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RIO - O Festival É Tudo Verdade anunciou, nesta segunda-feira, os filmes selecionados para sua competição internacional. Serão 12 longas e médias-metragens de países como China, Israel, EUA, Portugal e Coreia do Sul.Foram selecionados "China Peso-Pesado", de Yung Chang; "Cinco câmeras quebradas", de Emad Bornat e Guy Davidi; "1/2 revolução", de Omar Shargawi e Karin El Hakim; "Com amor, Carolyn", de Maria Ramstrom e Malin Korkeasalo; "O homem que ninguém conheceu", de Carl Colby; "Planeta caracol", de Seung-Jun Yi; "É na Terra não é na lua", de Gonçalo Tocha; "Tonia e seus filhos", de Marcel Lozinski; "O emprego", de Didier Cros; "Calafete, zoológicos humanos", de Hans Mulchi; "O beijo de Putin", de Lise Birk Pedersen; e "Barulho", de Dan Geva e Noit Geva. Além desses, nove curtas-metragens internacionais serão exibidos no festival, também pela competição. O É Tudo Verdade será realizado entre os dias 22 de março e 1 de abril. Ainda haverá mostras itinerantes em Brasília (10 a 15 de abril) e pela primeira vez em Belo Horizonte (maio, datas a definir). No Rio, o filme de abertura será "Jorge Mautner — O filho do Holocausto", de Pedro Bial e Heitor D’Alincourt; e em São Paulo, "Tropicália", de Marcelo Machado. Veja lista completa e suas sinopses abaixo: COMPETIÇÃO INTERNACIONAL DE LONGAS-METRAGENS “China Peso-Pesado” (China Heavyweight) / China / Diretor: Yung Chang Caçadores de talentos esportivos percorrem o interior da China à procura de jovens talentos para o boxe – banido em 1959 após a revolução chinesa. Mais de meio século depois, o esporte tornou-se um dos maiores sonhos de ascensão para muitos garotos. “Cinco Câmeras Quebradas” (Les Cinq Cámeras Brisées) / França / Diretores: Emad Bornat e Guy Davidi Em 2005, o governo de Israel construiu um muro em Bil’in, pequena cidade da Cisjordânia. O objetivo seria “proteger” a comunidade vizinha de Modi’in Illit, assentamento com capacidade para abrigar 150 mil judeus israelenses. Coincidindo com o nascimento de seu quarto filho, um dos moradores de Bil’in vê-se transformado em documentarista amador do conflito público e de sua vida privada. “½ Revolução” (1/2 Revolution) / Dinamarca / Diretores: Omar Shargawi e Karin El Hakim Um grupo de amigos testemunham os primeiros protestos na Praça Tahrir, no Cairo, para o afastamento do ditador Hosni Mubarak, há 30 anos no poder. Entre eles, os diretores deste filme, o egípcio Karim El Hakim e o dinamarquês de origem palestina Omar Shargawi. “Com Amor, Carolyn” (Love Always, Carolyn) / Suécia / Diretores: Maria Ramstrom e Malin Korkeasalo Mulher de Neal Cassady e amante de Jack Kerouac, Carolyn Cassady viveu a sua longa vida lidando com o dúbio legado da convivência íntima com dois dos maiores ícones da geração beat. Kerouac transformou-os em personagens de “On The Road”. Agora é a vez de Carolyn contar sua história. “O Homem que Ninguém Conheceu” (The Man Nobody Knew) / Estados Unidos / Diretor: Carl Colby Integrante da CIA por quase 30 anos, William Colby participou e comandou inúmeras operações clandestinas em diversos países do mundo. Quando o presidente Richard Nixon lhe ordenou que bloqueasse do conhecimento do Congresso os abusos do passado, o diligente Colby dessa vez recusou-se a obedecer. “Planeta Caracol” (Planet of Snall) / Coreia do Sul / Diretor: Seung – Jun Yi Desde a infância, quando perdeu a visão e a audição, Young-Chan tem vivido num mundo de escuridão, silêncio e solidão. Mas isso muda quando ele conhece Soon-Hoo, com quem se casa e passa a compartilhar uma simbiótica vida a dois. “É na Terra Não é na Lua” (É na Terra Não é na Lua) / Portugal / Diretor: Gonçalo Tocha Na Ilha do Corvo (parte do arquipélago dos Açores), vivem cerca de 440 pessoas, em casas abrigadas nas encostas vulcânicas. O cineasta Gonçalo Tocha instala-se nesta comunidade e percebe um micromundo fechado em si mesmo e autossuficiente. “Tonia e Seus Filhos” (Tonia I Jey Dzieci) / Polônia / Diretor: Marcel Lozinski Wroclaw, Polônia, 1949. Werka, 11 anos, e Marcel, 9 anos, são deixados em um orfanato. A mãe deles, Tonia, cumprirá pena numa prisão, acusada de colaboração com a espionagem norte-americana. Anos depois, os irmãos descobrem, através de cartas, relatórios e registros de confissões forçadas, detalhes desconhecidos de seus passados. “O Emprego” (La Gueule de L’Emploi) / França / Diretor: Didier Cros Dez pessoas de diferentes idades e experiências à procura de emprego participam de um processo seletivo, por dois dias. Serão postos à prova seu respeito próprio e sua resistência mental – mais ainda que suas habilidades. “Calafete, Zoológicos Humanos” (Calafete, Zoológicos Humanos) / Chile / Diretor: Hans Mulchi Várias fotos e documentos comprovam as viagens forçadas de indígenas, no século XIX, a diversos locais da Europa para serem exibidos nas chamadas “exposições etnográficas”. Eles eram capturados com a conivência das autoridades do Chile e de sociedades científicas europeias. “O Beijo de Putin” (Putin’s Kiss) / Dinamarca / Diretor: Lise Birk Pedersen Desde os 15 anos, Masha Drokova uniu-se às fileiras do Nashi, um movimento de apoio ao líder russo Vladimir Putin, capaz de mobilizar milhares de pessoas nas ruas e enfrentar seus opositores. Bonita, articulada e entusiasta, rapidamente Masha se torna uma protegida do Ministro da Juventude. “Barulho” (Raash) / Israel / Diretores: Dan Geva e Noit Geva Angustiados pela convicção de viver numa sociedade incrivelmente barulhenta, o premiado casal de diretores israelenses resolve investigá-la: instalam câmeras por sua casa para captar as fontes dessa formidável massa sonora que invade seu cotidiano. Estréia mundial. COMPETIÇÃO INTERNACIONAL DE CURTAS-METRAGENS “Tilman no Paraíso” (Tilman im Paradies) / Alemanha / Diretor: Julian Vogel O faxineiro alemão Tilma Mai percorre o bairro da Luz Vermelha, a zona do meretrício em Amsterdã. Sua atitude, porém, diverge da maioria dos frequentadores. Ao invés de sexo, ele procura afeição, quem sabe até mesmo amor. “Vovós” (Abuelas) / Inglaterra / Diretor: Afarin Eghbal Partindo dos depoimentos de quatro integrantes das Avós da Praça de Maio, este documentário de animação reconstitui a história do movimento, que reúne familiares de mulheres grávidas desaparecidas durante a ditadura militar argentina (1976-1983). “Encontro com Papai Kasper Cartola” (Modet Med Min Far Kasper Hojhat) / Dinamarca / Diretor: Lea Glob Lea Glob tinha 2 anos quando seu pai desapareceu. Ela pouco sabia dele, além da descrição de um homem bonito, de barba avermelhada. Quando fica sabendo da sua morte, na prisão, ela resolve seguir as pistas para a construção de sua identidade. “Osso Vento Fogo” (Bone Wind Fire) / Canadá / Diretor: Jill Sharpe Utilizando trechos de cartas e dos diários de três das mais importantes artistas do século XX – a pintora mexicana Frida Kahlo, a pintora norte-americana Georgia O’Keeffe e a pintora e escritora canadense Emily Carr – reconstitui-se parte de seu processo criativo, evocando os bastidores de sua trajetória feminina intensa e original. “Queremos Explodir o Vasa” (Vi Ville Spranga Vasa) / Suécia / Diretores: Simon Moser e Idji Maciel Simon, um jornalista pobre e fracassado, encontra a grande missão de sua vida, ao descobrir um fundo de verdade em algo que sempre se acreditou não passar de um mito. Coube a ele reescrever a história de um dos maiores tesouros museológicos da Suécia. “Pescaria com Vovó” (Fishing with the Popo) / China / Inglaterra / Diretor: Wing Yan Lilian Fu Dois anos após a morte da avó, a diretora Wing Yan Lilian Fu mergulha no material que guarda sobre ela. Quanto mais conversa com o resto da família, mais se dá conta de que uma narrativa inteiramente calcada no realismo não abrangerá a grandeza de sua figura. “3 Dias de Liberdade” (3 Dniwoinosci) / Polônia / Diretor: Lukasz Borowski Depois de 15 anos na prisão, Piotr consegue seu primeiro indulto temporário: ele tem direito a três dias de liberdade. Fora das grades, o mundo mudou bem mais do que podia imaginar. Agora, Piotr tem que decidir como aproveitar esses dias - intensos e longamente aguardados. “Descarrilamentos” (Deragliamenti) / Itália / Diretor: Chelsea McMullan Federico Fellini imaginou a história “Il Viaggio di Giuseppe Mastorna detto Fernet” em 1965, quando escreveu a primeira versão do roteiro. Ao longo dos anos, voltou ao tema, que acabou servindo de base à graphic novel de Milo Manara, publicada em 1992. “A Morte Está no Campo” (La Mort est dans le Champ) / Suiça / Diretor: Chappatte Desde 2003 envolvido em projetos editoriais em países conflagrados, o quadrinista suíço-libanês Patrick Chappatte viajou ao sul do Líbano, em 2009. Lá, ele ainda pode sentir o conflito na vida dos libaneses, que convivem diariamente com o medo de bombas que não explodiram.
oglobo.globo.com | 06-03-2012
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RIO - Eram 15h20m em Oslo, capital da Noruega, quando um carro-bomba explodiu em frente à sede do Ministério do Petróleo e da Energia, atingindo também o prédio que abrigava o gabinete do primeiro-ministro do país, Jens Stoltenberg. Uma hora e meia depois, na ilha de Utøya, um homem disfarçado de policial abria fogo contra 600 participantes de uma reunião da ala jovem do partido trabalhista norueguês: 68 deles foram sumariamente executados naquele dia 22 de julho de 2011. Enquanto isso, na capital da Dinamarca, o diretor de teatro Christian Lollike assistia à TV em sua casa, até que a programação foi interrompida com imagens dos episódios ocorridos no país vizinho. — No começo, todo mundo pensou que fosse um ataque dos radicais muçulmanos — recorda Lollike. — Foi um pouco depois que a gente soube que o atentado havia sido coordenado e consumado por um jovem norueguês. Ele se refere a Anders Behring Breivik, um empresário agrícola de 32 anos que, logo após ser detido pela polícia, admitiria publicamente ter sido o único responsável pela tragédia. — Fiquei absolutamente chocado. Essa é uma das maiores tragédias da História da Escandinávia e deixou uma cicatriz tão profunda que me levou a tentar entender o que aconteceu. A mobilização gerou resultado. Em setembro, Lollike estreia, na sede da companhia dinamarquesa Café Teatret, o monólogo “Manifesto 2083”, baseado num documento redigido pelo autor dos crimes. Publicado na web uma hora e meia antes da primeira explosão e intitulado “2083 — A European declaration of independence”, o escrito revela em suas mais de 1.500 páginas todo o amálgama ideológico de extrema-direita — ultranacionalista, xenófobo, anti-islâmico e antimarxista — que serviu de base para que o terrorista levasse à frente os acontecimentos “atrozes, mas necessários” (nas palavras dele) que balizavam a sua “revolução conservadora”, como declarou à época. Se os mortos e os 96 feridos chocaram o mundo, a notícia da encenação também caiu como uma bomba, tanto na Dinamarca quanto na Noruega, onde parentes das vítimas e políticos têm atacado o projeto do diretor. — Em vez de manter o silêncio e evitar o assunto, acredito que falar sobre o populismo de extrema-direita é a melhor solução — argumenta Lollike. — Os atentados foram obra de um homem só, mas todo o conjunto de ideias que embasa o ponto de vista por trás da tragédia não é nada único. Muitas pessoas compartilham do pensamento de Breivik. Reconhecido como um dos mais importantes autores e diretores da Dinamarca, Lollike, de 36 anos, desenvolve um teatro de alta voltagem provocativa e também reflexiva. Vencedor, em 2009, do Prêmio Reumert, atribuído ao melhor dramaturgo dinamarquês, Lollike decidiu encenar o manifesto para tentar entender as motivações de Breivik. — Por que ele fez isso? Como isso pôde acontecer? A única maneira de descobrir foi ler aquele manifesto. Depois da leitura, o choque: — Me assustou o quão “normal” ele parecia ser. A junta médica que avaliou Breivik, no entanto, considerou o atirador insano. Lollike diz que lhe chamou a atenção a capacidade de estruturação de um raciocínio lógico na construção ideológica e política alinhavada por Breivik. — Eu li todas aquelas páginas, e foi aí que decidi fazer uma performance investigativa sobre a mentalidade política desse homem. Mais do que encontrar respostas, a montagem usa o manifesto para identificar as raízes do plano posto em prática pelo terrorista. — Como e por que um norueguês aparentemente normal decide descartar valores democráticos, isolar-se e preparar uma matança como essa? Eu queria entender isso investigando a origem de seu pensamento, sua visão sobre a sociedade. Abordando temas como terrorismo, violações e suicídio em suas peças anteriores, Lollike faz de seu teatro um campo de pesquisa sobre as condições que levam seres humanos a cometer atrocidades e, também, sobre comportamentos que investem contra a democracia. — Minha pesquisa deriva de uma tentativa de entender as transformações sociais que abalam ou minam os valores democráticos e as liberdades individuais, ou seja, que ferem a liberdade de escolha, os direitos humanos e o papel da cidadania — explica Lollike. — Geralmente foco em dinâmicas sociais, assuntos psicológicos e políticos a partir de um ponto de vista contemporâneo. Então, o principal objetivo deste projeto é compartilhar descobertas e, assim, provocar o início de um debate valioso.
oglobo.globo.com | 04-02-2012
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A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood, que concede o Oscar, divulgou nesta quarta-feira uma pré-seleção de nove filmes em língua não inglesa que poderão disputar o prêmio de Melhor Filme Estrangeiro, excluindo da lista o brasileiro "Tropa de Elite 2", de José Padilha, estrelado por Wagner Moura. .. Leia Mais... Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias Copyright © 2012, Pernambuco.com - Diários Associados, Recife-PE, Brasil
www.pernambuco.com | 19-01-2012
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LONDRES - Uma Escócia independente, o sonho de gerações de nacionalistas, seria um presente para uma economia relativamente rica, que tem seus alicerces no petróleo do Mar do Norte e no setor financeiro de Edimburgo. Mas criaria mais um pequeno Estado na beira de uma Europa vulnerável a impactos globais. Os nacionalistas argumentam que a Escócia, um reino independente até 1707, será o próximo Estado europeu rico em energia, como a Noruega. Já os céticos veem um futuro candidato a socorro financeiro, como a Irlanda. - A economia escocesa caminha razoavelmente bem - disse Brian Ashcroft, professor de Economia da Universidade de Strathclyde. - Está muito bem em comparação ao resto do Reino Unido e seria um Estado rico, mas a receita do petróleo é muito volátil. A Escócia, que mantém um ordenamento jurídico próprio desde o estabelecimento da união, em 1707, tem um governo semiautônomo desde 1999, com poderes sobre saúde, educação e prisões, por exemplo. Sob muitos aspectos, a Escócia já é um país - tem bandeira, seleções esportivas e feitos científicos e literários para apresentar. O governista Partido Nacional Escocês (SNP) argumenta que, embora pequeno, o território poderia prosperar mais por conta própria, pois ficaria com uma grande parte dos dividendos do petróleo extraído no Mar do Norte. O SNP conquistou a maioria no Parlamento escocês em maio do ano passado e, desde então, promete realizar um referendo sobre a independência da Escócia na segunda metade de sua legislatura, ou seja, a partir de 2014. A consulta popular está travada num impasse entre o premier britânico, David Cameron, que quer uma votação o mais em breve possível, e os independentistas, que pretendem esperar até 2014 para terem tempo de fazer campanha pelo "sim". Para o Partido Nacional , Cameron, que é contra a separação, está tentando interferir num assunto que deveria ser tratado apenas pelos escoceses. Quase 40% apoiam divisão Uma pesquisa do instituto Ipsos Mori feita no mês passado mostrou que, entre os eleitores escoceses decididos a votarem num referendo, 38% são favoráveis à independência - três pontos a mais que em agosto. Cerca de 50% são contra, e um dos desafios é convencer esses eleitores de que a Escócia pode sobreviver sozinha. Se a tendência mostrada pela pesquisa for revertida, a Escócia, uma nação de cerca de 5 milhões de habitantes, algo como em Noruega e Dinamarca, teria um divórcio difícil do longo parceiro. Os independentistas querem 90% da receita derivada do petróleo do Mar do Norte, estimada em 13 bilhões de libras por ano, e só 8% da dívida britânica - em linha com a porcentagem da população. Londres deve argumentar que o petróleo tem que ser dividido por todo o Reino Unido e talvez até pedir que uma eventual repartição seja feita de acordo com a população. Além disso, é possível que use na negociação o fato de ter colocado bilhões de libras em bancos escoceses durante a crise. O europeísta SNP está determinado de que a Escócia deveria entrar automaticamente na União Europeia, mas analistas acreditam que um processo de aceitação deverá ser aplicado. Outra questão é a zona do euro, onde a entrada é condicionada a alguns comprometimentos por parte do país - mais um problema para uma independência que ainda parece longe de ser alcançada.
oglobo.globo.com | 13-01-2012
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O governo da Dinamarca assume a presidência temporária da União Europeia (UE) amanhã com uma prioridade comercial: obter maior acesso aos mercados de Brasil, Rússia, Índia e China para produtos europeus e, assim, amenizar a recessão que afetará o mercado da UE em 2012. Mas o governo dinamarquês faz
www.estadao.com.br | 31-12-2011
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RIO e NOVA YORK — Autoridades sanitárias de 12 países, incluindo o Brasil, estão acompanhando com interesse as discussões na França a respeito dos riscos das próteses de mama PIP (sigla de Poly Implant Prothèse) — fabricadas pela empresa de mesmo nome —, que têm silicone industrial em sua composição e vêm se rompendo numa taxa muito acima do normal. Ainda não está claro se este tipo implante causa danos à saúde, como, por exemplo, câncer de seio: o governo da França avalia se as cerca de 30 mil mulheres que os receberam no país serão convocadas para removê-los. Estima-se que pelo menos 300 mil próteses da PIP tenham sido usadas em todo o mundo em cirurgia cosmética, para aumentar as mamas ou para substituir tecido mamário, antes do fechamento da empresa, no ano passado. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu as PIPs em 2010. O órgão estima que 25 mil próteses tenham sido usadas no país. A França já registrou oito casos de câncer em mulheres com implantes mamários fabricados pela PIP, acusada de usar em seus modelos silicone de grau industrial, normalmente encontrado em computadores e utensílios de cozinha. Mas as autoridades não sabem se há relação direta entre as próteses PIP e tumores malignos. O governo francês pagará pela remoção, caso venha a determiná-la, mas não financiará a colocação de novas próteses. Será preciso decidir se os riscos associados à retirada dos implantes é maior do que os riscos desconhecidos de mantê-los. No Brasil, a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) diz que, por enquanto, não há motivos para as pacientes com próteses PIP se preocuparem com um possível risco de câncer. Em caso de suspeita de ruptura da prótese, no entanto, as pacientes devem procurar seus médicos imediatamente. E, se não perceberem qualquer problema, devem voltar ao consultório antes do prazo habitual estipulado para revisão, que é de dez anos. — É como se a prótese PIP fosse batizada — afirma o médico José Horácio Aboudib, presidente eleito da SBCP. — De má qualidade, este modelo se rompe mais facilmente. Apesar de a Anvisa ter proibido o uso no Brasil, uma parcela de pacientes brasileiras ainda tem esse tipo de modelo de implante. Os estudos realizados até o momento na França não indicaram relação entre as próteses PIP e maior risco ou desenvolvimento de câncer. Mas a ruptura pode causar contratura, assimetria de mama e dor no seio. Não existe, porém, perigo de o silicone entrar na corrente sanguínea. A nossa recomendação é que pacientes com esse tipo de implante façam a sua revisão periódica num prazo de três a cinco anos. Um dos exames indicados é a ressonância magnética. Sebastião Guerra, o atual presidente da SBCP, diz que a entidade até agora não recebeu relatos de rupturas ou rejeições das próteses PIP. As preocupações com esse tipo de implante começaram em 2010, com o fechamento da empresa PIP. Mas, pelo menos três anos antes, a Agência Francesa de Segurança Sanitária de Produtos de Saúde (AFFSAPS) já vinha verificando um aumento de relatos de ruptura de próteses mamárias fabricadas por ela. E as investigações mostraram que a fábrica misturava material mais barato ao silicone médico na composição dos produtos. Aqui, a Anvisa vem acompanhando o problema das próteses PIP. Em 1 de abril de 2010, o órgão suspendeu, por meio da resolução 1558/2010, em todo o Brasil, a comercialização, distribuição, importação e utilização de implantes mamários fabricados pela PIP. A proibição foi determinada devido ao risco associado a este produto, registrado aqui pela empresa EMI Importação e Distribuição Ltda.. Ainda segundo informe da Anvisa, “a ruptura do envelope de uma prótese mamária pode levar a complicações locais nas pacientes, muitas vezes sendo necessária uma cirurgia para a correção do problema”. Na Grã-Bretanha, as autoridades de saúde pediram calma às pacientes submetidas a este tipo de implante. — A mensagem é não entrar em pânico — disse o cirurgião plástico Douglas McGeorge, em nome da Associação Britânica de Cirurgiões Plásticos. Fundada em 1991, a Poly Implant Prothèse tinha sede no sul da França e chegou a ser a terceira maior fabricante de implantes do mundo, produzindo cerca de cem mil unidades por ano. Cerca de 80% da produção eram destinados à exportação. Além de francesas e brasileiras, mulheres de Grã-Bretanha, Espanha, Argentina, Chile, Colômbia, Venezuela, Holanda, Portugal, Itália, Irlanda, Hungría, Austria e Dinamarca, entre outros países, têm implantes de PIP.
oglobo.globo.com | 23-12-2011
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RIO - Cenas de "Meu ódio será tua herança" (1969), de Sam Peckinpah, fervilhavam no imaginário de David Cardoso quando ele foi ao Paraguai, em agosto, para rodar "Frontera", em espanhol, sem "i". Conhecido nas décadas de 1970 e 80 como recordista de público da pornochanchada, rivalizando com galãs do gênero como Carlo Mossy e Tony Vieira, ele não dirigia desde 1987. Já em finalização, o filme que marca seu regresso como cineasta aborda o périplo de um policial paraguaio honesto (vivido pelo filho do diretor, David Cardoso Jr.) para sobreviver às maracutaias de seus colegas de farda na divisa com o Brasil. Ele interpreta o vilão da produção, que é um média-metragem de 45 minutos. No lançamento, no ano que vem, o projeto será complementado por outro média, "A história de Anita", filmado por Reynaldo Paes de Barros na divisa com a Bolívia. Eles vão estrear juntos, combinados como um longa em dois episódios, com o título "Fronteira". — Meu média, "Frontera", nem beijo na boca tem, menos ainda cena de sexo. Mas não é por preconceito. Cheguei a ser o rei do pornô. E por pior que tenha sido tudo o que fiz, eu deixei uma história. Mas este filme é outra coisa, é meio "Traffic" (filme sobre a venda de drogas que rendeu o Oscar a Steven Soderbergh), com muita violência — explica Cardoso, que iniciou as filmagens com os R$ 70 mil do programa de incentivo à cultura de Mato Grosso do Sul, onde nasceu há 66 anos. Seguidos, os fracassos de "Estou com Aids, terror da humanidade" e "O dia do gato", ambos de 1987, interromperam a trajetória de Cardoso como realizador, quando a pornochanchada já era História. — Participei de 79 filmes ao longo da minha vida. Trabalhei com Mazzaropi, fui dirigido por Walter Hugo Khouri e Ozualdo Candeias. Produzi 34 filmes sem ter uma ação trabalhista sequer. Mas o tempo foi mudando. Eu lançava filmes com oito cópias, mas me atrevi a lançar "Estou com Aids..." com 14 cópias. Aí, eu me afundei. E "O dia do gato", que estava mais para o policial do que para o sexo, só me afundou mais — lembra o diretor, que em 2006 publicou um livro de memórias: "David Cardoso — Autobiografia do rei da pornochanchada". Dias de Príncipe da Dinamarca Depois de 24 anos sem gritar "Ação!", atuando apenas na TV, com raras aparições na telona, uma trama mais afeita a tiros do que a peripécias sexuais despertou o apetite estético do galã de blockbusters de outrora como "A ilha do desejo" e "Amadas e violentadas", ambos vistos por mais de 1 milhão de pagantes em 1975. Mas conforme ele filmava "Frontera", referências ao western estrelado por William Holden e Ernest Bornigne deram lugar a uma perplexidade mais hiperrealista do que qualquer longa de Peckinpah. — Eu queria falar de um policial incorruptível, para mostrar que não se pode generalizar. Mas, pesquisando, o mundinho sujo, de bandidos esfarrapados como os de "Meu ódio será sua herança", que eu esperava encontrar, não apareceu. No lugar dele, descobri um universo de armas pesadas, com metralhadoras dez vezes mais pesadas do que aquelas que gente vê no cinema — conta Cardoso, que até hoje é visto pelo mercado cinematográfico com respeito. — Em 1977, quando lancei meu primeiro longa como diretor, "Dezenove mulheres e um homem", consegui contabilizar US$ 400 mil em 90 dias, na bilheteria. Só com o dinheiro dessa fita eu comprei uma fazenda no Pantanal e três aviões. Autor da lista de maiores bilheterias brasileiras para a revista "Filme Cultura", o pesquisador João Carlos Rodrigues destaca "A noite das taras", de 1980, como o grande sucesso de Cardoso, com 2,1 milhões de ingressos vendidos. — David foi a maior bilheteria masculina de filmes adultos do cinema brasileiro, para além do que Jece Valadão fez. Era referência na Boca do Lixo (núcleo de produção de filmes populares em São Paulo, nas adjacências da Rua do Triumpho) e alcançou seu prestígio popular criando tipos amorais. Se Valadão encarnava sempre o machão, David interpretava sempre o homem do interior que vencia na cidade grande pela esperteza e pelo desempenho na cama — diz Rodrigues, apontando diversidade no currículo do astro de "Sinal vermelho — As fêmeas" e "A infidelidade ao alcance de todos", ambos de 1972. Até uma variação rural do príncipe da Dinamarca shakespeariana Cardoso interpretou. Em 1970, Ozualdo R. Candeias (1922-2007) escalou o ator para ser Omeleto em "A herança", uma transposição de "Hamlet" para Itapecerica da Serra, em São Paulo, ambientada nos anos 1920, com direito a Agnaldo Rayol no papel de Fortimbrás. Com ares de bangue-bangue, o filme hoje é cultuado pelos críticos. Uma aura de respeitabilidade também cerca a adaptação de "A moreninha", o clássico da literatura romântica, lançada por Glauco Mirko Laurelli em 1970, na qual Cardoso caía de amores por Sonia Braga. Até de Peri, o índio criado por José de Alencar (1829–1877), Cardoso atacou na adaptação de Fauzi Mansur para "O guarani", de 1978. — Nessa época, como eu era bem afeiçoado, participava do programa do Raul Gil, ia no Silvio Santos, era chamado pelo Bolinha, fazia novela. Muita gente daquele tempo da pornochanchada fez filmes melhores do que os meus, mas eu aparecia mais. Fui o único ator a ganhar matéria duas vezes na revista "Veja". Devo ter história, né? — diz o diretor, que em seu média "Frontera" encarna um bandido brasileiro em luta contra o herói, Pedro Piazza, interpretado por Cardoso Jr. Artesania audiovisual Para a estreia de "Fronteira", o longa, ele fará o lançamento apenas em salas digitais, mas espera rodar festivais com a produção. — Não tenho como fazer cópias em 35 mm, pois o custo é alto. Eu tenho que trabalhar com a realidade. Não tenho como competir com filmes do porte de "Tropa de elite", que têm mais recursos. Estou vivendo agora uma vida nova no cinema. Eu era um artesão. Agora, quando chego na ilha de edição, às vezes peço ao montador coisas que não são possíveis de serem feitas — diz o cineasta, que critica a manutenção de certas práticas do cinema. — Os mesmos caras que mamavam nas tetas da Embrafilme continuaram com a sujeirada na era FHC e no governo Lula e ainda estão aí, fazendo lobby. Isso eu não sei fazer. Nem quero.
oglobo.globo.com | 05-12-2011
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PARIS. A zona do euro está rolando ladeira abaixo num ritmo que ninguém esperava. Mas quem se salva hoje na União Europeia (UE): as economias que ficaram de fora? Não necessariamente. E o contraste é grande. Se a Suécia, que rejeitou o euro num referendo em 2003, reina radiante em meio à tormenta, com expansão de 6,4% no primeiro trimestre, o Reino Unido afunda rumo à recessão. E nem mesmo a sólida e rica Suíça — que nunca foi parte do bloco europeu ou sonhou em adotar o euro — escapa: com o franco suíço transformado em moeda de refúgio para investidores em pânico, sua cotação disparou a ponto de seu banco central (BC) decidir intervir a partir de determinado ponto de valorização. O banco Crédit Suisse baixou sua previsão de crescimento para a Suíça de 2% para 0,5% em 2012. Se o grande atrativo do euro — a estabilidade — não é mais válido, surgem duas perguntas: o euro vai sobreviver? Se sobreviver, é melhor estar dentro ou fora? O economista Francesco Saraceno, do Observatório Francês de Conjunturas Econômicas (OFCE), responde com ironia: — Até 2008, a estabilidade atraía. Países lutavam para entrar na zona do euro. Isso valerá novamente quando a crise for superada, se o euro sobreviver. Reino Unido é o pior exemplo fora do euro Entre os que estão de fora da zona do euro — e afundam — o Reino Unido é o pior exemplo. O país, que nunca gostou do euro e da ideia de Bruxelas (sede da UE) ditar as regras, assiste com pavor à turbulência no continente. O fato de ter um banco central independente para desvalorizar a libra não ajudou: abalado com a crise financeira de 2008, o país não consegue sair da crise. O Reino Unido vai crescer em 2011 bem menos do que previsto — 0,9% em vez de 1,7%. O governo queria reduzir sua dívida para o equivalente a 71% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2015: agora admite que só chegará a 78%. O plano de austeridade do país é draconiano e os juros batem recorde. — Se o resto da Europa entrar em recessão, vai ser difícil evitar uma no Reino Unido — admitiu o ministro de Finanças, George Osborne, às vésperas da maior greve geral de funcionários públicos $30 anos, na quarta-feira. Para Saraceno, o caso britânico prova que o problema não está no euro ou nas economias europeias da zona do euro: está no fato de os 17 países da zona do euro não terem governo. — Temos uma economia unificada na zona do euro sem política fiscal integrada e um banco central (o Banco Central Europeu, BCE) incapaz de fazer o que bancos centrais devem fazer: ser credor de último recurso. Já a Dinamarca, que assume a presidência rotativa da UE em janeiro, não sabe o que fazer. A coroa dinamarquesa tem pari$com o euro. O governo quer adotar a moeda única, por temer isolamento e perda de influência, se continuar fora. A última sondagem, porém, revelou o maior sentimento contra o euro desde 2002: 65% da população rejeitam a moeda europeia, que já foi rechaçada em dois referendos, em 1992 e 2000. A Dinamarca crescerá menos este ano por causa da crise: de 1,3% para 1,1%. A agência de classificação de risco Moody’s alertou para problemas potenciais nos bancos. Mas comparado à maioria dos países da Europa em crise, a Dinamarca $bem. Como disse Helge Pedersen, do Nordear Bank, ao jornal "Jyllands Posten": Hungria e Bulgária às voltas com FMI. Polônia cresce Não é o caso da Hungria, que, de estrela econômica dos anos 90, desponta como outro caso dramático. O governo de centro-direita do primeiro-ministro Viktor Orban anunciou que estuda bater na porta do Fundo Monetário Internacional (FMI) para pedir ajuda, um ano depois de rejeitar a instituição. A Hungria foi castigada pela crise financeira global de 2008, quando recebeu 20 bilhões do FMI e da UE, mas saiu do acordo em 2010, brigada com o FMI. A moeda húngara, o florin, perdeu 13% de seu valor em relação ao euro em 2011 e muitos húngaros estão endividados em moeda estrangeira. A dívida do país chega a quase 80% do PIB, as taxas de risco não param de subir. A Moody’s acaba de reduzir os ratings dos títulos soberanos do país para "junk" (lixo), e outras duas agências estudam fazer o mesmo. A Bulgária — outro país da UE fora da zona do euro — receberá uma missão do FMI esta semana. O desemprego no país está em 10,2% e o crescimento para este ano foi revisado para baixo: de 3% para 2,5%. A Polônia, maior economia do Leste da Europa, quer entrar na zona do euro, assim como os húngaros e os búlgaros. A Polônia cresceu a um ritmo alto este ano (4%) mas o governo prevê 2,5% para 2012.
oglobo.globo.com | 03-12-2011
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"Reduções de impostos vão contra promessas do governo", traz o Politiken, após o discurso da recém-empossada primeira-ministra. Na abertura do novo Parlamento, eleito em 15 […] (News in brief : cover)
www.presseurop.eu | 05-10-2011
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O novo governo da Dinamarca,chefiado pela social-democrata,Helle Thorning Schmidt,tomou a primeira medida de grande impacto, ao restabelecer, por…
pt.euronews.net | 04-10-2011
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A formação do novo governo da Dinamarca foi divulgada esta segunda-feira. A nova primeira-ministra dinamarquesa, a social-democrata Helle…
pt.euronews.net | 03-10-2011
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A líder dos sociais-democratas dinamarqueses, Helle Thorning-Schmidt, foi oficialmente nomeada primeira-ministra pela rainha Margarida II. O seu governo e programa devem ser apresentados segunda-feira.
feedproxy.google.com | 02-10-2011
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A líder dos social democratas dinamarqueses, Helle Thorning Schmidt, foi oficialmente nomeada primeira ministra neste domingo, depois da vitória de seu partido nas eleições legislativas do mês passado, e apresentará seu governo e programa na segunda feira.
noticias.terra.com.br | 02-10-2011
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COPENHAGUE (Reuters) - A primeira-ministra eleita da Dinamarca, Helle Thorning-Schmidt, disse no domingo ter feito um acordo com aliados políticos para formar um governo de coalizão de três partidos, depois de vencer a eleição há duas semanas ... Assine O GLOBO e receba todo o conteúdo do jornal na sua casa
oglobo.globo.com | 02-10-2011
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A primeira ministra eleita da Dinamarca, Helle Thorning Schmidt, disse no domingo ter feito um acordo com aliados políticos para formar um governo de coalizão de três partidos, depois de vencer a eleição há duas semanas.
noticias.terra.com.br | 02-10-2011
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A Dinamarca é o primeiro país do Mundo a introduzir um imposto sobre os alimentos gordos. A nova taxa, que se insere numa política de combate à…
pt.euronews.net | 02-10-2011
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A líder social democrata dinamarquesa, Helle Thorning Schmidt, deu os primeiros passos nesta sexta feira para formar um governo de centro esquerda, após a vitória alcançada na quinta feira pelo bloco da oposição nas eleições gerais da Dinamarca.
noticias.terra.com.br | 16-09-2011
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Em contraciclo com a Europa, bloco de centro-esquerda ganhou as legislativas na Dinamarca. Helle Thorning-Schmidt, a nova líder do governo, diz que partido "fez história".
aeiou.expresso.pt | 16-09-2011
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A Dinamarca elege pela primeira vez na história do país uma mulher para o Governo: a social-democrata Helle Thorning-Schmidt. Perante uma…
pt.euronews.net | 16-09-2011
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O primeiro-ministro da Dinamarca, Lars Loekke Rasmussen, reconheceu na noite desta quinta-feira a derrota da sua coalizão de centro-direita nas eleições parlamentares, após dez anos de governo conservador. A candidata de centro-esquerda Helle Thorning-Schmidt deverá ser a primeira mulher a governar
www.estadao.com.br | 16-09-2011
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A centro esquerda venceu nesta quinta feira as eleições gerais na Dinamarca e pôs fim a uma década no poder da direita, além de eleger pela primeira vez na história do país uma mulher para comandar o Governo: a social democrata Helle Thorning Schmidt.
noticias.terra.com.br | 15-09-2011
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Antes de mais, um pequeno-almoço reforçado. Foi o que os dois candidatos à liderança do governo da Dinamarca prepararam, na televisão, antes de uma…
pt.euronews.net | 15-09-2011
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Os colégios eleitorais abriram nesta quinta feira na Dinamarca às 9h locais (4h de Brasília) para iniciar uma jornada na qual as pesquisas apontam um triunfo da centro esquerda, o que poria fim a uma década de governo da direita.
noticias.terra.com.br | 15-09-2011
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O primeiro-ministro dinamarquês, o liberal Lars Loekke Rasmussen, convocou eleições legislativas para 15 de setembro. Após dez anos de governo de…
pt.euronews.net | 26-08-2011
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O primeiro ministro da Dinamarca, o liberal Lars Loekke Rasmussen, anunciou nesta sexta feira a convocação de eleições gerais antecipadas na Dinamarca para o dia 15 de setembro. Rasmussen justificou o anúncio, esperado há meses, pela necessidade de um novo Parlamento votar as reformas anunciadas recentemente por seu Governo para reativar a economia dinamarquesa.
noticias.terra.com.br | 26-08-2011
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O governo da Dinamarca reativou o controle de fronteiras e provocou protestos no continente nesta terça feira. O país quer impedir a entrada de drogas, armas e, sobretudo, imigrantes. Comandada por um partido de direita xenófobo, os dinamarqueses tomaram a medida depois da fuga de milhares de refugiados de países africanos e do Oriente Médio por causa das revoltas nessas nações, de acordo com informações do Jornal da Globo.
noticias.terra.com.br | 06-07-2011
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A Dinamarca votou, esta sexta-feira, o projecto do governo para fechar de forma permanente as suas fronteiras. Prepara-se agora a forma como esta medida, anunciada a 10 maio, será aplicada.
tvnet.sapo.pt | 01-07-2011
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Os residentes de Christiania, no centro de Copenhaga, chegaram a um acordo com o governo dinamarquês que garante a sobrevivência do bairro…
pt.euronews.net | 21-06-2011
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O governo da Dinamarca afirmou nesta terça feira que planeja reivindicar uma grande área localizada no Oceano Ártico, incluindo o Polo Norte. "Esperamos que a Dinamarca consiga ser bem sucedida na reivindicação de uma área que, entre outras coisas, inclui o Polo Norte", disse a ministra das Relações Exteriores dinamarquesa, Lene Espersen, por meio de um comunicado.
noticias.terra.com.br | 17-05-2011
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O presidente italiano Giorgio Napolitano anunciou nesta segunda-feira a elevação ao posto de embaixador do representante palestino em Roma, durante um encontro com o presidente Mahmud Abbas, fazendo da Itália o oitavo país da UE a tomar essa decisão. .. Leia Mais... Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias Copyright © 2011, Pernambuco.com - Grupo Associados, Recife-PE, Brasil
www.pernambuco.com | 16-05-2011
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O ministro dos Negócios Estrangeiros alemão, advertiu hoje contra o "isolamento nacionalista" na União Europeia, condenando a decisão da Dinamarca de repor o controlo nas fronteiras e as crescentes críticas à política monetária da zona euro.
tv1.rtp.pt | 14-05-2011
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A União Europeia (UE) deu nesta quinta-feira o primeiro passo para restabelecer os controles pontuais em suas fronteiras internas com o objetivo de enfrentar a imigração ilegal, mas se comprometeu a agir com cautela, para evitar colocar em perigo a livre circulação no espaço Schengen. Em um contexto político de auge dos partidos populistas e xenofóbicos, a maioria dos países europeus apoiou em uma reunião em Bruxelas uma proposta para reintroduzir os controles fronteiriços como "último recurso" e em "condições claramente definidas e excepcionais". A iniciativa, preconizada inicialmente por França e Itália, foi debatida pelos ministros do Interior da União Europeia (UE) em busca de soluções diante da chegada de imigrantes norte-africanos que fogem das revoluções em curso em seus países. Da AFP Paris .. Leia Mais... Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias Copyright © 2011, Pernambuco.com - Grupo Associados, Recife-PE, Brasil
www.pernambuco.com | 12-05-2011
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Os benefícios do Acordo de Schengen, que garante a livre de circulação de pessoas pelos 26 países signatários, voltaram ao centro da discussão na Europa. O debate veio à tona com o posicionamento do governo da Dinamarca, que quer retormar o controle alfandegário em suas fronteiras. “Temos muito problema com a criminalidade transfronteiriça, e achamos [...]
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correiodobrasil.com.br | 12-05-2011
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A Dinamarca não tem a intenção de restabelecer o controle de pessoas em suas fronteiras com Alemanha e Suécia, afirmou nesta quinta feira em Bruxelas o ministro da Integração de Copenhague, Soeren Pind, um dia depois do governo dinamarquês ter anunciado medidas para lutar contra a criminalidade.
noticias.terra.com.br | 12-05-2011
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O governo da Dinamarca cedeu à pressão do partido conservador local e anunciou ontem que voltará a controlar suas fronteiras com a União Europeia, supostamente para frear a onda de crimes no país. Dez anos depois de ter aderido ao tratado de livre circulação de pessoas do bloco, o país foi o
www.estadao.com.br | 12-05-2011
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A polémica agita a Dinamarca há alguns dias. “Os economistas na origem do relatório sobre o custo da imigração opõem-se ao Governo”, declara […] (News in brief)
www.presseurop.eu | 02-05-2011
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”Maioria política diz sim ao pacto para o euro”, anuncia o diário dinamarquês Politiken, dois dias antes da cimeira europeia de 24 e 25 de março, no decorrer da qual o primeiro-ministro Lars Løkke Rasmussen irá envolver a Dinamarca no pacto para o euro. (News in brief : cover)
www.presseurop.eu | 22-03-2011
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Em 1849, a Dinamarca passou a ser uma monarquia constitucional com a adopção de uma nova constituição. O monarca é formalmente o chefe de estado, mas esse papel é em grande medida cerimonial. O poder executivo é exercido pelos ministros, sendo o primeiro-ministro um "primeiro entre iguais" (primus inter pares). O poder legislativo está investido no parlamento, conhecido como Folketing, que consiste de (não mais de) 179 membros. Os tribunais da Dinamarca são funcional e administrativamente independentes dos poderes executivo e legislativo. As eleições para o parlamento têm geralmente lugar a cada quatro anos, mas o primeiro-ministro pode convocar eleições antecipadas.