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Suíça Política

O governo da Suíça congelou milhões de dólares em ativos da cúpula chavista e aplicou sanções contra aliados do governo do presidente venezuelano, Nicolas Maduro. Os valores bloqueados não foram revelados. Determinadas tecnologias e produtos de ponta também tiveram a exportação para a Venezuela proibida. Nos últimos meses, os suíços colaboraram com as autoridades americanas e detectaram mais de US$ 100 milhões em contas secretas mantidas por venezuelanos, suspeitos de corrupção. [Leia mais...]
atarde.uol.com.br | 28-03-2018
Marta Rovira, um dos símbolos do processo independentista, já está na Suíça. Quem não saiu do país está na cadeia. E a política continua bloqueada.
www.publico.pt | 23-03-2018
Textos que circulam pela internet apontam que o presidente Michel Temer teria tido "encontro discreto" com presidente da Nestlê, na Suíça, para discutir o assunto. Governo nega reunião sobre reservas de água.
www.bbc.com | 11-03-2018
A jurista Luislinda Dias de Valois Santos foi exonerada nesta terça-feira, 20, do Ministério dos Direitos Humanos, mas, mesmo assim, irá representar a pasta na 37 Sessão do Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas, em Genebra (Suíça).O decreto que designa a ex-ministra para a viagem, com ônus pagos pelo governo, é assinado pelo presidente Michel Temer e Gustavo do Vale Rocha, que agora comanda os Direitos Humanos, depois da saída de Luislinda. [Leia mais...]
atarde.uol.com.br | 21-02-2018
A Alemanha deverá formar um novo governo de coalizão por volta da Páscoa, afirmou hoje a ministra de Defesa do país, Ursula von der Leyen, que participa do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça.A aliança conservadora da chanceler alemã, Angela Merkel, vem tentando estabelecer uma nova coalizão desde setembro do ano passado, quando venceu a eleição parlamentar, mas não conquistou maioria absoluta. [Leia mais...]
atarde.uol.com.br | 25-01-2018
No exercício da Presidência da República, já que Michel Temer está na Suíça, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, contrariou a recomendação do governo de manter "silêncio" sobre o julgamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula de Silva e nesta quarta-feira, 24, divulgou uma nota oficial para comentar a condenação. Apesar de na assinatura Maia se colocar como presidente da Câmara, o documento foi divulgado pela Secretaria de Comunicação da Presidência da República. [Leia mais...]
atarde.uol.com.br | 24-01-2018
O secretário de Comércio dos Estados Unidos, Wilbur Ross, culpou a China por atividades protecionistas, mas ressaltou que o governo de Donald Trump não está tentando inflamar uma guerra comercial da época da Grande Depressão.Enquanto participa do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, Ross afirmou que as autoridades comerciais dos EUA continuam investigando possíveis violações de propriedade intelectual da China e verificam se esse é um caso para ação. [Leia mais...]
atarde.uol.com.br | 24-01-2018
Politicamente, o ideal seria que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pudesse se candidatar nas próximas eleições. Mas, juridicamente, o que trará tranquilidade ao País é o respeito à Constituição. Essa é a avaliação de Moreira Franco, ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência do governo Michel Temer. Na Suíça para participar a partir de amanhã de reuniões no Fórum Econômico Mundial, em Davos, o ministro insistiu: "a Constituição tem de ser cumprida". [Leia mais...]
atarde.uol.com.br | 23-01-2018
Região tem representações na Alemanha, França, Suíça, Reino Unido, Irlanda, Austrália, Itália, Estados Unidos e na Bélgica; apenas a de Bruxelas, referente à UE, continuará aberta

A Suíça é uma república democrática na forma de uma confederação. De acordo com a constituição de 1999, os cantões da Suíça detêm todos os poderes não especificamente delegados à Confederação. O parlamento bicameral suíço, a Assembléia Federal, é primariamente quem exerce o poder. As duas casas, o Conselho de Estado e o Conselho Nacional, têm poderes iguais em todos os aspectos, inclusive quanto à iniciativa legislativa. Os 46 membros do Conselho de Estado (dois de cada cantão e um de cada um dos antigos semicantões) são eleitos diretamente em cada cantão, enquanto os 200 membros do Conselho Nacional são eleitos diretamente num sistema de representação proporcional. O mandato dos membros da Assembléia é de quatro anos. Através de referendos o povo pode contestar qualquer lei votada pelo parlamento federal e por iniciativas introduzir emendas à Constituição federal, o que faz da Suíça uma democracia semi-direta. O órgão executivo máximo é o Conselho Federal, um colegiado de sete membros. Embora a constituição determine a responsabilidade da Assembléia Federal pela eleição e supervisão dos membros deste Conselho, ele assumiu gradualmente um papel de destaque na direção do processo legislativo, além de sua atribuição na execução da lei federal. O Presidente da Confederação é eleito dentre os sete conselheiros pela Assembléia Federal, e por um ano assume funções representativas especiais. Desde 1959, os quatro partidos majoritários estão representados no Conselho Federal de acordo com a "fórmula mágica", proporcional à sua representação no Parlamento federal: dois democratas cristãos (CVP/PDC), dois social-democratas (SPS/PSS), dois radicais democratas (FDP/PRD), e um do Partido Popular da Suíça (SVP/UDC). Esta distribuição tradicional dos assentos, entretanto, não é sustentada por nenhuma lei, e nas eleições de 2003 para o Conselho Federal o CVP/PDC perdeu seu segundo assento para o SVP/UDC. O Tribunal Federal zela pelo cumprimento da lei e resolução de conflitos oriundos de violações de autonomias cantonais e comunais, bem como de tratados internacionais; aprecia ainda reclamações por violação de direitos constitucionais. Seus juízes são eleitos pela Assembléia Federal para mandatos de seis anos.


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