Noticias sobre Martine Aubry
| Partido Socialista francês lança campanha para 2012 A líder Martine Aubry, cercada de políticos socialistas, lançou neste domingo a campanha do Partido Socialista (PS) para as eleições presidenciais francesas de 2012, prometendo uma "alternativa crível" a Nicolas Sarkozy e aproveitando a ocasião para criticar a atitude "indigna" do presidente sobre as expulsões de ciganos.
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8/29/10 2:56 PM
Após derrota em eleições regionais, Sarkozy muda ministério Um dia depois de seu partido, a UMP (União pelo Movimento Popular), de centro-direita, ter sofrido uma dura derrota nas eleições regionais realizadas no último domingo, o presidente da França, Nicolas Sarkozy, anunciou uma reforma em seu ministério. Por meio de um comunicado divulgado na tarde desta segunda-feira, a Presidência francesa anunciou quatro novos nomes que passarão a ocupar postos importantes no governo, como os Ministérios do Trabalho e do Orçamento.O atual titular da pasta do Trabalho, Xavier Darcos, foi substituído por Eric Woerth, atual ministro do Orçamento. Woerth, por sua vez, será substituído por François Baroin, que, segundo o jornal Le Monde, é próximo do ex-presidente Jacques Chirac. Já Georges Tron, próximo do ex-premiê Dominique de Villepin, ocupará o cargo de secretário de Estado da Solidariedade e do Serviço Público. Além disso, Martin Hirsch, alto comissário de Atividades contra a Pobreza e pela Juventude, considerado um símbolo de uma abertura à esquerda no governo, foi substituído por Marc-Philippe Daubresse, político da UMP. Reação A reforma é uma reação direta ao resultado das eleições de domingo, que deixaram a centro-direita no controle de apenas uma das 22 regiões da França. Após a derrota, Sarkozy também sugeriu que pode diminuir a velocidade de reformas consideradas impopulares. Com quase a totalidade das urnas apuradas, o partido do presidente obteve 36% dos votos, enquanto a coalizão de oposição liderada pelo Partido Socialista obteve cerca de 54% da preferência do eleitorado. O pleito - que teve uma taxa de comparecimento de cerca de 51% - é o último grande teste eleitoral na França antes das eleições presidenciais de 2012. Após a divulgação dos resultados, o chefe de Gabinete do presidente, Claude Gueant, afirmou que estas eleições foram "um grande sinal de alerta para ação efetiva e rápida" em relação ao desemprego e outros desafios econômicos. A líder de oposição Martine Aubry, por sua vez, afirmou que os resultados mostram que o povo francês "rejeita as políticas do presidente e do governo". Insatisfação Jane Kirby, correspondente da BBC em Paris, afirma que os resultados do pleito devem fazer com que Sarkozy seja mais cauteloso ao implementar um amplo programa de reformas que já custaram alguns votos a ele. Segundo ela, muitos franceses estão insatisfeitos com o fato de algumas das promessas de campanha de Sarkozy - como a de aumentar o poder aquisitivo da população e tornar a França mais competitiva - não terem se tornado realidade. Os altos números do desemprego e a insatisfação com as reformas judiciária e previdenciária estão sendo vistos como alguns dos fatores que levaram os eleitores a punir o governo nas eleições regionais. Com cerca de 3 milhões de pessoas sem trabalho, a França está sofrendo com o maior nível de desemprego em décadas. A pressão sobre o governo de Sarkozy deve aumentar ainda mais nesta semana, com uma greve de trabalhadores do setor público programada para esta terça-feira. ultimosegundo.ig.com.br | 3/22/10 9:53 PM Sarkozy avalia opções após derrota em votação regional O primeiro-ministro francês, François Fillon, se reúne nesta segunda-feira com o presidente Nicolas Sarkozy para discutir as consequências da esmagadora derrota do partido governista UMP na eleição regional do fim de semana. Fillon disse no domingo que aceitava sua parcela de culpa pelo resultado, o pior da centro-direita em décadas na França e que foi visto como um castigo do eleitorado pelo mau desempenho da economia, pelo desemprego superior a 10% e por políticas vistas como incoerentes. Embora Fillon não deva renunciar, alguns ministros certamente ficarão desempregados na "reforma técnica" do ministério, prevista por um funcionário de alto escalão. O bloco do UMP venceu no domingo em apenas 3 das 26 regiões francesas, recebendo 35,4 por cento dos votos, contra 54,1% dos socialistas e seus aliados, segundo a apuração preliminar. A ultradireitista Frente Nacional conquistou 9,4% dos votos, mas ficou acima de 22% em seus principais redutos, o norte e o sul, salientando a magnitude da derrota governista. Fillon disse no domingo que o governo insistirá em reformas como a da previdência, e que fará da criação de empregos e do crescimento econômico uma "prioridade absoluta". Em editorial na sua capa, o jornal conservador Le Fígaro disse que "a derrota da direita nas eleições regionais irá marcar uma guinada na presidência de Nicolas Sarkozy". Todos os oito ministros que disputaram as eleições perderam. Esse foi o último pleito na França antes da eleição presidencial de 2012, e os socialistas esperam que a vitória no fim de semana ajude a superar as tradicionais divisões da esquerda, consolidando-a em torno da sua candidata Martine Aubry. Os socialistas evitaram uma comemoração escancarada, mas Aubry, reforçada como líder do partido, disse que o governo tem de ouvir o recado das urnas. – Escutar o que o povo francês tem a dizer significa uma mudança profundas nas políticas –afirmou ela. www.correiodobrasil.com.br | 3/22/10 2:02 PM França/Eleições : Líder socialista pede ao Presidente Sarkozy que « mude profundamente de política » Paris, 21 mar (Lusa) - A primeira secretária nacional do Partido Socialista (PS) francês, Martine Aubry, apelou esta noite ao Presidente da República, Nicolas Sarkozy, que "mude profundamente de política", na sequência da derrota da direita nas eleições regionais.
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3/21/10 9:25 PM
Partido de Sarkozy reconhece derrota perante avanço da esquerda Paris, 21 mar (EFE).- A União por um Movimento Popular (UMP), o partido do presidente Nicolas Sarkozy, reconheceu hoje que "a esquerda ganhou as eleições regionais", declarou seu secretário-geral, Xavier Bertrand ao canal de televisão "TF1".A primeira secretária do Partido Socialista (PS), Martine Aubry, afirmou que seu partido obteve "uma vitória sem precedentes" no segundo turno das eleições regionais. EFE jam/sa
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3/21/10 7:46 PM
Socialistas derrotam Sarkozy em eleição regional na França PARIS - O presidente francês, Nicolas Sarkozy, e seu partido de centro-direita sofreram no domingo uma esperada derrota em eleições regionais no país, mas foram capazes de vencer em uma importante região evitando um massacre, segundo pesquisas de boca-de-urna. O Partido Socialista e seus aliados conquistaram cerca de 54% dos votos em nível nacional, garantindo o controle sobre ao menos 20 de 22 regiões, enquanto o partido de Sarkozy teve 36% dos votos, de acordo com a OpinionWay. A União por um Movimento Popular (UMP), o partido do presidente Nicolas Sarkozy, reconheceu que "a esquerda ganhou as eleições regionais", segundo declaração do secretário-geral, Xavier Bertrand, ao canal de televisão "TF1". A primeira secretária do Partido Socialista (PS), Martine Aubry, afirmou que seu partido obteve "uma vitória sem precedentes" no segundo turno das eleições regionais. A Frente Nacional, de ultradireita, obteve apenas 8,7% dos votos totais, segundo a OpinionWay, mas o líder veterano da legenda assegurou quase 25% dos votos em sua região bem ao sul da França, como previsto. Reuters
Nicolas Sarkozy votando na manhã deste domingo
* Com agências Reuter, Efe e AFP ultimosegundo.ig.com.br | 3/21/10 7:37 PM Líder socialista francesa diz que alta abstenção é rejeição a país dividido Paris, 14 mar (EFE).- A líder do Partido Socialista (PS) francês, Martine Aubry, disse hoje que os eleitores do país "expressaram sua rejeição a uma França dividida e frágil" nas eleições regionais deste domingo, cujo índice de abstenção passa de 50%, segundo estimativas não-oficiais.O primeiro-ministro francês, François Fillon, afirmou que nada está decidido e que não se pode tirar conclusões em nível nacional sobre a baixa participação eleitoral nesta consulta. À espera da divulgação dos primeiros dados oficiais, o que está claro é que a abstenção passará dos 50%, algo que os partidos políticos franceses consideraram como um fracasso de toda a classe política. As pesquisas de boca-de-urna apontam que a conservadora União por um Movimento Popular (UMP), partido do presidente francês, Nicolas Sarkozy, perdeu espaço para o PS. Segundo os últimos números, o PS recebeu 29,1% dos votos, enquanto a UMP ficou com 27,3%. A terceira posição ficaria com os Verdes (13%), logo à frente da ultradireitista Frente Nacional (FN) (11%). Hoje, e no segundo e definitivo turno do próximo domingo, os franceses deverão escolher, entre um total de 252 listas eleitorais, os 1.880 conselheiros que administrarão as regiões durante os próximos quatro anos. Cada uma das listas deve respeitar o princípio de paridade (um candidato homem e uma mulher) e só poderão passar ao segundo turno as que conseguirem um mínimo de 10% dos votos. No entanto, as que conseguirem 5% dos votos também poderão se unir às que tenham alcançado o limite de 10%. EFE pi/bba ultimosegundo.ig.com.br | 3/14/10 10:19 PM França: líder diz que alta abstenção é rejeição a país dividido A líder do Partido Socialista (PS) francês, Martine Aubry, disse neste domingo que os eleitores do país "expressaram sua rejeição a uma França dividida e frágil" nas eleições regionais deste domingo, cujo índice de abstenção passa de 50%, segundo estimativas não oficiais.
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3/14/10 9:54 PM
Abstenção e Esquerda batem Direita em França A primeira secretária do Partido Socialista francês (PS), Martine Aubry, considerou hoje, domingo, que a derrota da Direita nas eleiçõs regionais confirma o desejo de mudança dos eleitores numa "França angustiada" e apelou ao voto na segunda volta das eleições.
Começa primeiro turno de eleições regionais na França Paris, 14 mar (EFE).- Os franceses vão às urnas hoje para votar no primeiro turno das eleições regionais que, segundo todas as pesquisas, podem significar um forte golpe para o Governo de centro-direita do presidente, Nicolas Sarkozy, da União por um Movimento Popular (UMP).Os setores de esquerda, liderados pelo Partido Socialista (PS), são considerados os grandes favoritos para o pleito. De acordo com as últimas pesquisas, a esquerda poderia conseguir até mesmo o total dos Conselhos Regionais do país (22 na França e 4 nos territórios de ultramar). Ciente da possível derrota, o presidente Sarkozy ressaltou esta semana que, seja qual for o resultado, não fará grandes mudanças em seu Governo ou em sua política. "Eleições regionais terão apenas consequências regionais". Um dos piores inimigos de seu partido poderá ser a abstenção. Segundo algumas pesquisas, mais de 50% dos eleitores podem se abster de votar. Os 44,2 milhões de eleitores franceses deverão escolher os 1.880 conselheiros que administrarão as regiões durante os próximos 4 anos. As urnas começarão a fechar às 18h local (14h de Brasília), mas nas grandes cidades permanecerão abertas até às 20h (16h de Brasília). Só após o fechamento das últimas urnas que poderão ser divulgados os primeiros resultados das eleições, cujo segundo turno está marcado para o próximo dia 21. Nas últimas eleições, em 2004, a esquerda adquiriu um total de 20 das 22 regiões metropolitanas. Segundo declarou recentemente a primeira secretária do PS, Martine Aubry, a cor "rosa" (pelo que se identifica a seu partido) pretende se estender a todo o mapa. Os Conselhos Regionais são formados por assembleias nas quais se adotam decisões que afetam fundamentalmente o desenvolvimento econômico dos territórios e têm uma intervenção crucial no planejamento e financiamento dos transportes públicos. A maior parte de seu orçamento se destina a despesas de pessoal e infraestruturas educativas, aos transportes e à formação profissional. Embora não contem com competências tão amplas, as administrações regionais podem ser decisivas para o Governo central da França. EFE pi/sa ultimosegundo.ig.com.br | 3/14/10 9:55 AM França: Ségolène diz que a suspeita de fraude na eleição de Aubry deve seguir para os tribunais Ségolène Royal, que disputou a liderança do Partido Socialista francês com Martine Aubry, em Novembro passado, disse hoje ser necessária a intervenção dos tribunais para esclarecer a acusação de fraude na eleição de Aubry. A reacção de Royal era esperada desde quarta-feira dela e dos apoios que reunir neste seu contra-ataque a Aubry dependerá o clima em que vai viver o PS francês nos próximos tempos.
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9/11/09 10:42 AM
Declaração de ministro sobre imigrantes causa polêmica na França A declaração do ministro francês do Interior, Brice Hortefeux, de que "quando há muitos há problemas", em referência aos imigrantes, desatou nesta quinta-feira uma viva polêmica na França.Em um vídeo divulgado no site do jornal Le Monde, uma militante do partido no poder, a União para um Movimento Popular (UMP), comenta sobre um jovem imigrante de origem árabe chamado Amin, que "come carne de porco e bebe cerveja". Hortefeux, ex-ministro da Imigração, Integração e Identidade Nacional, que posava para uma foto ao lado da jovem, deixou escapar: "Ele não é o primeiro. Sempre precisamos de um. Quando existe um, tudo bem, mas quando existem muitos é que surgem os problemas". Segundo o site do jornal, o vídeo foi gravado no dia 5 de setembro, durante a chamada universidade de verão do UMP, em Seignosse (sudoeste). Em comunicado publicado nesta quinta-feira, o ministro "denuncia uma ridícula tentativa de polêmica" e afirma que "nenhuma" de suas palavras se "refere a suposta origem étnica do jovem militante". A primeira secretária do Partido Socialista (PS), Martine Aubry, disse que ficou "consternada" com o "insulto" do ministro aos filhos dos imigrantes: "imagino que milhares de jovens franceses se sentiram humilhados". Já o primeiro-ministro, François Fillon, defendeu Hortefeux declarando que ele é "vítima de uma campanha de difamação escandalosa". "Falei com Brice Hortefeux há alguns instantes. É vítima de uma campanha de difamação bastante escandalosa". O jovem em questão também defendeu o ministro: "foi algo tirado do contexto. Meu secretário departamental brincava com o ministro porque fala com sotaque regional, e foi ali que começou. Ele não me desrespeitou (...) Não considero isto um deslize". soh/LR ultimosegundo.ig.com.br | 9/10/09 9:31 PM |