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Novo governo romeno recebe aprovação parlamentar BUCARESTE, 9 Fev (Reuters) – O novo primeiro-ministro da Romênia, Mihai Razvan Ungureanu, obteve na quinta-feira aprovação parlamentar para formar um gabinete que representará pouco em termos de mudanças políticas, mas que poderá atenuar medidas de austeridade no período pré-eleitoral. Quatro dias depois da renúncia do premiê Emil Boc, [...]
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correiodobrasil.com.br | 09-02-2012
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O primeiro-ministro interino da Romênia, Mihai Razvan Ungureanu, nomeou nesta quarta-feira seu gabinete de governo, uma mistura de novos e antigos ministros. O anúncio ocorre dois dias após o ex-premiê Emil Boc, que governava o país desde 2008, ter renunciado em meio aos protestos da população
www.estadao.com.br | 08-02-2012
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www.rtp.pt | 07-02-2012
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O presidente romeno Traian Basescu nomeou nesta segunda-feira como primeiro-ministro o chefe do serviço exterior de informação, Mihai Razvan Ungureanu, após a demissão do governo de centro-direita de Emil Boc. "As reformas vão continuar", afirmou Ungureanu após sua escolha. O novo premier, de 43 anos, foi ministro das Relações Exteriores entre 2004 e 2007 até ser designado chefe do serviço de informação (SIE). Ungureanu fala vários idiomas, entre eles o francês, o inglês e o alemão e é professor de história na Universidade de Bucareste. Ele dispõe de dez dias para formar seu gabinete e obter o aval do Parlamento. "A prioridade do novo governo será restabelecer gradualmente o poder de compra dos romenos, que já pagaram a conta pelas medidas de estabilização", disse. O novo governo deverá, também, dar "continuidade à luta contra a corrupção, se possível, de maneira ainda mais eficaz", acrescentou. Ungureanu se disse, ainda, consciente do "contexto delicado" no qual assume as funções e afirmou que vai iniciar, a partir da manhã de terça-feira, discussões com os partidos da coalizão no poder, para formar rapidamente o novo gabinete. .. Leia Mais... Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias Copyright © 2012, Pernambuco.com - Grupo Associados, Recife-PE, Brasil
www.pernambuco.com | 07-02-2012
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BUCARESTE, Romênia, 6 Fev 2012 (AFP) O presidente romeno Traian Basescu nomeou nesta segunda feira como primeiro ministro o chefe do serviço exterior de informação, Mihai Razvan Ungureanu, após a demissão do governo de centro direita de Emil Boc.
noticias.terra.com.br | 06-02-2012
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O até agora ministro da Justiça, Catalin Predoiu, foi nomeado nesta segunda feira em Bucareste primeiro ministro interino da Romênia, após a renúncia do conservador Emil Boc, quem entregou o cargo diante do descontentamento social por sua política de austeridade. A Presidência do país anunciou em comunicado emitido em pelo site oficial que Predoiu desempenhará o cargo "até a formação do novo governo".
noticias.terra.com.br | 06-02-2012
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O primeiro ministro da Romênia, o conservador Emil Boc, anunciou nesta segunda feira em Bucareste sua renúncia, após os fortes protestos registrados contra sua política de austeridade.
noticias.terra.com.br | 06-02-2012
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BUCARESTE - O primeiro-ministro romeno, Emil Boc, disse nesta segunda-feira que ele e todo o seu governo vão renunciar aos cargos imediatamente para proteger a estabilidade do país. Ele afirmou que está renunciando "para aliviar a situação social" - referindo-se a semanas de protestos na Romênia sobre medidas de austeridade que ele introduziu em 2010. Emil Boc, que se tornou primeiro-ministro em 2008, incitou os políticos rivais da Romênia a serem maduros e rapidamente votar para um novo governo. Ele defendeu sua reputação, dizendo que ele havia tomado “decisões difíceis pensando sobre o futuro da Romênia, não porque eu quis, mas porque eu tinha que fazer.” O primeiro-ministro acrescentou ainda que o Fundo Monetário Internacional previu um crescimento de até 2 por cento este ano - menor que o esperado, mas superior à média da União Europeia.
oglobo.globo.com | 06-02-2012
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LONDRES e KIEV - Subiu nesta sexta-feira para ao menos 220 o número de mortos pela onda de frio glacial que há uma semana atinge a Europa, sobretudo Romênia, Polônia e Ucrânia, onde estão mais da metade das vítimas. As baixas temperaturas, que em alguns pontos da Rússia chegaram a 50 graus negativos, devem continuar durante o fim de semana. Só na Ucrânia, onde a temperatura chegou a -30°C, foram 101 vítimas. Delas, 64 foram achadas nas ruas, 26 dentro de suas casas e 11 morreram enquanto recebiam tratamento no pior inverno do país dos últimos seis anos. Na Espanha, autoridades advertem para o que pode ser a pior onda de frio das últimas décadas. Veja também Ao divulgar o número, o Ministério de Situações de Emergência ucraniano acrescentou que mais de 1.200 pessoas foram hospitalizadas devido à hipotermia. Autoridades fecharam escolas e universidades e abriram cerca de 3 mil abrigos em todo o território. Hospitais estão sendo orientados a não liberar pacientes sem-teto para que não morram de frio. Na Romênia, onde o frio já fez 22 vítimas, um bebê de 4 meses morreu de hipotermia dentro de casa. Autoridades recolheram outras nove crianças que estavam subnutridas e alertaram que mais de 1.500 correm risco. — Nós estamos fazendo o máximo para nos preparar contra o frio e, se a vida de crianças corre risco, vamos tomar as medidas necessárias — disse o porta-voz do governo romeno, Tiberiu Bantas. A rara nevasca em Roma mudou a paisagem de cartões-postais como a Praça de São Pedro e a Fontana de Trevi, que teve suas águas congeladas, e provocou o fechamento do Coliseu e do Foro Romano. A medida é tomada por precaução sempre que neva na cidade. Esta é a tempestade de neve mais intensa que atinge a capital italiana desde a década de 1980. A Santa Sé adiou o encontro “Jovens pela paz” agendado para sábado entre o Papa Bento XVI e cerca de 7 mil jovens. O cenário branco chamou a atenção até do Pontífice, que apareceu na janela para olhar a neve. Na Espanha, as autoridades alertaram prefeituras para se prepararem para “a pior onda de frio dos últimos 20 ou 30 anos” e oferecer todos os recursos aos sem-teto. As previsões da meteorologia dizem que o frio e a neve podem poderiam diminuir no domingo. O prefeito Gianni Alemanno suspendeu as aulas para não atrapalhar os alunos que não conseguem chegar à escola. O Ministério do Interior recomendou precaução nas estradas e pediu aos italianos que evitem andar de carro. A Polônia registrou 29 mortos na onda de frio, que chegou a -30°C. A maioria dos mortos também é de pessoas que viviam nas ruas. O governo divulgou um apelo para a população informe imediatamente às autoridades se virem pessoas vagando perdidas ou consumindo álcool. Na Sérvia, cerca de 11 mil moradores de 6.500 mil casas de vilarejos estão presos em suas comunidades devido ao frio. Cinco pessoas morreram. Helicópteros estão sendo usados para o resgate, assim como na Bósnia, onde uma religiosa cristã, que vivia sozinha, foi retirada de um monastério. Outros países também registraram vítimas, como Lituânia, Hungria, República Tcheca e Macedônia.
oglobo.globo.com | 03-02-2012
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Desta vez não se tratava da última possibilidade de cimeira. Mas as consequências do Conselho Europeu realizado a 30 de janeiro iriam ser importantes. Os 25, visto que o Reino Unido e a República Checa se recusaram a participar, adotaram o pacto fiscal e orçamental que a Alemanha, juntamente com a França, queria impor.
A partir do momento em que doze Estados-membros ratificaram o documento que deveria ser assinado em março, os países que aceitaram o pacto perdem o direito de declarar um défice anual superior a 0,5% do PIB e incorrem em sanções automáticas caso o défice do país ultrapasse a barreira dos 3%. No fundo, a política económica da quase totalidade dos Estados europeus fica agora inscrita num quadro europeu rigoroso e imutável.
Sendo a consequência lógica do Tratado de Maastricht e da introdução da moeda única, é um passo que os dirigentes europeus de então não se atreveram a dar. Forçados pelas circunstâncias, os atuais líderes aproximaram-se mais do que nunca da Europa federal – onde abandonaram um pouco mais ainda a soberania dos seus países, segundo o ponto de vista que se tiver.
Irá reinar assim a disciplina merkeliana. Mas, no entanto, nem assim fica regulada a crise da zona euro. O risco de incumprimento da Grécia ainda não foi eliminado, uma vez que Atenas, os seus credores privados e a troika declinam responsabilidades, exigindo aos outros esforços suplementares.
A descoberta de um buraco suplementar de 15 milhões de euros nas finanças gregas não vai facilitar as conversações. Nem a proposta alemã – não oficializada – de nomear um comissário do Orçamento para que a Grécia fique sob tutela.
Para além disso, as agências de rating, lideradas pela Standard & Poor’s, talvez não tenham a amabilidade de esperar pela ratificação do pacto orçamental antes de agravarem novamente a nota de alguns países.
A verdade é que a maneira como este pacto foi adotado deixa um amargo de boca que anuncia dificuldades futuras. Ninguém devia regozijar-se com o facto de Londres e Praga terem preferido afastar-se, mesmo que a política interna tenha pesado bastante nas suas decisões.
Uma Europa sem britânicos fica mais fragilizada no mundo e a Europa central, agora mais do nunca, carece de uma ancoragem europeia estável: a Hungria ignora cada vez mais as regras comunitárias; a Eslováquia afunda-se num escândalo de corrupção de consequências imprevisíveis; a Roménia começa agora a revoltar-se contra a austeridade.
Na Irlanda, as disposições para que o pacto fosse redigido de maneira a evitar o referendo talvez tenham o efeito inverso e comprometam o plano de resgate de 2010. Na Grécia, finalmente, toda a gente, à exceção, aparentemente, de Angela Merkel e dos negociadores da troika, se dá conta de que, independentemente das insuficiências das autoridades, a população se encaminha perigosamente para o ponto de rutura.
No meio de tudo isto, a Alemanha continua a desenhar uma Europa à sua maneira, simultaneamente “libertada” da parceria com um Nicolas Sarkozy enfraquecido e reticente quando se trata de assumir responsabilidades que nunca procurou ter. As consequências não são apenas económicas, mas também culturais.
Os espíritos crispam-se cada vez mais, as línguas soltam-se cada vez mais e seria conveniente que a Europa remetesse os alemães para o seu passado nazi ou prussiano. Mais insidiosa que as dificuldades económicas e sociais, a emergência desta tendência, aliada à escalada dos nacionalismos, é igualmente inquietante. E, contra isto, nenhum pacto orçamental será eficaz.
(Editorial)
www.presseurop.eu | 03-02-2012
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VARSÓVIA, Polônia - A União Europeia assinou nesta quinta-feira o acordo antipirataria Acta (sigla em inglês para Acordo Comercial Antipirataria). O texto foi assinado em Tóquio por 22 estados-membros da UE. A assinatura do Acta deve ser ratificada pelo Parlamento Europeu em junho. Entre os países signatários estão França, Polônia, Itália, Espanha, Portugal, Grécia, Finlândia, Romênia, Irlanda e Grécia. Holanda, Chipre, Eslováquia, Estônia e Alemanha não assinaram o acordo, mas se comprometeram a fazê-lo no futuro, segundo informou o Partido Verde do Parlamento Europeu. Houve protestos contra o Acta no continente, sobretudo na Polônia, onde sites do governo foram derrubados pelo grupo hacker Anonymous e milhares de manifestantes protestaram diante do edifício da União Europeia em Varsóvia. Logo após a assinatura, os manifestantes se reuniram nas cidades polonesas de Poznan e Lublin para para protestar. Parlamentares do movimento de esquerda Palikot foram trabalhar vestindo máscaras para sinalizar insatisfação, enquanto o maior partido de oposição do país - o Lei e Justiça, de direita - pediu a realização de um referendo sobre o assunto. O Acta é um acordo comercial global que visa a harmonizar padrões internacionais para a proteção dos direitos de propriedade intelectual dos produtores de música, filmes, remédios, artigos de moda e uma gama de outros produtos alvos de pirataria, sobretudo on-line. Os que se opõem ao texto temem que o acordo abra brecha para que autoridades bloqueiem o conteúdo e o acesso à internet. O trecho mais criticado do acordo é o que permite aos países restringir o acesso do internauta à rede caso ele reincida na prática da pirataria após duas notificações das autoridades, que passam a poder solicitar aos provedores de internet os dados pessoais dos clientes. O Acta tem aspectos semelhantes aos dos controversos projetos de lei americanos Sopa (sigla de Stop Online Piracy Act) e Pipa (Protect Intellectual Property Act), que foram engavetados na semana passada depois do protesto que tirou do ar ou escureceu a cor de fundo de milhares de sites da internet, entre eles Wikipédia e Google. Uma estrela do rock polonês, Zbigniew Holdys, saiu em apoio ao Acta, acusando os ativistas internet, que criticam o acordo, de lucrar com a pirataria on-line. Os estados signatários não são obrigados a cumprir os artigos do acordo. Segundo o “El Pais”, quando veio a público as negociações sigilosas sobre o Acta, as autoridades europeias tentaram abafar o escândalo garantindo que, na União Europeia, qualquer punição contra pirataria se daria por vias judiciais. As negociações sobre o Acta se iniciaram em 2007, sob sigilo e críticas. Os primeiros a assinarem do acordo foram Estados Unidos, Japão e Suíça. Mais tarde, Austrália, Canadá, Coreia do Sul, Emirados Árabes Unidos, Jordânia, Marrocos, México, Nova Zelândia e Cingapura também fizeram parte do grupo. Nenhum país da América do Sul assinou o Acta até o momento.
oglobo.globo.com | 26-01-2012
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Varsóvia, Polônia, 25/1/2012 – Os planos para privatizar a saúde provocaram variadas manifestações nas ruas das grandes cidades da Romênia há mais de uma semana. As principais demandas são transparência e responsabilidade na tomada de decisões do governo. Esta privatização proposta pelo governo centro-direitista é parte do programa de austeridade, o mais rígido da Europa, [...]
envolverde.com.br | 25-01-2012
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Centenas de manifestantes se reuniram nesta sexta-feira no centro de Bucareste e o governo romeno prepara a mobilização da sua tropa de choque policial durante o fim de semana à espera de novos protestos depois de incidentes violentos em manifestações nesta semana contra medidas de austeridade.
Até então, a Romênia havia escapado quase ilesa aos distúrbios que tomaram conta de outras nações europeias em dificuldades econômicas, como a Grécia. A violência dos últimos dias, embora limitada, foi apontada como a pior no país em quase uma década.
Cerca de 3.000 pessoas participaram de protestos em várias cidades nesta sexta-feira, sendo 500 no centro de Bucareste, segundo estimativas da polícia.
Na quinta-feira, uma passeata na capital já havia reunido 7.000 pessoas. No mesmo dia mais tarde, a polícia usou gás lacrimogêneo para dissolver outro protesto, cujos participantes atiravam tijolos e garrafas nos policiais. Leia mais (20/01/2012 - 20h32)
redir.folha.com.br | 20-01-2012
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RIO - Três anos depois de se firmar como uma referência de bilheterias bem-sucedidas no circuito dos cinemas de arte graças ao sucesso comercial de “O concerto” (2009), o judeu romeno Radu Mihaileanu resolveu provar que uma alegoria política sobre o poder feminino também é capaz de lotar salas de exibição. E vem tendo êxito na empreitada: seu novo filme, “A fonte das mulheres” (“La source des femmes”), centrado numa greve de sexo numa aldeia no perímetro do Oriente Médio, vendeu meio milhão de ingressos na França em apenas um mês. Indicado à Palma de Ouro no último Festival de Cannes, em maio, o longa estreia hoje no Brasil endossado por resenhas elogiosas (confira o Bonequinho de Ely Azeredo na página 12 do Rio Show). Num encontro com o GLOBO em Paris, o cineasta, premiado pela crítica no Festival de Veneza de 1998 por “Trem da vida”, explicou como o filme serve de alegoria para a importância dos governos femininos, incluindo a gestão de Dilma Rousseff no Planalto. O GLOBO: Ao narrar uma greve de sexo em meio a um ambiente de guerra, “A fonte das mulheres” faz alusão à peça “Lisístrata”, de Aristófanes — que inspirou uma canção brasileira, “Mulheres de Atenas”, de Chico Buarque e Augusto Boal. Mas, durante sua passagem por Cannes, o senhor relacionou o filme a fatos reais. De que forma esses fatos traduzem a condição feminina no Oriente Médio? RADU MIHAILEANU: Embora adore o Brasil e sua música, eu não conheço essa canção. O que me inspirou foi uma notícia que li em 2001 sobre uma aldeia no interior da Turquia na qual as moradoras fizeram uma greve de amor para forçar seus maridos a resolver o problema de abastecimento de água no local. De cara, aquela notícia me fez rir, pelo inusitado de ver uma reação assim, similar ao que ocorria na antiguidade, ser tomada neste mundo de alta tecnologia. Isso me dava brecha para criar uma fábula, o que me fez ambientar meu filme em algum lugar não especificado entre o Norte da África e o Oriente Médio. Um “não lugar”. Voltei a Aristófanes para buscar seu humor preservando a dimensão política do gesto daquelas mulheres. A atitude delas foi uma afirmação de poder pelo sexo. Era um gesto que servia para criar uma alegoria cinematográfica sobre a recente ascensão feminina à liderança governamental de vários locais em diversos países. Incluindo o Brasil, sob a presidência de Dilma Rousseff? Depois das minhas visitas ao Brasil, eu me dei conta de que o maior desafio de vocês, mesmo com todo o desenvolvimento econômico alcançado na década passada, é a educação. O analfabetismo é sempre um fantasma social. E ninguém, num âmbito institucional, representa melhor a luta em prol da educação do que as mulheres. Basta você pensar no arquétipo clássico de família: são as mulheres que zelam pela formação dos filhos. Mas seu filme busca ir além desse arquétipo ao mostrar personagens que assumem a liderança de seus clãs frente à fragilidade dos homens. Sim. Porque acredito que as mulheres vão muito além desse arquétipo, embora ele exista. Elas têm a habilidade de encarar crises preservando sempre o bem-estar de seus pares. É assim em casa, é assim no governo, vide os exemplos de Indira Gandhi e Golda Meir. Não sei o que sua presidente já fez. Mas confio no interesse dela para melhorar a formação dos brasileiros. Acreditar na força do poder feminino é acreditar na serenidade. Eu uso a palavra “fonte” no título do meu filme porque as mulheres são a fonte de tudo o que é sereno. De alguma forma esse interesse pela serenidade na política tem reflexos da sua experiência na Romênia sob a ditadura de Nicolae Ceausescu (1918–1989)? Claro. Cresci sob uma ditadura. Sou um romeno judeu radicado na França que rodou o mundo como nômade buscando se encontrar. Sempre me senti um mestiço cultural por isso. Meus primeiros filmes, em especial “Trem da vida”, lidam com a minha memória sob um aspecto trágico, da violência, da opressão, do silêncio. E eram filmes com personagens principais masculinos, sempre à deriva do trágico, como o judeu etíope de “Um herói do nosso tempo”. Só que eu acredito que o cinema tem a possibilidade de vislumbrar um mundo para além das tragédias. E, a partir de “O concerto”, percebi que era hora de falar das novas perspectivas de esperança. “A fonte das mulheres” nasceu de um sentimento de não me conformar com a impressão de que o mundo vai mal. Neste momento em que o cinema casa ficção e documentário com cada vez mais frequência, “A fonte das mulheres” dilui o realismo numa narrativa fabular. Qual é o papel da fábula no cinema contemporâneo? Não me interessa reproduzir a realidade. Eu faço filmes porque o cinema pode transcender o real. E é a transcendência que eu quero. Isso vem da minha origem judaica. Os contos judeus sempre retrataram o que está à sua volta com um apreço pelo absurdo, pelo inusitado, como a barata de Kafka. O senhor combinou atrizes profissionais de diferentes gerações, como Hafsia Herzi e Hiam Abbass, com um elenco iniciante. Como foi o processo? Como eu produzo meus próprios filmes, eu ponho no orçamento que o trabalho com o elenco deve começar um mês antes das filmagens, nas locações. Filmei “A fonte das mulheres” no Marrocos, a 50 quilômetros ao sul de Marrakesh. Eu me mudei com todos os atores para uma aldeia nesse local e ficamos lá por 30 dias, entre leituras e conversas. Ali surgiu intimidade, o que dá veracidade aos núcleos familiares que retrato. Minhas mulheres tinham cumplicidade entre si. Em 2006, em sua passagem pelo Rio, o senhor exaltou a força do cinema da América do Sul, em especial do Brasil. O senhor continua impressionado com o cinema feito no continente? A alegria de viver dos brasileiros impulsiona a liberdade de sua expressão. Minha única tristeza hoje ao pensar no Brasil é lembrar da morte (em outubro de 2011) de Leon Cakoff, o curador da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, com quem eu aprendi muito sobre o seu país. Era um dos homens de maior bom gosto que já conheci e o cinema do mundo inteiro perde com sua ausência.
oglobo.globo.com | 20-01-2012
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O governo de centro direita da Romênia rejeitou nesta quarta feira o pedido de renúncia proposto pela oposição, enquanto milhares de pessoas se manifestavam em cidades de todo o país pelo sexto dia consecutivo para exigir eleições antecipadas. Os protestos, que geraram violentos confrontos entre manifestantes e policiais durante o final de semana, criticam a gestão da crise do governo, que adotou uma das políticas de austeridade mais drásticas da Europa.
noticias.terra.com.br | 18-01-2012
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Ao menos 113 pessoas foram presas ontem na Romênia em protestos contra medidas de austeridade do governo. Os detidos foram acusados de levar pedras e armas brancas para as manifestações. Eles foram soltos após terem sido fichados na polícia. Cerca de 10 mil pessoas pediram na segunda-feira em
www.estadao.com.br | 18-01-2012
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Milhares de pessoas saíram às ruas de toda a Romênia nesta segunda feira pelo quarto dia consecutivo para pedir a renúncia do governo, que impõe uma das políticas econômicas mais rígidas da Europa para cumprir compromissos de austeridade estabelecidos com o Fundo Monetário Internacional (FMI). Segundo a Efe pôde comprovar em Bucareste, os protestos não autorizados se desenrolaram pela tarde (local) no centro da cidade, sob neve fraca e em meio a estritas medidas de segurança.
noticias.terra.com.br | 16-01-2012
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BUCARESTE - O Tribunal Constitucional da Romênia desistiu da polêmica lei que permitia a eutanásia de milhares de cachorros vivendo em abrigos para animais abandonados. A Justiça determinou nesta quarta-feira que a medida é inconstitucional e deve ser redigida pelo Parlamento. Em novembro, deputados aprovaram a lei que permitiria que funcionários do governo recolhessem animais abandonados da rua, colocando-os em abrigos. Se os cães não fossem adotados em 30 dias, o governo poderia, então, ordenar a morte dos caninos. A medida, no entanto, só entraria em vigor após um referendo local. O juiz do Tribunal Constitucional, entretanto, entendeu que a decisão sobre a eutanásia de cachorros deve ter como base regras claras, não votações populares local. Na capital Bucareste, vivem pelo menos 50 mil cachorros abandonados. Grupos de direitos animais pedem que o governo aumente as verbas para esterilização de animais no país.
oglobo.globo.com | 11-01-2012
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SÃO PAULO — O fraco desempenho da economia no terceiro trimestre fez o Brasil perder seis posições no ranking dos países que mais crescem no mundo. Com a expansão de 2,1% do PIB em relação ao terceiro trimestre de 2010, o país caiu para a 30ª posição do ranking, que continua sendo liderado pela China, que, mesmo em desaceleração, cresceu 9,1% entre julho e setembro. O Brasil também ficou atrás de todos os países do Brics (grupo das maiores economias emergentes, formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). A Índia, com expansão de 6,9%, aparece em quinto lugar no ranking, enquanto a Rússia, com 4,8%, é a 12ª. Até a África do Sul, que no ranking do segundo trimestre estava na lanterna do grupo, cresceu mais, 3,1%, e figura no 25º posto agora. Mesmo perdendo fôlego em relação a 2010, quando cresceu a uma vigorosa taxa de 7,5%, o Brasil deve manter-se como a sétima maior economia do mundo este ano. Simulação feita pela Austin Rating com base nas mais recentes projeções de crescimento do PIB para as principais economias indica que o PIB brasileiro deve atingir este ano US$ 2,28 trilhões — valor que leva em conta uma alta anual de 3% do PIB.
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Mesmo com uma expectativa de crescer apenas 1,7%, o PIB dos Estados Unidos deve passar de R$ 15 trilhões. O PIB chinês deve crescer 9,2%, para US$ 6,75 trilhões, consolidando-se como a segunda maior economia do planeta, à frente do Japão, que continuará encolhendo ( -0,5%), com US$ 5,3 bilhões.
Expansão fica abaixo até da registrada pela Alemanha A freada do trimestre passado fez a economia brasileira crescer menos do que a da Alemanha, que, mesmo estando no epicentro da crise europeia, teve uma expansão de 2,6% do PIB no período. Alex Agostini, economista-chefe da Austin Rating, ressalta que esse dado deve ser visto com cuidado, uma vez que a economia alemã vem crescendo pouco já há algum tempo, enquanto o Brasil se expandiu fortemente em 2010. No terceiro trimestre de 2010, o PIB alemão avançara 3,9%, enquanto o brasileiro saltou 6,7%. — Em termos qualitativos, o Brasil cresceu mais. Uma taxa um pouco menor, mas sobre uma base ampliada, de renda e produção muito maior — disse Agostini. Sobre o fato de o país ter ido para a lanterna do Brics, o economista observa que China e Índia seguem firmes movidos por processos muito fortes de urbanização, transformações sociais e crescimento da demanda interna, fatores que minimizam os efeitos da piora do cenário externo. A expansão mais robusta da Rússia, segundo ele, é parecida com a da Alemanha, já que o país também acumulou taxas muito baixas de crescimento em 2010. Na África do Sul, o economista vê características comuns ao Brasil, como a evolução do consumo interno, a expansão do mercado financeiro e dos investimentos. Para a Europa, apesar de desempenhos melhores como os da Alemanha, da Suécia (4,6% no trimestre passado), da Polônia (4,2%) e da Romênia (4,4%), as perspectivas não são boas. — A perspectiva é ruim por causa do impasse atual, que deve contaminar a atividade da região em 2012 — diz Agostini.
Dilma fiz que redução do ritmo foi uma ação deliberada do governo
Em resposta ao anúncio de que o ritmo de crescimento do PIB não alcançou a meta desejada inicialmente pelo governo, a presidente Dilma Rousseff afirmou, nesta terça-feira à noite, que o governo fez uma ação "deliberada" para evitar maior crescimento da economia. —Tivemos que, deliberadamente, diminuir o ritmo de crescimento — disse Dilma, durante entrega do prêmio de brasileira do ano, concedido pela Editora Três. A presidente destacou, no entanto, que a economia do país deve atingir um ritmo de aceleração de 3,2%, "apesar da crise", disse ela. No discurso, Dilma criticou os que, no início de seu governo, criticaram que o país passaria por uma crise cambial. Também lembrou que o ano de 2011 fechará com volume de exportação maior que de importação, e afirmou que o Brasil está situação mais confortável que os Estados Unidos e países europeus. Mas ressalvou: — Sabemos também que num mundo globalizado nenhum país está imune aos efeitos da crise. O Brasil, tecnicamente, não está imune aos efeitos da crise — disse ela, que fez uma homenagem aos "griseldos e griseldas" que vivem no país, numa referência à personagem de Lilia Cabral na novela Fina estampa. A atriz também foi homenageada no evento desta terça-feira.
oglobo.globo.com | 07-12-2011
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O governo Obama pretende completar o escudo antimísseis destinado a proteger aliados europeus contra o Irã, "goste a Rússia ou não", disse na sexta-feira o embaixador norte-americano junto à Otan. As objeções de Moscou ao projeto, que conta com a participação de Romênia, Polônia, Turquia e Espanha,
www.estadao.com.br | 02-12-2011
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O governo Obama pretende completar o escudo antimísseis destinado a proteger aliados europeus contra o Irã, "goste a Rússia ou não", disse na sexta feira o embaixador norte americano junto à Otan. As objeções de Moscou ao projeto, que conta com a participação de Romênia, Polônia, Turquia e Espanha, "não serão a força motriz no que fazemos", disse o embaixador Ivo Daalder a jornalistas.
noticias.terra.com.br | 02-12-2011
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SÃO PAULO – O ex-atacante Ronaldo participou nesta sexta-feira, em São Paulo, da prèmiere do documentário “#prasemprefenomeno”, sobre os momentos que antecedem sua despedida como jogador profissional, no jogo contra a Romênia, realizado em 7 de junho, em São Paulo. Ao lado do lutador Anderson Silva, o Fenômeno acompanhou a exibição do documentário de 45 minutos numa sala de cinema em um shopping da Zona Oeste da capital paulista cercado de amigos, assessores e jornalistas. VÍDEO: Veja o trailer de “#prasemprefenomeno” Na coletiva após a exibição, o ex-atacante fez questão de rebater as declarações do presidente do Santos, Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro, de que Ronaldo foi representante do Real Madrid na frustrada tentativa de contratação de Neymar, dada ao jornal Folha de S.Paulo esta semana. Na oportunidade, o dirigente chamou o Fenômeno de “empresário” e disse que o ex-jogador “queria ganhar dinheiro” com o episódio. - Quero deixar claro que não sou empresário de futebol. Conquistei tudo o que tenho no futebol, não vou me envolver como empresário. Hoje tenho uma empresa de marketing esportivo, que trabalha com a imagem de atletas – salientou. Segundo Ribeiro, a investida do clube espanhol em Neymar começou justamente na época da despedida do Fenômeno, período retratado no documentário que tem na direção Felipe Briso, cuja equipe ficou “na cola” do ex-atacante durante os 19 dias que antecederam a partida final. - A técnica utilizada é a do cinema direto. A ideia foi influenciar muito pouco no que estava acontecendo – disse o diretor de “#prasemprefenomeno”, que alega ter se inspirado no também documentário “Entreatos”, de 2004, dirigido por João Moreira Salles e que mostra os bastidores da campanha política de Lula. Sobre o documentário, Ronaldo disse ter ficado emocionado na parte final, onde a torcida o ovaciona antes, durante e depois de seus últimos 15 minutos como jogador profissional. - Chorei muito, na primeira vez que vi, ao lembrar da torcida, minha mãe chorando na despedida – disse Ronaldo Fenômeno. Protagonista do documentário, o ex-atacante destacou a atuação do filho mais novo, Alex. O menino aparece no colo do Fenômeno na chegada ao Estádio do Pacaembu, onde aconteceu o amistoso contra os romenos. Depois, é visto no vestiário fazendo “massagem” em Ronaldo. Em outro momento, o ex-jogador enrola uma faixa na cabeça do garoto, dizendo que ele havia virado uma múmia. - O Alex vai concorrer ao prêmio de melhor ator coadjuvante – brincou o ex-jogador. O documentário, que tem produção da bigBonsai e distribuição da Vinny Filmes chega às lojas de todo Brasil a partir do dia 12 de dezembro, ao preço de R$ 29,90.
oglobo.globo.com | 25-11-2011
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A Rússia avisou nesta quarta-feira ao Ocidente de que poderá posicionar mísseis nas fronteiras da União Europeia para contra-atacar as instalações de defesa que os Estados Unidos planejam instalar na Europa Oriental. O presidente Dmitri Medvedev declarou que a Rússia está preparada para posicionar mísseis Iskander - que, segundo as autoridades, têm um alcance de 500 quilômetros - no encrave de Caliningrado, que faz fronteira com os membros da União Europeia, Polônia e Lituânia. Usando uma retórica reminiscente da Guerra Fria, ele disse que os sistemas de armas também devem ser colocados no sul, próximo à Geórgia, inimiga russa, e à Turquia, membro da Otan, e usados para eliminar o sistema de defesa antimísseis. Romênia e Polônia concordaram em receber parte de um escudo antimísseis renovado dos Estados Unidos, que Washington disse visar somente a estados perigosos como Irã, mas Moscou acredita que seu arsenal também seja um alvo. A Turquia, membro da Otan, decidiu colocar um radar de alerta antecipado na base militar próxima a Malatya, no sul, como parte de um sistema de defesa antimísseis. Se o Ocidente continuar com seus planos, a Federação Russa irá posicionar, no oeste e no sul do país, sistemas modernos de armas que poderiam ser usados para destruir o componente europeu da defesa antimísseis americana. "Uma das medidas pode ser o posicionamento de sistema de mísseis Iskander em Caliningrado", disse Medvedev em um discurso televisionado. O secretário-geral da Otan, Anders Fogh Rasmussen, qualificou de "muito decepcionante", a ameaça de Medvedev. "A sugestão de que o deslocamento de mísseis a regiões próximas às da Aliança seria uma resposta apropriada ao sistema da Otan é muito decepcionante", afirmou Rasmussen em um comunicado no qual reafirmou que o dispositivo da Aliança Atlântica não está destinado a ter como alvo a Rússia. "Tal deslocamento seria retornar a uma época passada e não seria coerente com as relações estratégicas que a Otan e a Rússia decidiram instaurar e com o espírito de diálogo, inclusive no tema dos mísseis, que realizam atualmente", acrescentou. Medvedev ordenou o Ministro de Defesa da Rússia a colocar imediatamente sistemas de radares em Caliningrado, que alertam sobre a aproximação de ataques de mísseis em um estado de prontidão de combate. Ele disse que mísseis balísticos da Rússia poderiam superar os sistemas de defesa antimísseis, bem como "novas ogivas altamente efetivas". A disputa sobre a defesa antimísseis tem sido um obstáculo contínuo para um recomeço nas relações entre a Rússia e os Estados Unidos e, para Medvedev, isso poderá ter um impacto na cooperação pelo desarmamento com seu ex-inimigo da Guerra Fria. "Se a situação não se desenvolver bem, então a Rússia se reserva o direito de suspender outras medidas de desarmamento e os controles de armas correspondentes", declarou, falando diante de uma bandeira russa em sua residência. Ele também disse que o problema pode levar a Rússia a deixar o Tratado de Redução Estratégica de Armas (Start) para reduções de armas nucleares com os Estados Unidos, que Medvedev assinou com o presidente Barack Obama em abril de 2010. "Pode haver uma base para a saída do Start. Isso é permitido pelo próprio sentido de tratado", acrescentou Medvedev. Os comentários linha-dura de Medvedev foram feitos depois de ele ter se encontrado com Obama e conversado, nos bastidores, durante um encontro no Havaí, no começo deste mês. Eles também coincidem com a corrida das eleições legislativas dia 4 de dezembro, em que Medvedev está liderando a lista do partido Rússia Unida, no poder, em meio a um aparente crescimento do sentimento nacionalista no país. Os avisos vieram justamente quando o primeiro-ministro Vladimir Putin, que, segundo analistas, vem seguindo linha mais dura na política externa e militar que Medvedev, se prepara para voltar à presidência nas eleições de 2012. Medvedev recebeu o poder do seu mentor Putin, então presidente, em 2008 e junto com Obama agiu para fortalecer as relações Estados Unidos-Rússia, que haviam esfriado consideravelmente durante as presidências de Putin e George W. Bush. A agência de notícias Interfax disse que o alcance de mísseis Iskander é de 280 quilômetros, enquanto autoridades russas disseram, no passado, que eles podem atingir alvos à distância de 500 quilômetros. Caliningrado é parte da antiga região da Prússia Oriental que foi anexada pela União Soviética no fim da Segunda Guerra Mundial e um dos principais territórios estratégicos de Moscou. .. Leia Mais... Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias Copyright © 2011, Pernambuco.com - Grupo Associados, Recife-PE, Brasil
www.pernambuco.com | 24-11-2011
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A virada de mesa no futebol argentino, com a unificação das séries A e B no próximo ano que beneficia o recém-rebaixado River Plate, pode subir no telhado.
Jogadores do River lamentam o rebaixamento para a série B
Leia mais (28/07/2011 - 08h16)
redir.folha.com.br | 28-07-2011
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O amistoso desta terça feira, às 21h50 (de Brasília), envolvendo a Seleção Brasileira e a Romênia, no Estádio do Pacaembu, poderá acertar as diferenças constantes entre o governo estadual e municipal de São Paulo e a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) pela Copa do Mundo de 2014. Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, Ricardo Teixeira, presidente da entidade máxima do futebol brasileiro, estará na capital paulista e conversará com alguns membros do comitê da cidade, favorita a receber a ...
esportes.terra.com.br | 06-06-2011
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