
|
www.rtp.pt | 05-02-2012
|
|
GENEBRA - A chefe da diplomacia europeia, Catherine Ashton, desembarca amanhã no Brasil em busca do apoio do governo de Dilma Rousseff a uma resolução patrocinada pela Liga Árabe contra o regime do ditador sírio, Bashar Assad. Em entrevista exclusiva ao Estado, a "chanceler" da União Europeia (UE)
www.estadao.com.br | 04-02-2012
|
|
O primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, tentou nesta sexta-feira passar uma imagem tranquilizadora ao assegurar que a China não tem a intenção de "comprar a Europa", disse ele durante o segundo dia de visita da chanceler alemã, Angela Merkel, ao gigante asiático. .. Leia Mais... Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias Copyright © 2012, Pernambuco.com - Grupo Associados, Recife-PE, Brasil
www.pernambuco.com | 03-02-2012
|
|
São Paulo - Reguladores da União Europeia pediram que o Google adie a implementação de sua nova política de privacidade,... ( Reuters )
info.abril.com.br | 03-02-2012
|
|
A América Latina deve esperar o melhor, mas se preparar para o pior, em meio à crise da dívida europeia, aconselhou nesta quinta-feira o responsável do Fundo Monetário Internacional (FMI), Nicolás Eyzaguirre, em um blog. .. Leia Mais... Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias Copyright © 2012, Pernambuco.com - Grupo Associados, Recife-PE, Brasil
www.pernambuco.com | 02-02-2012
|
|
www.rtp.pt | 02-02-2012
|
|
GENEBRA - A chefe da diplomacia europeia, Catherine Ashton, desembarca no Brasil neste fim de semana para cobrar do governo da presidente Dilma Rousseff a adoção de uma posição mais firme contra a repressão na Síria e pressionar o País a aliar-se aos esforços da comunidade internacional para conter
www.estadao.com.br | 02-02-2012
|
|
O índice de desemprego na Eurozona atingiu um recorde histórico em dezembro de 2011, a 10,4% da população ativa, segundo dados publicados nesta terça-feira pela agência europeia de estatísticas Eurostat. .. Leia Mais... Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias Copyright © 2012, Pernambuco.com - Grupo Associados, Recife-PE, Brasil
www.pernambuco.com | 31-01-2012
|
|
A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, consolidou sua supremacia política na Europa na segunda-feira, quando 25 dos 27 países da União Europeia aprovaram um pacto promovido pelos alemães para impor uma disciplina fiscal maior no bloco, mesmo com as dificuldades para estimular o crescimento e
economia.estadao.com.br | 31-01-2012
|
|
Os chefes de Estado e de Governo da União Europeia terminaram hoje de noite em Bruxelas um Conselho Europeu informal dedicado ao fomento do crescimento e combate ao desemprego na Europa, e que ficou marcado por um "pacto orçamental" a 25.
www.rtp.pt | 30-01-2012
|
|
O ministro de Assuntos Exteriores do Irã, Ali Akbar Salehi, pediu nesta segunda feira aos Estados Unidos e à União Europeia (UE) que troquem sua política de sanções por outra de colaboração com Teerã.
noticias.terra.com.br | 30-01-2012
|
|
A Alemanha acaba de confirmar a existência da proposta de criação de um comissário europeu que controle o orçamento grego, a comentadora de Política Internacional da Antena 1, Teresa de Sousa, refere que se trata de uma questão que levanta uma discussão de fundo na União Europeia. Teresa de Sousa adianta ainda que a aplicação das receitas de austeridade sem que haja tempo para que as reformas surtam efeitos, estão a conduzir a Europa ao abismo, colocando em causa o projeto de integração europeia.
www.rtp.pt | 30-01-2012
|
|
António José Seguro defendeu hoje em Cabeceiras de Basto que se deve dar "prioridade" na União Europeia às questões do "emprego" e "crescimento económico", mas que para isso é "necessário vontade política" e "recursos", não bastando "palavras".
www.rtp.pt | 30-01-2012
|
|
O ministro das Finanças da Alemanha, Wolfgang Schäuble, disse em entrevista ao Wall Street Journal que a União Europeia poderá se recusar a aprovar um novo pacote de ajuda financeira à Grécia, obrigando o país a entrar em moratória, a não ser que o governo grego convença a Europa de que tem como
economia.estadao.com.br | 29-01-2012
|
|
Uma nova tentativa árabe-europeia de implementar uma ação na Organização das Nações Unidas (ONU) contra a repressão do governo sírio contra a oposição foi alvo, mais uma vez, da oposição da Rússia, embora o número de mortos no país tenha disparado. Ativistas informam que 120 pessoas foram mortas em
www.estadao.com.br | 28-01-2012
|
|
A Grécia excluiu ceder soberania à União Europeia (UE) após uma proposta apresentada pela zona do euro em relação a sua política orçamentária, informaram à AFP fontes governamentais. Da AFP Paris .. Leia Mais... Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias Copyright © 2012, Pernambuco.com - Grupo Associados, Recife-PE, Brasil
www.pernambuco.com | 28-01-2012
|
|
Os países da zona do euro, entre eles a Alemanha, querem um controle europeu permanente do orçamento grego, declarou neste sábado à AFP uma fonte europeia. Da AFP Paris .. Leia Mais... Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias Copyright © 2012, Pernambuco.com - Grupo Associados, Recife-PE, Brasil
www.pernambuco.com | 28-01-2012
|
|
António José Seguro defendeu hoje em Cabeceiras de Basto que se deve dar "prioridade" na União Europeia às questões do "emprego" e "crescimento económico", mas que para isso é "necessário vontade política" e "recursos", não bastando "palavras".
www.rtp.pt | 28-01-2012
|
|
A Grécia e seus credores privados devem chegar a um acordo para evitar um default desse país da Eurozona neste fim de semana, talvez até mesmo nesta sexta-feira, disse em Davos o comissário europeu para Assuntos Econômicos, Olli Rehn. .. Leia Mais... Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias Copyright © 2012, Pernambuco.com - Grupo Associados, Recife-PE, Brasil
www.pernambuco.com | 28-01-2012
|
|
o governo chinês criticou a União Europeia nesta quinta-feira por proibir a importação de petróleo do Irã, o terceiro maior fornecedor do produto à China e grande parceiro comercial. Na segunda-feira a União Europeia concordou em proibir a importação de petróleo do Irã e impôs uma série de outras
www.estadao.com.br | 26-01-2012
|
|
RIO - Manifestantes se uniram para protestar na frente de um dos escritórios da União Europeia, em Varsóvia, na terça-feira, contra o governo da Polónia que pretende assinar um acordo multilateral antipirataria na internet ainda nesta semana. Diferente do Sopa e do Pipa que são restritos e podem provocar sanções apenas nos EUA, o Anti-Counterfeiting Trade Agreement (ACTA) cria padrões internacionais para proteção de propriedade intelectual, aplicados em toda Europa. Alguns grupos opositores afirmam que o ACTA pode limitar a liberdade de expressão, o uso da internet e levar à censura. A Polônia deve assinar o acordo na próxima quinta-feira, sob forte pressão pública. Sites do governo polonês foram atacados por hackers no domingo e ainda estão fora do ar. Máscaras do Anonymous foram vistas em meio à multidão de jovens que também fizeram cartazes, pintaram o rosto e puseram mordaças na boca em referência à censura.
oglobo.globo.com | 26-01-2012
|
|
HAVANA — Fidel Castro não poupou Estados Unidos e europeus de críticas em seu último artigo, publicado nesta quarta-feira na imprensa cubana. O ataque é uma resposta às declarações desses países sobre Wilman Villar, o preso político que morreu na última quinta-feira após 50 dias de greve de fome. No artigo, intitulado “A fruta que não caiu”, Fidel escreveu: “O governo espanhol e a União Europeia em ruínas, mergulhada em uma profunda crise econômica, devem saber o que os esperam. Dá pena ler nas agências de notícias as declarações de ambos quando usam mentiras descaradas para atacar Cuba”. “Não houve tal greve de fome. Era um preso condenado a quatro anos por agressão, um crime comum, devido aos ferimentos que provocou no rosto da própria esposa”, afirmou Fidel em seu texto, onde também reagiu às críticas vindas da Europa. “Ocupem-se primeiro de salvar o euro se puderem, resolvam o desemprego crônico no qual padece um número crescente de jovens e respondam ao indignados, sobre os quais a polícia arremete e agride constantemente.” “Mais valeria realmente que o governo espanhol, dada as suas excelentes relações com Washington, viajasse aos Estados Unidos e se informasse do que ocorre nos cárceres ianques, a conduta implacável que é aplicada a milhões de presos, a política que é praticada com a cadeira elétrica e os horrores cometidos com os detidos nas prisões e com os que protestam nas ruas”, escreveu. Críticas a republicanos As eleições americanas também não escaparam da mira aguçada de Fidel. No mesmo artigo, ele classificou as primárias republicanas como uma competição de 'idiotices'. O ex-ditador reagiu ao debate realizado na Flórida entre os pré-candidatos republicanos, no qual estes falaram sobre seus planos e opiniões em relação a Cuba. Todas as respostas envolviam endurecer as sanções aplicadas contra a ilha há mais de 50 anos, com o pré-candidato Newt Gingrich falando mesmo em “atividades secretas” para derrubar Raul Castro, irmão e sucessor de Fidel no governo cubano. “Devo afirmar (…) que a escolha do candidato republicano para aspirar à presidência desse império globalizado e abarcador é – e estou falando sério – a maior competição de idiotices e ignorâncias que já escutei”, afirmou Fidel em uma suas habituais “Reflexões”, publicadas na mídia estatal.
oglobo.globo.com | 25-01-2012
|
|
HAVANA - O ex-presidente cubano Fidel Castro censurou a União Europeia e o governo espanhol por intervirem em assuntos da ilha, ordenando-lhes que se ocupassem dos próprios problemas, depois de fortes críticas a Havana após a morte de um preso, supostamente por maus-tratos, segundo um texto
www.estadao.com.br | 25-01-2012
|
|
A Alta Representante da União Europeia para os Negócios Estrangeiros e Política de Segurança, Catherine Ashton, parte hoje em missão para Israel e para os territórios palestinianos.
feedproxy.google.com | 24-01-2012
|
|
GENEBRA - A União Europeia aprovou nesta segunda-feira, 23, um embargo contra o petróleo iraniano. Para diplomatas, a medida pode ser o último recurso para forçar o Irã a abandonar seu programa nuclear. Em Teerã, a reação foi imediata. O governo iraniano ameaçou fechar o Estreito de Ormuz e
www.estadao.com.br | 24-01-2012
|
|
Facilitar a entrada de migrantes europeus e dificultar ou mesmo impedir a de negros é uma política recorrente na História do Brasil, sustentam especialistas. Ao longo da última semana, o governo anunciou medidas para restringir a migração de haitianos e, ao mesmo tempo, informou estar estudando formas de facilitar a vinda de trabalhadores qualificados provenientes de países da Europa. O projeto da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da República que visa a elaborar uma política nacional de migração tem por objetivo — como mostrou reportagem publicada no GLOBO no domingo passado — propor um processo de imigração seletiva, que priorize a drenagem de cérebros, mas estabeleça limites para os estrangeiros que chegam fugindo da pobreza. A ideia é reduzir a burocracia hoje existente para os trabalhadores mais qualificados. A justificativa é econômica. Ao mesmo tempo, o governo anunciou a restrição à entrada de haitianos no país também por questões econômicas. Serão concedidos somente 100 vistos de trabalho por mês, uma forma de regular a entrada ilegal que vinha ocorrendo. Embora ninguém tenha falado em raça, para especialistas, há precedentes históricos que passam pela questão racial. — O Brasil mantém a coerência histórica — assinala o professor de História da Unicamp Sidney Chalhoub. — Não estou dizendo que os europeus devam ser tratados a pontapés. Mas acolher europeus e criar embaraços maiores para haitianos me parece lamentável. Acho que todos deveriam ser tratados com generosidade, mas, se é para dar prioridade a alguém, vale lembrar que, no caso dos haitianos, se trata de uma emergência humanitária. Em 1890, logo após a abolição da escravatura, uma lei tornou livre a imigração, “excetuados os indígenas da África ou da Ásia”, os quais “somente mediante autorização do Congresso Nacional poderão ser admitidos”. Do século XVI ao XIX, calcula-se que 4,8 milhões de negros tenham sido trazidos ao Brasil como escravos. No entanto, com a proibição do tráfico e, depois, da própria escravidão, a ideia de receber os negros deixou de ser atrativa. Com isso, abriram-se as portas para trabalhadores italianos, espanhóis e alemães, num primeiro momento, e, mais tarde, também japoneses. Os portugueses, os primeiros estrangeiros a chegarem por aqui, também continuaram vindo em diferentes levas migratórias. — Na verdade, havia o medo de um grande fluxo de negros americanos, com o fim da guerra civil — explicou Challub. — Havia o interesse do governo de trazer mão de obra europeia, trabalhadores brancos, não negros. Era uma política claramente racista, que tinha por objetivo o branqueamento da população. A pesquisadora Ana Maria Gonçalves, autora de “Um defeito de cor”, romance histórico sobre a escravidão no Brasil, concorda com o colega. — A imigração europeia se deu em um momento em que começava a se pensar um projeto de nação pra o Brasil e uma identidade para o povo brasileiro — afirmou. — Asiáticos foram aceitos apenas porque não houve interesse suficiente por parte de europeus e porque estavam mais próximos do ideal de branqueamento do que os africanos, mesmo assim com grande reserva e limitação através de cotas. Em 1945, no governo de Getúlio Vargas, que, restringiu de maneira geral a entrada de imigrantes por conta de suas políticas nacionalistas, um decreto lei estabelecia que “atender-se-á, na admissão dos imigrantes, à necessidade de preservar e desenvolver, na composição étnica da população, as características mais convenientes da sua ascendência europeia”. — A política de branqueamento faz parte da nossa tradição — sustenta o cientista político Jorge da Silva, da Uerj. — João Baptista de Lacerda previu, em 1911, em Londres, que em 100 anos os negros e indígenas estariam “extintos” no Brasil. Portanto, a ideia de barrar a entrada de africanos, ou melhor, de negros, faz parte do processo. Lamentavelmente ainda tem gente que pensa isso hoje. Mais de 50 mil estrangeiros O pesquisador Nei Lopes, especialista em estudos sobre os negros no Brasil, concorda com Silva: — Essa ideia de "limpar", branqueando, a sociedade brasileira ainda permanece na cabeça de muita gente. Persiste, por exemplo, na propaganda e na na mídia em geral, onde a presença afrodescendente é quase sempre vista com estranheza — afirma Lopes, fazendo uma ressalva. — Mas hoje, felizmente, pelo que eu sei, não existe nenhuma política de Estado no sentido dessa exclusão. Muito pelo contrário. Mesmo ainda sem a entrada em vigor do plano para facilitar a vinda de europeus, de janeiro a setembro do ano passado, o Ministério do Trabalho concedeu 51.353 autorizações de trabalho a estrangeiros, um aumento de 32% em relação ao mesmo período do ano anterior. Também de acordo com dados do governo, até agora entraram no país 4 mil haitianos. A maioria já teve a sua situação legalizada. — Dizer que 4 mil haitianos é um fluxo migratório é bizarro, esse número é muito baixo — afirma o professor de Antropologia da Unicamp Omar Ribeiro Thomaz. — O Brasil recebeu no ano passado 50 mil estrangeiros, a maioria portugueses, e isso não foi tema de discussão, ao contrário, foi visto como resultado do sucesso do país, que agora está atraindo mão de obra qualificada. Mas não sabemos sequer se esses haitianos têm qualificação. Muitos têm curso superior e técnico e são alfabetizados em dois idiomas (francês e creole). Não é porque são negros que vão virar favelados. Quem disse que não são capazes de arrumar um emprego? O historiador Sidney Challub vai além, ele acha que por conta de uma dívida histórica, o Brasil, mais do que ninguém, deveria receber bem os haitianos. — Acho que seria interessante, historicamente, se houvesse uma atitude diferente em relação à entrada de negros no Brasil, se o governo trabalhasse no sentido de dar oportunidade num país que sempre trouxe os negros como escravos — defende Challub. — Seria uma oportunidade histórica de tratar com generosidade negros que estão vindo agora não como escravos mas em busca de um trabalho.
oglobo.globo.com | 23-01-2012
|
|
BRASÍLIA - O ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, negou nesta segunda-feira que as relações entre o governo Dilma Rousseff e o do iraniano Mahmoud Ahmadinejad estejam abaladas, conforme relatou o porta-voz do Irã em entrevista ao jornal Folha de São Paulo. Patriota afirmou que continua conversando normalmente com as autoridades daquele país. - Eu continuo com interlocução normal com meus colegas iranianos. O chanceler do Irã esteve comigo à margem da Assembleia Geral da ONU e eu estive agora há pouco à margem da Bienal da OMC (Organização Mundial do Comércio) também com autoridades iranianas. Na Assembleia da ONU foi o chanceler iraniano que pediu para me ver. (Ele) me telefonou no dia 7 de setembro para desejar felicidades. Na reunião ministerial da OMC recebi autoridades iranianas e identifiquei interesse numa boa relação comercial e política - garantiu Patriota. À Folha, o porta-voz iraniano, Ali Akbar Javanfek, disse que depois que a presidente Dilma Rousseff assumiu a Presidência, o bom relacionamento que o ex-presidente Lula havia construído com Ahmadinejad foi destruído. UE proíbe importação de petróleo do Irã A União Europeia (UE) anunciou nesta segunda-feira um embargo geral à importação de petróleo iraniano, por causa da resistência do país oriental em dar continuidade a seu polêmico programa nuclear, mesmo após alertas de retaliações econômicas do ocidente. Em resposta, o governo de Teerã ameaçou bloquear o Estreito de Ormuz, rota por onde passa grande parte das exportações de petróleo, combustível vital para a economia global.
oglobo.globo.com | 23-01-2012
|
|
Medida congela bens de 22 pessoas e 8 entidades ligadas ao governo.
Principal diplomata europeia pediu que repressão a protestos para agora.
g1.globo.com | 23-01-2012
|
|
PARIS - Muitos franceses duvidavam — e alguns ainda duvidam — que ele pudesse decolar. Mas com a crise europeia e a perda de status da França no mundo das finanças, o maior opositor do governo Sarkozy, o socialista François Hollande, deu mais um passo para tornar-se o homem que poderá trazer de volta o socialismo à França, 20 anos depois de François Mitterrand. Ao revelar no último domingo seus planos para o país, Hollande assumiu um discurso de esquerda. Seu verdadeiro adversário, segundo ele mesmo, não é Nicolas Sarkozy: — Vou dizer para vocês quem é o meu adversário: meu adversário é o mundo das finanças! - disse Hollande, sob aplausos. Foi um discurso que agradou à plateia de socialistas reunida em Bourget, na periferia de Paris, e que não perdoa as grandes agências de avaliação de risco por terem rebaixado a nota da França, o que significa que o país ficou um pouco mais arriscado para investidores. A França afunda lentamente na crise europeia e, com ela, diminuem as esperanças de Sarkozy e da direita francesa de se manterem no poder. A última sondagem previu que Hollande poderá ganhar com 57% dos votos num segundo turno contra o presidente Nicolas Sarkozy. Mas esta eleição tem algo perturbador: a crescente presença de Marine Le Pen, estrela da Frente Nacional, partido da extrema-direita. Com imagem mais suave que seu pai, o histórico extremista Jean-Marie Le Pen, esta loira de posições firmes está abocanhando cada vez mais votos do UMP, o partido de direita de Sarkozy, levando a direita francesa a assumir um discurso cada vez mais duro. Hollande posiciona-se à esquerda nas correntes do partido socialista. O candidato, que era acusado de não ser claro nas propostas, entrou nos detalhes: reindustrialização da França, com a criação de um banco de investimento para a indústria, um novo pacto europeu para enfrentar a crise, equilíbrio das contas públicas e mais imposto para os ricos. E menos complacência com os bancos. — Durante três anos, o Estado ajudou os bancos. E hoje eles especulam com o nosso dinheiro. Como admitir isso? — perguntou ele numa entrevista à TF1. Outra promessa de campanha, que numa França endividada levanta a pergunta sobre de onde virá o dinheiro: aposentadoria aos 60 anos (quando muitos na Europa estão aposentando mais tarde) para os franceses que contribuíram 41 anos. Hollande também quer congelar os aluguéis em certas regiões e dar direito ao voto para os estrangeiros vivendo na França, nas eleições locais.
oglobo.globo.com | 23-01-2012
|
|
ZAGREB - A Croácia votou neste domingo a favor da entrada na União Europeia em 2013, descartando preocupações sobre os problemas econômicos no bloco, de acordo com resultados oficiais preliminares de um referendo. Com 38% dos votos apurados, 67% disse “Sim” para se tornar o 28º membro do bloco, informou a comissão eleitoral estatal, mais de duas décadas depois de o país deixar o regime socialista da Iugoslávia. - Este é um grande dia para a Croácia e 2013 será um ponto de virada em nossa história. Estou ansioso para ver toda a Europa se tornar minha casa - disse o presidente Ivo Josipovic depois de votar. A União Europeia aceitou a Croácia como integrante a partir do dia 1º de julho de 2013, depois de completar sete anos de duras negociações em junho do ano passado. O país será o segundo membro da república iugoslava a ingressar no bloco, seguindo os passos da Eslovênia em 2004. Opositores disseram que este é o momento errado porque a União Europeia não é mais o que foi um dia, dada a crise da dívida que ameaça a moeda única. Houve ainda quem reclamasse de não saber o que se tornar um membro da UE significará para o país de 4,3 milhões de habitantes. A Croácia se separou da Iugoslávia após uma guerra que durou de 1991 a 1995, e perdeu a expansão do bloco para o leste em 2004 e 2007. O país experimentou um forte crescimento na última década, em função de empréstimos estrangeiros e do setor de turismo focado na sua costa adriática, mas sua economia tem sido duramente atingida pela atual crise global. Analistas e oficiais do governo dizem que uma rejeição no referendo deste domingo levaria para baixo a classificação de crédito do país, detendo investidores e amortecendo qualquer perspectiva de uma rápida recuperação econômica.
oglobo.globo.com | 22-01-2012
|
|
BERLIM - "Âncora da estabilidade da Europa", "ilha de estabilidade", "nova dominadora" da região. Com a economia em boa situação, enquanto os vizinhos se afundam cada vez mais na crise, a Alemanha vem consolidando sua supremacia e atraindo as atenções do mercado. Mas, para os alemães, tudo isso significa o medo de ter que arcar com as dívidas dos outros países ou o risco de desvalorização e colapso da moeda europeia. Nesse quadro, outro temor, o de uma nova reforma monetária caso a Alemanha saia do euro, vem se traduzindo em uma febre de consumo no país. Com a ameaça de volta da inflação, alemães de alto poder aquisitivo correm para comprar imóveis. Mas os de menor renda também aproveitam os juros baixíssimos, de até menos de 3% ao ano, para comprar a casa própria financiada. Segundo Stefanie Wahl, que trabalha em um projeto de pesquisa sobre o efeito da crise no comportamento de consumo no país, a sede dos alemães por imóveis, ouro e itens de consumo não duráveis está fazendo o país ficar ileso, até agora, da crise. Antes da crise, a economia alemã era impulsionada principalmente pelas exportações. No ano passado, o país exportou mais de 1 trilhão. De janeiro a julho, foram 611,5 bilhões, 14% mais do que no ano anterior. Mas a Câmara da Indústria e Comércio começou a registrar no fim do ano passado uma desaceleração, que, para os analistas, poderá ser compensada pelo aumento do consumo interno. — A principal dinâmica da economia alemã em 2012 será gerada pela economia interna — disse Philipp Rösler, vice-chanceler e ministro da Economia alemão. Em uma manhã chuvosa de sexta-feira de um inverno ameno, Betina Siebert, gerente de loja da grife alemã Apanage, diz que o maior problema da crise do euro é o medo do endividamento, porque por enquanto "as pessoas têm dinheiro para gastar". — Já com a reunificação alemã, há 21 anos, houve um alto endividamento. A perspectiva de que o Estado aumente as suas dívidas para salvar os países em crise do Sul da Europa nos assusta — diz Betina, que lembra, porém, que o clima de insegurança não vem impedindo as pessoas de consumir. O medo de inflação e de reforma monetária faz parte do instinto alemão, passando de pais para filhos. Os mais velhos têm ainda a lembrança da hiperinflação $anos 1920, durante o governo da República de Weimar, a tentativa frágil de democracia que antecedeu o regime do ditador Adolf Hitler, quando os preços subiam em até 1.000% por semana. Depois da guerra, os alemães viram o pouco dinheiro que lhes restava se desfazer com a reforma monetária. — Os alemães do Leste amavam o marco, sofreram ao ter que se acostumar com o euro e sofrem ainda mais hoje com medo de um colapso do euro — diz Stefanie. Ajudam no quadro a redução da taxa de desemprego para 6,8% — o número de pessoas sem colocação caiu de CINCO milhões nos anos 1990 para menos de três milhões, em 2011 — e um leve aumento salarial depois de muitos anos consecutivos de arrocho. A previsão do governo para este ano é de crescimento de apenas 0,7%, considerando um aumento do consumo interno em 1,2%. Por enquanto, a chanceler Angela Merkel colhe os louros do aumento da força econômica e política do país. Sua popularidade, que havia caído no inicio da crise, voltou a subir. Segundo as pesquisas, seu partido, União Democrata Cristã (CDU), teria 35% das preferências de voto, contra apenas 29% do principal partido de oposição, o Social Democrata (SPD).
oglobo.globo.com | 22-01-2012
|
|
Milhares de pessoas manifestaram-se hoje em Budapeste para apoiar a política do governo conservador do primeiro-ministro húngaro, Viktor Orban, que tem sido fortemente criticado pela União Europeia devido a artigos da Constituição que contrariam legislação comunitária.
www.rtp.pt | 21-01-2012
|
|
Cerca de 100 mil simpatizantes do primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orban, realizaram hoje uma passeata rumo à sede do Parlamento do país para mostrar apoio ao governo, que tem sido criticado pela União Europeia por aprovar leis que são vistas como antidemocráticas. O longo protesto, chamado de
www.estadao.com.br | 21-01-2012
|
|
BERLIM - Os chefes dos governos alemão e britânico, Angela Merkel e David Cameron, respectivamente, defenderam neste sábado um reforço do crescimento econômico e do emprego na Europa, durante uma conversa por telefone realizada pelos dois líderes. Merkel e Cameron "compartilham a convicção de que é absolutamente necessário reforçar o crescimento na Europa e lutar contra o desemprego, sobretudo entre os jovens", segundo um comunicado do governo alemão divulgado a nove dias da cúpula da UE dedicada ao emprego que será realizada em Bruxelas no dia 30 de janeiro. Os dois líderes insistiram na importância de suprimir qualquer obstáculo ao livre comércio no mercado europeu para melhorar as perspectivas de crescimento e ressaltaram a necessidade de medidas nacionais adequadas na luta contra o desemprego. Também coincidiram na necessidade de reduzir a burocracia no setor privado europeu e de aumentar o comércio e os investimentos entre os Estados Unidos e a União Europeia. Cameron e Merkel, após se reunirem nesta semana com o presidente palestino Mahmud Abbas, convidaram Israel e os palestinos a negociarem um fim ao conflito e a renunciarem a qualquer ação unilateral. Da AFP Paris .. Leia Mais... Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias Copyright © 2012, Pernambuco.com - Grupo Associados, Recife-PE, Brasil
www.pernambuco.com | 21-01-2012
|
|
Quem disse que os romenos têm o dom de suportar o rigor? Pouco antes de terem começado os protestos dos “indignados” em Bucareste, um editorialista romeno escandalizava-se porque o Financial Times sugeria que os seus compatriotas se tinham “familiarizado com a austeridade”, enquanto outros, na Europa, mostravam a sua admiração para com a resistência dos romenos às medidas impostas pelo FMI.
O empréstimo de 13 mil milhões de euros concedido em 2009 certamente salvou o crescimento do país, mas a que preço? Cada uma das medidas de austeridade adotadas pelo executivo romeno foi acompanhada por manifestações de protesto: aumento do IVA, redução dos salários dos funcionários públicos, semana de trabalho de 60 horas… De todas as vezes, a categoria visada desceu à rua.
Mas as manifestações dos últimos dias, que eclodiram na sequência da demissão do popular subsecretário de Estado Raed Araf, em protesto contra a privatização do sistema público de saúde, juntaram todos os romenos: da direita à esquerda, saíram à rua para atacar toda a classe política.
É de crer que tenham atingido o limite da sua proverbial capacidade de resistência perante os sacrifícios. O Governo, esse, mantém-se impassível.
Depois de suportarem o discurso dos responsáveis políticos que repetiam o díptico “austeridade-solidariedade” e rejeitavam os seus fracassos na Europa, em vez de tentarem conjugar rigor e crescimento, os romenos disseram “basta!”.
Os revoltados romenos não são nem mais nem menos do que o reflexo de um descontentamento que poderá abarcar toda a União Europeia. Porque os europeus suportam cada vez menos que lhes exijam sacrifícios sem lhes mostrarem perspetivas claras nem sem que se faça pedagogia.
“Para que o projeto Europa viva ainda, é preciso outra coisa”, escreveu Luca Niculescu, na Revista 22, depois da cimeira europeia de 9 de dezembro. Fazer compreender que a estabilidade passa pela austeridade continua a ser uma tarefa difícil perante povos já sacrificados pela crise. “Haverá outras manifestações”, previa Niculescu. É uma evidência.
Para o remediar, os responsáveis têm de mudar de atitude. Acabem com essas cimeiras que são sempre “cruciais”.
Devem, simplesmente, explicar, pacientemente, que o desaparecimento da moeda única significaria muito mais do que o regresso à peseta, ao franco ou ao marco, e compreender, como sublinha o filósofo holandês Paul Scheffer, que a adesão dos cidadãos só se ganha com argumentos sólidos. Porque a morte do euro significaria simplesmente o fim da União.
(Editorial)
www.presseurop.eu | 20-01-2012
|
|
União Europeia era a principal compradora do combustível.
Sanções miram o governo Assad, acusado de reprimir oposicionistas.
g1.globo.com | 20-01-2012
|
|
O programa de resgaste irlandês continua avançando por "um caminho bom", segundo a troica. Composto pelo Fundo Monetário Internacional, Comissão Europeia e Banco Central Europeu, a troica estima que um andamento positivo do resgate será a chave para que o governo local mantenha a sua política
www.estadao.com.br | 20-01-2012
|
|
PARIS - Os ministros das Relações Exteriores da União Europeia devem anunciar um embargo de petróleo contra o Irã e um congelamento dos bens de seu banco central em uma reunião marcada para segunda-feira, disse o ministro francês das Relações Exteriores, Alain Juppé. A França liderou os pedidos por novas sanções para pressionar o Irã a suspender seu programa nuclear, enquanto conversas entre o Irã e seis potências mundiais - Estados Unidos, Rússia, China, Grã-Bretanha, França e Alemanha - chegaram a um impasse. "Na segunda-feira, no encontro entre ministros das Relações Exteriores da UE, seremos capazes de chegar a um acordo sobre o pacote de sanções nessas duas áreas", disse Juppé a jornalistas na quinta-feira, após se reunir com seu colega australiano Kevin Rudd. Diplomatas da UE disseram que os governos-membros concordaram em princípio em congelar os bens do banco central iraniano junto com o planejado embargo de petróleo, mas ainda precisam chegar a um acordo sobre como proteger das sanções o comércio não relacionado ao petróleo. França, Grã-Bretanha e Estados Unidos aumentaram a pressão sobre Teerã depois que a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) expressou preocupação com o programa nuclear do Irã em novembro passado. Antes, o ministro das Relações Exteriores da Turquia, Ahmet Davutoglu, repetiu declarações de Rússia e Irã de que todos os lados estavam prontos para retomar as negociações, mas Juppé estava cético. "Sempre dissemos que estamos prontos para o diálogo", disse Juppé. "(A chefe da política externa da UE Catherine) Ashton fez ofertas concretas, mas infelizmente até hoje o Irã não se comprometeu de maneira transparente ou cooperativa com esse processo de discussão." Ele acrescentou: "É por essa razão que, a fim de evitar uma opção militar irreparável, temos que reforçar as sanções". Falando ao lado de Juppé, Rudd disse que a China e outros países que ainda importam petróleo iraniano deveriam ter em mente que as potências mundiais estão determinadas a aplicar mais pressão sobre Teerã para forçá-lo a mudar sua posição sobre o enriquecimento de urânio. Em resposta a esta pressão, o primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, defendeu a extensa importação de petróleo do Irã para seu país. O Irã é o quinto maior exportador da commodity ao mundo. "Instamos nossos amigos em Pequim (e) outros lugares na Ásia a refletirem seriamente sobre isso", disse Rudd. "Pedimos que eles fiquem atentos a outros na comunidade internacional que buscam fazer a pressão necessária para que o governo iraniano mude de posição." Rudd disse que a Austrália, que anteriormente adotou sanções contra o Irã, iria "refletir e agir de acordo" com a nova rodada de sanções da Europa. "O Irã continua a agir com desafio, deixando a comunidade internacional com muito poucas opções", disse.
oglobo.globo.com | 19-01-2012
|
|
A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) considerou "tímida" a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, de cortar em 0,50 ponto porcentual a taxa Selic, para 10,50% ao ano. Segundo a Federação, " diante da crise financeira europeia e suas consequências
economia.estadao.com.br | 19-01-2012
|
|
PARIS — O mundo vive hoje uma “síndrome do esgotamento”. Foi assim que o presidente do Fórum Econômico Mundial, Klaus Schwab, apresentou ontem o que poderá ser um dos encontros anuais de Davos mais pessimistas. Em 41 anos de existência, o Fórum em Davos — que reúne os principais dirigentes e líderes políticos do Planeta — discutiu momentos de euforia e crise, mas nunca apresentou o mundo desta forma: como uma pane generalizada. — Quando vemos o caminho de hoje, na política, economia e sociedade, temos a impressão de uma síndrome de esgotamento global — disse Schwab. Por todo lado, há, segundo ele, “lacuna de moralidade”, uma “superalavancagem”, um descaso: — Não investimentos o bastante no futuro, não demos bola suficiente para a coesão social. E estamos diante do perigo de perder completamente a confiança das futuras gerações. E fez um alerta: o fato de as pessoas terem perdido a confiança nos líderes e estarem vendo a vida apenas como um sacrifício — o que ele chamou de “destopia” , isto é, o contrário da utopia — pode gerar conflitos sociais, protecionismo, nacionalismo e, com isso, “precipitar a espiral de queda da economia global”. O Fórum reunirá 2.600 pessoas este ano, entre elas, cerca de 40 chefes de estado e de governo e 18 presidentes de bancos centrais. A dívida e a crise europeia vão, certamente, mobilizar boa parte dos debates em Davos. Mas o Fórum também vai discutir um novo modelo para o capitalismo. Schwab cunhou uma nova expressão para definir o que ele acha que deve substituir o capitalismo: o “talentismo”. — O futuro não vais ser determinado pela escassez de capital, mas sim pela falta de talento. O modelo antigo era capitalismo. O novo é talentismo — acredita o presidente do Fórum. Encontro deste ano também discutirá um novo modelo para as lideranças. Segundo Schwab, o líder do passado era determinado pelo poder, pura e simplesmente. O de hoje precisa ser determinado por um modelo mais colaborador, que ele chama de poder social: — Tudo o que for criado, tem que ser codesenhado. A nova geração espera a democratização das decisões. É evidente que num mundo onde metade da população tem menos de 27 anos, os jovens têm que ser parte. O encontro em Davos será aberto pela mulher que comanda hoje a Europa em crise: a chanceler alemã Angela Merkel. Entre as personalidades confirmadas estão o primeiro ministro britânico, David Cameron, o secretário do Tesouro americano, Timothy Geithner, o presidente israelense, Shimon Peres, o presidente do México, Felipe Calderon. Dilma Rousseff, não está na lista, assim como o presidente francês, Nicolas Sarkozy, cujo país acaba de ser rebaixado por uma agência de classificação de risco. Do Brasil, estão confirmados Luciano Countinho, presidente do BNDES, os ministros Antonio Patriota, das Relações Exteriores, e Fernando Pimental, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio. Haverá um painel sobre a economia brasileira, mas, em geral, a América Latina está fora do foco do encontro. Inspirados pelo movimento de ocupação e protesto em várias cidades, como o “Occupy Wall Street”, ativistas instalaram um iglu em Davos. A manifestação não garantiu um convite para os debates, mas os organizadores de Davos dizem que eles poderão participar de eventos paralelos.
oglobo.globo.com | 18-01-2012
|
|
O secretário-geral do PS considerou hoje que as provas mais evidentes do "erro" da política do Governo e da União Europeia são as sucessivas classificações em baixa dadas a Portugal pelas agências de `rating`.
www.rtp.pt | 18-01-2012
|
|
Os três grandes sindicatos belgas anunciaram nesta terça-feira uma greve geral para 30 de janeiro, em protesto contra a política de austeridade do governo e da União Europeia (UE), no mesmo dia em que será celebrada uma cúpula regional. .. Leia Mais... Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias Copyright © 2012, Pernambuco.com - Grupo Associados, Recife-PE, Brasil
www.pernambuco.com | 18-01-2012
|
|
O secretário-geral do PS considerou nesta terça-feira que as provas mais evidentes do “erro” da política do Governo e da União Europeia são as sucessivas classificações em baixa dadas a Portugal pelas agências de rating
.
feedproxy.google.com | 17-01-2012
|
|
www.rtp.pt | 17-01-2012
|
|
Os critérios das agências de avaliação de risco podem ser discutíveis, mas a decisão da Standard & Poor’s de cortar a nota da França de AAA para AA+, embora esperada, chegou num momento dramático para a zona do euro, engolfada em sua maior crise. Ao lado da Alemanha, a França é o segundo grande pilar do euro. O rebaixamento é um duro golpe ao que resta de estabilidade à moeda única, o que levou a chanceler alemã, Angela Merkel, a pedir pressa na conclusão do pacto que endurecerá as regras fiscais na União Europeia e na implementação do Mecanismo de Estabilidade Financeira, para aumentar a confiança dos investidores. O pacto deverá ser assinado por todos os países, exceto a Grã-Bretanha, numa reunião de cúpula no dia 30 e entrará em vigor a 1 de janeiro de 2013, uma vez ratificado pelos parlamentos de 12 países. A cem dias do primeiro turno das eleições presidenciais na França, a perda da nota AAA impactou as expectativas dos eleitores. Curiosamente, tanto o presidente Nicolas Sarkozy quanto seu oponente socialista, François Hollande, tiveram queda nas intenções de voto. Hollande, que tinha 31,5%, segundo pesquisa LH2/Yahoo, caiu para 30%. Sarkozy desceu de 26% para 23,5%. Quem cresceu foi a terceira colocada, a candidata de extrema-direita da Frente Nacional, Marine Le Pen, que foi de 13,5% para 17%. Num possível segundo turno, Hollande vai bem à frente de Sarkozy, 57% contra 43%. Sarkozy está em apuros. Ele foi eleito com a promessa de diminuir o tamanho do Estado e flexibilizar as normas do mercado de trabalho, dominado por poderosos sindicatos, para aumentar a eficiência da economia e tornar o ambiente favorável ao investimento privado. Pouco fez. O desemprego na França está em 9,9% ( 24% entre jovens e 43% entre imigrantes). O país precisará levantar 290 bilhões de euros para amortizar dívidas, agora a um custo mais elevado. Os gastos públicos representam 56,6% da economia, comparados com 46% na Alemanha e na Itália, segundo o “New York Times”. Uma das razões para a falta de otimismo em relação à França é que, caso o poder passe para os socialistas, não se deve esperar mudanças radicais, a não ser alterações marginais nas políticas tributária e social, sem atacar o cerne do problema — a grande burocracia estatal e o poder dos sindicatos. Aliás, pelo contrário. A outra leitura desse quadro é que a Alemanha de Merkel, que manteve sua nota AAA, ganhou ainda mais cacife para dar o tom da política europeia, num momento em que medidas altamente impopulares precisam ser tomadas para impedir o colapso da moeda comum. Ficará ainda mais difícil para França, Itália e Espanha, por exemplo, questionar a receita alemã de austeridade e pressionar o Banco Central Europeu (BCE) para que adote políticas que estimulem o crescimento por sobre a austeridade. A Alemanha está em muito melhor situação do que, por exemplo, França e Itália, porque fez reformas duras na área social ainda no governo do social-democrata Gerhard Schroeder (1998-2005), a chamada Agenda 2010. Merkel insiste em reformas estruturais nos parceiros europeus para estancar a crise e retomar a estabilidade do euro. A questão é se haverá tempo.
oglobo.globo.com | 17-01-2012
|
|
BRUXELAS - A Comissão Europeia vai exigir que o governo do primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orban, desfaça as mudanças na constituição húngara relacionadas ao banco central e ao poder judiciário do país, segundo fontes da União Europeia. "Há um acordo para enviar três cartas de aviso" e
economia.estadao.com.br | 17-01-2012
|
|
O presidente francês, Nicolas Sarkozy, e o líder espanhol, Mariano Rajoy, tentaram minimizar nesta segunda-feira o impacto da degradação da nota de seus países pela agência Standard and Poor′s e ressaltaram a importância da redução dos déficits e a retomada do crescimento em plena crise da dívida europeia.
.. Leia Mais... Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias Copyright © 2012, Pernambuco.com - Grupo Associados, Recife-PE, Brasil
www.pernambuco.com | 16-01-2012
|
|
LONDRES — A decisão da Standard & Poor's de cortar a nota de risco do crédito soberano de nove países da zona do euro mostrou que a Europa deve intensificar os seus esforços para o arranque de crescimento, disse o ministro das Relações Exteriores da Grã-Bretanha, William Hague, neste domingo. William Hague disse também que o ministério das Relações Exteriores da Grã-Bretanha tem planos de contingência para uma variedade de cenários na zona do euro, recusando-se a confirmar se seu departamento haveria elaborado planos para ajudar os britânicos que vivem em países da zona euro se o colapso da moeda, como havia sido ventilado pela imprensa. A S&P rebaixou os ratings de crédito de nove países da zona do euro na sexta-feira, como os de França e Áustria que perderam a cobiçada nota “AAA” — Isto é sério. E destaca o fato de que a zona do euro atravessa problemas. Nós queremos ser estáveis e saudáveis, mas isso significa que toda a Europa, incluindo o Reino Unido, terá de redobrar os esforços para conseguir o crescimento — disse Hague à Sky News. Ele convocou a União Europeia a realizar mais acordos de livre comércio com outros países, ir além do mercado único europeu e parar de criar regulamentos que dificultem os negócios. O primeiro-ministro britânico, David Cameron, vai fazer pressão neste sentido no encontro dos líderes da União Europeia que acontecerá em 30 de janeiro, disse Hague. Um dos mais antigos ministros da Inglaterra, da coalizão entre conservadores e liberais democratas, Hague viaja ao Brasil esta semana dentro de um programa do governo que prevê expandir os negócios ingleses com as economias emergentes. A Inglaterra, assim como outros países europeus, está implementando políticas de corte déficit que têm sido criticadas por comprometer o crescimento da economia. Para Hague, a redução de ratings, implementada pela S&P, na última sexta-feira, salientou a importância do esforço feito pelo governo britânico para cortar um déficit orçamentário que chegou a mais de 10% do PIB. Até agora a Inglaterra está conseguindo manter seu triplo A, embora a agência de classificação de risco Moody’s tenha advertido, no mês passado, que a classificação do país estava em risco diante da crise na zona do euro.
oglobo.globo.com | 15-01-2012
|
|
RIO e MADRI - Em vez de fila de espera, tapete vermelho. Se depender da equipe formada pela Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE) para elaborar uma política nacional de imigração, é assim que o governo pretende tratar o profissional estrangeiro altamente qualificado que demonstrar interesse em trabalhar no Brasil. Por outro lado, a fila do visto será mantida para o imigrante sem qualificação, como boa parte dos haitianos que chegaram recentemente pela fronteira norte do país (Acre e Amazonas). Coordenador do projeto, o economista Ricardo Paes de Barros disse que, se o governo for cuidadoso, poderá abrir um novo ciclo de imigração europeia para o Brasil. Para isso, terá de remover as dificuldades que emperram o processo de concessão de vistos. Embora alterado por atos administrativos ao longo dos anos, é ainda o Estatuto dos Estrangeiros, uma lei de 1980, quando o país ainda vivia sob o regime militar, que define as regras de autorização de trabalho. — Como o Brasil é agora uma ilha de prosperidade no mundo, há muita gente de boa qualidade que quer vir. Mas a fila do visto é a mesma para todos. Não estamos olhando clinicamente para ver quem vai trazer tecnologia — disse Ricardo. De janeiro a setembro do ano passado, o Ministério do Trabalho concedeu 51.353 autorizações de trabalho a estrangeiros, um aumento de 32% em relação ao mesmo período do ano anterior. Para obter o visto, o interessado, entre outras exigências, é obrigado a comprovar sua qualificação com documentos autenticados pela rede de consulados brasileiros. Para especialistas, as regras são rigorosas e subjetivas demais. — Se quisesse trazer o Pablo Picasso, que tipo de documento eu teria de apresentar para provar que ele é pintor? — ironizou o advogado Giovani Lara dvos Santos, sócio de um escritório especializado na regularização de estrangeiros. O espanhol Javier García-Ramos, de 41, reforçará em breve as estatísticas sobre o crescimento de imigrantes. Dentro de duas semanas, se o visto sair, ele decolará de Madri para tentar uma vida nova em São Paulo. Por causa dos últimos quatro anos de crise econômica, o número de espanhóis no Brasil cresceu, pelo menos, 45%. É um perfil de profissional que escapa entre os dedos da castigada Espanha e que parece interessar às empresas brasileiras, que os recebem com bons salários e participam, junto com o futuro empregado, do laborioso trâmite de solicitação de visto. — A burocracia é mais complicada do que eu imaginava. O consulado brasileiro não serviu muito —- queixou-se García-Ramos. O espanhol resolveu contratar uma empresa brasileira de consultoria jurídica em imigração, indicada pela Câmara de Comércio Brasil-Espanha, para agilizar o processo: — Não atrasarei minha viagem por causa do visto. Enquanto isso, vou aprendendo português e conhecendo melhor o país. SAE quer propor processo seletivo A primeira versão do projeto da SAE, elaborada por uma equipe formada por economistas, juristas, demógrafos e sociólogos, deverá sair em dois meses. Os responsáveis admitem que o objetivo é propor o que Paes de Barros chama de processo de imigração seletiva, que priorize a "drenagem de cérebros", mas estabeleça limites para os estrangeiros que chegam fugindo da pobreza de seus países. — É preciso definir até onde irá a nossa generosidade. Como vamos contribuir para aliviar a pobreza do mundo e absorver essas pessoas. Solidariedade tem de ter limite e caber dentro do que o Brasil pode ajudar — disse Ricardo. A inspiração para o projeto, explicou o economista, é a política de imigração praticada pelo Canadá e pela Austrália, países que mantêm as portas abertas para os profissionais estrangeiros: — Na década de 30, São Paulo recebeu muitos imigrantes europeus. E eles chegaram com a capacidade de fazer coisas, como operar as máquinas a vapor. Para o ministro-chefe da SAE, Moreira Franco, conceder vistos é também transferir tecnologia. — Não se transfere comprando produtos lá fora. É preciso drenar os cérebros. Tecnologia está na cabeça das pessoas — observou, de olho na massa de desempregados produzida pela crise na Europa. Executiva de uma agência de viagens, Maria Sanches está entre os 87 mil espanhóis registrados como residentes no Brasil. Ela chegou em São Paulo em 2008 e vai renovar pela quarta vez o visto de trabalho: — A impressão que tenho é que a Espanha está se desintegrando. Em vez de enfrentar a burocracia dos vistos, a empresa de engenharia Technip optou por montar uma filial em Lisboa. Aberta no ano passado, ela já trabalha com 45 profissionais portugueses empregados no desenvolvimento de projetos ligados às áreas de óleo e gás no Brasil, sem perder o conteúdo nacional. Diretor de RH da Technip, Nelson Prochet disse que a empresa enfrenta dificuldade para contratar engenheiros brasileiros porque o mercado está aquecido e falta gente. O governo passado também tentou criar uma política nacional de imigração. O secretário nacional de Justiça, Paulo Abrão, disse que o Ministério da Justiça chegou a encaminhar o projeto à Casa Civil, mas o presidente Lula não o assinou.
oglobo.globo.com | 15-01-2012
|
|
BERLIM. O rebaixamento da nota de crédito de nove países da zona do euro foi um golpe para a região, afirmou o economista alemão Max Otte. Autor de livros sobre a economia mundial, Otte, de 48 anos, disse que a pressão sobre o euro é resultado de um "clima de guerra econômica entre a Europa e os Estados Unidos".
Com o rebaixamento da Standard & Poor’s e o clima de nervosismo no mercado, a crise do euro pode recrudescer? MAX OTTE: O rebaixamento é um golpe duro para o governo francês. O efeito imediato é o encarecimento do refinanciamento da dívida francesa. Para o presidente Sarkozy, que tenta se reeleger, as consequências são negativas. Mas toda a zona do euro sofrerá esses efeitos. O fundo de resgate poderá também ser rebaixado, o que significa um freio para todos os esforços de solucionar a crise. Aumenta também a pressão do mercado contra a moeda europeia. Os dados da economia francesa explicam o rebaixamento? OTTE: Não, de modo algum. A situação da França é melhor do que a dos Estados Unidos. As grandes agências de avaliação de risco, todas americanas, apostam contra o euro. Há um clima de guerra econômica entre a Europa e os Estados Unidos. Os americanos estão interessados na preservação do status do dólar como principal moeda de circulação internacional. Os europeus precisam criar a sua própria agência de avaliação para ter mais equilíbrio. O déficit da França é de cerca de 7%, bem menor do que o americano, que é de 11%. Levando em consideração toda a zona do euro, o déficit médio é de 4,5%. Na verdade, isso não é o fim do mundo. Quais foram os erros cometidos pelos europeus? OTTE: Foram tomadas decisões que, na prática, têm pouca chance de funcionar. A união fiscal, decidida em dezembro e que deveria entrar em vigor a partir de março, é um problema, porque não vejo chance de que dê certo. Outro problema é que países altamente endividados, como a Grécia, não têm condições de recuperação econômica sem uma redução da dívida. A Grécia continuará na zona do euro em 2012? OTTE: Não posso prever. Mas uma saída seria o melhor, para a própria Grécia e para os demais países do euro. O mesmo eu diria para Espanha e Portugal. Mas a política europeia é de fazer tudo para evitar isso. Não concordo com os alarmistas que dizem que se sair um país, ou mais de um, seria o fim do euro. Pelo contrário, haveria um certo alarme no início, mas depois a situação voltaria ao normal. Se a turbulência na zona do euro piorar, é possível uma nova crise mundial? OTTE: Acho provável uma nova crise, mas não por via da crise do euro. O maior perigo está nos Estados Unidos, na China e no Japão. Os Estados Unidos, com uma economia em situação difícil; o Japão com dívidas de 200% do PIB; e a China com a queda do crescimento econômico. Como o senhor vê a situação do Brasil? OTTE: No momento, o Brasil e alguns outros países da Ásia vão muito bem. São países que hoje têm um peso decisivo na economia mundial. No Brasil, surgiu uma nova classe média com poder aquisitivo, o que impulsionou a economia. Se não houver uma crise mundial, eu diria que ela foi evitada por causa de países como o Brasil.
oglobo.globo.com | 15-01-2012
|
A política europeia lida com as relações sociais envolvendo autoridade ou poder, que estão em constante estado de evolução no Velho Continente. Trata-se de um tópico muito mais intrincado do que em outros continentes devido a uma série de factores, incluindo o longo histórico dos estados-nações da região, bem como pela crescente tendência moderna de um incremento da unidade política entre os estados europeus. A política actual da Europa pode ser traçada em retrospecto pelos eventos históricos ocorridos em seu interior. Da mesma forma, a geografia, economia e cultura contribuíram para o aspecto político actual da Europa. A política moderna da Europa é dominada pela União Europeia (UE), desde a queda da Cortina de Ferro e o colapso do Bloco Oriental de países comunistas. Com o fim da Guerra Fria, a UE expandiu-se para leste, tendo actualmente 25 estados-membros que são representados no Parlamento Europeu.