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ZAGREB - A Croácia votou neste domingo a favor da entrada na União Europeia em 2013, descartando preocupações sobre os problemas econômicos no bloco, de acordo com resultados oficiais preliminares de um referendo. Com 38% dos votos apurados, 67% disse “Sim” para se tornar o 28º membro do bloco, informou a comissão eleitoral estatal, mais de duas décadas depois de o país deixar o regime socialista da Iugoslávia. - Este é um grande dia para a Croácia e 2013 será um ponto de virada em nossa história. Estou ansioso para ver toda a Europa se tornar minha casa - disse o presidente Ivo Josipovic depois de votar. A União Europeia aceitou a Croácia como integrante a partir do dia 1º de julho de 2013, depois de completar sete anos de duras negociações em junho do ano passado. O país será o segundo membro da república iugoslava a ingressar no bloco, seguindo os passos da Eslovênia em 2004. Opositores disseram que este é o momento errado porque a União Europeia não é mais o que foi um dia, dada a crise da dívida que ameaça a moeda única. Houve ainda quem reclamasse de não saber o que se tornar um membro da UE significará para o país de 4,3 milhões de habitantes. A Croácia se separou da Iugoslávia após uma guerra que durou de 1991 a 1995, e perdeu a expansão do bloco para o leste em 2004 e 2007. O país experimentou um forte crescimento na última década, em função de empréstimos estrangeiros e do setor de turismo focado na sua costa adriática, mas sua economia tem sido duramente atingida pela atual crise global. Analistas e oficiais do governo dizem que uma rejeição no referendo deste domingo levaria para baixo a classificação de crédito do país, detendo investidores e amortecendo qualquer perspectiva de uma rápida recuperação econômica.
oglobo.globo.com | 22-01-2012
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MADRI - A agência de classificação de risco Fitch anunciou nesta quinta-feira que espera que a revisão dos ratings de seis países da zona do euro resulte no rebaixamento de notas em até dois níveis. Em uma conferência realizada em Madri, o diretor sênior da Fitch, Edward Parker, disse que as soluções apresentadas até o momento para resolver a crise econômica que atinge a União Europeia (UE) não se “adequaram à crise” e que o bloco continuará a enfrentar dificuldades em 2012 por causa da queda do crescimento. A Fitch colocou as notas da Bélgica, Espanha, Eslovênia, Itália, Irlanda e Chipre em revisão negativa no final de 2011. Sobre a nota da dívida soberana espanhola, Parker afirmou que a revisão levará em consideração os recentes esforços do governo para cortar os custos e implementar reformas. No entanto, o economista ressaltou que "há problemas contínuos com as finanças públicas e com os ativos bancários”. Segundo ele, o mercado de trabalho no país está “disfuncional”. Itália é o principal alvo O diretor sênior para Negócios e Relação Administrativa da Fitch, Alessandro Settepani, antecipou na quarta-feira que a nota da dívida soberana da Itália pode ser rebaixada em dois níveis. Segundo ele, o comitê irá avaliar os níveis de refinanciamento e as medidas para o crescimento econômico, mas que há uma forte possibilidade da Itália perder o rating A+.
oglobo.globo.com | 19-01-2012
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A Eurozona, que esperava recuperar certa tranquilidade neste início de ano, voltou a afundar na crise depois do rebaixamento em série pela agência Standard & Poor′s das notas de mais da metade de seus membros, entre eles a França, que perdeu seu triplo A e se distanciou da Alemanha. A esta nova turbulência, soma-se o impasse das negociações sobre o pagamento parcial da dívida da Grécia pelos bancos, processo vital para que o país não entre em falência.
Após o êxito das primeiras emissões da dívida da Itália e da Espanha, sinal de um possível fim do risco de alastramento da crise, a Standard and Poor`s (S&P) cumpriu na sexta-feira à noite suas ameaças.
A agência de notação financeira, que previa rebaixar a nota de 16 dos 17 países da União Monetária, rebaixou nove.
O maior golpe foi contra a França, segunda maior economia europeia, que perdeu seu triplo A, a maior pontuação possível, e desceu um escalão junto com a Áustria, para AA .
Restam apenas quatro países com triplo A na Eurozona, o que lhes permite emitir dívida com um menor custo.
Os países alvos dos mercados têm sido duramente atingidos: Itália e Espanha perderam dois escalões, como Portugal e Chipre, cujas dívidas foram rebaixadas pela S&P para o grau de investimento "especulativo". As notas de Malta, Eslováquia e Eslovênia, também perderam uma gradação.
A S&P ainda ameaça uma maior degradação até o final de 2013 para todos os países da Eurozona, com exceção da Alemanha e da Eslováquia.
A chefe do governo alemão, Angela Merkel, disse neste sábado que a decisão da S&P confirma que "falta percorrer um longo caminho para restaurar a confiança dos investidores", apesar de tentar relativizar a decisão da S&P.
"No entanto, também está claro que nos comprometemos de forma determinada com este caminho de moeda estável, finanças sólidas e crescimento duradouro", afirmou em seu discurso no congresso de seu partido, o conservador CDU.
Merkel também insistiu na adoção rápida do pacto fiscal para recuperar a confiança dos investidores na Zona Euro.
Os líderes e as instituições europeias são os principais alvos da agência, que criticou o fracasso das soluções que surgiram a partir das várias reuniões de cúpula decisivas. "Em um momento em que todos os governos e todas as instituições europeias estão mobilizados (para reforçar o controle das finanças públicas e da governança da União Monetária), estou surpreso com o momento escolhido pela Standard and Poor`s e por sua avaliação que não leva em conta a evolução atual", declarou neste sábado o comissário europeu dos Serviços Financeiros, Michel Barnier.
Bruxelas caracterizou esta decisão como "inconsistente".
"A eficiência, estabilidade e previsibilidade da política e das instituições políticas europeias não são tão sólidas como deveriam", advertiu a agência de classificação, lamentando que a reforma "repousa sobre um único pilar, o da austeridade fiscal".
A S&P também ataca os "recursos insuficientes e pouco flexíveis" do Fundo de Ajuda da Eurozona (FEEF). Berlim se recusa a fortalecer o fundo para evitar a propagação da crise da dívida.
A agência critica a França por seu "nível relativamente elevado da dívida pública" e a "rigidez do mercado de trabalho".
A menos de 100 dias da eleição presidencial francesa, esta decisão cai em um momento ruim para o presidente Nicolas Sarkozy, que tinha anunciado que a conservação do triplo A era sua prioridade.
O primeiro-ministro francês François Fillon reconheceu neste sábado que, embora esperada, esta decisão veio "na hora errada", embora "seja apenas uma advertência que não deve ser dramatizada, mas também não pode ser subestimada".
A degradação da nota francesa ameaça ter repercussões graves para Eurozona. O FEEF também pode perder seu triplo A, que é garantido em conjunto por Paris e Berlim.
O presidente do governo espanhol, Mariano Rajoy, por sua vez, defendeu sua política antidéficit e pediu reformas em todos os países da União Europeia.
"O governo que eu presido sabe perfeitamente o que é preciso fazer para melhorar a reputação da Espanha, para crescer e criar empregos, e vai fazer isso", declarou durante uma reunião de sua formação, o Partido Popular.
Mariano Rajoy disse que defenderá essa política de austeridade na cúpula europeia informal de 30 de janeiro.
"Eu vou fazer uma aposta clara, firme e firme e contundente no euro. Vou dizer que não podemos gastar o que não temos, que é preciso controlar o déficit (...) Vou dizer que todos os países da União Europeia têm que fazer reformas econômicas e vou dizer que a União Europeia tem que resolver os problemas de financiamento", declarou.
A decisão da S&P abafou outra importante notícia vinda da Grécia, epicentro da crise da dívida desde 2010. Os bancos, que estão imersos em uma briga com os líderes europeus que querem o pagamento de metade da dívida grega nos seus balanços, suspenderam as negociações na sexta-feira.
A atitude sugere que eles poderão rever o compromisso assumido no dia 27 de outubro para reestruturar a dívida do país, condição necessária para evitar um default descontrolado. Um blefe ou uma ameaça real? As negociações serão retomadas na quarta-feira. Da AFP Paris
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www.pernambuco.com | 14-01-2012
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A agência de classificação de risco financeiro Standard and Poor′s reduziu nesta sexta-feira as notas das dívidas soberanas de nove países europeus, entre eles França, Itália, Espanha e Portugal, mas manteve o "rating" da Alemanha. Na maior parte dos casos, além da redução da nota, os países ficaram sob "perspectiva negativa", o que abre caminho para novas baixas. A principal exceção desta chamada "sexta-feira 13" foi a Alemanha, que teve sua nota da dívida soberana mantida em AAA, com perspectiva estável, segundo o site da S&P. Também escaparam do "corte" Holanda, Bélgica, Estônia, Finlândia, Irlanda e Luxemburgo. Após a "degola" desta sexta-feira, apenas Alemanha, Luxemburgo, Holanda e Finlândia mantêm a nota máxima AAA por parte da Standard and Poor`s. Segundo a agência de classificação de risco, o pacto fiscal que está sendo negociado para reforçar a disciplina fiscal na zona do euro "não representa um avanço significativo e de alcance suficiente para solucionar completamente os problemas financeiros da região". A França, que gozava de um rating de crédito superior, teve sua nota AAA reduzida para AA , comprometendo a credibilidade do país e intensificando as incertezas sobre a crise da dívida. O primeiro-ministro francês, François Fillon, estimou que "não é uma boa notícia, mas também não é uma catástrofe, já que não são as agências de classificação que ditam a política da França". A redução da nota da Itália foi mais severa, em dois níveis, de A para BBB , deixando o país no mesmo patamar da Irlanda. A S&P já havia reduzido a nota da Itália, de A para A, em setembro passado, diante da instabilidade do governo de Silvio Berlusconi e de sua resistência a aplicar medidas de austeridade. Em novembro, o governo de Berlusconi foi substituído por um executivo de tecnocratas dirigido pelo ex-comissário europeu Mario Monti, que logo adotou um duro plano de austeridade, o terceiro em poucos meses, visando equilibrar as contas públicas em 2013. Com um nível recorde de dívida (1,9 trilhão de euros ou 120% do PIB) e uma economia em recessão, a Itália deve enfrentar este ano o desafio de buscar 450 bilhões de euros nos mercados, pagando taxas superiores às habituais. Esta é a primeira vez que a dívida a longo prazo da Itália cai para a classificação B, o que deixa o país no mesmo nível de Colômbia, Cazaquistão, África do Sul e Tailândia. Portugal sofreu uma queda em dois degraus, de BBB- para BB, passando à categoria de investimentos especulativos, com perpectiva negativa, o que antecipa uma nova revisão a médio prazo. A nota da Espanha também caiu em dois níveis, de AA- a A, e segundo a S&P, há uma chance em três de uma nova redução em 2012 ou 2013, especialmente se o governo em Madri não conseguir reduzir o elevado nível de desemprego. A Standard and Poor`s reduziu ainda as notas de Áustria, Eslováquia, Eslovênia, Chipre e Malta. A nota da Áustria caiu de AAA para AA , com perspectiva negativa. O presidente do Eurogrupo, Jean-Claude Juncker, reagiu à decisão da S&P afirmando que fará "todo o possível" para conservar a nota máxima (AAA) do fundo de resgate europeu, principal instrumento para se enfrentar a crise da dívida. "Os países que dão garantia ao FEEF (Fundo Europeu de Estabilidade Financeira) estão determinados a fazer todo o possível para conservar o triplo A do Fundo", destacou Juncker. O comissário europeu de Assuntos Econômicos e Monetários, Olli Rehn, lamentou "a decisão inconsistente" da Standard & Poor`s, especialmente "no momento em que a zona do euro está tomando medidas decisivas para enfrentar a crise". Os países da União Europeia, exceto a Grã-Bretanha, acertaram um pacto em dezembro passado para reforçar a austeridade e a coordenação econômica na zona do euro, que prevê sanções quase automáticas para os Estados cujo déficit fiscal ultrapassar 3% do PIB. O pacto será debatido na Cúpula europeia do próximo dia 30 de janeiro, em Bruxelas, visando sua aplicação a partir de março. O ministério alemão da Economia garantiu que a zona do euro vai "sanear suas finanças públicas" e que a Alemanha está "determinada para contribuir com a superação da crise". "Com o andamento das decisões da Cúpula (da UE em dezembro) e com o acordo vinculante sobre regras fiscais concretas, vamos estabilizar as finanças dos membros da zona do euro de forma duradoura e recuperar a confiança dos mercados". O ministro alemão das Finanças, Wolfgang Schäuble, citou o caso específico da França, que segue no "bom caminho", apesar da decisão da S&P. "Juntos devemos cumprir as regras, manter a competitividade, o que vamos fazer unidos. Estamos no bom caminho", declarou Schäuble à imprensa em meio à "sexta-feira 13". O ministro destacou que apenas a Standard & Poor`s reduziu a nota da França, que segue com AAA na classificação das outras duas principais agências: Moody`s e Fitch.
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www.pernambuco.com | 14-01-2012
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LONDRES — A agência de classificação de risco Moody's reduziu em dois níveis a nota da dívida da Bélgica, citando a frágil confiança na zona do euro que pode causar pressões de financiamento para países com dívida elevada. A agência reduziu a nota belga em moeda local e estrangeira de Aa1 para Aa3. O novo rating tem perspectiva negativa, o que significa que outro rebaixamento é possível nos próximos anos. Já a Fitch confirmou nesta sexta-feira a nota AAA da economia francesa, mas alertou que pode rebaixar outros seis países da zona do euro: Bélgica, Chipre, Eslovênia, Espanha, Irlanda e Itália. A Fitch explicou que a classificação de crédito da França é sustentada pela riqueza do país e a diversidade da economia e assinalou que o governo conservador do presidente Nicolas Sarkozy adotou diversas medidas para fortalecer suas finanças. Por outro lado, a agência disse que a dívida pública francesa pode atingir 92% do PIB em 2014. Como resultado, o viés do país foi revisado de “estável” para “negativo”, o que não implica a possibilidade de um rebaixamento. No mesmo comunicado, a Fitch alertou que pode rebaixar algumas outras economias de grande porte na zona do euro, notadamente Itália e Espanha. A agência afirma que, após a cúpula da União Europeia na semana passada, “concluiu que uma ampla solução para a crise na zona do euro está técnica e politicamente fora de alcance”. A Fitch pretende concluir até o fim de janeiro a revisão dos seis países da zona do euro ameaçados nesta sexta-feira, e estuda a possibilidade de rebaixá-los em um ou dois graus. Autoridades francesas e investidores temiam que a França pudesse ser rebaixada, o que teria graves repercussões sobre os esforços europeus para conter a crise da dívida. As classificações AAA da França e da Alemanha sustentam o risco do fundo de resgate da zona do euro. Três dos 17 países do bloco já receberam empréstimos – Grécia, Irlanda e Portugal. Os investidores temem que o custo de financiamento de Espanha e Itália suba tão rapidamente que ambas precisem também de ajuda financeira. Os dois países são considerados grandes demais para que possam ser resgatados pelo fundo europeu.
oglobo.globo.com | 16-12-2011
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Um estudo da Federação das Indústria do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) apontou que o preço do gás natural no Brasil para o setor industrial é maior que em diversos países, muitos deles competidores internacionais diretos. A tarifa do gás no Brasil (US$ 16,84 por milhão de BTU — medida internacional para gás) é 25% mais cara que na China (US$ 13,52), 222% a mais que a Índia (US$ 13,52), 231% a mais que nos EUA (US$ 5,09) e 464% a mais que na Rússia (US$ 2,99). A Firjan aponta que o gás chega a representar 50% dos custos de alguns setores, como indústrias que produzem vidros. Esse problema fica ainda maior com outros fatores macroeconômicos, como o real valorizado, altos juros e falta de infraestrutura. — O alto preço do gás no Brasil é perda de competitividade na veia — afirma o gerente de Competitividade Industrial e Investimentos da Firjan e responsável pelo estudo, Cristiano Prado. O estudo fez a comparação do preço do gás do Brasil com outros 22 países, e o custo para a indústria só é menor do que em Hungria, Eslovênia, Eslováquia, Alemanha, República Tcheca e Estônia. O estudo aponta ainda uma grande diferença do gás entre quinze estados brasileiros: a tarifa no Ceará (US$ 19,97 MMBTU) é 30,8% maior que a registrada no Mato Grosso do Sul (US$ 15,27). A tarifa no Rio, de US$ 17,98 MMBTU, é a sétima maior do país, maior que a dos demais estados do Sudeste. Assim, uma pequena padaria brasileira, por exemplo, gasta R$ 2,5 mil por mês com gás, enquanto na França gastaria o equivalente a R$ 1,4 mil. Uma empresa de biscoitos, com 60 funcionários, gasta cerca de R$ 68 mil por mês com gás no Brasil, R$ 25 mil a mais que pagaria se o empreendimento fosse na China, aponta o levantamento.
Peso dos impostos representam 22% da tarifa Além do alto custo de produção do gás natural brasileiro, maior que o de outros países, outros itens contribuem para o preço elevado. Na verdade, segundo o estudo, o custo da commodity — o gás em si — equivale a 43,3% do total da tarifa. Impostos significam 22,1% da tarifa, seguido da margem de distribuição (18,8%) e da parcela referente ao transporte (15,8%). — Nesta conta vemos alguns problemas, pois a tributação efetiva no Brasil é de 28,4%, a maior na lista de países, muito acima dos 6% cobrados no México ou dos 5% de Canadá e China. E, além disso, no custo de transporte ocorre uma espécie de subsídio cruzado, onde consumidores de estados mais próximos dos centro produtores pagam uma taxa que gera recursos para a expansão da malha a outras localidades — diz Prado. O estudo conclui com dez pontos que resolveriam essa questão, como a elaboração de uma política nacional de gás e maior poder regulatório à Agência Nacional de Petróleo (ANP). — Precisamos tirar a Lei do Gás, aprovada há dois anos, do papel — diz Prado.
oglobo.globo.com | 13-12-2011
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Os colégios eleitorais abriram neste domingo na Eslovênia, onde cerca de 1,6 milhão de cidadãos com direito a voto elegerão um novo parlamento depois que o atual governo de centro esquerda foi derrubado pelo descontentamento político e social causado pela crise econômica.
noticias.terra.com.br | 04-12-2011
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O governo de esquerda da Eslovênia foi derrubado após um voto de confiança no Parlamento nesta terça-feira, o que é um fator que complica a crise da dívida na Europa, à medida que os países pequenos da zona do euro ficam cada vez mais instáveis politicamente. O governo do primeiro-ministro Borut
www.estadao.com.br | 20-09-2011
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LIUBLIANA - O governo de esquerda da Eslovênia foi derrubado após falham em receber um voto de confiança no Parlamento nesta terça-feira, 20. O fato indica uma constante entre os países pequenos da zona do euro, que ficam mais instáveis politicamente e se tornam mais um fator que complica a crise
www.estadao.com.br | 20-09-2011
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