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Países Baixos

O secretário americano de Estado, John Kerry, e o ministro francês das Relações Exteriores, Laurent Fabius durante encontro em Paris. Dezenas de países se comprometeram a erradicar o Estado Islâmico - BRENDAN SMIALOWSKI / AFP

BRASÍLIA – Em nota divulgada nesta segunda-feira, a Embaixada da França no Brasil informou que na Conferência Internacional sobre a Paz e a Segurança no Iraque, realizada em Paris nesta segunda-feira, os países participantes concordaram em apoiar “da forma que se fizer necessária” o novo governo do Iraque na luta contra insurgentes do grupo Estado Islâmico, “inclusive com o apoio militar apropriado”.

“Uma ação específica será necessária para a erradicação do Daech (Estado Islâmico), tomando medidas para evitar a radicalização, coordenando as ações de todos os serviços de segurança e reforçando a vigilância nas fronteiras”, diz o texto.

A nota, no entanto, não entra em detalhes sobre o auxílio militar ao Iraque. Os países pretendem trabalhar em um plano de ação para lutar contra o financiamento do terrorismo. Eles se prontificaram a ajudar o Iraque “sob uma ótica de desenvolvimento regional justo, oferecendo apoio técnico, sabedoria e apoio financeiro apropriado”.

Participaram da conferência a Alemanha, Arábia Saudita, Bahrein, Bélgica, Canadá, China, Dinamarca, Emirados Árabes Unidos, Espanha, Estados Unidos, França, Iraque, Itália, Japão, Jordânia, Kuwait, Líbano, Omani, Países Baixos, Qatar, Noruega, República Tcheca, Reino Unido, Rússia, Turquia, Liga dos Estados Árabes, Organização das Nações Unidas e União Europeia.

“Reafirmando o apoio ao Governo do Iraque, os participantes internacionais reiteraram a necessidade de apoiar as aspirações do povo do Iraque no que tange o respeito dos direitos dos homens, no âmbito federal e de respeito à Constituição, aos direitos das regiões e à unidade do país. Eles saudaram as ações das Nações Unidas no Iraque, na coordenação e facilitação da assistência internacional ao Governo Iraquiano. Os participantes da Conferência reconhecem também que a Liga dos Estados Árabes e a União Europeia são parceiros estratégicos essenciais a logo prazo para o Iraque. Eles se congratularam também dos resultados da Conferência de Djeddah, de 11 de setembro de 2014”, afirma a nota da reunião.

Os países envolvidos no encontro também destacaram a necessidade de apoiar a reconstrução do Iraque:

“Os participantes da Conferência continuarão a empregar e a reforçar, em função da evolução da situação em campo, todos os esforços empreendidos até o momento em matéria de ajuda humanitária de urgência prestada ao Governo Iraquiano e às autoridades locais, a fim de facilitar a acolhida e a ajuda prestada aos refugiados e aos que tiveram que deixar suas casas, para que possam retornar em segurança. Os parceiros internacionais se prontificaram a ajudar o Iraque em seus esforços de reconstrução, sob uma ótica de desenvolvimento regional justo, oferecendo apoio técnico, sabedoria e apoio financeiro apropriado, graças, por exemplo, a um fundo mundial específico para ajudar a reconstruir os locais devastados pelo Estado Islâmico”.

oglobo.globo.com | 15-09-2014

BRASÍLIA – Em nota divulgada nesta segunda-feira, a Embaixada da França no Brasil informou que na Conferência Internacional sobre a Paz e a Segurança no Iraque, realizada em Paris nesta segunda-feira, os países participantes concordaram em apoiar “da forma que se fizer necessária” o novo governo do Iraque na luta contra insurgentes do grupo Estado Islâmico, “inclusive com o apoio militar apropriado”.

“Uma ação específica será necessária para a erradicação do Daech (EIIL), tomando medidas para evitar a radicalização, coordenando as ações de todos os serviços de segurança e reforçando a vigilância nas fronteiras”, diz o texto.

A nota, no entanto, não entra em detalhes sobre o auxílio militar ao Iraque. Os países pretendem trabalhar em um plano de ação para lutar contra o financiamento do terrorismo. Eles se prontificaram a ajudar o Iraque “sob uma ótica de desenvolvimento regional justo, oferecendo apoio técnico, sabedoria e apoio financeiro apropriado”.

Participaram da conferência a Alemanha, Arábia Saudita, Bahrein, Bélgica, Canadá, China, Dinamarca, Emirados Árabes Unidos, Espanha, Estados Unidos da América, França, Iraque, Itália, Japão, Jordânia, Kuwait, Líbano, Omani, Países Baixos, Qatar, Noruega, República Tcheca, Reino Unido, Rússia, Turquia, Liga dos Estados Árabes, Organização das Nações Unidas e União Europeia.

oglobo.globo.com | 15-09-2014

Com o objetivo de ampliar o número de alunos estrangeiros nas universidades holandesas, o Nuffic Neso Brazil, fundação que representa o ensino superior do país, anunciou o lançamento do novo programa de bolsas do Ministério da Educação da Holanda, que vai receber um investimento total de € 5 milhões. Anualmente, mil universitários serão contemplados com bolsas de € 5 mil para cursos de graduação ou mestrado (profissional e acadêmico) nos Países Baixos.

As inscrições para o programa serão abertas em outubro para o semestre que terá início em agosto de 2015. A seleção dará prioridade a candidatos com ótimo desempenho e engajamento no meio acadêmico. As aulas serão ministradas totalmente em inglês, por isso é necessário ser fluente no idioma (os exames TOEFL ou IELTS são exigidos).

A relação completa de requisitos para participar do processo seletivo será divulgada pelo Nuffic Neso Brazil em setembro. Os interessados devem se cadastrar no site da fundação para receber informações.

A Fundação Nuffic também administra outros programas de bolsas de estudo, alguns exclusivos para brasileiros. Clique aqui para obter mais informações.

Atualmente, mais de 10% da população acadêmica da Holanda é formada por estudantes internacionais. Só no ano passado, mais de 80 mil alunos de diversas partes do mundo se matricularam nas faculdades holandesas. O novo programa de bolsas faz parte do projeto do Governo Holandês Make it in The Netherlands, que visa a reter talentos no país.

oglobo.globo.com | 31-07-2014
O Presidente da República enviou hoje uma mensagem de condolências aos chefes de Estado dos Países Baixos, da Malásia e de todos os países afetados, e às famílias das vítimas da queda do avião das Linhas Aéreas da Malásia na Ucrânia.
www.rtp.pt | 18-07-2014

Aos 24 anos, rico e solteiro, Ali Hatem Barakat passou as últimas semanas entre praia, Copa e baladas noturnas em capitais do Nordeste, a mais de três mil quilômetros de distância dos negócios da família em Foz do Iguaçu e Cidade do Leste, na fronteira do Brasil com o Paraguai e a Argentina. As histórias dessas cidades se confundem com a dos Barakat, a saga de outros imigrantes sírio-libaneses e diáspora árabe depois da Segunda Guerra Mundial. Eles ajudaram a transformar a região da Tríplice Fronteira num mercado próspero e sempre conectado aos jogos de guerra do mundo árabe e islâmico.

Na tarde de sexta-feira 13 de junho, o jovem Barakat assistia em Salvador à goleada (5 a 1) da Holanda na Espanha, quando o governo do Paraguai anunciou a anulação de um título fundiário lavrado em seu nome. Segundo o documento, em outubro de 2012 o Estado paraguaio vendeu-lhe um “lote agrícola CH-92”, do tamanho de um campo de futebol, por um punhado de dólares (US$ 1.200).

AEROPORTO A CEM METROS DA FRONTEIRA

Na vida real, o clã Barakat recebeu um aeroporto em operação há cinco décadas, com pista sem asfalto e de um quilômetro de comprimento. Detalhe: situado a menos de cem metros da fronteira seca com o Brasil, e à margem da estrada Capitán Baldan-Pedro Juan Caballero, rota preferencial do comércio regular e do tráfico de drogas para o mercado brasileiro.

Se os Barakat não estivessem envolvidos, seria apenas mais uma história de esbulho agrário na fronteira com o Brasil, numa região onde o cultivo de soja e milho disputa espaço com a lavoura de maconha e as pistas clandestinas para cargas de cocaína. Afinal, a rotina de fraudes fundiárias transformou o Paraguai num país de dois andares.

O primeiro tem 406 mil quilômetros quadrados de extensão, reconhecidos pela cartografia internacional. O segundo andar é de papel, plasmado em falsas escrituras de propriedade. Elas ampliam o território paraguaio em 122 mil quilômetros quadrados — área três vezes maior que o Estado do Rio e onde caberia todo o Reino Unido.

O caso ganhou dimensão porque o líder do clã, Assad Ahmad Barakat, de 48 anos, está proscrito como um dos líderes do Hezbollah no Cone Sul. A fraude foi percebida por governos estrangeiros como concessão de um aeroporto na fonteira à organização política e paramilitar do Líbano.

Na vizinha Argentina, a Justiça do país considera demonstrada a participação de Barakat e de militantes locais do Hezbollah nos ataques terroristas contra a Embaixada de Israel (1992) e a Associação Mutual Israelita da Argentina (Amia, 1994). Acusou formalmente Sobhi Mahmoud Fayad, Farouk Abdul Omairi, Ali Khalil Merhi e Samuel Salman El Reda, entre outros parceiros de Barakat.

O Hezbollah nasceu como milícia xiita no Sul do Líbano, nos anos 80, sob patrocínio do Irã e da Síria. Floresceu como partido de ideologia islâmica na democracia multirreligiosa libanesa, sem renunciar às armas e à proposta de guerra santa contra Israel. É classificado como terrorista por Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Austrália, Países Baixos, União Europeia, Filipinas e, naturalmente, Israel.

Cidadãos e empresas dessas regiões são formalmente proibidos de compartilhar negócios e atividades com Barakat, alguns de seus parentes, empresas e associados. As sanções se estenderam à União Europeia em julho e foram renovadas pelo governo australiano em novembro do ano passado.

Órgãos de segurança dos EUA o destacam em listas de terrorismo como “um dos mais proeminentes” integrantes da organização libanesa no continente. O Departamento do Tesouro o considera responsável pela manutenção de uma das “artérias financeiras” do grupo. Para ele, no entanto, é apenas reflexo da “grande ignorância do Ocidente sobre o mundo islâmico” — tem repetido isso desde desde 2004, quando foi condenado por evasão fiscal no Paraguai, que, como o Brasil, não tem legislação antiterror.

Os dois atentados no centro de Buenos Aires deixaram 114 mortos e mais de 600 feridos, num intervalo de 28 meses. O regime teocrático do Irã ordenou e o Hezbollah executou, de acordo com a mais recente investigação conduzida pelos procuradores argentinos Alberto Nisman e Marcelo Martínez Burgos. Eles passaram os últimos sete anos ouvindo testemunhas e reunindo informações disponíveis em Brasil, Estados Unidos, Israel, Paraguai, Chile, Colômbia, Inglaterra, França e Alemanha.

Identificaram o patrocínio do Irã na montagem de uma rede de radicais islâmicos, a partir de 1983, em Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Venezuela e Guiana. Encontraram vínculos entre personagens envolvidos tanto nos ataques na capital argentina, em 1992 e 1994, quanto no frustrado plano de 2007 para explodir o Aeroporto John F. Kennedy, em Nova York. O resultado está condensado em relatório de 502 páginas escrito por Nisman, procurador-geral de Justiça. Ele enviou cópia ao governo brasileiro no início deste ano.

Houve um roteiro comum nos ataques em Buenos Aires, na versão da procuradoria. A preparação aconteceu na Tríplice Fronteira, com apoio logístico e financeiro do núcleo local do Hezbollah e em coordenação com a Embaixada do Irã em Brasília. Na capital argentina, as ações foram executadas por outros extremistas, sob supervisão direta de agentes iranianos com cobertura diplomática. O governo do Irã refuta as evidências e desqualifica as acusações, atribuindo-as a uma “conspiração sionista” patrocinada por EUA e Israel.

CONFLITO INSTITUCIONAL SOBRE CASO

Passadas duas décadas, os atentados em Buenos Aires permanecem na prateleira dos casos “em aberto” da Justiça argentina. É o resultado de uma perversa combinação, da destruição de provas até a relutância de governos da América do Sul em admitir a possibilidade de conexão regional com a novidade do terrorismo político-religioso em escala global.

Os principais suspeitos entraram na lista dos mais procurados da Interpol, mas os mandados de prisão nunca foram cumpridos. Neste ano, o governo argentino resolveu mudar de opinião. Por razões políticas, a presidente Cristina Kirchner descartou todas as investigações das últimas duas décadas — inclusive a mais recente — e anunciou um acordo com o Irã para criação de uma “Comissão da Verdade” sobre os atentados. O Judiciário invalidou o acordo. Abriu-se um conflito institucional cuja solução é improvável no curto prazo.

oglobo.globo.com | 13-07-2014

Os Reis da Holanda e dos Países Baixos, Willem Alexander e Maxima, discretos preferiram viajar para a Copa do Mundo da Fifa no Brasil, em caráter não oficial, sem pompa e cerimônias formais durante sua passagem por Porto Alegre.

O post Rainha Maxima e Rei Willem Alexander da Holanda na Copa do Brasil. apareceu primeiro em Jornal Correio do Brasil.

correiodobrasil.com.br | 20-06-2014
Judi Dench (Philomena) e Matthew Morrison (Glee) foram acrescentados ao elenco de Tulip Fever, drama histórico com direção de Justin Chadwick (Mandela - Long Walk To Freedom). O roteiro é de Tom Stoppard (Anna Karenina), adaptado do romance de Deborah Moggach. No enredo, situado na Amsterdã do século 17, uma mulher casada (Alicia Vikander, de O Amante da Rainha) inicia um romance com um artista contratado para pintar seu retrato. Para fugir junto, o casal aposta no mercado de tulipas, febre especulativa dos Países Baixos, à época. Em seu décimo trabalho junto à The Weinstein Company, Dench vai interpretar a ...






omelete.uol.com.br | 08-06-2014

SÃO PAULO - A 13.ª Vara Federal de Curitiba condenou 47 doleiros a penas que variam de três anos e onze meses a onze anos e oito meses de reclusão por evasão fraudulenta de divisas e lavagem de dinheiro com o uso de contas mantidas no First Curaçao International Bank, nas Antilhas Holandesas. Outros nove denunciados foram absolvidos por falta de provas. A ação penal é resultado da Operação Curaçao, realizada em 2009 pela Polícia Federal. A denúncia foi apresentada em 2010 pelo Mininistério Público Federal. A sentença foi proferida em primeiro grau e cabe recurso.

As investigações foram iniciadas com base em investigações feitas por autoridades do Reino dos Países Baixos nas Bahamas. First Curaçao International Bank foi investigado em 2006 e, posteriormente, sua licença de operação foi cassada pelo Banco Central das Antilhas Holandesas. O banco foi dissolvido.

As provas foram compartilhadas com as autoridades do Brasil, uma vez que diversos dos controladores das contas secretas mantidas no banco eram brasileiros.

CONTAS ERAM CONTROLADAS POR DOLEIROS

De acordo com o MPF, os denunciados eram doleiros e se valiam de pessoas interpostas e offshores para movimentar os recursos no First Curaçao. Em dois casos, o dinheiro era oriundo do tráfico de drogas do México e da Colombia.

As contas eram controladas a partir do Brasil pelos doleiros, que operavam no mercado negro de câmbio, de turismo e de comércio exerior. As remessas encaminhadas irregularmente ao exterior somaram US$ 700 milhões entre 2004 e 2006. Na operação, foram bloqueadas 40 contas bancárias no First Curaçao e as buscas e apreensões foram feitas em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre.

De acordo com as investigações, as transações entre contas ligavam alguns dos operadores ao caso do Banestado, o Banco do Estado do Paraná, no qual o dinheiro desviado foi movimentado por laranjas por meio de contas CC5, entre 1996 e 1997.

Os réus faziam transferências internacionais por meio de operações de dólar cabo, por meio das quais um doleiro recebe, no Brasil, reais de seu cliente e disponibiliza o equivalente em moeda estrangeira no exterior. A operação inversa, de recebimento pelo doleiro de moeda estrangeira no exterior e a disponibilização de reais ao cliente no Brasil também é possível. De acordo com a Justiça Federal trata-se de padrão típico de contas controladas por doleiros e usadas para remessas ilegais.

CONDENADOS ESTÃO IMPEDIDOS DE DEIXAR O PAÍS

A Justiça Federal do Paraná determinou a todos os condenados a proibição de viajarem ao exterior no curso da ação penal e até o trânsito em julgado. Proibiu ainda a atuação deles no mercado de cambio oficial ou ilegal, direta ou indiretamente.

Foram condenados pelo crime de efetuar operação de câmbio não autorizada, com o fim de promover evasão de divisas do país (artigo 22, da Lei nº 7.492/1986) em continuidade delitiva, os acusados Marcelo Farias de Oliveira, Maurício Menegat Feijó, Omar Said Mourad, Carlos Eduardo Caminha Garibe, Roberto Mario Clausi Júnior, Marcelo Luiz Mariano, Esther Chueke, Ivette Bernat, André Luiz Meirelles Melo da Silva, Silvio Luiz Abate, André Santos Pereira, Nelson Luciano de Carvalho Teixeira, Alfredo Giangrande, Hélio Cesar Fialho e Jean José Mattana Besozzi.

Os demais réus foram condenados, além de evasão de divisas, pelo crime de lavagem de dinheiro (Lei 9.613/1986): Alberto Cezar Lisnovetzky, Simone Abramoff, José Francisco Branco Sette, Hussain Said Mourad, Marcelo Weingarten, David Amandio de Faria Pimenta, Antônio Batalhote e Enio Verçosa, Solon Sales Alves Couto, Mauro Kanegae, Antônio Colloca, Gustavo Ricardo Colloca e Elisabete de Oliveira Nery, Carlos Haten Naim, Luiz Carlos Granella, Kleber Eduardo Granella, Durval Chiovetto, Ricardo Behar, Amir Warzawski, Rene de Carvalho Lauro, Luciano de Carvalho Lauro, Rafael Angulo Lopes, Airton Telles Mendonça, Maurice Verdier, Wilson Roberto de Carvalho, Iria de Oliveira Cassu, Gisele Thalenberg Werdo e Harry Chaim Thalemberg.

oglobo.globo.com | 05-06-2014
Atletas dos Países Baixos dominam a patinagem de velocidade nos Jogos Olímpicos de Inverno, como têm vindo a fazer desde há décadas. A novidade é que o domínio vai em crescendo. Mas há explicações, que vêm desde a saída do berço
www.maisfutebol.iol.pt | 14-02-2014

BRASÍLIA - A polêmica sentença que absolveu um homem que tentou entrar em presídio com maconha foi suspensa pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT). Os juízes da Terceira Turma Criminal julgaram nesta quinta-feira recurso do Ministério Público e o réu foi condenado. O caso entrou na pauta de julgamento um dia após a divulgação da decisão, o que não estava previsto. A que foi suspensa, do juiz substituto Frederico Ernesto Cardoso Maciel, afirmava ser “incoerente” que o álcool e o tabaco sejam permitidos e vendidos, ao passo que a maconha, que ele considera ser um entorpecente recreativo, seja proibida. O juiz titular da vara que proferiu o despacho já havia criticado a decisão.

Na Terceira Turma, o desembargador que relatou o pedido do Ministério Público pela reforma da sentença, Humberto Ulhôa, decidiu pela suspensão da absolvição, o que foi seguido por unanimidade pelo colegiado. De acordo com a turma, a conduta do réu configura tráfico de droga. Ele foi condenado a 2 anos e 11 meses de detenção, em regime semi-aberto, e 291 dias multa, sendo cada dia 1/30 do salário mínimo. A pena restritiva de liberdade não poderá ser convertida em restritiva de direito.

O juiz Frederico Maciel, em outubro do ano passado, absolveu e determinou a soltura de Marcos Vinicius Pereira Borges, denunciado pelo Ministério Publico do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), preso em flagrante em maio do ano passado, ao tentar entrar em presídio do Complexo Penitenciário da Papuda com 46 gramas de maconha, dentro de seu estômago. Após receberem denúncia, agentes do presídio questionaram o réu se ele estava portando a maconha, e ele provocou vômito e as expeliu, conforme relata a decisão. Ele pretendia levar a maconha a um amigo preso.

Na decisão, Maciel defendeu a descriminalização da maconha:

“Soa incoerente o fato de outras substâncias entorpecentes, como o álcool e o tabaco, serem não só permitidas e vendidas, gerando milhões de lucro para os empresários dos ramos, mas consumidas e adoradas pela população, o que demonstra também que a proibição de outras substâncias entorpecentes recreativas, como o THC, são fruto de uma cultura atrasada e de política equivocada e violam o princípio da igualdade, restringindo o direito de uma grande parte da população de utilizar outras substâncias”, afirmou o juiz, em decisão de outubro, que foi publicada na terça-feira ao ser colocada para apreciação dos juízes de segunda instância.

Maciel ainda destacou que a opinião pública vê a “falência” da política repressiva do tráfico e a “total discrepância” na proibição de substâncias entorpecentes reconhecida como recreativas e de baixo poder nocivo. Ele cita, dessa forma, que a portaria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que coloca o THC entre substâncias sujeitas a controle especial é “ilegal”.

“Portanto, no meu entender, a portaria 344/98, ao restringir a proibição do THC não só é ilegal, por carecer de motivação expressa, como também é inconstitucional, por violar o princípio da igualdade, da liberdade e da dignidade humana”, decidiu Maciel, que diz que a portaria não justifica a inclusão dessa substância na lista.

Para embasar sua decisão, Frederico Maciel afirmou ainda que o componente principal da maconha, o THC, “é reconhecido por vários outros países como substância entorpecente de caráter recreativo e medicinal, diante de seu baixo poder nocivo e viciante e ainda de seu poder medicinal”. Apontou ainda que o THC tem uso como parte da cultura, e está sendo liberada a venda controlada em vários locais, como nos estados americanos da Califórnia, Washington e Colorado, além de já ser permitido o uso nos Países Baixos, Uruguai e Espanha.

O desembargador que relatou o caso na Terceira Turma argumentou, para condenar o réu, que a Anvisa não precisa justificar ao incluir substâncias na lista, pois elas são feitas após análises e estudos.

oglobo.globo.com | 30-01-2014
Um casal holandês encontrou pouco antes do Natal, em um dique de Zelândia, ao sudoeste dos Países Baixos, uma mensagem em uma garrafa que tinha sido escrita há 23... - por Agência EFE
info.abril.com.br | 03-01-2014

MSDRI - “Ele podia ter ganhado a vida com o futebol”. Dessa forma, Thomas Hengen, último treinador de Burak Karan, na Alemanha, expressava, em novembro passado, ao jornal “Bild”, seu desconcerto ao saber da morte, em 11 de outubro, aos 26 anos, de um dos melhores jogadores que já passaram por seu campo. O jovem alemão de origem turca morreu em Azaz, no norte da Síria, cujo regime foi combater.

Da Alemanha à Bélgica, passando pelo Reino Unido, a Europa está salpicada de famílias que não recebem notícias de parentes que foram para a Síria. São geralmente muçulmanos, mas há também de outras religiões, como Jolanda de Neijs, uma mulher de Arnhem (dos Países Baixos) que, no mês passado, apareceu chorando na televisão porque seu filho, de 18 anos, havia sido recrutado por uma rede jihadista.

- Ele ficou muito abalado pelas imagens de crianças vítimas do gás sarin - afirmou a mãe, diante das câmeras, descrevendo o estado de espírito do filho. - Ele estava irritado porque ninguém parecia disposto a ir socorrê-los.

Por compaixão, por convicção religiosa ou porque estão em busca de ideais, entre 1,5 mil e 2 mil europeus embarcaram nos últimos meses para a Síria, unindo-se aos rebeldes, segundo informaram na semana passada os ministros francês, Manuel Valls, e belga, Joelle Milquet, em coletiva de imprensa. Nos últimos seis meses o fluxo triplicou (em 2012 eram cerca de 600). Segundo VAlls, 80% já eram muçulmanos e os demais se converteram recentemente.

A maioria desses jovens não se incorporou ao moderado Exército Sírio Livre (ESL), mas sim à Frente al-Nusra, o braço sírio da al-Qaeda, ou ao Estado Islâmico de Síria e do Levante, o braço iraquiano da al-Qaeda que cruzou há alguns meses a fronteira para operar no país vizinho. Dos 42 jovens que saíram da Espanha rumo à Síria desde o final do ano passado, pelo menos 17 partiram com a intenção de se unirem a grupos radicais, segundo um estudo que acaba de ser apresentado pelos pesquisadores Fernando Reinares e Carola Garcia-Calvo, do Instituto Real Elcano.

Os jihadistas que moravam na Europa representam cerca de 18% dos combatentes estrangeiros na Síria, segundo o Centro Internacional de Estudo da Radicalização (ICSR, segundo suas iniciais em inglês), de Londres. Seriam muitos mais se a Turquia não houvesse expulsado, ao longo deste ano, aproximadamente 1,1 mil europeus que estavam a caminho da Síria, segundo o jornal turco “Haberturk”.

O centro de estudos londrino calcula que até 11 mil combatentes estrangeiros lutaram na Síria desde 2011. Entre eles, árabes da Líbia e da Tunísia são os mais numerosos. Dentre os europeus, há muitos britânicos, franceses, alemães, belgas, holandeses. Em relação à população de seus países, bósnios e dinamarqueses são os mais numerosos. O regime de Bashar al-Assad recebeu, por sua vez, o apoio da milícia xiita libanesa Hezbollah, de voluntários iraquianos e de instrutores militares iranianos, num número total estimado em algo entre 5 mil e 15 mil.

O desembarque dos jihadistas e as generosas contribuições financeiras de magnatas árabes do Golfo alteraram a relação de forças sobre o terreno. Os moderados do ESL já não são a milícia predominante. O pesquisador australiano David Kilcullen afirmou, no início do mês, num colóquio organizado pela Fundação Jamestown, que, na Síria, haveria, agora 45 mil jihadistas - o dobro dos combatentes que os talibãs conseguiram reunir no Afeganistão.

“Quando cheguei (à Síria, em março de 2012) vi que muitos fumavam. Outros tantos faziam a barba em vez de deixá-la crescer. Ouviam música. Me perguntei onde havia desembarcado”. A perplexidade foi confessada por Omar al-Shishani, chefe militar do ramo iraquiano da al-Qaeda que opera na Síria, em entrevista à revista eletrônica “Sana al-Sham”. Nas zonas que estão agora sob o seu controle, ele impõe a sharia (a lei islâmica).

A oposição síria passa por graves dificuldades, segundo o ministro de Relações Exteriores da França, Laurent Fabius. Os problemas se agravaram depois que EUA e Reino Unido decidiram, em 11 de dezembro último, suspender a ajuda não letal (coletes a prova de balas, material de visão noturna, casacos, entre outros itens) que enviavam ao ESL. Os apetrechos eram armazenados em um armazém, no norte da Síria, do qual se apoderaram os jihadistas em um dos numerosos enfrentamentos já registrados entre moderados e radicais.

Aos olhos dos ocidentais, a nova correlação de forças preocupa por vários motivos. Em primeiro lugar, parte da Síria está sendo convertida em um grande abrigo da al-Qaeda e grupos afins, como ocorreu no Afeganistão. Jihadistas de Síria e Magreb parecem ter firmado acordos secretos de colaboração, segundo revelou o jornal alemão “Welt am Sonntag”.

Mas o que mais inquieta o Velho Continente são os europeus que saiam da Síria com vida, más intenções e uma sólida experiência bélica.

- Nosso temor é que, à medida que o tempo passa, nossos cidadãos sejam ainda mais perigosos do que são hoje em dia - afirmou o ministro Valls.

A ministra de Relações Exteriores da Itália, Emma Bonino, acredita que o processo já está em marcha. Como informou em novembro último, “suspeitamos da presença de elementos jihadistas e de membros da al-Qaeda entre os migrantes”.

- Os serviços de segurança europeus fazem bem em estar preparados, mas é possível que seus prognósticos não se cumpram - afirmou um especialista que já assessorou vários governos europeus no Afeganistão. - Depois do Iraque também se anunciou um regresso de jihadistas desejosos de ajustar contas em seus países de origem, mas nada disso aconteceu.

oglobo.globo.com | 24-12-2013

ST. THOMAS - St. Thomas é parte das chamadas Ilhas Virgens Americanas (USVIs, na sigla em inglês). Apesar de pequena, é mais sofisticada e gay friendly que outras ilhas caribenhas, e oferece passeios de barco, snorkeling, mergulhos e um renomado campo de golfe, além de compras, muitas compras.

Para se locomover de um canto a outro, os táxis coletivos em jardineiras coloridas fazem bem o serviço. Emerald, Sapphire, Cowpet Bay e Frenchman’s Bay são praias bastante procuradas tanto por quem se hospeda na ilha quanto por cruzeiristas que aportam ali constantemente (o gigante Oasis of the Seas é um dos navios que faz escala na ilha durante o ano todo), assim como os passeios em barco para nadar com golfinhos na vizinha Tortola (na Ilhas Virgens Britânicas).

Bolongo Bay é famosa pelos esportes aquáticos, Brewer’s Bay é queridinha das famílias, Hull Bay é a preferida dos surfistas e Coki Beach, de areia branca e água cristalina e boa oferta de snorkel e mergulho, está na moda. Mas é Magens Bay a praia mais famosa, classificada pela “National Geographic“ como uma das mais bonitas do mundo: faixa de areia clara de uma milha (também chamada ali de Golden Mile), águas tranquilas e, segundo muitos, com calha em formato de coração.

St. Thomas tem noite animada. O centro de Charlotte Amalie, a capital, tem ruas estreitas tomadas por casas coloniais de portas espessas e pesadas, de madeira maciça, que intercalam joalherias e lojas de suvenires. A cozinha caribenha, com muito feijão, carnes (geralmente em estilo jerked, apimentadas, como na Jamaica) e outros pratos comuns a outras ilhas, como o fungi (um bolinho de farinha de milho) e o callaloo, cozido com legumes, verduras e carnes secas, estão presentes.

Dentre as atrações turísticas, destacam-se o teleférico Skyride para ver Charlote Amalie e o porto do alto de mais de 200m; o Forte Christian, construído em 1680, e o lar do pintor impressionista Camille Pissarro na infância. A Government House, sede do governo desde a segunda metade do século XIX, também está aberta à visitação nos dois primeiros andares.

Ali não há uma zona hoteleira por excelência. Os hotéis e resorts estão espalhados por diferentes áreas da ilha, inclusive em Charlotte Amalie, perto do aeroporto.

Já Bahamas, apesar de ter sido colonizada pelos britânicos, e manter o trânsito na mão inglesa, é para quem curte versões mais hollywoodianas do Caribe, ou para os que amam lugares como Vegas, Dubai ou Cancún. O centrinho de Nassau, apesar do colorido casario colonial, não é dos mais sedutores — valem a visita básica e gratuita da destilaria de rum John Watling’s, a ida ao pequeno museu The Pirates of Nassau e o passeio pelo acanhado mercado de suvenires. A rua principal, Bay Street, é tomada por joalherias, lojas de suvenires e unidades autoproclamadas de duty free de bebidas alcoólicas.

Há ampla oferta de restaurantes tex mex para os muitos americanos que lotam a ilha o ano todo. Mas há também fartura de frutos do mar em pratos geralmente bem apimentados — destaque para o saboroso conch (pronuncia-se konk) um molusco grande de casca dura e carne suave.

Democrática, Bahamas tem hotéis três estrelas dividindo espaço com grandes resorts, como o Atlantis, e recebe desde famílias com crianças a grupos de amigos em despedidas de solteiro. Os americanos mais frequentes das ilhas em escapadas de fins de semana garantem que o melhor das Bahamas está muito longe de Nassau, nas ilhotas menores e mais afastadas, acessíveis em passeios em lancha: as mais cotadas são Bimini, a mais próxima de Miami, e Eleuthera — neste último caso, mais especificamente sua praia de areias rosadas Pink Beach, onde fica o resort Pink Sands.

St. Thomas

Como chegar. É possível ir a St. Thomas em um dos muitos navios de cruzeiros que aportam em suas águas ao longo do ano ou em voos diários via EUA, partindo de mais de dez cidades diferentes. Lanchas rápidas saem de muitas de suas praias para outras ilhas virgens americanas (como St. John) ou para as Ilhas Virgens Britânicas.

Praia e varanda. Os hotéis mais procurados possuem praias privativas, como o luxuoso Ritz Carlton St. Thomas, que conta com quatro restaurantes de alta gastronomia, premiado spa e cujos quartos têm varanda. Diárias desde US$ 389.

A mais famosa. A praia Magens Bay é considerada uma das mais belas pela revista “National Geographic”.

Bahamas

Como chegar. O arquipélago é o principal destino dos cruzeiros caribenhos que partem de Miami/Fort Lauderdale e tem nesses passageiros seu principal público o ano inteiro (o porto acomoda até sete navios ao mesmo tempo). O aeroporto internacional Lynden Pindling (LPIA) recebe diariamente voos regulares dos EUA, além de eventuais fretamentos.

Imponente. O Atlantis, de fachada nababesca (há outro Atlantis nos Emirados Árabes), virou o ícone mais famoso do arquipélago e é ali que a grande maioria dos passageiros de cruzeiros passa o dia, entre nado com golfinhos, passeios pela praia e restaurantes de bufê tex mex. Diárias a US$ 169.

Piratas e rum. A visita à destilaria de rum John Watling’s e a ida ao pequeno museu The Pirates of Nassau se destacam.

Ilhas de resorts. Tempero mexicano e peixinhos coloridos

A maior ilha habitada do México fica a menos de 20 quilômetros da costa da Península de Yucatán, na Riviera Maya. Cozumel conta histórias desde os tempos de Hernán Cortés e dos piratas que se escondiam nos seus arredores no século XVII, até o pesquisador Jacques Cousteau colocá-la no mapa dos turistas na década de 1960.

Tradicionalmente ranqueada como um dos cinco melhores lugares do mundo para mergulhar, tem a seu redor a segunda maior barreira de corais do mundo e cada mergulho é certeza de ver uma variedade impressionante de barracudas, tartarugas, cavalos-marinhos, tubarões-lixa, garoupas e arraias, além de uma infinidade de peixinhos.

O ponto de mergulho mais famoso é o recife Palancar, que pode ter visibilidade de até 70 metros de profundidade em boas condições. Santa Rosa e Cedral também disputam a preferência dos mergulhadores, mas a grande variedade de pontos de imersão em toda a ilha evita congestionamentos debaixo d’água. As praias mais desertas ficam na porção leste da ilha e garantem boa visibilidade até para o snorkel.

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Os turistas em Cozumel — muitos americanos — se dividem basicamente em dois tipos: os amantes do mergulho e os cruzeiristas que passam ali o ano todo. Casais em escapadas românticas são figurinha fácil nos hotéis mais luxuosos. Os resorts se espalham pela ilha, mas a maioria se concentra em cinco zonas: norte e sul (principalmente), mas também Midtown, Downtown e Corpus Christi (área famosa de compras).

Além do ócio nas praias e de mergulho e snorkeling, são atividades na ilha passeios por trilhas agradáveis pela região mais montanhosa e passeios mais culturais, como os que levam às ruínas maias de San Gervasio.

Na gastronomia, o destaque é a cozinha mexicana, especialmente a da península de Yucatán, como cochinita pibil (porquinho assado por horas, cuja carne derrete na boca) e queso relleno (queijo gouda recheado com porco picante). San Miguel de Cozumel, a única cidade da ilha, tem boas opções gastronômicas, de compras, e vida noturna. Zona livre de taxas, converte-se num imenso duty free — as lojas ficam próxima do terminal de cruzeiros e da Plaza Principal.

Já Aruba, parte do chamado grupo ABC (Aruba, Bonaire e Curaçao), está livre da temporada de furacões e promete dias de sol quase o ano todo. Foi a primeira ilha do Caribe a receber brasileiros em número expressivo desde os anos 1980 e não nos exige visto. Muitos dizem que a ilha poderia ser mais um estado dos EUA. O dólar é amplamente aceito — nos caixas eletrônicos pode-se sacar em moeda americana. O slogan “One happy island” se espalha por hotéis, restaurantes e lembrancinhas. A avenida beira-mar exibe um “I love Aruba” em letras garrafais. Hoje, tem mesmo sabor mais americanizado que holandês (a língua oficial).

A maior zona hoteleira concentra-se em Palm Beach, que tem também vida noturna; vários resorts estão instalados na vizinha Eagle Beach. Famosa ainda pelos muitos festivais de música eletrônica, é a ilha caribenha mais frequentada por jovens com menos de 25 anos. Mas recebe também casais e famílias com crianças o ano todo. A capital, Oranjestad, ainda exibe casinhas coloniais multicoloridas no centro.

No dia a dia, a gastronomia mistura sabores caribenhos aos da cozinha europeia. Nos hotéis, a comida é bem americanizada — mas há fartura de frutos do mar. Os pratos mais tradicionais são pastechi (pastelzinho frito com massa de torta recheado de queijo ou carne), stoba (cozindo de vegetais) e panqueca salgada, pan bati.

Palm Beach, Eagle Beach, Machebo Beach, Rodger Beach, Arashi e Baby Beach estão entre as praias mais procuradas, além de Palm Beach, sempre cheia. Arashi é boa para snorkeling.

Mergulhos para exploração de relíquias de naufrágios (como o Antilla), passeios em barcos para piscinas naturais, cavernas com inscrições pictográficas, ruínas de minas de ouro, cassino e compras de marcas também integram o cardápio de Aruba.

Cozumel

Como chegar. É possível chegar pousando no aeroporto internacional de Cozumel, mas a maioria dos turistas vai de ferries e lanchas que atravessam durante todo o dia as águas entre Playa del Carmen e o píer de Cozumel — os ferries rápidos levam pouco mais de 30 minutos para fazer a travessia.

De cara para os recifes. Bem em frente ao parque natural dos recifes de Cozumel, o Intercontinental Presidente Cozumel (diárias a US$ 242) é um dos maiores resorts da ilha e muito procurado por brasileiros.

Vida marinha. Palancar é o ponto mais famoso de mergulho, com 70 metros de profundidade de visibilidade.

Aruba

Como chegar. Localizada praticamente na costa venezuelana, chega-se a Aruba em voo da Avianca (conexão em Bogotá), da Copa (Via Panamá) e da Gol (via Guarulhos e Caracas).

Flamingos e lancha. É na capital, Oranjestad, que fica o hotel Renaissance Aruba (desde US$ 168), que construiu uma ilha artificial com direito a areias muito brancas, mar transparente e até flamingos em frente à propriedade. Um dos hotéis mais cotados da ilha hoje, tem lanchas que pegam os hóspedes dentro do lobby diariamente para levá-los à ilhota dia e noite.

Praia clássica. A praia de Palm Beach tem a areia branquinha e o mar turquesa que todos procuram.

Praia com sotaque holandês

Bem menos americanizada que a vizinha Aruba (a maioria dos turistas é europeia), Curaçao é a maior ilha do arquipélago das chamadas Antilhas Holandesas — e provavelmente a mais interessante. Uma ilha comprida, árida e plana que é parte dos Países Baixos hoje mas autônoma na administração, com holandês como língua oficial e inglês, francês e até espanhol — sofreu dominação espanhola antes da holandesa — amplamente difundidos. Mas é o ritmado papiamento (a mistura crioula de português, espanhol, francês, inglês e holandês) a língua mais falada em toda a ilha.

Na capital, Willemstad, dividida entre Punda, o centro do colorido casario, o mercado e a zona comercial, e Otrabanda, a face mais moderna, é onde vive a maioria dos residentes da ilha.

Com menos resorts que a vizinha Aruba, Curaçao tem padrão de hospedagem mais europeu — a maioria na região da Baía de Piscadeira. A gastronomia baseia-se em frutos do mar, arroz e tutu de feijão — adocicado, com canela e açúcar mascavo. A mescla gastronômica é crioula/caribenha/europeia. Vai da erwten soep, sopa de ervilhas com carnes, ao bami, noodles com carnes e legumes.

O Museu Tula e a Kas di Pal’i Maishi, que reproduz uma casa de ex-escravos, contam a história das colonizações. Chamam a atenção na geografia plana, Boka Tabla, falésia onde as ondas arrebentam com violência criando sulcos e cavernas, e o Mt. Christoffel, a maior elevação da ilha, que chega quase a 380 metros.

Curaçao tem algumas das praias mais bonitas do Caribe. Pequenas, são perfeitas para quem quer sossego e banhos de mar inesquecíveis. Com jeito ainda meio “selvagem” (não há hotéis ou outras construções na orla nem grande exploração de barracas no local), têm o mar turquesa tão característico do Caribe e água cristalina.

Como chegar. Chegar a Curaçao é possível via Estados Unidos, mas a melhor opção para brasileiros é com a Copa, via Cidade do Panamá (menos de 1h30m de voo da capital panamenha).

Clube de praia. O Marriott Curaçao (diárias a R$ 296) e o luxuoso resort Baoase (diárias US$ 375) são belas opções de hospedagem. O colorido Renaissance Curacao Resort&Casino (diárias a US$ 145) conta com praia e beach club privativos, construídos artificialmente sobre a margem rochosa da ilha, perto do píer de passageiros.

Aquário. Na praia de Port Marie, a uns 40 minutos do Centro, dá para nadar entre peixinhos sem nem se afastar muito da faixa de areia. Não perca também Boka Tabla, a falésia sobre as ondas.

oglobo.globo.com | 27-11-2013
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