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Um empresário libanês preso na semana passada em Curitiba (PR), por aplicar um golpe na indústria têxtil, pode ser um homem procurado pela polícia internacional suspeito de ser um dos financiadores do Hezbollah. Grupo político e paramilitar libanês, com atuação também no Irã e Síria, o Hezbollah é considerado uma organização terrorista por Estados Unidos, Israel, Canadá, Reino Unido e Países Baixos....
noticias.terra.com.br | 21-05-2013
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RIO - A maconha medicinal já chegou às farmácias da República Tcheca. Segundo um comunicado divulgado pela agência estatal russa RT nesta quinta-feira, pacientes que sofram de câncer, psoríase, esclerose múltipla ou Mal de Parkinson e que tenham receita médica já podem comprar a erva. Apesar da liberação, a legislação não estipula que os planos de saúde cubram o tratamento. Está previsto que o país importe a planta de Israel e dos Países Baixos no primeiro ano. Nesse prazo, será avaliada a demanda e concedidas licenças a um determinado número de agricultores para o cultivo da erva. O uso da maconha para fins medicinais foi aprovado em janeiro pelo Parlamento. Nenhum cidadão está liberado para produzir a droga de forma independente. Todos os estabelecimentos que venderem a erva terão que ser registrados e o tratamento não será coberto por planos de saúde. A maconha para fins medicinais é permitida em diversos países europeus e em partes dos Estados Unidos. A droga é recomendada para pacientes que sentem dor crônica e para os que sofrem de câncer.
oglobo.globo.com | 16-05-2013
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A personalidade da vez é a rainha Máxima Zorreguieta, esposa do novo rei da Holanda As famílias reais são sempre assunto de interesse público. Seus hábitos, os lugares que frequentam e seu estilo, claro, estão entre os principais interesses de quem não faz parte deste universo, repleto de glamour mas também cheio de responsabilidades. A Bola da vez é a rainha Máxima dos Países Baixos, nascida em Buenos Aires, no dia 17 de maio de 1971, a esposa do rei [...] O post Máxima Zorreguieta, nova rainha da Holanda – Veja estilo, looks, vestidos e joias apareceu primeiro em Fashion Bubbles.
www.fashionbubbles.com | 08-05-2013
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A Família Real Holandesa organizou um Jantar de Gala em honra da Rainha Beatrix , que abdicou do Trono que reinou por 33 anos para seu primogênito Willem-Alexander, o atual Rei dos Países Baixos. O post Jantar na Coroação de Willem-Alexander, Rei dos Países Baixos, no Rijksmuseum de Amsterdã. apareceu primeiro em Jornal Correio do Brasil.
correiodobrasil.com.br | 30-04-2013
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O príncipe herdeiro Guilherme-Alexandre subiu esta terça-feira, às 10.10 horas (9.10 horas em Portugal continental), ao trono dos Países Baixos, depois de a mãe, a rainha Beatriz, ter assinado o documento da abdicação.
rss.feedsportal.com | 30-04-2013
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O príncipe herdeiro Guilherme-Alexandre subiu hoje, às 10:10 (09:10 em Lisboa), ao trono dos Países Baixos, depois de a mãe, a rainha Beatriz, ter assinado o documento da abdicação.
www.rtp.pt | 30-04-2013
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AMSTERDÃ - A rainha Beatrix abdicou ao trono nesta terça-feira ao assinar um documento no qual cede poder ao filho Willem-Alexander, que inicia seu reinado ao lado da mulher, a argentina de origem plebeia Máxima Zorreguieta, que se torna rainha consorte. O novo rei é o primeiro homem a assumir o trono holandês em 123 anos. Veja também
Beatrix e testemunhas assinaram o instrumento de abdicação no salão Mosezaal do Palácio Real de Amsterdã na presença dos presidentes do Senado e da Câmara dos Representantes, o Conselho de Ministros para o reino, os membros da família real, os governadores e primeiros-ministros de Aruba, Curação e Sain Maarten. - Hoje dou lugar a uma nova geração. Meu filho assume a responsabilidade desta nova função - disse Beatrix, que passa a ser princesa dos Países Baixos, com tratamento de Vossa Alteza Real. Milhares de holandeses se reuniram na praça em frente ao Palácio Real para se despediram de Beatrix e saudar o novo rei e a rainha consorte.
oglobo.globo.com | 30-04-2013
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A Rainha Beatriz da Holanda e dos Países Baixos se despede do Trono em 30 de Abril dizendo Adeus a mais de 33 anos de Reinado. Beatrz Abdica o Trono em favor de seu Filho Primogênito o Príncipe William Alexander e sua Esposa Princesa Máxima, numa festa inesquecível para os Holandeses. O post Rainha Beatriz da Holanda Abdica o Trono em favor do Filho Primogênito. apareceu primeiro em Jornal Correio do Brasil.
correiodobrasil.com.br | 27-04-2013
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Enfeitada e com fortes medidas de segurança, a cidade de Amsterdã espera representantes de casas reais e de governos de todo o mundo que, na próxima terça-feira, assistirão à cerimônia de entronização do próximo rei dos Países Baixos, Willem-Alexander, que completa 46 anos neste sábado....
noticias.terra.com.br | 27-04-2013
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LISSE - Os holandeses são apaixonados por flores, mas especialmente encantados com as tulipas. A flor é o símbolo do país e pode ser encontrada em diferentes regiões da Holanda. Em nenhum lugar, porém, com tanta intensidade e colorido como nos arredores da cidade de Lisse, a 30 minutos ao Sudoeste da capital Amsterdã. As tulipas podem ser encontradas em grande quantidade e variedade entre as cidades de Haarlem (no Norte) e Sassenheim (no Sul). Lisse se tornou famosa principalmente pelos jardins de Keukenhoff — o parque é uma das principais atrações turísticas do país. A decepção de muitos, porém, é que o local só fica aberto durante dois meses por ano (meados de março a maio). É quando acontece o período de floração da primavera. Apesar do limite de tempo, 50 milhões de pessoas já passaram pela área desde a primeira exposição, em 1949. A iniciativa foi de um grupo de cultivadores de bulbos. Keukenhof possui números impressionantes. São 32 hectares, 15 quilômetros de trilhas, 4,5 milhões de tulipas (de 100 variedades) e mais de 2.500 árvores, de 87 espécies. Ao todo, são sete milhões de flores. Todas plantadas manualmente. Atualmente, a maior área do parque (245 hectares) é uma reserva natural. No século XV, a paisagem era dominada por dunas, que desapareceram com a criação de novas cidades ao redor do parque. Keukenhof significa "jardim da cozinha". Ganhou este nome porque na época em que era uma reserva de caça da nobreza, uma baronesa gostava de colher ervas aromáticas para a cozinha do castelo. A primeira exposição de flores no local foi realizada em 1949. A área, que já foi propriedade de um barão, é também um lugar para relaxar. O projeto de Keukenhof é do arquiteto e paisagista alemão J.D. Zocher, que desenhou a planta do parque inspirado nas paisagens inglesas. O desenho original, de 1830, já continha a alameda das árvores de faias, a Beukenlann, que até hoje, passados 183 anos, ainda encanta os visitantes. Um detalhe curioso é que as tulipas, apesar da importância simbólica na Holanda (também um dos principais produtos de exportação), não têm origem nos Países Baixos, mas na Turquia. Elas foram levadas para região em 1560. Uma sugestão é verificar no calendário do parque quando acontece a Parada das Flores (Bloemcorso, em holandês). É um desfile de carros alegóricos cobertos de flores. Os veículos percorrem as estradas da região que estão na rota de produção das tulipas. O percurso é de 40 quilômetros. Existe a possibilidade de comprar bulbos. Mas é bom lembrar que eles não poderão chegar no Brasil, por motivos fitossanitários.
oglobo.globo.com | 18-03-2013
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RIO – Um olhar sobre o investimento estrangeiro direto (IED) no Brasil nos últimos dez anos mostra, por exemplo, que há caras novas entre os maiores investidores. Em 2002, na lista dos “dez mais” já estavam EUA, Holanda, Luxemburgo, Espanha, França e Canadá — que também aparecem na de 2012, em posições diferentes. Mas enquanto Ilhas Cayman, Bermudas, Portugal e Alemanha deixaram o ranking, Suíça, Chile, Reino Unido e Japão entraram. A segunda maior economia do mundo não aparece diretamente entre os maiores investidores, mas pode estar “disfarçada” em um deles. Em 10 anos, o IED aumentou mais de 240%, de US$ 19 bilhões para US$ 65,3 bilhões, segundo cálculos feitos com exclusividade pela Sobeet (Sociedade Brasileira de Estudos de Empresas Transnacionais e da Globalização Econômica), com base nos dados das contas externas divulgado nesta quarta-feira pelo Banco Central e também nos dados históricos da autoridade monetária. O IED é conhecido como o “investimento bom”, já que a maior parte dele vai para a produção (fábricas, infraestrutura, prestação de serviços). Uma curiosidade sobre a lista de 2012 dos maiores investidores é que o Chile aparece na 7ª posição. É o único país em desenvolvimento entre economias avançadas. Em 2002, não estava. O Japão, terceira maior economia do mundo, há décadas em estagnação, figura como o 10º maior investidor. Suíça e Reino Unido estão em 4º e 8º, respectivamente. A Espanha, apesar de estar em crise, subiu no ranking, passando do 10º lugar em 2002 para o 5º em 2012. Diretor-presidente da Sobeet, Luís Afonso Lima aponta o que mudou nesses últimos anos: setores que estão se beneficiando do dinâmico mercado consumidor interno, como o de serviços, passaram a receber mais investimentos. Estão incluídos aí, por exemplo, os setores de saúde, de previdência privada, seguros, telecomunicações, de serviços financeiros, entre outros. Há mais investimentos na área de petróleo também. Além disso, as operações são menores, mas em número maior, o que é considerado positivo, por serem mais pulverizadas: — Outra coisa que mudou bastante foi a dimensão das operações realizadas. Há dez anos, eram grandes operações, boa parte acima de US$ 1 bilhão individualmente. Hoje, há mais operações abaixo de US$ 10 milhões do que acima de US$ 1 bilhão. As grandes corporações já vieram para cá e, ao mesmo tempo, novos setores que estão prosperando, como os de TI, não existiam antes, e as operações nem sempre são de grande porte — explica. Segundo ele, dá para identificar os segmentos nos quais os países que estão entre os principais investem: Espanha, por exemplo, no setor de serviços, como os EUA que, no passado, investiam mais no setor industrial. A China ainda não aparece entre os dez mais, mas o analista explica: — Os investidores fazem uma triangulação. O chinês, por exemplo, faz um aporte de capital nos Países Baixos (Holanda), que fazem a transferência para cá. Há novos investidores, mas não obrigatoriamente eles aparecem como investidores diretos, mas indiretos, “disfarçados”, há uma triangulação. Isso é possível, legal — diz. Em dez anos, outro avanço: o Brasil melhorou sua posição no ranking de investimentos: já esteve abaixo da 20ª posição; em 2010, subiu para 14º; em 2011, pulou para a 5ª — o país recebeu 4,4% do total investido no mundo, e deve ter terminado 2012 em 4º lugar. — Estamos na mira do investidor. As empresas pensam em vários países, entre eles, o Brasil. A economia cresceu menos no ano passado, mas continuamos recebendo investimento, porque temos um mercado consumidor que pouca gente têm. O ímã do investimento estrangeiro direto é o tamanho do mercado e sua perspectiva de crescimento. E ele cresce onde tem crédito, como no Brasil. Essa é a fotografia. Em 2013, ele acha que o Brasil receberá menos IED, por volta de US$ 50 bi, abaixo, portanto, dos US$ 65,3 bi do ano passado. Diz, por exemplo, que as empresas enfrentam dificuldades nas matrizes, que há mais concorrentes, como o México. Já outros analistas, como Bruno Lavieri, da consultoria Tendências, preveem pequeno aumento do investimento estrangeiro direto este ano, para US$ 67 bilhões. Na lista dos dez mais de 2013, devem aparecer novos investidores, como a China que, segundo a Sobeet, tem muito espaço para crescer e ficar entre os principais. O mesmo vale para outros países asiáticos. — São novos candidatos a investir no país — diz Lima.
oglobo.globo.com | 23-01-2013
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RIO - Na contramão de alguns ricos franceses como o ator Gerard Depardieu, que estão pedindo a cidadania belga para fugir dos altos impostos do país, o Standard Liège ameaça aderir à Ligue 1, a primeira divisão da França. Nesta quarta-feira, o presidente do clube, Roland Duchâtelet, disse que se não for criada uma competição mais rentável envolvendo os times da Bélgica e da Holanda, seu time vai se mudar para a França para não desaparecer. Duchâtelet foi dramático ao traçar o futuro do futebol belga se o torneio chamado de “Beneliga” não for criado. Para o dirigente, os clubes do país vão morrer. - Ou nos associamos ao país (a Holanda) para criar uma “Beneliga” ou o futebol belga vai desaparecer de morte natural - disse ele, ameaçando se mudar para a liga francesa se o projeto não for levado adiante. - Se este projeto não tiver êxito, o Standard vai pedir para aderir à Ligue 1 francesa. Pelo regulamento é possível, se os franceses concordarem. Dono do Standard desde o ano passado, o empresário diz que a criação de um torneio unificado entre os clubes das duas maiores nações dos Países Baixos resultaria num torneio mais forte, competitivo e pujante economicamente. A ideia de criar um torneio unificado de Bélgica e Holanda existe há alguns anos e conta com o apoio de alguns grandes times dos dois países como os belgas Anderlecht e Club Brugge e os holandeses Ajax e PSV. Segundo o presidente do Standard Liège, uma competição com 20 clubes repartidos de acordo com a população dos seus países (12 holandeses e oito belgas), que seriam selecionados através de um torneio classificatório, seria fundamental para a sobrevivência do futebol do país. Neste ano, um torneio de moldes semelhantes foi criado no futebol feminino envolvendo oito times de cada país. Os melhores times de cada país ao fim da temporada 2012-13 vão se classificar para a próxima edição da Liga dos Campeões feminina. - Negar este projeto seria (um exemplo) de má gestão. Anderlecht, Brugge, Ajax e PSV estão de acordo (em criar o torneio) - afirmou Duchâtelet. Ao mesmo tempo em que a sua seleção vive um bom momento liderando o grupo A das Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2014, no Brasil, e com jogadores se destacando no futebol inglês como o zagueiro Kompany (Manchester City), o meia Hazard (Chelsea) e o atacante Lukaku (West Bromwich), a liga belga vem despertando cada vez menos interesse dos torcedores, que têm acesso aos jogos de campeonatos mais poderosos como o próprio inglês, o espanhol e o alemão. Em 2009, o país mudou o seu sistema de disputa, abandonando o tradicional modelo de pontos corridos e adotando um sistema de playoffs após a temporada regular. O número de times também caiu de 18 para 16. Tudo para atrair mais torcedores para os estádios. O futebol holandês não vive crise semelhante, mas a Eredivisie League não tem mais o mesmo poderio do passado. Os principais jogadores não atuam no país e apenas um clube, o Ajax na Liga Europa, sobreviveu nas competições internacionais. O clube de Amsterdã vai enfrentar o Steaua Bucaresti no mata-mata da competição. A última vez que um clube da Holanda foi campeão europeu foi o Feyenoord, na Copa da Uefa em 2002. O jejum dos belgas é ainda maior. O Anderlecht foi o último campeão na Copa da Uefa em 1983.
oglobo.globo.com | 26-12-2012
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SÃO PAULO – A Petrobras assinou nesta sexta-feira um Memorando de Entendimentos que permitirá à estatal brasileira tomar financiamentos de até US$ 1 bilhão de junto à instituição que atua como agência oficial de crédito à exportação do governo dos Países Baixos (Atradius). A petrolífera informou que o memorando se enquadra entre as diversas estratégias da companhia para financiamento dos projetos previstos no Plano de Negócios e Gestão 2012-2016, que prevê investimentos de US$ 236,5 bilhões no período. O crédito servirá para cobrir as exportações holandesas para a Petrobras, disse a empresa em nota. A assessoria de imprensa da estatal não deu maiores detalhes sobre o financiamento. O acordo foi assinado durante visita do príncipe herdeiro dos Países Baixos, Willem Alexander van Oranje-Nassau, à sede da companhia no Rio de Janeiro, nesta sexta-feira. Participaram da comitiva do príncipe vários empresários holandeses. Eles trataram com a Petrobras de possíveis oportunidades de negócios e da cooperação entre empresas holandesas e a estatal brasileira.
oglobo.globo.com | 23-11-2012
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Estudo revela que 18% dos que inovam em Portugal fazem-no para resolver um problema individual, mais do que no Reino Unido e nos Países Baixos.
feedproxy.google.com | 15-11-2012
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As percentagens mais elevadas de consumo registam-se em Espanha (44%), em Itália (29%) e nos Países Baixos (26%). Portugal, entre os consumidores de drogas apenas entre 10 a 15% prefere a cocaína.
feedproxy.google.com | 15-11-2012
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É clara a mensagem da comissão do Nobel da Paz ao conceder o prêmio de 2012 à União Europeia, “por mais de seis décadas de contribuição ao avanço da paz e da reconciliação, da democracia e dos direitos humanos.” Ela pode ser resumida assim: “governantes, não deixem que a atual crise da zona do euro, a mais grave da ainda jovem UE, destrua tudo o que foi construído.” Porque esta é a ameaça que paira sobre a União, neste momento em que países como a Grécia estão ameaçados de deixar a zona do euro, por inadimplência nacional, e em que avultam nacionalismos como o da Catalunha, em relação à Espanha. A intensidade da crise europeia — a Espanha sofreu a maior queda de poder aquisitivo em 27 anos — é responsável por um nível de tensão que tende a pôr em evidência apenas as falhas da UE. O Nobel da Paz vem para tentar um reequilíbrio entre as forças positivas e destrutivas que convivem nesse edifício, que parecia sólido até explodirem bolhas imobiliárias e bancárias que levaram à crise de inadimplência, principalmente nos países periféricos da UE. O presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, afirmou que a UE “é a maior pacificadora da História.” Referia-se ao fato de terem políticos de países que se envolveram em duas guerras mundiais no século XX, alguns anos depois, mostrado a coragem de se unir e de começar a abrir mão de parte da soberania nacional em prol de um destino comum. Já em 1951, seis anos após o fim da Segunda Guerra Mundial, o Tratado de Paris criava a Comunidade Europeia do Carvão e do Aço, com França, Itália, Alemanha Ocidental, Bélgica, Países Baixos e Luxemburgo. Em 1957, o Tratado de Roma estabelecia a Comunidade Econômica Europeia (CEE). As tensões da Guerra Fria não interromperam o processo de integração, até que, em 7 de fevereiro de 1992, o Tratado de Maastricht (cidade holandesa) marcou o nascimento da UE. Dez anos depois, entrava em circulação o euro — o projeto mais ambicioso de políticos visionários. O número de países membros seguiu aumentando até os atuais 27, embora apenas 17 façam parte da zona do euro. A atual crise evidencia que, nessa área, o desejo político dos dirigentes correu bem mais do que as bases econômicas, financeiras e fiscais que deveriam ancorar a moeda única, hoje em seu pior momento. A importância da UE no mundo a tornou imprescindível para a estabilidade global. É necessário, portanto, que o edifício europeu seja reparado e que o euro sobreviva, ainda que sejam muito duros os sacrifícios pelos quais passa a população dos países mais afetados. Muito mais dolorosas foram as guerras que ensanguentaram o continente cujas cicatrizes a União encobriu.
oglobo.globo.com | 18-10-2012
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BRASÍLIA - A balança comercial brasileira registrou, em agosto, US$ 22,382 bilhões em exportações, valor 14,4% inferior ao apurado no mesmo mês de 2011. Também houve queda das importações, atingindo US$ 19,155 bilhões. Com isso, o saldo comercial foi positivo em US$ 3,227 bilhões. O dado foi divulgado nesta segunda-feira pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). No ano, a balança acumula um superávit de US$ 13,172 bilhões, uma queda de 34,1% ante mesmo período de 2011. O total das vendas externas no período de janeiro a agosto foi de US$ 160,599 bilhões e das compras, US$ 147,427 bilhões.
Veja também
Segundo o MDIC, nas exportações em agosto houve redução nas três categorias de produtos: básicos (-15,5%), manufaturados (-8,6) e semimanufaturados (-23,6%), em comparação ao mesmo mês do ano passado. As maiores quedas ocorreram com ferro fundido, alumínio em bruto, celulose, minério de ferro, soja em grão, carne de frango, automóveis e autopeças. Por ordem decrescente, os cinco maiores compradores de produtos brasileiros em agosto foram China (US$ 4,041 bilhões), Estados Unidos (US$ 2,483 bilhões), Argentina (US$ 1,669 bilhão), Países Baixos (US$ 1,434 bilhão) e Japão (US$ 660 milhões). Assim como as exportações, as importações em agosto caíram para todas as categorias de produtos, em comparação ao mesmo mês de 2011: combustíveis e lubrificantes (-48,9%), bens de capital (-9,4%), matérias-primas e intermediários (-7,4) e bens de consumo (-5,8%). Por mercados fornecedores, a China (US$ 3,231 bilhões) foi o principal mercado de origem das importações, seguida por Estados Unidos (US$ 2,721 bilhões), Argentina (US$ 1,583 bilhão), Alemanha (US$ 1,387 bilhão) e Coreia do Sul (US$ 875 milhões).
oglobo.globo.com | 03-09-2012
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Esqueça os famosos tamancos de madeiras e os grandes moinhos. A Holanda é um dos países mais importantes e influentes da Europa, sinônimo de liberdade, história, cultura e turismo. Quem visita o país encontra paisagens maravilhosas, cidades com belas arquiteturas, saborosas comidas e uma vida noturna bastante agitada.
Chamada também de Países Baixos - mais de um quarto do país está abaixo do nível do mar -, a Holanda foi construída em uma região pantanosa e se transformou em um dos países mais atraentes da Europa, recebendo mais de cinco milhões de turistas por ano. O país respi
www.folhadaregiao.com.br | 26-08-2012
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“Depois da polémica deste verão sobre o desmantelamento dos acampamentos de ciganos, o governo procurar dar garantias de apaziguamento”, escreve o Le Monde. Criticado pela sua política repressiva em relação aos ciganos – essencialmente romenos e búlgaros – , o Governo decidiu adotar uma atitude mais branda. Em resposta à principal reivindicação das associações para melhorar a situação precária de 15 mil ciganos estrangeiros a viver em França, decidiu em particular, escreve o jornal,
Estas medidas foram adotadas por determinados Estados-membros da UE (são ainda aplicáveis na Alemanha, Áustria, Bélgica, França, Países Baixos, Malta, Reino Unido e Luxemburgo) para se evitar um eventual efeito de dumping no mercado de trabalho. Contemplam o conjunto de residentes búlgaros e romenos (estima-se que cerca de 10% sejam romenos). Quanto a saber se a medida será eficaz, o diário baseia-se nas experiências de Espanha e de Itália, onde as medidas transitórias foram levantadas.
www.presseurop.eu | 23-08-2012
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SÃO PAULO - O Brasil já tem confirmada a participação de duas empresas na batalha de startups que será promovida durante a conferência The Next Web Latin America, em São Paulo, em 22 e 23 de agosto. A lista das 16 finalistas que vão participar da disputa foi divulgada hoje pela organização do evento. Elas vão disputar o título de startup de destaque com outras quatro empresas escolhidas durante a própria conferência, na área destinada a startups. A desenvolvedora de jogos para fãs Doubleleft e a empresa de agendamento de táxi via dispositivos móveis ResolveAí estão entre a lista de 16 nomes já confirmados para disputar o título de startup de destaque do evento. A Argentina é o país que tem mais representantes nessa fase preliminar, com cinco empresas: a loja de aplicativos Kinetik, a plataforma de oferta de trabalhos freelance Workana, a empresa de publicidade em redes sociais Jampp, a plataforma de design colaborativo t-Art e o mercado online de transportes MercadoTransporte. Chile e Colômbia também têm duas representantes entre as finalistas enquanto que Peru, Uruguai, Estados Unidos, Costa Rica e Países Baixos participam uma representante cada. As empresas foram selecionadas de um total de 114 inscritas e passaram por uma seleção documental, uma seleção de vídeos de apresentação e uma entrevista com os organizadores do evento. A vencedora da disputa será eleita por meio de júri especializado durante a conferência.
oglobo.globo.com | 03-08-2012
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O CNET vazou hoje o anúncio que a Apple terá que divulgar em seu site no Reino Unido e em jornais britânicos afirmando que a Samsung não copiou o design do iPad. Com a frase “A Samsung não nos copiou. E eles continuam sem ser cool”, a companhia ironiza a sul-coreana que saiu vitoriosa na disputa travada em Londres, após um juiz decidir que não havia cópia no tablet Galaxy porque este não é “tão cool” quanto o aparelho da Apple. No dia 18 de julho, o juiz Colin Birss de um tribunal de Londres ordenou que a Apple publique um anúncio para corrigir qualquer impressão de que a empresa sul-coreana tenha copiado o produto da Apple. Segundo a agência de notícias Bloomberg, os avisos deverão ser divulgados por seis meses. A Apple está lutando com concorrentes em processos de patentes em todo o mundo, incluindo a Google e a HTC numa competição ferrenha pela liderança do mercado de smartphones e tablets. Segundo a Bloomberg, outras batalhas legais entre Samsung e Apple também estão correndo na Alemanha, Países Baixos e EUA . Assim como em seu site, a Apple deverá pagar por anúncios no jornal “Financial Times”, “Daily Mail”, “The Guardian Mobile magazine” e T3, de acordo com a cópia de um rascunho da ordem fornecida pelos advogados da Samsung. O advogado da Apple disse que a empresa irá recorrer da decisão.
oglobo.globo.com | 20-07-2012
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O juiz Colin Birss de um tribunal de Londres ordenou hoje que a Apple publique um anúncio em seu site no Reino Unido e nos jornais britânicos alertando que a Samsung não copiou o design do iPad. Segundo a agência de notícias Bloomberg, os avisos devem ser divulgados por seis meses para corrigir qualquer impressão de que a empresa sul-coreana tenha copiado o produto da Apple. A ordem significa que a Apple terá que publicar “uma propaganda” para a Samsung, disse o advogado que representa a Apple, Richard Hacon. “Nenhuma empresa gosta de se referir a um rival em seu site.” A Apple está lutando com concorrentes em processos de patentes em todo o mundo, incluindo a Google e a HTC numa competição ferrenha pela liderança do mercado de smartphones e tablets. Segundo a Bloomberg, outras batalhas legais entre Samsung e Apple também estão correndo na Alemanha, Países Baixos e EUA . Assim como em seu site, a Apple deve pagar por anúncios no jornal “Financial Times”, “Daily Mail”, “The Guardian Mobile magazine” e T3, de acordo com a cópia de um rascunho da ordem fornecida pelos advogados da Samsung. O advogado da Apple disse que a empresa irá recorrer da decisão.
oglobo.globo.com | 19-07-2012
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União Europeia Criação e objetivos: Oficializado em 1992, por meio do Tratado de Maastricht, o bloco promoveu o mais profundo processo de integração econômica. Implantou uma moeda única — o euro — e um sistema financeiro e bancário comum, e estabeleceu a livre circulação dos cidadãos dos países-membros. Desafios/problemas: Está sob intensa pressão desde a recessão de 2008, cenário agravado ainda mais pela crise europeia, a partir de 2010, e pelo crescimento dos países emergentes. A instabilidade econômica trouxe à tona a contínua falta de competitividade das indústrias do bloco e a insatisfação de alguns Estados membros com a limitada influência política da UE. Enfrenta também desafios acarretados pelo alargamento do bloco: assimilação completa dos países da Europa Central e Oriental que já aderiram; e negociações de adesão com outros Estados, como a Turquia. Estados-membros: Áustria, Bélgica, Bulgária, Chipre, República Checa, Dinamarca, Estônia, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Hungria, Irlanda, Itália, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Países Baixos, Polônia, Portugal, Romênia, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Suécia e Reino Unido. Países candidatos: Croácia, Macedônia, Islândia, Montenegro, Sérvia e Turquia. Mercosul Criação e objetivos: Estabelecido em 1991 pelo Tratado de Assunção, o bloco tem caráter de união aduaneira. Reduziu ou eliminou tarifas alfandegárias e estabeleceu a livre circulação de serviços e produtos entre os membros, além de estabelecer uma Tarifa Externa Comum (TEC). Desafios/problemas: Enquanto ainda busca um caminho para se tornar um mercado comum — com a adoção de uma moeda única e a promoção da livre circulação de capitais e pessoas —, o organismo enfrenta uma grave crise institucional com a suspensão do Paraguai e a provável adesão da Venezuela. Especialistas apontam ainda que há uma falta de capacidade institucional para administrar conflitos comerciais entre os sócios, como já ficou evidenciado nas disputas comerciais entre Brasil e Argentina. Além disso, o processo de integração enfrenta desafios próprios da difícil tarefa de vincular mais intimamente economias em desenvolvimento, de tamanhos desiguais, fortemente vulneráveis e com uma tradição de alta instabilidade macroeconômica. Estados-membros: Argentina, Brasil, Paraguai (suspenso até 2013), Uruguai e, em breve, Venezuela. Países associados: Bolívia, Chile, Colômbia, Equador e Peru. Nafta Criação e objetivos: Criado em 1993, o bloco busca promover a integração econômica entre Estados Unidos, Canadá e México. Não é uma zona de livre comércio, mas as barreiras alfandegárias a diversos produtos foram quebradas. Na prática, as trocas se dão por meio de relações bilaterais (EUA-México e EUA-Canadá) dirigidas por Washington. Desafios/problemas: Especialistas apontam que o bloco teve sucesso econômico inicialmente, mas hoje o cenário político dos EUA, profundamente dividido entre republicanos e democratas, dificulta a implementação de projetos de integração mais ambiciosos. Além disso, o organismo tem poucas iniciativas de coordenação de política macroeconômica, deixando os governos sem mecanismos para conter catástrofes de mercado, como ocorreu na crise do peso mexicano em 1994-95. Estados-membros: Estados Unidos, Canadá e México. Alba Criação e objetivos: O bloco foi lançado em 2004 como uma alternativa política à Alca, que seria alinhada aos interesses dos Estados Unidos. Influenciada por doutrinas de esquerda, especialmente a chavista, o objetivo da organização é estabelecer a cooperação internacional entre os membros. Desafios/problemas: Para pesquisadores, a organização tem sido bem sucedida em se estabelecer como um contraponto à política americana, já que, por ser formada por poucos países, consegue chegar mais facilmente a consensos no campo político. No entanto, o alcance de suas ações é restrito. O principal desafio agora, sugerem especialistas, será lidar com a entrada da Venezuela no Mercosul. O país é o principal financiador da Alba, e a entrada em outro organismo regional poderia deslocar os esforços políticos e financeiros do governo Hugo Chávez. Estados-membros: Bolívia, Cuba, Equador, Honduras, Nicarágua e Venezuela. OCDE Criação e objetivos: Esta organização de cooperação internacional composta por 34 países foi fundada em 1961, mas é sucessora da OECE, criada no contexto do Plano Marshall para ajudar na reconstrução dos países europeus no pós-Segunda Guerra. O bloco tem como objetivo estimular o desenvolvimento econômico e promover políticas de bem-estar social nos países-membros. Desafios/ problemas: Analistas apontam que a entrada de novos atores internacionais, como os países emergentes, dificulta a atuação do bloco, formado majoritariamente por países do Hemisfério Norte e porta-voz de uma política mais tradicional. Estados-membros: Alemanha, Austrália, Áustria, Bélgica, Canadá, Chile, Coreia do Sul, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, Eslováquia, Eslovênia, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Hungria, Islândia, Israel, Irlanda, Itália, Japão, Luxemburgo, México, Noruega, Nova Zelândia, Polônia, Portugal, Reino Unido, República Tcheca, Suécia, Suíça e Turquia. Otan Criação e objetivos: A organização militar foi lançada no contexto da Guerra Fria, em 1949, como alternativa ao Pacto de Varsóvia, organismo formado por países comunistas do Leste Europeu. Desafios/problemas: Seu principal desafio é se adaptar à nova realidade de um mundo fragmentado, onde os princípios liberais já não têm uma defesa uníssona. Também sofre com o alargamento do bloco, que passou a abrigar países da ex-União Soviética, e a consequente dificuldade de consenso. A aliança não conseguiu aprovar uma ação militar contra o governo de Bashar al-Assad na Síria, parceiro estratégico de alguns membros do bloco. Estados-membros: Alemanha Bélgica, Canadá, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, França, Grécia, Países Baixos, Islândia, Itália, Luxemburgo, Noruega, Portugal, Reino Unido, Turquia, Hungria, Polônia, República Tcheca, Bulgária, Estônia, Letônia, Lituânia, Romênia, Eslováquia e a Eslovênia. Asean Criação e objetivos: O grupo que reúne países do Sudeste Asiático foi criado em 1967 com o objetivo de acelerar o crescimento econômico, social e cultural, e promover a estabilidade regional. Desafios/problemas: O bloco enfrenta dificuldades para aprofundar a integração entre os membros, seriamente afetados pela alta do petróleo em 2008 e com patamares econômicos muito díspares. A meta é que até 2015 o organismo se torne um mercado comum, com livre trânsito de mercadorias e serviços. Estados-membros: Brunei, Camboja, Filipinas, Indonésia, Lao, Malásia, Myanmar, Cingapura, Tailândia e Vietnã. SADC Criação e objetivos: O bloco existe desde 1992, criado para promover a integração econômica dos países da África Austral, a região mais estável do continente. A entrada da moeda única está prevista para 2018, mas a organização ainda precisa firmar um tratado fiscal e assegurar a proteção das fronteiras na região. Desafios/problemas: A organização tem apresentado um processo de integração lento, segundo analistas em grande parte devido à instabilidade política e econômica de países-membros. A principal economia do bloco, a África do Sul, esteve envolvida nos últimos anos em demandas sociais internas no pós-apharteid. O Zimbábue, por sua vez, enfrenta um processo de hiperinflação. Estados-membros: África do Sul, Angola, Botswana, Ilhas Maurício, Ilhas Seychelles, Lesoto, Madagáscar, Malawi, Moçambique, Namíbia, República Democrática do Congo, Suazilândia, Tanzânia, Zâmbia e Zimbábue.
oglobo.globo.com | 14-07-2012
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A agência de notação de risco de crédito Moody's anunciou nesta sexta-feira de madrugada que baixou a nota de dívida de cinco bancos dos Países Baixos, entre os quais o Rabobank, o ING e o ABN Amro, e de um belga.
feedproxy.google.com | 15-06-2012
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Na abertura da Eurocopa para Dinamarca e Holanda, neste sábado, a seleção dos Países Baixos foi amplamente superior, mas acabou sendo derrotada por 1 a 0, gol marcado por Krohn Dehli aos 22 minutos do primeiro tempo. Após a partida, revoltado, o meio campista Johnny Heitinga definiu a vitória dinamarquesa como "um milagre".
esportes.terra.com.br | 10-06-2012
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Nas últimas semanas, o fracasso da fórmula "ajuda + austeridade", até agora adotada para fazer face à crise do euro, fez surgir uma certeza, partilhada por um número cada vez maior de pessoas: a única maneira de manter de pé a periclitante união monetária é dotá-las das pernas que esta não tem – devido, entre outras razões, à rejeição pelos eleitores do projeto inicial de Constituição europeia, nos referendos de 2005, em França e nos Países Baixos –, ou seja, de uma união orçamental e bancária. Para a governar, não seria possível evitar uma forma mais completa de união política. Os Estados Unidos da Europa, até então situados no domínio da fantasia, tornar-se-iam realidade. Em paralelo, começaram a circular, tanto em blogues como em fontes mais qualificadas, teorias da conspiração que, no essencial, dizem o seguinte: se a austeridade e o medo de que uma parte importante da economia do continente se afunde são necessários para pôr termo à resistência dos eleitorados nacionais e para que seja dado um passo decisivo num processo que se arrasta há cerca de 50 anos, será possível que as elites europeias tenham, conscientemente, "gerido a crise" da zona euro, deixando-a agravar-se durante 4 anos, de modo a poderem colher os frutos do pânico, ao som da tristemente célebre fórmula TINA – “There is no alternative”, não há alernativa? O historiador britânico Niall Ferguson está convencido disso. "Penso que os criadores da união monetária já sabiam que o seu modelo [que era imperfeito e não previa uma cláusula de saída] causaria uma crise e que essa crise conduziria a uma solução federalista", declarou recentemente, numa entrevista ao jornal The Sunday Times, citada pelo italiano Il Foglio. "Era a única maneira de chegar ao federalismo." A teoria do "choque necessário" é um grande clássico da contracultura, desde as suspeitas que rodeiam o ataque a Pearl Harbor às referentes aos atentados de 11 de setembro, e tem sido tema de vários best-sellers, sendo um dos mais recentes A estratégia do choque, de Naomi Klein, que beneficiaram de apoios de figuras acima de todas as suspeitas, como Jean Monnet. Nos anos 1950, perante a agitação causada pelo processo da construção europeia, o promotor mais venerado dessa construção, proferiu um aforismo que se tornou célebre: "Os homens só aceitam a mudança quando sentem necessidade e só veem essa necessidade quando há uma crise" (Jean Monnet, Memórias). Palavras que, à luz dos acontecimentos em curso, se tingem de uma triste clarividência. Monnet era o líder dos tecnocratas europeus e não tardaria que a sua utopia administrativa se visse confrontada com os limites impostos pela política. Hoje, parece ter voltado a soar a hora dos tecnocratas e Monnet talvez possa ter a sua vingança Só as próximas gerações de historiadores poderão estabelecer se haverá alguma verdade nestas teorias. No entanto, mesmo que se admita a existência de tal desígnio, os seus instigadores teriam ainda que vencer um obstáculo: a resistência dos alemães, por essa altura relativamente a salvo dos sofrimentos do resto da zona euro. É possível que, se a crise acabasse por se agravar ao ponto de ameaçar a economia mais forte do continente, as barreiras que estes tinham erguido para proteger as suas queridas poupanças se degradassem o suficiente para os convencer a engolir a pílula da "união de transferência". Caso em que haveria realmente motivo para celebrar com champanhe, nos novos Estados Unidos da Europa.
logi8.xiti.com | 08-06-2012
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www.rtp.pt | 08-06-2012
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Sábado 1) O PAÍS – p. 3 – J&F desiste da Delta - A Delta tem seus valores e seu mérito, mas ao que estamos assistindo é à prolongação de uma crise de confiança... Crítica: erro na construção com pronome relativo e mau uso do acento grave Certo: A Delta tem seus valores e seu mérito, mas aquilo a que estamos assistindo é a prolongação de uma crise de confiança... Ou então (mais simples): “A Delta tem seus valores e seu mérito, mas estamos assistindo à prolongação de crise de confiança...” 2) O PAÍS – p. 3 – J&F desiste da Delta - terceira coluna: Alega que a decisão foi baseada estritamente em análise econômica e financeira, e no fato de o “mercado, como um todo, começar a questionar a capacidade da empresa se reerguer”. Crítica: combinação inadequada Certo: Alega que a decisão foi baseada estritamente em análise econômica e financeira, e no fato de o “mercado, como um todo, começar a questionar a capacidade de a empresa se reerguer”. 3) O PAÍS – p. 3 – J&F desiste da Delta - logo depois: A empresa vai ter de mudar radicalmente o modus operandi dela, senão não sobrevive.... Crítica: falta de pontuação adequada e erro de grafia Certo: A empresa vai ter de mudar radicalmente o “modus operandi” dela; se não, não sobrevive.... Ou então: A empresa vai ter de mudar radicalmente o modus operandi dela; se não, não sobrevive.... 4) O PAÍS – p. 3 – NHENHENHÉM / À luz do dia - Lula sabia que o galou cantou em Berlim. Crítica: erro de grafia (digitação) Certo: Lula sabia que o galo cantou em Berlim. 5) O PAÍS – p. 10 – Empresa de Cachoeira sob suspeita - Como a Coreia do Norte não exerce controle pormenorizado da origem de recurso, torna-se praticamente... Crítica: falta de flexão do plural Certo: Como a Coreia do Norte não exerce controle pormenorizado da origem de recursos, torna-se praticamente... 6) O PAÍS – p. 11 – PSDB acusa Lula de fazer propaganda antecipada - Além de acompanhar Lula, Haddad foi convidado a responder perguntas no programa. Crítica: erro de regência Certo: Além de acompanhar Lula, Haddad foi convidado a responder a perguntas no programa. 7) RIO – p. 20 – ANCELMO GOIS / legenda da foto - ...outros bichos, como estas aves, também são fieis companheiros do ser humano. Crítica: erro de grafia: falta do acento gráfico [o acento do “ei” desapareceu nas palavras paroxítonas, e essa é oxítona] Certo: ...outros bichos, como estas aves, também são fiéis companheiros do ser humano. 8) RIO – p. 23 – Aldeia:Ocas entram na reta final - ...com o Fogo Sagrado, que será aceso às 18h, durante o pôr-do-sol. Crítica: com a reforma, já não se usam os hifens nas palavras compostas que tenham elemento de ligação Certo: ...com o Fogo Sagrado, que será aceso às 18h, durante o pôr do sol. 9) HISTÓRIA – p. 36 – De frades a policiais - segunda coluna: ...e refletiam-se nos próprios policias – ao menos por algumas décadas. Crítica: erro de grafia Certo: ...e refletiam-se nos próprios policiais – ao menos por algumas décadas. 10) HISTÓRIA – p. 36 – De frades a policiais - logo depois: ...do Centro para áreas mais afastadas e muito menos patrulhada. Crítica: falta de flexão do plural Certo: ...do Centro para áreas mais afastadas e muito menos patrulhadas. 11) ESPORTES – p. 2 – Zinho assina nova página no Flamengo - Acredito que esse foi um dos motivos que fizeram ele tomar a atitude de sair... Crítica: erro no emprego do pronome pessoal Certo: Acredito que esse foi um dos motivos que o fizeram tomar a atitude de sair... 12) ESPORTES – p. 2 – Zinho assina nova página no Flamengo - A expectativa é de que, no mínimo, o ambiente de trabalho no Ninho do Urubu seja desanuviado. Crítica: “de” a mais Certo: A expectativa é que, no mínimo, o ambiente de trabalho no Ninho do Urubu seja desanuviado. 13) ESPORTES – p. 3 – Pagamento só ‘amanhã’ - ...com toda a situação que estamos vivendo, tem acontecido muitas coisas nesse momento. Crítica: erro de concordância / grafia Certo: ...com toda a situação que estamos vivendo, têm acontecido muitas coisas nesse momento. 14) ESPORTES – p. 4 – Déjà vu - terceira coluna: ...vender manchetes, escândalos, factóides, cliques... Crítica: com a reforma, já não se acentuam os ditongos “oi” e “ei” nas palavras paroxítonas Certo: ...vender manchetes, escândalos, factoides, cliques... 15) ESPORTES – p. 4 – Com faca e queijo nos pés - quinta coluna: Oscar sabe que, na seleção de hoje, exige-se dos meias mais do que apenas organizar o jogo. Crítica: erro na colocação do pronome pessoal oblíquo átono Certo: Oscar sabe que, na seleção de hoje, se exige dos meias mais do que apenas organizar o jogo. Domingo 1) PANORAMA POLÍTICO – p. 2 – Apoio militar - Foi convidado pelo coordenador, ministro Gilson Dipp (STJ), para tratar da colaboração das Forças Armadas e reafirmar que não haverá revanche. Crítica: incoerência (mau uso do verbo / troca do sujeito) Certo: Foi convidado pelo coordenador, ministro Gilson Dipp (STJ), para tratar da colaboração das Forças Armadas e ouvir que não haverá revanche. 2) OPINIÃO/artigo – p. 6 – A maior notícia do século - ...os russos estavam em Berlim e as tropas nazistas já haviam se rendido em Itália, Dinamarca, Noruega e Países Baixos. Crítica: falta do artigo Melhor: ...os russos estavam em Berlim e as tropas nazistas já haviam se rendido na Itália, Dinamarca, Noruega e nos Países Baixos. 3) O PAÍS – p. 10 – PT listou em guia alvos na CPI, diz revista - ...o documento seria parte de um plano do PT para usar a CPI para constranger adversários e atrapalhar o julgamento do mensalão. Crítica: repetição de “para” Melhor: ...o documento seria parte de um plano do PT para usar a CPI a fim de constranger adversários e atrapalhar o julgamento do mensalão. 4) O PAÍS – p. 11 – Ex-presidente critica imprensa em discurso - O DEM e os tucanos tiraram R$ 120 bilhões (em três anos) da Saúde no meu último mandato, achando que iriam me prejudicar. Não prejudicou, mas prejudicou o povo pobre deste país. Crítica: falta do “sic” ou erro de concordância Certo: O DEM e os tucanos tiraram R$ 120 bilhões (em três anos) da Saúde no meu último mandato, achando que iriam me prejudicar. Não prejudicou (sic), mas prejudicou (sic) o povo pobre deste país. Ou então: O DEM e os tucanos tiraram R$ 120 bilhões (em três anos) da Saúde no meu último mandato, achando que iriam me prejudicar. Não prejudicaram, mas prejudicaram o povo pobre deste país. 5) O PAÍS – p. 12 – Para ex-futuro dono da Delta, segredo é saber acelerar e frear na hora certa - quarta coluna: ...e que aos 15 anos já tinha montado um escola de computação com amigos... Crítica: falta de flexão de gênero Certo: ...e que aos 15 anos já tinha montado uma escola de computação com amigos... 6) O PAÍS – p. 12 – Para ex-futuro dono da Delta, segredo é saber acelerar e frear na hora certa - quarta coluna: ...empresa frigorífica que leva as inicias do pai no nome... Crítica: erro de grafia (digitação) Certo: ...empresa frigorífica que leva as iniciais do pai no nome... 7) O PAÍS – p. 13 – Para escapar da CPI, Cabral recorre a Aécio - O parlamentar é filho de Jorge Picciani, ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio, de quem Cabral até então mantinha divergências quanto ao rumo do PMDB nas eleições do Rio. Crítica: erro de regência no emprego do relativo Certo: O parlamentar é filho de Jorge Picciani, ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio, com quem Cabral até então mantinha divergências quanto ao rumo do PMDB nas eleições do Rio. 8) RIO – p. 18 – ‘É preguiça mesmo. Tenho a roupa, mas é quente e incômoda’ - segunda coluna: Para agricultor, ‘mata mato’ não tem efeito tóxico Crítica: erro de grafia: falta do hífen Certo: Para agricultor, ‘mata-mato’ não tem efeito tóxico 9) RIO – p. 18 – ‘É preguiça mesmo. Tenho a roupa, mas é quente e incômoda’ - terceira coluna: A gente jogava a remédio... Crítica: erro no gênero do substantivo Certo: A gente jogava o remédio... 10) RIO – p. 18 – Para Andef, uso de agrotóxico é seguro - final: A primeira pessoa que come o que produz é próprio agricultor... Crítica: falta do artigo Certo: A primeira pessoa que come o que produz é o próprio agricultor... 11) RIO – p. 30 – ANCELMO GOIS / Caetano na rede - Além de videobiofrafia... Crítica: erro de grafia (digitação) Certo: Além de videobiografia... Segunda 1) CAPA – chamada do SEGUNDO CADERNO - O pianista Chick Corea fala do show que fará no Brasil dias 8 e 11, e lembra... Crítica: incoerência textual Melhor: O pianista Chick Corea fala dos shows que fará no Brasil dias 8 e 11, e lembra... 2) chamadas da p. 2 – PT não insistirá mais para que Marta ajude Haddad em SP Crítica: “para” a mais Certo: PT não insistirá mais que Marta ajude Haddad em SP 3) O PAÍS – p. 4 – Bem utilizados, games estimulam ensino - quarta coluna: Tentamos aproximar o que eles gostam do ambiente educacional e explorar o conteúdo por meio de coisas que os atraem – afirma Parente. Crítica: erro de regência no emprego do relativo Certo: Tentamos aproximar aquilo de que eles gostam do ambiente educacional e explorar o conteúdo por meio de coisas que os atraem – afirma Parente. 4) OPINIÃO DOS LEITORES – p. 8 – EU-REPÓRTER / Legenda das fotos - ...a previsão é de que o serviço fosse completado até ontem... Crítica: “de” a mais Certo: ...a previsão é que o serviço fosse completado até ontem... 5) RIO – p. 15 – Dupla é presa depois de render motorista - Ao sair do carro, o motorista avisou a policiais que os outros dois ocupantes estavam armados. Crítica: falta do artigo [são policiais determinados...] Certo: Ao sair do carro, o motorista avisou aos policiais que os outros dois ocupantes estavam armados. 6) ESPORTES – p. 3 – Pressão sobe e Brasil oscila - ...criaram mal estar com a comissão técnica. Crítica: erro de grafia: falta do hífen Certo: ...criaram mal-estar com a comissão técnica. 7) ESPORTES – p. 3 – Pressão sobe e Brasil oscila - Com as entrada de Pato e Lucas nos lugares de Damião e Sandro, aos 15, o Brasil tentava... Crítica: falta de flexão do plural Certo: Com as entradas de Pato e Lucas nos lugares de Damião e Sandro, aos 15, o Brasil tentava... 8) ESPORTES – p. 3 – ATUAÇÕES / Brasil / Mano Menezes - ...que exploravam espaços por chegando sempre com quatro ou mais jogadores na frente. Crítica: “por” a mais Certo: ...que exploravam espaços chegando sempre com quatro ou mais jogadores na frente. 9) ESPORTES – p. 5 – Herdeiro oposto ao antecessor - ...o camisa 9 pode ser considerado, ao menos no comportamento fora do campo, um antiRonaldinho. Crítica: erro de grafia [a letra maiúscula obriga o uso do hífen] Certo: ...o camisa 9 pode ser considerado, ao menos no comportamento fora do campo, um anti-Ronaldinho. 10) ESPORTES – p. 5 – O ‘santo’ Ronaldinho - ...afirmou que saiu do clube só pela insatisfação com a dívida do clube. Crítica: repetição de “do clube” Certo: ...afirmou que saiu só pela insatisfação com a dívida do clube. Ou então: ...afirmou que saiu do clube só pela insatisfação com a dívida.
oglobo.globo.com | 04-06-2012
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