima está correta, mas não só pelo aguaceiro típico e sim porque os museus estão entre as principais atrações da maior cidade holandesa. Especialmente este ano, com a reabertura em 13 de abril do Rijksmuseum, o maior do país, após dez anos fechado para reforma. A renovação não foi apenas física. Agora as oito mil obras do acervo estão dispostas em ordem cronológica, tornando mais fácil a compreensão dos últimos cinco séculos de arte produzida nos Países Baixos.

O ano marca ainda o 40º aniversário do Museu Van Gogh, que também passou por uma reforma estrutural e reabriu em 1º de maio, depois de oito meses de obras, com uma elucidativa exposição sobre o método de trabalho do pintor holandês.

A reabertura dos dois museus mais populares da cidade serve de inspiração para um roteiro pelos arredores da Museumpleim, onde estão atrações menos badaladas, como o extravagante Stedelijk Museum, dedicado à arte moderna, que também passou por reformas no ano passado, e o House of Bols, que conta, de maneira divertida, a história da tradicional marca de gim. A região, ao sul do famoso cordão de canais, tem também boa música no palco do Concertgebouw, a linda sala de concertos de Amsterdã.

Quando a chuva diminuir, pedale pelo Vondelpark ou caminhe pelo pitoresco bairro De Pijp, onde pubs, restaurantes árabes e ourives do Suriname convivem em total harmonia.

Obras-primas restauradas

A grandiosidade e o estilo neogótico do palacete que abriga o Rijksmuseum desde 1885 são típicos de uma construção mais que centenária. Mas quem vê apenas o interior do museu poderia jurar que se trata de um projeto novinho em folha. O mesmo acontece ao se deparar com obras como “Ronda noturna” de Rembrandt, ou “A leiteira”, de Vermeer, ambas do século XVII, mas que parecem recém-saídas de uma galeria de jovens artistas. Tanta jovialidade é o resultado da reforma tão cara (€ 375 milhões) quanto demorada do museu, que modernizou o interior do prédio histórico e restaurou todas as oito mil peças em exposição.

A reabertura do Rijksmuseum (“Museu do Estado”, em holandês) foi o último grande evento público da Rainha Beatrix antes de abdicar em favor de seu filho, Willem-Alexander. Entre todas as regalias às quais a monarca está acostumada, uma em especial deve ter causado inveja nos plebeus que se enfileiram diariamente para entrar no prédio: um tour privado, com direito a observar, sozinha, a “Ronda noturna”, a obra mais concorrida do museu e um dos exemplos da iluminação revolucionária empregada por Rembrandt.

Quem não tem sangue azul precisa se acotovelar em frente à pintura, de 1642, que mostra membros da guarda civil de Amsterdã se preparando para uma patrulha noturna. O quadro é o único a ocupar o mesmo lugar de antes da reforma, um salão projetado especialmente para ele pelo arquiteto original do museu, Pierre Cuypers (também autor do desenho da Estação Central de Amsterdã).

O salão, no segundo andar, é o ponto de partida para a Galeria de Honra, um grande corredor no segundo andar do prédio onde fica boa parte das obras-primas da chamada Era Dourada holandesa, durante o século XVII. Estão ali mais quadros de Rembrandt em companhia de obras de Vermeer, Jan Steen e Frans Hals, entre outros mestres flamengos.

Apesar de o segundo andar reunir as obras mais conhecidas, não se deve ignorar os outros três pavimentos do museu, ainda que o tempo seja curto. Principalmente porque, após a reabertura, a coleção foi disposta em ordem cronológica. Os primórdios da arte dos Países Baixos podem ser vistos nas salas do subsolo, que guardam obras produzidas entre os anos 1100 e 1600. Neste pavimento também está o acesso a outra novidade pós-reforma, o pavilhão asiático, uma moderna ala com pouco mais de 300 peças vindas de diversos países daquele continente.

As salas do andar seguinte reúnem obras de 1700 a 1900, o que significa grande movimento de câmeras e celulares em torno das pinturas de Van Gogh e seus contemporâneos. Não deixe de observar clássicos como a série de moinhos pintados por Paul Gabriël e os retratos e cenas cotidianas de Breitner. Outro grande destaque, literalmente, deste setor é o quadro “A batalha de Waterloo”, de Jan Willem Pieneman, com 5,76 metros de altura por 8,23 metros de largura.

No terceiro andar estão as obras do século XX, pela primeira vez expostas no Rijksmuseum, como o vestido de Yves Saint Laurent inspirado nas linhas de Mondrian e algumas fotografias.

A restauração do Rijksmuseum, entretanto, não está completa. Com a reabertura do palacete, a Ala Philips, que recebeu o público nos últimos dez anos, foi fechada para reforma. Deve ser reaberta em 2014 como um espaço para mostras especiais e área VIP para patrocinadores do museu. Antes disso, no dia 22 de junho, serão inaugurados os jardins do museu. Com 14.500 metros quadrados e paisagismo igual ao projetado por Cuypers, o lugar receberá, nos próximos cinco anos, exposições de importantes escultores internacionais, sempre gratuitas. O primeiro deles é Henry Moore, até 29 de setembro.

Oito meses não são dez anos, mas ainda assim o período em que o Museu Van Gogh permaneceu fechado para reformas estruturais pareceu uma eternidade, principalmente quando uma das atrações mais populares da cidade comemora 40 anos. O resultado físico das obras não é tão evidente quanto o do Rijksmuseum, mas a exposição “Van Gogh at work”, que explora os métodos de criação do mestre pós-impressionista holandês, permite uma experiência completamente nova ao visitante, mas sem abrir mão de obras-primas, como “Campo de trigo com corvos” e seus autorretratos.

— Nosso objetivo é mostrar que Van Gogh foi um artista ainda mais complexo e metódico que a imagem comum que se tem dele, de um gênio caótico e meramente intuitivo — explica o pesquisador do museu Teio Meedendorp.

O grande mérito da exposição, que vai até 12 de janeiro do ano que vem, é justamente mostrar os bastidores do processo criativo de Van Gogh, revelando ao público itens como cadernos de anotações com rascunhos para “Girassóis” e quadros pintados sobre telas reaproveitadas. Num dos mais icônicos, ele criou um jarro de flores sobre um esboço de dois pugilistas. O traço original só foi revelado através de raio-X.

É interessante também o setor que mostra os primeiros anos do artista, dos desenhos acadêmicos feitos em escolas parisienses ao surgimento de seu estilo próprio. E o que mostra as cores originais de quadros como “O quarto”, recuperadas graças a técnicas modernas de restauração e cartas do próprio artista a seu irmão.

A grande maioria das peças expostas em “Van Gogh at work” é do próprio acervo do museu. Entre as peças emprestadas está uma palheta usada pelo pintor, do Musée d’Orsay. Dá até para imaginá-lo em ação, num campo cheio de trigo e corvos.

Música, genebra e lojas de grife

O Rijksmuseum e o Museu Van Gogh são as maiores, mas não são as únicas atrações do Oud-Zuid, a região ao sul da área central de Amsterdã e que merece ser explorada com calma e atenção. A começar pelos vizinhos da Museumplein, um amplo gramado que é, literalmente, a “praça dos museus”.

A poucos passos do Museu Van Gogh, na mesma rua (Paulus Potterstraat), está o Stedelijk, o museu de arte moderna e contemporânea da cidade que tem chamado muita atenção desde sua reinauguração, em setembro de 2012, pelo extravagante anexo, em forma de banheira futurista. A nova ala do museu contrasta com o antigo prédio, também amplamente reformado nos últimos anos, de tijolinhos vermelhos e listras brancas, seguindo o padrão arquitetônico desta parte da cidade. O acervo do Stedelijk tem obras de Matisse, Mondrian, Kandinsky, Picasso, Monet e do onipresente Van Gogh, entre outros.

Do outro lado da rua, num elegante casarão também de tijolinhos, está o House of Bols, dedicado a contar a história da marca de bebidas holandesa. Num ambiente moderno que lembra, muitas vezes, o de uma boate, somos apresentados à história da destilaria fundada por Lucas Bols em 1575 para produzir genebra (genever, em holandês), a bebida a base de zimbro que deu origem ao gim. A visita é totalmente interativa: é possível sentir o cheiro, o gosto e tocar nos ingredientes usados nas bebidas da marca. Tanta interatividade termina, claro, num bar espelhado, onde o visitante tem direito a dois drinques. Muita gente se empolga e fica por ali mesmo, experimentando a longa lista de opções.

Um ambiente mais comportado é o do Concertgebouw, a sala de concertos que fica de frente para a Museumplein. Dono, segundo os críticos, de uma das melhores acústicas do mundo, o Concertgebouw está com uma programação especial para 2013, em que completa 125 anos. A mesma idade da Orquestra Real do Concertgebouw, sediada ali, que ao longo do ano participará de apresentações especiais.

Uma atividade curiosa que vai além da música é a visita guiada pelos bastidores do prédio, com acesso à sala do maestro, à área privada da família real, à sala de controle e ao teto sobre o palco principal. Se você tiver sorte, talvez dê para acompanhar o ensaio dos músicos. Quem faz o tour aos domingos pode combinar com a apresentação na hora do almoço.

A entrada principal do Concertgebouw fica na Van Baerlestraat, uma larga avenida cheia de butiques, joalherias e lojas de design. É um bom lugar também para comer antes ou depois dos concertos, em restaurantes como a Brasserie Van Baerle, onde os croquetes de camarão já valem a visita.

Lojas e restaurantes ainda mais exclusivos estão na P.C. Hoofstraat, rua que corta a Van Baerlestraat e é praticamente toda ocupada por grifes como Armani, Prada, Louis Vuitton e Chanel. Ela fica bem perto do Vondelpark, uma das áreas de lazer mais populares da cidade. Com oito hectares, a área reúne todo o tipo de pessoa aos fins de semana, de hippies a hipsters sobre a grama, sobretudo quando há alguma programação em seu anfiteatro, o Openlunchttheater. Com amplas pistas e belos jardins e lagos, o parque é também o lugar mais tranquilo para o turista pedalar em Amsterdã, sem risco de protagonizar acidentes de trânsito com os ferozes ciclistas holandeses.

SERVIÇO

Rijksmuseum: Diariamente, das 9h às 17h. Pela página rijksmuseum.nl é possível comprar ingressos (adultos pagam € 15 e menores de 18 anos entram de graça) e reservar visitas guiadas de uma hora de duração (€ 5).

Van Gogh Museum: De sábado a quinta, das 9h às 18h. Sextas, das 9h às 22h. Os ingressos, disponíveis em vangoghmuseum.nl, custam € 15. Para menores de 18 anos é de graça.

Stedelijk: Aberto diariamente das 10h às 18h (às quintas fecha às 22h). Museumplein 10. Ingressos a € 15 (adultos) e € 7,5 (estudantes). Audioguias a € 5. stedelijk.nl.

House of Bols: Diariamente das 12h às 18h30m. Paulus Potterstraat 14. Entrada custa € 14,50, só permitida para maiores de 18 anos. bols.com.

Concertgebouw: Visitas guiadas custam € 10 por pessoa e acontecem aos domingos (das 12h15m à 13h30m), segundas (das 17h às 18h15m) e quartas (das 13h15m às 14h30m). Concertgebouwplein 10. Ingressos e programação em concertgebouw.nl.

Vondelpark: O parque está aberto todos os dias do amanhecer à meia-noite. A programação do anfiteatro está em openluchttheater.nl.

Onde comer:

Brasserie Van Baerle: Van Baerlestraat 158. brasserievanbaerle.nl

Eduardo Maia viajou a convite da Holland Alliance.

oglobo.globo.com | 06-06-2013
Um empresário libanês preso na semana passada em Curitiba (PR), por aplicar um golpe na indústria têxtil, pode ser um homem procurado pela polícia internacional suspeito de ser um dos financiadores do Hezbollah. Grupo político e paramilitar libanês, com atuação também no Irã e Síria, o Hezbollah é considerado uma organização terrorista por Estados Unidos, Israel, Canadá, Reino Unido e Países Baixos....
noticias.terra.com.br | 21-05-2013

RIO - A maconha medicinal já chegou às farmácias da República Tcheca. Segundo um comunicado divulgado pela agência estatal russa RT nesta quinta-feira, pacientes que sofram de câncer, psoríase, esclerose múltipla ou Mal de Parkinson e que tenham receita médica já podem comprar a erva. Apesar da liberação, a legislação não estipula que os planos de saúde cubram o tratamento.

Está previsto que o país importe a planta de Israel e dos Países Baixos no primeiro ano. Nesse prazo, será avaliada a demanda e concedidas licenças a um determinado número de agricultores para o cultivo da erva.

O uso da maconha para fins medicinais foi aprovado em janeiro pelo Parlamento. Nenhum cidadão está liberado para produzir a droga de forma independente. Todos os estabelecimentos que venderem a erva terão que ser registrados e o tratamento não será coberto por planos de saúde.

A maconha para fins medicinais é permitida em diversos países europeus e em partes dos Estados Unidos. A droga é recomendada para pacientes que sentem dor crônica e para os que sofrem de câncer.

oglobo.globo.com | 16-05-2013

A personalidade da vez é a rainha Máxima Zorreguieta, esposa do novo rei da Holanda As famílias reais são sempre assunto de interesse público. Seus hábitos, os lugares que  frequentam e seu estilo, claro, estão entre os principais interesses de quem não faz parte deste universo, repleto de glamour mas também cheio de responsabilidades. A Bola da vez é a rainha Máxima dos Países Baixos, nascida em Buenos Aires, no dia 17 de maio de 1971, a esposa do rei [...]

O post Máxima Zorreguieta, nova rainha da Holanda – Veja estilo, looks, vestidos e joias apareceu primeiro em Fashion Bubbles.

www.fashionbubbles.com | 08-05-2013

A Família Real Holandesa organizou um Jantar de Gala em honra da Rainha Beatrix , que abdicou do Trono que reinou por 33 anos para seu primogênito Willem-Alexander, o atual Rei dos Países Baixos.

O post Jantar na Coroação de Willem-Alexander, Rei dos Países Baixos, no Rijksmuseum de Amsterdã. apareceu primeiro em Jornal Correio do Brasil.

correiodobrasil.com.br | 30-04-2013
O príncipe herdeiro Guilherme-Alexandre subiu esta terça-feira, às 10.10 horas (9.10 horas em Portugal continental), ao trono dos Países Baixos, depois de a mãe, a rainha Beatriz, ter assinado o documento da abdicação.

rss.feedsportal.com | 30-04-2013
O príncipe herdeiro Guilherme-Alexandre subiu hoje, às 10:10 (09:10 em Lisboa), ao trono dos Países Baixos, depois de a mãe, a rainha Beatriz, ter assinado o documento da abdicação.
www.rtp.pt | 30-04-2013

AMSTERDÃ - A rainha Beatrix abdicou ao trono nesta terça-feira ao assinar um documento no qual cede poder ao filho Willem-Alexander, que inicia seu reinado ao lado da mulher, a argentina de origem plebeia Máxima Zorreguieta, que se torna rainha consorte. O novo rei é o primeiro homem a assumir o trono holandês em 123 anos.

Beatrix e testemunhas assinaram o instrumento de abdicação no salão Mosezaal do Palácio Real de Amsterdã na presença dos presidentes do Senado e da Câmara dos Representantes, o Conselho de Ministros para o reino, os membros da família real, os governadores e primeiros-ministros de Aruba, Curação e Sain Maarten.

- Hoje dou lugar a uma nova geração. Meu filho assume a responsabilidade desta nova função - disse Beatrix, que passa a ser princesa dos Países Baixos, com tratamento de Vossa Alteza Real.

Milhares de holandeses se reuniram na praça em frente ao Palácio Real para se despediram de Beatrix e saudar o novo rei e a rainha consorte.

oglobo.globo.com | 30-04-2013

A Rainha Beatriz da Holanda e dos Países Baixos se despede do Trono em 30 de Abril dizendo Adeus a mais de 33 anos de Reinado. Beatrz Abdica o Trono em favor de seu Filho Primogênito o Príncipe William Alexander e sua Esposa Princesa Máxima, numa festa inesquecível para os Holandeses.

O post Rainha Beatriz da Holanda Abdica o Trono em favor do Filho Primogênito. apareceu primeiro em Jornal Correio do Brasil.

correiodobrasil.com.br | 27-04-2013
Enfeitada e com fortes medidas de segurança, a cidade de Amsterdã espera representantes de casas reais e de governos de todo o mundo que, na próxima terça-feira, assistirão à cerimônia de entronização do próximo rei dos Países Baixos, Willem-Alexander, que completa 46 anos neste sábado....
noticias.terra.com.br | 27-04-2013
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