Noticias sobre Dominique Strauss-Kahn

Socialistas aparecem à frente de Sarkozy em pesquisa

O secretário-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, venceria o presidente Nicolas Sark...(leia mais)

feedproxy.google.com | 8/25/10 5:32 PM
França: Strauss-Kahn favorito para as presidenciais de 2012
Tanto o actual director executivo do FMI, Dominique Strauss-Kahn, como a primeira secretária do ... feedproxy.google.com | 8/25/10 10:51 AM
FMI se diz "disposto" a ajudar o Paquistão pelas inundações
O Fundo Monetário Internacional (FMI) se disse disposto, este sábado, a ajudar o Paquistão, onde "milhões de pessoas sofrem" com as inundações que atingiram o país, segundo um comunicado da organização recebido em Paris. "O FMI está com o Paquistão nestes tempos difíceis e dará sua contribuição para ajudar o país", acrescentou a organização. O presidente do FMI, o francês Dominique Strauss Kahn, enviou carta neste sentido ao presidente paquistanês, Asif Ali Zardari. noticias.terra.com.br | 8/21/10 1:40 PM
Europa arrisca vários anos de crescimento débil, diz director do FMI
O director do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, estimou hoje que a Europa se arrisca a enfrentar «vários anos de crescimento fraco», originando um aumento do desemprego e um enfraquecimento do poder de compra.


rss.feedsportal.com | 7/16/10 11:57 AM
Europa arrisca “vários anos de crescimento fraco”
O director-geral do FMI, Dominique Strauss-Kahn, considerou hoje que a Europa se arrisca a ser ... feedproxy.google.com | 7/16/10 11:21 AM
Crescimento forte da Ásia e América Latina tornam improvável recaída da crise, diz FMI
O diretor-gerente do FMI (Fundo Monetário Internacional) Dominique Strauss-Kahn reiterou nesta terça-feira que o forte crescimento da Ásia e da América Latina torna improvável uma nova recaída da economia mundial. Na semana passada, o FMI elevou sua previsão para a expansão global neste ano de 4,2% para 4,6%, mas manteve o cenário para 2011 em 4,3%. "Prevemos que 2011 seja um pouco inferior ao patamar de 2010, mas isso está bem longe de uma nova recessão", afirmou Strauss-Kahn em uma entrevista coletiva. Leia mais (13/07/2010 - 08h11) redir.folha.com.br | 7/13/10 11:13 AM
Diretor do FMI vê pouco risco de nova recessão mundial
O diretor gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss Kahn, reiterou nesta terça feira que o forte crescimento da Ásia e da América Latina torna improvável uma nova recaída da economia mundial. noticias.terra.com.br | 7/13/10 9:55 AM
Moeda chinesa ainda está desvalorizada, afirma FMI
O FMI (Fundo Monetário Internacional) considera que o yuan continua desvalorizado apesar da recente apreciação permitida pelas autoridades de Pequim, afirmou na segunda-feira seu diretor-gerente, Dominique Strauss-Kahn. "Ainda acreditamos -- e essa é uma opinião geral no Fundo -- que o yuan está desvalorizado", declarou o diretor-gerente do FMI, durante coletiva de imprensa em Washington. "A valorização do yuan vai em boa direção, e continuamos pressionando a seu favor, mas há muitos outros desequilíbrios (econômicos mundiais) que não serão corrigidos com uma simples modificação da taxa de câmbio", completou. Leia mais (29/06/2010 - 07h58) redir.folha.com.br | 6/29/10 9:42 AM
FMI: flexibilização do yuan é boa, mas não é suficiente
O diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, elogiou a China por seus planos de revalorizar sua moeda, mas apontou que o governo de Pequim deve fazer mais e que não espera uma apreciação rápida do yuan. "É claro que a valorização do yuan vai na direção certa e economia.estadao.com.br | 6/28/10 10:53 PM
Flexibilização do yuan é boa, mas não é suficiente, diz Strauss-Kahn
O diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, elogiou a China por seus planos de revalorizar sua moeda, mas apontou que o governo de Pequim deve fazer mais e que não espera uma apreciação rápida do yuan. "É claro que a valorização do yuan vai na direção certa e economia.estadao.com.br | 6/28/10 10:33 PM
Farra liberal a um passo do fim em Wall Street

Os principais líderes mundiais concordaram em traçar caminhos distintos para se reduzir os déficits públicos e tornar o sistema bancário mais seguro, em um reflexo da recuperação econômica desequilibrada e frágil em muitos países. Em contraste com a unidade das últimas três reuniões do Grupo dos 20, já realizadas em meio à crise global, as autoridades deixaram espaço para decisões solitárias e para a adoção de políticas "diferenciadas e sob medida".

Os países ricos e em desenvolvimento que compõem o G20 tentaram equilibrar suas diferentes prioridades com a promessa de reduzir pela metade os déficits até 2013 sem prejudicar o crescimento. Eles também se comprometeram a atuar contra o comportamento propenso ao risco por parte de bancos, sem no entanto desestimular o crédito.

– Nossos desafios são tão diversos quanto nossas nações. Mas, juntos, representamos cerca de 85% da economia global, e nós forjamos uma resposta coordenada à pior crise econômica de nosso tempo – disse o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, durante discurso na noite passada.

Em uma indicação do trabalho envolvido para que o G20 chegasse a um consenso, os negociadores demoraram pelo menos 45 horas para escrever o comunicado final, disse Dominique Strauss-Kahn, diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI). O G20 deu espaço para que cada país decida sobre como proceder em questões polêmicas, como a taxação sobre bancos para reaver o dinheiro gasto com o socorro a instituições financeiras e a implementação de regras de capital mais rígidas sobre o sistema bancário.

Alternativas múltiplas

Equilíbrio foi a palavra do momento. O grupo das 20 principais economias ricas e emergentes do mundo quer reduzir pela metade o déficit orçamentário até 2013 sem impedir o crescimento, e impor restrições ao risco bancário sem sufocar os empréstimos.

– Essa é a corda bamba que temos que atravessar. Para apoiar a recuperação, é indispensável seguir em frente com os planos de estímulo existentes... mas, ao mesmo tempo, países desenvolvidos devem enviar uma mensagem clara que à medida que nossos planos de estímulo chegarem ao fim, vamos nos concentrar em colocar nossas finanças em ordem – disse o primeiro-ministro canadense, Stephen Harper, no início do encontro.

Os líderes também precisam mostrar o progresso obtido com uma promessa feita em setembro de reequilibrar a economia global. Isso quer dizer que nações que dependem de suas exportações, como a China e a Alemanha, precisam olhar para si mesmas e países endividados, inclusive os EUA, precisam mudar sua maneira de contrair e gastar empréstimos.

Fontes do G20 disseram à Reuters que não haveria nenhuma referência à moeda chinesa, o iuan, em uma declaração final a ser divulgada ao final do encontro, nesse domingo. Uma versão prévia do documento, obtida pela Reuters, via com bons olhos a recente decisão de Pequim de afrouxar o controle sobre o iuan.

– A maioria dos membros do G20 recebeu bem os planos do governo da China de introduzir o câmbio flutuante para o yuan. Mas essa frase não constará no comunicado final, atendendo a um pedido dos chineses – disse Andrei Bokarev, um alto funcionário do departamento de finanças da Rússia.

O presidente dos EUA, Barack Obama, Hu Jintao, presidente da China e líderes das outras potências econômicas do G20, se reuniram pela quarta vez desde que a crise financeira dos EUA, em 2007, trouxe temores de uma nova Grande Depressão. O G20 se uniu no ano passado para jogar trilhões de dólares na batalha contra a recessão. Desde então, o grupo se tornou o principal fórum para coordenar as ações para vencer os desafios globais da economia.

– A economia mundial está se recuperando aos poucos, mas as bases dessa recuperação ainda não estão sólidas, o processo não está equilibrado e ainda existem muitas incertezas – disse Hu.

Com um crescimento lento em muitos países desenvolvidos, Washington teme que o esforço da Europa para reduzir a dívida pós-recessão pode atrapalhar a recuperação, uma preocupação demonstrada por outros líderes do G20, inclusive pelo primeiro-ministro indiano, Manmohan Singh. O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, disse que entende a pressão feita para colocar as finanças públicas de volta num caminho sustentável, mas pediu aos líderes do G20 que se lembrem de quem paga o ônus.

– Nós não devemos equilibrar o orçamento às custas das pessoas mais pobres do mundo – disse Ban durante o jantar de sábado do G20.

Voto no FMI

Ainda no encontro, os líderes do G20 prometeram que irão pressionar por um acordo para aumentar o poder de voto de potências econômicas emergentes no Fundo Monetário Internacional (FMI) até a próxima cúpula em Seul, no início de novembro. Os líderes de nações desenvolvidas e em desenvolvimento reiteraram seu compromisso com uma mudança de pelo menos 5% no poder de voto de economias emergentes, algo combinado em uma reunião do G20 em Pittsburgh no ano passado.

Eles pediram que um acordo seja feito até a próxima cúpula do G20, nos dias 11 e 12 de novembro. O acordo terá de ser ratificado pelos 187 países-membros do FMI até janeiro de 2011. A mudança aumentaria o poder de países como China, Índia, Brasil e Rússia no FMI, historicamente dominado pelos Estados Unidos e por países europeus. As economias emergentes detêm menos de 45% em proporção de voto no FMI. Eles querem uma mudança maior que 5% para refletir sua crescente influência econômica.

Porém, as negociações do FMI geram desafios políticos, pois os países europeus precisam aceitar a redução de seu poder no FMI, organização que influencia políticas econômicas globais.

"Nós pedimos uma aceleração do trabalho substancial que ainda é necessário para o FMI completar a reforma das cotas até a cúpula de Seul e, em paralelo, entregar outras reformas de governança em linha com os compromissos feitos em Pittsburgh. Modernizar a governança do FMI é um elemento essencial do nosso esforço para melhorar a credibilidade, legitimidade e efetividade do FMI", diz o comunicado publicado após a cúpula do G20.

O diretor-gerente do FMI, Dominique Strauss-Kahn, disse que os membros do FMI precisam decidir sobre as mudanças no poder de voto, mas ele espera que o aumento na parcela da China na organização seja "um tanto grande".

O presidente chinês pediu uma ação mais rápida para realizar o acordo. Ele também pediu que os principais líderes globais desistissem de elogiar a flexibilização cambial da China no comunicado da cúpula do G20 em Toronto, na noite passada, destacando a sensibilidade do país sobre a questão. Mas o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, que tem pressionado pela valorização do iuan para diminuir desigualdades comerciais, saudou a medida chinesa e disse acreditar que, ao longo do tempo, a moeda irá se apreciar de forma significativa.

Os negociadores esperavam que a declaração a ser assinada pelos líderes no Canadá incluísse algo de positivo sobre o anúncio feito na semana passada sobre a flexibilização do iuan.

– A maioria dos membros do G20 deu boas-vindas aos planos do governo da China de introduzir uma taxa flutuante para o iuan – disse Andrei Bokarev, autoridade do Ministério das Finanças russo, a jornalistas.

Porém, a frase que dizia isso no esboço do comunicado foi descartada da versão final "a pedido dos chineses", disse ele. Duas autoridades afirmaram que a frase que estava presente no sábado foi eliminada menos de 24 horas depois.

– A China não quer ser mencionada explicitamente, nem mesmo como um bom caso – disse uma das autoridades.

Autoridades chinesas disseram que a discussão sobre a moeda de seu país não tem lugar em fóruns internacionais, e o presidente Hu Jintao não mencionou a política cambial no discurso aos líderes do G20 no domingo. Ao invés disso, ele disse que a China reconhece que tem um papel essencial em ajudar a reequilibrar a economia global, mas disse que as mudanças necessárias não acontecem da noite para o dia.

Muitos economistas argumentam que o iuan está subvalorizado em cerca de 20% frente ao dólar, e que uma apreciação mais realista é vital para equilibrar a economia mundial.

www.correiodobrasil.com.br | 6/28/10 5:26 PM
FMI comemora compromisso do G-20 com recuperação forte e sustentável
TORONTO, CANADÁ - O diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, deu no domingo, 27, as boas-vindas ao compromisso expressado pelo Grupo dos Vinte (G20, principais países ricos e emergentes) para sustentar a recuperação global. Strauss-Kahn comemorou em comunicado www.estadao.com.br | 6/28/10 4:52 AM
Situação económica de Portugal é mais grave do que em Espanha
O director do Fundo Monetário Internacional (FMI) considera que a “situação não é comparável” entre os países ibéricos, apesar de terem em comum muitos outros aspectos. O nível da dívida pública e privada portuguesa é muito mais elevada que a espanhola, afirmou Dominique Strauss-Kahn, em Madrid, onde foi reunir-se com o primeiro-ministro Zapatero e a quem elogiou as políticas escolhidas. tv1.rtp.pt | 6/18/10 10:09 PM
Exportações e superávit da balança comercial chineses disparam

As exportações da China subiram 48,5% em maio sobre igual mês de 2009 e as importações avançaram 48,3%, informou o governo nesta quinta-feira, em linha com as previsões dos analistas. Segundo cálculos da agência inglesa de notícias Reuters, isso significa um superávit comercial de US$ 19,5 bilhões, comparado a um saldo positivo de US$ 1,7 bilhão em abril. Economistas consultados pela Reuters previam alta das exportações de 32% e avanço das importações de 45%, com superávit de US$ 8,8 bilhões. Em relação a abril, sem ajuste sazonal, as vendas externas subiram 9,9% e as importações recuaram 5,1%.

O superávit comercial chinês também disparou em maio, aproximando-se dos US$ 20 bilhões, em meio a pressões dos parceiros do primeiro exportador mundial para que valorize a moeda local, o yuan. Em março, o superavit do país foi de US$ 19,53 bilhões, muito acima de US$ 1,68 bilhão, em abril. Tanto as exportações como as importações também se fortaleceram em relação a maio de 2009, um ano considerado atípico, no qual o comércio exterior chinês viu-se muito prejudicado com a recessão econômica mundial e a consequente redução da demanda.

– O forte crescimento das exportações e do superavit não passará despercebido em Washington – comentou nesta quinta-feira Brian Jackson, analista no Royal Bank of Canada.

Os Estados Unidos, que sofrem um deficit comercial crônico com Pequim, é o país que ataca com mais ênfase o câmbio baixo, que torna as exportações chinesas mais baratas e, portanto, mais competitivas. Agora que a China retomou a via do crescimento forte, estas pressões tornam-se mais insistentes. O secretário norte-americano do Tesouro, Timothy Geithner, e o diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, voltaram à carga sábado passado em Busan (Coreia do Sul) e nesta quinta-feira.

– Está claro que é preciso fazer alguma coisa a propósito do yuan – declarou Strauss-Kahn.

No final de maio, o presidente chinês, Hu Jintao, deixou entrever uma retomada "gradual" da reforma do sistema chinês de câmbio, bloqueada há quase dois anos. Ele não fixou nenhum prazo, no entanto. No verão de 2008, as autoridades de Pequim ancoraram de fato o yuan ao dólar, bloqueando assim o movimento de valorização lento mas certo, em relação à moeda norte-americana (21%) dos três anos anteriores.

Outros analistas esperam um gesto da China para a cúpula do G20, o grupo dos principais países industrializados e emergentes do planeta, no final de junho no Canadá. A crise do euro, que já perdeu 20% de seu valor em relação ao dólar nos últimos seis meses, dá, no entanto, novos argumentos aos dirigentes chineses, que não demonstram pressa em valorizar a moeda, para evitar um encarecimento das importações chinesas.

Ainda assim, a realidade é que o yuan sobe de fato ante um euro em queda livre, mas sem causar erosões à competitividade das exportações chinesas à Europa, destino de 20% delas, e onde a demanda por esses produtos "manteve-se forte" em maio, segundo Wang Qing, economista da Morgan Stanley.

Reação das bolsas

As bolsas de valores da Ásia subiram nesta quinta-feira, reagindo a dados melhores que o esperado da China e a comentários do chairman do Federal Reserve, Ben Bernanke, de que a recuperação econômica norte-americana está em ritmo sólido. Na véspera, Bernanke disse à Câmara dos Deputados dos Estados Unidos que a recuperação do país está nos trilhos, mesmo prevendo uma demora na retomada dos empregos. Ele acrescentou que embora uma nova recessão "nunca deveria ser inteiramente descartada", ele espera a continuidade do crescimento.

O índice MSCI de ações da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão subia 1%, para 374 pontos nesta manhã. As exportações da China subiram 48,5% em maio sobre igual mês de 2009 e as importações avançaram 48,3%, informou o governo nesta quinta-feira, confirmando dados que vazaram na véspera e que já haviam animado os mercados.

A bolsa de Tóquio teve alta de 1,10%, para 9.542 pontos, recuperando-se da mínima em seis meses da véspera. Operadores ressaltaram, no entanto, que investidores estrangeiros venderam ações em meio à continuidade das preocupações com a crise da Europa.

– Com a crise de dívida europeia, ainda há cautela sobre seu impacto das exportações chinesas – disse Zhang Gang, analista do Central Securities.

Hong Kong fechou com variação positiva de 0,06%, para 19.632 pontos. Em Sydney, a alta foi de 1,14%, para 4.435 pontos, liderada por papéis de matérias-primas em razão dos maiores preços dos metais, que também foram impulsionados pelos dados chineses. Fortes números de emprego australianos também animaram. A bolsa de Seul registrou variação positiva de 0,27%, para 1.651 pontos. Cingapura subiu de 1,23%, para 2.779 pontos. Taiwan ganhou 1,56%, para 7.181 pontos. Por outro lado, Xangai caiu 0,82%, para 2.562 pontos, em uma realização de lucros após os ganhos da véspera.

www.correiodobrasil.com.br | 6/10/10 7:34 PM
Diretor do FMI diz que concorda com 'regulação da economia' defendida por Lula

BRASÍLIA - Após reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesta quarta-feira, o diretor-gerente do FMI, Dominique Strauss-Kahn, disse que os dois têm posições convergentes sobre o gerenciamento da política econômica internacional, especialmente no que diz respeito à regulação financeira, às políticas de crescimento e ao comércio ...

Leia mais

Assine O GLOBO e receba todo o conteúdo do jornal na sua casa

oglobo.globo.com | 5/26/10 9:48 PM
Diretor do FMI alerta para ritmo de expansão do Brasil

O diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, disse nesta quarta-feira(26)&n...(leia mais)

feedproxy.google.com | 5/26/10 9:13 PM
Crise na UE não deverá afetar Brasil, diz FMI
SÃO PAULO - O diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, afirmou nesta terça-feira www.valoronline.com.br | 5/25/10 11:17 PM
Diretor do FMI acredita que crise europeia não alcança o Brasil

O diretor-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, disse nesta terça-feira que não acredita que a crise econômica na Europa possa trazer prejuízos ao Brasil. Segundo ele, é possível que alguns setores da economia brasileira sofram com consequências pontuais do abalo nos mercados europeus. Porém, isso não deve ter impactos importantes na situação do país.

– Talvez algum problema na área do crédito ou comércio exterior atinga o Brasil”, disse. “Porém, até agora, eu não acho que há perigo com relação ao que acontece na Europa – afirmou.

Strauss-Kahn afirmou ainda que as medidas que já vinham sendo adotadas pelo Brasil favoreceram o país no momento da recessão mundial causada pela crise.

– A economia brasileira não foi fortemente atingida pela crise devido ao esforço feito anteriormente. O país equilibrou o Orçamento, implantou políticas corretas, e isso trouxe benefícios – avaliou o diretor do FMI.

Ele ressaltou, no entanto, que o atual cenário da economia nacional não imuniza o Brasil.

– Prejuízos podem acontecer. Depende de como a situação na Europa evoluir – concluiu.

www.correiodobrasil.com.br | 5/25/10 11:09 PM
Recuperação global está «mais rápida», avança FMI
A recuperação global, após a crise financeira, está a acontecer de forma «mais rápida» do que as projecções iniciais, disse esta terça-feira o director-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn.


rss.feedsportal.com | 5/25/10 10:29 PM
Recuperação global está «mais rápida», avança FMI
A recuperação global, após a crise financeira, está a acontecer de forma «mais rápida» do que as projecções iniciais, disse esta terça-feira o director-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn.


rss.feedsportal.com | 5/25/10 10:29 PM
Crise: FMI garante que recuperação global está "mais rápida"
Apesar das dúvidas sobre a retoma financeira, o diretor geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, afirma que a recuperação está a acontecer "antes e mais rápido". aeiou.expresso.pt | 5/25/10 9:24 PM
Diretor do FMI estima crescimento do Brasil em 7% este ano

O diretor-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, afirmou hoje (25) que a economia brasileira pode crescer até 7% este ano..

Leia Mais...

Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias
Divirta-se | Esportes | Tecnologia | Quem somos

Copyright © 2010, Pernambuco.com - Grupo Associados, Recife-PE, Brasil

www.pernambuco.com | 5/25/10 7:57 PM
Strauss-Kahn defende maior cooperação entre os países
SÃO PAULO - Em visita ao Brasil, o diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, reafi www.valoronline.com.br | 5/25/10 7:12 PM
FMI espera redução da volatilidade dos mercados até o fim do ano
SÃO PAULO - O diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, afirmou que a volatilidade www.valoronline.com.br | 5/25/10 6:27 PM
VI Fórum Globo News discutirá a economia global no mundo pós-crise

Diretor-geral do FMI, Dominique Strauss-Kahn, está entre os convidados. Internautas poderão participar através do chat, ao vivo, nesta terça (25). g1.globo.com | 5/25/10 11:11 AM
FMI vê crescimento acelerado do Brasil com apreensão
O diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, juntou-se ao coro dos economistas preocupados com o superaquecimento da economia brasileira. Em entrevista exclusiva ao jornal O Estado de S.Paulo, desdobrou-se em elogios à condução da economia do País durante a economia.estadao.com.br | 5/23/10 2:35 PM
FMI é favorável a liderança forte para gerir economia europeia

Diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI) e possível candidato à Presidência da França, o economista Dominique Strauss-Kahn afirmou, nesta sexta-feira, que a Europa precisa de uma coordenação de política econômica mais forte, e a ideia de que países possam compartilhar uma moeda mas agir independentemente é "falsa".

– A ideia de que você pode ter uma moeda comum e cada um poder fazer o que quiser é falsa. Você precisa de um instrumento para fazer as políticas consistentes. A França pode chamar isso de governança econômica e a Alemanha, de Pacto de Estabilidade. Não faz diferença como se chame – afirmou Strauss-Kahn ao jornal alemão Frankfurter Allgemeine Zeitung..

Em outra entrevista, ao jornal alemão Handelsblatt, ele afirmou que o crescimento na Europa está "muito baixo", em parte devido à fraca produtividade.

– A Alemanha e outros países precisam urgentemente comprometer-se com algo para acelerar o crescimento – concluiu.

www.correiodobrasil.com.br | 5/21/10 8:58 PM
Para FMI, não há risco de cisão da zona do euro

O diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, assegurou nesta quinta-feira(2...(leia mais)

feedproxy.google.com | 5/20/10 9:58 PM
Para FMI, não há risco de cisão da zona do euro
O diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, assegurou hoje que não há risco de cisão da zona do euro, mas sim o risco de o bloco, que reúne 16 países, não funcione direito se não houver mais coordenação entre seus integrantes. "A zona do euro não corre o risco economia.estadao.com.br | 5/20/10 8:03 PM
FMI: Europa precisa de maior coordenação econômica
A Europa precisa de uma coordenação de política econômica mais forte, e a ideia de que países possam compartilhar uma moeda mas agir independentemente é "falsa", disse o diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI).

- A ideia de que você pode ter uma moeda comum e cada um poder fazer o que quiser é falsa -, afirmou Dominique Strauss-Kahn ao jornal alemão Frankfurter Allgemeine Zeitung.

- Você precisa de um instrumento para fazer as políticas consistentes. A França pode chamar isso de governança econômica e a Alemanha, de Pacto de Estabilidade. Não faz diferença como se chame.

Ao jornal alemão Handelsblatt, ele afirmou que o crescimento na Europa está "muito baixo", em parte devido à fraca produtividade.

- A Alemanha e outros países precisam urgentemente comprometer-se com algo para acelerar o crescimento -, afirmou

www.correiodobrasil.com.br | 5/20/10 6:32 PM
"É preciso remodelar instituições europeias", afirma Dominique Strauss-Kahn
Apesar dos protestos da população, o primeiro-ministro grego, tem o apoio do Fundo Monetário Internacional. Atenas vai passar por um período… pt.euronews.net | 5/15/10 6:53 PM
Bolsas disparam após pacote europeu

Bolsas de valores em todo o mundo dispararam nesta segunda-feira, reagindo ao anúncio de que a União Europeia e o FMI disponibilizaram quase US$ 1 trilhão aos países da Zona do Euro para fortalecer a moeda comum e evitar que a crise da dívida grega atinja outros países do continente.

Na bolsa de Nova York, o índice Dow Jones subiu quase 4% nas primeiras horas de pregão, seguindo a tendência dos mercados asiáticos e europeus.

Em Londres, o índice FTSE 100 fechou em alta de 5,16%. As bolsas de Paris e Frankfurt também acompanharam o movimento, fechando com 9,66% e 5,3% de alta, respectivamente.

No Brasil, o índice Bovespa saltou 4,1% no início do pregão, também na carona do otimismo gerado pelo pacote de socorro ao euro.

A moeda única europeia subiu frente ao dólar e à libra esterlina, enquanto o barril de petróleo subiu mais de US$ 3, batendo em US$ 78.

Participação do FMI

De acordo com ministros das Finanças da União Europeia, que estiveram reunidos no fim de semana, o bloco liberou um pacote de emergência no valor de 500 bilhões de euros (cerca de US$ 650 bilhões).

O pacote de estabilização será engrossado pelo FMI, que contribuirá com cerca de 250 bilhões de euros (US$ 325 bilhões) para fortalecer a moeda comum contra as adversidades financeiras geradas pela crise grega.

Os mercados se surpreenderam com a dimensão do pacote de ajuda acordado pela União Europeia. Os 16 membros que utilizam o euro terão acesso a 440 bilhões de euros provenientes de um Mecanismo Europeu de Estabilização Financeira, e a outros 60 bilhões euros de recursos da Comissão Europeia - o braço executivo do bloco.

O Banco Central Europeu (BCE) anunciou que comprará títulos privados e públicos dos países da zona do euro para "garantir liquidez naqueles segmentos do mercado que estão problemáticos".

– Defenderemos o euro a qualquer custo –, disse o comissário europeu de Assuntos Econômicos, Olli Rehn.

O euro tem perdido valor na medida em que investidores temem que a crise da dívida grega se espalhe para outros países que o utilizam, como Portugal e Espanha.

No domingo, o banco central norte-americano, o Fed (Federal Reserve), anunciou que reiniciará um intercâmbio de moedas com alguns dos principais bancos centrais do mundo (europeu, britânico, suíço, japonês e canadense) para "melhorar as condições de liquidez em dólar nos mercados e evitar o contágio".

Grécia

Apesar dos novos anúncios, os investidores ainda estão preocupados com o tamanho dos aportes para o pacote europeu de emergência e os problemas estruturais de longo prazo na zona do euro.

Na sexta-feira, os líderes dos países da zona do euro aprovaram um pacote de empréstimo de 110 bilhões de euros para a Grécia. Só neste ano, o país terá também acesso a mais de US$ 50 bilhões do FMI e de países europeus combinados.

O FMI calcula que o pacote permitirá que a Grécia não precise pegar novos empréstimos no mercado por dois anos, tempo para a economia do país se fortalecer.

– O FMI vai fazer a sua parte, no interesse da comunidade internacional, para enfrentar os desafios atuais –, disse o diretor do FMI, Dominique Strauss-Kahn.

Entretanto, para ter acesso aos recursos, o governo grego teve de concordar com um pacote de austeridade altamente impopular.

Na semana passada, protestos contra os planos de cortes nos gastos públicos deixaram três mortos na capital da Grécia, Atenas.

www.correiodobrasil.com.br | 5/10/10 6:13 PM
UE anuncia pacote de U$ 650 bilhões para blindar euro

Os ministros das Finanças da União Europeia (UE) anunciaram um pacote de emergência no valor de 500 bilhões de euros (cerca de U$ 650 bilhões) para fortalecer a moeda comum e evitar que a crise da dívida grega contagie outros países do continente.

Os 16 membros que utilizam o euro terão acesso a 440 bilhões de euros provenientes de um Mecanismo Europeu de Estabilização Financeira, e a outros 60 bilhões euros de recursos da Comissão Europeia (CE), o braço executivo do bloco.

O pacote de estabilização será engrossado pelo FMI, que contribuirá com cerca de 250 bilhões para fortalecer a moeda comum contra as adversidades financeiras geradas pela crise grega.

Os mercados reagiram positivamente ao anúncio das medidas na noite do domingo. A bolsa de Londres abriu em alta de 3,7% nesta segunda-feira e o euro chegou a superar a marca de US$ 1,30, depois de chegar, na semana passada, ao seu valor mais baixo dos últimos 14 meses (US$ 1,25).

Na Ásia, as bolsas também fecharam em alta.

O Banco Central Europeu (BCE) anunciou que comprará títulos privados e públicos dos países da zona do euro para "garantir liquidez naqueles segmentos do mercado que estão problemáticos".

– Defenderemos o euro a qualquer custo –, disse o comissário europeu de Assuntos Econômicos, Olli Rehn.

O euro tem perdido valor na medida em que investidores temem que a crise da dívida grega se espalhe para outros países que o utilizam, como Portugal e Espanha.

No domingo, o banco central americano, o Federal Reserve, anunciou que reiniciará um intercâmbio de moedas com alguns dos principais bancos centrais do mundo (europeu, britânico, suíço, japonês e canadense) para "melhorar as condições de liquidez em dólar nos mercados e evitar o contágio".

Reação dos mercados

Entretanto, os investidores ainda estão preocupados com o tamanho dos aportes para o pacote europeu de emergência e os problemas estruturais de longo prazo na zona do euro.

Na sexta-feira, os líderes dos países da zona do euro aprovaram um pacote de empréstimo de 110 bilhões de euros para a Grécia. Só neste ano, o país terá também acesso a mais de US$ 50 bilhões do FMI e de países europeus combinados.

O FMI calcula que o pacote permitirá que a Grécia não precise pegar novos empréstimos no mercado por dois anos, tempo para a economia do país se fortalecer.

– O FMI vai fazer a sua parte, no interesse da comunidade internacional, para enfrentar os desafios atuais –, disse o diretor do FMI, Dominique Strauss-Kahn.

Entretanto, para ter acesso às medidas, o governo do país teve de concordar com um pacote de austeridade altamente impopular.

Na semana passada, protestos contra os planos de aperto deixaram três mortos na capital, Atenas.

www.correiodobrasil.com.br | 5/10/10 1:28 PM
Sempre há riscos, diz Strauss-Kahn sobre contágio da crise grega
SÃO PAULO - O diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn disse entender a revolta da www.valoronline.com.br | 5/5/10 9:48 PM
Alemanha e FMI alertam para risco de contaminação da crise grega

A chanceler alemã, Angela Merkel, e o diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, alertaram nesta quarta-feira sobre o risco de contágio financeiro a menos que a crise de dívida da zona do euro seja estancada na Grécia. Merkel disse ao parlamento que o futuro da Europa está em jogo em meio à pior crise nos 11 anos de vida do bloco, acrescentando que outros países podem sofrer a mesma situação que a Grécia se o pacote de resgate ao país não funcionar.

Merkel, que muitos analistas culpam por agravar a crise devido à demora em conceder ajuda à Grécia, disse ainda que o sucesso do pacote determinará "nada menos que o futuro da Europa e, assim, o futuro da Alemanha na Europa".

– Estamos em uma encruzilhada – disse ela durante o debate sobre a aprovação da contribuição de 22 bilhões de euros de Berlim ao pacote grego.

Sem o pacote, uma "reação em cadeia ameaçaria desestabilizar os sistemas financeiros europeu e mundial", acrescentou ela. O diretor-gerente do FMI reconheceu o risco de a crise se espalhar para outros países europeus, mas disse não ver ameaça real a grandes economias, como Alemanha e França.

– Sempre há risco de contágio. Portugal foi mencionado, mas já está tomando medidas, e outros países estão em uma situação muito mais sólida. Nós temos de ter sucesso em evitar o contágio... mas nós devemos continuar vigilantes – disse Strauss-Kahn ao jornal francês Le Parisien.

Strauss-Kahn criticou os países da zona do euro por cobrarem uma taxa de juros de 5 por cento nos empréstimos à Grécia, uma medida tomada sobretudo por insistência da Alemanha.

– Eu acho que a taxa com a qual os europeus emprestam deve ser igual à do FMI, que é menor em mais de meio ponto – completou ele.

www.correiodobrasil.com.br | 5/5/10 8:23 PM
Chefe do FMI é favorito para ser candidato socialista na França
O diretor gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss Kahn, é o favorito para liderar a candidatura do Partido Socialista na eleição presidencial francesa de 2012, de acordo com uma pesquisa de opinião divulgada nesta quarta feira. noticias.terra.com.br | 5/5/10 6:18 PM
Merkel e FMI alertam sobre risco de contágio grego

ATENAS/BERLIM (Reuters) - A chanceler alemã, Angela Merkel, e o diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, alertaram nesta quarta-feira sobre o risco de contágio financeiro a menos que a crise de dívida da zona do euro seja estancada na Grécia ...

Leia mais

Assine O GLOBO e receba todo o conteúdo do jornal na sua casa

oglobo.globo.com | 5/5/10 11:11 AM
Merkel e FMI alertam sobre risco de contágio grego
A chanceler alemã, Angela Merkel, e o diretor gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss Kahn, alertaram nesta quarta feira sobre o risco de contágio financeiro a menos que a crise de dívida da zona do euro seja estancada na Grécia. noticias.terra.com.br | 5/5/10 10:08 AM
Lula, a personalidade mais influente do mundo para a Time
O presidente brasileiro foi considerado a personalidade mais influente do mundo pela revista Time à frente de Barack Obama. Entre os mais influentes estão ainda a cantora Lady Gaga e o director-geral do FMI, Dominique Strauss-Kahn.


rss.feedsportal.com | 4/29/10 9:50 PM
Lula, a personalidade mais influente do mundo para a Time
O presidente brasileiro foi considerado a personalidade mais influente do mundo pela revista Time à frente de Barack Obama. Entre os mais influentes estão ainda a cantora Lady Gaga e o director-geral do FMI, Dominique Strauss-Kahn.


rss.feedsportal.com | 4/29/10 9:50 PM
''As agências nem sempre acertam''
O diretor do FMI, Dominique Strauss-Kahn, minimizou a importância do rebaixamento do rating de Espanha e Portugal. "As agências de rating nem sempre acertam. As pessoas acreditam e, por isso, têm influência a curto prazo, mas a longo prazo, predominam outros fatores." A chanceler alemã, Angela www.estadao.com.br | 4/29/10 3:00 AM
Apoio à Grécia pode superar 100 bi de euros
SÃO PAULO - O diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, teria dito ao Parlamento a www.valoronline.com.br | 4/28/10 9:53 PM
Pacote de ajuda à Grécia deverá chegar a 120 bilhões de euros

O pacote de ajuda da zona do euro e do Fundo Monetário Internacional à Grécia somará de 100 a 120 bilhões de euros em três anos, avaliou o diretor-gerente do FMI, Dominique Strauss-Kahn, segundo um membro do parlamento alemão. Juergen Trittin, líder parlamentar do Partido Verde, também disse a jornalistas nesta quarta-feira que foi dito aos parlamentares alemães que a Grécia deveria ser retirada do mercado comum europeu por três anos.

Um membro do partido da chanceler Angela Merkel, CDU, afirmou que o FMI e o Banco Central Europeu (BCE) rejeitaram uma demanda de alguns parlamentares alemães de que os bancos fossem incluídos no pacote de resgate. Norbert Barthle, porta-voz de orçamento no parlamento do CDU, afirmou após uma reunião com o presidente do BCE, Jean-Claude Trichet, e como o diretor-gerente do FMI, Dominique Strauss-Kahn, que as duas entidades se opuseram a incluir os bancos.

www.correiodobrasil.com.br | 4/28/10 8:15 PM
Director do FMI diz que "não se devia acreditar demais" nas agências de rating
O director-geral do fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, afirmou hoje que ... feedproxy.google.com | 4/28/10 7:06 PM
FMI, BCE e Angela Merkel falam de Grécia
SÃO PAULO - O diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, está em Berlim para conver www.valoronline.com.br | 4/28/10 11:11 AM
Ajuda à Grécia é tema de conversas do FMI e BCE com Angela Merkel

SÃO PAULO - O diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, está em Berlim para conversar com a chanceler alemã Angela Merkel e o ministro das Finanças, Wolfgang Schäuble, sobre o apoio financeiro à Grécia ...

Leia mais

Assine O GLOBO e receba todo o conteúdo do jornal na sua casa

oglobo.globo.com | 4/28/10 11:03 AM
Grécia corre o risco de entrar numa situação "insustentável" - diretor geral FMI
Paris, 27 abr (Lusa) - A Grécia corre o risco de entrar numa situação "insustentável" se não receber ajuda financeira, afirmou hoje o diretor geral do Fundo Monetário Internacional, Dominique Strauss-Kahn. tv1.rtp.pt | 4/27/10 9:25 PM
FMI insiste na taxação de bancos
O diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, defendeu ontem a nova taxação dos bancos, rejeitada pelo governo brasileiro. Se antes da crise alguém perguntasse aos governos dos Estados Unidos, do Reino Unido e de vários países europeus se esses novos tributos www.estadao.com.br | 4/25/10 3:00 AM
Geithner defende apoio rápido de UE e FMI para Grécia
A União Europeia e o Fundo Monetário Internacional (FMI) devem rapidamente dar apoio financeiro à Grécia, defendeu hoje o secretário de Tesouro dos Estados Unidos, Timothy Geithner. Além disso, Geithner disse apoiar uma série de reformas orçamentárias no país europeu.O secretário dos EUA se encontrou hoje com o ministro das Finanças grego, George Papaconstantinou, e com o diretor-gerente do FMI, Dominique Strauss-Kahn. Eles discutiram os problemas de dívida da Grécia. As conversas ocorreram às margens de um encontro do FMI.

Ontem, a Grécia pediu formalmente ajuda aos países da zona do euro e ao FMI. Os membros da zona do euro se comprometeram a emprestar à Grécia até 30 bilhões de euros, no primeiro ano do pacote de auxílio a esse país. O FMI deve emprestar cerca de 15 bilhões de euros.

Papaconstantinou chegou a Washington nas primeiras horas deste sábado. Mais tarde, encontrou-se com Strauss-Kahn, com o presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, e com o Comissário Europeu para Assuntos Econômicos e Monetários, Olli Rehn. As conversas enfocaram o pedido de ajuda grego, segundo um comunicado da embaixada da Grécia em Washington. As informações são da Dow Jones. ultimosegundo.ig.com.br | 4/24/10 11:23 PM
Países-membros do FMI prometem conter déficit perante crise grega
César Muñoz Acebes. Washington, 24 abr (EFE).- Os países-membros do Fundo Monetário Internacional se comprometeram hoje a sanear as contas públicas e conter sua dívida, em meio a crise fiscal na Grécia, que negocia com a entidade e com a Europa um programa de ajuda para evitar a quebra.A Grécia não estava na agenda oficial da Assembleia Anual do FMI e do Banco Mundial, realizada neste fim de semana em Washington, mas foi uma pauta inevitável perante a ameaça de que os problemas do país se alastrem.

O Comitê Monetário e Financeiro Internacional (IMFC, em inglês), o principal órgão assessor do FMI, manifestou o compromisso "enérgico" dos Governos de "garantir finanças públicas sustentáveis e abordar os riscos da dívida soberana".

Fora da sala magna do Fundo Monetário, onde se reuniram ministros e governadores de bancos centrais dos países que compõe o Comitê, o ministro das Finanças grego, Yorgos Papaconstantinou, sustentava uma série de encontros bilaterais para pressionar por um desembolso rápido dos créditos.

Um de seus interlocutores foi o diretor-gerente do FMI, Dominique Strauss-Kahn, quem não quis dar detalhes das negociações.

O Fundo Monetário foi criticado na Grécia pelas medidas de ajuste que exige a seu Governo em troca dos empréstimos, mas Strauss-Kahn enfatizou que o FMI proporciona recomendação e fundos "em nome da comunidade internacional".

"Os cidadãos gregos não deveriam temer o FMI. Nós tentamos os ajudar", disse o chefe do organismo em entrevista coletiva após a reunião do IMFC, que representa os 186 países-membros do organismo.

O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Timothy Geithner, também se reuniu hoje com Papaconstantinou, Strauss-Kahn e representantes europeus para tratar o tema da Grécia, segundo informou seu Governo.

Geithner "os encorajou a avançar rapidamente na iniciativa de um pacote de reformas econômicas profundas e de apoio financeiro concreto e substancial", disse o departamento do Tesouro em comunicado.

Papaconstantinou, que dará uma entrevista coletiva no domingo no FMI, aproveitou a viagem a Washington para se encontrar com alguns dos Governos não-europeus que, como membros importantes do Fundo, deverão aprovar o programa de crédito, e tinha previstos encontros com seus colegas do Brasil, China e Rússia.

Os Governos da zona do euro ofereceram à Grécia empréstimos no valor de 30 bilhões de euros no primeiro ano, ao que se acrescentará a contribuição do FMI, ainda não definida, mas que por enquanto é estimada em 15 bilhões de euros.

O Comissário Europeu de Assuntos Econômicos, Olli Rehn, disse que se chegará a um acordo "no princípio de maio". A Grécia tem que pagar 8,5 bilhões de euros em juros de sua dívida no dia 19 de maio.

Os problemas no país elevaram as gratificações de risco dos bônus de Portugal, Espanha, Itália e Irlanda, o que fez com que se temesse uma crise mais ampla de dívida.

A União Europeia é consciente do perigo e em sua declaração perante ao IMFC afirmou que os Governos têm que adotar um ajuste fiscal "ambicioso".

A declaração foi feita pela segunda vice-presidente do Governo espanhol e ministra da Economia e Fazenda, Elena Salgado, já que seu país ostenta a representação rotativa da União Europeia.

Salgado alertou que a recuperação econômica poderia perder fôlego e entrar em outro período de declínio quando os bancos centrais subirem as taxas de juros e os Governos colocarem fim aos programas de estímulo.

Mas os problemas orçamentários da Grécia demonstraram o perigo de não prestar atenção ao déficit.

Salgado advertiu que manter a atual expansão orçamentária durante tempo demais poderia torna o nível de dívida no velho continente "insustentável". EFE cma/pb ultimosegundo.ig.com.br | 4/24/10 10:58 PM