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República Checa

Após uma semana de interrupção, o Circuito Mundial de vôlei de praia retornou com um duelo brasileiro. Nesta terça feira, Harley e Evandro triunfaram sobre Beto Pitta e Lipe por 2 sets a 0, com parciais de 21/19 e 21/16, e garantiram classificação na cota por país da quinta etapa da competição nesta temporada, em Praga, na República Checa.
esportes.terra.com.br | 22-05-2012
O técnico Michal Bilak praticamente definiu a relação de convocados da seleção da República Checa para a disputa da Eurocopa. Nesta segunda-feira, o t

www.estadao.com.br | 14-05-2012
França, Bulgária, Roménia e República Checa decidiram suspender a exploração das suas jazidas, por razões ambientais. Embora a UE esteja a ser pressionada a seguir essa via, a Polónia pode ser o último país a abandonar este recurso. (Article)
www.presseurop.eu | 10-05-2012
Marca de água mineral da República Checa elegeu o Parque Nacional da Peneda-Gerês como cenário ideal para rodar um filme publicitário.
feedproxy.google.com | 30-04-2012
O governo de centro direita da República Checa recebeu um voto de confiança do Parlamento nesta sexta feira, ganhando um novo sopro de vida após o rompimento de um dos três partidos da coalizão governista colocar a administração à beira do colapso. O resultado era esperado depois que uma facção da coligação dividida declarou fidelidade ao gabinete.
noticias.terra.com.br | 27-04-2012

Eleitores na França, Holanda, Grécia e República Checa dão sinais de que podem estar se voltando contra cortes orçamentários como solução para crise econômica.
g1.globo.com | 24-04-2012
Eleitores na França, Holanda, Grécia e República Checa dão sinais de que podem estar se voltando contra cortes orçamentários como solução para crise econômica.
www.bbc.co.uk | 24-04-2012
As equipes de Sérvia e República Checa venceram neste domingo as de Rússia e Itália, respectivamente, e vão decidir o título da Fed Cup.
esportes.terra.com.br | 22-04-2012
Neste sábado, a República Checa abriu importante vantagem na Fed Cup, com 2 a 0 no placar geral diante da Itália, na semifinal do torneio, disputada em Ostrava. Em Moscou, a Rússia não aproveitou os jogos em casa e ficou no empate contra a Sérvia.
esportes.terra.com.br | 21-04-2012
O contrabando de cerveja e de bebidas alcoólicas entre a República Checa e a Alemanha passou de moda e foi substituído pelo tráfico de metanfetaminas. O trabalho da polícia é dificultado pelas diferenças da legislação existentes entre os dois países. (Article)
www.presseurop.eu | 18-04-2012
A decisão da edição de 2012 da Copa Davis terá Argentina ou República Checa. Na tarde deste domingo, com vitórias de Tomas Berdych e Juan Martin Del Potro, os dois países asseguraram a vitória antecipada e se classificaram para a semifinal do torneio por nações.
esportes.terra.com.br | 08-04-2012
Única equipe com chances de fechar neste sábado o confronto de quartas de final da Copa Davis, a atual campeã Espanha viu a Áustria vencer o confronto de duplas em Castellon, fora de casa, e adiar a decisão da vaga nas semifinais para domingo. Também neste sábado, Estados Unidos, República Checa e

www.estadao.com.br | 07-04-2012
A República Checa ficou a uma vitória das semifinais da Copa Davis, neste sábado em Praga, deixando o confronto das quartas de final contra a Sérvia em 2 a 1 a seu favor, após a dupla formada por Tomas Berdych e Radek Stepanek superar os sérvios Nenad Zimonjic e Ilia Bozoljac por 6/4, 6/2 e 7/6 (7 4).
esportes.terra.com.br | 07-04-2012

WASHINGTON — Os Estados Unidos liberaram 10 países europeus e o Japão das sanções que Washington promete aplicar a partir de 28 de junho a quem continuar comprando petróleo iraniano. As exceções valem por 180 dias e podem ser renovadas a cada seis meses a partir de então.

A decisão, anunciada nesta terça-feira, é uma vitória para os 11 países, cujos bancos receberam uma isenção de seis meses da ameaça de serem cortados do sistema financeiro americano por causa das sanções.

A lista, porém, não inclui China e Índia — os dois maiores importadores de petróleo cru produzido pelo Irã — nem a Coreia do Sul e a Turquia, que estão entre os 10 maiores consumidores do produto iraniano.

O ministro das Finanças japonês, Jun Azumi, elogiou a decisão e disse que o país continuaria a cortar as importações de petróleo iraniano. A Coreia do Sul terá outra rodada de conversas com os Estados Unidos, disse um membro do ministério da Economia coreano nesta quarta-feira. O país aumentou a importação em 2011 e suas refinarias assinaram acordos para comprar ainda um pouco mais neste ano.

A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, entende que as sanções têm sido um sucesso pois os países diminuíram as importações de petróleo produzido pelo Irã. Os Estados Unidos, disse ela, “estão conseguindo progressos em encolher a exportação de petróleo pelo Irã e em isolar o Banco Central do país do sistema financeiro mundial.”

O último conjunto de sanções, adotado com apoio do Congresso apesar de ter tido objeções da Casa Branca, impediria companhias norte-americanas de fazer negócios com qualquer país que continuasse a comprar petróleo iraniano por meio do banco central daquele país. A lei, entretanto, dá margem de manobra para evitar um corte significativo no mercado de petróleo mundial e qualquer dano colateral aos aliados americanos.

A Europa já vinha fazendo sua parte. Dez nações já haviam decidido reduzir suas importações de petróleo iraniano: Bélgica, Reino Unido, República Checa, França, Alemanha, Grécia, Itália, Holanda, Polônia e Espanha.

— As ações tomadas por esses países não foram fáceis. Eles tiveram que repensar as suas necessidades energéticas em uma época crítica para a economia mundial e rapidamente começaram a encontrar alternativas ao óleo iraniano, do qual muitos eram dependentes — afirmou Hillary.

O Japão, ainda lutando com os impactos do terremoto e da crise nuclear do ano passado, entrou na exceção que permite a excluir países que fizessem “reduções significativas” em importações do Irã. Um membro do Departamento de Estado não disse de quanto devem ser essas reduções. Falando sob condição de anonimato, disse que os dados do ano passado — antes de a lei entrar em vigor, portanto — apontavam uma queda de 15% a 22% na importação feita pelo Japão.

A China, principal parceiro comercial do Irã e maior comprador do petróleo cru, cortou suas importações para menos da metade no primeiro o trimestre de 2012, com a pressão da maior refinaria chinesa — Sinopec — para obter melhores condições na compra do produto cru. Ainda não se sabe, porém, se essa redução será suficiente para evitar pressão norte-americana.

No total, 23 países compram petróleo iraniano, segundo o membro do Departamento de Estado, o que deixa outros 12 sujeitos a sanções. Na terça, Hillary definiu de excluídos como “um grupo inicial”.

Um republicano membro do congresso alertou que não se sabe o quanto o Japão concordou em reduzir as importações. O volume poderia influenciar quais outros países podem receber sanções e determinar o efeito prático da lei, disse o republicano. A expectativa com a nova legislação é que as “reduções significativas” fossem de, pelo menos, 18%.

— Sinalizar que a administração vai deixar o petróleo iraniano correr acalmaria a ansiedade do mercado de óleo iraniano. O teste verdadeiro será com Índia e China — disse Mark Dubowitz, diretor executivo da Fundação para a Defesa das Democracias, em Washington, favorável às sanções. Os preços do petróleo subiram nas últimas semanas.

Obama e o líder iraniano emitiram mensagens divergentes na última terça-feira, dia do Ano Novo Persa. O presidente americano criticou os iranianos por tentarem impedir o fluxo livre de informações no Irã e disse que os fabricantes americanos de tecnologias anti-censura seriam excluídos das sanções por venderem para o Irã.

O líder supremo iraniano, Aiatolá Ali Khameni, exortou os cidadãos a tomarem cuidado com os golpes do inimigo e para comprar apenas produtos feitos no país. Sua mensagem implicitamente reconhece as crescentes restrições na economia iraniana por causa das sanções.

Ele disse que, ao consumir todos os produtos feitos no Irã, “mais uma vez a nação iraniana vai conseguir superar as maquinações dos inimigos e os truques dos mal-intencionados na arena econômica.”

oglobo.globo.com | 21-03-2012
Sendo o único país que, juntamente com o Reino Unido, não assinou o pacto orçamental europeu, a 2 de março, “será que a República Checa […] (News in brief)
www.presseurop.eu | 05-03-2012
A Europa tem um novo pacto orçamental - o Tratado Sobre a Estabilidade, Coordenação e Governação na União Económica e Monetária foi hoje assinado em Bruxelas por 25 líderes europeus. Reino Unido e República Checa escolheram ficar de fora do acordo que impõe aos países uma maior disciplina sobre as finanças públicas, na forma da chamada “regra de ouro” que determina um limite de 0,5 por cento ao défice estrutural.
www.rtp.pt | 02-03-2012
Os líderes de 25 países da União Europeia, incluindo Portugal, assinam hoje, em Bruxelas, o tratado de disciplina orçamental. De fora ficam o Reino Unido e a República Checa.
www.rtp.pt | 02-03-2012
A situação económica está na agenda, mas a questão grega especificamente não. Para a Alemanha, prioritário é o tratado de disciplina orçamental, que deverá ser assinado na sexta feira de manhã, com as ausências do Reino Unido e da República Checa.
www.rtp.pt | 01-03-2012
Os tempos são difíceis para a propriedade intelectual tal como a conhecemos. Após anos de perseguição na Internet e nos tribunais entre os direitos dos autores serem remunerados pelas suas obras e os direitos dos cibernautas trocarem conteúdos, parece que chegámos finalmente a um ponto de viragem: após a suspensão das leis antipirataria SOPA e PIPA nos Estados Unidos, é a vez da Europa preparar o terreno. A 16 de fevereiro, o Tribunal Europeu de Justiça (TEJ) proclamou que as redes sociais não podem ser obrigadas a instaurar um sistema de filtragem geral para impedir os utilizadores de descarregar conteúdos pirateados. O tribunal decidiu a favor da rede social belga Netlog no caso contra Sabam, uma sociedade belga que defende os interesses dos autores e compositores. Os juízes do Luxemburgo confirmaram esta decisão em novembro passado, quando estabeleceram que a obrigação de filtragem não podia ser imposta aos fornecedores de acesso à Internet. Nos dois casos, o TEJ considerou que a filtragem violava as regras europeias relativas à liberdade de empresa e de proteção dos dados pessoais. Em finais de fevereiro, o Parlamento Europeu deverá iniciar uma análise do Acordo Comercial Anticontrafação (ACTA), assinado pela UE assim como por uma dezena de outros países em finais de janeiro, mas que deverá ser ratificado por 27 Estados-membros e pelos eurodeputados. Porém, este texto, assinado contra vontade por diversas delegações, é alvo de uma contestação inédita em vários países, devido aos receios relacionados com os novos poderes que concederiam aos governos em matéria de restrição de acesso à Internet, em nome da luta contra a pirataria. Há já várias semanas que se sucedem manifestações contra o ACTA na Europa, nomeadamente nos antigos países comunistas, onde os habitantes são particularmente sensíveis a todos os assuntos relacionados com as liberdades civis. No dia 11 de fevereiro, as ruas continuavam inundadas por milhares de manifestantes, desde Paris a Varsóvia e de Berlim a Sófia. O seu apelo gerou frutos: a Alemanha, a Polónia, a República Checa, a Eslováquia, a Bulgária e a Roménia suspenderam a ratificação do ACTA. Quanto ao Parlamento Europeu, que aprovou uma resolução favorável ao acordo em 2010, parece agora inclinado para a sua rejeição. A Comissão, que apoia o ACTA, terá dificuldade em defender a noção de que o texto pretende proteger a propriedade intelectual das empresas europeias. Relativamente aos lóbis da indústria do entretenimento e da edição, que sentem o vento mudar, imploraram aos eurodeputados que aprovassem o acordo. A noção de Internet como espaço de liberdade e troca define-se portanto como um direito inviolável na Europa. O que não significa que a questão da proteção dos direitos de autor – igualmente legítima – pode continuar eternamente indefinida a nível europeu, com os Estados a legislar à sua maneira. Se os autores devem poder escolher livremente o tipo de licença concedido às suas obras, quer queiram privilegiar a difusão ou os seus potenciais rendimentos, os cibernautas devem poder aceder a todas a formas de pagamento adaptadas. Existem diversos sistemas, como uma licença global ou o pagamento por unidade para os descarregamentos. Como Frédéric Filloux, proprietário do muito seguido Monday Note, realçou recentemente, as fórmulas que combinam um preço justo com uma facilidade de compra, uma vasta escolha e produtos atualizados são capazes de competir com a pirataria. O que não significa que esta última irá desaparecer, mais deixará, talvez, de ser vista como uma ameaça mortífera para a criatividade. (Editorial)
www.presseurop.eu | 17-02-2012
Um avião da companhia Czech Airlines fez um pouso de emergência em Praga nesta quarta feira, depois que o piloto desmaiou e morreu durante o voo, informou a empresa aérea da República Checa.
noticias.terra.com.br | 15-02-2012
O amistoso disputado neste domingo entre o Sparta Praga, da República Checa, e o Bellinzona, da segunda divisão suíça, foi suspenso devido a insultos racistas de um jogador da equipe helvética contra um adversário.
esportes.terra.com.br | 05-02-2012
A checa Petra Kvitova precisou virar mais uma partida na Fed Cup, mas garantiu a classificação da República Checa à semifinal do torneio feminino entre nações. Ela derrotou a alemã Sabine Lisicki por 2 sets a 1, parciais de 6/7 (2 7), 6/4 e 6/1, e fez seu país anotar 3 a 0 sobre a Alemanha, em Stuttgart, fechando a série em favor de sua equipe.
esportes.terra.com.br | 05-02-2012
Liderada por Petra Kvitova, a República Checa ficou perto da classificação para as semifinais da Fed Cup - a versão feminina da Copa Davis. Neste sábado, a atual campeã do torneio abriu 2 a 0 no confronto com a Alemanha, que está sendo disputado em Stuttgart, e ficou a uma vitória de avançar. O

www.estadao.com.br | 04-02-2012
Atual campeã da Fed Cup, torneio feminino entre nações, a República Checa teve muito trabalho para abrir vantagem sobre a Alemanha neste sábado. Jogando em Stuttgart, Iveta Benesova e Petra Kvitova perderam os primeiros sets de suas partidas, mas conseguiram virar os jogos e garantiram o placar de 2 a 0 para seu país, no equilibrado duelo.
esportes.terra.com.br | 04-02-2012
Desta vez não se tratava da última possibilidade de cimeira. Mas as consequências do Conselho Europeu realizado a 30 de janeiro iriam ser importantes. Os 25, visto que o Reino Unido e a República Checa se recusaram a participar, adotaram o pacto fiscal e orçamental que a Alemanha, juntamente com a França, queria impor. A partir do momento em que doze Estados-membros ratificaram o documento que deveria ser assinado em março, os países que aceitaram o pacto perdem o direito de declarar um défice anual superior a 0,5% do PIB e incorrem em sanções automáticas caso o défice do país ultrapasse a barreira dos 3%. No fundo, a política económica da quase totalidade dos Estados europeus fica agora inscrita num quadro europeu rigoroso e imutável. Sendo a consequência lógica do Tratado de Maastricht e da introdução da moeda única, é um passo que os dirigentes europeus de então não se atreveram a dar. Forçados pelas circunstâncias, os atuais líderes aproximaram-se mais do que nunca da Europa federal – onde abandonaram um pouco mais ainda a soberania dos seus países, segundo o ponto de vista que se tiver. Irá reinar assim a disciplina merkeliana. Mas, no entanto, nem assim fica regulada a crise da zona euro. O risco de incumprimento da Grécia ainda não foi eliminado, uma vez que Atenas, os seus credores privados e a troika declinam responsabilidades, exigindo aos outros esforços suplementares. A descoberta de um buraco suplementar de 15 milhões de euros nas finanças gregas não vai facilitar as conversações. Nem a proposta alemã – não oficializada – de nomear um comissário do Orçamento para que a Grécia fique sob tutela. Para além disso, as agências de rating, lideradas pela Standard & Poor’s, talvez não tenham a amabilidade de esperar pela ratificação do pacto orçamental antes de agravarem novamente a nota de alguns países. A verdade é que a maneira como este pacto foi adotado deixa um amargo de boca que anuncia dificuldades futuras. Ninguém devia regozijar-se com o facto de Londres e Praga terem preferido afastar-se, mesmo que a política interna tenha pesado bastante nas suas decisões. Uma Europa sem britânicos fica mais fragilizada no mundo e a Europa central, agora mais do nunca, carece de uma ancoragem europeia estável: a Hungria ignora cada vez mais as regras comunitárias; a Eslováquia afunda-se num escândalo de corrupção de consequências imprevisíveis; a Roménia começa agora a revoltar-se contra a austeridade. Na Irlanda, as disposições para que o pacto fosse redigido de maneira a evitar o referendo talvez tenham o efeito inverso e comprometam o plano de resgate de 2010. Na Grécia, finalmente, toda a gente, à exceção, aparentemente, de Angela Merkel e dos negociadores da troika, se dá conta de que, independentemente das insuficiências das autoridades, a população se encaminha perigosamente para o ponto de rutura. No meio de tudo isto, a Alemanha continua a desenhar uma Europa à sua maneira, simultaneamente “libertada” da parceria com um Nicolas Sarkozy enfraquecido e reticente quando se trata de assumir responsabilidades que nunca procurou ter. As consequências não são apenas económicas, mas também culturais. Os espíritos crispam-se cada vez mais, as línguas soltam-se cada vez mais e seria conveniente que a Europa remetesse os alemães para o seu passado nazi ou prussiano. Mais insidiosa que as dificuldades económicas e sociais, a emergência desta tendência, aliada à escalada dos nacionalismos, é igualmente inquietante. E, contra isto, nenhum pacto orçamental será eficaz. (Editorial)
www.presseurop.eu | 03-02-2012
O primeiro-ministro da República Checa explicou as razões porque decidiu não assinar o pacto de rigor orçamental acordado por 25 países na última reunião do Conselho Europeu. Petr Necas disse que para a Zona Euro sobreviver terá de se transformar numa “unidade económica federal” e questionou-se se, nessas condições, Praga ainda estará interessada em aderir à moeda única.
www.rtp.pt | 02-02-2012

O índice de desemprego na Eurozona atingiu um recorde histórico em dezembro de 2011, a 10,4% da população ativa, segundo dados publicados nesta terça-feira pela agência europeia de estatísticas Eurostat.

Um novo recorde já havia sido atingido em novembro, depois que a Eurostat revisou para 10,4% o resultado do mês, contra 10,3% divulgados em um primeiro momento.

Este nível está em conformidade com as previsões dos analistas entrevistados pela agência Down Jones Newswires.

Trata-se do oitavo mês consecutivo em que o desemprego alcançou e superou o limite dos 10% na Eurozona.

Segundo os cálculos da Eurostat, 16,469 milhões de pessoas estavam desempregadas na Europa em dezembro, ou seja, 20.000 a mais que em novembro.

A Espanha continua sendo o país com o maior índice de desemprego, com 22,9%, igual ao do mês anterior e à frente da Grécia (19,2%).

A Áustria se mantém como o país em que o desemprego é o mais baixo, 4,1%, na frente da Holanda (4,9%), que supera no segundo lugar a Luxemburgo (5,2%).

O índice de desemprego na França, de 9,9%, aumentou em relação a novembro (9,8%). Na Alemanha, este índice se mantém nos 5,5%.

No conjunto da União Europeia (UE), em dezembro o índice de desemprego se manteve estável em relação a novembro, mas o Eurostat revisou para cima o índice de novembro (9,8%).

Justamente para impulsionar o crescimento e o emprego na Eurozona, os 27 dirigentes da UE se reuniram na segunda-feira em Bruxelas. Contudo, mais que medidas concretas para frear os flagelos de recessão e desemprego, os europeus acordaram um pacto que consagra a austeridade fiscal na Europa.

Apenas Grã-Bretanha e República Checa ficaram fora do tratado, que responde a uma exigência de disciplina da chanceler alemã, Angela Merkel, em troca de maior solidariedade financeira.

O centro das atenções, mas uma vez, foi a Grécia, que representa 2% do PIB da Eurozona e país onde teve início a crise da dívida.

"Pedimos que os ministros de Finanças (da Zona do Euro) realizem as ações necessárias para pôr em prática até o final da semana o acordo com os bancos e aprovem o novo programa de empréstimos de 130 bilhões de euros prometidos ao país", disse o presidente da UE, Herman Van Rompuy.

A Grécia tenta concluir as negociações com os credores privados, entre eles bancos, companhias de seguros e fundos de investimento - que consentiram em perdoar 50% da dívida grega que está em suas mãos.

 Este acordo é condição indispensável para um novo pacote de ajuda a ser concedida pela União Europeia e o Fundo Monetário Internacional (FMI).

Através desse pacto, os credores privados perdoariam cerca de 100 bilhões de euros da colossal dívida grega, mas até agora as negociações tropeçaram nas taxas de juros exigidas da Grécia pelo restante da dívida.

O Banco Central Europeu também está sob forte pressão para aceitar o perdão da dívida da Grécia em seus ativos.

Pairou sobre a cúpula de Bruxelas a sombra da controvérsia relacionada a uma proposta alemã de colocar a Grécia sob uma estrita tutela fiscal europeia. A proposição foi rejeitada secamente por vários países, entre eles a França.

O presidente Nicolas Sarkozy considerou que isso não seria "razoável, democrático e eficaz".

O governo de Atenas nem quer ouvir falar da proposta.

A chanceler Angela Merkel tentou acalmar os ânimos, mas sem se retratar.

Além das questões gregas, o pacto fiscal europeu obriga a fixação de um teto máximo de déficit de 0,5% do PIB sob pena de sanções (multa de até 0,1% do PIB) e exclui da ajuda europeia aqueles que não ratificarem o acordo.

A partir de agora, a Comissão Europeia ou qualquer país da Eurozona ou da UE que tenha firmado o tratado de governança europeia, poderá levar um país infrator ante o Tribunal da UE.

Da AFP Paris


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www.pernambuco.com | 31-01-2012
A cimeira do Conselho Europeu terminou com um acordo a 25 sobre o novo pacto de disciplina fiscal que a Alemanha tem vindo a defender. Uma vitória simbólica para Angela Merkel, apesar de a República Checa se ter recusado a assinar.
www.rtp.pt | 31-01-2012
“Nem sim, nem não. República Checa isolada na UE”, constata o Hospodářské noviny no dia seguinte à adoção do pacto orçamental pelo Conselho Europeu. Praga […] (News in brief)
www.presseurop.eu | 31-01-2012
Vinte e cinco países europeus vão avançar com um novo pacto orçamental, Reino Unido e República Checa quiseram ficar de fora. Foi a decisão principal do Conselho Europeu de Bruxelas. Os líderes europeus pediram decisões "rápidas" à Grécia e acordaram fazer mais pelo crescimento e combate ao desemprego. A cimeira foi dominada pela proposta alemã para limitar a soberania orçamental da Grécia.
www.rtp.pt | 31-01-2012
A cimeira Europeia terminou com um acordo em torno do tratado intergovernamental de reforço da disciplina das finanças públicas dos Estados-membros, o "pacto orçamental", a que se juntam para já 25 dos 27 países da União (Reino Unido e República Checa ficaram de fora), assim como do tratado que regula o futuro fundo de resgate permanente, o mecanismo europeu de estabilidade.
www.rtp.pt | 30-01-2012
Em Bruxelas 25 países deram o sim à chamada regra de ouro dos orçamentos. O reino Unido e a República Checa não vão assinar o acordo.
www.rtp.pt | 30-01-2012
Os líderes da União Europeia (UE) comprometeram-se hoje a avançar com medidas para promover o crescimento e o emprego, alertando que a austeridade, por si só, não chega para resolver a crise. O pacto orçamental para a “estabilidade da zona euro” será a 25, deixando de fora o Reino Unido e a República Checa.
feedproxy.google.com | 30-01-2012

RIO — Eike Batista se mexe na cadeira, reagindo à lembrança de seus tempos de anonimato. "Os brasileiros pensam que eu apareci no ano 2000 a partir do nada", diz Eike, o homem mais rico do Brasil.

Poucos brasileiros tinham ouvido falar sobre suas aventuras na Amazônia aos 20 anos de idade, contou ele, quando abandonou a faculdade na Alemanha Ocidental para negociar ouro e apostar os ganhos na construção de uma máquina barulhenta na floresta para processar o metal precioso, sem mineradores.

Ao contrário, Eike só apareceu nas revistas de fofocas na década de 1990 depois que se casou com a modelo e dançarina de carnaval Luma de Oliveira. Naquela época, seu pai, Eliezer Batista, um ex-funcionário do governo, disse-lhe para manter a discrição, enquanto sua fortuna em crescimento tornava-o um alvo de sequestradores.

Eike Batista não fez nada além de se esconder. Agora, aos 55 anos, ele não só é considerado o homem mais rico da América do Sul, com uma fortuna estimada pela Forbes em US$ 30 bilhões, mas também é uma das figuras mais famosas do Brasil, um empreendedor em série com energia ilimitada para vender a si mesmo e a seu país.

"O meu cavalo de corrida é o Brasil", disse ele do 22º andar de seu escritório no quartel-general de sua empresa, a EBX, que tem vista para a Baía de Guanabara. "E o Brasil tem hoje a riqueza que a América tinha na virada do século."

Enquanto a presidente Dilma Rousseff o considera um exemplo de executivo do setor privado, empresários rivais afirmam que a principal habilidade dele é como vendedor, ao persuadir investidores a apostar cerca de US$ 24 bilhões em empresas iniciantes de mineração, petróleo, logística, geração de energia e construção naval.

"Eles acham que ele vende muitos sonhos e não realidade suficiente", disse Olavo Monteiro de Carvalho, ex-sócio em uma mina de ouro da Amazônia.

No início deste ano, Eike Batista tem a chance de afastar esse preconceito, quando sua empresa petrolífera, a OGX, deverá começar a produzir petróleo a partir da descoberta de 10 bilhões de barris no mar.

A empresa de Eike de logística também planeja abrir um “superporto” de US$ 2 bilhões no Rio, no ano que vem, e ele diz que vai ser a versão latino-americana de Rotterdam. Situado em território equivalente a uma Manhattan e meia, o porto vai ter capacidade para transportar cerca de 350 milhões de toneladas de importações e exportações por ano, incluindo petróleo e minério de ferro de empresas de Eike.

Os brasileiros continuam divididos sobre o que achar do homem simplesmente conhecido como Eike. Alguns o veem como um megalomaníaco exibicionista e debocham de suas fotos tiradas ao lado de seu Mercedes McLaren de US$ 1 milhão.

Eike Batista não se arrepende da imagem que criou e diz que está tentando mudar a cultura conservadora sobre riqueza que seu pai viveu, e ensinar aos brasileiros a olhar para seus empresários da forma como os americanos fazem.

"Eu quero ajudar toda uma geração de brasileiros a se orgulhar", diz. "Eu sou rico, sim. Eu mesmo construí isso. Não roubei. Simplesmente mostro isso".

Ultimamente, Eike está totalmente sem amarras. Ele viaja pelo mundo em seu jato Gulfstream de US$ 61 milhões, muitas vezes dando palestras, e interage com seus mais de 539.600 seguidores no Twitter, a quem oferece "frases educativas" para inspirar.

Em seu escritório, ele exibe fotos emolduradas de seus dias como campeão em corrida de lancha e uma espada que lhe foi dada por um parceiro japonês em agradecimento a um negócio fechado.

Ele intercala seu inglês com sotaque alemão - uma das cinco línguas que fala fluentemente - com frases em francês como "C'est la vie”. Sua risada contagiante lembra o Charada de 1960 da série de "Batman" na televisão.

Eike diz que sua jornada começou como uma "busca à independência financeira" e um desejo ardente de fugir da sombra de seu pai famoso, um engenheiro brasileiro que ajudou a aumentar o comércio internacional de commodities no Brasil.

Nascido em Minas Gerais, Eike tem seis irmãos. Quando era pequeno, sofria de asma crônica. Sua mãe, uma alemã, colocava-o na piscina. "Isso abriu meus pulmões", disse ele. Ele continua a ser um ávido nadador e corredor.

Quando era adolescente, sua família se mudou para a Europa, vivendo em Genebra, Düsseldorf e Bruxelas. O pai de Batista, que no Brasil tinha sido presidente da empresa estatal de mineração, decidiu entrar em um "exílio amigável" quando o governo militar do Brasil desconfiou que fosse comunista por sua fluência em russo, uma das várias línguas que fala. Na Europa, o pai de Eike trabalhou para construir os negócios internacionais da empresa de mineração.

Na década de 1960, o pai de Eike notou que o Brasil poderia lucrar muito com a exportação de minério de ferro para o Japão. Mas a distância era enorme, então convenceu estaleiros a construir grandes embarcações, e ele liderou o desenvolvimento de um porto brasileiro com profundidade suficiente para os navios atracarem.

Eike diz que seu pai "fez um monte de coisas incríveis para o Brasil", mas que "nunca quis tomar riscos”.

Seus pais voltaram para o Brasil quando Eike tinha 18 anos. Ele ficou em Bruxelas e foi de porta em porta vendendo seguros, e depois negociando diamantes e carne enlatada.

Em 1978, Eike leu sobre a corrida do ouro na Amazônia. Aos 22, ele deixou a Universidade de Aachen na Renânia do Norte-Vestfália, onde foi estudar engenharia metalúrgica, e voltou ao Brasil. Ele convenceu um joalheiro no Rio a emprestar-lhe US$ 500 mil - "com certeza, eles sabiam que meu pai foi importante", disse ele - e foi para a Amazônia.

Com o empréstimo, ele começou a negociar ouro, agindo como um intermediário entre mineradores e compradores no Rio e em São Paulo. Ele disse que ganhou US$ 6 milhões em um ano e meio de negociação.

Depois de uma empresa brasileira de mineração de estanho, tentou copiar a idéia para extração de ouro, percebendo que teria uma margem de lucro enorme mesmo se cometesse erros. "Era à prova de idiotas ricos", disse ele.

Aos 23 anos, ele apostou tudo na construção de sua máquina. Mas o custo de comprar dos mineradores e os desafios de conseguir tratores e óleo diesel em uma área repleta de malária e ilegalidade se provou formidável.

Ele resistiu até seus últimos US$ 300 mil e se perguntou se "deveria ir para a praia" ou retomar o estudo de engenharia. Em seguida, a máquina começou a funcionar. Logo estava ganhando US$ 1 milhão por mês.

Enquanto Eike de alguma forma driblava a malária, ele não evitava problemas. Um dia foi confrontar um minerador que lhe devia dinheiro. O minerador estava bêbado. Eike Batista o xingou. Quando ia embora, o minerador atirou nele pelas costas com um revólver. "Eu estava longe o suficiente para que o impacto não fosse mortal", disse ele.

Seus guarda-costas disseram-lhe, mais tarde, que mataram o minerador.

Após sua experiência amazônica, Eike procurou as minas de ouro mais ricas do Brasil. Seu pai, temendo que o filho corria o risco de ser sequestrado, o encorajou a pesquisar fora do país. Ele tentou, mas falhou na Rússia, na Grécia, na República Checa, no Equador e na Venezuela, depois de perder centenas de milhões de dólares.

As experiências assustaram ele e em 2000 decidiu se dedicar a projetos no Brasil.

Ele falhou em outros tipos de negócios, entre jipes, cerveja e até perfume. "Em produtos de consumo, é muito mais difícil", disse ele. "Como você não tem margens de lucro à prova de idiotas, não pode cometer muitos erros."

Atualmente, está obcecado em inspirar uma nova geração de empresários brasileiros a tomar riscos como ele. "Nós não precisamos só ter os melhores jogadores de futebol do mundo", disse ele. "Por que não ter o melhor empresário do mundo?"

Nos últimos anos, ele investiu muito em restaurar o que chama de "auto-confiança" do povo do Rio de Janeiro, dizendo que gasta US$ 10,7 milhões por ano para ajudar um programa policial a livrar favelas de traficantes de drogas. Quando o governador do Rio, Sérgio Cabral, precisava de dinheiro para ajudar com a candidatura do Rio para a Olimpíada de 2016, Eike Batista disse que concordou em gastar US$ 12,3 milhões para contratar a agência de marketing que ajudou Londres a ganhar os Jogos de 2012.

"Olhe o que aconteceu agora", disse Eike. "Os preços dos imóveis triplicaram. As pessoas deveriam me pagar uma comissão".

oglobo.globo.com | 21-01-2012
A República Checa conquistou a Copa Hopman, torneio de tênis misto entre nações, pela segunda vez em sua história, neste sábado. Na decisão, Petra Kivtova e Tomas Berdych venceram seus confrontos de simples contra Marion Bartoli e Richard Gasquet e garantiram o título com 2 a 0 na final, eliminando a necessidade do confronto de duplas mistas.
esportes.terra.com.br | 07-01-2012
A República Checa concedeu asilo ao marido de Iulia Timoshenko, antiga primeira-ministra e líder da oposição ucraniana que se encontra detida.
feedproxy.google.com | 06-01-2012
Alexandre Timochenko, marido da ex-primeira-ministra ucraniana Iúlia Timochenko, pediu asilo político na República Checa, noticiou hoje o jornal checo Pravo.
www.rtp.pt | 06-01-2012
A República Checa é finalista da Copa Hopman e vai decidir o título contra a França. O confronto que levou o país à classificação colocou as duas melhores tenistas na atualidade frente a frente. A checa Petra Kvitova, segunda melhor do mundo, levou a melhor no primeiro duelo de 2012 contra a número um no ranking da WTA, Caroline Wozniacki, da Dinamarca, com parciais de 7/6 (7 4), 3/6 e 6/4.
esportes.terra.com.br | 06-01-2012
O marido da ex primeira ministra da Ucrânia Yulia Timoshenko, detida em Kiev, pediu asilo político à República Checa no fim do ano passado, informa o jornal checo Pravo.
noticias.terra.com.br | 06-01-2012
O futebolista brasileiro Paulo Rodrigues da Silva, que actuava no Pribram, na República Checa, morreu, segunda-feira, na sequência de acidente de viação na cidade de Bohutín, a 59 quilómetros da capital Praga.


rss.feedsportal.com | 05-01-2012
O Eurogrupo chegou a acordo parcial sobre o reforço das verbas do FMI em 150 mil milhões de euros para ajudar o fundo a financiar os países endividados da Zona Euro. Contudo, o Reino Unido voltou a minar um acordo mais ambicioso, que perspetivava um pacote de 200 mil milhões de euros, com o contributo dos países fora da moeda única. A Suécia, a Dinamarca, a República Checa e a Polónia também vão contribuir mas, com o “não” dos britânicos, o reforço fica aquém do esperado.
www.rtp.pt | 19-12-2011
A República Checa anunciou nesta segunda feira três dias de luto nacional pela morte do escritor, dramaturgo e ex presidente Vaclav Havel, que faleceu no último domingo em sua casa de campo. Após um Conselho de Ministros extraordinário, o governo declarou três dias de luto, de quarta até sexta feira, quando será enterrado o ex líder, informou o primeiro ministro, Petr Necas, em entrevista coletiva.
noticias.terra.com.br | 19-12-2011
Memória O ex-presidente checo, dramaturgo e símbolo da Revolução de Veludo, Vaclav Havel, morreu ontem aos 75 anos, em sua casa no norte da República Checa. Acompanhado de sua mulher, Dagmar, o líder da luta anticomunista morreu enquanto dormia - ao final de uma longa batalha contra problemas
www.estadao.com.br | 19-12-2011
O ministro da Defesa, José Pedro Aguiar-Branco, considerou hoje que o antigo presidente da Checoslováquia e da República Checa foi um lutador pela democracia e liberdade e um político com uma grande dimensão humana.
www.rtp.pt | 18-12-2011
O Presidente da República enviou hoje uma mensagem de condolências ao homólogo checo pela morte do ex-chefe de Estado da República Checa Vaclav Havel, na qual destacou o "legado imenso de humanidade, coragem política e brilho intelectual".
www.rtp.pt | 18-12-2011
O chefe de Estado francês, Nicolas Sarkozy, destacou neste domingo que o ex presidente da República Checa Vaclav Havel encarnava um compromisso incansável em favor da democracia e da liberdade e que, com sua morte, a França perde um amigo e a Europa "um de seus sábios".
noticias.terra.com.br | 18-12-2011
O Reino Unido já não está sozinho. A Hungria e a República Checa decidiram não assinar o tratado intergovernamental decidido na cimeira da União…
pt.euronews.net | 16-12-2011

RIO - A Lookout Mobile Security, uma companhia de segurança em software, emitiu um alerta para a Google sobre 22 aplicativos fraudulentos na Android Market no último domingo. Na terça-feira, o número de aplicações contendo um código malicioso conhecido como RuFraud subiu para 27. As aplicações, entre elas uma chamada "Angry Birds" e outra "Need For Speed", enviavam torpedos 'SMS Premium' por meio do celular da vítima, que era cobrada indevidamente.

Segundo a Lookout, já foram feitos mais de 14 mil downlodas dos 22 aplicativos iniciais apontados pelo relatório. A Google, que respondeu ao post de imediato, diz que removeu todos eles da sua loja virtual.

Conhecidos como "software de terceiros", os aplicativos maliciosos são encontrados mais facilmente em lojas alternativas. Entretanto, na última semana, houve uma onda de novas ameaças RuFraud na Android Market.

A principio, os aplicativos maliciosos afetam usuários de Rússia, Azerbaijão, Armênia, Geórgia, República Checa, Polônia, Cazaquistão, Belarus, Letônia, Quirguistão, Tajiquistão, Ucrânia, Estônia, Reino Unido, Itália, Israel, França e Alemanha. Usuários americanos não foram afetados, diz a companhia. Não há nenhum relato sobre o Brasil porém, segundo levantamento da companhia, a ameaça afeta apenas a Europa.

Após instalado, o software emite um único alerta sobre sua presença e passa a enviar mensagens SMS para serviços não contratados. Geralmente, o usuário do smartphone só nota que seus créditos estão sendo usados para o pagamento de um serviço não solicitado quando eles acabam e, na maioria das vezes, não consegue descobrir o motivo do problema.

Usando nomes de aplicativos famosos como "Angry Birds", "Need For Speed", "Talking Tom Cat" e "Tetris", eles são muito buscados pelos usuários que procuram games grátis e encontrando presas fáceis na internet.

A lista completa de aplicações em que foram encontrados códigos RuFraud está disponível no site da Lookout.

oglobo.globo.com | 14-12-2011
O mercado financeiro internacional aprovou, sim, mas recebeu sem entusiasmo o acordo de unificação fiscal acertado na madrugada de sexta-feira, por 26 dos 27 membros da União Europeia, em Bruxelas. Só o Reino Unido do primeiro-ministro David Cameron ficou de fora - Hungria, Suécia e República Checa
www.estadao.com.br | 11-12-2011
A Europa vai caminhar para um novo tratado com o propósito de desviar a moeda única da rota do colapso, mas não a 27. Reino Unido e Hungria ficam arredados. Na Suécia e na República Checa, vão ser auscultados os parlamentos. Ao longo de mais de nove horas de difíceis negociações em Bruxelas, o Presidente francês e a chanceler alemã fizeram vingar na madrugada desta sexta-feira a via de reforço da disciplina orçamental e de penalizações para países incumpridores. A expensas da unanimidade.
www.rtp.pt | 09-12-2011

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