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SÃO PAULO — Apesar de ter desacelerado em 2011, o crescimento econômico do Brasil foi suficiente para ultrapassar o PIB do Reino Unido e colocar o país no sexto lugar entre as maiores economias do mundo, segundo ranking do banco alemão WestLB. Em 2011, o PIB brasileiro ficou em US$ 2,48 trilhões, acima dos US$ 2,26 trilhões registrados pelo Reino Unido. Veja também
O cálculo leva em conta a soma do produto trimestral dos países, convertida em dólares pela cotação média de cada período. O resultado coloca o PIB brasileiro a US$ 300 bilhões do PIB Francês, o quinto colocado em 2011 com US$ 2,56 trilhões. Para o estrategista-chefe do WestLB, Luciano Rostagno, responsável pelo levantamento a economia brasileira deve ultrapassar a francesa em 2015, projeção que vai ao encontro da já feita pelo Fundo Monetário Internacional (FMI). Embora esteja no topo do ranking quando se considera o tamanho das economias, o Brasil fica na rabeira do grupo dos BRIC e abaixo de outros países emergentes quando a comparação se dá no ritmo de crescimento. Por esse critério o país teve o oitavo maior crescimento anual (dentre os 46 países que já divulgaram esse dado) e o 28º maior crescimento no quarto trimestre de 2011, comparado a igual período do ano passado, atrás de vários países asiáticos, do leste europeu e inclusive latino-americanos, como México e Peru. O analista da Austin Rating, Alex Agostini, afirma que o desempenho das economias asiáticas está relacionado à proximidade com a China, e que no caso dos países do leste Europeu, o ritmo de crescimento se deve à baixa base de
oglobo.globo.com | 07-03-2012
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LONDRES - As operadoras britânicas de serviços de Internet BT e TalkTalk perderam uma apelação jurídica sobre pirataria online nesta terça-feira, o que significa que elas terão de identificar e alertar seus clientes que estão sob suspeita de terem baixado ilegalmente filmes ou música. A decisão do Tribunal de Apelações do Reino Unido significa que operadoras de serviços de internet (ISPs) terão de enviar cartas de aviso a clientes que estúdios cinematográficos ou selos fonográficos suspeitam que tenham acessado ilegalmente materiais protegidos por direitos autorais. Se as cartas não se mostrarem bem-sucedidas após um ano de operações no novo esquema, novas legislações poderão ser introduzidas para punir infratores reincidentes, reduzindo a velocidade de suas conexões à Internet ou mesmo cortando seu acesso. Em anos recentes, países incluindo a França e a Nova Zelândia adotaram a chamada "política de três infrações" em que infratores reincidentes podem ser desconectadas após receberem três avisos. Mas a maré pode estar revertendo enquanto a pressão de Hollywood por maiores penalidades por pirataria de direitos autorais sofre um contra-ataque. Empresas de mídia dizem que a pirataria custa a elas bilhões de dólares em perdas de receita todo ano. Em janeiro, um imenso protesto online por consumidores, ativistas e empresas da Internet incluindo a Wikipedia - que efetivou um blecaute de 24 horas - interrompeu a aprovação de legislação antipirataria nos EUA.
oglobo.globo.com | 07-03-2012
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RIO e SÃO FRANCISCO - A Google anunciou nesta terça-feira uma grande reformulação da Android Market, a sua loja de aplicativos para dispositivos Android lançada em 2008, que ganhou novo nome e novas funções. Chamada de Google Play, a plataforma de compras será atualizada aos poucos nos aparelhos Android, nos próximos dias. A Google Play terá as mesmas funcionalidades de loja virtual, mas com novo conteúdo, em um esforço para melhorar a experiência de compra de conteúdo digital. A partir de hoje, será possível compartilhar músicas, filmes, livros e aplicativos em aparelhos equipados com o sistema Android em alguns países. Os conteúdos de eBookStore e Google Music também farão parte da loja. Veja também
Além de melhorar a experiência de compra - um sucesso na App Store e na iTunes, da Apple - o esforço da gigante de buscas é parte de um projeto para diversificar a fonte de receita da companhia, que tem a publicidade online respondendo por até 96% do total. Com a Google Play, a empresa espera que mais pessoas que ocasionalmente acessavam a Android Market apenas para comprar aplicativos ou baixar programas gratuitos, comecem a considerar a compra de um ebook ou de músicas. "Hoje nós estamos eliminando todos os problemas com o Google Play, um destino de entretenimento digital onde você pode encontrar, desfrutar e compartilhar suas músicas, filmes, livros e aplicativos favoritos na internet e nos seus smartphones e tablets Android", escreveu Jamie Rosenberg, Diretor de Conteúdo Digital da Google, no blog da companhia. De acordo com a Google, o Google Play é totalmente baseado em nuvem e armazena conteúdo online para que o usuário possa acessá-lo sempre que quiser, onde e como quiser (via desktop, smartphones e tablet Android). O usuário terá acesso a 20 mil músicas gratuitamente além de “outras milhares” de faixas pagas, diz a companhia. A loja também dá acesso a mais de 450 mil aplicativos e jogos para Android, a livros digitais e ao aluguel de filmes, incluindo lançamentos e títulos em HD. Android Market, agora Google Play, vive a sombra da iTunes Uma questão óbvia e que ainda precisa ser resolvida é exatamente no setor de músicas. Desde que a Google começou a vender faixas há quatro meses, apenas três das quatro maiores gravadoras - Vivendi SA's Universal Music, EMI Group e Sony Music Entertainment - concordaram em oferecer conteúdo na Android Market. A Warner Music continua irredutível em fazer um acordo, desfalcando a loja em conteúdo. Desde que foi lançada em outubro de 2008, a Android Market tem crescido constantemente ao lado do software Android, também da Google. Mais de 300 milhões de aparelhos Android estão em uso atualmente em todo o mundo; outros seis milhões são ativados a cada semana. A Android Market já reune mais de 450 mil aplicativos e a Google tem ainda mais de 4 milhões de livros, incluindo títulos gratuitos, e mais de 13 milhões de músicas e filmes disponíveis em seu catálogo. Apesar de ter um tamanho bem razoável, a Android Market vive a sombra da App Store e da iTunes, da Apple, que lançou sua loja iTunes em 2003. Desde então, a Apple tem expandido o seu conteúdo e além das faixas musicais, vende filmes, livros, jornais, revistas e até livros didáticos. Atualmente, a loja da Apple tem mais de 550 mil aplicativos pagos e gratuitos e alcançou no sábado a marca de 25 bilhões de downloads. Google Play não tem previsão para chegar ao Brasil Nenhuma das alterações afetará arquivos que os clientes já adquiriram ou armazenam em aparelhos Android, administrados sob contas Google. “Músicas, filmes, livros e aplicativos já comprados ou baixados vão continuar disponíveis através da Google Play, basta fazer login com sua conta Google, como sempre”, diz a companhia. Entretanto, o lançamento pouco muda na rotina dos usuários brasileiros. Quem acessa o site play.google.com com uma conta nacional vê apenas a velha Android Market com nome e visual novo. Não é possível comprar ou baixar músicas, filmes e livros - apenas os aplicativos e jogos já disponíveis. Já nos Estados Unidos, terra da Google, tudo já está disponível nesta estreia da Google Play. No Canadá e no Reino Unido, o serviço vai oferecer filmes, livros e aplicativos - sem músicas. Na Austrália, apenas livros e aplicativos, e no Japão, somente filmes e aplicativos. O serviço ainda não tem previsão para chegar ao Brasil com conteúdo local, afirma a Google.
oglobo.globo.com | 06-03-2012
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RIO — No mesmo dia em que republicanos de dez estados escolhem seu candidato às eleições presidenciais americanas, o presidente Barack Obama deu a sua primeira entrevista coletiva do ano que, embora fosse inicialmente para apresentar dados econômicos, acabou se transformando numa defesa de sua política externa e numa resposta às críticas republicanas sobre esta. Numa declaração endereçada a candidatos como Mitt Romney, que defendera horas antes uma ação militar contra o Irã devido ao seu programa nuclear, Obama ressaltou a diferença de sua posição como presidente dos Estados Unidos. — É o que dizem na campanha. Vocês sabem. Esse pessoal não tem uma série de responsabilidades (como eu). Não são o comandante-em-chefe — respondeu a jornalistas, na Casa Branca, acrescentando que, se seus adversários desejam lançar um ataque contra o território iraniano, deveriam explicar as consequências aos americanos. — Quando vejo a facilidade como falam de guerra, eu me lembro dos custos que isso envolve, em termos de enviar homens e mulheres para a batalha, o impacto em suas vidas, na nossa segurança nacional e na nossa economia. Isso não é um jogo. Mais cedo, o secretário de Defesa, Leon Panetta, dissera que os EUA poderiam adotar uma ação militar para evitar que o Irã desenvolvesse uma arma nuclear. Foram cerca de 40 minutos, levando em conta o pronunciamento e as perguntas. Obama também deixou clara a sua posição em relação a Israel. Embora o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, que se encontrara com o presidente americano na véspera, sugerisse a possibilidade de um ataque preventivo a Teerã, Obama afirmou que Israel deve zelar por sua própria segurança, mas que uma ação militar traria consequências não só para o país como para os Estados Unidos. Para ele, o caminho diplomático ainda é a saída. Nesta terça-feira, a chefe de Política Externa da União Europeia, Catherine Ashton, informou que em nome dos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU (EUA, França, China, Reino Unido e Rússia) mais a Alemanha, respondera à carta do governo iraniano aceitando a retomada das negociações. Para o presidente americano, o Irã deve aproveitar esta chance para “mostrar ao mundo que não busca uma arma nuclear”. Confrontado sobre a situação na Síria, onde a repressão do ditador Bashar al-Assad já levou a mais de 7.500 mortes, o presidente americano ressaltou que uma ação militar seria um erro e que este é um caso mais complicado do que o da Líbia, onde a comunidade internacional agiu sob um mandato do Conselho de Segurança da ONU. Segundo ele, desta vez, os países ainda não chegaram a um consenso. Embora tenha dito estar preocupado com o preço do petróleo e respondido a outras perguntas sobre economia, a maioria das questões girou em torno da política externa e acabaram se transformando numa plataforma para o candidato democrata. Se reeleito, Obama afirmou que apresentará uma proposta de reforma da imigração; afirmou que as revoltas sobre a queima do Alcorão por soldados americanos no Afeganistão mostram que é hora de implementar a transição e não ficar no país além do necessário; e que o Partido Democrata tem “um programa melhor para as mulheres”. Sobre as críticas de Mitt Romney de que Obama não age com força suficiente, o presidente americano reagiu como bom humor. Perguntado sobre o que diria ao rival republicano, Obama respondeu: — Boa sorte hoje! — disse, em referência à Super Terça.
oglobo.globo.com | 06-03-2012
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USHUAIA — A Argentina impediu que dois transatlânticos turísticos da empresa Carnival Corp. atracassem em um de seus portos na madrugada desta segunda-feira, com base na lei que barra embarcações ligadas ao Reino Unido como parte da disputa pela soberania das ilhas Malvinas. Os navios Star Princess e Adonia não foram autorizados a atracar no porto de Ushuaia, a mais meridional das cidades argentinas, após terem feito uma parada no arquipélago disputado a caminho do Chile. A decisão foi tomada às 4h pela governadora da província da Terra do Fogo, Fabiana Rios, aliada da presidente Cristina Kirchner. Para o governo argentino, a província inclui as Malvinas, assim como as ilhas Georgia do Sul e Sandwich do Sul e as águas em torno. Rejeitar os navios significou prejuízos para Ushuaia. Taxistas, agentes turísticos, guias e funcionários de restaurantes e lojas haviam se programado para trabalhar nesta segunda-feira, um feriado nacional na Argentina, para atender aos mais de cinco mil passageiros. Porém, numa maratona de reuniões que se estendeu até a madrugada, veteranos da guerra travada em 1982 entre Argentina e Inglaterra pela posse das ilhas persuadiram a governadora a aplicar a lei, aprovada em setembro. A norma proíbe a atracação na Argentina de navios britânicos, que pertençam mesmo em parte a companhias britânicas ou que naveguem sob bandeiras de territórios britânicos. - Nós verificamos que empresas britânicas têm participações nesses navios – disse Juan Vera, representante dos veteranos. - Vamos acertar os ingleses onde dói mais, no bolso. Os empresários do setor turístico que se sentirem prejudicados devem pensar melhor. Não temos problemas com navios de bandeira francesa ou de qualquer outro país. O Star Princess navega sob bandeira das Bahamas, um território britânico, e pertence à empresa Carnival Corp., sediada em Miami, mas com sócios ingleses, incluindo os donos do Adonia. O Ministério das Relações Exteriores do Reino Unido considerou a ação argentina foi injustificada.
oglobo.globo.com | 06-03-2012
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BUENOS AIRES — A presidente argentina, Cristina Kirchner, formalizou nesta segunda-feira a construção de um museu dedicado às Ilhas Malvinas. O objetivo, explicou, será educar e conscientizar sobre os direitos de Buenos Aires sobre o arquipélago. O local escolhido para a construção é emblemático: a Escola de Mecânica da Marinha (Esma), maior centro de detenção e tortura durante a ditadura militar (1976-1983). O custo será de US$ 20 milhões, e a inauguração está prevista para 2013. "O museu permitirá recordar e render homenagens aos argentinos que deram suas vidas em defesa das ilhas, reivindicando a soberania das Malvinas", disse o governo argentino em comunicado. O anúncio acontece num momento de crescente tensão entre argentinos e britânicos sobre as Malvinas, em poder do Reino Unido desde 1833. Este ano são lembrados os 30 anos do conflito entre os dois países pela soberania do arquipélago.
oglobo.globo.com | 06-03-2012
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A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, reiterou nesta segunda feira o "profundo compromisso com a paz" de seu país em torno do conflito com o Reino Unido pela soberania das Malvinas e insistiu na necessidade de melhorar a conexão aérea com essas ilhas, como propôs na semana passada perante a Assembleia Legislativa. Cristina voltou a aludir ao conflito durante um ato na sede do governo no qual convocou uma licitação para construir o Museu das Ilhas Malvinas.
noticias.terra.com.br | 06-03-2012
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Steve Hilton, o diretor de estratégia do premiê do Reino Unido, David Cameron, deixará seu cargo no governo para tirar um ano sabático nos Estados Unidos, anunciou nesta sexta feira um porta voz de Downing Street. Hilton, que foi durante anos a mão direita e mais estreito assessor de Cameron, deixará seu posto em Downing Street para se mudar para a Universidade de Stranford na Califórnia, onde trabalhará como professor convidado.
noticias.terra.com.br | 02-03-2012
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Motivo é a piora da situação de segurança no país em crise política.
Embaixada segue aberta para comunicação com o regime sírio.
g1.globo.com | 01-03-2012
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O governo argentino pressiona o Reino Unido com represálias mais simbólicas do que efetivas para que aceite negociar a soberania das Ilhas Malvinas e a tensão bilateral cresce à medida que se aproxima o 30º aniversário da guerra. .. Leia Mais... Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias Copyright © 2012, Pernambuco.com - Grupo Associados, Recife-PE, Brasil
www.pernambuco.com | 29-02-2012
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O governo argentino pressiona o Reino Unido com represálias mais simbólicas do que efetivas para que aceite negociar a soberania das Ilhas Malvinas e a tensão bilateral cresce à medida que se aproxima o 30º aniversário da guerra.
noticias.terra.com.br | 29-02-2012
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Pouco antes do aniversário de 30 anos da guerra, governo argentino pede que empresas nacionais e múltis parem de importar produtos britânicos.
g1.globo.com | 29-02-2012
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O governo da Argentina propôs nesta terça-feira a um grupo de empresas argentinas e multinacionais que importam produtos e insumos do Reino Unido que substituam o país de origem de suas compras, informaram fontes oficiais.
O pedido foi feito pela ministra da Indústria, Débora Giorgi, por meio de contatos telefônicos com presidentes e gerentes dessas companhias, destacaram as fontes citadas pela agência estatal "Télam".
O objetivo da proposta, destacaram, é impedir que siga reduzindo o superávit que a Argentina ainda mantém com o Reino Unido e estabelecer políticas que privilegiem as relações comerciais com as nações que respeitam a integridade territorial, as reivindicações soberanas e os recursos que pertencem ao país sul-americano.
Leia mais (28/02/2012 - 19h53)
redir.folha.com.br | 28-02-2012
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As autoridades portuárias da cidade argentina de Ushuaia negaram nesta segunda feira a entrada de dois cruzeiros britânicos procedentes das ilhas Malvinas no porto local, em um gesto chamado de "preocupante" pelo governo do Reino Unido. Um porta voz do Ministério de Exteriores britânico disse que os diplomatas do país na Argentina pedirão explicações sobre a medida, que afetou os cruzeiros "Adonia" e "Star Princess", da empresa Carnival, que no sábado haviam feito escala nas disputadas ilhas ...
noticias.terra.com.br | 27-02-2012
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A embaixada britânica em Cabul vai retirar temporariamente todos os conselheiros e colaboradores civis colocados nas instituições do governo afegão, anunciou hoje o Foreign Office.
www.rtp.pt | 25-02-2012
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As acusações da Argentina de que o Reino Unido estaria militarizando as águas do Atlântico Sul são "infundadas" e "carecem de base", segundo uma carta do embaixador britânico na ONU, Mark Lyall Grant, enviada ao secretário geral da organização, Ban Ki moon. Na carta de cinco páginas, que data de 22 de fevereiro, Lyall Grant afirma que o governo britânico "não tem dúvida alguma de sua soberania sobre as ilhas Malvinas, Geórgia do Sul e Sandwich do Sul, assim como das áreas marítimas que as ...
noticias.terra.com.br | 24-02-2012
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LONDRES - O primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron, anunciou nesta quinta-feira, 23, o apoio da comunidade internacional a um novo Governo "representativo" na Somália, que substituiria as atuais instituições de transição. Veja também: ESPECIAL: Fome e crise humanitária na Somália OLHAR
www.estadao.com.br | 23-02-2012
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O primeiro ministro do Reino Unido, David Cameron, anunciou nesta quinta feira o apoio da comunidade internacional a um novo governo "representativo" na Somália, que substituiria as atuais instituições de transição. Este é um dos sete pontos estipulados na conferência sobre o futuro do país africano realizada em Londres, à qual participaram representantes de mais de 40 países e organismos internacionais, como o Banco Mundial e a Organização das Nações Unidas.
noticias.terra.com.br | 23-02-2012
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O Ministério das Relações Exteriores do Reino Unido convocou nesta quarta feira para consultas o embaixador da Síria em Londres, Sami Khiyami, após a morte da jornalista Marie Colvin, correspondente do jornal britânico The Sunday Times, em um bombardeio na cidade síria de Homs. A decisão do governo britânico segue outra similar do Ministério das Relações Exteriores da França, que previamente também convocou a representante diplomática síria em Paris pela morte do fotógrafo francês Rémi Ochlik, ...
noticias.terra.com.br | 22-02-2012
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Um grupo de intelectuais, jornalistas e políticos argentinos apresentará nesta quarta feira um documento no qual reivindica que o governo leve em conta os malvinenses em seu conflito com o Reino Unido pela soberania das Ilhas Malvinas. Apesar de não se conhecer oficialmente o conteúdo da iniciativa, algumas das 17 personalidades que a assinaram asseguraram que o respeito dos interesses e opiniões dos habitantes do arquipélago sob soberania britânica desde 1833 é um de seus eixos centrais.
noticias.terra.com.br | 21-02-2012
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O governo do Reino Unido teve seu maior superávit em quatro anos em janeiro, tornando mais provável que o ministro das Finanças britânico, George Osborne, consiga cumprir sua meta para tomada de empréstimos este ano. O empréstimo líquido ao setor público estava negativo em janeiro - o que significa
economia.estadao.com.br | 21-02-2012
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O ministro de Relações Exteriores britânico, William Hague, disse nesta segunda feira que o Reino Unido segue comprometido com a via diplomática para enfrentar a crise com o Irã, apesar de não descartar uma ação militar. "Embora nossa política se mantenha completamente comprometida com a diplomacia, é importante deixar claro ao Irã que todas as opções estão sobre a mesa", afirmou Hague durante um discurso no Parlamento.
noticias.terra.com.br | 20-02-2012
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Governo já interrompeu venda à França e ao Reino Unido. Interrupção é resposta a sanções impostas por países Ocidentais.
g1.globo.com | 20-02-2012
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O governo do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, anunciou neste domingo (19) a redução na venda de petr...(leia mais)
feedproxy.google.com | 19-02-2012
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Falta de unidade é obstáculo ao fim da crise política, disse Sarkozy. Na véspera, Assembleia Geral da ONU deu apoio à derrubada de Assad.
g1.globo.com | 17-02-2012
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O governo argentino aceitou oficialmente a oferta de mediação da ONU para "coordenar uma solução pacífica" ao conflito entre Argentina e Reino Unido pela soberania das Ilhas Malvinas, informou nesta terça feira a Chancelaria do país.
noticias.terra.com.br | 14-02-2012
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A maioria das Bolsas de Valores asiáticas fechou em baixa nesta terça-feira, após o alerta da Moody's
de que poderão ser rebaixadas as notas de alguns países europeus, inclusive a do Reino Unido, lembrando os investidores de que a Europa ainda está na crise de dívida apesar das medidas da Grécia para evitar um calote.
Moody's rebaixa nota de Espanha, Portugal e Itália
O banco central do Japão, por outro lado, surpreendeu os mercados ao afrouxar ainda mais a política monetária, aumentando o programa de compra de ativos e a injeção de liquidez para combater a deflação e estimular a economia.
Leia mais (14/02/2012 - 08h34)
redir.folha.com.br | 14-02-2012
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O clérigo radical jordaniano Abu Qatada, acusado de ser o líder espiritual da Al Qaeda na Euopa, foi colocado em liberdade condicional nesta segunda-feira.
O suspeito de participar da organização terrorista foi liberado após o Tribunal Europeu de Direitos Humanos negar sua deportação à Jordânia, em 17 de janeiro. O líder islâmico estava preso na Inglaterra há mais de seis anos sem que houvesse julgamento, esperando sua deportação à Jordânia.
Mais cedo, uma fonte do governo britânico consultada pela agência de notícias France Presse afirmou que o governo britânico usará "todos os recursos possíveis" para garantir que Qatada seja extraditado à Jordânia.
Leia mais (13/02/2012 - 20h01)
redir.folha.com.br | 13-02-2012
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PARIS - A crise europeia bateu forte. E, desta vez, a sombra dos líderes europeus que caíram do poder no rastro da crise — José Luis Rodríguez Zapatero (Espanha), Gordon Brown (Reino Unido), Silvio Berlusconi (Itália), George Papandreou (Grécia), Brian Cowen (Irlanda), Iveta Radicova (Eslováquia)…. — paira sobre o Palácio do Eliseu. Nicolas Sarkozy, que vai enfrentar o teste das urnas nas eleições presidenciais de 22 de abril e 6 de maio (primeiro e segundo turno), está por um fio. Diante do mau presságio — com os socialistas em alta e todas as sondagens prevendo sua derrota — o presidente antecipará o anúncio de sua candidatura, devendo se lançar na campanha já no meio desta semana. E a direção que ele vai tomar é clara: guinada à direita, com defesa dos “valores” da França, segundo seus assessores. — Esta é uma eleição e um contexto político muito difíceis para Sarkozy, ele não é o único. A crise financeira já fez várias vítimas entre os dirigentes. Todos os governos que estão em situação difícil têm que tomar medidas impopulares. Neste contexto, ser reeleito é muito difícil — constata Bruno Caudrès, do Centro de Estudos da Vida Política Francesa (Cevipof). Alto escalão já espera transferência de poderNum momento particularmente crítico, com a França em declínio aos olhos dos investidores, e no meio de uma Europa em turbulência, o presidente é, cada vez mais, um homem impopular. E um homem sozinho. Blogs do país contam que alguns cargos do alto escalão do governo já se preparam discretamente para uma transferência de poder. E contam também que o presidente teria se emocionado ao assistir a “A Dama de Ferro”, o filme de uma das personagens mais impopulares da história da Europa, a ex-premier britânica Margaret Tchatcher, interpretada por Meryl Streep. Paris começa a tomar ares de final de reinado. E, como descreveu a revista “Le Nouvel Observateur”, é hora de confidências. Durante uma visita à Guiana, Sarkozy admitiu pela primeira vez que pode sair derrotado. — Eu mudaria de vida…Vocês não ouviriam mais falar de mim… Pela primeira vez na minha vida, eu me vejo confrontado com o fim de minha carreira — teria dito o presidente, diante de jornalistas. Em dezembro Sarkozy recebeu no Palácio do Eliseu a visita do ex-chanceler alemão Gerhard Schröder. O alemão fez as reformas impopulares que ajudaram a transformar a Alemanha na potência incontestável do continente. Mas Schröder caiu. Na conversa com o alemão, Sarkozy teria confidenciado, segundo o “Le Nouvel Observateur”: — No papel, eu perdi estas eleições, mas atravessamos uma crise excepcional. (O povo francês) pode ter o reflexo de ir na direção daquele que tranquiliza mais. Com Hollande (François Hollande, seu grade rival, do Partido Socialista), que nunca exerceu o poder, isso me dá uma pequena chance — disse. Não mais. Hollande disparou nas sondagens. Sarkozy, que sempre exibiu a confiança de um imbatível, mudou. O homem político que em 2007 venceu as eleições prometendo mudar a França — “trabalhar mais, para ganhar mais” foi o seu mote de campanha — promete lutar até o final. Recentemente, antes de admitir a perda do poder, ele ainda se mostrava confiante: — Vocês sabem, ainda temos cinco anos para passarmos juntos! — disse a jornalistas. Uma confiança agora abalada pelas sondagens. Se Sarkozy e Hollande disputassem o segundo turno das eleições, segundo mil franceses entrevistados pelo TNS-Sofres, o presidente perderia por 58% contra 42% dos votos. Bruno Caudrès, que em outubro afirmava que era cedo para descartar Sarkozy da vida política, agora diz que as chances de os socialistas voltarem à Presidência nunca foram tão grandes. E o contexto, diz ele, não poderia ser mais favorável: crise, sem que ninguém ache uma solução, uma extrema-esquerda fraca e um presidente-rival altamente impopular: — Esta é, das últimas eleições, aquela em que o candidato socialista tem mais chances. Caudrès não exclui ainda um cenário pior para o presidente: um Sarkozy derrotado já no primeiro turno por Marine Le Pen, a nova cara da extrema-direita. —— Não podemos hoje eliminar um confronto entre Hollande e Marine no segundo turno. Marine Le Pen ainda não conseguiu coletar as 500 mil assinaturas necessárias para se apresentar. Com a eleição indo na direção de uma polarização clássica na política francesa — direita contra esquerda ou vice-versa — Sarkozy já começa a dar o tom. Em entrevista que seria publicada ontem no jornal conservador “Le Figaro”, o presidente defende “valores”, ataca a imigração, e diz até ser contra casamento entre homossexuais. Sarkozy quer desviar a campanha do tema espinhoso da crise econômica. Deputados temem se associar à imagem de um perdedorDiante de um quadro sombrio, de 4,5 milhões de desempregados, ele vai bater na mesma tecla que marcou sua campanha em 2007: “trabalho, responsabilidade e autoridade”. E, no plano internacional, vai defender a convergência com a bem-sucedida Alemanha, mas sem ceder a soberania francesa dentro do bloco europeu. Num encontro com deputados da maioria do UMP em meados de janeiro, disse : — Vocês não se dão conta… Eu sou o único a ter resistido à crise. A crise varreu todos, Zapatero, Brown… Eu, eu ainda estou de pé, e tenho 25% nas sondagens. Mas Sarkozy, que está escrevendo um livro que ele mesmo descreveu como “super íntimo”, começa a parecer também um homem solitário dentro de seu próprio partido. Como pouco depois das eleições presidenciais de abril e maio acontecem as eleições legislativas na França, entre 10 e 17 de junho, os deputados estão com medo de se associar a um Sarkozy perdedor. — No interior do partido, há alguns que começam a ter medo de perder sua cadeira de deputado, e temem uma onda socialista nas eleições legislativas — explica Caudrès.
oglobo.globo.com | 11-02-2012
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O governo da Argentina acusou o Reino Unido de enviar armas nucleares para as Ilhas Malvinas e de manter no arquipélago um sistema militar de controle do Atlântico Sul, desde a Amazônia até a Antártida e desde a costa oriental sul-americana à costa ocidental africana, assim como os acessos entre os
www.estadao.com.br | 11-02-2012
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BUENOS AIRES — O chanceler argentino, Hector Timerman, entregou nesta sexta-feira ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, uma denúncia contra a militarização britânica que o país alega estar acontecendo nas Ilhas Malvinas (Falklands, para o ingleses). Timerman deixou Buenos Aires para ir pessoalmente a Nova York apresentar a queixa argentina. O secretário-geral disse estar disposto a intervir na disputa contanto que as duas partes envolvidas desejem sua participação. Ban pediu que a Argentina e o Reino Unido evitem a escalada da disputa pelo arquipélago e manifestou preocupação pelo “crescente e forte intercâmbio” de acusações entre os dois países sobre o assunto. Ele pediu para que as diferenças sejam resolvidas de maneira pacífica, através do diálogo. Uma cópia da carta será entregue também ao presidente do Conselho de Segurança, o embaixador do Togo, Kodjo Menan. O documento versa sobre “a violação do Reino Unido sobre 40 resoluções da ONU que convocam ao diálogo” entre os dois países, informou Timerman. Ele vai se encontrar também com os representantes da Colômbia e da Guatemala, países que possuem representação no Conselho de Segurança. O conselho é o único organismo da ONU com capacidade resolutiva sobre agressões entre países. Mas, enquanto o Reino Unido detém o poder de veto, a Argentina não tem sequer um embaixador na ONU no momento — Jorge Argüello, que ocupava o posto, assumiu a embaixada em Washington e ainda não foi substituído. Timerman se reúne ainda com o presidente da Assembleia-Geral da ONU, Nassir Abdulaziz al-Nasser e com o presidente do Comitê de Descolonização, o embaixador de Cuba Pedro Nuñez Mosquera. Essas reuniões serão um prelúdio da apresentação formal no Comitê de Descolonização, prevista para 14 de junho. Nessa ocasião, acredita-se que Cristina Kirchner irá representar a Argentina com membros da bancada governista e da oposição. Após o anúncio argentino sobre a denúncia contra a militarização das Ilhas Malvinas, o Reino Unido afirmou que continua com sua “postura defensiva” e que só negociará a soberania do território se os seus três mil habitantes assim o quiserem. José Miguel Insulza apoia demanda de Cristina O secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), José Miguel Insulza, respaldou a postura e a estratégia de Cristina Kirchner sobre a questão da disputa das Ilhas Malvinas. “(Cristina Kirchner) recorreu ao único instrumento válido para quem acredita na paz e na democracia: o diálogo pacífico; e, nessa perspectiva, ela conta com o respaldo de toda nossa região”, afirmou Insulza, em comunicado divulgado pela organização. “Ninguém deve esperar de sua nação uma resposta que esteja fora da política e da diplomacia.” A Assembleia Geral da OEA divulgou um outro comunicado, reiterando a vigência da resolução adotada em consenso por Argentina e Reino Unido em 1988. O acordo fala do compromisso de encontrar uma solução pacífica para conflitos de soberania. Presidente argentina fala em ‘armamento nuclear’ britânico Na noite de quinta-feira, a Cristina Kirchner voltou a condenar a militarização do Atlântico Sul e acrescentou que o país vai denunciar o Reino Unido também por introdução de “armamento nuclear na região” das Ilhas Malvinas (Falklands para os britânicos). Durante uma cerimônia na Casa Rosada para anunciar obras de seu governo, Cristina destacou a viagem do chanceler Héctor Timerman à Nova York para apresentar o caso ao Conselho de Segurança da ONU. — Nosso chanceler parte para Nova York para fazer a apresentação (da denúncia) às Nações Unidas. Precisamente, da militarização e do que é a introdução também de armamento nuclear nessa zona — afirmou a presidente durante o evento. O governo deu duas versões sobre as palavras usadas pela governante. No site da Casa Rosada, foi escrito “material nuclear”, mas a assessoria presidencial usou a frase textual de Cristina, “armamento nuclear”. Até então, o governo argentino não tinha feito referências a “armamento nuclear” em suas denúncias contra o Reino Unido. A citação de Cristina poderia estar relacionada com a possível chegada às Malvinas de um submarino nuclear HMS Tireless ou um HMS Turbulent, de acordo com uma reportagem do jornal “Daily Mail”. Como esses rumores não foram negados pelo governo britânico, o ministro da Defesa da Argentina, Arturo Puricelli, qualificou a atitude dos europeus (que até agora só divulgaram o envio de um moderno destróier à região) como uma “ostentação desnecessária de poder de fogo”.
oglobo.globo.com | 10-02-2012
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MADRI — Relembre os casos mais emblemáticos de Baltasar Garzón durante sua carreira, que o tornaram mundialmente famoso. Nesta quinta-feira, o Supremo Tribunal da Espanha determinou que o juiz fique 11 anos sem exercer a profissão, por ter ordenado a gravação de conversas entre acusados de um acaso de corrupção. GENERAL FRANCO — Em 2005, Garzón pediu a abertura de uma comissão da verdade para investigar crimes contra a Humanidade cometidos durante a ditadura do general Francisco Franco, que comandou a Espanha do fim da Guerra Civil, em 1939, até a sua morte, em 1975. — Em 2010, Garzón chegou a ser suspenso do cargo por conta da investigação sobre os crimes do franquismo. Ele é julgado por abuso de poder por ter ordenado, a pedido de parentes de vítimas, um inquérito sobre as mortes nos três anos de guerra. Ele deixou o caso, citando a oposição de procuradores do Estado. Partidos políticos espanhóis alegaram que Garzón violou a lei de anistia, em vigor desde 1977. Agora, ele enfrenta um julgamento sobre o caso, em que pode ser condenado a mais alguns anos de afastamento da profissão. CHILE E AUGUSTO PINOCHET — Em outubro de 1998, Garzón ordenou a prisão do ex-ditador chileno Augusto Pinochet em Londres e pediu sua extradição para que fosse julgado por crimes contra a Humanidade. Ele agiu sob a jurisdição universal da Espanha, que autorizava a perseguição de indivíduos fora do território espanhol. — Depois de Pinochet ficar preso durante meses no Reino Unido, a Suprema Corte ordenou que o governo liberasse assistência médica para o ex-ditador. Em março de 2000, Pinochet voltou ao Chile após o Reino Unido decidir que ele não tinha condições de saúde para enfrentar um julgamento. — Em 2005, Garzón garantiu um acordo de US$ 8 milhões para as vítimas da ditadura de Pinochet com a Riggs National Corp, que admitiu ter ajudado o ditador a lavar dinheiro. AL-QAEDA — Em abril de 2005, no maior caso da História da Justiça espanhola envolvendo o terrorismo islâmico, o suposto líder da al-Qaeda no país, acusado de, a partir de Madri, ajudar os terroristas do 11 de Setembro, foi a julgamento com outros 23 suspeitos. O caso foi preparado por Garzón, que vinha investigando terroristas muçulmanos desde 1991. Dos 24 acusados, 18 foram condenados, mas os três principais suspeitos foram absolvidos. ESQUADRÕES DA MORTE — Garzón conduziu investigações sobre os esquadrões da morte dos Grupos Antiterroristas de Libertação, organizados por membros do governo socialista na década de 1980 para combater os separatistas bascos do ETA. O inquérito foi considerado peça importante na vitória do Partido Popular, de centro-direita, sobre os socialistas na eleição de 1996. ARGENTINA, VOOS DA MORTE — Em abril de 2005, o Supremo Tribunal da Espanha sentenciou Adolfo Scilingo, um ex-capitão da Marinha argentina, a 640 anos de prisão por crimes contra a Humanidade. Ele foi condenado por ter atirado presos políticos de aviões durante a ditadura argentina, no que ficou conhecido como “voos da morte”. Garzón era o juiz espanhol que participou do caso. BATASUNA — Em 2002, Garzón suspendeu as atividades do Batasuna por pelo menos três anos, sob acusação de que o partido teria fundado e ajudado o grupo separatista ETA. GUANTÁNAMO — Em 2009, Garzón abriu um processo detalhando as denúncias de torturas de quatro presos, depois de passarem por atendimento médico ao serem liberados da prisão americana em Cuba. Segundo o juiz, a intenção do processo é investigar "os autores, indutores, cooperadores e cúmplices de crimes de tortura cometidos em Guantánamo".
oglobo.globo.com | 09-02-2012
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RIO - As operadoras de telefonia móvel confirmaram nesta quinta-feira que os primeiros aparelhos equipados com a quarta geração do Android, a Ice Cream Sandiwch (ICS), chegam no Brasil ainda em fevereiro, mais precisamente na semana que vem. Uma delas vai vender o novo smartphone da Samsung, feito em parceria com a Google, por R$ 2.004. Veja também
Na terça, a Google lançou uma versão móvel do Chrome, disponível apenas para a versão mais recente do Android, a Ice Cream Sandwich (ICS), ainda ausente no país. O novo sistema operacional foi apresentado em maio durante o 'Google I/O' e chegou ao Reino Unido em novembro, embarcado no novo Samsung Nexus. A expectativa no Brasil pela chegada do aparelho é grande, mas a espera deve terminar em breve. A Samsung, fabricante do Galaxy Nexus - que no Brasil vai se chamar Galaxy X - disse que o celular como o novo Android deve chegar ao mercado em março. Entretanto, a operadora TIM garantiu que o novo smartphone chega nas lojas já na próxima semana. O aparelho será vendido em 12 parcelas de R$226 (valor que contempla uma franquia do TIM Liberty +100 e Liberty Rádios por R$ 59 e inclui o preço da parcela do celular que é de R$ 167 mensais). Quem desejar comprar apenas o aparelho pode parcelar o valor de R$ 2.004 em três vezes, diz a operadora. A Claro afirmou que a "previsão para a chegada do aparelho em seus estoques é ainda para o final de fevereiro", com unidades à venda já em algumas lojas e a Oi disse vai iniciar as vendas do Samsung Galaxy X "já na primeira quinzena de março". A Vivo ainda não têm previsão, mas já se sabe que não haverá exclusividade na venda do smartphone para nenhuma operadora. O Galaxy X, ou Nexus, além de vir com o Android ICS, também conhecido como 4.0 - que traz um novo visual para widgets, notificações e função multitarefa - tem tecnologia NFC (Near Field Communication) para o compartilhamento de arquivos - basta aproximar dois aparelhos e tranferir fotos, músicas e aplicações. No software, ele traz o 'Face unlock' que permite desbloquear o aparelho com reconhecimento do rosto - eliminando as senhas - tem função que reconhece palavras ditadas, aplicativo do Google+ integrado, câmera panorâmica de 5 megapixels que também faz vídeos em HD (1080p) e tela Amoled de 4.65 polegadas. O processador é um dual-core de 1.2 GHZ e o aparelho tem memória RAM de 1 GB. Aparelhos já lançados serão atualizados para o ICS De acordo com a Samsung, ao longo do primeiro semestre serão liberadas atualizações para o Galaxy S II e para o Galaxy Note que também terão a bordo o Android ICS. Usuários desses aparelhos receberão um código único para atualizá-los. Ainda segundo a companhia, "estão sendo estudadas atualizações para outros aparelhos" da sua linha, ainda este ano. A Samsung deve lançar também outro tablet da linha Galaxy, com tamanho diferente das versões de 7, 8.1 e 10.1 polegadas. É provável que o novo aparelho seja o Galaxy Tab 7.7, mostrado na CES 2012 com 7,9 milímetros de espessura e pouco menos que 300 gramas. A princípio, ele chega no primeiro semestre equipado com Android Honeycomb, mas também deve ser atualizado para a versão ICS no mesmo ano. A Motorola fez mistério e disse que não comenta seus lançamentos. Mas segundo fórum oficial "Motorola Android Software Upgrade News" a companhia está planejando atualizar o Razr, o tablet Xoom e o Bionic com o novo Android em breve. "Vamos dar orientações mais precisas sobre quando teremos o Ice Cream Sandwich, da Google, nesta lista", diz. A Sony Ericsson afirmou que estão previstas atualizações para versão ICS em toda a linha Xperia lançada em 2011, mas não deu detalhes sobre datas no Brasil. Segundo a companhia, "os aparelhos que fazem parte do grupo são: Xperia Play, Mini, Mini Pro, Arc, Arc S, Neo e NeoV". A HTC disse que durante o Mobile World Congress, evento da indústria wireless que será realizado no final de fevereiro em Barcelona, deverá apresentar aparelhos com o novo Android. No final do ano passado, a companhia disse que em 2012 estaria liberando atualizações para vários modelos na Europa, mas não confirmou quais deles receberiam o upgrade em outras regiões. Já a LG disse que planeja ainda para este semestre o lançamento de smartphones com o novo Android ICS e prevê ainda a atualização de alguns aparelhos, a companhia deve apresentar novidades em março durante o “LG Digital Experience”, no Brasil.
oglobo.globo.com | 09-02-2012
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LONDRES — Em mais uma rodada nas discussões que cercam as ilhas Malvinas — Falklands para os britânicos —, o Reino Unido afirmou que não negociará a soberania do arquipélago a menos que seus habitantes assim o desejem. O comunicado do Ministério do Exterior britânico foi uma reação ao discurso da presidente argentina, Cristina Kirchner, na noite de terça-feira, que acusou o governo britânico de militarizar o sul do continente e anunciou que apresentará uma queixa forma diante do Conselho de Segurança das Nações Unidas. A ilha próxima à Argentina já foi motivo de guerra entre os dois países 30 anos atrás. Cristina reclamou do envio do destróier britânico HMS Dauntless à região. Já o Reino Unido disse se tratar apenas de uma operação de rotina. A missão britânica na ONU reforçou a posição do país e defendeu sua presença militar na ilha, como defensiva. De forma cautelosa, disse que é preciso obervar de que forma o protesto argentino será apresentado. — Nossa posição sobre esse assunto não mudou e é bastante clara. Só negociaremos a soberania das ilhas se seus habitantes assim o quiserem, e isso não ocorre no momento — disse o porta-voz da missão. Na véspera, Cristina denunciou diante de veteranos de guerra, de seus partidários e de grande parte da oposição o que considera uma militarização do arquipélago. — Estão militarizando o Atlântico Sul novamente, não podemos interpretar de outra maneira. Isso Implica um grande risco para a segurança internacional e protestaremos diante da Assembleia Geral das Nações Unidas — disse Cristina, em discurso transmitido em rede nacional. A presidente argentina lembrou o apoio que tem entre os países vizinhos na questão, que, segundo ela, deixou de ser um assunto de importância apenas bilateral. — Deixou de ser uma causa dos argentinos, é uma causa global, é uma causa de toda a América Latina. Manter colônias é um anacronismo — afirmou. — Nenhum lugar pode ser um troféu de guerra, não acreditamos nisso. Peço ao primeiro-ministro britânico (David Cameron) que dê uma chance à paz. Em apoio à Argentina, os governos de Brasil, Chile e Uruguai mantêm um bloqueio em seus portos para navios com bandeiras das Ilhas Falklands, o nome oficial das Malvinas. Ao contrário do que era esperado, porém, Cristina não anunciou uma outra medida que causaria muito transtorno aos habitantes das Malvinas — a proibição dos voos semanais que ligam Punta Arenas, no Chile, ao arquipélago, com escala na cidade argentina de Río Gallegos.
oglobo.globo.com | 08-02-2012
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O Ministério das Relações Exteriores do Reino Unido diz que não vai negociar com a Argentina sobre a posse das Ilhas Malvinas (Falklands), a não ser a pedido dos habitantes desse território.
Segundo o governo britânico "os habitantes das Falklands são britânicos por escolha. São livres para determinar seu próprio futuro e não haverá negociações de soberania a menos que os habitantes desejem".
Tensões entre o Reino Unido e a Argentina aumentam a respeito do "status" da ilha, que é uma possessão britânica.
Leia mais (08/02/2012 - 08h55)
redir.folha.com.br | 08-02-2012
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TEERÃ - Autoridades iranianas prenderam várias pessoas ligadas ao serviço do canal de notícias britânicos BBC em farsi, informou a agência semi oficial Mehr. Segundo a agência, os presos trabalhariam como repórteres e fornecedores de conteúdo da BBC e ajudariam no treinamento e na contratação de jornalistas iranianos. O serviço da BBC foi inaugurado no Irã em 2009. A imprensa iraniana não informou os nomes e nem quantas pessoas foram presas. Teerã acusa a BBC de ser informante da inteligência britânica e de dar abrigo a dissidentes iranianos. Em outubro, o Irã soltou dois cinegrafistas que estariam presos sob as mesmas acusações. Na semana passada, a empresa britânica acusou o governo iraniano de intimidar seus funcionários, prendendo seus parentes e inventando calúnias como eles. O canal da BBC em persa é visto por milhares de pessoas no Irã, mas há tempos sofre com a perseguição do governo. A tensão entre a empresa de comunicação e o governo de Teerã aumentou depois que o Reino Unido fechou sua embaixada no Irã e expulsos iranianos de Londres, em novembro.
oglobo.globo.com | 06-02-2012
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LONDRES — Durante seus 60 anos de reinado, Elizabeth II percorreu o mundo e encontrou diversas personalidades, sempre sob os olhos da mídia. Descubra agora algumas curiosidades sobre os bastidores da rainha britânica.
Veja também — Em uma visita oficial ao Brasil em 1968, a rainha ganhou dois bichos-preguiça. Os presentes teriam sido levados para zoológicos, enquanto um cavalo dado pela rainha Beatrix da Holanda foi para o estábulo real do Palácio de Buckingham — A rainha custa 36,2 milhões de libras por ano aos cofres públicos, incluindo 359 mil libras pagas diretamente pelo governo ao príncipe Philip — Desde 1952 a rainha aprovou mais de 3.500 leis do Parlamento — Toda manhã, sua mesa de café da manhã é preenchida com cereais e mingau de aveia em potes de plástico, iogurte e dois tipos de geleia (light e escura) — Um soldado da infantaria que derramou whisky na água de seus cães da raça Corgi por brincadeira teve seu salário reduzido e foi rebaixado — Quando cruzou um Corgi com um Dachshund para criar o Dorgi, a rainha, talvez inconscientemente, começou com a moda de criar novas raças caninas — A rainha é patrono de mais de 600 organizações e instituições de caridade — Ela é a primeira monarca a ver três filhos se divorciando — A monarquia britânica é a mais cara da Europa, apesar da Holanda não estar muito atrás. A família real da Espanha conta com uma relativa escassa pensão de sete milhões de libras por ano — A rainha tem uma riqueza avaliada em cerca de 300 milhões de libra, o que a torna a 257ª pessoa mais rica do Reino Unido — Todos os 5.300 casais de cisne-branco do Reino Unido pertencem oficialmente à rainha — A expressão “Peixes reais” engloba todos os esturjões, baleias, marsuínos e golfinhos que estão nas águas que circundam o Reino Unido. Assim como os cisnes, eles também pertencem oficialmente à rainha — A rainha enviou seu primeiro e-mail em 1976, de uma base do Exército — O vídeo mais assistido no seu canal do YouTube é um clipe do príncipe William e sua esposa Kate Middleton deixando o Palácio de Buckingham em um Aston Martin — Durante uma foto oficial ao fim do encontro G20, em 2009, a monarca ficou irritada com o então premier italiano Silvio Berlusconi gritando “Sr. Obama!” ao presidente americano. Ela perguntou: “O que é isso? Por que ele tem que gritar?” — A rainha foi educada por sua governanta Marion Crawford, a quem deu o apelido de “Crawfie”. — Os serviços da senhora Crawford não foram suficientes para que ele trabalhasse para sempre com a realeza. Em 1950, ela publicou um livro chamado “As pequenas princesas”, com detalhes do tempo que passou com Elizabeth e Margaret. A nobreza não gostou da obra — Existiram seis arcebispos de Canterbury durante seu reinado (Geoffrey Fisher, Michael Ramsey, Donald Coggan, Robert Runcie, George Carey e Rowan Williams). Também houve seis papas (Pio XII, João XXIII, Paulo VI, João Paulo I, João Paulo II e Bento XVI) — Se o motorista real tirar uma folga, a rainha é capaz de dirigir ela mesma, já que aprendeu a dirigir em 1945. — O Trem Real vem com chefs, almofadas e uma viagem sem chacoalhos durante o banho matinal da rainha às 7h30 — De acordo com o ex-jogador do Arsenal Cesc Fabregas, a rainha torce pelo time. O primeiro jogo de futebol a que ela assistiu foi a final do campeonato inglês de 1953 — O talento vocal da rainha ainda não foi testado, mas a gravação de um concerto em homenagem a seu Jubileu de Ouro chamado “Festa no Palácio” vendeu 100 mil cópias em uma semana, fazendo de Elizabeth II a primeira integrante da família real a receber um disco de ouro — De acordo com Margaret Rhodes, prima da rainha, a monarca bebe gim e Dubonnet antes do almoço, com um pedaço de limão e muito gelo. No almoço, ela toma vinho, e no jantar, um dry Martini e uma taça de champanhe. — A rainha Elizabeth II é a 40ª monarca desde que William, o conquistador obteve a coroa da Inglaterra — A rainha, chefe oficial da Igreja da Inglaterra, entrou em uma mesquita pela primeira vez em julho de 2002, em Scunthorpe, Lincolnshire — Ela nasceu em 21 de abril de 1926, mas seu aniversário é oficialmente celebrado em junho — Elizabeth II respondeu a cerca de 3,5 milhões de correspondências e mais de 175 mil telegramas — Ela posou para 129 retratos durante seu reinado, pintados em vários estilos — O primeiro retrato foi pintado em 1933, quando ela tinha sete anos, e o mais recente é o de Rolf Harris, feito em 2005 — Desde 1952, a rainha conferiu mais de 404.500 prêmios e honras — A rainha e duque de Edinburgo já enviaram aproximadamente 45 mil cartões de Natal — A rainha se tornou a primeira monarca a abrir as portas do Palácio de Buckingham ao público em 1993. Ela precisava de dinheiro para reformar o Castelo de Windsor após um incêndio — A rainha já viu 12 diferentes primeiros-ministros durante seu reinado - de Winston Churchill até o atual David Cameron — A rainha e o duque estão casados há 64 anos — As visitas oficiais variam da Ilha do Coco, com uma população de 596 pessoas, até a China, que tem 1,34 bilhão de habitantes
oglobo.globo.com | 06-02-2012
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LONDRES — Durante seus 60 anos de reinado, Elizabeth II percorreu o mundo e encontrou diversas personalidades, sempre sob os olhos da mídia. Descubra agora algumas curiosidades sobre os bastidores da rainha britânica. Veja também
— Em uma visita oficial ao Brasil em 1968, a rainha ganhou dois bichos-preguiça. Os presentes teriam sido levados para zoológicos, enquanto um cavalo dado pela rainha Beatrix da Holanda foi para o estábulo real do Palácio de Buckingham — A rainha custa US$ 57 milhões por ano aos cofres públicos, incluindo 359 mil libras pagas diretamente pelo governo ao príncipe Philip — Desde 1952 a rainha aprovou mais de 3.500 leis do Parlamento — Toda manhã, sua mesa de café da manhã é preenchida com cereais e mingau de aveia em potes de plástico, iogurte e dois tipos de geleia (light e escura) — Um soldado da infantaria que derramou whisky na água de seus cães da raça Corgi por brincadeira teve seu salário reduzido e foi rebaixado — Quando cruzou um Corgi com um Dachshund para criar o Dorgi, a rainha, talvez inconscientemente, iniciou a moda de criar novas raças caninas — A rainha é patrona de mais de 600 organizações e instituições de caridade — Ela é a primeira monarca a ver três filhos se divorciando — A monarquia britânica é a mais cara da Europa, apesar de a Holanda não estar muito atrás. A família real da Espanha conta com uma relativa escassa pensão de US$ 11 milhões por ano — A rainha tem uma riqueza avaliada em US$ 473 milhões, o que a torna a 257ª pessoa mais rica do Reino Unido — Todos os 5.300 casais de cisnes brancos do Reino Unido pertencem oficialmente à rainha — A expressão “peixes reais” engloba todos os esturjões, baleias, marsuínos e golfinhos que estão nas águas que circundam o Reino Unido. Assim como os cisnes, eles também pertencem oficialmente à rainha — A rainha enviou seu primeiro e-mail em 1976, de uma base do Exército — O vídeo mais assistido no seu canal do YouTube é um clipe do príncipe William e sua esposa Kate Middleton deixando o Palácio de Buckingham em um Aston Martin — Durante uma foto oficial ao fim do encontro G20, em 2009, a monarca ficou irritada com o então premier italiano Silvio Berlusconi gritando “Sr. Obama!” ao presidente americano. Ela perguntou: “O que é isso? Por que ele tem que gritar?” — A rainha foi educada por sua governanta Marion Crawford, a quem deu o apelido de “Crawfie” — Os serviços da senhora Crawford não foram suficientes para que ela trabalhasse para sempre com a realeza. Em 1950, ela publicou um livro chamado “As pequenas princesas”, com detalhes do tempo que passou com Elizabeth e Margaret. A nobreza não gostou da obra — Houve seis arcebispos de Canterbury durante seu reinado (Geoffrey Fisher, Michael Ramsey, Donald Coggan, Robert Runcie, George Carey e Rowan Williams). Também houve seis papas (Pio XII, João XXIII, Paulo VI, João Paulo I, João Paulo II e Bento XVI) — Se o motorista real tirar uma folga, a rainha é capaz de dirigir ela mesma, já que aprendeu em 1945 — O Trem Real vem com chefs, almofadas e uma viagem sem chacoalhos durante o banho matinal da rainha às 7h30m — De acordo com o ex-jogador do Arsenal Cesc Fabregas, a rainha torce pelo time. O primeiro jogo de futebol ao qual ela assistiu foi à final do campeonato inglês de 1953 — O talento vocal da rainha ainda não foi testado, mas a gravação de um concerto em homenagem a seu Jubileu de Ouro chamado “Festa no Palácio” vendeu 100 mil cópias em uma semana, fazendo de Elizabeth II a primeira integrante da família real a receber um disco de ouro — De acordo com Margaret Rhodes, prima da rainha, a monarca bebe gim e Dubonnet antes do almoço, com um pedaço de limão e muito gelo. No almoço, ela toma vinho, e no jantar, um dry Martini e uma taça de champanhe — A rainha Elizabeth II é a 40ª monarca desde que William, o conquistador obteve a coroa da Inglaterra — A rainha, chefe oficial da Igreja da Inglaterra, entrou em uma mesquita pela primeira vez em julho de 2002, em Scunthorpe, Lincolnshire — Ela nasceu em 21 de abril de 1926, mas seu aniversário é oficialmente celebrado em junho — Elizabeth II respondeu a cerca de 3,5 milhões de correspondências e mais de 175 mil telegramas — Ela posou para 129 retratos durante seu reinado, pintados em vários estilos — O primeiro retrato foi pintado em 1933, quando ela tinha sete anos, e o mais recente é o de Rolf Harris, feito em 2005 — Desde 1952, a rainha conferiu mais de 404.500 prêmios e honras — A rainha se tornou a primeira monarca a abrir as portas do Palácio de Buckingham ao público em 1993. Ela precisava de dinheiro para reformar o Castelo de Windsor após um incêndio — A rainha já viu 12 diferentes primeiros-ministros durante seu reinado — de Winston Churchill até o atual David Cameron — A rainha e o duque estão casados há 64 anos — As visitas oficiais variam da Ilha do Coco, com uma população de 596 pessoas, até a China, que tem 1,34 bilhão de habitantes
oglobo.globo.com | 06-02-2012
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SARAJEVO (AP) — A Bósnia usou helicópteros neste domingo para evacuar doentes e entregar comida a milhares de pessoas isoladas pela tempestade de neve, enquanto o Papa Bento XVI usou um sobretudo para abençoar os poucos que se aventuraram no incomum frio de Roma para visitar a Praça de São Pedro. - A neve é linda, mas esperamos que a primavera chegue logo - disse o papa ao peregrinos, olhando para a neve deixada pela maior nevasca de Roma desde 1986. Em toda a Europa Oriental, as pessoas continuam a retirar com pás e escavadeiras a neve que caiu durante a onda de frio que atingiu a região há mais de uma semana e já matou centenas de pessoas. Na Ucrânia, a área mais atingida, as temperaturas caíram a - 36ºC. O governo disse no domingo que o número de mortos no país agora é de 131, incluindo muitos moradores de rua. Cerca de 2300 outros ucranianos procuraram tratamento para queimaduras ou hipotermia. O Reino Unido teve sua primeira tempestade de neve deste inverno no último sábado - até 16 centímetros - forçando o aeroporto de Heathrow, o maior da Europa, a cancelar 50% dos voos e deixando muitos motoristas presos nas ruas durante a madrugada. Os aeroportos de Stansted, Birmingham e Luton suspenderam as operações durante a noite, enquanto a noite caía de madrugada, mas apenas reduziram as operações no domingo. Um porta-voz do aeroporto disse que a medida foi para minimizar os transtornos com o cancelamento de voos. Ao antecipar a redução das operações, companhias puderam reagendar passageiros com mais calma, explicou ele. O porta-voz disse que Heathrow estava voltando ao normal. As pistas já foram limpas da neve. A TAM informou que os voos diários que mantém entre São Paulo e Londres estão mantidos. Segundo a empresa, as informações da unidade da companhia na Inglaterra são de que não há mais nevascas previstas e, por isso, os dois voos deste domingo com destino Heathrow estão confirmados. As nevascas também têm afetado alguns aeroportos italianos, como o de Fiumicino, onde nove voos foram cancelados. Em Paris, os dois aeroportos - Orly e Charles de Gaulle - registram atrasos em cerca de 40% dos voos. Apesar disso, a Rainha Elizabeth e seu marido, Princípe Philip enfrentaram o frio e a neve para participar de um serviço na igreja de West Newton em sua propriedade em Sandringham, no leste da Inglaterra. A monarca de 85 anos completa 60 anos no trono nesta segunda-feira, e a data será marcada por uma série de eventos regionais, nacionais e internacionais ao longo do ano. Na Bósnia, mais de um metro de neve cobriu as ruas da capital Sarajevo, onde um estado de emergência foi declarado. Três helicópteros cruzaram o leste da Bósnia neste domingo, entregando comida e resgatando as pessoas que precisavam de evacuação. As equipes de resgate conseguiram chegar até dezenas de pessoas que ficaram presas em seus carros em estradas cortadas por avalanches no leste do país. Sarajevo está paralisada desde sexta-feira à noite e as autoridades ordenaram que todas as escolas fechassem. Moradores se voluntariaram para remover a neve eo gelo dos bondes que estão presos na cidade. Na vizinha Sérvia, o governo introduziu medidas de emergência em todo o país neste domingo, para melhor ajudar as 70 mil pessoas isoladas pela neve. O ministro do Interior, Ivica Dacic, disse que a atitude irá pavimentar o caminho para "uma melhor organização e coordenação" de todos os esforços de emergência. A situação também melhorou um pouco na Croácia, onde o tráfego de ônibus em direção ao litoral foi retomado, mesmo como a neve reduzindo o tráfego em todo o país. Na cidade costeira de Split, onde as autoridades declararam medidas de emergência, dezenas de pessoas procuraram ajuda médica para lesões sofridas em gelo e na neve. A neve é extremamente rara em Split, que fica na costa do Adriático. A neve também caiu nas espanholas ilhas Baleares, no Mediterrâneo. O prefeito de Roma tem sido criticado pela falta de meios de limpar a neve, mas ele reage afirmando que a cidade não pode gastar milhões de euros em equipamentos podem não ser usados em décadas.
oglobo.globo.com | 05-02-2012
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RIO - Surdo às reclamações argentinas, o Reino Unido divulgou no sábado as primeiras imagens do príncipe William, segundo na linha de sucessão ao trono, durante seu treinamento como piloto da Força Aérea Real nas ilhas Malvinas, arquipélago britânico no Atlântico Sul reivindicado por Buenos Aires. Uma foto mostra o príncipe na cabine do helicóptero no qual fará voos de reconhecimento e de resgate. Em outra, William aparece examinando mapas. O príncipe passará seis semanas numa base militar britânica nas ilhas, no que o Reino Unido definiu como treinamento de rotina, mas a Argentina viu como provocação às vésperas do aniversário da guerra de 1982 entre os dois países pela soberania das Malvinas — ou Falklands, para os britânicos. O governo Cristina Kirchner acusou Londres de “colonialismo do século XVII” e de querer desviar o foco de problemas internos com a vinda de William e o envio de um moderno navio de guerra para exercícios. Embora tenha minimizado a polêmica em público, o governo britânico enviou nos últimos dias uma carta ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, em que se posiciona de maneira dura sobre o tema, excluindo a possibilidade de abrir o diálogo com a Argentina pela soberania das ilhas. “Não pode haver e não haverá nenhuma negociação sobre a soberania das Ilhas Falkland até o dia em que os próprios habitantes assim o desejem. O Reino Unido e a Argentina não podem negociar o direito de autodeterminação das Falklands”, diz um trecho da carta, tornada pública pelo jornal britânico “The Independent”. O texto diz que a soberania britânica sobre as Malvinas remete a 1765, e que o arquipélago nunca pertenceu à província argentina da Terra do Fogo, como alega Buenos Aires. A primeira tentativa argentina de se apossar da ilha, repelida em 1833, teria acontecido meio século antes de a Terra do Fogo integrar o país. “Em 1833, as fronteiras territoriais da Argentina não incluíam a metade meridional de sua forma atual. Esses fatos mostram que a reivindicação da Argentina sobre as ilhas — baseada no princípio da quebra da integridade de seu território — não tem nenhum fundamento”, conclui a carta.
oglobo.globo.com | 05-02-2012
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NOVA YORK - O veto da Rússia e da China sobre uma resolução no Conselho de Segurança sobre a Síria não foi propriamente uma surpresa, mas foi visto pela oposição no país e a comunidade internacional como um descaso com a violência que já matou mais de 5.400 pessoas na Síria. Entre os pontos rejeitados por Moscou e Pequim na proposta estava o pedido de renúncia do presidente Bashar al-Assad. Em tom duro, a embaixadora dos EUA nas Nações Unidas, Susan Rice, reagiu:
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— Estou enojada com essa decisão. Qualquer sangue derramado daqui por diante estará nas suas mãos. Sobre o massacre de Homs, onde mais de 200 pessoas teriam sido mortas, o chanceler francês, Alain Juppé, disse que se tratou de uma “selvageria” e afirmou que Rússia e China “arcarão com a responsabilidade histórica” de vetar a resolução. Com a derrota na ONU, as potências ocidentais mostraram incerteza sobre o rumo a seguir, uma vez que uma intervenção militar foi “totalmente descartada”, nas palavras da secretária de Estado americana, Hillary Clinton. — Se a comunidade internacional não cumprir a sua responsabilidade, eu sei o que vai acontecer: mais derramamento de sangue e uma possibilidade maior de que a Síria entre numa guerra civil — afirmou Hillary. O veto e o massacre de Homs aconteceram ainda próximo à data de aniversário de 30 anos da repressão em outra cidade síria, Hama, quando o pai de Assad, Hafez, ordenou a morte de pelo menos 10 mil pessoas em um dos episódios mais sangrentos da História árabe moderna. - Está muito claro. Trata-se de uma licença para fazer mais e pior - disse Peter Harling, especialista em Síria do Grupo Internacional de Crise. - O regime terá certeza de que pode aumentar a repressão. Estamos entrando numa nova fase que será muito mais violenta do que vimos até agora. Negociações antes de votação na ONU Na votação no Conselho de Segurança, os outros 13 membros votaram a favor da proposta, formulada pela Liga Árabe. Mais cedo o ministro do Exterior russo, Sergei Lavrov, disse que um consenso era possível, mas Moscou exigia a retirada da cláusula sobre a renúncia de Assad e a inclusão de um item que rejeitasse qualquer tipo de intervenção estrangeira na Síria. - É um dia triste para este conselho, um dia triste para todos os sírios e um dia triste para a democracia - disse o embaixador francês Gerard Araud após a votação. Não bastaram os apelos, nem a revolta dos líderes internacionais diante da matança de mais de 260 pessoas em Homs, um dos maiores redutos anti-Assad da Síria, para convencer a Rússia e a China a adotar medidas mais duras contra a repressão no país. A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, lamentou o resultado e voltou a descartar qualquer ação militar contra Damasco. - Pensei até o último momento que teria formas de dialogar com as preocupações que os russos tinham. Ofereci a trabalhar de maneira construtiva para isso. Mas não foi possível - disse a secretária. Mais cedo, Lavrov já tinha alertado para um possível “escândalo” caso o Conselho mantivesse a votação da resolução para este sábado. Para o ministro russo, seriam necessárias mudanças no texto para a aprovação do documento. Susan Rice, disse, entretanto, que as exigências russas eram “inaceitáveis”. - Nossas propostas não demandam nenhum esforço extremo - disse Lavrov, já de volta a Moscou. - Se nossos colegas usarem uma abordagem construtiva, nós alcançaremos uma resolução coletiva no Conselho de Segurança, e estou certo de que todos os países, sem exceções, a assinariam. Reações a ataque em Homs No mundo inteiro, líderes e sírios reagiram ao anúncio do massacre em Homs, um dos principais redutos anti-Assad da Síria. Em pronunciamento, Obama condenou o ataque e apelou mais uma vez para a renúncia de Assad. O presidente americano instou o Conselho de Segurança a tomar medidas em relação ao regime de Damasco. A Tunísia decidiu expulsar o embaixador sírio do país. O presidente Moncef Marzouki divulgou em comunicado que não reconhece mais a liderança de Assad como legítima. “A única solução (para a violência) é a renúncia de Bashar al-Assad e uma transição democrática”, escreveu ele em sua página no Facebook. A população síria que vive no exterior também resolveu se rebelar contra o regime de Assad e atacou embaixadas sírias em cinco países. Na Alemanha, Kuwait, Reino Unido, Grécia e Egito, manifestantes invadiram representações diplomáticas, quebrando janelas e pregando cartazes antigovernistas nas paredes. O governo sírio bombardeou a cidade de Homs no início do dia, relataram ativistas. Grupos de direitos humanos divulgaram que o número de mortos tinha ultrapassado 260. O ataque teria durado três horas e atingido casas e residências aleatoriamente, mas o alvo principal teria sido o bairro de Khaldiyeh.
oglobo.globo.com | 05-02-2012
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Centenas de pessoas protestaram neste sábado em Nova York, em uma das marchas convocadas por associações pacifistas em 80 cidades dos Estados Unidos e do Canadá por um "Dia de ação em massa" com vistas a deter uma possível guerra contra o Irã.
Em Manhattan, 500 manifestantes se concentraram na Times Square e marcharam até a sede da embaixada americana na ONU e o consulado israelense, constatou a AFP.
"Não à guerra! Não às sanções! Não à intervenção! Não aos assassinatos!", dizia uma faixa à frente da manifestação.
"As ações do governo iraniano não justificam de forma alguma que os Estados Unidos declarem uma guerra", disse à AFP Debra Sweet, diretora da organização "O Mundo não pode esperar", em nome da coalizão de 4 de fevereiro, integrada por 60 grupos de defesa dos direitos humanos e pacifistas.
Em várias ocasiões nos últimos anos, Estados Unidos e Israel deram a entender que poderia haver uma ação militar para impedir que o Irã fabrique a bomba atômica se as sanções internacionais adotadas contra Teerã desde 2007 parecerem insuficientes para evitá-lo.
Em um folheto distribuído durante a manifestação, a coalizão denunciou que "de muitas formas, a guerra americana contra o Irã já começou".
Neste sentido, enumerou as "duras sanções econômicas" contra o regime de Teerã, o "assassinato de cientistas iranianos com carros-bomba" e a mobilização de "frotas de porta-aviões americanos perto da costa iraniana".
"Não sei o que fará (o presidente americano Barack) Obama, mas sei o que fez, que tem sido adotar sanções muito duras que só afetarão as pessoas comuns", acrescentou Sweet.
Nos Estados Unidos, os pacifistas anunciaram marchas em Chicago (centro), San Francisco, Los Angeles (oeste), Washington, Boston e Filadélfia (nordeste). No Canadá, em Calgary e Vancouver (oeste). Também estavam previstos protestos no Reino Unido, na Irlanda e na Índia.
O Irã nega que seu programa nuclear civil esconda um objetivo militar. .. Leia Mais... Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias Copyright © 2012, Pernambuco.com - Grupo Associados, Recife-PE, Brasil
www.pernambuco.com | 05-02-2012
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Rússia e China vetaram neste sábado pela segunda vez no Conselho de Segurança da ONU um projeto de resolução que condena a repressão na Síria e que era apoiado pelos demais países do principal organismo de decisão das Nações Unidas.
O novo veto sino-russo ocorre depois de a oposição síria informar a morte de mais de 230 civis entre a noite de sexta-feira e a madrugada de sábado como consequência dos bombardeios à cidade de Homs.
Treze dos quinze países do Conselho votaram a favor do projeto proposto pelos países árabes e europeus, que apoiam um plano da Liga Árabe para assegurar uma transição para a democracia na Síria e que denuncia as "contínuas violações" dos direitos humanos cometidas pelo regime de Assad.
Mas Rússia e China (que ocupam duas das cinco vagas permanentes com direito a veto no Conselho) voltaram a votar contra o texto, como haviam feito em 5 de outubro.
O ministro das Relações Exteriores britânico, William Hague, acusou a Rússia e a China de terem "abandonado" o povo sírio e encorajar a brutal repressão do regime de Assad e o embaixador francês na ONU, Gérard Araud falou em um "dia triste para o Conselho, para os sírios e para os amigos da democracia".
O novo projeto de resolução, que substitui outro mais duro, descartado de imediato pela Rússia, não pedia explicitamente que o presidente Bashar al Assad deixasse o poder.
Mas as concessões não foram suficientes para Moscou, tradicional aliado do regime de Damasco. O embaixador russo na ONU justificou o veto argumentando que o texto era "desequilibrado" e acusou as potências ocidentais de buscar unicamente uma mudança de regime em Damasco.
O chanceler Serguei Lavrov havia afirmado antes da reunião em Nova York que submeter o projeto à votação provocaria um "escândalo".
Moscou anunciou que Lavrov viajaria na terça-feira a Damasco para se reunir com al-Assad com o objetivo de "encontrar uma saída política para o conflito".
A secretária de Estado americana Hillary Clinton, disse em Munique (sul da Alemanha) que já era hora de o Conselho de Segurança da ONU atuar "com decisão" contra a Síria, antes de admitir que fracassou a tentativa de acertar as diferenças com a Rússia durante um encontro com Lavrov.
Depois de dez meses de violência na Síria em que, segundo a ONU, morreram mais de 5.400 pessoas, a comunidade internacional não consegue chegar a um acordo para deter a repressão no país.
No episódio mais mortífero desde o começo da revolta em março da revolta, mais de 230 civis, entre eles dezenas de mulheres e crianças, morreram entre a noite se sexta-feira e a madrugada de sábado em ataques a bomba por parte das forças do regime sobre Homs, bastião da revolta, denunciaram grupos de oposição.
"O bombardeio acabou nesta manhã (de sábado) e os habitantes saíram à procura de mortos e feridos sob os escombros", declarou por telefone Hadi Absdalá, um morador do bairro de Khaldiya, um dos mais afetados pelos bombardeios.
Os habitantes de Homs começaram a enterrar seus mortos, cujo número aumentou para 237, entre eles 99 mulheres e crianças, segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH), com sede no Reino Unido.
Os canais de notícias Al-Arabiya e Al-Jazeera exibiram imagens de dezenas de cadáveres espalhados nas ruas de Homs.
Essa nova matança foi condenada por Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Espanha e pela chefe da diplomacia europeia, Catherine Ashton.
O presidente americano, Barack Obama, acusou o governo sírio de Bashar al-Assad de assassinar civis em um "ataque indescritível" na cidade de Homs e pediu sua renúncia.
Já o presidente francês, Nicolas Sarkozy, "lamentou profundamente" o duplo veto, que "incentiva o regime sírio a perseverar em sua política cruel e sem saída".
O ministro da Informação sírio, Adnan Mahmud, acusou a oposição de ter bombardeado a cidade de Homs (centro) para tentar influenciar o voto da resolução no Conselho de Segurança da ONU contra a repressão do regime sírio.
"As informações (...) sobre o bombardeio pelo exército sírio de bairros de Homs são falsas e sem fundamento. Ocorrem em um contexto de uma guerra de informação histérica (...) na previsão da reunião no Conselho de Segurança da ONU", declarou o ministro à AFP.
Na sexta-feira, milhares de sírios em todo o país homenagearam as milhares de pessoas que morreram há 30 anos em Hama (centro), durante a repressão da revolta da Irmandade Muçulmana pelo regime de Hafez al-Assad,pai do atual presidente. .. Leia Mais... Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias Copyright © 2012, Pernambuco.com - Grupo Associados, Recife-PE, Brasil
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O príncipe William iniciou sua missão como piloto de helicóptero nas Malvinas, informou neste sábado o ministério britânico da Defesa, em um comunicado, uma operação que tem provocado irritação nas autoridades argentinas.
"O tenente Wales (seu nome oficial como militar) começou sua missão como piloto de busca e resgate na RAF nas ilhas Falkand com operações de SAR (busca e resgate) para a população civil e militar", informou o ministério em um comunicado.
O piloto de helicópteros de 29 anos, segundo na linha de sucessão ao trono britânico, foi enviado às ilhas do Atlântico Sul como parte de um exercício de rotina da RAF (Royal Air Force, força aérea britânica).
Filho mais velho do herdeiro da coroa britânica, o príncipe Charles de Gales, William chegou na quinta-feira ao arquipélago.
Mas a missão de seis semanas nas ilhas Falkland, como as chamam os britânicos, irritou as autoridades argentinas, para as quais as ilhas são território argentino ocupado, e consideraram a presença do príncipe William uma "provocação".
O ministro de Defesa argentino, Arturo Puricelli, qualificou neste sábado de "ostentação desnecessária de poder de fogo", a intenção da Grã-Bretanha de mobilizar um submarino nuclear às Ilhas Malvinas (Falklands para os ingleses).
"Me parece uma ostentação desnecessária de poder de fogo. Poderíamos dizer a ele (aos britânicos) que poderiam ter economizado milhares de libras" não enviando o navio, afirmou Puricelli depois de chegar com a fragata Libertad - navio-escola da Armada- ao porto de Buenos Aires.
O governo britânico tem em mente enviar um destróier para as Ilhas Malvinas na mesma época em que William realiza o que as autoridades denominam de uma ação de "rotina" para um piloto das forças aéreas.
O ministro argentino Puricelli disse que se a tripulação que acompanhou o príncipe William tivesse tido algum problema, "a Marinha argentina teria auxiliado".
O titular da pasta da Defesa afirmou que a intenção da Casa Rosada é "retirar todo conteúdo bélico" da disputa pela soberania sobre as ilhas.
"Eles (Reino Unido) querem militarizar o Atlântico sul. Nós dissemos que a Argentina e a América do Sul não querem militarizá-lo, não queremos que se contamine; queremos que o litoral marítimo do Atlântico Sul seja cuidado e protegido pela Armada Argentina", disse.
Puricelli declarou, além disso, que não resta "a menor dúvida" que a Argentina recuperará as ilhas Malvinas antes do fim do século, levando em conta o acompanhamento da comunidade internacional.
Nesse sentido acrescentou que "eles (os britânicos) sabem que não há nenhuma justificativa para manter a usurpação, já que muito antes do final deste século a Argentina terá a jurisdição plena e a posse" das ilhas.
"A ocupação por parte do Reino Unido das ilhas Malvinas é sustentada pela força. Começou com um navio de guerra que desalojou autoridades e a população argentina das ilhas Malvinas em 1833. Indubitavelmente continuam sustentando essa ocupação da mesma maneira", explicou Puricelli.
A chegada de William às ilhas elevou a tensão entre Grã-Bretanha e Argentina às vésperas do aniversário do conflito de 1982.
Em 2 de abril próximo completam-se 30 anos do conflito de 74 dias entre a Argentina e o Reino Unido, que custou a vida de 255 britânicos e 649 argentinos, e terminou em 14 de junho do mesmo ano, com a rendição das tropas do país sul-americano, na época chefiado por uma ditadura militar.
O chanceler argentino Héctor Timerman receberá este domingo na Venezuela o respaldo de países integrantes da Aliança Bolivariana para os Povos de Nossa América (ALBA) a alegação de soberania sobre as ilhas Malvinas. .. Leia Mais... Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias Copyright © 2012, Pernambuco.com - Grupo Associados, Recife-PE, Brasil
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NOVA YORK e DAMASCO — Apesar da pressão internacional um dia após o massacre na cidade síria de Homs, a Rússia e a China vetaram uma resolução que pedia a renúncia do presidente Bashar al-Assad. Os outros 13 membros do Conselho de Segurança votaram a favor da proposta, formulada pela Liga Árabe. Mais cedo o ministro do Exterior russo, Sergei Lavrov, disse que um consenso era possível, mas Moscou exigia a retirada da cláusula sobre Assad e a inclusão de um item que rejeitasse qualquer tipo de intervenção estrangeira na Síria. - É um dia triste para este conselho, um dia triste para todos os sírios e um dia triste para a democracia - disse o embaixador francês Gerard Araud. Não bastou os apelos, nem a revolta dos líderes internacionais diante da matança de mais de 260 pessoas em Homs, um dos maiores redutos anti-Assad da Síria, para convencer a Rússia e a China a adotar medidas mais duras contra a repressão no país. A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, lamentou o resultado deste sábado e voltou a descartar qualquer ação militar contra Damasco. - Pensei até o último momento que teria formas de dialogar com as preocupações que os russos tinham. Ofereci a trabalhar de maneira construtiva para isso. Mas não foi possível - disse a secretária. Mais cedo, Lavrov já tinha alertado para um possível “escândalo” caso o Conselho mantivesse a votação da resolução para este sábado. Para o ministro russo, seriam necessárias mudanças no texto para a aprovação do documento. A embaixadora dos EUA na ONU, Susan Rice, disse, entretanto, que as exigências russas são “inaceitáveis”. - Nossas propostas não demandam nenhum esforço extremo - disse Lavrov, já de volta a Moscou. - Se nossos colegas usarem uma abordagem construtiva, nós alcançaremos uma resolução coletiva no Conselho de Segurança, e estou certo de todos os países, sem exceções, a assinariam. Lavrov se encontrou nesta manhã com Hillary. Segundo fontes oficiais, os dois teriam tido uma conversa muito séria e ambos teriam reconhecido a urgência da situação na Síria. Em Munich, Hillary engrossou a pressão sob a Rússia e pediu mais força dos EUA e da Europa: — Estamos unidos, junto com a Liga Árabe, para pedir um fim a este massacre e um futuro democrático para a Síria. Estamos esperançosos de que o Conselho de Segurança vá expressar esta vontade da comunidade internacional. Moscou defende abertamente a exclusão do item que pede a renúncia do presidente Bashar al-Assad, recomendada pela Liga Árabe, e a inclusão de uma cláusula clara rejeitando qualquer tipo de intervenção militar no país. Segundo a agência Itar-Tass, o ministro russo vai viajar para Síria na próxima terça-feira e deve se encontrar com o presidente Bashar al-Assad. Comunidade internacional reage ao massacre em Homs No mundo inteiro, líderes e sírios reagiram ao anúncio de um massacre em Homs, um dos principais redutos anti-Assad da Síria. Em pronunciamento, Obama condenou o ataque e apelou mais uma vez para a renúncia de Assad. O presidente americano instou o Conselho de Segurança a tomar medidas em relação ao regime de Damasco. A Tunísia decidiu expulsar o embaixador sírio do país. O presidente Moncef Marzouki divulgou em comunicado que não reconhece mais a liderança de Assad como legítima. “A única solução (para a violência) é a renúncia de Bashar al-Assad e uma transição democrática”, escreveu ele em sua página no Facebook. A população síria que vive no exterior também resolveu se rebelar contra o regime de Assad e atacou embaixadas sírias em cinco países. Na Alemanha, Kuwait, Reino Unido, Grécia e Egito, manifestantes invadiram representações diplomáticas, quebrando janelas e pregando cartazes antigovernistas nas paredes. Massacre em Homs é o mais sangrento desde início de levante sírio O governo sírio bombardeio a cidade de Homs no início deste sábado (horário local), relataram ativistas. Neste sábado, grupos de direitos humanos divulgaram que o número de mortos tinha ultrapassado 260. O ataque teria durado três horas e atingido casas e residências aleatoriamente, mas o alvo principal teria sido o bairro de Khaldiyeh.
oglobo.globo.com | 04-02-2012
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Ela é acusada de mentir para receber benefícios do governo. Rachel Hatton teria recebido ilegalmente cerca de R$ 60 mil.
g1.globo.com | 04-02-2012
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TEERÃ — O aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã, disse nesta sexta-feira que o país pode fazer retaliações às sanções internacionais a seu petróleo e à qualquer ameaça de ataque a seu território. Ele fez tais declarações durante um discurso pelo aniversário da Revolução Islâmica de 1979. É a primeira vez que o país responde diretamente, em tom ameaçador, às sanções ocidentais que aumentaram nas últimas semanas. - Ameaçar o Irã e atacar o Irã será prejudicial à América (Estados Unidos)... Sanções não terão nenhum impacto em nossa determinação em continuar nosso caminho nuclear... Em resposta a ameaças de embargo ao petróleo e guerra, nós temos nossas próprias ameças para impor no momento certo. Eu não tenho medo de dizer que nós vamos apoiar e ajudar qualquer nação ou grupo que queira confrontar e lutar contra o regime sionista - disse em um pronunciamento televisionado, fazendo referência a Israel. O líder afirmou que seu país já prestou assistência ao grupo libanês Hezbollah e ao palestino Hamas em suas lutas contra Israel e que vai fazer o mesmo com outros que tenham o país como alvo. Ele ainda chamou Israel de “câncer” que “será extirpado”. Khamenei também afirmou que qualquer ataque militar americano contra seu país será revidado e que as sanções só vão aumentar a resistência do Irã. - Os americanos dizem que todas as opções estão na mesa, até a opção de uma ação militar... Qualquer ataque militar é dez vezes mais doloroso para os Estados Unidos. Tais ameaças mostram que eles não têm um discurso suficiente contra a lógica e o discurso do Irã. Tais ameaças mostram que os Estados Unidos não têm outro caminho a não ser usar a força e derramar sangue para atingir seus objetivos, o que prejudica ainda mais os governantes da América e sua credibilidade nacional e internacional. Para o aiatolá, o motivo das sanções é punir “a República Islâmica por causa do Islã”. - Essas sanções vão nos beneficiar. Vão nos tornar mais autossuficientes... Nós não teríamos progresso militar se sanções não fossem impostas no setor militar iraniano... - alertou em tom provocativo. - As sanções são benéficas também porque nos deixam mais determinados para não mudar nosso curso nuclear... O Irã não vai mudar seu curso nuclear por causa de sanções. EUA e Reino Unido temem que Israel ataque Irã A mídia americana noticiou que o secretário de Defesa dos Estados Unidos, Leon Panetta, teme a possibilidade crescente de Israel atacar o Irã a partir de abril para impedir o avanço da fabricação de uma bomba nuclear. Na quinta-feira, o colunista David Ignatius, do “Washington Post”, revelou que Panetta está preocupado sobre uma cada vez maior probabilidade de Israel lançar ataques nos próximos meses. A CNN confirmou a informação, citando um integrante do alto escalão do governo Obama, que pediu anonimato. “Panetta acredita que existe uma crescente probabilidade de Israel atacar o Irã em abril, maio ou junho - antes do Irã entrar no que israelenses descreveram como uma “zona de imunidade” para iniciar a construção de uma bomba nuclear. Muito em breve, temem os israelenses, os iranianos terão armazenado urânio enriquecido suficiente em instalações subterrâneas para fabricar uma arma - e apenas os Estados Unidos podem impedi-los militarmente”, escreveu Ignatius. Tanto o Leon Panetta quanto o Pentágono se recusaram a comentar as informações. Na quinta-feira, o vice primeiro-ministro britânico, Nick Clegg, também afirmou a “House Magazine” estar preocupado sobre “certos” países (em referência a Israel) conduzirem a questão iraniana com suas próprias mãos, mas se recusou a responder se o Reino Unido pode participar de um confronto militar com o país. Ministro da Defesa de Israel diz que poderá ser necessário agir Israel, que acredita-se ter o único arsenal militar do Oriente Médio, vê o projeto de enriquecimento de urânio do Irã como uma grande ameaça. O Ministro da Defesa de Israel Ehud Barak afirmou que “se as sanções não atingirem o objetivo esperado de parar o programa nuclear militar (iraniano), será necessário considerar agir”. - Hoje, ao contrário de antes, existe um entendimento global de que o Irã deve ser impedido de se tornar (uma potência) nuclear e nenhuma opção deve ser tirada da mesa... Hoje, ao contrário de antes, existe um entendimento global de que no caso das sanções não atingirem o resultado pretendido de parar o programa nuclear militar, será necessário considerar ações. O vice-premier Moshe Yaalon declarou que as instalações nucleares do Irã são vulneráveis a ataque, contradizendo o que especialistas estrangeiros e autoridades de defesa israelenses afirmam, já que o programa é feito em construções subterrâneas. O chefe da Inteligência Militar de Israel, o major-general Aviv Kochavi, estimou na quinta-feira que o Irã pode fabricar quatro bombas atômicas com o urânio já estocado. Ele também acredita que o país pode levar apenas um ano para concluir uma bomba. - O Irã acumulou mais de quatro toneladas de urânio enriquecido a 3,5% e quase 100 kg enriquecidos a 20%. Essa quantidade de material já é suficiente para quatro bombas atômicas. O “Washington Post” afirmou que o adiamento de um exercício militar conjunto entre americanos e israelenses pode ter assinalado a perspectiva de um ataque israelense para breve. O “People’s Daily”, jornal do Partido Comunista chinês, reforçou nesta sexta-feira que Pequim se opõe as sanções contra o Irã, alertando que a tensão sobre seu programa nuclear afeta o mercado de energia e pode atrapalhar a recuperação da economia global.
oglobo.globo.com | 03-02-2012
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Desta vez não se tratava da última possibilidade de cimeira. Mas as consequências do Conselho Europeu realizado a 30 de janeiro iriam ser importantes. Os 25, visto que o Reino Unido e a República Checa se recusaram a participar, adotaram o pacto fiscal e orçamental que a Alemanha, juntamente com a França, queria impor.
A partir do momento em que doze Estados-membros ratificaram o documento que deveria ser assinado em março, os países que aceitaram o pacto perdem o direito de declarar um défice anual superior a 0,5% do PIB e incorrem em sanções automáticas caso o défice do país ultrapasse a barreira dos 3%. No fundo, a política económica da quase totalidade dos Estados europeus fica agora inscrita num quadro europeu rigoroso e imutável.
Sendo a consequência lógica do Tratado de Maastricht e da introdução da moeda única, é um passo que os dirigentes europeus de então não se atreveram a dar. Forçados pelas circunstâncias, os atuais líderes aproximaram-se mais do que nunca da Europa federal – onde abandonaram um pouco mais ainda a soberania dos seus países, segundo o ponto de vista que se tiver.
Irá reinar assim a disciplina merkeliana. Mas, no entanto, nem assim fica regulada a crise da zona euro. O risco de incumprimento da Grécia ainda não foi eliminado, uma vez que Atenas, os seus credores privados e a troika declinam responsabilidades, exigindo aos outros esforços suplementares.
A descoberta de um buraco suplementar de 15 milhões de euros nas finanças gregas não vai facilitar as conversações. Nem a proposta alemã – não oficializada – de nomear um comissário do Orçamento para que a Grécia fique sob tutela.
Para além disso, as agências de rating, lideradas pela Standard & Poor’s, talvez não tenham a amabilidade de esperar pela ratificação do pacto orçamental antes de agravarem novamente a nota de alguns países.
A verdade é que a maneira como este pacto foi adotado deixa um amargo de boca que anuncia dificuldades futuras. Ninguém devia regozijar-se com o facto de Londres e Praga terem preferido afastar-se, mesmo que a política interna tenha pesado bastante nas suas decisões.
Uma Europa sem britânicos fica mais fragilizada no mundo e a Europa central, agora mais do nunca, carece de uma ancoragem europeia estável: a Hungria ignora cada vez mais as regras comunitárias; a Eslováquia afunda-se num escândalo de corrupção de consequências imprevisíveis; a Roménia começa agora a revoltar-se contra a austeridade.
Na Irlanda, as disposições para que o pacto fosse redigido de maneira a evitar o referendo talvez tenham o efeito inverso e comprometam o plano de resgate de 2010. Na Grécia, finalmente, toda a gente, à exceção, aparentemente, de Angela Merkel e dos negociadores da troika, se dá conta de que, independentemente das insuficiências das autoridades, a população se encaminha perigosamente para o ponto de rutura.
No meio de tudo isto, a Alemanha continua a desenhar uma Europa à sua maneira, simultaneamente “libertada” da parceria com um Nicolas Sarkozy enfraquecido e reticente quando se trata de assumir responsabilidades que nunca procurou ter. As consequências não são apenas económicas, mas também culturais.
Os espíritos crispam-se cada vez mais, as línguas soltam-se cada vez mais e seria conveniente que a Europa remetesse os alemães para o seu passado nazi ou prussiano. Mais insidiosa que as dificuldades económicas e sociais, a emergência desta tendência, aliada à escalada dos nacionalismos, é igualmente inquietante. E, contra isto, nenhum pacto orçamental será eficaz.
(Editorial)
www.presseurop.eu | 03-02-2012
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O príncipe William, neto da rainha Elizabeth II, chegou às Malvinas para uma missão de seis semanas como piloto da Royal Air Force (RAF) britânica, considerado pela Argentina uma "ato de provocação", em meio a uma escalada da tensão bilateral pela soberania do arquipélago. .. Leia Mais... Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias Copyright © 2012, Pernambuco.com - Diários Associados, Recife-PE, Brasil
www.pernambuco.com | 03-02-2012
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O vice presidente argentino, Amado Boudou, acusou o governo do Reino Unido de tentar encobrir assuntos internos desse país, como o desemprego e o separatismo escocês, com bravatas em relação às ilhas Malvinas. "A população (britânica) está muito mal e estão tentando tapar esta situação com estas bravatas que estamos vendo", afirmou Boudou nesta quinta feira à emissora de rádio La Red, de Buenos Aires.
noticias.terra.com.br | 02-02-2012
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